Pontual; Coeso; Lavradio;
Ouro Fino Química S.A. - Uberaba
Fungicida
Azoxistrobina (estrobilurina) (53 g/L) + clorotalonil (isoftalonitrila) (650 g/L) + ciproconazol (triazol) (16 g/L)
Informações
Número de Registro
27821
Marca Comercial
Pontual; Coeso; Lavradio;
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Azoxistrobina (estrobilurina) (53 g/L) + clorotalonil (isoftalonitrila) (650 g/L) + ciproconazol (triazol) (16 g/L)
Titular de Registro
Ouro Fino Química S.A. - Uberaba
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Amendoim
Cercospora arachidicola
Cercosporiose; Mancha-castanha
Amendoim
Pseudocercospora personata
Mancha-preta
Milho
Cercospora zeae-maydis
Cercosporiose
Milho
Phaeosphaeria maydis
Mancha-de-Phaeosphaeria; Mancha-foliar
Milho
Puccinia sorghi
Ferrugem; Ferrugem-comum
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Colletotrichum truncatum
Antracnose
Soja
Corynespora cassiicola
Mancha-alvo
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Trigo
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Conteúdo da Bula
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
PONTUAL®
COESO®
LAVRADIO®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob nº 27821
COMPOSIÇÃO:
methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate
(AZOXISTROBINA)....................................................................................................53,00 g/L (5,30% m/v)
(2RS,3RS;2RS,3SR)-2-(4-chlorophenyl)-3-cyclopropyl-1-(1H-1,2,4-triazol-1-yl)butan-2-ol
(CIPROCONAZOL)....................................................................................................16,00 g/L (1,60% m/v)
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL)……………………………………...650,00 g/L (65,00% m/v)
Outros Ingredientes...................................................................................................611,00 g/L (61,10% m/v)
GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
GRUPO M05 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico e de contato
GRUPO QUÍMICO: Estrobilurinas (azoxistrobina), Triazóis (ciproconazol) e Isoftalonitrilas (clorotalonil)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada - SC
TITULAR DO REGISTRO (*):
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251
SAC: 0800 941 5508
Registro Estadual IMA/MG nº 8.764
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO TÉCNICO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
AZOXISTROBINA TÉCNICO OURO FINO (REGISTRO MAPA Nº 16319)
LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICALS CO. LTD.
Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone), Guan Nan County, Lian Yun Gang City, Jiangsu Province
– China
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng, Anhui, 242235 - China.
GSP CROP SCIENCE LIMITED
Plot Nº 1, G.I.D.C., Nandesari – 391340, Dist. Baroda, Gujarat - India
INNER MONGOLIA MIRACULOUS CROP SCIENCE CO., LTD.
Bayin Aobao Industrial Park, Alxa Economic Development Zone, Alxa League, Inner Mongolia,
China
AZOXYSTROBIN TÉCNICO BAILLY (REGISTRO MAPA Nº 1618)
TAIZHOU BAILLY CHEMICAL CO., LTD
Nº 9 Zhonggang Road, Taixing Economic Developing Zone, Taixing City, 225404, Jiangsu, China.
AZOXISTROBINA TÉCNICO SH (REGISTRO MAPA nº 31719)
HEBEI VEYONG BIO-CHEMICAL CO., LTD.
393 East Heping Road 050031, Shijiazhuang, Hebei - China.
AZOXISTROBINA TÉCNICO AGRISOR (REGISTRO MAPA nº 31319)
CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD.
(Fourth Huanghai Road) Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County, 226407, Jiangsu Province,
Nantong City – China
AZOXYSTROBIN TÉCNICO (REGISTRO MAPA Nº 01598)
SYNGENTA LIMITED
Grangemouth Manufacturing Centre - Earls Road - Grangemouth- Stirlingshire FK3 8XG - Reino Unido.
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
SALTIGO GMBH
Chempark Leverkusen, 51369 Leverkusen - Alemanha
CIPROCONAZOL TÉCNICO OF (REGISTRO MAPA Nº TC12921)
JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD.
North Area of Dongsha Chem-Zone, Zhangjiagang, 215600, Jiangsu - China
CIPROCONAZOL TÉCNICO OF I (REGISTRO MAPA Nº TC13220)
RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD.
The Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu, 226407 – China
CIPROCONAZOL TÉCNICO OF II (REGISTRO MAPA nº TC01325)
JIANGSU CHENGYANG CROP SCIENCE CO., LTD
No. 83 Guan Qu Nan Lu, Nanjing Chemical Industry Park 210047 - Nanjing, Jiangsu, China.
CIPROCONAZOL TÉCNICO OURO FINO – REGISTRO Nº TC05024
Huaian Glory Chemical Co., Ltd.
No. 2, Yannan Avenue Huai an Industrial Park, Huai an City, Jiangsu Province, China
CLOROTALONIL TÉCNICO OURO FINO (REG. MAPA Nº 23716)
JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD.
Jinger Road, Industry Chemical Park, Jiangsu Province, Xinyi City, China
CLOROTALONIL TÉCNICO OF (REG. MAPA Nº 24016)
JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD.
Nº 19, Xingang Road Economic Development Zone, Jiangsu Province, Xinyi City, 221400, China
CLOROTALONIL TECNICO OXON (REG. MAPA nº 11207)
JIANGYIN SULI CHEMICAL CO. LTD..
nº 7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City, Jiangsu Province, 214444 - China
FORMULADOR / MANIPULADOR:
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251 - SAC: 0800 941 5508
Registro Estadual IMA/MG nº 8.764
No do lote ou da partida :
Data de fabricação : VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento :
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Agite antes de usar
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE II: Produto MUITO
PERIGOSO ao meio ambiente
Cor da faixa: Azul intenso
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA– MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
PONTUAL® é um fungicida sistêmico e de contato composto por três ingredientes ativos do grupo químico
das Estrobilurinas, Triazóis e Isoftalonitrilas. O clorotalonil, pertencente ao Grupo M05 que interfere em
vários processos metabólicos dos fungos, dificultando ou impedindo a seleção de estirpes resistentes. O
modo de ação do clorotalonil envolve sua conjugação e esgotamento de grupos tiol dos sistemas
enzimáticos do fungo, particularmente com a glutationa, levando a disruptura da glicólise e assim, da
produção de energia, resultando na paralisia do crescimento fúngico, a azoxistrobina que interfere na
respiração mitocondrial e pertence ao Grupo C3 e o ciproconazol de efeito sistêmico que atua como inibidor
da biossíntese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos e pertence ao Grupo
G1, segundo classificação internacional do FRAC. Por suas características distintas apresenta completa
ação fungicida devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, penetração e desenvolvimento
no tecido foliar e sua esporulação. Apresentado na forma de suspensão concentrada (SC) indicado em
pulverizações foliares para o controle de doenças da parte aérea para as culturas de algodão, amendoim,
milho, soja e trigo, conforme quadro abaixo:
CULTURAS, ALVOS, DOSES, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO, VOLUME DE CALDA:
DOSE
ÉPOCA, NÚMERO DE VOLUME DE CALDA (L/ha)
p.c L/ha ou 100L
de água APLICAÇÕES E
CULTURA ALVO INTERVALO ENTRE AS
(g ia/ha ou 100L TERRESTRE AÉREA
de água) APLICAÇÕES (DIAS)
Aplicações: Realizar no
máximo 3 aplicações por
1,5 L/ha ciclo da cultura.
Época: Iniciar as aplicações
79,5 – 24 – 975 a partir de 40 a 45 dias da
g.i.a/ha emergência da cultura ou no
Ramularia
ALGODÃO (Ramularia areola) momento mais adequado do 100-200 20-50
(Adicionar adjuvante - aparecimento da doença.
óleo mineral a 0,25% Utilizar a maior dose em
do volume de calda de condições favoráveis ao
aplicação) desenvolvimento da doença
IEA(1): Reaplicar a cada 14
dias, caso necessário.
Aplicações: Realizar no
máximo 4 aplicações por
Mancha-castanha ciclo da cultura.
Cercosporiose 1,0 - 1,5L/ha Época: Iniciar as aplicações
(Cercospora logo aos 40 dias da
arachidicola) 53 – 16 – 650 emergência. Utilizar a maior
AMENDOIM g.i.a/ha dose em condições 200 30-50
Mancha-preta 79,5 – 24 – 975 favoráveis ao
(Pseudocercospora g.i.a/ha desenvolvimento da
personata) doença.
IEA(1): Reaplicar a cada 14
dias.
Aplicações: Realizar no
Cercosporiose máximo 2 aplicações por
(Cercospora zeae- 1,0 - 1,5L/ha ciclo da cultura.
maydis) Época: Iniciar as aplicações
53 – 16 – 650 de forma preventiva aos 40-
g.i.a/ha 50 dias após o plantio
Ferrugem-comum 79,5 – 24 – 975 (observando-se o
MILHO (Puccinia sorghi) g.i.a/ha desenvolvimento da cultura, 100-200 20-40
em função da precocidade do
(Adicionar adjuvante material utilizado.
- óleo mineral a IEA(1): Reaplicar a cada 14
Mancha-de-
0,25% do volume de dias(a fim de cobrir
Phaeosphaeria
calda de aplicação) adequadamente o período
(Phaeosphaeria maydis)
demáxima susceptibilidade).
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
ÉPOCA, NÚMERO DE VOLUME DE CALDA (L/ha)
DOSE
APLICAÇÕES E INTERVALO
CULTURA ALVO p.c L/ha
ENTRE AS APLICAÇÕES
(g ia/ha) TERRESTRE AÉREA
(DIAS)
Número: Realizar no máximo 2
aplicações por ciclo da cultura.
Antracnose Intercalar com fungicida (s) de
outro (s) grupo (s) químico (s)
(Colletotrichum e modos de ação.
truncatum) Época:
Para o controle específico de
antracnose, crestamento- 100-200
foliar, mancha-alvo e
mancha-parda realizar a 1ª
Crestamento-foliar aplicação de forma preventiva,
até no máximo no estádio R 2
Cercosporiose (florescimento pleno); reaplicar
em intervalo máximo de 14
(Cercospora kikuchii) dias, caso as condições
estejam favoráveis para o
desenvolvimento da doença ou
reaplicar no estádio R 5.1
Ferrugem-asiática (grãos perceptíveis ao tato - o
equivalente a 10% da
Ferrugem-da-soja granação). 150-200
Para controle de ferrugem-
(Phakopsora 1,0 - 1,50
asiática realizar a primeira
pachyrhizi) 53 – 16 – 650
aplicação de forma preventiva
g.i.a/ha
ao aparecimento da doença,
entre os estádios fenológicos
79,5 – 24 – 975
Vn (fim da fase vegetativa) e
g.i.a/ha
Mancha-alvo R1 (início da floração) ou no
pré-fechamento das
(Adicionar 100-200
(Corynespora entrelinhas da cultura,
adjuvante - óleo
cassiicola) garantindo assim que todas as
mineral a 0,25%
folhas receberão produto e
SOJA do volume de 30-40
estarão devidamente
calda de
protegidas a ocorrência da
aplicação)
doença. Realizar
monitoramento e
acompanhamento constante
da cultura, observando a
ocorrência de condições
climáticas favoráveis ao
desenvolvimento e progresso
da doença. Utilizar a maior
dose em época e condições
favoráveis a ocorrência da
doença. Se necessário realizar
uma segunda aplicação com
no máximo 14 dias de intervalo
1,50
Macha-parda em relação à primeira. Para
Septoriose garantir o controle efetivo da 150-200
79,5 – 24 – 975
(Septoria glycines) ferrugem asiática é necessária
g.i.a/ha
a adoção de um Programa de
Manejo, com aplicações
(Adicionar
complementares às de
adjuvante - óleo
PONTUAL®, rotacionando
mineral a 0,25%
e/ou alternando os modos de
do volume de
ação dos fungicidas, sejam
calda de
eles de sítio de ação específico
aplicação)
ou multissítio, respeitando
sempre as estratégias de
manejo de resistência do
FRAC. Maiores informações
sobre um bom manejo da
ferrugem asiática devem ser
observadas no item
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
ÉPOCA, NÚMERO DE VOLUME DE CALDA (L/ha)
DOSE
APLICAÇÕES E INTERVALO
CULTURA ALVO p.c L/ha
ENTRE AS APLICAÇÕES
(g ia/ha) TERRESTRE AÉREA
(DIAS)
“Recomendações sobre o
Manejo da Resistência”.
DOSE ÉPOCA, NÚMERO DE APLICAÇÕES VOLUME DE CALDA (L/ha)
CULTURA ALVO p.c L/ha E INTERVALO ENTRE AS
(g ia/ha) APLICAÇÕES (DIAS) TERRESTRE AÉREA
Aplicações: Realizar no máximo 2
1,0 - 1,50 aplicações por ciclo da cultura.
Época: Iniciar as aplicações nas
53 – 16 – 650 fases críticas (emborrachamento e
g.i.a/há florescimento). Em situações
Mancha- 79,5 – 24 – 975 propícias para o desenvolvimento
amarela g.i.a/ha da doença, recomenda-se iniciar o
TRIGO (Drechslera (Adicionar adjuvante monitoramento e o manejo na fase 150 - 300 20-40
tritici-repentis) óleo mineral a 0,25% de perfilhamento e elongação dos
do volume de calda de colmos. Utilizar a maior dose
aplicação) recomendada.
IEA(1): Reaplicar a cada 14 dias.
p.c.= produto comercial. ia = ingrediente ativo. 1L de produto comercial = (53g de azoxistrobina + 16g de ciproconazol +
650g de clorotalonil). (1) IEA: Intervalo entre as aplicações.
MODO DE APLICAÇÃO:
PONTUAL® é indicado para aplicação com pulverizadores: costal (manual ou motorizados), tratorizados e
aeronaves agrícolas.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle
das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração
do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a
aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser
utilizado. As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta bula. O número de
aplicações e o intervalo entre as aplicações dependem das condições climáticas que podem favorecer ou
retardar o aparecimento de doenças nas culturas. É importante respeitar o número máximo de aplicações
e o intervalo mínimo entre as aplicações recomendadas. Por ser um produto sistêmico, mas também
protetor com ação de contato as aplicações devem ser com calda suficiente para a melhor cobertura das
plantas.
Aplicação terrestre:
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico, visando à produção de gotas finas para boa
cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o
volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar
velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento
operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos
e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes
de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo.
Aplicação aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo
com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho
do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h),
que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 30 gotas/cm² e uma cobertura de
pulverização uniforme. Recomenda-se o volume de 30-50 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros
da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada)
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. Deve-se
respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam
minimizadas.
Obedecer às normas técnicas previstas na Instrução Normativa n°2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do
Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas.
Recomendação para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios
e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de
pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão
de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma
boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação
e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO
PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!
Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais:
Volume: use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas
necessidades práticas, bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE
AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de
aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a
obter uma nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de
inversão) ou maior de 10 km/h, no entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de
equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.
NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para
produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem
o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do
solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com
relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam
a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser
identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de
fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que,
se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento
vertical do ar.
Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma
cobertura uniforme.
Orientação de bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a
corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bicos.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento
do rotor – barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de
inversão) ou maior de 10 km/h, no entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de
equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.
NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.
Preparo de calda:
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
- Preencher o tanque do pulverizador abastecendo até ¼ da sua capacidade;
- Adicionar o produto na quantidade requerida;
- Completar o volume do tanque com o sistema de agitação em funcionamento.
Preparar o volume de calda suficiente para aplicar no mesmo dia e trabalho. Caso ocorra a paralização da
agitação da calda, agitar a calda até sua completa homogeneização, antes de reiniciar a aplicação. Realizar
o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente
após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de
depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas
horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1) Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular
água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário,
os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na
área tratada com o respectivo produto.
2) Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e
bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização
por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque
na área tratada com o respectivo produto.
3) Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção
de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue
a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que
este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
4) Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza.
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
5) Repita o passo 3.
6) Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no
mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de
nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação
Estadual ou Municipal.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando
ventos acima de 10 km/h (3 m/s), temperaturas superiores a 28°C e umidade relativa inferior a 55%, visando
reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Soja.......................................30 dias
Algodão.................................30 dias
Amendoim.............................30 dias
Milho ................................42 dias
Trigo…..................................30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- O produto não causará danos às culturas nas doses e condições recomendadas.
AVISO AO USUÁRIO:
PONTUAL® deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A OURO
FINO QUÍMICA S.A. não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo
não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário
assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição
aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s
específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no
descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA PARA A FERRUGEM-DA-SOJA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo
de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da ferrugem-asiática-da-
soja, seguem algumas recomendações:
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
• Realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de diferentes modos de ação sejam eles de
sítio de ação específico ou multissitio, respeitando sempre as estratégias de manejo de resistência
do FRAC;
• Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada
para cada região (adotar estratégia de escape);
• Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares com gene de resistência, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá
maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo
da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente
causador de doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva;
• Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
• Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
(SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO M05 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
O produto fungicida PONTUAL® é composto por Azoxistrobina, Ciproconazol e Clorotalonil que apresentam
mecanismos de ação de Inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, atividade
de contato multissítio e C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencentes aos Grupos
C3, M05 e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas),
respectivamente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de
culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros,
visam o melhor equilíbrio do sistema. Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no
início da época recomendada para cada região (escape). Evitar semeaduras em várias épocas e as
cultivares tardias. Não semear soja safrinha (segunda época). Utilizar cultivares de gene de resistência,
quando disponíveis. Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar e maior
penetração/cobertura do fungicida. Alternar a aplicação de fungicidas formulados em mistura rotacionando
modos de ação sempre que possível. Respeitar vazio sanitário (eliminar plantas de soja voluntária).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe
e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI : macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
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Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
ATENÇÂO
Pode ser nocivo em contato com a pele
Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR PONTUAL®
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico AZOXISTROBINA: estrobirulina; CIPROCONAZOL: triazol; CLOROTALONIL: isoftalonitrila.
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são relevantes considerando
a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Azoxistrobina: a azoxistrobina foi rapidamente absorvida (74–81%) e amplamente
distribuída após a administração por via oral em ratos, sendo as maiores concentrações
desta substância encontradas nos rins e no fígado.
Em ratos, a azoxistrobina foi amplamente biotransformada. A biotransformação ocorreu
principalmente por hidrólise, seguida de conjugação com glucuronídeo. A azoxistrobina
pode ser biotransformada também através da hidroxilação na posição 8 e 10 no anel
cianofenil, seguida de conjugação com glucuronídeo ou, ainda, através de uma via menos
comum que envolve a clivagem da ligação éter.
A principal via de eliminação foi através das fezes (73–89%), com excreção biliar (57-74%),
seguida pela via urinária (9–18%). A excreção da substância se deu nas primeiras 48 horas
(entre 82 e 96% da dose administrada). Os perfis de absorção, distribuição e excreção
foram essencialmente similares entre machos e fêmeas, mas diferenças relacionadas ao
sexo foram observadas na biotransformação deste ativo. O número de metabólitos
produzidos foi maior em fêmeas do que em machos.
Não houve evidência de bioacumulação, menos de 1% da dose administrada foi encontrada
nos tecidos após 7 dias de administração.
Ciproconazol: em ratos, a absorção do ciproconazol pelo trato gastrointestinal foi rápida e
ampla (86%) e não apresentou diferenças entre as doses administradas. O ciproconazol foi
amplamente distribuído pelo organismo, com as maiores concentrações detectadas nos
órgãos responsáveis pela sua eliminação, ou seja, rins, fígado e pâncreas, além do baço e
das glândulas adrenais.
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
O ciproconazol foi amplamente biotransformado. As principais reações de biotransformação
foram a eliminação oxidativa do anel triazólico; a hidroxilação do carbono do grupo metílico;
a oxidação do grupo metílico a carbinol e, posteriormente, a ácido carboxílico; além da
eliminação através da redução do carbono do grupo metílico produzindo álcool benzílico e
posterior oxidação à cetona correspondente.
Em ratos, o ciproconazol absorvido foi depurado do sangue em aproximadamente 30 horas,
e foi eliminado rapidamente pelas fezes e urina (em 168 horas), sendo a maior parte nas
primeiras 48 horas.
A principal via de excreção desta substância foi a via biliar (75% em machos e 59% em
fêmeas), seguida da via renal (26,7% em fêmeas e 9,5% em machos) e da via fecal (menos
de 5% da dose administrada).
Após biotransformação, cerca de 35 metábolitos foram identificados em estudos em ratos,
excretados em maior número pela urina quando comparado com as fezes. Cerca de 11%
da dose foi excretada na forma inalterada de ciproconazol nas fezes e menos de 0,4% na
urina.
O ciproconazol não apresentou potencial de bioacumulação.
Clorotalonil: o clorotalonil é pouco absorvido através da via dérmica (<1% em estudo in vitro
em pele humana e aproximadamente 0,16% em estudo in vivo em ratos). Em ratos, a
absorção gastrointestinal foi rápida, porém limitada (30-32%), com diminuição da proporção
absorvida de acordo com o aumento da dose. O pico de concentração plasmática foi baixo
(<1% da dose administrada) e atingido entre 2–9 horas após a administração desta
substância.
A concentração absorvida foi rapidamente distribuída no organismo de ratos, com as
maiores concentrações sendo detectadas nos rins, devido à ligação com proteínas renais.
Em ratos, o clorotalonil foi rapidamente biotransformado através da conjugação com a
glutationa no trato gastrintestinal e no fígado e em seguida, após degradação enzimática,
foi convertido nos derivados di- e tri-tióis através de uma série de reações enzimáticas nos
rins. Os principais metabólitos urinários são o tri-tiomonocloro isoftalonitrila e di-
tiomonocloro isoftalonitrila e seus derivados tio-metílicos correspondentes.
A excreção do clorotalonil foi rápida, em ratos, com cerca de 90% da dose administrada
sendo excretada nas primeiras 96 horas, principalmente através das fezes (80-90%) e urina
(8-12%). Aproximadamente 17-21% da dose administrada foi excretada através da bile,
com evidência de circulação entero-hepática. Houve uma redução da proporção excretada
pela via biliar e via urinária de acordo com o aumento da dose administrada, evidenciando
uma saturação da absorção desta substância.
Não há evidência de bioacumulação.
O perfil toxicocinético foi similar tanto após administração de dose única quanto após
administração de doses repetidas. A excreção apresentou diferença entre machos e
fêmeas. Em ratos fêmeas, a excreção biliar foi cerca de 20% menor do que em machos. A
excreção urinária em fêmeas foi cerca de 35% maior do que em machos.
Toxicodinâmica Azoxistrobina: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta
substância em humanos nem em outras espécies de mamíferos.
Ciproconazol: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade da substância em
humanos. O ciproconazol causou efeitos no fígado de roedores através da indução de
enzimas hepáticas.
Clorotalonil: não há informações sobre o mecanismo de toxicidade do clorotalonil em
humanos.
Em estudos de toxicidade aguda em ratos, pela via inalatória, a exposição ao clorotalonil
resultou em mortes por asfixia secundária ao desenvolvimento de edema pulmonar. Os
sinais de toxicidade e achados histopatológicos demonstraram que esta substância pode
causar irritação do trato respiratório e dos pulmões.
Em estudos em ratos e camundongos pela via oral, os rins foram o principal alvo da
toxicidade do clorotalonil. Estudos sobre o mecanismo da nefrotoxicidade causada por esta
substância, em ratos, pela via oral, demonstraram que os tumores ocorrem como uma
consequência ao dano ao segmento S2 dos túbulos renais. A ocorrência dos tumores é
precedida por uma citotoxicidade renal que tem como resposta a proliferação/hiperplasia
celular regenerativa. Estudos indicam que esta citotoxicidade ocorre devido aos metabólitos
reativos (formados pela clivagem dos conjugados S de cisteína pelas beta-liases nos rins)
que são transportados para os túbulos renais. Devido às β-liases renais humanas
apresentarem menor atividade do que as dos roedores, os roedores foram considerados
mais sensíveis à bioativação do clorotalonil por esta via. Em estudos em cães, não foram
observados efeitos de toxicidade aos rins.
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
Sintomas e sinais SINTOMAS DE ALARME: irritação do trato respiratório com tosse, dificuldade respiratória,
clínicos ardência do nariz, boca e garganta. Irritação ocular. Reações alérgicas na pele, diarreia,
vômito, dor abdominal, irritação da mucosa oral e do trato gastrintestinal; efeitos no sistema
nervoso (sonolência, falta de coordenação motora, tontura, dor de cabeça e fraqueza).
Azoxistrobina: não são conhecidos sintomas específicos da azoxistrobina em humanos ou
animais. A exposição inalatória e/ou oral a grandes quantidades de fungicidas à base de
estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com
tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de grandes quantidades de fungicidas
à base de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,
náuseas, dor abdominal e diarreia. A ingestão de grandes quantidades de fungicidas à base
de estrobirulinas pode causar tontura, dor de cabeça e fraqueza.
Exposição crônica: em estudos de toxicidade crônica em ratos e cães, os principais alvos
da toxicidade da azoxistrobina foram o fígado e o ducto do colédoco, os efeitos adversos
incluem alteração do peso do fígado com alteração dos parâmetros bioquímicos e, nas
doses mais altas, alterações histopatológicas, assim como alterações na função biliar.
Ciproconazol: não são conhecidos sintomas específicos do ciproconazol em humanos ou
animais. Em estudos de toxicidade em animais esta substância demonstrou toxicidade
aguda moderada pela via oral. Sintomas gerais de intoxicação após exposição a produtos
químicos podem ocorrer como:
Exposição ocular: Em contato com os olhos, a substância pode causar sintomas gerais de
irritação como ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: em contato com a pele, a substância pode causar sintomas gerais de
irritação como ardência e vermelhidão
Exposição respiratória: quando inalado, a substância pode causar sintomas gerais de
irritação do trato respiratório como tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,
náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: o principal alvo da toxicidade em ratos, camundongos e cães, após
exposições repetidas ao ciproconazol, foi o fígado (alterações no metabolismo lipídico,
alterações adaptativas e hepatotoxicidade). A substância não apresentou potencial
cancerígeno em ratos. Em camundongos, foi observado um aumento na incidência de
tumores no fígado, mas este efeito não foi considerado relevante para humanos. O
ciproconazol não apresentou efeitos tóxicos sobre os parâmetros reprodutivos em ratos. No
entanto, esta substância apresentou efeitos adversos sobre o desenvolvimento embrio-fetal
em estudos em ratos e coelhos.
Clorotalonil: não são conhecidos sintomas específicos do clorotalonil em humanos. Em
estudos de toxicidade em animais esta substância demonstrou alta toxicidade aguda pela
via inalatória. Em coelhos o contato do clorotalonil com os olhos, causou lesões oculares
graves. Também foi observado potencial de sensibilização dérmica em cobaias.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação com ardência, dor,
lacrimejamento, vermelhidão, podendo ocorrer lesões na superfície da córnea, em casos
mais graves.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação e reações de
sensibilização, com ardência, coceira e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório com
tosse, secreção nasal, dificuldade respiratória, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,
náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: em estudos de exposição repetida com roedores (ratos e camundongos),
pela via oral, os rins foram identificados como os principais órgãos-alvo de toxicidade do
clorotalonil por lesões pré-neoplásicas e neoplásicas observadas nas duas espécies. A
relevância destes efeitos para humanos não pode ser excluída. Doses seguras de
exposição foram estabelecidas.
Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.
O clorotalonil não foi considerado tóxico para a reprodução, nem teratogênico em estudos
em ratos e em coelhos.
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro
clínico compatível.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não
se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos,
com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas
à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de
manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial
e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se
necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão
tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.
Medidas de descontaminação e tratamento:
Exposição Oral:
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a
cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em casos de
intoxicação por azoxistrobina, ciproconazol ou clorotalonil. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão
ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25
a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: considerar a lavagem gástrica somente após ingestão da substância
em uma quantidade potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a
ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
Exposição Inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e
perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação
do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e
auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição Dérmica:
Remover as roupas contaminadas e lavar a área exposta com água em abundância e
sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou solução salina 0,9% (soro
fisiológico) à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo
com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
- Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido extracelular
após vômito severo e diarreia.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
química.
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias
respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com
risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das interações
químicas Não são conhecidos.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento,
ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
ANVISA/MS.
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notavisa)
ATENÇÃO Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450
Endereço eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br
Correio Eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br/contato/
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL 50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c., os animais apresentaram sinais clínicos como, ataxia leve a
moderado, piloereção, prostração leve e diarreia, dois animais vieram a óbito entre 0,5 hora e 1 hora após
a administração da substância-teste.
DL 50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL 50 inalatória em ratos: 1,261 mg/L/4h (valor estimado). Todos os animais expostos a concentração de
2,0 mg/L morreram. Dos animais expostos a 1,472 mg/L, apenas um animal sobreviveu, enquanto todos os
animais expostos à concentração de 0,77 mg/L sobreviveram. Os animais apresentaram sinais clínicos
como dispneia, ataxia, salivação, piloereção, alteração nas mucosas, tremores e sinais de dor e/ou
desconforto.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não considerado irritante. A substância-teste aplicada na pele dos
coelhos produziu eritema em 2/3 animais e edema em 1/3 dos animais. Os sinais de irritação foram
completamente revertidos dentro do período de 7 dias após a aplicação em 2/3 animais. Devido à ausência
e/ou reversão dos sinais de irritação, o teste foi finalizado em 10 dias para um animal.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: a substância-teste aplicada nos olhos dos coelhos produziu irite,
hiperemia, perda de brilho, secreção ocular e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de
irritação foram completamente revertidos dentro do período de 7 dias após a aplicação. Foi observado
retenção da fluoresceína em todos os animais testados, mas que foi reversível dentro de 72 horas.
Sensibilização cutânea em camundongos: não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste
de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Azoxistrobina: em estudos de toxicidade repetida em ratos e cães, os principais alvos da toxicidade da
azoxistrobina foram o fígado e o ducto colédoco. Em estudo de toxicidade de 90 dias, pela via oral, os
efeitos tóxicos incluíram alteração do peso do fígado com alteração dos parâmetros bioquímicos e, nas
doses mais altas (em cães 250 mg/kg p.c./dia; em ratos 443,8 mg/kg p.c./dia), alterações histopatológicas,
assim como alterações na função biliar. Em cães, o NOAEL estabelecido foi de 50 mg/kg p.c./dia e em ratos
o NOAEL foi de 21 mg/kg p.c./dia.
A azoxistrobina não apresentou potencial mutagênico em estudos in vivo. Esta substância também não
demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em estudos de toxicidade para a
reprodução em ratos, não foram observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo.
A azoxistrobina não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos.
Ciproconazol: o principal alvo da toxicidade em ratos, camundongos e cães, após exposições repetidas ao
ciproconazol, foi o fígado (alterações no metabolismo lipídico, alterações adaptativas e hepatotoxicidade).
Com base nos efeitos hepáticos, em ratos foi estabelecido o NOAEL de 2,2 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 15,6
mg/kg p.c./dia em estudo de 2 anos; em camundongos, NOAEL de 2,2 mg/kg p.c/dia e LOAEL de 43,8
mg/kg p.c./dia em estudo de 90 dias; em cães, NOAEL de 3,2 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 12,1 mg/kg p.c./dia
em estudo de 90 dias e de 1 ano.
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O ciproconazol não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. Não foi observado
potencial cancerígeno em estudos em ratos (em ratos, NOAEL de 15,6 mg/kg p.c./ dia, a maior dose
testada). Foram observados aumento na incidência de tumores no fígado de camundongos, no entanto, o
mecanismo de indução destes tumores não foi considerado relevante para o homem. É improvável que o
ciproconazol apresente potencial cancerígeno para a espécie humana (em camundongos, NOAEL de 1,8
mg/kg p.c./dia e LOAEL de 13,2 mg/kg p.c./dia).
O ciproconazol não apresentou efeitos tóxicos sobre os parâmetros reprodutivos em ratos (NOAEL de 8,3
mg/kg p.c./dia, a maior dose testada). No entanto, em estudos em ratos e coelhos, esta substância
apresentou efeitos adversos sobre o desenvolvimento pré-natal (perdas pós-implantação em ratos,
malformações ósseas como costelas supranumerárias em ambas as espécies e fenda palatina em ratos)
(em ratos, NOAEL desenvolvimento de 12 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 24 mg/kg p.c./dia; em coelhos,
NOAEL desenvolvimento de 10 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 50 mg/kg p.c./dia).
Clorotalonil: em estudos em ratos e camundongos, pela via oral, os rins foram o principal alvo da toxicidade
após exposição repetida ao clorotalonil. Foram observados aumento do peso dos rins, aumento da
incidência de carcinomas e tumores tubulares renais (em camundongos: estudo de 90 dias pela via oral,
NOAEL: 124 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, estudo de 18 meses pela via oral, NOAEL: 30,4 mg/kg p.c.;
LOAEL: 119 mg/kg p.c.; em ratos: estudo de 13 semanas pela via oral, NOAEL: 40 mg/kg p.c./dia. Em ratos,
estudo de 2 anos, NOAEL: 3,8 mg/kg p.c./dia; LOAEL: 15 mg/kg p.c./dia). Os tumores observados foram
considerados como consequência da citotoxicidade renal prolongada e proliferação celular regenerativa.
Ratos e camundongos parecem ser mais sensíveis a este mecanismo citotóxico, no entanto como uma
diferença quantitativa entre o metabolismo humano e de roedores não foi estabelecida, a relevância para
humanos não pôde ser excluída. Portanto, doses seguras de exposição foram estabelecidas. Em estudos
em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins. O clorotalonil não apresentou potencial
mutagênico em estudos in vitro e in vivo. Em estudos em ratos e em coelhos, esta substância não foi
considerada tóxica para a reprodução nem teratogênica.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVÉIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas/microcrustáceos /peixes);
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
BULA_ PONTUAL, COESO, LAVRADIO_ INCL.PT_20.02.2025_V.10
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OURO FINO QUÍMICA S.A. - telefone de
Emergência: 0800 707 7022.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade
do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO 2 ou PÓ QUÍMICO, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
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Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O
armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o Registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.