ProdutorBR
Ouro Fino Química S.A. - Uberaba
Fungicida
tebuconazol (triazol) (200 g/L)

Informações

Número de Registro
14611
Marca Comercial
ProdutorBR
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
tebuconazol (triazol) (200 g/L)
Titular de Registro
Ouro Fino Química S.A. - Uberaba
Classe
Fungicida
Modo de Ação
sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Café
Hemileia vastatrix
Ferrugem; Ferrugem-do-cafeeiro
Citros
Colletotrichum gloeosporioides
Antracnose
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Milho
Exserohilum turcicum
Helminthosporium; Mancha-foliar
Milho
Puccinia polysora
Ferrugem; Ferrugem-polisora
Milho
Puccinia sorghi
Ferrugem; Ferrugem-comum
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio

Conteúdo da Bula

                                    BULA_PRODUTORBR_ATUAL_IBAMA_28.12.2023_V.07




                                                           PRODUTOR®BR

      Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 14611

COMPOSIÇÃO:

(RS)-1-p-chlorophenyl-4,4-dimethyl-3-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)pentan-3-ol
(TEBUCONAZOL)...................................................................................................200,00g/L (20,00% m/v)
Acetofenona........................................................................................................... 276,50g/L (27,65% m/v)
Outros Ingredientes ...............................................................................................513,50 g/L (51,35% m/v)

                  GRUPO                                           G1                                    FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Triazol (Tebuconazole) e Cetona aromática (Acetofenona)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO(*):
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251 - SAC: 0800 941 5508
Registro Estadual IMA/MG N° 8.764
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO TÉCNICO E FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
TEBUCONAZOLE TÉCNICO OURO FINO - Registro MAPA n° 10410
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD.
BeiHai Road, n° 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang
Province, 315040 - China

TEBUCONAZOLE TÉCNICO OF - Registro MAPA n° 37917
JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. (UNIT II)
North Area of Dongsha ChemZone, 215600, Zhangjiagang, Jiangsu - China.

YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD.
Zhongshan Road (North), Binhai Economic Development Zone Coastal Industrial Park, Jiangsu- China

TEBUCONAZOLE TÉCNICO UPL - Registro MAPA n° 10408
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED
3-11 GIDC, Vapi, Gujarat - Índia

TEBUCONAZOLE TÉCNICO UPL BRASIL - Registro MAPA n° 5109
JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. (UNIT I)
28 Chengbei Road, Zhangjiagang, Jiangsu, 215600 - China

TEBUCONAZOLE TÉCNICO OXON – Registro MAPA nº 01212
ASTEC LIFESCIENCES LIMITED
B- 17 M.I.D.C., Mahad, District Raigad, 402301- Maharashtra - Índia
YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD.
Zhongshan Road (North), Binhai Economic Development Zone Coastal Industrial Park, Jiangsu- China

TEBUCONAZOLE TÉCNICO PROVENTIS – Registro MAPA nº 18417
SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
N°9, Weijiu Road, Hangzhou Bay, Shanqyu Economic and Technological Development Area, Zhejiang,
312369 - China
                                                                 BULA_PRODUTORBR_ATUAL_IBAMA_28.12.2023_V.07




FORMULADOR/ MANIPULADOR:
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Registro Estadual IMA/MG N° 8.764

SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III
CEP: 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79
Registro Estadual IMA/MG N° 2.972

JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD
28 Chengbei Road, Zhangjiagang, Jiangsu, 215600 – China

SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
N°9, Weijiu Rd, Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, Zhejiang,
312369 – China

NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD.
BeiHai Road, n° 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang
Province, 315040 - China

                        No do lote ou da partida:
                            Data de fabricação:           VIDE EMBALAGEM
                           Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU
                                              PODER.
    É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                    É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                       Produto Combustível
                                         Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° do Decreto
                                 n° 7.212, de 15 de junho de 2010)

        CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
    CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – MUITO
                           PERIGOSO ao Meio Ambiente

Cor da faixa: Azul intenso
                                                                       BULA_PRODUTORBR_ATUAL_IBAMA_28.12.2023_V.07




             MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:
PRODUTOR®BR é um fungicida do grupo químico triazol, apresentado na forma de concentrado
emulsionável indicado para o controle de doenças foliares das culturas de café, citros, feijão, milho e
soja conforme quadro abaixo.
PRODUTOR®BR age na inibição da desmetilação de esteroides.

CULTURAS, ALVOS, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO, VOLUME DE
CALDA:
                                               DOSE                                                  VOLUME DE CALDA
                                         p.c L/ha ou 100L                                                 (L/ha)
                                                             ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO
CULTURAS             ALVOS                    de água
                                                                    DE APLICAÇÃO
                                         (g ia/ha ou 100L                                          Terrestre   Aérea
                                             de água)
                                                             Aplicações: Realizar no máximo 2
                                                             aplicações por safra da cultura.
            Ferrugem-do-cafeeiro,                            Época: Iniciar a aplicação quando a
                                           1,0 L/ha          infestação atingir 5%.
  CAFÉ            Ferrugem                                                                         250 - 500   10 - 30
                                         (200 g ia/ha)           (1)
               (Hemileia vastatrix)                          IEA : Reaplicar quando a
                                                             infestação atingir novamente os
                                                             5%.
                                                             Aplicações: Realizar no máximo 2
                                                             aplicações por safra da cultura.
                                                             Época: Iniciar as aplicações
                  Antracnose,
                                           75 mL/100L de     logo após o aparecimento dos
              Podridão-foliar-dos-
                                                água         botões florais. Realizar a primeira
 CITROS               citros                                                                       2000        10 - 30
                                          (15 g ia/100L de   aplicação na fase cabeça de
                 (Colletotrichum
                                               água)         fósforo e a segunda na fase de
                gloeosporioides)
                                                             cotonete. Para aplicação aérea
                                                             recomenda-se adicionar espalhante
                                                             adesivo na calda.
                                                             Aplicações: Realizar no máximo 3
                                                             aplicações por ciclo da cultura.
                                                             Época: Iniciar as aplicações logo
               Mancha-angular                 1,0 L/ha       após o aparecimento dos primeiros
 FEIJÃO                                                                                             200-300    10 - 30
            (Phaeoisariopsis griseola)       (200 g ia/ha)   sintomas.
                                                             IEA(1): Repetir se necessário com
                                                             intervalo mínimo de 15 dias entre
                                                             as aplicações.
                Mancha-foliar,
               Helmintosporiose                              Aplicações: Realizar no máximo 2
             (Exserohilum turcicum)                          aplicações por ciclo da cultura.
                                                             Época: Fazer a aplicação no
              Ferrugem-polisora,                             aparecimento dos primeiros
                                           1,0 L/ha
 MILHO             Ferrugem                                  sintomas.                              200-300    10 - 30
                                         (200 g ia/ha)
               (Puccinia polysora)                               (1)
                                                             IEA : O intervalo entre as
               Ferrugem-comum,                               aplicações deve ser igual ou
                   Ferrugem                                  superior a 14 dias.
                (Puccinia sorghi)
                                                             Aplicações: Realizar no máximo 3
                                                             aplicações por ciclo da cultura.
                                                             Época: iniciar as aplicações
                                                             quando 20% da área foliar
                     Oídio                 0,5 L/ha          apresentar sintomas.
  SOJA                                                                                              200-300    10 - 30
              (Microsphaera diffusa)     (100 g ia/ha)       IEA(1): Repetir se necessário
                                                             quanto atingir novamente este
                                                             índice, com intervalo mínimo de 14
                                                             dias entre as aplicações.

p.c.= produto comercial. i.a = ingrediente ativo. 1L de produto comercial = 200g de tebuconazol. (1) IEA:
Intervalo entre as aplicações.


MODO DE APLICAÇÃO:
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PRODUTOR®BR é indicado para aplicação com pulverizadores: costal (manual ou motorizados),
tratorizados e aeronaves agrícolas.
Via terrestre: Usar pulverizadores de barras com bicos cônicos (D2) com pressão de 80 a 100 lb/pol2 e
vazão de calda de acordo com as recomendações por cultura, na tabela acima.
Via aérea: Usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos da série D6 a D12, altura de voo de 2 a
3m de altura, pressão da bomba de 30 a 50 lb/pol2 , vazão de 10 a 20L/ha para micronair, e 20 a 30L/ha
para barras, largura da faixa de deposição de 15 a 18m com densidade mínima de gotas de
80gotas/cm2.

- Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do
Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições
constantes na legislação estadual e municipal.

Recomendação para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de
rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.

Siga as restrições existentes na legislação pertinente.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de
pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da
decisão de aplicar.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar
uma boa cobertura e controle (> 150 a 200µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades,
infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.

APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO
PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!

Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais:
Volume: use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas
necessidades práticas, bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e
não melhoram a penetração.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS
DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos
de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a
obter uma nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial
de inversão) ou maior de 10 km/h, no entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de
equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.

NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação
para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
                                                                BULA_PRODUTORBR_ATUAL_IBAMA_28.12.2023_V.07




Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas
diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação
da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum
vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte.
Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as
inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A
formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente,
há indicação de um bom movimento vertical do ar.

Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma
cobertura uniforme.
Orientação de bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a
corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de
bicos.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do
comprimento do rotor – barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de
deriva.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial
de inversão) ou maior de 10 km/h, no entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de
equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.

NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.

Preparo de calda:
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
-     Preencher o tanque do pulverizador abastecendo até ¼ da sua capacidade;
-     Adicionar o produto na quantidade requerida;
-     Completar o volume do tanque com o sistema de agitação em funcionamento.
Preparar o volume de calda suficiente para aplicar no mesmo dia e trabalho. Caso ocorra a paralização
da agitação da calda, agitar a calda até sua completa homogeneização, antes de reiniciar a aplicação.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.

Lavagem do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o
risco de formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento,
mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
 1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água
     limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os
     depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área
     tratada com o respectivo produto.
 2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e
     bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por
     15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na
     área tratada com o respectivo produto.
 3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção
     de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue
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     a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
     Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este
     líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
 4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza.
 5. Repita o passo 3.
 6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no
     mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto
de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a
legislação Estadual ou Municipal.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia,
evitando ventos acima de 10km/h (3 m/s), temperaturas superiores a 28°C e umidade relativa inferior a
55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Café:       30 dias
Citros:     20 dias
Feijão:     14 dias
Milho:      15 dias
Soja:       30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Em aplicações a baixa temperatura e estresse hídrico há risco de fitotoxicidade reversível devendo
estas condições serem evitadas.

AVISO AO USUÁRIO: O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A
OURO FINO QUÍMICA S.A. não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste
produto de modo não recomendado especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os EPIs visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de
exposição de agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso
de EPI´s específicos descritos nas observações para preparação de calda durante a aplicação, após a
aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento dos primeiros socorros.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
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VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
 -   Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do
     mesmo alvo, sempre que possível;
 -   Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
     agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência
     quando disponíveis, etc;
 -   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
 -   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
     regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
     fungicidas;
 -   Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
     patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
     (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
     br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
                                   ®
O produto fungicida PRODUTOR BR é composto por tebuconazol, que apresenta mecanismo de ação
dos inibidores da desmetilação (C14 – desmetilase na biossíntese de esterol – erg11/cyp51),
pertencente ao Grupo G1 segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência
de Fungicidas).

             GRUPO                                    G1                               FUNGICIDA

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época
adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio
do sistema.
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           MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

                     DADOS RELATIVOS à PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

        ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA
CALDA:
- Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro mecânico classe P2);
óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato com a névoa do produto; e
- Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
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em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                                                             Nocivo se ingerido
                                                                         Pode ser nocivo em contato
                                                                                 com a pele
                                                 PERIGO
                                                                             Nocivo se inalado
                                                                          Provoca lesões oculares
                                                                                   graves




PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave
com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro
olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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                               INTOXICAÇÕES POR PRODUTOR®BR
                                    INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico       TEBUCONAZOL: triazol; ACETOFENONA: cetona aromática.
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição   Dérmica e inalatória.
                    Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são relevantes
                    considerando a indicação de uso do produto e da utilização dos EPIs
                    apropriados.
Toxicocinética      Tebuconazol: Em ratos, a absorção do tebuconazol foi rápida e completa com
                    pico de concentração plasmática entre 20 e 100 minutos. Em estudos com a
                    substância radiomarcada, foi observada uma ampla distribuição pelo organismo.
                    Após uma hora, a radioatividade administrada pôde ser observada em
                    praticamente todos os tecidos do corpo, indicando uma distribuição uniforme.
                    O tebuconazol foi altamente biotransformado em ratos, menos de 0,7% desta
                    substância foi observada em sua forma inalterada na excreta, após 72 horas da
                    administração. As principais vias de metabolização foram as reações de
                    oxidação, de fase 1, resultando em metabólitos hidroxílicos, carboxílicos, trióis e
                    cetoácidos e reações de conjugação, de fase 2, resultando em glucuronídeos e
                    sulfatos.
                    O tebuconazol foi rapidamente eliminado com 86 – 98% da dose sendo
                    excretada nas fezes e urina dentro de 72 horas após a administração. A
                    excreção desta substância ocorre principalmente através das fezes com 65 –
                    70% da dose sendo eliminada principalmente via biliar enquanto que
                    aproximadamente 16 – 35% é eliminada através da urina. O tebuconazol não
                    apresentou potencial de bioacumulação, menos de 1% da dose administrada foi
                    encontrada nos tecidos após 3 dias da administração.
                    Acetofenona: Há poucas informações disponíveis acerca da toxicocinética da
                    acetofenona. Em estudos em camundongos, esta substância parece ser
                    rapidamente absorvida por via dérmica. Estudos em coelhos e cães identificaram
                    o 1-feniletanol, ácido benzoico e ácido mandélico como os metabólitos urinários
                    desta substância. 47% da dose administrada a coelhos, pela via oral, foi
                    eliminada na forma de conjugados glucoronidados do 1-feniletanol enquanto que
                    20% da dose foi eliminada na forma de ácido hipúrico.
Toxicodinâmica      Tebuconazol/ Acetofenona: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade
                    destas substâncias em humanos ou animais.
Sintomas e sinais     SINTOMAS DE ALARME: efeitos oculares (dor, vermelhidão e visão turva);
clínicos              irritação no trato respiratório (tosse, ardência do nariz, boca e garganta); efeitos
                      narcóticos (dor de cabeça, sonolência e tontura).
                      Tebuconazol: Não são conhecidos sintomas específicos de toxicidade do
                      tebuconazol em humanos ou animais. Sintomas gerais de intoxicação após
                      exposição a produtos químicos podem ocorrer como:
                      Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
                      ardência e vermelhidão.
                      Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
                      ardência e vermelhidão.
                      Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
                      respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
                      Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
                      vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
                      Exposição crônica: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
                      crônica em humanos.
                      Acetofenona: A exposição aguda a acetofenona pelas vias oral e inalatória pode
                      causar efeitos narcóticos.
                      Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação grave com
                      vermelhidão, dor e visão turva.
                      Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar ressecamento e
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              irritação com ardência e vermelhidão.
              Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
              respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
              A inalação de altas concentrações pode causar efeitos no sistema nervoso
              central como dor de cabeça, sonolência e tontura.
              Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
              vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. A ingestão de grandes quantidades
              pode causar efeitos no sistema nervoso central como dor de cabeça, sonolência
              e tontura.
              Exposição crônica: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
              crônica em humanos.
Diagnóstico   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
              de quadro clínico compatível.
Tratamento    CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta
              atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
              descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
              forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e
              proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
              orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão.
              O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
              impermeáveis.

              Tratamento geral e estabilização do paciente: as medidas gerais devem estar
              orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
              sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
              respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
              endovenosa. Avaliar estado de consciência.

              Proteção das vias aéreas: garantir uma via aérea patente. Sucção de
              secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para
              manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
              necessária ventilação pulmonar assistida.

              Medidas de descontaminação e tratamento:
              Exposição Oral:
              - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
              mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
              indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
              - Lavagem gástrica: considerar a lavagem gástrica somente após ingestão da
              substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida, se puder ser
              realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
              - Carvão ativado: Os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
              de intoxicação por tebuconazol. Avaliar a necessidade de administração de
              carvão ativado após exposição recente e em grandes quantidades. Se
              necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
              água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças
              25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).

              Exposição Inalatória:
              Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
              respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
              avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
              pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

              Exposição Dérmica:
              Remover as roupas contaminadas e lavar a área exposta com água em
              abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser
              encaminhado para tratamento específico.
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                       Exposição ocular:
                       Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou solução salina 0,9%
                       (soro fisiológico) à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se
                       irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve
                       ser encaminhado para tratamento específico.

                       ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte
                       de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.

                       Medidas sintomáticas e de manutenção:
                       - Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido
                       extracelular após vômito severo e diarreia.
Contraindicações       A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
                       pneumonite química.
                       A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
                       das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não
                       intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
                       ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
interações
químicas               Não são conhecidos.
                       Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                       tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                       Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT
                       – ANVISA/MS.
                       As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
ATENÇÃO                Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação
                       de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em
                       Vigilância Sanitária (Notavisa)
                       Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450
                       Endereço eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br
                       Correio Eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br/contato/

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide item Toxicocinética e Toxicodinâmica.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório

Efeitos Agudos:
DL 50 oral (ratos fêmeas): 500 mg/kg p.c.
DL 50 dérmica (ratos machos e fêmeas): >2000 mg/kg p.c.
CL 50 inalatória (ratos machos e fêmeas): 4,23 mg/L/4h.
Irritação dérmica (coelhos): Irritante leve para a pele.
Irritação ocular (coelhos): Irritante ocular grave. O produto quando aplicado no olho dos coelhos produziu
opacidade na córnea, hiperemia pericorneana, edema e secreção conjuntivais em 3/3 dos olhos
testados. Todos os sinais de irritação regrediram em até 21 dias após o tratamento para 2/3 dos olhos
testados. Opacidade na córnea e alterações conjuntivais ainda foram observadas ao final do período de
observações em 1/3 dos olhos testados. O corante de fluoresceína sódica detectou alterações na
superficie da córnea relacionadas ao tratamento em 3/3 dos olhos testados. Alterações oculares
adicionais incluíram alopecia periocular e neovascularização corneana.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
Mutagenicidade: O produto não apresentou potencial mutagênico em estudo de mutação gênica reversa
em cepas de Salmonella thyphimurium (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea
de camundongos.
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Efeitos crônicos:
Tebuconazol: Os principais alvos da toxicidade em animais, após exposições repetidas ao tebuconazol,
foram o fígado (indução de enzimas hepáticas e alterações histopatológicas) e as glândulas adrenais
(retardo no crescimento e alterações histopatológicas). O LOAEL estabelecido no estudo de 21 meses
em camundongos, pela via oral, foi de 18 mg/kg p.c./dia, com base na toxicidade hepática (NOAEL: 5,9
mg/kg p.c./dia). Em dois estudos de toxicidade de 1 ano em cães, pela via oral, o LOAEL estabelecido foi
de 4,4 mg/kg p.c./dia, com base nos achados de hipertrofia nas células da zona fasciculada das
glândulas adrenais (NOAEL: 2,9 mg/kg p.c./dia). O tebuconazol não apresentou potencial mutagênico
em estudos in vitro e in vivo. Não foi observado potencial cancerígeno em estudos em ratos. Foram
observados alguns achados em estudos com camundongos, porém não foram considerados relevantes
para humanos. É improvável que o tebuconazol apresente potencial cancerígeno para a espécie
humana.
Em estudos de toxicidade ao desenvolvimento conduzidos em ratos, coelhos e camundongos, pela via
oral, foram observados alguns efeitos tóxicos (malformações, perda pós implantacional e reabsorção)
em doses iguais ou abaixo daquelas que causaram toxicidade materna. Em ratos, foi estabelecido o
NOAEL materno de 10 mg/kg p.c./dia e NOAEL desenvolvimento de 30 mg/kg p.c./dia. Em coelhos, foi
estabelecido o NOAEL materno de 30 mg/kg p.c./dia e o NOAEL desenvolvimento de 10 mg/kg p.c./dia.
Em camundongos, foi estabelecido o NOAEL materno de 100 mg/kg p.c./dia e LOAEL desenvolvimento
de 10 mg/kg p.c./dia.
Acetofenona: A exposição repetida ou prolongada pode causar efeitos no sistema nervoso central. O
contato repetido com a pele pode causar irritação por ressecamento.
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   INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

                DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
 - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
 - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
 - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
 - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
  Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
 Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
 de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
 animais e vegetação suscetível a danos.
 Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
 aeroagrícolas.
 Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 Não utilize equipamento com vazamento.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 Aplique somente as doses recomendadas.
 Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
 Evite a contaminação da água.
 A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
 água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
  Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
  O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
  ou outros materiais.
  A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
  O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
  Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
  Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
  Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
  o recolhimento de produtos vazados.
  Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
  Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
  Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
  Isole e sinalize a área contaminada.
  Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OURO FINO QUÍMICA S.A. - telefone de
  Emergência 0800 707 7022.
  Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
  óculos protetores e máscara com filtros).
  Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
  drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
      Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
      uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
      deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado
      no rótulo para sua devolução e destinação final.
      Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
      material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
      registrante conforme indicado acima.
      Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
      contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
                                                               BULA_PRODUTORBR_ATUAL_IBAMA_28.12.2023_V.07




    medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
    hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
 Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (PQS), CO2 ou neblina de água, ficando a
 favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-      Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
-     Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-     Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-     Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
-     Faça esta operação três vezes;
-     Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
-    Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-    Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-    Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-    A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-    Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-     Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-     Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-     Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-     Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de
fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais
competentes.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não possam ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
Não há restrição.
                                

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