Polestar
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Fungicida
ciproconazol (triazol) (160 g/L) + trifloxistrobina (estrobilurina) (375 g/L)
Informações
Número de Registro
25225
Marca Comercial
Polestar
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
ciproconazol (triazol) (160 g/L) + trifloxistrobina (estrobilurina) (375 g/L)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Café
Cercospora coffeicola
Cercosporiose; Mancha-de-olho-pardo
Café
Hemileia vastatrix
ferrugem-do-cafeeiro
Cevada
Blumeria graminis f.sp. hordei
Cinza; Oídio
Cevada
Puccinia hordei
Ferrugem-da-folha
Girassol
Alternaria helianthi
Mancha de alternaria
Milho
Cercospora zeae-maydis
Cercosporiose
Milho
Puccinia sorghi
Ferrugem; Ferrugem-comum
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Colletotrichum dematium var. truncata
Antracnose
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Trigo
Blumeria graminis f.sp. tritici
Cinza; Oídio
Trigo
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Trigo
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha
Conteúdo da Bula
POLESTAR
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n° 25225
COMPOSIÇÃO:
methyl(E)-methoxyimino-{(E)-α-[1-(α,α,α-trifluoro-mtolyl)ethylideneaminooxy]-o-tolyl}acetate
(TRIFLOXISTROBINA)...................................................................................................................375,0 g/L (37,5 % m/v)
(2RS,3RS;2RS,3SR)-2-(4-chlorophenyl)-3-cyclopropyl-1-(1H-1,2,4-triazol-1-yl)butan-2-ol
(CIPROCONAZOL)........................................................................................................................160,0 g/L (16,0 % m/v)
1,2-Etanodiol (Etilenoglicol).............................................................................................................46,0 g/L (4,6% m/v)
Outros ingredientes........................................................................................................................509,5 g/L (50,95 % m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida mesostêmico e sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Trifloxistrobina: estrobilurina
Ciproconazol: triazol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Av. Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS
CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3072-9793 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
TRIFLOXISTROBINA TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº TC11221
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
CIPROCONAZOL TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº TC03620
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
CYPROCONAZOLE TÉCNICO ZY- REGISTRO MAPA NºTC05121
RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD
The Second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone Rudong, Jiangsu, 226407 - China.
CYPROCONAZOLE TÉCNICO SINO-AGRI - MAPA NºTC05121
Rudong Zhongyi Chemical Co., Ltd. The Second Haibin Road, Coastal – Economic Development Zone Rudong,
Jiangsu, 226407 – China
TRIFLOXYSTROBIN TÉCNICO FB II - MAPA NºTC18022
YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD.
N° 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Fine Chemical Zone 312369, Shangyu, Zhejiang China.
FORMULADORES:
QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Xinhe Eco-Chemical Science and Technology lndustry Base, Qingdao, Shandong, 266717, China
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong - China
NINGXIA RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia, China 753400 - China
RAINBOW AGROSCIENSES S.A.
Cerrito 866, 1 º piso, C.A.B.A. C.P. 3.7 1010 - Argentina
IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de
Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530
CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua C, 290, Armz Y, Ondumar Maraba - CEP: 47.852-732 - Luis Eduardo Magalhães/BA
CNPJ: 10.486.463/0007-54. Nº do registro do estabelecimento no estado: 162425 ADAB/BA
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. das Indústrias, 2020 - Armazém 8 - Ouro Preto - CEP: 99.500-000 - Carazinho/RS
CNPJ: 10.486.463/0010-50. Nº do registro do estabelecimento no estado: 101/25 SEAPA/RS
DEKALPAR BRASIL LTDA.
Av. Madre Leônia Milito, 1500, Sala 1910, Andar 19, bairro: Bela Suiça - CEP: 86.050-270 - Londrina/PR
CNPJ: 53.476.996/0001-72. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1008459 - ADAPAR/PR
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Produto Importado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: verde
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
POLESTAR é um fungicida mesostêmico e sistêmico, que atua nas diferentes fases do ciclo de vida do fungo, desde a
inibição da germinação dos esporos até o desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos nos tecidos foliares. Deve
ser sempre utilizado de maneira preventiva em relação ao aparecimento das doenças, garantindo assim o maior potencial de
controle dos fungos. É indicado para aplicação foliar nas culturas de algodão, café, cevada, girassol, milho, soja e trigo
conforme as recomendações abaixo:
Doenças Controladas
Dose Volume de
Cultura Número, Época e Intervalo de Aplicação
Nome (L p.c./ha) Calda (L/ha)
Nome Comum
Científico
Para o controle de Ramulária, iniciar as
aplicações preventivamente ainda na fase
vegetativa, entre os 35-40 dias após a
emergência da cultura ou no máximo no
Terrestre
aparecimento dos primeiros sintomas
70 - 150
Ramularia (mancha-azul). Monitorar as condições
Algodão Ramulária 0,20
areola meteorológicas favoráveis ao
Aéreo
desenvolvimento da doença e caso
20 - 40
necessário realizar as demais aplicações
com intervalos de 14 dias. Acrescentar óleo
metilado de soja a 0,25 % v/v. Realizar no
máximo 4 aplicações.
Para o controle de ferrugem do cafeeiro, em
lavouras adultas com alta carga pendente e
com alto grau de enfolhamento, realizar a
0,25 – 0,40
primeira aplicação preventivamente nas
doses de 0,25-0,40 L/ha e, a partir daí, em
intervalos de 40 - 45 dias deve-se repetir a
segunda e a terceira aplicação, durante o
período crítico da referida doença. Realizar
no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
Ferrugemdo Hemileia Terrestre nas doses de 0,25-0,40 L/ha. Sob condições
Café
cafeeiro vastatrix 400 - 500 climáticas favoráveis e alta pressão da
doença, realizar 2 aplicações na dose de
0,60 L/ha, durante o período crítico da
referida doença. A primeira aplicação deve
ser feita no aparecimento dos primeiros
sintomas, e a segunda aplicação, de 40 a 45
0,60 dias após a primeira. Na dose de 0,60 L/ha,
realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
cultura. Acrescentar óleo metilado de soja a
0,25 % v/v.
Para o controle de Mancha-de-olho-pardo, e
em lavouras adultas com alta carga
pendente e com alto grau de enfolhamento,
fazer 3 aplicações na menor dose (0,25
L/ha), durante o período crítico da doença. A
Mancha-de- Cercospora primeira aplicação deve ser feita
0,25
olho-pardo caffeicola preventivamente em dezembro e, a partir
daí, em intervalos de 40 - 45 dias deve-se
repetir a segunda e a terceira aplicação.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo
da cultura. Acrescentar óleo metilado de soja
a 0,25 % v/v.
Para controle de Ferrugem-da-folha e Oídio,
Ferrugem-da- começar o monitoramento das doenças a
Puccinia hordei partir da fase de afilhamento. A aplicação
folha
deverá ser efetuada a partir dos primeiros
Terrestre sintomas das doenças. Continuar o
100 – 200 monitoramento da lavoura, observando as
Cevada 0,20 condições meteorológicas favoráveis para o
Aéreo bom desenvolvimento das doenças e caso
20 -40 necessário, realizar uma segunda aplicação
Blumeria 15 dias após a primeira. Realizar no máximo
Oídio graminis f. sp 2 aplicações por ciclo da cultura.
hordei Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 %
v/v.
Iniciar as aplicações de forma preventiva ou
no máximo no surgimento dos primeiros
sintomas de Mancha-de-alternaria. Realizar
Terrestre o monitoramento da cultura, observando as
100 – 150 condições meteorológicas favoráveis para o
Mancha-de- Alternaria
Girassol 0,25 bom desenvolvimento da doença e caso seja
alternaria helianthi
Aéreo necessário, realizar uma segunda aplicação
20 - 40 15 dias após a primeira. Realizar no máximo
2 aplicações por ciclo da cultura.
Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 %
v/v.
Ferrugem Puccinia
Realizar monitoramento periódico da área e
polissora polysora
iniciar as aplicações de maneira preventiva,
durante o estádio vegetativo do milho ou ao
se constatar os primeiros sintomas da
doença. Continuar o monitoramento da
Terrestre
lavoura e, em condições meteorológicas
Cercospora 100 – 200
Cercosporiose propícias ao reaparecimento da doença,
Milho zeae-maydis 0,20
realizar uma segunda aplicação com um
Aéreo
intervalo de 15 dias. Fazer no máximo 2
20 -40
aplicações por ciclo da cultura. Se forem
necessárias mais de duas aplicações, utilizar
fungicidas de mecanismo de ação diferente
Ferrugem- do POLESTAR. Acrescentar óleo metilado
Puccinia sorghi de soja a 0,25 % v/v.
comum
Para o controle de Antracnose,
Crestamento-foliar e Septoriose, realizar 2
Terrestre aplicações, ambas na fase reprodutiva da
70 – 150 cultura, sendo a primeira nos estádios R2 a
Microsphaera
Soja Oídio 0,15 R3 (floração até a formação das primeiras
difusa
Aéreo vagens) e a segunda aplicação no estádio
20 - 40 R5.1 (início de formação de grãos). Utilizar a
maior dose em condições de alta pressão
das doenças. O intervalo entre as aplicações
deverá ser de no máximo 15 dias. Para
controle de Ferrugem-asiática, realizar as
aplicações de forma preventiva entre os
estádios fenológicos R1 (início da floração) e
R6 (vagens com granação de 100 % e folhas
Crestamento- Cercospora
verdes), caso sejam subsequentes, respeitar
foliar kikuchii
o intervalo máximo de 14 dias entre as
aplicações. Realizar monitoramento e
acompanhamento constante da cultura,
observando a ocorrência de condições
meteorológicas favoráveis ao
desenvolvimento e progresso da doença.
Para garantir o controle efetivo da Ferrugem
Septoria
Septoriose asiática é necessária a adoção de um
glycines 0,15 – 0,20 Programa de Manejo, com aplicações
complementares as de POLESTAR,
rotacionando e/ou alternando os modos de
ação dos fungicidas, sejam eles de sítio
ação específico ou multissítio, respeitando
sempre as estratégias de manejo de
resistência do FRAC. Maiores informações
Ferrugem Phakopsora sobre um bom manejo da ferrugem asiática
asiática pachyrhizi devem ser observadas no item
“Recomendações sobre o Manejo da
Resistência”. Para o controle de Oídio, a
aplicação deverá ser efetuada quando forem
constatados os primeiros sintomas e repetir
caso necessário, dependendo das condições
meteorológicas e evolução da doença,
Colletotrichum respeitando-se o intervalo de no máximo 15
Antracnose dematium var. 0,20 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por
truncata ciclo da cultura. Acrescentar óleo metilado
de soja a 0,25 % v/v.
Para controle da Ferrugem-da-folha iniciar a
primeira aplicação de forma preventiva ou a
partir dos primeiros sintomas, até um
Ferrugem-da-
Puccina triticina máximo de 1% de incidência foliar. Observar
folha
as condições meteorológicas favoráveis ao
desenvolvimento da doença e caso
necessário realizar as demais aplicações
Terrestre com intervalos de no máximo 20 dias. Para
100 – 200 Mancha-amarela iniciar o monitoramento da
Trigo 0,25 doença a partir da fase de afilhamento. A
Mancha- Drechslera Aéreo primeira aplicação deve ser efetuada a partir
amarela tritici-repentis 20 - 40 dos primeiros sintomas da doença. Observar
as condições meteorológicas favoráveis ao
desenvolvimento da doença e caso
necessário realizar as demais aplicações
com intervalos entre 15-20 dias. Realizar no
Blumeria
máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
Oídio graminis f. sp.
Acrescentar óleo metilado de soja a 0,25 %
tritici
v/v.
p.c. = produto comercial
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo de calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra,
argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. O equipamento de pulverização a ser
utilizado para a aplicação de POLESTAR deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do
pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do POLESTAR, acrescentar óleo
metilado de soja na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com
água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para
manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de
aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Equipamento de aplicação: a boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso
do controle de doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do
equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida
devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas a ser utilizado.
- Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque
(jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para
o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem
deriva por movimentos não planejados pelo operador.
- Pulverizadores de Barra: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização
hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das
pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser
adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento
deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
- Pulverizadores Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi montado ou de
arrasto, dotado de bico do tipo cone vazio com espaçamento entre bicos determinado pelo fabricante. As pontas devem ser
direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não
seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre
grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador
deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a
melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir
espectro de gotas médias a grossas.
- Pulverização Aérea: Utilizar aeronaves agrícolas equipada com bicos rotativos ou barras com bicos hidráulicos de acordo
com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício dos
bicos, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição
de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam
de média a grossa. Recomenda-se o volume de 20-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e
largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
- Utilize bicos e pressão adequados para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de
média a grossa;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
- Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
- Para a aplicação aérea, a distância entre os bicos na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do
rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da
bordadura.
- Utilizar sempre empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) para realizar a aplicação
aérea.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30 °C, e com baixa umidade relativa do ar, umidade
relativa abaixo de 55%, ou com ventos acima de 10 km/hora ou abaixo de 3 km/h, principalmente quando essas condições
causem stress hídrico nas plantas e favoreçam à deriva da pulverização. Não aplicar o produto em temperaturas muito
baixas ou com previsão de geadas.
A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico Responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.
RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA EVITAR DERIVA
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de
água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização
(independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes
para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do
aplicador.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa
cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio
de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da
deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as
aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades
práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a
penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés
de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de
aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à
55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar,
formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões
térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas
nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã
seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões
térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de
fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for
rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão........................................................................................................................ 30 dias
Café.............................................................................................................................. 30 dias
Cevada......................................................................................................................... 30 dias
Girassol........................................................................................................................ 20 dias
Milho............................................................................................................................. 15 dias
Soja.............................................................................................................................. 30 dias
Trigo............................................................................................................................. 30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados
para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições
recomendadas.
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas
em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de
exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
- Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável
pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador,
importador ou a Bayer antes de aplicar este produto.
- É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para
culturas de exportação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM,
REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação.
Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de
animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças
e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2);
óculos de segurança com proteção lateral; e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última
aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o
produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições
climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em
contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando
por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico
classe P2 (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral;
touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do
período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do
término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última
aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos,
avental impermeável, botas, macacão hidrorrepelente, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula,
folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem
entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave
a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR POLESTAR
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Trifloxistrobina: Estrobilurina
Grupo químico Ciproconazol: Triazol
Etilenoglicol: Álcool
Classe toxicológica PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica
Trifloxistrobina: Cerca de 60% da dose administrada por via oral foi absorvida, baseada na
excreção urinária e biliar e nos resíduos teciduais após 48 horas. A extensão da absorção foi
influenciada pelo nível de dose e pelo sexo dos animais. Foi amplamente distribuída e não
apresentou potencial de acúmulo no organismo. Em 48 horas, entre 72-96% da dose
administrada foi eliminada, sendo a via biliar a principal via de eliminação, seguida da urinária.
Foi extensivamente biotransformada, principalmente por reações de hidrólise, O-desmetilação,
oxidação e conjugação.
Ciproconazol: Em ratos a absorção foi quase que completa (pelo menos 86%),
independentemente do nível de dose ou regime (intubação gástrica ou injeção na veia femural).
Os níveis mais elevados foram observados no fígado e no córtex adrenal, seguido da gordura
renal, rins e baço. Não houve nenhuma retenção especial de materiais derivados do composto
nos ratos e a dosagem múltipla não influenciou o padrão de distribuição (não houve acumulação
significativa). O Ciproconazol foi extensivamente metabolizado pelo rato, independente da rota ou
regime de dose e sexo do animal teste. As principais vias de metabolismo são as seguintes:
eliminação oxidativa do anel triazole, hidroxilações da cadeia lateral que possui o anel ciclopropil,
quebra oxidativa do anel cipropil e eliminação do anel lateral que possui o anel ciclopropil,
seguida por oxidação. Um total de cerca de 35 metabólitos foram detectados em ratos, entre os
Toxicocinética quais 13, de maior significância, foram isolados. O produto e/ou seus metabólitos foram
eliminados do sangue com uma meia-vida de eliminação de cerca de 30 horas e sem diferença
significativa das vias e regimes de dosagem. Após 168 horas da dosagem, a eliminação principal
ocorreu através da bile, em fezes (60 a 75%; sendo que 90% dessa quantidade dentro das
primeiras 24 horas) e urina (30 a 40%). Após 7 dias, os resíduos nos órgãos e tecidos foram
muito baixos e não houve retenção significativa do composto e/ou seus metabólitos nos ratos,
nas condições testadas.
Etilenoglicol: este produto não apresenta boa absorção cutânea. Da mesma forma, não é
esperada a sua evaporação, sendo o risco de intoxicação inalatória muito baixo. No entanto,
como todos os outros glicóis, é rapidamente absorvido, através da mucosa gástrica após a
ingestão oral. As concentrações máximas de álcool sérico são atingidas dentro de uma a duas
horas. O metabolismo em duas etapas via álcool desidrogenase (ADH) e aldeído desidrogenase
conduz à produção de espécies tóxicas. A eliminação de etilenoglicol na ausência de tratamento
parece seguir a cinética de primeira ordem, com uma semi-vida sérica estimada entre 3 e 9
horas. Se a oxidação hepática for inibida ("bloqueada") por um antagonista de álcool
desidrogenase, como etanol ou fomepizol, ocorrem várias alterações. Para o etilenoglicol, a
eliminação após a inibição de ADH torna-se quase inteiramente renal, com uma meia-vida de 17
a 20 horas (assumindo função renal normal).
Trifloxistrobina: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Ciproconazol: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Etilenoglicol: O metanol e o etilenoglicol são compostos relativamente não tóxicos e causam
principalmente a sedação do sistema nervoso central (SNC). No entanto, pode ocorrer uma
toxicidade elevada quando estes álcoois são oxidados (principalmente por álcool desidrogenase
e aldeído desidrogenase). Os metabolitos de etilenoglicol (glicolato, glioxilato e oxalato)
Toxicodinâmica acumulam-se após grandes ingestões. Acima dos níveis plasmáticos de aproximadamente 20
mg/dL (3 mmol/L de etilenoglicol), esses metabólitos podem causar danos específicos ao órgão
final, como o rim, levando a lesão renal aguda, com oligúria ou anúria reversível (insuficiência
renal aguda), que por sua vez retarda a eliminação do etilenoglicol. A insuficiência renal deve-se
principalmente ao dano induzido por glicolato aos túbulos, embora a obstrução dos túbulos dos
cristais de oxalato precipitados possa contribuir. A hipocalcemia em intoxicações por etilenoglicol
resulta da formação de oxalato de cálcio. A acidose metabólica provocada pela ingestão de
grandes quantidades de etilenoglicol aumenta a capacidade dos metabolitos tóxicos para
penetrar nas células, diminuindo ainda mais a função do SNC e causa uma piora no quadro de
hipoxia e acidose.
Produto Formulado:
Exposição oral: em estudo realizado por via oral com animais de experimentação (ratos) foi
observada redução da motilidade, andar descoordenado, bradpneia, diarreia e redução da
reatividade.
Sintomas e sinais Exposição inalatória: foram observados os seguintes sinais clínicos nos animais de
clínicos experimentação (ratos): estridor, bradipneia, dificuldade para respirar, secreção nasal (serosa),
incrustações vermelhas (nasal), moleza, motilidade reduzida, piloereção, falta de cuidados com os
pelos, fraqueza nos membros traseiros, respiração ruidosa e hipotermia.
Exposição dérmica: o produto causou palidez, dificuldade para respirar e piloereção em animais
de experimentação (porquinhos da Índia).
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção
das funções vitais. Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e
sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas,
botas e avental impermeáveis. As medidas iniciais deverão verificar a existência de risco
eminente de vida e procurar contorná-lo. Deverão ser mantidas as condições respiratórias do
paciente através da permeabilidade das vias aéreas (aspiração de secreções), a oferta de ar de
boa qualidade, em ambiente ventilado e a realização de respiração artificial quando necessário,
desde o boca a boca a utilização de ventilação assistida ao nível hospitalar. As condições
circulatórias devem ter atenção no combate a quadros de hipotensão e choque. O paciente deve
Tratamento ser mantido, com os membros inferiores elevados, aquecido e com a utilização hospitalar de
vasopressores, se necessário. Eventuais convulsões exigem medidas como proteger o paciente
de lesões traumáticas, mantê-lo com vias aéreas permeáveis, a administração de medicamentos
anticonvulsivantes por via endovenosa deve ser indicação do médico. O esvaziamento gástrico
irá diminuir a absorção do produto em caso de ingestão. Não induzir o vômito. Poderá ser
realizado através de lavagem gástrica até uma hora após a exposição e dependendo da
severidade do quadro clínico na maioria dos casos a lavagem gástrica não é necessária. O
material proveniente destas manobras deverá ser colhido para eventuais diagnósticos
laboratoriais. O carvão ativado pode ser utilizado para diminuir a absorção do produto ainda
presente no trato digestivo. O aumento da excreção do produto já absorvido poderá ser efetivado
através de medidas que resultem em aumento da diurese, porém se forem observados distúrbios
hidroeletrolíticos, esses deverão ser corrigidos com prioridade, bem como os distúrbios
acidobásicos.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos das
Não são conhecidos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue
para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
ATENÇÃO Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no
Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
Endereço Eletrônico da Empresa: www.rainbowagro.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética e Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinado nas condições do teste
Irritação/Corrosão cutânea (in vitro): Não Irritante. A irritação da pele é expressa como a capacidade do item de teste de
reduzir a viabilidade celular após exposição ao item de teste. A viabilidade média relativa do tecido obtido após 15 minutos
de tratamento com o item de teste foi comparada com os tecidos de controle negativo. O Ciproconazol 160G/L +
Trifloxistrobina 375G/L SC não é irritante neste teste de irritação cutânea in vitro usando Epiderme Humana Reconstruída
nas condições de teste empregadas.
Irritação ocular (in vivo): Não irritante. O item de teste Ciproconazol 160 G/L + Trifloxistrobina 375 /L SC exibiu uma
pontuação IVIS de 2,407. De acordo com o padrão de pontuação UN GHS, os compostos com pontuação IVIS ≤ 3 são
classificados como Sem Categoria.
Sensibilização Dérmica: Não Sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem
no teste do micronúcleo in vitro.
Efeitos crônicos:
Trifloxistrobina: Nos estudos em longo prazo conduzidos com ratos, camundongos e cães, o fígado e os rins foram os
principais órgãos-alvo identificados. Não apresentou nenhuma evidência de possuir potencial carcinogênico, assim como,
não apresentou potencial mutagênico nos estudos conduzidos in vitro e in vivo. Não foi considerado teratogênico nos estudos
conduzidos em ratos e coelhos. Alguns efeitos adversos para a prole foram observados nos estudos de toxicidade para a
reprodução e para o desenvolvimento, porém, estes ocorreram sempre na presença de toxicidade materna e doses seguras
de exposição foram estabelecidas. Não foram observados efeitos neurotóxicos específicos nos estudos de neurotoxicidade
conduzidos em ratos.
Ciproconazol: Em estudo crônico de 1 ano com cães, foi observada redução no ganho de peso corpóreo nos cães machos
na dose máxima do estudo de 350 ppm. Em adição, alterações químicas de depressão dos níveis de colesterol e
triglicerídeos, redução na albumina e elevação dos níveis de enzimas do fígado indicaram uma leve hepatotoxicidade
relacionados ao tratamento com o Ciproconazol. Algumas alterações histopatológicas do fígado foram relatadas nos níveis
de 100 e 350 ppm. Essas alterações, no entanto, representam uma adaptação fisiológica reversível, sem relevância
toxicológica. Em estudos de 2 anos com ratos, foi observada redução no ganho de peso corpóreo na dose de 350 ppm.
Foram observados efeitos no fígado, onde houve um aumento na incidência de gordura e hipertrofia hepática. Não houve
evidência de efeito no sistema endócrino. O nível sem efeito observado em cães foi de 30 ppm na dieta equivalente a um
consumo de 1 mg/kg de peso corpóreo. O nível sem efeito observado em ratos foi de 20 ppm na dieta, equivalente a um
consumo de 1 mg/kg de peso corpóreo. Nestas doses ou em doses menores, não foram observados efeitos dos ingredientes
ativos nos animais testados.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(x) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos).
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de
povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação
da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA - telefone
de Emergência: (11) 3526-3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, colsunte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um
recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções
do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção
Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual)
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o
jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa,
em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local aberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no
manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO
- O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data de compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário do
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.