Platon
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Herbicida
Triclopir-butotílico (ácido piridiniloxialcanóico) (667 g/L)

Informações

Número de Registro
10615
Marca Comercial
Platon
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
Triclopir-butotílico (ácido piridiniloxialcanóico) (667 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico.
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Pastagens
Acacia farnesiana
aromita; espinheiro; esponjinha
Pastagens
Lantana camara
camará; cambará (1); cambará-branco (2)
Pastagens
Orbignya phalerata
babaçu; coco-pindoba; palha-branca
Pastagens
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Pastagens
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Gossypium hirsutum
algodão

Conteúdo da Bula

                                    PLATON
                                                          Herbicida

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 10615

COMPOSIÇÃO:
butoxyethyl 3,5,6-trichloro-2-pyridyloxyacetate (Triclopir-Butotílico) .................667 g/L (66,7% m/v)
Equivalente ácido de Triclopir ...........................................................................480 g/L (48,0% m/v)
Outros ingredientes.......................................................................................... 452 g/L (45,2 % m/v)

                GRUPO                                          O                                    HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida

GRUPO QUÍMICO: Triclopir: Ácido Piridiniloxialcanoico

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual: 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
TRICLOPIR BEE TÉCNICO MILENIA - REGISTRO MAPA nº 03415.
HEBEI WANQUAN LIHUA CHEMICALS CO., LTD
Kongjiazhuang, Wanquan, Hebei – China

TRICLOPIR-BUTOTÍLICO TÉCNICO ADAMA - REGISTRO MAPA nº 29719.
LIER CHEMICAL CO., LTD.
Economic and Technical Development Zone, 621000, Mianyang, Sichuan Province – China

MAXIPIR TÉCNICO – REGISTRO MAPA nº TC04323.
MAX (RUDONG) CHEMICALS CO. LTD.
Yangkou Chemical Industry Park, Rudong, 226407, Jiangsu Province - China

TRICLOPIR-BUTOTÍLICO TÉCNICO RAINBOW - REGISTRO MAPA nº TC12320.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD.
Binhai Economic Development Area, 262737 Weifang, Shandong-China

TRICLOPYR ÉSTER BUTOXI ETÍLICO TÉCNICO - REGISTRO MAPA nº 0528598.
CORTEVA AGRISCIENCE LLC
701 Washington Street, Midland, Michigan 48640 - Estados Unidos da América




                                                                                                    Bula_PLATON_21012025_v00
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FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual: 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR

ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085, CEP: 95860-000 – Taquari/RS.
Tel.: (51) 3653-9400 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
Inscrição Estadual: 142/0047032 - Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS

ADAMA AGAN LTD.
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 7710201, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel.

ADAMA ANDINA B. V. SUCURSAL COLOMBIA
Calle 1C, Nº 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla – Colômbia.

UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Maeda, s/nº, Distrito Industrial, CEP: 14500-000 – Ituverava /SP.
Tel.: (19) 3794-5600 - CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Registro Estadual nº 1049 - CDA/SP


                         No do lote ou da partida:
                                                          VIDE
                         Data de fabricação:
                                                       EMBALAGEM
                         Data de vencimento:

   ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
                       E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

 É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
             É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                      Indústria Brasileira
 (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do
                          Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

      CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO

           CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
              CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




                                                                           Bula_PLATON_21012025_v00
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INSTRUÇÕES DE USO:

PLATON é um herbicida seletivo de ação sistêmica, aplicado em pós-emergência para o controle
de plantas daninhas nas culturas de arroz irrigado, pastagem e soja.

CULTURA, ALVO, DOSE, CALDA, MODALIDADE, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO DE
APLICAÇÕES:
                 ALVO BIOLÓGICO                                  Número e
                                                Volume de
  Cultura                              Dose                    Intervalo de
          Nome Comum Nome Científico               Calda
                                                                 Aplicação
                                                 Terrestre:
                                               200 a 400 L/ha Máximo de 1
 Arroz                  Aeschynomene  0,375 a                 aplicação por
          Angiquinho
 Irrigado               rudis        0,50 L/ha     Aérea:     ciclo       da
                                                máx. 40 L/ha cultura.

 ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
 Aplicar PLATON em pós-emergência da cultura antes do início da fase de emborrachamento, e na
 pós-emergência das plantas daninhas.


                  ALVO BIOLÓGICO                                                      Número e
                                                                    Volume de        Intervalo de
  Cultura     Nome                                      Dose
                         Nome Científico                              Calda           Aplicação
            Comum
          Espinheiro   Acacia farnesiana                            Terrestre:
          Cambará      Lantana camara                               200 a 300
                       Solanum                                        L/ha
          Jurubeba                                    1,5 a 2,0
                       paniculatum                                                 Máximo de 1
                                                        L/ha
          Erva-quente  Spermacoce alata                              Aérea:        aplicação por
 Pastagem
                                                                   máx. 40 L/ha    ciclo      da
          Assa-peixe   Vernonia polyanthes
                                                                                   cultura.
                                                                     Terrestre:
              Pindoba         Orbignya phalerata         5%        100 L de óleo
                                                                      diesel
 ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
 Aplicar PLATON quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo.

 Para:
 - Pindoba (Orbignya phalerata), diluir 5 litros de PLATON em 95 litros de óleo diesel, ou realizar
 diluição proporcional à concentração de 5% de acordo com o volume necessário para o número
 de plantas identificadas na área de cultivo.
 Desta calda, aplicar 5 mL em plantas jovens e 10 mL em plantas adultas, diretamente na gema
 apical das mesmas.
 Para melhores resultados, realizar a aplicação com equipamento costal manual dosador.




                                                                             Bula_PLATON_21012025_v00
                                                                                          Página 3 de 18
                   ALVO BIOLÓGICO                                                  Número e
                                                                Volume de         Intervalo de
  Cultura        Nome         Nome                 Dose
                                                                  Calda            Aplicação
                Comum       Científico
                                                                               Máximo de 2
                                                                               aplicações com
                              Gossypium          1,25 a 2,0
              Algodão                                                          intervalo de 20 a
                              hirsutum              L/ha
                                                                 Terrestre:    30 dias por ciclo
                                                              100 a 200 L/ha   da cultura.
 Soja
                                                               + 0,5% v/v de
                                                                óleo vegetal   Máximo de 1
                              Conyza              1,5 a 2,0
              Buva                                                             aplicação       por
                              bonariensis           L/ha
                                                                               ciclo da cultura.

 ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
 Para:
 - Destruição de soqueira de Algodão (Gossypium hirsutum):
 Realizar um programa de manejo com PLATON na pré-semeadura da cultura da soja, realizando-
 se duas aplicações sequenciais, sendo a primeira aplicação quando constatada a presença da
 soqueira de algodão, e a segunda aplicação de 20 a 30 dias após a primeira.
 A semeadura da soja deve ser realizada respeitando-se um intervalo mínimo de 20 dias entre a
 segunda aplicação e o plantio da soja.

 - Buva (Conyza bonariensis):
 Aplicar PLATON na pré-semeadura da cultura da soja e na pós-emergência da Buva quando esta
 estiver menor que 15 cm de altura.
 A semeadura da soja deve ser realizada respeitando-se um intervalo mínimo de 20 dias entre a
 aplicação e o plantio da soja.


MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do produto PLATON poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE
O produto PLATON pode ser aplicado com pulverizador costal, pulverizador tratorizado com barra e
autopropelido. Somente aplique o produto PLATON com equipamentos de aplicação tecnicamente
adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do
fabricante do equipamento e do responsável técnico pela aplicação.
Para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do
equipamento operacional e da aplicação, como os ângulos de formação de jato em função do
espaçamento entre pontas da barra de pulverização, também o formato do jato, vazão de líquido e
espectro de gotas, além das características do alvo, da cobertura desejada e das recomendações
técnicas da bula e do fabricante do equipamento. Observe as prescrições conforme a receita
agronômica e utilize equipamentos adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva.

Para redução do risco de deriva recomenda-se a utilização de pontas de pulverização com tecnologia
de indução de ar, capazes de gerar gotas grossas a extremamente grossas.
A altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição
dos jatos e cobertura uniforme no alvo.

Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação,
que poderá conciliar o modelo de bico, o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e
técnicas para redução de deriva, a altura da barra e outras características do equipamento de
aplicação, parâmetros técnicos operacionais e de segurança para aplicação, a topografia do terreno,
bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do produto para os respectivos
alvos e culturas.



                                                                            Bula_PLATON_21012025_v00
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APLICAÇÃO AÉREA:
SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE TRIPULADA:
Deve ser aplicado através de aeronaves agrícolas com uso aprovado pelo Ministério da Agricultura
e Pecuária – MAPA.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos
para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de
DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos
operacionais e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo,
largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado e número de
pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto, sempre
supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas.

Para aplicação de PLATON, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura
do alvo desejado e técnicas de redução de deriva, como também o ajuste do ângulo dos bicos em
direção ao voo, evitando a quebra secundaria das gotas, conforme abaixo:
- Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de
funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade
da aplicação. Atentar-se aos vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização
e a disposição dos bicos para evitar a ocorrência desse problema e ajuste do ângulo dos bicos em
direção ao voo.
- Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área
alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das
condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral,
a altura de voo situa-se entre 2 e 4 metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da
aeronave.
- Pontas de pulverização: Recomenda-se que seja obtida através da combinação correta do
tamanho de gotas e vazão por meio dos catálogos e tabelas das fabricantes, de acordo com as
características operacionais de cada aplicação.
- Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. A faixa de deposição efetiva é uma característica
específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos
resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a
aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando
assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha
ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
- Taxa de aplicação: Recomenda-se que seja utilizado volume de calda para que resulte em uma
cobertura adequada do alvo desejado para a obtenção de uma boa eficácia do produto.
- Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura
para as culturas sensíveis.
- Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva,
monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
- Densidade de gotas: Varia de acordo com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
As configurações de cada aeronave e aplicação são variáveis de acordo com o modelo, condições
meteorológicas, como o comportamento dinâmico do ar em volta da aeronave, que é influenciado
pela velocidade do voo, assim para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as
características técnicas do equipamento operacional, da aplicação e das recomendações técnicas
da bula.

Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com
curso de executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas
operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação de PLATON.




                                                                           Bula_PLATON_21012025_v00
                                                                                        Página 5 de 18
SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE REMOTAMENTE PILOTADA – ARP DRONE
Considerar os parâmetros operacionais recomendados no tópico SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO
COM AERONAVE TRIPULADA.
Os equipamentos de aplicação devem estar em boas condições e serem registrados, tendo o
operador licença para operação de aeronave agrícola remotamente pilotada, recomenda-se a
averiguação da documentação
e do equipamento antes da aplicação. É recomendado o uso de pontas hidráulicas ou discos de
acordo com a recomendação do fabricante.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos
para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações,
configurações e sinais de telemetria, inspeção do pulverizador, calibração e de segurança
relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição
efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado, modelo e número de pontas de
pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto.
Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes,
corretivos e sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de
povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de
captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de
preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção
estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser
respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na recomendação do
produto a ser aplicado.
Em caso de dúvidas, verifique as normas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), do
Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Agência Nacional de Aviação Civil
(ANAC) e da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).

CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das
pontas, assim determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no
tanque, como também ajustar os componentes da máquina às características da cultura e produtos
a serem utilizados. Em caso de não calibração e regulagem, ou má realização desse processo,
pode ocorrer perdas significativas do produto e eficiência.

MODO DE PREPARO DA CALDA:
Encher o tanque do pulverizador com cerca de 2/3 da sua capacidade com água limpa. Em seguida,
adicionar PLATON e o adjuvante nas doses recomendadas e completar com o restante da água
sempre sob agitação e aplicar em seguida. É importante que o sistema de agitação do produto no
tanque se mantenha em funcionamento durante toda a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.

Para o controle de Pindoba (Orbignya phalerata) em pastagem, observar a recomendação de
diluição do produto PLATON em óleo diesel.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.

Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto PLATON, pois pode haver
risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.

Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto PLATON, devido ao
potencial de deriva pelo movimento do ar.

Não aplique o produto PLATON se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis.


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OBS: o potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento
de aplicação, o relevo, a altura da barra de pulverização, altura do voo da aeronave, a cultura e,
especialmente, as condições climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento)
são aspectos relevantes que devem ser considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O
responsável pela aplicação deve considerar todos estes fatores para tomar a decisão de quando
aplicar o produto.

Toda a pulverização com o produto PLATON feita fora das condições operacionais e meteorológicas
adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.

LIMPEZA DE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com PLATON.
Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com
outros produtos, ocorrendo contaminação cruzada. Estes resíduos também podem gerar problemas
de contaminação de áreas vizinhas, caso ocorra deriva de gotas pelo vento.
Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para
realização correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico.
Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira
lavagem retirar o máximo de resíduos, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e
limpeza dos filtros e a terceira lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos
para limpeza de tanque, após prosseguir com o enxague seguindo a recomendação do fabricante.
Recomenda-se, diariamente, após a utilização do pulverizador proceder a extração/retirada de toda
a calda remanescente do produto de dentro do equipamento de aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
    CULTURA              DIAS
Arroz Irrigado            65
Pastagem                  (1)
 Soja                     (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos
de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Não aplicar o produto quando for observadas condições técnicas operacionais e meteorológicas
inadequadas que resultam na possibilidade de formação de deriva e atingimento de cultivos vizinhos
e/ou culturas sensíveis.
- Em aplicações próximas a culturas sensíveis, tais como, algodão, banana, batata, maçã, oliva,
pepino, tabaco, tomate, uva, entre outras, manter atenção redobrada com a tecnologia de aplicação
e condições meteorológicas, adotando as práticas agrícolas recomendadas para o produto, para
minimizar a possibilidade de deriva.
- A deriva de pequenas quantidades do produto PLATON pode causar danos às culturas sensíveis.
- Para a cultura de arroz irrigado, se o sistema de semeadura for em solo seco, a área a ser tratada
não deve estar inundada no momento da aplicação. Se o sistema de semeadura for em solo
inundado, a área a ser tratada deve se encontrar drenada no momento da aplicação.
- Caso PLATON seja utilizado no controle de plantas daninhas em área total, o plantio de espécies
sensíveis ao produto só deve ser feito 2 anos após a última aplicação do produto.
- No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do
pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vetado ao
gado pelo tempo necessário à sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas


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tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do
produto.
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, por um
período mínimo de 60 dias após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas sensíveis
ao produto.
- A eficiência do produto pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 2 a 3 horas após
a aplicação. Interromper a aplicação quando houver previsão de precipitações pluviométricas antes
desse período.
- O pulverizador usado para a aplicação de PLATON deve ser rigorosamente limpo e
descontaminado, realizando-se a tríplice lavagem (tanque, barra, filtros em geral e pontas de
pulverização), antes da aplicação de qualquer outro produto. Observar os detalhes no item Limpeza
do Equipamento de Aplicação.
- Não utilizar o equipamento que usou o produto PLATON, para aplicação de outros produtos, em
culturas sensíveis.
- Para aplicação através de aeronaves agrícolas, fica proibido o sobrevoo com o produto em áreas
povoadas, moradias e agrupamentos humanos. Não execute aplicação aérea em áreas situadas a
uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoações e de mananciais de captação de água
para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias
isoladas e agrupamentos de animais.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado ou logo após a aplicação do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de
ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo
    alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
    regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e,
ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),


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Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                           O                       HERBICIDA

O produto herbicida PLATON é composto pelo ingrediente ativo TRICLOPIR-BUTOTÍLICO, que
apresenta mecanismo de ação dos mimetizadores da auxina, pertencente ao Grupo O, segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).




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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos, e não desentupa bicos, orifícios e
   válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
   vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
   e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
   habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
   primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
   longe do alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
   ordem: macacão, botas de borracha, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e
   luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
   relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico
classe P3; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
de segurança.

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P3; óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;

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- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os
   avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
   o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
   Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
   aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
   de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
   evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
   família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão, botas de
   borracha, avental, máscara, óculos de segurança e luvas.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
   ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
   protegida;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
   manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
   coletivas de segurança.

                                 Nocivo se ingerido
                                 Pode ser nocivo em contato com a pele
                         ATENÇÃO
                                 Pode ser nocivo se inalado
                                 Provoca irritação a pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

• Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

• Pele: ATENÇÃO: PROVOCA IRRITAÇÃO A PELE. Em caso de contato, tire a roupa e acessórios
(cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.




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                           - INTOXICAÇÕES POR PLATON -
                               INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico     Triclopir: Ácido piridiniloxialcanoico
Classe
                  CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
toxicológica
Vias de
                  Oral, inalatória, ocular e dérmica.
exposição
                  Triclopir: é rapidamente e extensamente absorvido. Os níveis de absorção
                  variam de 75 a 94% dentro de 72 horas. Depois de entrar no corpo o triclopir
                  é distribuído principalmente nos rins, e em menor quantidade no fígado e no
                  tecido adiposo, em ratos e cães, e plasma em macacos.
                  Triclopir é, principalmente, excretado não modificado na urina (>80%) em
                  todas as espécies, com menor parte nas fezes (1-3%). A maior parte da
Toxicocinética    excreção urinária ocorre em 24 horas após a administração. Apenas uma
                  pequena porção (1-2%) da dose administrada é metabolizada e produz
                  3,5,6-tricloro-2-piridinol na urina.
                  Estudos em humanos mostram níveis de pico plasmático entre 1 e 3 horas
                  após a administração. Depois de 48 horas o triclopir não foi mais detectado;
                  mais de 80% das doses administradas de alta e baixa concentração foram
                  excretadas 72 horas depois da administração.

Toxicodinâmica    Triclopir: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

                  Triclopir:
                  Oral: Podem ocorrer náusea, vômito, cólica e diarreia.
                  Dérmica: Pode ocorrer irritação da pele.
Sintomas e        Ocular: Pode ocorrer irritação ocular após exposição a esses compostos.
sinais clínicos   Foram observados em animais experimentais aumento do peso do fígado,
                  hipertrofia hepatocelular, necrose hepatocelular, icterícia colestática e
                  pequeno aumento nas enzimas hepáticas, alterações no peso da bexiga,
                  falência renal aguda, necrose tubular, aumento no peso dos rins e nefropatia.
                  O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
Diagnóstico       de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e
                  informações disponíveis.
                  Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à
                  estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e do "status mental",
                  a efetividade da respiração e circulação, manutenção de vias aéreas
                  patentes e adequada oxigenação, remoção da fonte de exposição ao
                  produto com a descontaminação do paciente, administração de antídotos,
                  medidas para aumentar a eliminação do tóxico do organismo, medidas
                  sintomáticas e de manutenção.
                  Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
Tratamento        frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
                  Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
                  cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Usar vasopressores na
                  hipotensão severa (evitar adrenalina pelo risco de fibrilação). Avaliar estado
                  de consciência do paciente.
                  Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente.
                  Sucção de secreções orais se necessário. lntubação e ventilação conforme
                  necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou
                  comprometimento neurológico.




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Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão
tecidual. Se intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.
Medidas de descontaminação:
Exposição oral: Tratamento de suporte vital, monitorização cardíaca e
respiratória. Controlar convulsões anteriormente a qualquer método de
descontaminação gastrintestinal. A lavagem gástrica deve ser indicada se a
dose ingerida for acima de 40 mg/Kg de ingrediente ativo (adulto), seguido
de carvão ativado.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora).
Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em
decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
alteração de consciência em pacientes não-intubados; pacientes com risco
de hemorragia (alterações prévias de coagulação) ou perfuração
gastrintestinal; e ingestão de quantidade não significativa do produto.
Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a sua
absorção sistêmica, se administrado logo após a ingestão (1 h).
Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de
água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25
a 50 g (ou 0,5 a 1,0 g/Kg) em crianças de 1 a 12 anos e 10 a 25g (ou 0,5 a
1,0 g/Kg) em crianças com menos de 1 ano.
Contraindicações: pacientes neurologicamente comprometidos e com as
vias aéreas desprotegidas, perfuração do trato gastrintestinal e quando o
carvão ativado pode aumentar o risco de aspiração.
Na presença de vômito, pode ser administrado através de um tubo
orogástrico ou tubo nasogástrico. Nos casos moderados a severos, a
administração repetida de carvão
ativado a cada 2-4 horas pode ser benéfica na tentativa de diminuir a
absorção e a circulação entero-hepática, mas o uso de formulações
contendo sorbitol (um catártico) deve ser evitada após a primeira dose.
- Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses desse composto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente
de lado para evitar
que aspire resíduos.
ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente,
vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Ocular: Lave os olhos expostos abundantemente com água ou
solução salina 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos.
Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da
lavagem contamine o outro olho. Pode-se utilizar colírio anestésico no início
da descontaminação ocular. Realizar avaliação oftalmológica de urgência.
Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área
exposta, não negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante
e sabão por cerca de 20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos
da pele e cabelo. Muitos agrotóxicos são corrosivos e irritantes e causam
processo inflamatório local que pode se intensificar com a exposição ao sol.
Podem ocorrer queimaduras químicas. Tratamento dos sintomas de acordo
com as manifestações clínicas.
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado e fornecer
adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes
derivados de petróleo e outras substâncias, como surfactantes, agravando
a irritação de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar
pneumonite e pneumonia química. Administrar oxigênio, corticoides,


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                      broncodilatadores, antagonistas H1, antibioticoterapia conforme indicação
                      clínica.
                      Antídoto: não há antídoto específico conhecido para a substância.

                      CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
                      EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
                      produto; e utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
                      (Ambu) para realizar o procedimento.
                      A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a
                      adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas
                      e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
                      A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
                      aspiração, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo
 Contraindicação
                      do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
                      para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
 Efeitos das
 interações           Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores.
 químicas
                      • Ligue para o Disque – Intoxicação: 0800 722 6001, para notificar o caso e obter
                      informações especializadas sobre Diagnóstico e Tratamento - Rede Nacional de
                      Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).

                      • As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
 ATENÇÃO              de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos
                      de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância
                      Sanitária (Notivisa)
                               Telefone de Emergência ADAMA BRASIL S/A: 0800 200 2345
                                            (43) 3371-9330 Fax: (43) 3371-9017
                                          https://www.adama.com/brasil/pt/contato

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: 500 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: pele dos coelhos produziu eritema e edema em 3/3 dos
animais. Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura em 24 horas após o tratamento
para l /3 dos animais, e na leitura em 14 dias após o tratamento para 2/3 dos animais. Achado
cutâneo adicional observado incluiu: descamação de pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu
irite (hiperemia pericorneana), hiperemia, edema e secreção conjuntivais em 3/3 dos olhos testados.
Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 48 horas após o tratamento para
1/3 dos olhos testados, e na leitura em 72 horas após o tratamento para 2/3 dos olhos testados.
Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi notada durante o
período de observação.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Triclopir: O principal órgão alvo nos estudos de longa duração em ratos foram os rins. Aumentos
estatisticamente significativos nos pesos absoluto e relativo foram mensurados em ratos Fisher 344
machos tratados com 36 mg/kg/dia aos 6 e 12 meses. Após dois anos de administração de triclopir


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estes efeitos também foram registrados nas doses de 12 mg/kg/dia em ratos machos. Estes efeitos
foram corroborados por achados histopatológicos (focos múltiplos de degeneração de células epiteliais
tubulares em conjunção com fibrose intersticial e adelgaçamento da membrana basal) nas doses de
12 e 36 mg/kg/dia aos 6 e 12 meses. As fêmeas não apresentaram aumento nos pesos dos rins, mas
houve um incremento de pigmentação na porção descendente dos túbulos proximais, observadas
microscopicamente nas doses de 3, 12 e 36 mg/kg/dia. A exata natureza deste pigmento não foi
determinada, mas não pareceu apresentar significância toxicológica.
Estudos de longa duração em ratos e camundongos mostraram que o principal órgão alvo foi o rim
(aumento de peso e, ocasionalmente, alterações histopatológicas). Outros efeitos consistem em
alterações dos parâmetros hematológicos em alguns pontos do estudo, alteração de células hepáticas
e diminuição no ganho de peso corpóreo.
Em estudo crônico com cães, foram observados diminuição no consumo de alimento e,
consequentemente, diminuição do ganho de peso corpóreo dos animais tratados com 20 mg/kg/dia
em relação ao grupo controle, 5% (machos) e 20% (fêmeas); alterações nos parâmetros
hematológicos, como diminuição do hematócrito, diminuição na hemoglobina e diminuição na
contagem de células vermelhas; aumento no peso absoluto e relativo do fígado em machos e
aumento no peso relativo do rim em fêmeas; com base nesses dados o LOEL e NOEL foram
estimados em 20 e 10 mg/kg/dia, respectivamente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

 - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
 podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
 - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
 público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
 agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
 - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
 atividades aeroagrícolas.
 - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 - Não utilize equipamento com vazamentos.
 - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 - Aplique somente as doses recomendadas.
 - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
 - Evite a contaminação da água.
 - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
 da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
   PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
   rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.


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- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
   para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ADAMA BRASIL S/A - Telefone de
empresa: 0800 400 7070.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo
para a sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 E/OU PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPI´s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;

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- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.




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TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:

Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, salvo se realizada por meio de
Aeronaves Remotamente Pilotadas – ARPs, conforme Lei nº 19.135 de 19 de dezembro de 2024.

Paraná: produto com restrição de uso para os alvos Lantana camara, Orbignya phalerata, Solanum
paniculatum e Vernonia polyanthes na cultura da Pastagem.

Rio Grande do Sul: a aplicação de agrotóxicos hormonais somente poderá ser realizada por
aplicador pessoa física devidamente cadastrado no Cadastro Estadual de Aplicadores de
Agrotóxicos ou por pessoas jurídicas com o registro ativo como prestador de serviço na aplicação
de agrotóxicos junto à SEAPDR. Fica proibida a aplicação aérea de produtos hormonais no estado.

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