Pirifast
Sharda do Brasil Comércio de Produtos Químicos e Agroquímicos LTDA
Inseticida
clorpirifós (organofosforado) (480 g/L)

Informações

Número de Registro
35621
Marca Comercial
Pirifast
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
clorpirifós (organofosforado) (480 g/L)
Titular de Registro
Sharda do Brasil Comércio de Produtos Químicos e Agroquímicos LTDA
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 3 – Produto Moderadamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Eutinobothrus brasiliensis
Broca-da-raiz; Broca-do-algodoeiro
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Algodão
Pectinophora gossypiella
Lagarta-rosada
Batata
Agrotis ipsilon
Lagarta-rosca
Café
Hypothenemus hampei
Broca-do-café
Café
Leucoptera coffeella
Bicho-mineiro-do-café; Larva-minadora
Citros
Ceratitis capitata
Mosca-das-frutas; Mosca-do-mediterrâneo
Citros
Diaphorina citri
Psilídeo
Citros
Orthezia praelonga
Cochonilha-Orthezia; Cochonilha-de-placa
Citros
Parlatoria cinerea
Cochonilha-de-carapaça; Picuinha
Citros
Selenaspidus articulatus
Cochonilha-pardinha
Feijão
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Feijão
Empoasca kraemeri
Cigarrinha; Cigarrinha-verde
Milho
Agrotis ipsilon
Lagarta-rosca
Milho
Elasmopalpus lignosellus
Broca-do-colo; Lagarta-elasmo
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Epinotia aporema
Broca-das-axilas; Broca-das-axilas-da-soja
Tomate
Lyriomyza huidobrensis
Larva-minadora; Mosca-minadora
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Trigo
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Trigo
Sitobion avenae
Pulgão; Pulgão-da-espiga

Conteúdo da Bula

                                    1/19
PIRIFAST
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o n°
35621

COMPOSIÇÃO:
O,O-diethyl O-3,5,6-trichloro-2-pyridyl phosphorothioate
       (CLORPIRIFÓS) .................................................. 480 g/L (48% m/v)
Hidrocarboneto aromático (CAS n° 64742-95-6) ............ 10,5 g/L (1,05% m/v)
Outros ingredientes .......................................................... 592,5 g/L (59,25% m/v)
             GRUPO                                    1B                               INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: inseticida de ação de ingestão e contato
GRUPO QUÍMICO: organofosforado.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
SHARDA DO BRASIL COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS E AGROQUÍMICOS
LTDA.
Rua da Consolação, 222, conj. 608, São Paulo, SP. CEP 01302-000. - CNPJ n°
11.426.444/0001-00. Tel/Fax: (11) 3129 7423
Registro da empresa na CDA/SAA/SP nº 965
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Netmatrix Limited. 101, Madhavi Enclave, Motinagar Cross Roads. Hyderabad, Telangana,
Índia.
CLORPIRI TÉCNICO. Registro no MAPA nº 35818

FORMULADOR:
Netmatrix Limited. 101, Madhavi Enclave, Motinagar Cross Roads. Hyderabad, Telangana,
Índia.

                         No do lote ou partida :
                         Data de fabricação :                 VIDE EMBALAGEM
                         Data de vencimento :

     ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
                     CONSERVE-OS EM SEU PODER.
    É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                             PROTEJA-SE.
           É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
 CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE
                               TÓXICO
   CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Produto
               MUITO PERIGOSO ao meio ambiente – CLASSE II




                                                                                            BULA
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    INSTRUÇÕES DE USO:
    PIRIFAST é um inseticida, que contém o ingrediente ativo clorpirifós, 480 g/L, na
    formulação concentrado emulsionável, do grupo químico organofosforado, com ação de
    contato e ingestão.

    PRAGAS CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO:
                                                                   Dose de         Volume de calda
Cultura                     Alvo-biológico                        aplicação              (L/ha)
                                                                  (produto             Aplicação
              Nome comum                   Nome científico        comercial        Terrestre Aérea
        Curuquerê                Alabama argillacea                0,5 L/ha
        Broca-do-algodoeiro      Eutinobothrus brasiliensis       0,8-2 L/ha
Algodão Pulgão-do-algodoeiro     Aphis gossypii                  0,3-0,5 L/ha       100-300    30-50
        Lagarta-das-maçãs        Heliothis virescens              1,5-2 L/ha
        Lagarta-rosada           Pectinophora gossypiella         1,5-2 L/ha
 Batata Lagarta-rosca            Agrotis ipsilon                   1,5 L/ha         100-300          -
        Broca-do-café            Hypothenemus hampei
  Café                                                               1-1,5 L/ha     100-300    30-50
        Bicho-mineiro-do-café    Leucoptera coffeella
        Mosca-das-frutas         Ceratitis capitata             200 mL/100 L
                                                                                    400-500
        Cochonilha-pardinha      Selenaspidus articulatus
 Citros Cochonilha-de-placa      Orthezia praelonga                  100-150        100-300          -
        Cochonilha-parlatoria    Parlatoria cinerea                  mL/100 L       400-500
        Psilideo                 Diaphorina citri                                   100-300
        Mosca-branca             Bemisia tabaci                      1 L/ha
 Feijão Mosca-branca             Bemisia tabaci raça B            1-1,25 L/ha       100-300    30-50
        Cigarrinha-verde         Empoasca kraemeri                  0,8 L/ha
        Lagarta-do-cartucho      Spodoptera frugiperda           0,4 -0,6 L/ha
 Milho Lagarta-rosca             Agrotis ipsilon                                    100-300    30-50
                                                                      1 L/ha
        Lagarta-elasmo           Elasmopalpus lignosellus
        Lagarta-da-soja          Anticarsia gemmatalis            0,4-1 L/ha
  Soja                                                                              100-300    30-50
        Broca-das-axilas         Epinotia aporema                  0,8 L/ha
        Broca-pequena-do-fruto   Neoleucinodes elegantalis         1,5 L/ha
Tomate                                                                               1000            -
        Larva-minadora           Lyriomyza huidobrensis           1-1,5 L/ha
        Lagarta-do-trigo         Pseudaletia sequax               0,7-1 L/ha
 Trigo                                                                              100-300    30-50
        Pulgão-da-espiga         Sitobion avenae                 0,4-0,5 L/ha
    Notas:
    1 L de PIRIFAST contém 480 g do ingrediente ativo clorpirifós.
    As doses variam conforme o nível de infestação.




                                                                                  BULA
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   INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
        - Iniciar a aplicação do produto:
        Alabama argillacea (Curuquerê): quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações.
        Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.
        Aphis gossypii (Pulgão): quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações.
        Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.
        Euthinobothrus brasiliensis (Broca): 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações.
        Intervalo de aplicação: 1 semana.
Algodão Heliothis virescens (Lagarta-das-maçãs): quando houver 10% de infestação (1 lagarta
        pequena = menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas.
        Pectinophora gossypiella (Lagarta-rosada): quando constatar 15 machos/dia, em
        amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual.
          Número de aplicações: até 3 pulverizações por safra da cultura.
          Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
          aérea).
          - Iniciar a aplicação do produto assim que forem observados os primeiros sintomas de
          infestação. Intervalo de aplicação: 2 semanas.
Batata
          Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura.
          Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre).
          - Iniciar a aplicação do produto:
          Hypothenemus hampei (Broca): quando o grau de infestação for maior ou igual a 5%
          nos grãos provenientes da primeira florada, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 20
          a 30 dias.
 Café     Leucoptera coffeella (Bicho mineiro): quando mais ou menos 20% das folhas estiverem
          contaminadas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias.
          Número de aplicações: até 2 aplicações por safra da cultura.
          Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
          aérea).
          - Iniciar a aplicação do produto:
          Ceratitis capitata (Mosca das frutas): Assim que os frutos começarem a amadurecer, 2
          a 3 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação.
          Volume de calda: 400-500 L/ha.
          Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha): Aplicar no início da infestação.
          Reaplicar, se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento.
          Volume de calda: 400-500 L/ha.
          Parlatoria cinerea (Cochonilha parlatoria): Aplicar no início da infestação, com a calda
          dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar, se necessário.
 Citros   Volume de calda: 400-500 L/ha.
          Orthezia praelonga (Cochonilha-ortezia): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se
          necessário. Realizar até duas aplicações por safra.
          Volume de calda: 100-300 L/ha.
          Diaphorina citri (Psilídeo): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário, até
          duas aplicações por safra. Volume de calda: 100 a 300 L/há (pulverização terrestre).
          Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura.
          O produto deve ser aplicado com uso de óleo mineral na calda na proporção de 0,25%
          (250 mL/100L)




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           - Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem as primeiras pragas.
           Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura.
  Feijão   O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação.
           Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
           aérea).
           - Iniciar a aplicação do produto:
           Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho): no período após a germinação até 60-70
           dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em
           função da reinfestação. Usar bico leque.
           Elasmopalpus lignosellus (Lagarta elasmo): no período após a germinação até uma
           altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações.
  Milho    Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas;
           Agrotis ipisilon (Lagarta Rosca): no período após a germinação até 30 dias de idade da
           cultura, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1
           a 2 semanas.
           Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura.
           Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
           aérea).
           - Iniciar a aplicação do produto:
           Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja): quando forem encontradas 20 lagartas/metro
           linear, 1 a 2 aplicações.
           Epinotia aporema (Broca das axilas): quando forem encontradas 20% de plantas com
   Soja    ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações.
           Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura.
           O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação.
           Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
           aérea).
           - Iniciar a aplicação do produto:
           Neoleucinodes elegantis (Broca pequena): quando os frutos estiverem pequenos, 4 a 7
           aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.
 Tomate
           Liriomyza huidobrensis (Mosca minadora): assim que se observarem os primeiros
(rasteiro)
           sintomas de infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10 dias.
           Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura.
           Volume de calda: 1000 L/há (pulverização terrestre).
           - Iniciar a aplicação do produto:
           Sitobion avenae (Pulgão das espigas): quando forem encontrados mais de 10
           pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações.
           Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo): Quando aparecerem os primeiros focos de
  Trigo    infestação, 1 a 2 aplicações.
           Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura.
           O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação.
           Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
           aérea).

    MODO DE APLICAÇÃO:
    PIRIFAST deve ser aplicado diluído em água somente nas doses recomendadas. Deve
    ser aplicado de maneira uniforme dando uma boa cobertura da parte aérea das plantas
    tratadas. A calda de pulverização deve ser mantida sob agitação contínua.

    Equipamentos de aplicação:
    Equipamentos tratorizados ou através de aeronaves agrícolas.
                                                                                BULA
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Aplicação terrestre:
Através de tratores com pulverizador com barra equipada com bicos JA2 ou similares
(exceto para lagarta do cartucho em milho que se recomenda bico leque série 80.03 ou
80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de
100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento
para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.

Aplicação através de aeronave agrícola:
Equipamento com barra ou "micronair". Para aplicação aérea utilizar equipamento GPS,
não utilizar balizamento com bandeirinhas.

Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva;
temperatura deverá ser inferior a 30°C; umidade relativa deverá ser superior a 50%.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por
volatilização ou deriva.

NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo,
densidade foliar e porte das plantas.

Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar PIRIFAST
mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume
do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e
durante a operação de aplicação da calda.

Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do
produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):
Algodão: 21; Batata: 21; Café: 21; Citros: 21; Feijão: 25; Milho: 21; Soja: 21; Tomate: 21;
Trigo: 21.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a
aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Somente utilizar as doses recomendadas.
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula.
- Não misturar com produtos de reação alcalina, como a calda bordaleza.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às
culturas indicadas.
- O produto é incompatível com produtos de reação altamente alcalina como a calda
bordaleza e calda sulfocálcica.
- Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado.
- É PROIBIDA A APLICAÇÃO DO PRODUTO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTO COSTAL.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE,        RECICLAGEM,       REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS
EMBALAGENS VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide Modo de Aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE,        RECICLAGEM,       REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS
EMBALAGENS VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA INSETICIDAS:
Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo
devido ao desenvolvimento de resistência. Utilizando-se as seguintes estratégias de
Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI), pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação não deve
ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações



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locais para o manejo de resistência.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle (ex. controle cultural, biológico, etc.)

               DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
            ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
                         PRODUTO PERIGOSO.
      USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, botas de
borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico
classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.



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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
 - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato e não permitir
que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro
combinado classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e
luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre em áreas
tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas
de borracha;
 - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara
 - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizada por pessoa treinada e
devidamente protegida.
- É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

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                                                                        Pode ser nocivo em contato
                                                                        com a pele
                                                       PERIGO
                                                                        Fatal se inalado
                                                                        Provoca irritação ocular
                                                                        grave

     PRIMEIROSSOCORROS: PROCURE IMEDIATAMENTE UM SERVIÇO DE
     EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do
     produto
     Ingestão: Se engolir o produto NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra
     naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
     Olhos: ATENÇÃO PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de
     contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
     lavagem entre no outro olho. Retirar as lentes de contato.
     Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
     sabão neutro.
     Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
     ventilado.
     A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental
     impermeáveis, por exemplo.

                         INFORMAÇÕES MÉDICAS – PIRIFAST (clorpirifós)
Grupo químico    Organofosforado
   Classe
                 CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
 Toxicológica
   Vias de
                 Oral, inalatória, ocular e dérmica.
  exposição
                 Clorpirifós:
                 Após absorção, os organofosforados são distribuídos por todos os tecidos do organismo,
                 atingindo altas concentrações no fígado, onde são metabolizados, e nos rins, que os
                 excretam. A meia-vida destes inseticidas varia muito, dependendo da natureza do
                 composto. Alguns metabólitos são mais tóxicos que a substância que os originou.
                 Hidrocarboneto aromático:
                 São rapidamente absorvidos pelo trato respiratório, com captação aumentada pelo
                 exercício físico. A absorção também está positivamente correlacionada com a quantidade
                 de gordura corporal. O m- xileno líquido é bem absorvido através da pele, mas a
Toxicocinética   absorção dérmica do vapor de m- xileno (até 600 ppm) não parece ser
                 consideravelmente absorvida. São altamente solúveis em sangue e gordura e são
                 distribuídos amplamente no corpo. Os xilenos passam por um metabolismo extenso e são
                 excretados principalmente como metabólitos na urina, com pequenas quantidades
                 liberadas inalteradas no ar expirado. Cerca de 90% da dose absorvida é excretada na
                 urina sob a forma de ácido metilhipúrico, o conjugado de glicina do ácido metilbenzóico,
                 após inalação ou exposição dérmica (líquida).
                 Naftaleno 1,2,4 trimetilbenzeno:
                 A substancia é absorvida principalmente através da respiração e também pela via oral. A
                 absorção cutânea é muito baixa. Durante uma exposição de seis horas pela via inalatória
                                                                                BULA
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                  em ratos, a concentração no sangue aumentou rapidamente nas primeiras duas horas,
                  alcançando então um platô. A eliminação do sangue seguiu um modelo aberto de dois
                  compartimentos. Três metabolitos foram medidos na urina de rato após hidrólise: ácido
                  3,4-dimetilbenzóico (3,4-DMBA), ácido 2,4-dimetilbenzóico (2, 4-DMBA) e ácido 2,5-
                  dimetilbenzóico (2,5-DMBA). Uma correlação linear significativa foi encontrada entre o
                  nível de exposição e a concentração de ácidos dimetilbenzóicos.
                  Clorpirifós:
                  Inibição da Acetilcolinesterase, resultando no acúmulo de acetilcolina nas sinapses
                  colinérgicas no sistema nervoso central, periférico somático e autônomo, levando ao
                  aumento da resposta nos receptores pós-sinápticos, nicotínicos ou muscarínicos.
                  Hidrocarboneto aromático:
                  Inibição da enzima acetilcolinesterase através de sua fosforilação, causando
Toxicodinâmica
                  acúmulo de acetilcolina e consequente superestimulação das terminações
                  nervosas, tornando inadequada a transmissão de seus estímulos às células
                  musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Centra (SNC)
                  Naftaleno 1,2,4 trimetilbenzeno:
                  O mecanismo de ação tóxica em humanos ainda não está bem estabelecido, em estudos
                  com animais a principal ação tóxica do 1,2,4 trimetilbenzeno foi sobre o SNC.
                  Clorpirifós:
                  Inibem permanentemente a enzima acetilcolinesterase através de sua fosforilação,
                  causando acúmulo de acetilcolina e consequente superestimulação das terminações
                  nervosas, tornando inadequada a transmissão de seus estímulos às células musculares,
                  glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central (SNC).
              Hidrocarboneto aromático:
Mecanismos de
              Os vapores são irritantes e depressores do sistema nervoso central, e seus efeitos são
  toxicidade
              dor-de-cabeça, vertigens, náuseas, tontura, confusão e incoordenação. Os efeitos sobre
              o sistema nervoso central podem ocorrer também pela ingestão destes solventes.
                  Naftaleno 1,2,4 trimetilbenzeno:
                  Em estudos animais e humanos a principal ação tóxica do 1,2,4 trimetilbenzeno foi sobre
                  o SNC com depressão, irritação pulmonar e sobre a coagulação sanguínea, Efeitos
                  hepáticos e renais foram observados.
                  Clorpirifós:
                  Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após exposição.
                  Manifestações agudas:
                  Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica):
                  vômito, diarreia, cólicas abdominais, broncoespasmo, miose puntiforme e paralítica,
                  bradicardia, hipersecreção (sialorreia, lacrimejamento, broncorreia e sudorese), cefaleia,
                  incontinência urinária, visão borrada. Diaforese severa pode provocar desidratação e
                  hipovolemia graves, resultando em choque.
  Sintomas e      Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações
sinais clínicos   musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode
                  haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão
                  arterial podem manifestar-se, e serem alteradas pelo efeito muscarínico.
                  Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia,
                  depressão de centros cardiorrespiratórios, convulsões e coma.
                  Manifestações tardias:
                  - Síndrome intermediária: aparece 1-4 dias após a exposição e a resolução da crise
                  colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios e debilidade
                  muscular que acomete principalmente a face, o pescoço e as porções proximais dos
                                                                                     BULA
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              membros. Também pode haver comprometimento de pares cranianos e diminuição de
              reflexos tendinosos. A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada,
              mas pode prolongar-se, às vezes, por meses após a exposição.
              - Neuropatia retardada induzida por Organofosforados: ela aparece em 14 a 28 dias
              após a exposição e é desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e
              centrais. A crise se caracteriza por paresias ou paralisias simétricas de extremidades,
              sobretudo inferiores, podendo persistir durante semanas ou anos. São casos raros, após
              exposições agudas e intensas.
              - Outros efeitos sobre o Sistema Nervoso Central: déficit residual de natureza
              neuropsiquiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da
              memória, concentração e iniciativa podem observar-se.
              Hidrocarboneto aromático:
              Os vapores são irritantes e depressores do SNC, e seus efeitos são dor-de-cabeça, vertigens,
              náuseas, tontura, confusão, incoordenação, inconsciência, edema pulmonar, até o coma e a morte
              em exposições severas. O contato com a pele causa o ressecamento, podendo provocar irritações e
              dermatites.
              Os vapores causam irritação dos olhos. A ingestão causa vômito, diarréia e dificuldade respiratória.
              No vômito o principal risco é a pneumonia química, edema pulmonar e hemorragia consequente à
              aspiração para as vias aéreas.
              Naftaleno 1,2,4 trimetilbenzeno:
              Os principais sintomas após inalação do solvente compreendem depressão do sistema
              nervoso central e irritação pulmonar com possível quadro de pneumonite química após
              aspiração de vapores.
              Clorpirifós:
              Confirmação da exposição e quadro clínico compatível, associados ou não à queda na
              atividade das colinesterases. Queda em 25% ou mais de sua atividade original indica
              exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa. A
              pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não específico. Ambas podem
              demorar de 3-4 meses para se normalizar.
              Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas
              hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema pulmonar e
Diagnóstico
              aspiração).
              Hidrocarboneto aromático e Xileno:
              Depressão do sistema nervoso central associado a exposição ao produto.
              Dosagem do ácido metilhipúrico na urina.
              Naftaleno 1,2,4 trimetilbenzeno:
              O diagnóstico é feito pela sintomatologia clínica associada ao histórico de exposição
              significativa ao produto. Existe uma correlação entre a intensidade da exposição e a
              concentração de ácido metil hipurico que pode ser um indicador biológico de exposição.




                                                                                      BULA
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             Descontaminação
             - Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele
             (incluindo pregas cutâneas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente
             abundante e sabão neutro. Remover a vítima para local bem ventilado.
             - Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água
             corrente, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
             - Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de
             consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração, por intubação. Administrar
             carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, 25-50 g em crianças de 1-12 anos
             e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão
             ativado para 240 mL de água.
             ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante
             a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de
             segurança (luvas de nitrila e avental impermeável), de forma a não se contaminar com o
             agente tóxico.
             Emergência, suporte e tratamento sintomático
             Manter vias aéreas permeáveis, evitar a pneumonite química devida, através de
             intubação oro - traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza
             de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmia
             cardíaca. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
             Monitorar: oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, pH, eletrólitos, amílase sérica.
             Clorpirifós:
             Antagonista e antídoto:
             - Atropina - agonista antimuscarínico - reverte os sintomas muscarínicos, mas não os
             nicotínicos. A presença de taquicardia inicial e hipertensão não contra- indicam a
Tratamento   atropinização. Em caso de dúvida, fazer teste diagnóstico com 0,25 a 1 mg de atropina:
             se a taquicardia ceder ou não se alterar, começar o tratamento imediatamente, pois sua
             causa é a hipóxia. A administração de atropina só deverá ser realizada quando houver
             sinais clínicos de efeitos anticolinesterásicos.
             Dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e 0,05 mg/kg em crianças, EV,
             diluídos em soro fisiológico 1:2. Repetir, se necessário, a cada 5 a 10 minutos. As
             preparações de atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de
             0,25 ou 0,50 mg/mL.
             O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na
             reversão da broncorreia (ausculta pulmonar) e na constatação do desaparecimento da
             fase hipersecretora, ou no aparecimento de sintomas de intoxicação atropínica
             (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de
             atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais.
             Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardiorrespiratória e oximetria
             de pulso. A ação letal dos organofosforados é comumente secundária à insuficiência
             respiratória, pelos mecanismos de broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva,
             falência da musculatura respiratória e depressão do centro respiratório por hipóxia.
             - Pralidoxima - antídoto específico dos organofosforados. Sua ação visa restaurar a
             atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de sangue heparinizado
             prévia à sua administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age em
             todos os sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente no SNC). Não reativa
             a colinesterase plasmática. A pralidoxima não substitui a atropina.
             Dose de ataque:
             Adultos: 1-2 g, preferencialmente endovenosa, podendo ser utilizada intramuscular ou
             subcutânea, em doses não maiores que 200 mg/minuto, diluídas em soro fisiológico.
             Pode ser repetida a partir de 2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a
             dose máxima de 12 g/dia. Crianças: 20 a 40 mg/kg, preferencialmente endovenosa,
                                                                            BULA
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                podendo ser utilizada intramuscular ou subcutânea, (não exceder 4 mg/kg/min).
                Deve ser iniciada nas primeiras 24 h, para ser mais efetiva, mas pode ser realizada mais
                tarde, em especial no caso de compostos lipossolúveis. Se ocorrerem convulsões, o
                paciente pode ser tratado com benzodiazepínicos sob orientação médica.
                Naftaleno 1,2,4 trimetilbenzeno:
                Remover do local e interromper a exposição. Não há antídoto específico. Em caso de
                ingestão procedimentos como lavagem gástrica não deverão ser indicados pelo risco de
                aspiração pulmonar. Carvão ativado não deverá ser utilizado. O tratamento é sintomático
                e deverá incluir medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos,
                metabólicos e assistência respiratória além de investigação de pneumonite química por
                aspiração. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e
                encaminhamento para avaliação oftalmológica.
                A diálise e a hemoperfusão são contraindicadas.
                O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de depressão do SNC e
Contraindica-   pneumonite química por aspiração pulmonar.
   ções         Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à
                possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina,
                fenotiazinas e reserpina).
   Efeitos
                Com outros organofosforados ou carbamatos.
 sinérgicos
                Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obtenha
                informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
                Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                RENACIAT – ANVISA/MS
 ATENÇÃO
                Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
                Telefone de Emergência da empresa: (11) 31514360

      Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
      Clorpirifós:
      Pode ser absorvido pelas vias oral, inalatória e dérmica. Após exposição oral para
      mamíferos foi observada uma rápida absorção, metabolização e excreção. Em ratos, a
      administração de dose única por gavagem resultou numa eliminação de 90% através da
      urina e de 10% através das fezes. Estudos revelaram que o principal produto da
      biotransformação hepática do clorpirifós é o 3,5,6-tricloro-2-piridinol (produto de baixa
      toxicidade para mamíferos) que representa 96% dos metabólitos urinários de ratos.
      Hidrocarboneto aromático:
      São rapidamente absorvidos pelo trato respiratório, com captação aumentada pelo
      exercício físico. A absorção também está positivamente correlacionada com a quantidade
      de gordura corporal. O m-xileno líquido é bem absorvido através da pele, mas a absorção
      dérmica do vapor de m-xileno (até 600 ppm) não parece ser consideravelmente
      absorvida. Os xilenos são altamente solúveis em sangue e gordura e são distribuídos
      amplamente no corpo. Xilenos passam por um metabolismo extenso e são excretados
      principalmente como metabólitos na urina, com pequenas quantidades liberadas
      inalteradas no ar expirado. Cerca de 90% da dose absorvida é excretada na urina sob a
      forma de ácido metilhipúrico, o conjugado de glicina do ácido metilbenzoico, após
      inalação ou exposição dérmica (líquida).

      Naftaleno 1,2,4 trimetilbenzeno:
      A principal ação tóxica do 1,2,4 trimetilbenzeno foi sobre o SNC com depressão, irritação
      pulmonare sobre a coagulação sanguínea, Efeitos hepáticos e renais foram observados.
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É absorvido principalmente através da respiração e também pela via oral. A absorção
cutânea é muito baixa. Durante uma exposição de seis horas pela via inalatória em ratos,
a concentração no sangue aumentou rapidamente nas primeiras duas horas, alcançando
então um platô. A eliminação do sangue seguiu um modelo aberto de dois
compartimentos. Três metabolitos foram medidos na urina de rato após hidrólise: ácido
3,4-dimetilbenzóico (3,4-DMBA), ácido 2,4-dimetilbenzóico (2, 4-DMBA) e ácido 2,5-
dimetilbenzóico (2,5-DMBA). Uma correlação linear significativa foi encontrada entre o
nível de exposição e a concentração de ácidos dimetilbenzoicos.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado):
DL50 oral em ratas fêmeas: > 50 mg/kg e < 300 mg/kg. Valor de cut-off de 200 mg/kg.
DL50 dérmica em ratos machos e fêmeas: superior a 2.000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos machos e fêmeas: 1,27 mg/L no ar
Irritação dérmica: não irritante.
Irritação ocular: PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE AOS OLHOS. A instilação
do produto em olhos de coelhos resultou em opacidade da córnea em 2/3 dos olhos
testados, reversível em um animal no 7º dia de leitura e em outro animal no 14° dia de
leitura. Foram observadas vermelhidão nos olhos em 2/3 dos animais nas leituras 24 e 48
hrs após a instilação do item teste. Foram observadas quemose em 2/3 dos olhos dos
animais nas leituras 24 e 48 hrs, e 1/3 dos animais 24 hrs após a instilação do item teste.
Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 14 dias após o tratamento
para 3/3 dos olhos testados. Nenhum sinal clínico foi observado durante o período de
aclimatização.
Sensibilização cutânea: Não causou sensibilização dérmica
Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização
respiratória.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação
gênica reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em
células de camundongos.

Efeitos crônicos:
Clorpirifós:
Não apresentou potencial carcinogênico quando administrado por longos períodos,
através da dieta, para mamíferos. Nem tampouco apresentou potencial para efeitos
teratogênicos ou distúrbios na reprodução de animais experimentais. Em todos os
estudos conduzidos com o produto técnico, foi estabelecido um nível sem efeito
observado (NOEL), sendo reconhecido como alvo de toxicidade a inibição da
colinesterase plasmática.

Hidrocarboneto aromático:
Os distúrbios mais comuns a longo prazo são: distúrbios psíquicos, dor de cabeça, fadiga,
nervosismo, irritabilidade, dificuldade de concentração, perda de memória, anorexia,
insônia e emagrecimento.
Naftaleno 1,2,4 trimetilbenzeno:
Os principais efeitos crônicos observados incluem neurotoxicidade, efeitos hematológicos
e alterações da função hepática e renal.




                                                                           BULA
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               DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio
Ambiente - IBAMA/MMA).
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas e
microcrustáceos);
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos
benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos)metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aero agrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas- ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.




                                                                        BULA
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3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa SHARDA DO BRASIL
COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS E AGROQUÍMICOS LTDA. - Telefone da
empresa (11) 3129 7423
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS    DE   LAVAGEM,   ARMAZENAMENTO,                       DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DEEMBALAGENS VAZIAS E                            RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s
–Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do
produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador
                                                                        BULA
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- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobrea boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

                                                                        BULA
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Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após ó
término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para
efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem
vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
  ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA                              DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEMVAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este
tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados
por órgão ambiental competente.



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5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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