Planador
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115.3 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (143.4 g/L)
Informações
Número de Registro
8012
Marca Comercial
Planador
Formulação
EW - Emulsão Óleo em Água
Ingrediente Ativo
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115.3 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (143.4 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
seletivo e sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Barnadesia rosea
espinho-agulha
Pastagens
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Pastagens
Croton glandulosus
gervão (3); gervão-branco (1); malva-vermelha
Pastagens
Eupatorium maximilianii
mata-pasto (8)
Pastagens
Eupatorium squalidum
cambará-roxo; casadinha; chilca (2)
Pastagens
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Pastagens
Mansoa difficilis
cipó-alho; cipó-de-cobra; cipó-de-sino
Pastagens
Peschiera fuchsiaefolia
leiteira (2); leiteiro
Pastagens
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Solanum sisymbriifolium
arrebenta-cavalo (1); joá (1); joá-bravo (1)
Pastagens
Tecoma stans
amarelinho; bignonia-amarela; guarã-guarã
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú
Pastagens
Vernonia scabra
assa-peixe (5); erva-preá; pau-de-moquem
Pastagens
Vernonia westiniana
assa-peixe (3); assa-peixe-roxo (2); chamarrita (1)
Pastagens
Zanthoxylum hasslerianum
mamica-de-porca; maminha; maminha-de-porca
Conteúdo da Bula
Planador®
˂logomarca do produto˃
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 08012
COMPOSIÇÃO:
1-methylheptylester (4-amino-3,5-dichloro-6-fluoro-2-pyridyloxy)acetate
(FLUROXIPIR-MEPTÍLICO) ...............................................................................115,3 g/L (11,53% m/v)
Equivalente ácido de Fluroxipir .................................................................................80 g/L (8,00% m/v)
PICLORAM, sal triisopropanolamina ..............................................................143,4 g/L (14,34% m/v)
4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid
(Equivalente ácido de PICLORAM) ...........................................................................80 g/L (8,00% m/v)
Solvent naphta (petroleum), heavy aromatic
(NAFTA AROMÁTICA) ......................................................................................166,8 g/L (16,68% m/v)
Outros Ingredientes .......................................................................................657,57 g/L (65,75% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica.
GRUPO QUÍMICO:
FLUROXIPIR-MEPTÍLICO: Ácido piridiniloxialcanóico
PICLORAM: Ácido piridinocarboxílico
NAFTA AROMÁTICA: Hidrocarbonetos aromáticos
TIPO DE FORMULAÇÃO: Microemulsão (ME).
TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA -
Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO
FLUROXYPYR TÉCNICO
Registro MAPA nº 005494
Corteva Agriscience France S.A.S.
BP-20 Zone Industrielle, F-67410, Drusenheim - França
PICLORAM ÁCIDO TÉCNICO
Registro MAPA nº 00308898
Corteva Agriscience LLC
2301 N. Brazosport Boulevard, Texas, 77541-3257, Freeport - Estados Unidos da América
Lier Chemical Co., LTD
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan 621000 - China
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PICLORAM 94 TÉCNICO HELM
Registro MAPA nº 18508
Lier Chemical Co., Ltd.
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan 621000 - China
FORMULADOR
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da
Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200, Parte, Rio Abaixo, CEP: 12321-150 -
Jacareí/SP
CNPJ: 47.180.625/0020-09, Cadastro Estadual nº 679 - CDA/SP
Adama Brasil S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa
CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR/PR
Adama Brasil S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA/SP
Nortox S/A
Rodovia BR 369, km 197 - Aricanduva - CEP: 86700-970 - Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Registro no Estado nº 466 - ADAPAR/PR
Nortox S/A
Rodovia BR 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Registro no Estado nº 183/06 - INDEA/MT
Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750 - Uberaba/MG,
CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro no Estado nº 8.764 - IMA/MG
Sipcam Nichino Brasil S/A
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/CFICS/SP
Corteva Agriscience LLC
305 N. Huron Avenue, Michigan, 48441, Harbor Beach - Estados Unidos da América
Corteva Agriscience Argentina S.R.L.
Hipolito Irigoyen 2900, Santa Fe, Puerto General San Martin, S2202DRA - Argentina
Corteva Agriscience de Colombia S.A.S.
Carrera 50, 13-209, Atlántico, 083002, Soledad - Colômbia
Corteva Agriscience de Colombia S.A.S.
Mamonal, km 14, Bolivar Apartado, 2888, Cartagena - Colômbia
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Corteva Agriscience Italia S.r.l.
Strada Statale 11, km 190.2, Bergamo, 24050 Mozzanica - Itália
Corteva Agriscience France S.A.S.
BP-20 Zone Industrielle, F-67410, Drusenheim - França
PT Corteva Agriscience Manufacturing Indonesia
Sisingamangaraja Street, km 9.5, North Sumatera, 20148, Medan - Indonésia
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
Corteva Agriscience LLC
2301 N. Brazosport Boulevard, Texas, 77541-3257, Freeport - Estados Unidos da América
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273°
do Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)
Irritante.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
PLANADOR é um herbicida seletivo e sistêmico, recomendado para o controle de plantas infestantes
de folhas largas, de porte herbáceo, semi-arbustivo e arbustivo em áreas de pastagens de gramíneas
forrageiras.
Cultura, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
Aplicação terrestre dirigida:
Cultura Alvo Dose Época de Aplicação
Gervão-branco
(Croton glandulosus)
Cheirosa
(Hyptis suaveolens) 0,5 - 1,0%
Fedegoso-branco (misturar 0,5 a 1,0 L do
(Senna obtusifolia) produto em 99,5 a 99,0 L
Joá de água)
(Solanum sisymbriifolium)
Assa-peixe-branco
(Vernonia polyanthes)
Aplicar na época de maior
Malva-branca
pluviosidade e
(Sida cordifolia) 0,75 - 1,0%
temperatura média acima
Guanxuma* (misturar 0,75 a 1,0 L do
de 20ºC, quando as
(Sida rhombifolia) produto em 99,25 a 99,0
plantas daninhas a serem
Assa-peixe-roxo L de água)
controladas estiverem em
(Vernonia westiniana)
pleno processo de
Casadinha
1,0% desenvolvimento
(Eupatorium squalidum)
(misturar 1,0 L de produto vegetativo.
Amarelinho
em 99,0 L de água)
(Tecoma stans)
Quando houver indicação
1,0% - 1,25%
de faixa de doses, utilizar
Pastagem Guanxuma-branca* (misturar 1,0 a 1,25 L do
a dose mais alta para
(Sida glaziovii) produto em 99 a 98, 75 L
plantas mais
de água)
desenvolvidas ou
1,5 - 2,5%
provenientes de
Pata-de-vaca* (misturar 1,5 a 2,5 L do
sucessivas roçadas
(Bauhinia variegata) produto em 98,5 a 97,5
(perenizadas).
de água)
Espinho-agulha*
2,0 - 2,5%
(Barnadesia rosea)
(misturar 2,0 a 2,5 L do
Leiteiro*
produto
(Peschiera fuchsiaefolia)
em 98,0 ou 97,5 L de
Mamica-de-porca*
água)
(Zantholylum hasslerianum)
2,5%
Cipó-de-cobra*
(misturar 2,5 L do produto
(Mansoa difficilis)
em 97,5 L de água)
Nº máximo de aplicações: 1/ano.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre (equipamento costal): aplicar até ponto de escorrimento da
calda nas folhas de modo que a dose do produto não exceda a 2,5 L/ha.
* Adicionar 0,3% v/v de adjuvante óleo mineral. (0,3 L em 99,7 L de água)
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Aplicação terrestre em área total:
Cultura Alvo Dose Época de Aplicação
Mata-pasto*
(Eupatorium maximilianii) Aplicar na época de maior pluviosidade
Casadinha* e temperatura média acima de 20ºC,
(Eupatorium squalidum) 1,5 a 2,5 L/ha quando as plantas daninhas a serem
Guanxuma* controladas estiverem em pleno
(Sida rhombifolia) processo de desenvolvimento
Assa-peixe-branco* vegetativo.
(Vernonia polyanthes)
Fedegoso-branco* Quando houver indicação de faixa de
Pastagem (Senna obtusifolia) doses, utilizar a dose mais alta para
2,0 a 2,5 L/ha
Assa-peixe-roxo* plantas mais desenvolvidas ou
(Vernonia westiniana) provenientes de sucessivas roçadas
Assa-peixe* (perenizadas).
2,5 L/ha
(Vernonia scabra)
Nº máximo de aplicações: 1/ano.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre (equipamento tratorizado): 200 - 300 L/ha.
* Adicionar 0,3% v/v de adjuvante óleo mineral. (0,3 L em 99,7 L de água)
Aplicação aérea
Cultura Alvo Dose Época de Aplicação
Assa-peixe-branco*
(Vernonia polyanthes) Aplicar na época de maior pluviosidade
Guanxuma* e temperatura média acima de 20ºC,
(Sida rhombifolia) 1,5 a 2,5 L/ha quando as plantas daninhas a serem
Mata-pasto* controladas estiverem em pleno
(Eupatorium maximilianii) processo de desenvolvimento
Casadinha* vegetativo.
(Eupatorium squalidum)
Fedegoso-branco* Quando houver indicação de faixa de
Pastagem (Senna obtusifolia) doses, utilizar a dose mais alta para
2,0 a 2,5 L/ha
Assa-peixe-roxo* plantas mais desenvolvidas ou
(Vernonia westiniana) provenientes de sucessivas roçadas
Assa-peixe* (perenizadas).
2,5 L/ha
(Vernonia scabra)
Nº máximo de aplicações: 1/ano.
Volume de calda:
- Aplicação aérea: 50 L/ha.
* Adicionar 0,3% v/v de adjuvante óleo mineral. (0,3 L em 99,7 L de água)
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MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
PLANADOR deve ser aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme, e
pulverizado por meio de equipamento costal, tratorizado ou aéreo.
Aplicação Terrestre:
Equipamento costal
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho,
entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e
as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
De modo em geral, utilizar equipamento pulverizador costal (manual ou motorizado) com pontas de
pulverização em faixa com indução a ar, tal como AI, capaz de gerar gotas da classe grossa (G) ou
superior, calibrado para volume de calda capaz de propiciar uma boa cobertura foliar de plantas
infestantes com densidade adequada de gotas.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico,
com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica
(deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a
30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na ausência
de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se
evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura
do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia
de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um
engenheiro agrônomo.
Equipamento tratorizado
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número
de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros,
deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as
recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do PLANADOR é a pulverização do
produto através de equipamentos tratorizado com barra, equipado com pontas tipo leque com indução
a ar, por exemplo AIXR, AI, TTI, CVI, AVI, TVI, ULD, ULD MAX, MUG, STIA, ADIA, RDA no máximo a
0,5 metro acima do alvo, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de calda de pulverização por
hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa (G) ou superior.
Para aplicação com pulverizador de Barra Curta, utilizar pontas de pulverização sem barras, com
pontas tipo leque, tais como XP, XT e MVI, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de calda de
pulverização por hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa (G) ou superior.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
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evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico,
com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica
(deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a
30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na ausência
de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se
evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura
do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia
de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um
engenheiro agrônomo.
Aplicação aérea:
As aplicações aéreas deverão seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos
para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS,
ajustes dos parâmetros operacionais, como ângulo de deflexão dos bicos nas barras de pulverização,
modelo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de deposição, velocidade e altura
de voo, entre outros, sempre supervisionadas por um Engenheiro Agrônomo.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva
Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea
deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e
qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do
rótulo e da bula do produto.
A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto
PLANADOR por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
Taxa de aplicação: Para aplicações de PLANADOR, recomenda-se que seja utilizado volume de calda
de no mínimo 50 L/ha, com gotas das classes grossas (G) e extremamente grossas (EG), ou seja,
gotas com DMV (diâmetro mediano volumétrico) acima de 300 micras, para que resulte em uma
cobertura mínima o suficiente para a obtenção da eficácia do produto.
Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de
funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da
aplicação. É recomendado que a altura de voo não ultrapasse 30 m, conforme características da
aeronave, para minimizar o risco de deriva e proporcionar melhor uniformidade de aplicação. Fechar a
válvula de 3 vias (by-pass) antes de subir a aeronave ao final de cada passada. Não deve haver vórtices
de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a
ocorrência desse problema.
Seleção das pontas de pulverização: Use pontas jato plano de impacto com o menor ângulo do defletor,
para gotas mais grossas, ou de preferência de jato plano “simples”, com ângulo de abertura no leque
menor ou igual a 40 graus e sempre com o bico voltado para trás (zero graus de deflexão). Pontas de
jato sólido voltadas para trás produzem as gotas mais grossas e o menor potencial de deriva. Caso
seja usado ponta de jato cônico, não usar core 45, e dar preferência pelo uso de core 46, e discos de
maior vazão, para minimizar o risco de deriva. É importante que as pontas sejam escolhidas em função
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das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do
recomendado (gotas grossas e extremamente grossas).
Condições climáticas: As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para
permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas daninhas), com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre a ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor
deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento
vertical). Com esse objetivo recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade
relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 km/h e 10 km/h. Estes parâmetros
devem ser checados antes do início da aplicação e monitorados durante a aplicação. As aplicações
também dever ser realizadas na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no
mínimo 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um
dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se
evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do
alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de
aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro
agrônomo.
LIMPEZA DO TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO:
Somente inicie a aplicação com o equipamento e componentes limpos e bem conservados. Não é
recomendado deixar a calda de pulverização preparada para aplicação no dia subsequente.
Imediatamente após a aplicação de PLANADOR, proceda com a limpeza completa do tanque e do
sistema de pulverização, observando as recomendações que seguem.
Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal para o
gerenciamento de resíduos. A lavagem consiste em 3 principais etapas: (1) lavagem com água; (2)
lavagem com agente de limpeza comercial para tanques; (3) lavagem com água. Seguem as etapas
em detalhes:
1. Primeira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
limpa. Recircule por 20 minutos. Pulverize o conteúdo do tanque em local adequado.
2. Segunda lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
limpa e agente de limpeza comercial na dosagem recomendada pelo fabricante. Recircule por
20 minutos. Passe água pelas mangueiras, barra, pontas e filtros. Esgote completamente o
tanque através das pontas. Remova todas as pontas de pulverização, telas das pontas,
incluindo o filtro em linha e faça a lavagem separadamente com agente de limpeza. Reinstale
no sistema de pulverização.
3. Terceira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
limpa. Recircule por 20 minutos. Drene a solução através do sistema, se possível passando
pelas bombas, para esgotar completamente o tanque.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
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LIMITAÇÕES DE USO:
• A eficiência do PLANADOR pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 2 a 3
horas após a aplicação. Interromper a aplicação quando houver previsão de precipitações
pluviométricas antes desse período.
• PLANADOR só deverá ser aplicado quando não houver perigo das espécies úteis a ele
sensíveis, tais como dicotiledôneas em geral, serem atingidas.
• São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata, feijão,
soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas
mimetizadores de auxina.
• Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis suscetíveis ao
herbicida.
• Caso PLANADOR seja usado no controle de plantas infestantes em área total, o plantio de
espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 anos após a última
aplicação do produto.
• No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes
do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser
vedado ao gado pelo tempo necessário à sua recuperação; essa medida evita que os animais
comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e possam vir a ser mais
atrativas após a aplicação do produto.
• Não utilizar o equipamento que foi utilizado para aplicação de PLANADOR, para aplicação de
outros produtos, em culturas suscetíveis.
• Não armazenar a calda de pulverização em quaisquer recipientes, ou mesmo, para aplicação
no dia subsequente.
• Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto,
por um período mínimo de 60 dias após o tratamento em área total, para adubar plantas ou
culturas úteis sensíveis ao produto.
• A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o
produto PLANADOR por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANS-
PORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRO-
DUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência
das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de
controle.
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Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
e/ou, informados à Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
Herbicidas (HRAC-BR: www.hracbr.org), Ministério da Agricultura e Pecuária
(MAPA:www.agricultura.gov.br).
GRUPO O HERBICIDA
O produto herbicida Planador é composto por Fluroxipir e Picloram, que apresentam mecanismo de
ação dos mimetizadores das auxinas, pertencentes ao Grupo O, segundo classificação internacional
do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
de borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e
luvas de nitrila.
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• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
de borracha; avental impermeável (quando utilizar equipamento costal); respirador mecânico classe
P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco,
luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso),
botas, calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do intervalo de 24 horas, o trabalhador
deve utilizar os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso
durante a aplicação.
• Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do término do intervalo de reentrada
especificado para cada cultura, o trabalhador deve utilizar vestimenta simples de trabalho
(calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta
hidrorrepelente e luvas.
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem,
o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato,
lave com muita água corrente em abundância durante 15 minutos. Evite que a água da lavagem entre
no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR PLANADOR
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico FLUROXIPIR-MEPTÍLICO: Ácido piridiniloxialcanóico
PICLORAM: Ácido piridinocarboxílico
NAFTA AROMÁTICA: Hidrocarbonetos aromáticos
Classe Toxicológica CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de Exposição Oral, inalatória, dérmica e mucosas
Toxicocinética Fluroxipir-meptílico: estudo realizado com Fluroxipir-meptílico radiomarcado
demonstrou que foi quase completamente absorvido e rapidamente excretado,
sendo que 90% da dose diária foi excretada em 24 horas.
Até 6 dias após a administração da última das 7 doses, uma média de 92,1% da
radioatividade total administrada foi excretada na urina e uma média de 5,6% nas
fezes.
Os resultados mostraram que não houve acúmulo de radioatividade em qualquer
um dos tecidos que foram examinados. A única biotransformação significativa
observada foi a hidrólise de Fluroxipir-meptílico em Fluroxipir ácido.
Picloram: o destino de Picloram foi definido no homem através de seis
voluntários saudáveis que receberam doses orais únicas de 5,0 e 0,5 mg/kg e
uma dose dérmica de 2,0 mg/kg. Picloram foi administrado por via oral na forma
de sal de sódio no suco de uva. A dose dérmica foi aplicada nas costas dos volun-
tários como ácido livre dissolvido em etanol.
Os dados indicaram que Picloram foi rapidamente absorvido pelo trato
gastrointestinal (meia-vida de 20 min.) e rapidamente excretado inalterado
através da urina.
Mais de 90% da dose de Picloram foi recuperada inalterada através da urina em
72 horas; a maior parte da dose (> 75%) foi excretada dentro de 6 horas e o
restante foi eliminado com uma meia-vida média de 27 horas. Picloram foi
lentamente absorvido pela pele (meia-vida de 12 horas) e, com base na
quantidade de Picloram excretada na urina, apenas uma pequena fração (0,2%)
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do Picloram aplicado na pele foi absorvida. Nenhum efeito adverso foi observado
nas doses administradas.
NAFTA AROMÁTICA:
Absorção: atravessam as membranas celulares e barreiras biológicas.
Atravessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados
dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam a
superfície da pele ou folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São
pobremente absorvidos pelo trato gastrintestinal, mas alguma absorção sistêmica
ocorre.
Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofílica. Foram
encontrados no leite de todas as lactantes.
Eliminação: principalmente através do trato respiratório.
Toxicodinâmica A toxicidade oral e dérmica aguda para ratos foi baixa (DL50 > 5.000 mg/kg). Não
é esperado efeito adverso pela exposição inalatória, a CL50 foi maior que 5,56
mg/L (4 horas). O produto foi irritante para pele e para os olhos de coelhos. O
produto não apresenta potencial de sensibilização dérmica.
Sintomas e Fluroxipir-meptílico: O mecanismo de toxicidade em mamíferos não é bem
Sinais Clínicos conhecido. O fluroxipir-meptílico é metabolizado em fluroxipir ácido e o
mecanismo de toxicidade é semelhante.
Fluroxipir: mimetiza o hormônio de crescimento auxina em plantas, entretanto, o
mecanismo de toxicidade em mamíferos não é bem conhecido. A excreção
envolve a captação ativa pelos rins resultando em altas concentrações nesse
órgão que está relacionada com o dano renal, podendo culminar em falência
renal.
Picloram:
Exposição Aguda
Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer
náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna
a toxicidade por via inalatória improvável. O picloram não é descrito como sendo
um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos, pele, nariz, garganta e
trato respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea.
Respiratório
O pó do picloram é irritante para o trato respiratório.
Neurológico
Embora não tenham sido relatados ataques epilépticos em humanos, eles
ocorreram em animais expostos a doses fatais.
Gastrintestinal
Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de picloram.
O picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.
Hematológico
Os níveis de leucócitos podem diminuir.
Dermatológico
O picloram é moderadamente irritante para a pele. O picloram é absorvido
lentamente através da pele.
NAFTA AROMÁTICA: EFEITOS AGUDOS
Ingestão aguda: náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Pode causar
miocardite e discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração.
Resultam em evidências eletrocardiográficas e vetorcardiográfica de infarto do
miocárdio. São sensibilizantes do miocárdio às catecolaminas. Causam hemólise
intravascular e dano renal, que geralmente consiste de discretas alterações
degenerativas dos túbulos renais, mas raramente pode resultar em necrose
tubular aguda. São comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do
SNC transitória ou excitação, e os efeitos secundários de hipóxia, formação de
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infecção, pneumatocele, e crônica do pulmão disfunção. Complicações cardíacas
são raras.
Estes hidrocarbonetos são mal absorvidos a partir do trato gastrintestinal e não
causam sensível toxicidade sistêmica por esta via, a menos que a aspiração
ocorra.
Contato com a pele: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório.
Pode resultar em queimaduras cutâneas e, ocasionalmente, efeitos sistêmicos.
Contato com os olhos: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular
reversível pode ocorrer após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos.
Sintomas: subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como dor de
cabeça, fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional, dificuldade de
memória e outras funções intelectuais e desempenho psicomotor prejudicado.
Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são potencialmente
persistentes. Em alguns estudos, relações dose-resposta foram observadas entre
os sintomas e duração da exposição (duração e intensidade) a solventes. Vapor
de nafta é um depressor do SNC, bem como um irritante das membranas
mucosas e trato respiratório. A aspiração resulta em pneumonite química.
Broncoespasmo, hiperemia, edema e atelectasia são notados. Alveolite
hemorrágica difusa com infiltrado granulocítica ocorre logo após a aspiração e
picos de cerca de 3 dias. Necrose dos tecidos dos brônquios, bronquiolar e
alveolar podem ocorrer, juntamente com trombose vascular e formação de micro
abscessos. Um processo proliferativo tardio com espessamento alveolar pode
ocorrer em 10 dias. As complicações tardias podem incluir a pneumonia
bacteriana, anormalidades residuais de pequenas vias aéreas e pneumatoceles.
Complicações cardíacas são raras.
ABUSO: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita,
encefalopatia, residual comprometimento neurológico, nefrotoxicidade,
hepatotoxicidade, distúrbios ácido-base e rabdomiólise.
Injeção de nafta resultou em reações febris, inflamação do tecido local, necrose
e trombose com amputação necessária 60% a 80% dos casos e efeitos
sistêmicos, incluindo edema pulmonar, pneumonia e CNS depressão leve.
Os casos graves resultaram em síndrome de falência de múltiplos órgãos.
Diagnóstico O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível. Para a confirmação em
casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas não específicos
sugere-se a pesquisa dos metabólitos ou do ingrediente ativo em material
biológico.
Tratamento A descontaminação do paciente como em casos de derramamento onde existe o
risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada
preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha
nitrílica.
Não há antídoto específico. Carvões ativados e laxantes salinos poderão ser
utilizados devido a provável adsorção do princípio ativo pelo carvão ativado.
O tratamento sintomático deverá compreender correção de distúrbios
hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. O
monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de
contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para
avaliação oftalmológica.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar.
Efeitos Sinérgicos Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
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ATENÇÃO Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As
intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de
Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em
Vigilância Sanitária (Notivisa).
TELEFONE DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: 0800 772 2492
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Fluroxipir-meptílico: estudo realizado com Fluroxipir-meptílico radiomarcado demonstrou que foi quase
completamente absorvido e rapidamente excretado, sendo que 90% da dose diária foi excretada em 24
horas. Até 6 dias após a administração da última das 7 doses, uma média de 92,1% da radioatividade total
administrada foi excretada na urina e uma média de 5,6º/o nas fezes. Os resultados mostraram que não
houve acúmulo de radioatividade em qualquer um dos tecidos que foram examinados. A única
biotransformação significativa observada foi a hidrólise de Fluroxipir-meptílico em Fluroxipir ácido.
Picloram: o destino de Picloram foi definido no homem através de seis voluntários saudáveis que
receberam doses orais únicas de 5,0 e 0,5 mg/kg e uma dose dérmica de 2,0 mg/kg. Picloram foi
administrado por via oral na forma de sal de sódio no suco de uva. A dose dérmica foi aplicada nas costas
dos voluntários como ácido livre dissolvido em etanol. Os dados indicaram que Picloram foi rapidamente
absorvido pelo trato gastrointestinal (meia-vida de 20 min.) e rapidamente excretado inalterado através
da urina. Mais de 90% da dose de Picloram foi recuperada inalterada através da urina em 72 horas; a
maior parte da dose (> 75%) foi excretada dentro de 6 horas e o restante foi eliminado com uma meia-
vida média de 27 horas. Picloram foi lentamente absorvido pela pele (meia-vida de 12 horas) e, com base
na quantidade de Picloram excretada na urina, apenas uma pequena fração (0,2%) do Picloram aplicado
na pele foi absorvida. Nenhum efeito adverso foi observado nas doses administradas.
Resumindo, estes dados indicam que o Picloram, por causa de sua rápida excreção, apresenta um baixo
potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas. Além disso, Picloram
foi pouco absorvido através da pele humana e é pouco provável que quantidades tóxicas agudas sejam
absorvidas por esta via.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Os três animais tratados apresentaram leve eritema e os
efeitos foram totalmente reversíveis em até 10 dias. Não foi observado edema em nenhum dos
animais.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Apenas um animal foi tratado devido a observação de
vermelhidão da conjuntiva, quemose, irite e opacidade da córnea na primeira hora de observação. A
irite foi reversível em 21 dias, o restante dos efeitos permaneceram até o fim da observação de 21
dias.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos crônicos:
Fluroxipir-meptílico: em estudo crônico, realizado com Fluroxipir-meptílico em ratos durante um período
de 2 anos com doses de até 320 mg/kg/dia, demonstrou não apresentar nenhuma indicação de toxicidade
cumulativa ou efeito em todos os parâmetros avaliados durante o estudo.
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Picloram: um estudo crônico realizado em ratos durante 2 anos apresentou NOEL de 20 mg/kg/dia. O
principal efeito relacionado ao tratamento foi o aumento dos pesos absoluto e relativo do fígado e
propriedades tintoriais dos hepatócitos centrolobulares. Não houve mortalidade ou incidência de tumores
durante o estudo (EPA RED, 1995). Em estudos reprodutivos em ratos e em camundongos o picloram não
apresentou efeitos na gestação e na fertilidade dos animais. Em estudos em animais o picloram também
não apresentou efeitos teratogênicos (EXTOXNET, 1996). Estudos de 12 meses em cães, os efeitos
observados foram aumento no tamanho e peso do fígado.
O NOEL foi de 35 mg/kg/dia. Em um estudo em ratos de 2 gerações, os efeitos observados foram
toxicidade renal nos machos e fêmeas F0 e F1 da maior dose administrada; nenhum efeito foi observado
sobre a fertilidade ou desenvolvimento neonatal. O NOEL foi de 200 mg/kg/dia e o NOEL para fertilidade
e desenvolvimento neonatal foi de 1000 mg/kg/dia.
NAFTA AROMÁTICA: a longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas,
hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
☒ MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
☐ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
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- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. -
telefone da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro corteva
cortede emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções
do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- Restrição de uso no Estado do Paraná para Mansoa difficilis em pastagem.
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal
antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a
cultura são permitidos localmente.
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