Pressure 880 SG
Suno Agrotech Ltda
Herbicida
glifosato-sal de amônio (glicina substituída) (880 g/kg)

Informações

Número de Registro
43425
Marca Comercial
Pressure 880 SG
Formulação
SG - Granulado Solúvel
Ingrediente Ativo
glifosato-sal de amônio (glicina substituída) (880 g/kg)
Titular de Registro
Suno Agrotech Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Algodão
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Algodão
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Algodão
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Algodão
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Algodão
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Algodão
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Cana-de-açúcar
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Cana-de-açúcar
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Eucalipto
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Eucalipto
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Eucalipto
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Eucalipto
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Eucalipto
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Eucalipto
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Eucalipto
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Eucalipto
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Eucalipto
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Eucalipto
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Eucalipto
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Eucalipto
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Eucalipto
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Eucalipto
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Eucalipto
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Eucalipto
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Milho
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Milho
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Milho
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Milho
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milho
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Milho
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Pinus
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Pinus
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Pinus
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Pinus
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Pinus
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Pinus
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pinus
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Pinus
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pinus
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Pinus
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Pinus
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Pinus
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pinus
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Pinus
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Pinus
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pinus
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Pinus
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Pinus
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Pinus
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Pinus
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Pinus
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pinus
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Pinus
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Soja
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Soja
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Soja
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Trigo
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Trigo
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Trigo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Trigo
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Trigo
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Trigo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Trigo
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Trigo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Trigo
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Trigo
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Trigo
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Trigo
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Trigo
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Trigo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Trigo
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Trigo
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Trigo
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Trigo
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Trigo
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Trigo
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Trigo
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Trigo
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Trigo
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa

Conteúdo da Bula

                                    PRESSURE 880 SG®
             Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob n° 43425


COMPOSIÇÃO:
Ammonium N-[(hydroxyphosphinato)methyl]glycine
(GLIFOSATO SAL DE AMÔNIO) ..............................................880,0 g/Kg (88,0% m/m)
Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (Glifosato)....800,0 g/kg (80,0 % m/m)
Outros Ingredientes.......................................................120,0 g/Kg (12,0% m/m)

                GRUPO                              G                        HERBICIDA


PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO.
CLASSE: Herbicida não seletivo de ação sistêmica.
GRUPO QUÍMICO Glicina substituída.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulo Solúvel em Água (SG).


TITULAR DO REGISTRO (*):
Suno Agrotech Ltda.
Rua Borges de Figueiredo, n°303, Mooca, CEP: 03110-010, São Paulo/SP.
CNPJ: 27.235.671/0001-98 - Cadastro na SAA/CDA/SP n° 4232.

(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
GLIFOSATO XW TÉCNICO - Registro MAPA nº 28118
Hubei Trisun Chemicals Co. Ltd.
N° 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District, Yichang, Hubei, China.

lnner Mongolia Xingfa Technology Co., Ltd.
Wuda Industrial Park, Wuhai City, lnner Mongolia - China.


IMPORTADOR:

Agro Import do Brasil Ltda.
Rua Professor Ivo Corseuil, n°69, conj 201 e 301, Sala D, Bairro Petrópolis, CEP: 90.690-
410, Porto Alegre/RS - CNPJ: 05.625.220/0001-24 – Cadastro SEAPA/RS n°1448/04.

Rua Adolfo Zieppe Filho, s/n°, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Módulo G, Distrito Industrial
Carlos Augusto Fritz, CEP: 99.500-000, Carazinho/RS - CNPJ: 05.625.220/0013-68 -
Cadastro SEAPA/RS n° 65/20.

Rodovia PR 090, Km 374, s/n°, Lote 44-C-2, Módulo I, Parque Industrial Nenê Favoretto,
CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR - CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Cadastro ADAPAR/PR
n°1000021.

Rodovia Presidente Castelo Branco, n°11100, Km 30,5, Módulo 2N, Jardim Maria Cristina,
CEP: 06.421-400, Barueri/SP - CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Cadastro CDA/SP n° 4252.
Rodovia BR 163, Km 116, s/n°, Armazém 2, Sala 06, Parque Industrial Vetorasso, CEP:
78.746-055, Rondonópolis/MT - CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Cadastro INDEA/MT n°
32257.

Newtop Agro Brasil Ltda.
Rua Marechal Floriano Peixoto, n°960, Centro, CEP: 85.851-020, Foz do Iguaçu/PR - CNPJ:
56.900.226/0001-01 - Cadastro ADAPAR/PR n° 1008622.

FORMULADOR:
Zhejiang Jinfanda Biochemical Co., Ltd.
Hengcun, Tonglu, Hangzhou, Zhejiang, 310051, China.


Jadesheen Biotech Co., Ltd.
Caijiashan, Xinhang Town, Guandge City, Anhui Province, China.


                     No do lote ou da partida:
                          Data de fabricação:      VIDE EMBALAGEM
                         Data de vencimento:


          ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
                  AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

    É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.

                                    PROTEJA-SE.

             É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.



                                  Corrosivo a ferro e latão.



      CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL
                         DE CAUSAR DANO AGUDO.


          CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:

                CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




     Cor da faixa: Azul PMS blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
PRESSURE 880 SG é um herbicida não seletivo, de ação sistêmica, indicado para o
controle pós-emergente de plantas daninhas. Após a aplicação nas folhas, o glifosato
é rapidamente absorvido e translocado às raízes e regiões meristemáticas, afetando
o metabolismo e crescimento das plantas. A morte das plantas pode ocorrer em
alguns dias ou semanas depois da aplicação.


Recomendamos para o controle não seletivo em pós-emergência de plantas
daninhas nas seguintes situações:

   •   Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-
       emergência das plantas daninhas) - sistema de plantio direto para as culturas
       de algodão, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo.
   •   Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de cana-
       de-açúcar (cana soca), pinus, e eucaliptos.
   •   Aplicação em área de pousio (manejo outonal) antecedendo o plantio de
       algodão, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo.
   •   Aplicação sobre a cultura da cana-de-açúcar na modalidade de maturador pré-
       colheita.
Plantas Daninhas de Folha Estreita (Monocotiledôneas):

                       PLANTAS DANINHAS                                    VOLUME DE
 CULTURAS                   NOME COMUM                      DOSE
                                                                             CALDA
                           (Nome científico)
                          Aveia-voluntária
                                                          0,86 kg/ha
                          (Avena strigosa)
                         Capim-marmelada
                                                          0,43 kg/ha
                      (Brachiaria plantaginea)
                             Grama-seda
                         (Cynodon dactylon)
                                                       2,15 - 2,92 kg/ha
                               Tiririca
                                                                           50 - 250 L/ha
                         (Cyperus rotundus)
   SOJA                                                                      (Aplicação
                           Capim-colchão
                                                          0,86 kg/ha         terrestre)
                       (Digitaria horizontalis)
                          Capim-amargoso
                                                       1,30 - 2,92 kg/ha
                         (Digitaria insularis)
                      Capim-pé-de-galinha
                                                          0,86 kg/ha
                           (Eleusine indica)
                           Capim-Colonião
                                                          2,15 kg/ha
                        (Panicum maximum)
                         Capim-braquiária
                                                                             200 L/ha
                      (Brachiaria decumbens)
   SOJA                                                1,5 - 2,25 kg/ha     (Aplicação
                         Capim-carrapicho
                                                                            terrestre)
                        (Cenchrus echinatus)
                           PLANTAS DANINHAS                                       VOLUME DE
     CULTURAS                  NOME COMUM                       DOSE
                                                                                     CALDA
                              (Nome científico)
ÉPOCA, NÚMERO e INTERVALO DE APLICAÇÃO:
PRESSURE 880 SG deve ser aplicado sobre as plantas daninhas a serem controladas, já germinadas,
quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico.

Máximo 1 aplicação por safra.
                               Aveia-voluntária
                                                              0,86 kg/ha
                               (Avena strigosa)
                             Capim-marmelada
                                                              0,43 kg/ha
      ALGODÃO              (Brachiaria plantaginea)
                                 Grama-seda
                                                          2,15 - 2,92 kg/ha
 CANA-DE-AÇÚCAR               (Cynodon dactylon)
    (Pré-Plantio)                   Tiririca
                                                          2,15 - 2,92 kg/ha
                              (Cyperus rotundus)
                                                                                  50 - 250 L/ha
     EUCALIPTO                  Capim-colchão
                                                              0,86 kg/ha            (Aplicação
                            (Digitaria horizontalis)
                                                                                    terrestre)
       MILHO                  Capim-amargoso
                                                          1,30 - 2,92 kg/ha
                              (Digitaria insularis)
       PINUS               Capim-pé-de-galinha
                                                              0,86 kg/ha
                                (Eleusine indica)
       TRIGO                   Capim-Colonião
                                                              2,15 kg/ha
                             (Panicum maximum)
                              Capim-braquiária
                                                          2,15 - 2,92 kg/ha
                           (Brachiaria decumbens)
 ÉPOCA, NÚMERO e INTERVALO DE APLICAÇÃO:
 PRESSURE 880 SG deve ser aplicado sobre as plantas daninhas a serem controladas, já germinadas,
 quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico.

 No plantio das culturas indicadas, as aplicações de limpeza (manejo) devem ser em área total 7 a 15
 dias antes do plantio e 20 a 30 dias para a cana-de-açúcar quando houver a presença das soqueiras.

 Máximo 1 aplicação por safra.




    Plantas Daninhas de Folha Larga (Dicotiledôneas):

                            PLANTAS DANINHAS
                                                                                    VOLUME DE
     CULTURAS                    NOME COMUM                        DOSE
                                                                                      CALDA
                                (Nome científico)
                          Carrapicho-de-carneiro
                                                                0,86 kg/ha          50 - 250 L/ha
      ALGODÃO            (Acanthospermum hispidum)
                                                                                      (Aplicação
                                   Mentrasto
                                                             0,65 - 0,86 kg/ha        terrestre)
 CANA-DE-AÇÚCAR             (Ageratum conyzoides)
   (Pré-Plantio)                  Caruru-roxo
                            (Amaranthus hybridus)               0,86 kg/ha
     EUCALIPTO               Caruru-de-mancha
                              (Amaranthus viridis)
                                                                                    50 - 250 L/ha
       MILHO                      Picão-preto
                                                                0,65 kg/ha            (Aplicação
                                 (Bidens pilosa)
                                                                                      terrestre)
       PINUS                        Buva (1)
                                                             0,43 - 2,15 kg/ha
                             (Conyza bonariensis)
       TRIGO                      Fazendeiro
                                                                0,43 kg/ha
                             (Galinsoga parviflora)
                          PLANTAS DANINHAS
                                                                                 VOLUME DE
    CULTURAS                    NOME COMUM                     DOSE
                                                                                    CALDA
                               (Nome científico)
                                 Guanxuma
                       (Malvastrum coromandelianu)
                                                             0,86 kg/ha
                              Nabo ou Nabiça
                         (Raphanus raphanistrum)
                                Poaia-branca
                                                             2,15 kg/ha
                           (Richardia brasiliensis)
                                 Maria-mole
                                                             0,86 kg/ha
                            (Senecio brasiliensis)
                                 Guanxuma
                                                         0,86 - 1,30 kg/ha
                              (Sida rhombifolia)
                                     Joá
                         (Solanum palinacanthum)
                                                             0,86 kg/ha
                                  Serralha
                             (Sonchus oleraceus)
ÉPOCA, NÚMERO e INTERVALO DE APLICAÇÃO:
PRESSURE 880 SG deve ser aplicado sobre as plantas daninhas a serem controladas, já germinadas,
quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico.

No plantio das culturas indicadas, as aplicações de limpeza (manejo) devem ser em área total 7 a 15
dias antes do plantio e 20 a 30 dias para a cana-de-açúcar quando houver a presença das soqueiras.

Máximo 1 aplicação por safra.
   (1) Para a eliminação da espécie Conyza bonariensis (Buva), utilizar a menor dose
   recomendada para plantas com até 10 cm de altura e a maior dose para plantas até com 30
   cm de altura.


   Cada quilo (kg) do PRESSURE 880 SG corresponde a 880 g/kg de glifosato sal de amônio ou
   800 g/Kg do equivalente ácido de glifosato.


   Obs.: A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento vegetativo da planta
   daninha, menores doses para fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta
   ou perenizada.
                           PLANTAS DANINHAS
                                                                                    VOLUME DE
    CULTURAS                  NOME COMUM                          DOSE
                                                                                      CALDA
                             (Nome científico)
                                                                                    50 - 250 L/ha
                                                                                     (Aplicação
                                                                                     terrestre)
CANA-DE-AÇÚCAR               Cana-de-açúcar                 0,17 - 0,21 kg/ha
  (Maturador)             (Saccharum officinarum)
                                                                                     30 - 40 L/ha
                                                                                      (Aplicação
                                                                                        aérea)
                          PLANTAS DANINHAS
                                                                                 VOLUME DE
   CULTURAS                  NOME COMUM                         DOSE
                                                                                    CALDA
                            (Nome científico)
ÉPOCA, NÚMERO e INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Pode ser aplicado em qualquer época da safra, sendo mais comum no final da safra, com o objetivo
mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início
da época de chuva, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação tanto da cana de ano,
ano e meio ou cana soca.

OBS: Em cana pronta para florescer, não se deve realizar a aplicação quando o processo de
florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).



  * O momento exato de realizar a colheita deverá estar sempre associado às análises laboratoriais
  dos níveis das características industriais, de acordo com os aumentos significativos desses níveis
  de retorno econômico.

  Em aplicação via aérea, utilizando-se barra com bicos convencionais, com um consumo de 30 a
  40 L/ha de calda. O período de carência entre a aplicação do PRESSURE 880 SG como maturador
  e a colheita de cana-de-açúcar são de 30 dias.




  NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
  O melhor período para o controle das espécies situa-se entre a fase jovem, pleno
  desenvolvimento vegetativo e pré-florescimento ou até o início da formação dos botões
  florais.


  Aplicar PRESSURE 880 SG quando o mato estiver em boas condições de
  desenvolvimento e sem efeito de stress hídrico. O produto não tem ação sobre as
  sementes existentes no solo.


  As doses indicadas, quando aplicadas de acordo com as recomendações da bula,
  controlam as plantas daninhas na fase jovem até a fase adulta. Doses menores são
  recomendadas para os casos de baixa infestação. As doses dependem do estádio de
  desenvolvimento das plantas daninhas e do tipo de equipamento utilizado.
  Deve-se fazer apenas uma aplicação ao ano.


  MODO DE APLICAÇÃO:
  PRESSURE 880 SG deve ser aplicado através de equipamentos costais manuais ou
  pressurizados, pulverizadores tratorizados ou equipamentos aéreos. Os equipamentos
  de pulverização devem ser equipados com filtros adequados para cada tipo de bico.
O uso de PRESSURE 880 SG na cultura da cana-de-açúcar (Pré-Plantio) pode ser feito
nas seguintes condições:


Aplicação entre Linhas: Normalmente esta aplicação é realizada quando ocorre a
presença de plantas infestantes perenes, como tiririca, capim-colonião ou grama-seda.
A aplicação deve ser feita dirigida às plantas infestantes, nas doses recomendadas e
com equipamentos que evitem o contato do produto com as folhas da cultura.
Para as plantas infestantes como grama-seda e tiririca, que além das sementes são
também disseminadas através de rizomas e bulbos, poderá ocorrer rebrotes e será
necessário novas aplicações (vide doses no quadro acima).


Para as espécies florestais Eucaliptos e Pinus, o controle das plantas infestantes pode
ser feito nas seguintes condições:
a) Aplicação em jato dirigido: Normalmente esta aplicação é realizada quando ocorre a
presença de plantas úteis. A aplicação deve ser feita dirigida às plantas infestantes, nas
doses recomendadas e com equipamentos que evitem o contato com as folhas, ramos
ou caules jovens das plantas úteis.
b) Aplicação em área total: Nestas condições deve ser aplicado em área total, onde se
necessita controle de todas as plantas infestantes existentes e onde não existem plantas
úteis a serem protegidas. Não aplicar logo após a roçagem, sendo necessário aguardar
até o aparecimento de área foliar suficiente para absorver a dose letal.


EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:


Aplicação terrestre:
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas ou
pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais:


- Volume de Aplicação: Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 50-250
L/ha.
Obs.: O volume de calda pode ser ajustado respeitando a concentração máxima de
I.A./ha, desde que proporcione uma boa cobertura durante a aplicação do produto.


- Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo
de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o
tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto,
aplique de maior tamanho de gota possível (Grossa (G) e Muito Grossa (MG), sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Evitar ao máximo a adoção de técnicas
que demandem as gotas mais finas.


- Seleção de Pontas de Aplicação: Para a aplicação do PRESSURE 880 SG,
recomendamos a utilização de pontas de pulverização do tipo com indução de ar, que
possibilitam uma geração de gotas grossas (G) a muito grossas (MG), minimizando
assim o risco de deriva.


- Altura da Barra de Aplicação: A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50
cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas poderão ser utilizadas no caso de
espaçamento entre bicos, de acordo com o manual. Quanto menor a distância entre a
altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto
na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento
(deriva). Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para
manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo.


- Velocidade do Vento: Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade
do vento não ultrapassar 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação
minimizando desta forma o efeito de deriva.


- Velocidade do Equipamento: Selecione uma velocidade adequada às condições do
terreno, equipamento e cultura, observando o volume de aplicação e a pressão de
trabalho desejada, seguir os parâmetros operacionais definidos pelo fabricante do
equipamento. As aplicações efetuadas em velocidades mais baixas, geralmente
resultam em uma melhor cobertura e deposição na área alvo e menor risco de deriva.


- Pressão de Trabalho: A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o
volume de calda da aplicação e o tamanho de gotas desejado. Em caso de dúvida
consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar sempre a
recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da pressão
recomendada, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se
que maiores pressões levam a menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a
deriva. O funcionamento e adequação do manômetro é fundamental para a qualidade
e segurança da operação. Jamais pulverize fora da faixa de pressão recomendada para
cada tipo de ponta (informação disponível no catálogo do fabricante). A operação em
pressões fora do recomendado prejudica o espectro de gotas. Pressões elevadas
causam deriva. Somente aplique o produto com equipamentos tecnicamente adequados
ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do
fabricante do equipamento e do responsável técnico.


- Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal
dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a
proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota grossa a muito grossa (Grossa
(G) e Muito Grossa (MG), direcionando para o alvo desejado. Observar para que não
ocorram sobreposições, nem deriva por movimentos não planejados pelo operador,
seguindo parâmetros operacionais definidos pelo fabricante do equipamento.


Aplicação aérea:
Cana-de-açúcar (pré-plantio e maturação)
Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, no caso de
aeronaves de asa fixa, providas com barra e pontas (bicos) apropriadas. A aplicação
deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um
engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais:
- Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema de qualquer modelo.
- Volume de calda de 30 a 40 L/ha, altura de voo de 4 a 5 m acima do topo da cultura,
com faixa de deposição com 15 m de largura e tamanho de gotas entre 110 a 120 µm.
- Densidade mínima de gotas de 20 gotas/cm² (DMV: 420 - 450 µ), com pressão de 15
- 30 psi.
- Bicos de jato cônico da série D ou similar.
- Observações locais devem ser realizadas visando reduzir ao máximos as perdas por
deriva.


CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis.
Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto,
aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva.
Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente: evitar altas temperatura. Não aplicar em temperaturas
muito baixas ou com previsão de geadas.
- Velocidade do vento: Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento.
Situações sem vento podem indicar a ocorrência de fenômenos atmosféricos que
causam deriva, como as inversões térmicas (manhãs frias) e correntes convectivas
(tardes quentes), assim como rajadas de vento podem ocasionar maior risco de deriva.
- Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do
ar (menores que 55%).


GERENCIAMENTO DE DERIVA:
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas
habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação do
ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores
relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade e direção do vento,
umidade e temperatura do ar). O responsável pela aplicação deve considerar todos
estes fatores quando da decisão de aplicar o produto. Independente do equipamento
utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes na composição do
risco de deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar
a cobertura e eficiência. Consulte sempre um profissional habilitado para auxiliar na
definição da tecnologia de aplicação mais eficiente e segura de maneira a evitar o risco
de deriva.


PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO:
Deve-se encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e
adicionar PRESSURE 880 SG. Manter o misturador mecânico ou o retorno em
funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda
de forma contínua durante todo o preparo e durante a aplicação do produto.
Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.


INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a
última aplicação e a colheita):

             CULTURA                    DIAS
             Algodão                     (1)
  Cana-de-açúcar (pré-plantio)           (2)
  Cana-de-açúcar (maturador)           30 dias
              Milho                      (3)
             Eucalipto                  U.N.A.
              Pinus                     U.N.A.
               Soja                      (4)
              Trigo                      (2)
(1) = O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o
agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da
cultura.
(2) = Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
(3) = O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico
for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura.
(4) = O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico
for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
U.N.A = Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não permita que os trabalhadores entrem na área tratada durante as primeiras 4
horas após a aplicação. Em caso de necessidade da entrada antes dessas 4 horas,
deve ser usado equipamento padrão de proteção pessoal (calças compridas, camisa
de manga comprida, sapatos fechados e luvas).


LIMITAÇÕES DE USO:

•   Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4
    a 6 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo
    de tempo é necessário para absorção do produto pelas folhas e sua translocação
    pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Se caso ocorrer
    chuvas nesse período, repita a aplicação.
•   A eficácia do produto pode ser visualizada a partir do 4º dia após a aplicação.
•   Sempre utilizar água limpa, isenta de argilas, limo e matéria orgânica em
    suspensão.
•   Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação de PRESSURE 880 SG.
•   Não aplicar PRESSURE 880 SG com as folhas das plantas daninhas cobertas de
    poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção).
•   Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida (calda de aplicação
    atinja as partes das plantas úteis). PRESSURE 880 SG não danifica as plantas com
    caules suberizados, caso os atinja.
•   Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer
    deriva para culturas vizinhas, inclusive soja que não resiste ao herbicida PRESSURE
    880 SG.
Fitotoxicidade: O herbicida PRESSURE 880 SG não deve ser utilizado em área total
em pós-emergência da cultura indicada.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.


DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA À HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do
mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de planta daninha alvo
resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e
consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os
problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:

   •   Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o
       controle do mesmo alvo, quando apropriado.
   •   Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas, seguindo as boas
       práticas agrícolas;
   •   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula
       do produto;
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das
       principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação
       técnica da aplicação de herbicidas;
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem
       ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das
       Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à
       Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org),
       Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
          GRUPO                         G                       HERBICIDA



O produto herbicida PRESSURE 880 SG é composto por Glifosato, que apresenta
mecanismo de ação dos inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato
Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de plantas daninhas,
envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, e a
aplicação do herbicida Glifosato deve ser realizada uma única vez. Se houver novas
incidências de plantas daninhas, é recomendável a alternância deste produto com
outros herbicidas, com mecanismos de ação diferentes.
O uso de rotação de culturas, cobertura verde, época adequada de semeadura,
variação de espaçamento, adubação equilibrada, uso herbicidas com mecanismos de
ação distintos, cultivo mecânico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor
equilíbrio do sistema e mínimo impacto sobre o meio ambiente.
      MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÃNCIA
                            SANITÁRIA

               DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA



ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos,
vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas
pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas
de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos
na seguinte ordem: Macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
(EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.



PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
•   Utilize   equipamento   de   proteção   individual   (EPI):   macacão   de   algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas
de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.


Recomendações adicionais de segurança         podem     ser adotadas    pelo técnico
responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado
ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na
área em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do
dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir
que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão; botas de borracha;
avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção Lateral;
touca árabe e luvas de nitrila.


Recomendações adicionais de segurança         podem     ser adotadas    pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.




PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: PROIBIDA A ENTRADA ÁREA TRATADA e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na
área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em
áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas
de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas
e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
• Obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% para doses
acima de 1.800 g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal,
estacionária/semi-estacionária e tratorizada.



Recomendações adicionais de segurança           podem   ser adotadas    pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
                                            Pode ser nocivo se ingerido.
                           ATENÇÃO          Pode ser nocivo em contato com a pele.

                                            Nocivo se inalado.

    PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência
    levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico
    do produto.
    Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver
    indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não
    dê nada para beber ou comer.
    Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15
    minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de
    contato, deve retirá-la.
    Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos,
    relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão
    neutro, por pelo menos 15 minutos.
    Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto
    e ventilado.
    A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
    impermeáveis, por exemplo.


                                INFORMAÇÕES MÉDICAS

                        INTOXICAÇÕES POR PRESSURE 880 SG

 Grupo químico     Glicina substituída.
     Classe
                   Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo.
  toxicológica
Vias de absorção Oral, inalatória, ocular e dérmica.

                   Em ratos, o glifosato foi pouco absorvido pela via dérmica (1-3%) e
                   rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, porém em uma
                   proporção de 20-30%. O pico plasmático ocorreu em 2 horas para fêmeas
                   e em 6 horas para machos. A distribuição foi ampla, com pequenas
                   concentrações sendo detectadas em todos os tecidos. O glifosato passa por
                   muito pouca biotransformação, sendo o metabólito ácido amino-metil-
                   fosfônico (AMPA) detectado na excreta na proporção de 0,2-0,7%. O
                   glifosato foi excretado dentro de 72-168 horas, sendo que a maior parte da
 Toxicocinética
                   dose administrada (cerca de 90%) foi eliminada nas primeiras 48 horas. A
                   excreção se dá principalmente através das fezes (60-70%), grande parte
                   como dose não absorvida, e também através da urina (20-30%). A meia-
                   vida de eliminação do organismo é de 5,9-8,3 horas. Não há evidência de
                   bioacumulação. Após 168 horas da exposição, menos que 1% permaneceu
                   retido nos tecidos (ossos, rins e fígado). Este padrão toxicocinético ocorreu
                   independentemente da dose, do sexo do animal e da via de administração
                   do glifosato.
                   Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do glifosato
Toxicodinâmica
                   em humanos. O glifosato tem ação irritante aos olhos e mucosas.
                  O glifosato é irritante para os olhos e membranas mucosas. Os sintomas
                  de    intoxicação    aguda    por    glifosato são   predominantemente
Sintomas e sinais gastrointestinais e são manifestados por dor na boca e na garganta,
     clínicos     náuseas, vômito, diarreia e desconforto abdominal e geralmente são auto-
                  limitantes. Sintomas mais graves de intoxicação são previstos apenas em
                  casos de exposição oral intencional.

                   As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
                   animais de experimentação tratados com a formulação à base de Glifosato,
                   Pressure 880 SG:

                   Exposição oral: Todos os ratos machos e fêmeas tratados com a
                   substância teste na dose de 2000 mg/kg p.c. não apresentaram sinais
                   clínicos. Não houve mortalidade.

                   Exposição inalatória: Após a exposição (dia 0) os animais apresentaram
                   epistaxe e piloereção no 2º dia de avaliação houve reversão de todos os
                   sintomas. Não houve mortalidade.

                  Exposição cutânea: Todos os ratos fêmeas tratados com a substância
Sintomas e sinais
                  teste na dose de 2000 mg/kg p.c. não apresentaram sinais clínicos. Não
     clínicos
                  houve mortalidade.

                   No estudo de irritação cutânea, nenhum animal apresentou sinal clínico
                   sistêmico durante o período de teste. Tampouco foi observada mortalidade.
                   O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo
                   método de Buehler.

                   Exposição ocular: Os animais, apresentaram hiperemia, quemose e irrite.
                   Sendo reversíveis no 7º dia de observação.

                   Exposição crônica: O ingrediente ativo dessa formulação não foi
                   considerado mutagênico, teratogênico ou carcinogênico para seres
                   humanos. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.

   Diagnóstico     O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela
                   ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.


                   Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
                   quadro clínico para manutenção das funções vitais.

                   Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
                   frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
                   Estabelecer    via    endovenosa.   Atenção    especial   para    parada
   Tratamento      cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Avaliar estado de
                   consciência do paciente.

                   Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
                   secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme
                   necessárias, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou
             comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário
             para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for
             severo, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida.

             Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar
             a absorção e os efeitos locais.

             Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
             proceder com:

             - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
             crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
             na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo
             quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.

             - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
             quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria
             dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger
             vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
             orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação
             endotraqueal com cuff.

             ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
             podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o
             paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral
             para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou
Tratamento   dificuldade de deglutição.

             Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e
             arejado, fornece adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente
             a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar
             oxigênio e ventilação mecânica.

             Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
             descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
             orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima
             para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
             encaminhado para tratamento.

             Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente
             com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando
             contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou
             fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.

             Antídoto: Não há antídoto específico.

             Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
             respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar
             um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar
             o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
             especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
             usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras,
             de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
                 A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
                 aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo,
Contraindicações
                 manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
                 indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.

   Efeitos das
                   Não foram relatados efeitos de interações químicas para glifosato e demais
   interações
                   componentes da formulação em humanos.
    químicas

                        TELEFONE DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:

                   Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico
                      e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001.

                             Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência

                                      Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).

                   As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
   ATENÇÃO
                                     Agravos de Notificação Compulsória.

                        Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
                                         Notificação (SINAN/MS).

                      Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).

                            Telefone de Emergência da Empresa: (11) 2362-0335

                              Correio Eletrônico da empresa: suno@ferst.com.br




    Mecanismo De Ação, Absorção E Excreção Para Animais De Laboratório:

    “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

    Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

    Efeitos agudos:

    DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.- Categoria 5 GHS.

    DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. - Categoria 5 GHS.

    CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 1,384 mg/L/ 4h - Categoria 4 GHS.

    Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Em estudo de irritação cutânea
    conduzido em coelhos, não se observou irritação na pele dos animais. Portanto, o
    produto não foi classificado para irritação dérmica de acordo com o GHS.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular conduzido
em coelhos, não se observou irritação nos olhos dos animais. Portanto, o produto não
foi classificado para irritação ocular de acordo com o GHS.

Sensibilização cutânea em cobaias: O produto é considerado não sensibilizante
cutâneo pelo teste de Buehler em cobaias. Portanto, não classificado quanto à
sensibilização dérmica pelo GHS.

Mutagenicidade: O produto não apresentou efeito mutagênico em células
procariontes em estudo realizado com cepas de Salmonella typhimurium, tampouco
em células eucariontes da medula óssea de camundongos após administração por via
oral. Portanto, não classificado quanto à mutagenicidade pelo GHS.



Efeitos crônicos:

Glifosato: Em estudos crônicos, glifosato provocou lesões pancreáticas em ratos,
com incremento nos níveis plasmáticos da glicose, ureia, fosfatase, fósforo e
potássio. Não demonstrou efeitos carcinogênicos, ou mutagênicos. Em estudos sobre
genotoxicidade, o Glifosato foi positivo na análise citogenética e induziu intercambio
de cromátides irmãs em linfócitos bovinos. Alterações esqueléticas e incremento na
dilatação tubular focal renal foram observados em filhotes de ratas prenhas expostas
ao Glifosato a doses muito altas. Efeitos reprodutivos (diminuição na libido, no
volume de ejaculação e alterações no esperma e sêmen) foram observados em
coelhos tratados com Glifosato. É suspeito de ser desregulador endócrino. Estudos in
vitro tem mostrado que Glifosato afeta a produção de progesterona em células de
mamíferos e pode incrementar a mortalidade de células placentárias.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
                                  RENOVÁVEIS


            DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:


1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
     PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:


Este produto é:

       - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

       - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

       - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

       - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).


- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
  corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona
  contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
  das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
  inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
  água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
  mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
  susceptíveis a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal
  concernentes às atividades aeroagrícolas.



2.   INSTRUÇÕES     DE   ARMAZENAMENTO        DO   PRODUTO,     VISANDO     SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
  alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
  crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
  embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843
  da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Suno Agrotech Ltda. -
   telefone de Emergência: (11) 2362-0325.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e
   botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
•       Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque
em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo,
para a sua devolução e destinação final.
•       Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e
devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
•       Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo
humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de
emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das
proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
•       Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2
ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.



4.   PROCEDIMENTOS         DE    LAVAGEM,       ARMAZENAMENTO,          DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos
EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda
do produto.


Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente       após   o   seu    esvaziamento,     adotando     os   seguintes
procedimentos:

•   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
    mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
•   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
•   Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
•   Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
•   Faça essa operação três vezes;
•   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.



Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob
pressão, seguir os seguintes procedimentos:

•   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
•   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
•   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
    segundos;
•   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
•   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.



Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:

•   Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-
    la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante
    30 segundos;
•   Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
    lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas
    da embalagem, por 30 segundos;
•   Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
•   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.




DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM FLEXÍVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio desta embalagem.

Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE:
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado
e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.



EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento
onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
estabelecimento comercial.


TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS:
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora
e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte
o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados
por órgão ambiental competente.



5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados
junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.


6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
                                

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