Plethora BR
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Inseticida
indoxacarbe (oxadiazina) (240 g/L) + novalurom (benzoiluréia) (80 g/L)
Informações
Número de Registro
08920
Marca Comercial
Plethora BR
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
indoxacarbe (oxadiazina) (240 g/L) + novalurom (benzoiluréia) (80 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Contato e Ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Chrysodeixis includens
Falso medidor
Algodão
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Amendoim
Stegasta bosquella
Lagarta-do-pescoço-vermelho
Aveia
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Açaí
Brassolis sophorae
Lagarta-das-palmeiras ; Lagarta-do-coqueiro
Açaí
Opsiphanes invirae
Lagarta-desfolhadora ; Lagarta-verde-do-coqueiro
Batata
Lyriomyza huidobrensis
Larva-minadora; Mosca-minadora
Batata-doce
Megastes pusialis
Broca-do-colo
Beterraba
Plutella xylostella
Traça-das-crucíferas
Brócolis
Ascia monuste orseis
Curuquerê-da-couve; Lagarta-da-couve
Café
Hypothenemus hampei
Broca-do-café
Café
Leucoptera coffeella
Bicho-mineiro-do-café; Larva-minadora
Cana-de-açúcar
Diatraea saccharalis
Broca-da-cana; Broca-do-colmo
Canola
Plutella xylostella
Traça-das-crucíferas
Castanha-do-pará
Brassolis sophorae
Lagarta-das-palmeiras;Lagarta-do-coqueiro
Cenoura
Chrysodeixis includens
Lagarta-falsa-medideira
Centeio
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Cevada
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Coco
Brassolis sophorae
Lagarta-das-palmeiras; Lagarta-do-coqueiro
Couve-flor
Plutella xylostella
Traça-das-crucíferas
Dendê
Brassolis sophorae
Lagarta-das-palmáceas
Dendê
Opsiphanes invirae
Lagarta-desfolhadora
Feijão
Helicoverpa armigera
Lagarta
Gergelim
Antigastra catalaunalis
Lagarta-enroladeira
Girassol
Chlosyine lacinia saundersii
Lagarta-do-girassol; Lagarta-preta-das-folhas
Linhaça
Chrysodeixis includens
Falso medidor
Macaúba
Brassolis sophorae
Borboleta do Coqueiro; Lagarta-das-palmeiras; Mandruvá
Macaúba
Opsiphanes invirae
Lagarta do coco; Lagarta do coqueiro; Lagarta-desfolhadora
Mandioca
Erinnyis ello
Gervão; Mandarová
Mandioquinha-salsa
Lyriomyza huidobrensis
Mosca-minadora
Maçã
Grapholita molesta
Mariposa-oriental
Melancia
Diaphania nitidalis
Broca-da-aboboreira; Broca-das-cucurbitáceas
Melão
Diaphania nitidalis
Broca-da-aboboreira; Broca-das-cucurbitáceas
Milheto
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Pinhão
Brassolis sophorae
Lagarta-das-palmeiras ; Lagarta-do-coqueiro
Pinhão
Opsiphanes invirae
lagarta-do-coqueiro; lagarta-desfolhadora-das-palmeiras; lagarta-do-coco
Pupunha
Brassolis sophorae
Lagarta das Palmeiras
Pupunha
Opsiphanes invirae
lagarta-desfolhadora-das-palmeiras; lagarta-do-coco; lagarta-do-coqueiro
Rabanete
Lyriomyza huidobrensis
Mosca-Minadora
Repolho
Plutella xylostella
Traça-das-crucíferas
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Crysodeixis includens
Lagarta-falsa-medideira
Soja
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Soja
Rachiplusia nu
Lagarta-falsa-medideira; Lagarta-mede-palmo
Soja
Spodoptera eridania
Lagarta-das-folhas; Lagarta-das-vagens
Sorgo
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Tomate
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Tomate
Tuta absoluta
Traça-do-tomateiro
Trigo
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Trigo
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Triticale
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Conteúdo da Bula
PLETHORA BR®
Inseticida
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 08920.
COMPOSIÇÃO:
Methyl(S)-N-[7-chloro-2,3,4a,5-tetrahydro-4a-(methoxycarbonyl) indeno[1,2-e][1,3,4]oxadiazin-2-ylcarbonyl]-
4'-(trifluoromethoxy)carbanilate(INDOXACARBE)…..........................….…………........ 240,0 g/L (24,00% m/v)
(RS)-1-[3-chloro-4-(1,1,2-trifluoro-2-trifluoromethoxyethoxy)phenyl]-3-(2,6-difluor
benzoyl)urea (NOVALUROM) ........................................................................................... 80,0 g/L (8,00% m/v)
Outros Ingredientes....................................................................................................... 845,3 g/L (84,53% m/v)
GRUPO 22A INSETICIDA
GRUPO 15 INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida sistêmico com ação de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Indoxacarbe: Oxadiazina
Novalurom: Benzoiluréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000 CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual: 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
INDOXACARBE TÉCNICO ADA – REGISTRO MAPA nº 27119.
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot-Hovav, Eco-Industrial Park, Beer Sheva – Israel
GHARDA CHEMICAL LIMITED
D-1/2, M.I.D.C. Lote Parshuram, Dist. Ratnagiri, 415722, Taluka Khed, Maharashtra – Índia
PUNJAB CHEMICALS AND & CROP PROTECTION LTD. LIMITED.
Milestone Mile Stone-18, Ambala-Kalka Amba Kala Rd Road, Village & PO. Bhankharpur, Derabassi, Dist.
S.A.S. Nagar, Mohali, Punjab – India
INDOXACARBE TÉCNICO ADAMA – REGISTRO MAPA nº 24019.
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot-Hovav, Eco-Industrial Park, Beer Sheva – Israel.
SHANDONG JINGBO AGROCHEMICALS TECHNOLOGY CO. LTD.
Economic Development Zone, Boxing County, 256500, Binzhou City, Shandong Province – China
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INDOXACARBE TÉCNICO ADAMA BR – REGISTRO MAPA nº 41919.
SHANDONG JINGBO AGROCHEMICALS TECHNOLOGY CO. LTD.
Economic Development Zone, Boxing County, 256500, Binzhou City, Shandong Province – China
INDOXACARB TÉCNICO – REGISTRO MAPA nº 02100.
FMC CORPORATION
U.S. Highway 43 North, Axis, Alabama, 36505 – EUA
INDOXACARBE TÉCNICO 900 – REGISTRO MAPA nº 07613.
FMC CORPORATION
U.S. Highway 43 North, Axis, Alabama, 36505 – EUA
JIANGSU JIANNONG ABA AGROCHEMICAL CO. LTD.
Huanghai Road, Yanhai Industrial Park, 224351, Binhai, Jiangsu – China
INDOXACARBE TÉCNICO RAINBOW – REGISTRO MAPA nº TC 09221.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong Province - China
RIMON AGRICUR TÉCNICO – REGISTRO MAPA nº 03800.
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot-Hovav, Eco-Industrial Park, Beer Sheva – Israel
FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP 86031-610 – Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 Registro Estadual no 003263 – ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A
Avenida Júlio de Castilhos, 2085, – CEP 95860-000 – Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot-Hovav, Eco-Industrial Park, Beer Sheva – Israel
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA– MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
O PLETHORA BR® é um inseticida sistêmico com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle
de pragas nas culturas de açaí, algodão, amendoim, aveia, batata, batata-doce, beterraba, brócolis, café,
cana-de-açúcar, canola, castanha-do-pará, cenoura, centeio, cevada, coco, couve-flor, dendê, feijão,
gergelim, girassol, linhaça, macaúba, maçã, mandioca, mandioquinha-salsa, melão, melancia, milheto, milho,
pinhão, pupunha, rabanete, repolho, soja, sorgo, tomate envarado e tomate rasteiro para fins industriais, trigo
e triticale.
CULTURA, ALVO, DOSE, CALDA, MODALIDADE, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO DE APLICAÇÕES:
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
aplicação
Lagarta-da-maçã Heliothis virescens
Spodoptera Terrestre: Máximo de 3
Lagarta-das-vagens 150 L/ha aplicações com
eridania 200 a 300
Algodão Lagarta-falsa- Chrysodeixis intervalo de 7-
mL/ha Aérea:
medideira includens 10 dias por
7 a 40 L/ha ciclo da cultura.
Helicoverpa
Lagarta-helicoverpa
armigera
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar PLETHORA BR® no início da infestação com no máximo 10% de plantas com lagartas pequenas. Usar
dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de
desenvolvimento.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Terrestre: Máximo de 3
150 L/ha aplicações com
Lagarta-Pescoço- Stegasta 200 a 300
Amendoim intervalo de 7
Vermelho bosqueella mL/ha Aérea: dias por ciclo
7 a 40 L/ha da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar PLETHORA BR® no início da infestação. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando
as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Terrestre: Máximo de 3
Aveia
150 L/ha aplicações com
Centeio 100 a 150
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax intervalo de 7
Cevada mL/ha Aérea: dias por ciclo
Triticale 7 a 40 L/ha da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Terrestre: Máximo de 3
500 L/ha aplicações com
Lyriomyza 200 a 300
Batata Mosca-minadora Aérea: intervalo de 7
huidobrensis mL/ha
7 a 40 dias por ciclo da
L/ha cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar PLETHORA BR® no aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Usar dose maior em condições
de alta infestação de adultos ou quando houver presença de folhas minadas.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume
Cultura Dose intervalo de
Nome Comum Nome Científico de Calda
aplicação
Açaí
Castanha-do- Lagarta-do-coqueiro Brassolis sophorae Máximo de 2
pará 15 a 20 Terrestre: aplicações com
Dendê mL/100 L 1000 intervalo de 15
Macaúba de água L/ha dias por ciclo da
Pinhão Lagarta-desfolhadora Opsiphanes invirae cultura.
Pupunha
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Máximo de 3
aplicações com
200 a 300 Terrestre:
Batata-doce Broca-do-colo Megastes pusialis intervalo de 7
mL/ha 500 L/ha
dias por ciclo
da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Máximo de 3
aplicações com
Terrestre:
Beterraba Traça-das-crucíferas Plutella xylostella 200 a 300 intervalo de 7
500 L/ha
mL/ha dias por ciclo
da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Máximo de 3
15 a 30 aplicações com
Ascia monuste Terrestre:
Brócolis Curuquerê-da-couve mL/100 L intervalo de 7
orseis 800 L/ha
de água dias por ciclo
da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
aplicação
Terrestre: Máximo de 2
400 L/ha aplicações com
Leucoptera 300 a 400
Bicho-mineiro intervalo de 30
coffeella mL/ha
Aérea: a 45 dias por
7 a 40 L/ha ciclo da cultura.
Terrestre:
400 L/ha
Café + 0,25%
v/v óleo Máximo de 3
vegetal aplicações com
Hypothenemus 500 a 700
Broca-do-café intervalo de 20
hampei mL/ha
Aérea: a 30 dias por
7 a 40 L/ha ciclo da cultura.
+ 0,25% v/v
óleo
vegetal
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Para:
• Leucoptera coffeella: Aplicar PLETHORA BR® quando observado o início da ocorrência da praga na
cultura ou for constatado os primeiros danos (até 3% de folhas do cafeeiro atacadas com larvas vivas).
Usar a menor dose em condições de baixa infestação ou em áreas com menor pressão e histórico da
praga.
• Hypothenemus hampei: Realizar a aplicação com PLETHORA BR® no início da formação de grãos
ou início da ocorrência da praga na cultura, devendo ser reaplicado conforme a necessidade,
respeitando o intervalo de segurança. Usar a menor dose em condições de baixa infestação ou em
áreas com menor pressão e histórico da praga.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Terrestre: Máximo de 2
150 L/ha aplicações com
200 a 300
Cana-de-açúcar Broca-da-cana Diatraea saccharalis intervalo de 30
mL/ha
Aérea: dias por ciclo
7 a 40 L/ha da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® quando encontrar 1% dos colmos
com presença de lagartas vivas de primeiro instar, antes da penetração nos colmos. A maior dose deverá ser
aplicada em condições de alta infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Terrestre: Máximo de 3
150 L/ha aplicações com
200 a 300
Canola Traça-das-crucíferas Plutella xylostella intervalo de 7
mL/ha
Aérea: dias por ciclo
7 a 40 L/ha da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Realizar a aplicação com PLETHORA BR® no início da infestação. Usar dose maior em condições de alta
infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
aplicação
Máximo de 3
aplicações
Lagarta-falsa- Chrysodeixis 200 a 300 Terrestre: com intervalo
Cenoura
medideira includens mL/ha 500 L/ha de 7 dias por
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Máximo de 2
aplicações
15 a 20
Terrestre: com intervalo
Coco Lagarta-do-coqueiro Brassolis sophorae mL/100 L
1000 L/ha de 15 dias por
de água
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Máximo de 3
aplicações
15 a 30
Couve-flor Terrestre: com intervalo
Traça-das-crucíferas Plutella xylostella mL/100 L
Repolho 800 L/ha de 7 dias por
de água
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Máximo de 3
Terrestre:
aplicações z
150 L/ha
Helicoverpa 200 a 300 com intervalo
Feijão Lagarta-helicoverpa
armígera mL/ha de 7 dias por
Aérea:
ciclo da
7 a 40 L/ha
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Realizar a aplicação com PLETHORA BR® no início da infestação. Usar dose maior em condições de alta
infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
aplicação
Máximo de 3
aplicações
Antigastra 200 a 300 Terrestre: com intervalo
Gergelim Lagarta-enroladeira
catalaunali mL/ha 150 L/ha de 7 dias por
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros danos.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Terrestre: Máximo de 3
150 L/ha aplicações
Chlosyne lacinia 200 a 300
Girassol Lagarta-do-girassol com intervalo
saundersii mL/ha
Aérea: de 7 dias por
7 a 40 L/ha ciclo da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros danos.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Máximo de 3
aplicações
Chrysodeixis 200 a 300 Terrestre: com intervalo
Linhaça Lagarta-falsa-medideira
includens mL/ha 150 L/ha de 7 dias por
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros danos. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já
estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Máximo de 3
aplicações
Mandioquinha-
Lyriomyza 200 a 300 Terrestre: com intervalo
salsa Mosca-minadora
huidobrensis mL/ha 500 L/ha de 7 dias por
Rabanete
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar PLETHORA BR® no aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Usar dose maior em condições
de alta infestação de adultos ou quando houver presença de folhas minadas.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Máximo de 3
aplicações
40 a 60
Terrestre: com intervalo
Maçã Mariposa-oriental Grapholita molesta mL/100 L
1000 L/ha de 15 dias por
de água
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Usar dose maior em condições de alta infestação.
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O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume
Cultura Dose intervalo de
Nome Comum Nome Científico de Calda
aplicação
Máximo de 3
aplicações com
200 a 300 Terrestre:
Mandioca Mandarová Erinnys ello intervalo de 7
mL/ha 500 L/ha
dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Máximo de 3
10 a 15 Terrestre: aplicações com
Melancia Broca-das-
Diaphania nitidalis mL/100 L 500 a 1000 intervalo de 10
Melão cucurbitáceas
de água L/ha dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Terrestre: Máximo de 2
150 L/ha aplicações com
Spodoptera 200 a 300
Milheto Lagarta-do-cartucho intervalo de 7
frugiperda mL/ha
Aérea: dias por ciclo da
7 a 40 L/ha cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros danos. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação ou
quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente no período vegetativo, antes do florescimento.
Terrestre: Máximo de 2
150 L/ha aplicações com
Spodoptera 200 a 300
Milho Lagarta-do-cartucho intervalo de 7
frugiperda mL/ha
Aérea: dias por ciclo da
7 a 40 L/ha cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação no início da infestação e aparecimento dos primeiros
danos. Aplicar PLETHORA BR® antes das lagartas penetrarem no cartucho, quando até 10% das plantas
apresentarem o sintoma de folha raspada. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação
ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente no período vegetativo, antes do florescimento.
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
aplicação
Anticarsia
Lagarta-da-soja
gemmatalis
Spodoptera Máximo de 2
Lagarta-das-vagens Terrestre:
eridania aplicações
150 L/ha
Chrysodeixis 200 a 300 com intervalo
Soja Lagarta-falsa-medideira
includens mL/ha de 10 a 15 dias
Aérea:
por ciclo da
Lagarta-falsa- medideira Rachiplusia nu 7 a 40 L/ha
cultura.
Helicoverpa
Lagarta-helicoverpa
armigera
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Para:
• Anticarsia gemmatalis; Spodoptera eridania; Chrysodeixis includens; Rachiplusia nu:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação com PLETHORA BR® quando as lagartas
estão nos primeiros estágios de desenvolvimento. Usar dose maior em condições de alta infestação
ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento.
• Helicoverpa armigera: Recomenda-se o monitoramento da cultura, observando sua ocorrência nos
trifólios, na fase inicial da cultura e quando estiver na fase reprodutiva, realizar a amostragem com
auxílio do pano de batida. Realizar a aplicação com PLETHORA BR® no início da infestação. Usar
dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais
avançado de desenvolvimento.
Durante o florescimento (fase R1 a R3), o PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor
atividade de visitação e forrageamento das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Terrestre: Máximo de 2
150 L/ha aplicações
200 a 300
Sorgo Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda com intervalo
mL/ha
Aérea: de 7 dias por
7 a 40 L/ha ciclo da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros danos. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação ou
quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente no período vegetativo, antes do florescimento.
Broca-pequena-do- Neoleucinodes Máximo de 3
tomateiro elegantalis 20 Terrestre: aplicações
mL/100 L 500 a 1000 com intervalo
Helicoverpa de água L/ha de 7 dias por
Lagarta helicoverpa
Tomate armigera ciclo da cultura.
envarado Máximo de 5
Terrestre:
20 aplicações
500 a 1000
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta mL/100 L com intervalo
L/ha
de água de 7 dias por
ciclo da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação. Reaplicar de acordo com a reinfestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
aplicação
Máximo de 3
aplicações
Broca-pequena-do- Neoleucinodes Terrestre:
0,2 L/ha com intervalo
tomateiro elegantalis 400 L/ha
Tomate de 7 dias por
rasteiro para ciclo da cultura.
fins Helicoverpa Máximo de 5
industriais Lagarta helicoverpa aplicações
armigera Terrestre:
0,2 L/ha com intervalo
400 L/ha
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta de 7 dias por
ciclo da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação. Reaplicar de acordo com a reinfestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
Spodoptera 200 Terrestre: Máximo de 3
Lagarta-do-cartucho 150 L/ha aplicações
frugiperda mL/ha
Trigo com intervalo
100 a 150 Aérea: de 7 dias por
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax
mL/ha 7 a 40 L/ha ciclo da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e
aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta
infestação.
O PLETHORA BR® deve ser aplicado somente nos horários de menor atividade de visitação e forrageamento
das abelhas, preferencialmente no final da tarde ou à noite.
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do inseticida PLETHORA BR® poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
O produto PLETHORA BR® pode ser aplicado com pulverizador costal, pulverizador tratorizado com barra e
autopropelido. Somente aplique o produto PLETHORA BR® com equipamentos de aplicação tecnicamente
adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante
do equipamento e do responsável técnico pela aplicação.
Para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do equipamento
operacional e da aplicação, como os ângulos de formação de jato em função do espaçamento entre pontas
da barra de pulverização, também o formato do jato, vazão de líquido e espectro de gotas, além das
características do alvo, da cobertura desejada e das recomendações técnicas da bula e do fabricante do
equipamento. Observe as prescrições conforme a receita agronômica e utilize equipamentos adequados que
proporcionem redução da possibilidade de deriva.
Para redução do risco de deriva recomenda-se a utilização de pontas de pulverização com tecnologia de
indução de ar, capazes de gerar gotas finas a médias.
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APLICAÇÃO AÉREA:
SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE TRIPULADA:
Deve ser aplicado através de aeronaves agrícolas com uso aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária
– MAPA.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa
modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de
Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança
relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva,
modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições
climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações
aeroagrícolas.
Para aplicação de PLETHORA BR®, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura
do alvo desejado e técnicas de redução de deriva, como também o ajuste do ângulo dos bicos em direção ao
voo, evitando a quebra secundaria das gotas, conforme abaixo:
- Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento,
isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação. Atentar-se
aos vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar
a ocorrência desse problema e ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo.
- Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área alvo, em
especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas,
em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2
e 4 metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
- Pontas de pulverização: Recomenda-se que seja obtida através da combinação correta do tamanho de gotas
e vazão por meio dos catálogos e tabelas das fabricantes, de acordo com as características operacionais de
cada aplicação.
- Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. A faixa de deposição efetiva é uma característica específica
para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação.
Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar
uma boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da
calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
- Taxa de aplicação: Recomenda-se que seja utilizado volume de calda para que resulte em uma cobertura
adequada do alvo desejado para a obtenção de uma boa eficácia do produto.
- Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis.
- Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva,
monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
- Densidade de gotas: Varia de acordo com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
As configurações de cada aeronave e aplicação são variáveis de acordo com o modelo, condições
meteorológicas, como o comportamento dinâmico do ar em volta da aeronave, que é influenciado pela
velocidade do voo, assim para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características
técnicas do equipamento operacional, da aplicação e das recomendações técnicas da bula.
Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de
executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas operacionais e de
segurança referentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável
(CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação de PLETHORA BR®.
SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE REMOTAMENTE PILOTADA – ARP DRONE
Considerar os parâmetros operacionais recomendados no tópico SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM
AERONAVE TRIPULADA.
Os equipamentos de aplicação devem estar em boas condições e serem registrados, tendo o operador licença
para operação de aeronave agrícola remotamente pilotada, recomenda-se a averiguação da documentação
e do equipamento antes da aplicação. É recomendado o uso de pontas hidráulicas ou discos de acordo com
a recomendação do fabricante.
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A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa
modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, configurações e sinais de
telemetria, inspeção do pulverizador, calibração e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação,
como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado,
modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do
produto.
Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e
sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas,
bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para
abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras
áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam
áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância
constantes na recomendação do produto a ser aplicado.
Em caso de dúvidas, verifique as normas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), do Departamento
de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Agência Nacional
de Telecomunicações (ANATEL).
CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das pontas, assim
determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no tanque, como também
ajustar os componentes da máquina às características da cultura e produtos a serem utilizados. Em caso de
não calibração e regulagem, ou má realização desse processo, pode ocorrer perdas significativas do produto
e eficiência.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida,
adicionar PLETHORA BR® e o adjuvante quando necessário nas doses recomendadas, completando o
tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em
seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto PLETHORA BR®, pois pode haver
risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto PLETHORA BR®, devido ao
potencial de deriva pelo movimento do ar.
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação,
o relevo, à altura da barra, a cultura e, especialmente, as condições climáticas (temperatura, umidade relativa
do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser considerados para reduzir a
possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar todos estes fatores para tomar a
decisão de quando aplicar o produto.
LIMPEZA DE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com PLETHORA BR®. Esta
etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros produtos,
ocorrendo contaminação cruzada. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de áreas
vizinhas, caso ocorra deriva de gotas pelo vento.
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Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para realização
correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico.
Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira lavagem retirar
o máximo de resíduos, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e limpeza dos filtros e a terceira
lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos para limpeza de tanque, após prosseguir
com o enxague seguindo a recomendação do fabricante.
Recomenda-se, diariamente, após a utilização do pulverizador proceder a extração/retirada de toda a calda
remanescente do produto de dentro do equipamento de aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Algodão 93 dias
Amendoim, Canola, Feijão, Gergelim,
21 dias
Girassol e Linhaça
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e
14 dias
Triticale
Batata, Batata-doce, Beterraba, Cana-
de-açúcar, Cenoura, Maçã, Mandioca,
Mandioquinha-salsa e Rabanete, 7 dias
Tomate envarado para fins industriais e
Tomate rasteiro
Brócolis, Couve-flor, Melancia, Melão e
3 dias
Repolho
Café 28 dias
Açaí, Castanha-do-pará, Dendê, Coco,
10 dias
Macaúba, Pinhão e Pupunha
Milheto, Milho e Sorgo 83 dias
Soja 53 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO 22A INSETICIDA
GRUPO 15 INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida PLETHORA BR pertence ao Grupo 22A – bloqueadores de canais de sódio dependentes da
voltagem e Grupo 15 – Inibidores da biossíntese de quitina. O uso repetido deste inseticida ou de outro produto
do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do PLETHORA BR como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução
da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 22A e 15. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar PLETHORA BR®, ou outro produto dos mesmos grupos químicos somente dentro de um
“intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de PLETHORA BR®, podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do PLETHORA BR®, o período total de exposição a inseticidas do grupo químico dos
Oxadiazina, Benzoilureia não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do PLETHORA BR®, ou outros produtos dos
Grupos 22A e 15, quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para
o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas,
época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visam o
melhor equilíbrio do sistema.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS :
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos, e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas de borracha, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico
contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
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- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Pode ser nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
• Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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- INTOXICAÇÕES POR PLETHORA BR® -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Indoxacarbe: Oxadiazina
Grupo químico
Novalurom: Benzoiluréia
Classe Toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, Inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética Indoxacarbe:
Em ratos, a substância foi extensamente (69-81%), embora lentamente absorvida
pelo trato gastrointestinal após administração oral de 5 mg/kg p.c. Na dose de
150 mg/kg p.c. apenas 8-14% foi absorvida, indicando uma cinética de saturação.
As diferenças no pico de concentração plasmática entre machos (5 horas na
menor e 3 horas na maior dose) e fêmeas (8 e 27 horas, respectivamente)
indicam que estas metabolizam o indoxacarbe mais lentamente.
A substância foi amplamente biotransformada, com o metabólito arilamina 4-
trifluorometoxianilina encontrado na urina e nos eritrócitos. Nas fezes foram
encontrados metabólitos formados principalmente pela hidrólise do grupo
carboximetil da porção trifluorometoxifenil e hidroxilação na posição benzílica.
Houve um acúmulo de metabólitos no tecido adiposo e nos eritrócitos,
principalmente em fêmeas que apresentaram uma carga corpórea duas vezes
maior do metabólito IN-JT333 em relação aos machos.
A eliminação foi lenta, provavelmente causada pelo acúmulo de metabólitos, com
a meia-vida plasmática variando entre 92 e 114 horas em machos e fêmeas,
respectivamente. As excreções urinárias e fecais ocorreram de maneira
equilibrada na menor dose, 37-55% pela urina e 27-44% pelas fezes, enquanto
na maior dose foi de 13-20% pela urina e de 65-78% pelas fezes.
Novalurom:
Em estudos em animais de laboratório foi administrado Novalurom por via oral e
observou-se pouca absorção. Não é metabolizado facilmente e é bioacumulado
especialmente no tecido adiposo, devido a sua propriedade lipofílica, e em menor
proporção no fígado, bile, rins, pâncreas e nódulos linfáticos, principalmente em
sua forma inalterada. Com baixo metabolismo da substância, é excretado em sua
forma inalterada, lentamente pelas fezes e urina, permanecendo no corpo. Após
72 hrs da dose administrada, cerca da metade da sua concentração é encontrada
no plasma, sangue e tecidos. A principal via metabólica observada em ratos, após
administração oral foi a hidrólise da ligação amida entre o anel clorofenil e o anel
difluorofenil.
Toxicodinâmica Indoxacarbe: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos. O
indoxacarbe é um bloqueador dos canais neuronais de sódio em insetos. Em
roedores, evidências de neurotoxicidade ocorreram apenas em doses agudas
altas, nas quais também foram observados sinais de toxicidade sistêmica. O
camundongo foi a espécie mais sensível para os efeitos de neurotoxicidade, que
foram observados também em estudos de toxicidade repetida. Em ratos e cães
foram observadas alterações hematológicas e efeitos secundários a essas
alterações no fígado, baço e medula óssea. Estes efeitos podem estar
relacionados a ligação seletiva do metabólito IN-JT333 aos eritrócitos.
Novalurom:
Observou-se através de estudos realizados em animais de laboratório, que a
ação do Novalurom ocorre nos eritrócitos maduros (hemácias), , porém não se
sabe exatamente o mecanismo de ação da substância sobre estas células, sendo
muito provável que o dano oxidativo seja a principal causa, evidente pela
presença da metahemoglobina. A fim de compensar a perda das células na
circulação, o organismo inicia a hematopoese, especialmente nos ossos, baço e
fígado. Mas esta ação oxidativa é reversível e de pouca significância toxicológica.
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Sintomas e Sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Em estudos com animais de experimentação, a aplicação do produto não
provocou irritação dérmica e ocular. Adicionalmente, não apresentou potencial de
sensibilização cutânea.
Indoxacarbe:
Não são conhecidos sintomas específicos em humanos. Com base em estudos
conduzidos em animais, a substância pode ser nociva se ingerida ou inalada,
também pode provocar sensibilização dérmica em indivíduos susceptíveis.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação e/ou
sensibilização caracterizada por eritemas (vermelhidão), descamação e erupções
cutâneas.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos. Em animais de experimentação, a exposição repetida pela
via oral provocou anemia hemolítica regenerativa.
Novalurom:
Os inseticidas da classe benzoil ureia não são conhecidos por risco toxicológico
a indivíduos saudáveis. A maioria dos casos de exposição humana ocorre via
dérmica ou inalatória resultantes de contato decorrente da aplicação ou
manipulação da substância.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
Realizar a dosagem de metahemoglobina em pacientes com cianose.
Tratamento ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido.
Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para
manutenção das funções vitais.
Em caso de metemoglobinemia sintomática (geralmente em concentrações
acima de 20 e 30%), tratar com azul de metileno e oxigenoterapia.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Avaliar estado de consciência.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para
manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
necessária ventilação pulmonar assistida.
Medidas de Descontaminação e tratamento:
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade
potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
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- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
de intoxicação por indoxacarbe ou novalurom. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de
carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg
(menos de 1 ano de idade).
Exposição inalatória: remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto
a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar,
bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme
necessário.
Exposição dérmica: remover as roupas e acessórios contaminados e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios),
unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a
irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
Exposição ocular: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou
soro fisiológico à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação,
dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS:
• EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
(Ambu) para realizar o procedimento.
Usar Equipamentos de Proteção Individual durante atendimento, como: luvas,
avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o
agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração de resíduo
gástrico e pneumonite química.
Caso ocorra vômito espontâneo, manter a cabeça do paciente abaixo do nível
dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
aspiração do conteúdo gástrico.
Não são conhecidos efeitos da interação química entre o indoxacarbe e
Efeitos das novalurom em humanos ou animais, entretanto ambas as substâncias possuem
interações químicas o mesmo mecanismo provável de toxicidade que é a reação oxidativa de
metabólitos com eritrócitos, resultando em um quadro de anemia.
• Ligue para o Disque – Intoxicação: 0800-722 6001, para notificar o
caso e obter informações especializadas sobre Diagnóstico e
Tratamento - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
• As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
ATENÇÃO Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no
Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência ADAMA BRASIL S/A: 0800-200 2345
(43) 3371-9330 Fax: (43) 3371-9017
https://www.adama.com/brasil/pt/contato
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
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EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 1,042 mg/L/4h
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: não foram observados sinais de irritação dérmica. Nas condições
de teste, o produto foi classificado como não irritante.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos de coelhos produziu hiperemia em 3/3
dos animais tratados, com reversibilidade de todas as reações oculares em 72 horas. Nas condições de teste,
o produto foi classificado como não irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS:
Indoxacarbe:
Com base em estudos crônicos realizados em laboratório, verificou-se que a exposição repetida ao
Indoxacarbe pode causar redução do peso corpóreo e/ou anemia hemolítica leve reversível em animais.
Novalurom:
Em estudos crônicos conduzido em ratos, em altas doses (700 e 2000 ppm) foram observadas alterações
hematológicas (metahemoglobinemia, anemia e alterações eritrocitárias), incremento na incidência de
hemosiderose no baço, de pigmentação tubular renal e de células de Kupfer no fígado. Resultados similares
foram observados em camundongos e cães. Não há evidência de toxicidade cumulativa do ingrediente ativo
Novalurom em estudos de administração repetida, em nenhuma das espécies testadas. Não foram
observados efeitos mutagênicos, potencial carcinogênico, tampouco, efeitos ao desenvolvimento embriofetal.
O ingrediente ativo não receberá frases de perigo quanto à toxicidade crônica, mutagenicidade e toxicidade
a órgão-alvo específico (exposição única e repetida).
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos);
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não
aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
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- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
- Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
RESTRIÇÕES QUANTO À PROTEÇÃO AOS POLINIZADORES
ESTE PRODUTO possui restrição de aplicação EM VIRTUDE DO RISCO PARA ABELHAS E
OUTROS INSETOS POLINIZADORES. SIGA AS instruções DE APLICAÇÃO E RECOMENDAÇÕES
PARA PROTEÇÃO DE POLINIZADORES.
As abelhas e outros insetos polinizadores forrageiam as plantas no período de floração, polinização e
produção do néctar, podendo ser expostos a este inseticida através de:
- contato direto com o produto durante as aplicações foliares;
- contato com resíduos do produto na superfície das plantas após a aplicação foliar e/ou aplicação em
solo, quando recomendado;
- ingestão de resíduos em néctar e pólen resultante das aplicações foliares e/ou aplicação em solo e/ou
tratamento de semente, quando recomendado.
Ao utilizar este produto, tomar medidas para minimizar a exposição de abelhas e outros polinizadores
quando estiverem forrageando as plantas atrativas no entorno e no local da aplicação. Minimizar a deriva
para áreas com colmeias ou no habitat dos polinizadores para evitar potenciais danos.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ADAMA BRASIL S/A - Telefone de empresa:
0800 400 7070.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais
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ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua
devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO 2 E/OU PÓ QUÍMICO,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
-
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
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- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, salvo se realizada por meio de Aeronaves
Remotamente Pilotadas – ARPs, conforme Lei nº 19.135 de 19 de dezembro de 2024.
Paraná: produto encontra-se com restrição de uso temporária no Estado do Paraná para as culturas da
batata-doce, beterraba, brócolis, cenoura, couve-flor e rabanete.
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