Prez
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Inseticida
acetamiprido (neonicotinóide) (250 g/kg) + bifentrina (piretróide) (250 g/kg)
Informações
Número de Registro
18617
Marca Comercial
Prez
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
acetamiprido (neonicotinóide) (250 g/kg) + bifentrina (piretróide) (250 g/kg)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Sistêmico de contato e ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 3 Produto Moderadamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Altamente Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Café
Hypothenemus hampei
Broca-do-café
Cana-de-açúcar
Mahanarva fimbriolata
Cigarrinha-das-raízes; Cigarrinha-vermelha
Cana-de-açúcar
Sphenophorus levis
Bicudo da Cana-de-açucar; Gorgulho-da-cana
Eucalipto
Glycaspis brimblecombei
Psilideo de concha
Eucalipto
Leptocybe invasa
Vespa-da-galha
Eucalipto
Thaumascotocoris peregrinus
Percevejo-bronzeado
Pastagens
Deois flavopicta
Cigarrinha-das-pastagens; Cigarrinha-dos-capinzais
Pastagens
Mahanarva fimbriolata
Cigarrinha-das-raízes; Cigarrinha-vermelha
Pinus
Cinara atlantica
Pulgão-do-pinus
Soja
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Soja
Euschistus heros
Percevejo-marrom
Conteúdo da Bula
UPL
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V2025 08 15
PREZ
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob nº 18617.
COMPOSIÇÃO:
(E)-N1-[(6-chloro-3-pyridyl) methyl]-N2-cyano-N1-methylacetamidine
(ACETAMIPRIDO).....................................................................................250 g/kg (25% m/m)
2-methylbiphenyl-3-ylmethyl(Z)-(1RS,3RS) -3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1-enyl)-2,2-
dimethylcyclopropanecarboxylate (BIFENTRINA).......................................... 250 g/kg (25% m/m)
Outros Ingredientes.....................................................................................500 g/kg (50% m/m)
GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO.
CLASSE: Inseticida sistêmico de contato e ingestão.
GRUPO QUÍMICO: Neonicotinoide (Acetamiprido), Piretroide (Bifentrina).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG).
TITULAR DO REGISTRO (*):
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Maeda s/n°, Prédio Comercial - Térreo - Distrito Industrial - CEP: 14500-000 Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0001-52 - Tel:(19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ACETAMIPRIDO:
ACETAMIPRID TÉCNICO UPL – REGISTRO MAPA Nº 10211
GSP Crop Science Limited
100-103, G.V.M.M.Industrial Estate, Odhav, Ahmedabad, Gujarat, 382415 – Índia.
Ningbo Sunjoy Agroscience Co., Ltd.
Binhai Road, nº1165, Ningbo Chemical Industry zone, Xiepu Zhenhai District Ningbo Zhejiang Province,
315040 – China.
Crimsun Organics Private Ltd.
C-9, C-10 & C-11, Sipcot Industrial Complex, Kudikadu, Cuddalore, 607005, Tamil Nadu - Índia
MOSPILAN TÉCNICO – REGISTRO MAPA Nº 09798
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited
Plot nº 74A, Road nº 9 - Jubilee Hills, 500 033 Hyderabad Telangana - India
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Avenida Liberdade, 1701, Cajuru do Sul, Sorocaba/SP, CEP: 18087-170 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 8.
Jiangsu Chemspec - Weier Chemical Co., Ltd.
Weiliu Road, Chenjiangang Chemical Park, Xiangshui, 224600 Yancheng Jiangsu - China
Liling Fine Chemical Co., Ltd.
Xing Gang Road, Riverside Industry Park, Changsu Economic Development Zone, 215537, Jiangsu - China
Nippon Soda Co., Ltd.
Nihongi Plant - 950 Fujizawa, Nakago-ku Joetsu-Shi,Niigata, 949-2392 - Japão
Rudong Huasheng Chemical Co., Ltd.
Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong Coastal Economic Development Zone, 226407 Rudong, Jiangsu
- China
Tianjin Rotam Chemical Industry Co. Ltd.
Tie Dong Road - Beichen District Tianhin - China
Ningxia Ruitai Technology Co., Ltd.
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Fine Chemical Park, Zhongwei Industry Complex, Ningxia, 755000 - China
Lanzhou Chemspec Technology Co., Ltd.
No. 336, Yulin River Street, Lanzhou New Area, Lanzhou City, Gansu Province - China
Jiangsu Changqing Agrochemical Nantong Co., Ltd.
No. 3, Haibin Road, Chemical Industrial Zone, Open Coastal Economic Zone, Rudong County, Nantong City,
Jiangsu - China
Shandong Hailir Chemical Co., Ltd.
Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang Shandong - China
ACETAMIPRID TÉCNICO SAU - REGISTRO MAPA Nº TC05822
Shandong United Pesticide Industry Co., Ltd.
Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town Daiyue District, 250100, Taian - China
BIFENTRINA:
BIFENTHRIN TECHNICAL UPL – REGISTRO MAPA Nº 8716
Superform Chemistries Limited
3- 11, GIDC, Vapi-396195, Dist Valsad, Gujarat – Índia.
BIFENTRIN TÉCNICO MEGA - REGISTRO MAPA Nº 29419
Meghmani Organics Limited.
Plot N° 5001/B, 5027-5034, 4707/B & 4707/P G.I.D.C. Industrial Estate, Ankleshwar, District Baruch,
393002, Gujarat - Índia.
FORMULADOR:
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Av. Maeda, s/nº - Distrito Industrial - Ituverava/SP CEP: 14500-000
CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1049.
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, Km 122, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000
CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD.
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R - China
ADAMA LTD.
93, East Beijing Road, Jingzhou, Hubei – China.
CEREXAGRI B.V
TANKHOOFD 10, 3196 KE Vondelingenplaat, The Netherlands – Holanda.
MEGHMANI ORGANICS LIMITED, PANOLI
Unit NºIV, Plot nº 22/2, G.I.D.C Industrial Estate, Village – Índia.
NORTOX S.A.
Rod. BR 369, km 197 - Arapongas/PR CEP: 86700-970
CNPJ: 75.263.400/0001-99. Cadastro no Estado (SEAB/PR) nº 466.
NORTOX S.A.
Rod. BR 163, km 116 - Rondonópolis/MT - CEP 78740-275
CNPJ: 75.263.400/0011-60. Cadastro no Estado (INDEA/MT) nº 183/06.
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A
Rua Igarapava, nº 599, Distrito Industrial III, Uberaba/MG. CEP: 38044-755
CNPJ: 23.361.306/0001-79. Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 2972.
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED
Plot nº 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar – 393 002, District Bharuch, Gujarat - Índia.
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED
Plot nº 3405/3406, G.I.D.C., Ankleshwar – 393 002 District Bharuch, Gujarat - Índia.
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED
Plot Nº750, G.I.D.C., P.B. Nº9, Jhagadia 393 110, Dist. Bharuch – Gujarat - Índia.
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED
Plot nº 3-11, G.I.D.C., Vapi – 396195, District – Vapi, State Gujarat - Índia.
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SML LIMITED
1904, A-18/18, G.I.D.C., Panoli, Dist. Bharuch, State – Gujarat – Índia.
SML LIMITED
1905/1928/29/30, G.I.D.C., Panoli, Dist. Bharuch, State – Gujarat – Índia.
SML LIMITED
Plot no: 230/231/232, G.I.D.C., Panoli, Dist. Bharuch, State – Gujarat – Índia.
SHIJIAZHUANG RICHEM CO., LTD.
Nº 01 Xingwang Road, Biological Industrial Park, Zhaoxian, Shijiazhuang, Hebei – China.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong – China.
UPL VIETNAM CO., LTD.
Amara Road, Long Binh Industrial Park (Amata), Bien Hoa City, Dong Nai Province. – Vietnã.
UPL LIMITED
Industrial Growth Centre (I.G.C.), SIDCO, Sambha 184121, District Sambha, Jammu & Kashmir - Índia.
UPL LIMITED.
Plot nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar – 393 002 District Bharuch, Gujarat - Índia.
UPL ARGENTINA S.A.
Ruta Nacional 3, km 92 Abbott, Província de Buenos Aires – Argentina.
UNIPHOS COLOMBIA PLANT LIMITED
Vía 40 nº 85-85, Barranquilla – Colombia.
UNITED PHOSPHORUS (INDIA) LLP
Plot Nº 3210/3201-A, GIDC. Estate, Ankleshwar, District - Bharuch - Gujarat 393 002 – Índia
Número do Lote ou Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
“(Dispor este termo quando houver processo fabril em território nacional conforme Art.4° e 273°do
Decreto nº7.212, de 15 de junho de 2015 )”.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO.
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I – PRODUTO
ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.
Cor da faixa: Amarelo PMS Yellow C
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INSTRUÇÕES DE USO:
PREZ é um Inseticida sistêmico de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas doses
e culturas abaixo relacionadas.
CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
PRAGAS DOSE
VOLUME DE NÚMERO, ÉPOCA E
CULTURA Nome comum Produto
CALDA INTERVALO DE APLICAÇÃO
(Nome científico) Comercial
Pulverizar quando forem
encontradas as primeiras
ninfas nas brotações das
soqueiras, preferencialmente
no início do desenvolvimento
da cultura, quando o ataque é
mais severo. Posicionar o jato
de pulverização direcionando-
o à base das touceiras, de
100 a 400
forma que atinja
L/ha
aproximadamente 70% as
Cigarrinha-das-raízes
plantas e 30% o solo.
(Mahanarva fimbriolata) 20 a 50 L/ha
Pulverizar em ambos os lados
(Aplicação
da fileira de plantas. Repetir a
aérea)
aplicação se necessário em um
intervalo de 15 dias. A maior
dose deve ser utilizada em
condições de alta população
da praga e condições de clima
favorável ao seu
desenvolvimento (quente e
úmido). Realizar no máximo 1
Cana-de- 1200 a 1600 aplicações por ciclo da cultura.
açúcar g/ha Fazer a aplicação em cana-
planta, na operação de
plantio, aplicando PREZ sobre
os toletes de cana (mudas) no
Terrestre interior do sulco, fechando-o
tratorizada: imediatamente após o
100 a 300 tratamento.
L/ha Em cana-soca utilizando bicos
pingentes, fazer a aplicação na
Aplicação entrelinha da cultura logo no
aérea: início da brotação. Posicionar o
Bicudo-da-cana
20 a 50 L/ha jato de pulverização
(Sphenophorus levis)
direcionado a base da
Terrestre soqueira, de modo a cobrir
drench esta e toda a entrelinha.
ou Aplicar em ambos os lados da
alto-volume: linha de cana.
10.000 a Realizar o tratamento nas
30.000 L/ha áreas onde a amostragem
prévia identificar a presença
da praga. A maior dose deve
ser utilizada em caso de alta
pressão da praga ou em áreas
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com histórico de ataque.
Realizar no máximo 1
aplicação por ciclo da cultura.
Realizar a aplicação no início
Percevejo-bronzeado da infestação ou quando for
(Thaumastocoris constatada a presença da
peregrinus) praga. Utilizar a maior dose
250 a 300 quando da ocorrência de altas
g/ha infestações. Repetir a
Psilídeo-de-concha aplicação se necessário em um
(Glycaspis intervalo de 21 dias. Realizar
100 a 300
brimblecombei) no máximo 2 aplicações no
L/ha
período de 1 ano.
Eucalipto Fazer a aplicação no início da
20 a 50 L/ha
infestação, procurando obter
(Aplicação
uma ótima cobertura da parte
aérea)
interna e ponteiro das plantas.
Utilizar a maior dose em
Vespa-da-galha 300 a 500
condições de lata infestação
(Leptocybe invasa) g/ha
e/ou períodos favoráveis ao
desenvolvimento da praga.
Reaplicar se necessário em um
intervalo de ao menos 15 dias.
Fazer até 3 aplicações por ano.
200 a 400 Realizar a aplicação quando
L/ha for constatada a presença de
Cigarrinha-das- praga na área, através da
200 a 300
pastagens observação da presença de
g/ha 50 L/ha
(Deois flavopicta) ninfas e adultos ou da
(Aplicação
aérea) formação de espuma na base
Pastagem das plantas. Utilizar a maior
100 a 500 dose em altas infestações,
L/ha pastagens mais altas e
Cigarrinha-das-raízes 300 a 500 fechadas ou em períodos mais
(Mahanarva fimbriolata) g/ha 50 L/ha secos do ano. Realizar no
(Aplicação máximo 1 aplicação no
aérea) período de 1 ano.
Fazer a aplicação tão logo seja
constatado a presença da
1,0 L/m² de praga.
viveiro Em viveiro, realizar através de
(Aplicação rega e aplicação dirigida.
viveiro) No campo fazer a aplicação
20 a 30
como equipamentos
g/100 L água
500 a 1000 convencionais, assegurando
Pulgão-gigante-do-pinus L/ha uma boa cobertura nas
Pinus ou
(Cinara atlantica) (Aplicação brotações novas e ponteiro do
campo) pinus,
200 a 300
onde ocorre maior incidência
g/ha
da praga.
20 a 50 L/ha Utilizar a maior dose em altas
(Aplicação infestações. Reaplicar se
aérea) necessário em um intervalo de
ao menos 15 dias, realizando
até 3 aplicações por ano.
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MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Recomendações gerais:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto,
autopropelido, estacionário ou semiestacionário. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples
ou com pré-orifício, ou jato cônico, visando à produção de gotas médias a finas, para boa cobertura do
alvo. A aplicação também pode ser feita com o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de
trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme
recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é
de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com
rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver
variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e
o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta
(caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa
ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que
garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomendações específicas:
Via terrestre para a cultura do Eucalipto, Pastagem e Pinus: Deve-se utilizar pulverizador costal ou
turboatomizador montado ou de arrasto, com assistência de ar, podendo-se utilizar pistola conectada ao
pulverizador. Para todas as culturas, utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias
de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas finas para boa
cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o
volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade
de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para
diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de
trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina
podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no
alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos
deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos),
conforme recomendação do fabricante. Caso o equipamento de pulverização proporcione cobertura
adequada da cultura em seu pleno desenvolvimento com volumes menores que a faixa mínima
recomendada, concentrar a calda de modo a respeitar a dose recomendada por hectare. Sob condições
meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da
pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Via terrestre para a cultura da Cana-de-açúcar: Para o controle do bicudo-da-cana (Sphenophorus
levis), cujo comportamento é de se alojar em diferentes profundidades do solo, e em sistemas de cultivo
que geram grande volume de palha sobre o solo, faz-se necessária a aplicação de alto volume de calda, na
forma de drench ou irrigação dirigida, com o uso de pingentes equipados com bicos de alta vazão. Esta
aplicação deve ser feita na entre-linha da cultura, direcionado à base da planta e solo, principalmente em
cana-soca. A utilização de altos volumes de aplicação auxilia o produto na transposição da camada de palha
existente, além de melhorar a penetração da calda no solo, onde a praga está alojada, promovendo desta
forma uma barreira química às raízes da soqueira de cana-de-açúcar. Esta prática pode se dar também
com o uso de caminhões devidamente preparados e adaptados com barras equipadas com pingentes e
bicos de alta vazão que desempenham a mesma função das aplicações tratorizadas, com distribuição
uniforme da calda na área a ser tratada. Desta forma, independente do volume de calda utilizado, deve-se
assegurar que a calda fitossanitária esteja constantemente sob agitação e homogeneizada no tanque, de
modo que a taxa de distribuição do produto seja a mesma em toda a área aplicada. Esta prática com altos
volumes de aplicação possibilita o uso de gotas de aplicação ultra grossas, de tamanho muito próximo a
gotas de chuva, o que reduz consideravelmente qualquer risco de perdas por deriva causada pela ocorrência
de vento, principalmente.
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Via aérea:
A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro
Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para aplicação terrestre, como tamanho de gotas, boa
cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições
meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Aeronave remotamente pilotada (ARP): A aplicação deve ser realizada somente por equipamentos que
estejam em concordância com as normas e exigências dos órgãos públicos reguladores do setor, como
Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e MAPA.
Recomenda-se um volume de aplicação de 30 a 40 L/ha. Quanto maior for o índice de área foliar do alvo,
mais próximo dos 40 L/ha deve estar a aplicação. Não aplique volumes de aplicação abaixo da faixa
indicada.
Use ARPs (Drones) que trabalhem com bicos rotativos em vez de hidráulicos (pontas) e que tenham seus
bicos posicionados abaixo ou dentro da faixa de ar gerado pelos rotores, de modo que a corrente de ar
consiga empurrar todos os jatos dos bicos para baixo em direção ao alvo.
Utilize pontas que produzam gotas finas a médias, para boa cobertura do alvo.
Recomendações de velocidade de aplicação, altura de voo em relação ao alvo e largura de faixa estão
indicadas na tabela X. Considerar a altura de voo em relação ao topo da vegetação e não em relação ao
solo. Para isso é importante monitorar a altura média das plantas antes da aplicação.
Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do fabricante do ARP (Drone).
Tabela X – Parâmetros recomendados regulagem de ARP (Drones):
Altura de voo em
Volume de Tamanho das Velocidade de Largura da faixa
relação ao início
aplicação gotas aplicação de trabalho
do alvo
30 a 40 L/ha Finas a médias 4 a 5* m 10 a 15* km/h 3 a 4* m
*Para drones de maior capacidade de carga, com mais de 16 L de tanque de calda, a depender do
modelo e das orientações do fabricante, pode-se trabalhar mais próximo do limite máximo de Altura de
voo em relação ao alvo, Velocidade de aplicação e Largura da faixa de trabalho.
Uma vez misturado o produto em água, a aplicação com o Drone deve ser feita o mais rápido possível.
Portanto, não dilua o produto em água se não for realizar a aplicação dentro de 30 min, no máximo. Quanto
maior esse intervalo, maiores as chances de incompatibilidade física entre eventuais outros produtos.
Mantenha uma faixa de segurança de 50 m de distância dos possíveis alvos de deriva e organismos
sensíveis ao produto.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha
de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não utilizar água classificada
como dura, ou com pH acima de 7, devendo-se corrigir a mesma antes do preparo da calda. Não havendo
necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um
terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade
necessária de PREZ. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada
dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da
embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume
do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da
pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de
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produto a ser adicionado. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da
calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador
de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca
deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso legal de
algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções,
em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem
haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize
produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e finais de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva,
conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se a velocidade de vento estiver abaixo de 2 km/h, não aplique,
pois, pode estar havendo inversão térmica.
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por
20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque
todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não
entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio,
desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que
por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
Pulverizadores de arbóreas (turbopulverizadores):
1- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na
Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e
pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada,
com a turbina do pulverizador desligada;
2- Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
3- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na
Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os
bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador
desligada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque
todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não
entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na
Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado
de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue
a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos,
esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar: 90 dias
Eucalipto, Pastagem e Pinus: UNA (Uso Não Alimentar)
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Uso exclusivamente agrícola.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que observadas as
recomendações de uso.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS
GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida PREZ pertence ao grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da
acetilcolina– Neonicotinoide) e ao grupo 3A (Moduladores de canais de sódio – Piretroide) e o uso repetido
deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de
populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do PREZ como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é
necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 3A e 4A. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar PREZ ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias.
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• Aplicações sucessivas de PREZ podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do PREZ, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico
Neonicotinoide e Piretroide não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do PREZ ou outros produtos do Grupo 3A e Grupo
4A quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança
com proteção lateral e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe
e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até
o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Tóxico se ingerido
PERIGO
Pode ser nocivo em contato com a pele
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PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em
abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR PREZ -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico ACETAMIPRIDO: neonicotinoide; BIFENTRINA: piretroide.
Classe toxicológica CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
Dérmica e inalatória.
Vias de exposição Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Acetamiprido: em ratos, o acetamiprido foi rápida e extensivamente
absorvido pela via oral (mais de 90% da dose administrada) atingindo o pico
de concentração sanguínea dentro de 2 a 3 horas após a administração. A
distribuição no organismo foi ampla, com as maiores concentrações
detectadas nas glândulas adrenais, tireoide, rins e fígado. Resultados de
estudos em ratos demonstraram que o acetamiprido pode atravessar a
barreira hematoencefálica e a barreira placentária.
Em roedores, foi amplamente biotransformado, com 50-70% da dose
administrada sendo eliminada na forma de metabólitos, tanto na urina
quanto nas fezes, após administração única e, mais de 90% da dose, após
administração repetida. A principal via de biotransformação é a
desmetilação do acetamiprido em IM-2-1 (N1-[(6-cloro-3-piridil) metil]-N2-
cianoacetamidina) seguida da clivagem da cadeia lateral, liberando o IC-O
(ácido 6-cloronicotinico) e o IS-2-1 (derivado N-cianoacetamidina).
A substância foi rapidamente eliminada do organismo de ratos, com mais
Toxicocinética de 90% da dose administrada excretada dentro de 96 horas após a
administração, principalmente através da urina (53-65% da dose
administrada) e, em uma menor proporção, através da bile (<20% da dose
administrada).
O acetamiprido não apresentou evidências de bioacumulação no organismo
de ratos. Menos de 1% da dose administrada foi detectada nos tecidos após
4 dias (96 horas) da administração.
Bifentrina: Em ratos, a absorção pela via oral foi limitada, cerca de 50% da
dose administrada. O pico de concentração plasmática foi atingido de 4 a 6
horas após a ingestão.
A bifentrina foi amplamente distribuída pelo organismo de ratos,
principalmente pela pele e tecido adiposo. Esta substância pode atravessar
a barreira placentária e também ser transferida para o leite materno.
A biotransformação foi ampla e ocorreu principalmente através de reações
de hidrólise seguida de oxidação e conjugação.
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A excreção em ratos foi rápida, predominantemente nas primeiras 48 horas
e ocorreu principalmente através das fezes (66-83%), com 20-30% da dose
excretada via bile, e 9-25% através da urina.
A bifentrina demonstrou potencial de bioacumulação no tecido adiposo e
pele de ratos, cerca de 3% da dose permaneceu retida no organismo, com
meia vida de depuração do tecido adiposo de cerca de 51 dias.
Como os demais piretroides, a bifentrina é apresentada como uma mistura
de estereoisômeros. Foi demonstrada uma biotransformação não seletiva
dos enantiômeros da bifentrina com uma biotransformação e eliminação
simétrica de ambos os enantiômeros (R e S), sem preferências
enantioméricas. Não foi observada diferença entre os sexos no perfil de
distribuição e eliminação desta substância em ratos.
Acetamiprido: o acetamiprido atua sobre os receptores nicotínicos da
acetilcolina (nAChRs), mimetizando a ação da acetilcolina, tanto em insetos
quanto em mamíferos. No entanto, com maior afinidade pelos receptores
nicotínicos de acetilcolina dos insetos do que pelos dos mamíferos, devido
às diferenças nas propriedades de ligação dos receptores dos vertebrados
assim como pela baixa penetração desses inseticidas na barreira
hematoencefálica. A toxicidade ocorre através da ativação prolongada, de
forma anormal, dos receptores de acetilcolina causando hiperexcitabilidade
Toxicodinâmica do sistema nervoso central devido à transmissão contínua e descontrolada
de impulsos nervosos.
Bifentrina: A bifentrina é um piretroide tipo I, ou seja, que não possui um
grupo ciano substituto na posição alfa. O mecanismo de ação proposto para
este tipo de piretroide envolve a interação com os canais de sódio das
membranas de células nervosas, causando descargas neuronais repetidas e
um período maior para repolarização. Isto prolonga a corrente de sódio
durante o potencial de ação, e resulta em uma hiperexcitação de células
nervosas e musculares.
Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em
humanos.
Em estudos com animais de experimentação, o produto foi considerado
tóxico se ingerido e possivelmente nocivo em contato com a pele. O produto
não apresentou potencial de irritação dérmica ou ocular e também não foi
observado potencial de sensibilização dérmica em estudos em animais.
SINTOMAS DE ALARME:
Parestesia (sensação de coceira e queimação ou formigamento na pele),
náusea, vômito, salivação, dificuldade respiratória (dispneia), respiração
ofegante, tontura, fraqueza, dor de cabeça, desorientação, confusão,
Sintomas e sinais agitação, tremores e taquicardia.
clínicos
Acetamiprido: a maior parte dos efeitos observados após exposição ao
acetamiprido principalmente pela via oral, mas também pela via inalatória,
é decorrente da estimulação nicotínica excessiva provocada pelos inseticidas
neonicotinoides.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: a inalação da substância pode causar irritação no
trato respiratório caracterizada por ardência no nariz e na garganta,
respiração ofegante, sensação de aperto no peito, dispneia e hipóxia. Em
casos mais graves, pode ocorrer insuficiência respiratória.
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A exposição inalatória a grandes quantidades de acetamiprido pode causar
efeitos no sistema nervoso central semelhantes aos descritos abaixo em
exposição oral.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão do acetamiprido pode causar irritação no trato
gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Em caso de ingestão de grandes quantidades, a substância pode provocar
efeitos no sistema nervoso central como confusão, agitação, dores de
cabeça, tonturas, fraqueza, tremores e, em alguns casos, perda da
consciência.
O acetamiprido pode, ainda, provocar alterações cardiovasculares, que
incluem taquicardia e/ou bradicardia, hipotensão e palpitação.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
Bifentrina: a exposição aguda a bifentrina, pelas vias oral, dérmica e
inalatória, pode causar efeitos tóxicos característicos de intoxicação por
piretroides como efeitos no sistema nervoso central (dor de cabeça,
tonturas, convulsões e coma) e no sistema nervoso periférico (parestesia).
O contato com a pele pode causar sensibilização dérmica. Reações de
hipersensibilidade respiratória são raras em intoxicações por piretroides tipo
I, mas, podem ocorrer em indivíduos suscetíveis.
Exposição cutânea: em contato com a pele pode causar parestesia
(sensação de coceira e queimação ou formigamento na pele), irritação com
vermelhidão e ressecamento além de dermatite de contato em indivíduos
suscetíveis. Sintomas sistêmicos conforme descritos em exposição oral
também podem ocorrer em caso de absorção da substância pela via
dérmica.
Exposição respiratória: se inalada, a substância pode causar efeitos
irritantes no trato respiratório caracterizados por tosse, ardência no nariz e
na garganta. Pessoas sensíveis podem apresentar reações de
hipersensibilidade manifestadas por espirros, respiração ofegante,
broncoespasmos, rinite, faringite, bronquite e pneumonite. Sintomas
sistêmicos conforme descritos em exposição oral também podem ocorrer
em caso de exposição a grandes quantidades da substância pela via
inalatória.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação com
dor, lacrimação, ardência e vermelhidão.
Exposição oral: se ingerida, pode causar irritação no trato gastrointestinal,
manifestada por sensação de queimação na boca, laringe e faringe, náusea,
vômito e diarreia. A exposição oral a grandes quantidades de bifentrina
também pode causar efeitos tóxicos sistêmicos manifestados por parestesia
(sensação de coceira e queimação ou formigamento na pele), dores de
cabeça, tremores, salivação, tonturas e, em casos mais graves, podem
ocorrer convulsões e coma.
Efeitos crônicos: o sistema nervoso foi identificado como o principal alvo
de toxicidade da bifentrina em estudos em animais de experimentação. O
sintoma mais frequentemente relatado nos estudos de exposição
ocupacional é a parestesia, caracterizada por dormência, coceira,
queimação ou formigamento da pele.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
Diagnóstico
ocorrência de quadro clínico compatível.
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CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa
que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de
segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais
devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais
vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais
(frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura
corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário
para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa,
pode ser necessário ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde
deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Tratamento - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade
potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em
caso de intoxicação por acetamiprido ou bifentrina. Avaliar a necessidade
de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma
suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão).
Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12
anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
Exposição respiratória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema
pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na
ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou
dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
Exposição ocular:
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Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura
ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido,
assegurar que todas as partículas tenham sido removidas com a lavagem.
Evitar que a água de lavagem contamine o outro olho. Se irritação, dor,
inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento
sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção
das funções vitais.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
- Avalie a utilização de anti-histamínicos injetáveis como uma das opções
para o controle das reações alérgicas que podem ser causadas pela
bifentrina.
- Em caso de sintomas de parestesia, avaliar a necessidade de aplicação de
vitamina E tópica (acetato de tocoferol) para amenizar os efeitos cutâneos.
- Tratar as dermatites de contato decorrentes da exposição cutânea aos
piretroides com corticoides tópicos
- Considerar a administração de beta-agonistas ou corticoides sistêmicos
para o controle das reações asmáticas, principalmente em pacientes que
tenham predisposição ou histórico dessas.
- O tratamento de reações anafiláticas deve ser feito por meio de epinefrina
subcutânea, epinefrina intravenosa e suporte ventilatório.
- Avaliar a necessidade de administração de broncodilatadores para o
tratamento de broncoespasmos.
- Em caso de desenvolvimento de acidose metabólica causado pela
exposição oral a piretroides e redução significativa dos níveis séricos de
bicarbonato, avaliar o tratamento com infusão de bicarbonato de sódio.
- Avaliar a necessidade de administração de benzodiazepínicos para o
controle de convulsões causadas por piretroides e neonicodinoides.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
Contraindicações A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em
pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das interações Não são conhecidos.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico
e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede
Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
ATENÇÃO Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518-5465
Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br
Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
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Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 175 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste (>5,184 mg/L/4h).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema e edema
leves que foram completamente revertidos dentro de 48 horas após a aplicação. Nas condições do teste, o
produto foi classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou hiperemia e edema
na conjuntiva, que foram completamente revertidos dentro de 72 horas após a aplicação. Nas condições
de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Acetamiprido: Em estudos de 90 dias em ratos e camundongos, pela via oral, o fígado foi identificado como
o principal órgão alvo do acetamiprido com NOAEL estabelecido de 12,4 mg/kg p.c./dia em ratos e NOAEL
de 53,2 mg/kg p.c./dia em camundongos. O acetamiprido não foi considerado mutagênico com base em
estudos conduzidos in vitro e in vivo. Não foram observadas evidências de potencial carcinogênico em
estudos conduzidos em ratos e camundongos. Em estudo de duas gerações em ratos pela via oral, o
acetamiprido não causou efeitos tóxicos sobre o desempenho reprodutivo ou fertilidade. Entretanto, foi
observada uma diminuição do ganho de peso da prole e redução da sobrevivência pós-natal nos animais
expostos à dose mais alta de 800 ppm (38,7 mg/kg p.c./dia), apenas na presença de toxicidade materna
[o NOAEL toxicidade prole foi de 280 ppm (18,9 mg/kg p.c./dia)]. A substância não apresentou potencial
teratogênico em estudos de toxicidade ao desenvolvimento em ratos e coelhos. Em estudo de
neurotoxicidade ao desenvolvimento em ratos, foram observados os seguintes efeitos: redução no ganho
do peso corporal nas mães; mortalidade pós-natal precoce; redução do peso corporal pós-desmame e
déficit no reflexo de sobressalto auditivo nos filhotes (NOAEL de 10 mg/kg/p.c./dia; e LOAEL de 45
mg/kg/p.c./dia). Apesar de terem sido observados efeitos no sistema nervoso central após exposição aguda
ao acetamiprido, não foram observados efeitos neurotóxicos no estudo de neurotoxicidade subcrônica em
ratos e nem sinais de neuropatia tardia em galinhas.
Bifentrina: O sistema nervoso é o principal alvo da toxicidade repetida da bifentrina. Os principais efeitos
neurotóxicos observados em cães, camundongos e ratos após exposição pela via oral foram tremores e
convulsões. Em estudos de 2 anos em ratos, LOAEL de 100 ppm (equivalente a 4,7 mg/kg p.c. dia em
machos e 6,1 mg/kg p.c./dia em fêmeas) e NOAEL de 50 ppm (equivalente a 2.3 mg/kg p.c. dia em machos
e 3 mg/kg p.c./dia em fêmeas). Em cães, LOAEL de 3 mg/kg p.c./dia e NOAEL de 1,5 mg/kg p.c./dia em
estudo de 52 semanas. Em estudo de toxicidade repetida (21 dias) pela via dérmica, em ratos, o NOAEL
estabelecido foi de 50 mg/kg p.c. para os efeitos sistêmicos (tremores, marcha cambaleante e flexão
exagerada do membro posterior).
Em estudo em camundongos foi observado aumento da incidência de tumores, estatisticamente relevante
apenas na maior dose testada de 600 ppm (92 mg/kg p.c./dia). Em ratos, no entanto, não foi observado
aumento na incidência de tumores. A relevância para humanos destes achados observados em
camundongos é desconhecida, mas, devido à ausência de tumores em ratos e ausência de potencial
genotóxico da bifentrina em estudos in vitro e in vivo, níveis seguros de exposição foram estabelecidos.
Em estudo de toxicidade para a reprodução, não foram observados efeitos tóxicos sobre os parâmetros
reprodutivos em ratos. Em estudos em ratos e coelhos, não foram observadas evidências de potencial
teratogênico.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
x Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos, peixes).
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não
aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
• caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL do Brasil Indústria e Comércio de
Insumos Agropecuários S.A. - Telefone da empresa: 0800 707 7022 - (19) 3518-5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
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Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte
o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO 2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO;
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
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• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais
de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADAS)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
•É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
•EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
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5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as
atividades agrícolas.
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