Peroxonil Mixx Clorotop Brutobin Dolonil
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Fungicida
Picoxistrobina (estrobilurina) (33 g/kg) + clorotalonil (isoftalonitrila) (540 g/kg) + tebuconazol (triazol) (60 g/kg)

Informações

Número de Registro
45325
Marca Comercial
Peroxonil Mixx Clorotop Brutobin Dolonil
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Picoxistrobina (estrobilurina) (33 g/kg) + clorotalonil (isoftalonitrila) (540 g/kg) + tebuconazol (triazol) (60 g/kg)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 – Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Colletotrichum gossypii cephalosporioides
Ramulose
Algodão
Corynespora cassiicola
Mancha alvo.
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Milho
Phaeosphaeria maydis
Mancha-de-Phaeosphaeria; Mancha-foliar
Milho
Puccinia sorghi
Ferrugem; Ferrugem-comum
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Corynespora cassiicola
Mancha-alvo
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose

Conteúdo da Bula

                                    PEROXONIL MIXX
                                            CLOROTOP; BRUTOBIN; DOLONIL; ZERRUST MIXX

                                  Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 45325



COMPOSIÇÃO:
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL)…………………………….……………….…………..540,0 g/kg (54,0% m/m)
Methyl (E)-3-methoxy-2-{2-[6-(trifluoromethyl)-2-pyridyloxymethyl]phenyl}acrylate
(PICOXISTROBINA )…………….…………………………………………………........…........…..........….33,0 g/kg (3,3% m/m)
(RS)-1-p-chlorophenyl-4,4-dimethyl-3-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)pentan-3-ol
(TEBUCONAZOL).................................................................................................................................60,0 g/kg (6,0% m/m)
Outros Ingredientes...........................................................................................................................367,0 g/kg (36,7% m/m)

                  GRUPO                                                M05                                              FUNGICIDA
                  GRUPO                                                 C3                                              FUNGICIDA
                  GRUPO                                                 G1                                              FUNGICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico e de contato
GRUPO QUÍMICO: Clorotalonil: Isoftalonitrila
                 Picoxistrobina: Estrobilurina
                 Tebuconazol: Triazol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)

TITULAR DO REGISTRO (*):
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Av. Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS
CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3072-9793 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO


FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLOROTALONIL TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº 09317
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
PICOXISTROBINA TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº TC12522
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
TEBUCONAZOL TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº TC11323
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China

FORMULADOR/MANIPULADOR:
QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Xinhe Eco-Chemical Science and Technology Industry Base, Qingdao, Shandong, 266717, China
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rod. Presidente Castelo Branco, s/nº - Km 68,5 - Olhos D’ Água - CEP: 18.120-970 - Mairinque/SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Registro do estabelecimento no Estado nº 31 - CDA/SP

IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de
Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530
CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
     RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
     Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
     CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG
     RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
     Rua C, 290, Armz Y, Ondumar Maraba - CEP: 47.852-732 - Luis Eduardo Magalhães/BA
     CNPJ: 10.486.463/0007-54. Nº do registro do estabelecimento no estado: 162425 ADAB/BA
     RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
     Av. das Indústrias, 2020 - Armazém 8 - Ouro Preto - CEP: 99.500-000 - Carazinho/RS
     CNPJ: 10.486.463/0010-50. Nº do registro do estabelecimento no estado: 101/25 SEAPA/RS



                                  No do lote ou da partida:
                                    Data de fabricação:             VIDE EMBALAGEM
                                   Data de vencimento:


                            ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
                                    AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

                  É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE

                                  É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                                        Produto Importado

                     CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 - PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO

                            CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                               CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE


Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
PEROXONIL MIXX, CLOROTOP, BRUTOBIN, DOLONIL; ZERRUST MIXX é um fungicida sistêmico que contém
picoxistrobina (do grupo das estrobilurinas, inibidores do fluxo de elétrons da respiração mitocondrial), tebuconazol (do
grupo químico dos triazóis com ação preventiva, curativa e erradicativa) e clorotalonil (do grupo químico isoftalonitrila),
recomendado para o controle de doenças da parte aérea das culturas de algodão, feijão, milho e soja.

CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO E VOLUME DE APLICAÇÃO:

                      DOENÇAS               DOSE PRODUTO
                                                               VOLUME DE
  CULTURA           NOME COMUM               COMERCIAL                          NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
                                                                 CALDA
                   NOME CIENTÍFICO              (g/ha)
                                                                               Realizar a primeira aplicação de forma preventiva,
                      Mancha alvo                                              realizar até 4 aplicações com 15 dias de intervalo.
                  Corynespora cassiicola                                       Adicionar adjuvante a base de óleo vegetal na
                                                                               dose de 0,25 %v/v
                                                                               Realizar até 3 aplicações com 15 dias de intervalo.
                                                                               Para o controle da Ramulose, realizar a 1ª aplicação
                                                                               de forma preventiva no estádio de 4 folhas; usar a
                         Ramulose
                                                                               maior dose para áreas com histórico da doença,
                  Colletotrichum gossypii                        Terrestre:
  ALGODÃO                                    1.500 – 2.000                     condições ambientais altamente favoráveis ou
                  var. cephalosporioides                         150 L/ha
                                                                               cultivares com alta suscetibilidade. Adicionar
                                                                               adjuvante a base de óleo vegetal na dose de 0,5
                                                                               %v/v
                                                                               Realizar até 4 aplicações com 15 dias de intervalo.
                                                                               Para o controle da Ramularia, realizar a 1ª aplicação
                      Ramularia
                                                                               de forma preventiva ou no início do aparecimento dos
                    Ramularia areola
                                                                               sintomas. Adicionar adjuvante a base de óleo
                                                                               vegetal na dose de 0,25 %v/v
                                                                               Efetuar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
                                                                               Para o controle da antracnose, realizar a 1ª aplicação
                        Antracnose
                                                                               de forma preventiva durante a fase de vegetativa da
                      Colletotrichum
                                                                               cultura, reaplicando em intervalos de 15 dias.
                     lindemuthianum
                                                                               Adicionar adjuvante a base de óleo vegetal na
                                                                               dose de 0,5 %v/v.
                                                                               Efetuar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
   FEIJÃO                                                        Terrestre:
                                             1.500 – 2.000                     Para o controle da Mancha-angular, realizar a 1ª
                                                                 200 L/ha
                                                                               aplicação de forma preventiva ou aos sintomas da
                                                                               doença, reaplicando em intervalos de 15 dias. Usar a
                    Mancha angular
                                                                               maior dose para áreas com histórico da doença,
                 Phaeoisariopsis griseola
                                                                               condições ambientais altamente favoráveis ou quando
                                                                               da entrada da doença nos estádios iniciais da cultura.
                                                                               Adicionar adjuvante a base de óleo vegetal na
                                                                               dose de 0,5 %v/v.
                    Mancha foliar de                                           Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento
                    phaoeosphaeria                                             dos primeiros sintomas, com no máximo 2 aplicações
    MILHO         Phaeosphaeria maydis                           Terrestre:
                                             1.500 – 2.000                     em intervalos de 15 dias.
                                                                 150 L/ha
                       Ferrugem                                                Adicionar adjuvante a base de óleo vegetal na
                     Puccinia sorghi                                           dose de 0,25 %v/v.
                                                                               Para o controle de Corynespora cassiicola:
                                                                               Recomenda-se aplicar o produto no início da doença,
                                                                               com no máximo 2 aplicações em intervalos de 14 dias.
                      Mancha alvo
                                                                               Utilizar a maior dose quando a doença já estiver
                  Corynespora cassiicola
                                                                               presente na cultura.
                                                                               Adicionar adjuvante a base de óleo vegetal na
                                                                               dose de 0,25 %v/v.
                                                                               Para o controle da Phakopsora pachyrhizi: Realizar a
                                                                               primeira aplicação de forma preventiva ou a partir do
                                                                               florescimento (estádio fenológico R1-R3). Observar as
                                                                               condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento
                                                                               da doença. O monitoramento da doença é
                                                                               recomendado a partir da emissão das primeiras folhas
                    Ferrugem asiática
                                                                 Terrestre:    no estádio vegetativo, uma vez que a doença pode
    SOJA          Phakopsora pachyrhizi      1.500 – 2.000
                                                                 150 L/ha      ocorrer em qualquer estádio fenológico da cultura.
                                                                               Utilizar a maior dose quando as condições forem
                                                                               favoráveis à doença. Efetuar no máximo 2 aplicações
                                                                               com intervalo de 14 dias.
                                                                               Adicionar adjuvante a base de óleo vegetal na
                                                                               dose de 0,25 %v/v.
                                                                               Para o controle do Cercospora kikuchii e da Septoria
                    Mancha púrpura                                             glycines, realizar duas aplicações no estádio R2
                   Cercospora kikuchii                                         (floração plena: maioria dos racemos com flores
                                                                               abertas) e R5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de
                                                                               enchimento da vagem). Efetuar no máximo 2
                     Mancha parda                                              aplicações com intervalo de 14 dias.
                    Septoria glycines                                          Adicionar adjuvante a base de óleo vegetal na
                                                                               dose de 0,25 %v/v.
MODO DE APLICAÇÃO:
PEROXONIL MIXX, CLOROTOP, BRUTOBIN, DOLONIL; ZERRUST MIXX pode ser aplicado por via terrestre, através
de pulverizadores manuais, motorizados, tratorizado conforme recomendações para cada cultura. Utilize sempre
tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas. O volume de calda deve ser adequado ao tipo do
equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo. Consulte sempre o
Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do
equipamento.

Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados
Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo,
bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao
aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em
até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto PEROXONIL MIXX, CLOROTOP, BRUTOBIN,
DOLONIL; ZERRUST MIXX de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o
volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.

Cuidados durante a aplicação:
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em
funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e
manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e
áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao
equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento
utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior
tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores
quando da decisão de aplicar.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar,
formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões
térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas
nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã
seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões
térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem
de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça
for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.


EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na
aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a
deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as
orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser
realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa
e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de
deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho
dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo
das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura
uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de
distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas
sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os
valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
- Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
- Umidade relativa do ar acima de 50%.
- Velocidade média do vento entre 2 e 10km/hora.
- As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela
pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando
sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação
empregada.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

                                          Cultura                     Dias
                                          Algodão                      30

                                           Feijão                      30

                                            Milho                      42

                                            Soja                       30



INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar o produto somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de segurança de cada
cultura.
- Fitotoxicidade: Desde que seguidas as recomendações de uso, não é esperado fitotoxicidade nas culturas registradas.

AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS
LTDA não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado
especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos
associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,                                DESTINAÇÃO,      TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA E MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o
aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas
recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1, C3 e M05 para o controle do mesmo alvo,
sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação
de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação
técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à
Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
             GRUPO                                 M05                                 FUNGICIDA
             GRUPO                                  C3                                 FUNGICIDA
             GRUPO                                  G1                                 FUNGICIDA


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis
e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do
sistema.


MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais.
Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o
produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem
em contato com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha;
máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do
período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do
término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante
a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
viseira, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.




                                                                               Pode ser nocivo se ingerido
                                                                                     Fatal se inalado
                                                        PERIGO                   Provoca irritação à pele
                                                                             Provoca lesões oculares graves
                                                                            Pode provocar reações alérgicas na
                                                                                           pele




PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de
contato, deve-se retirá-las.
Pele: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA
PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, tec.) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.




           INTOXICAÇÕES POR PEROXONIL MIXX, CLOROTOP, BRUTOBIN, DOLONIL; ZERRUST MIXX

                                               INFORMAÇÕES MÉDICAS

                        Clorotalonil: Isoftalonitrila
  Grupo químico         Picoxistrobina: Estrobilurina
                        Tebuconazol: Triazol

Classe toxicológica     CATEGORIA 2 - PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO


Vias de exposição       Oral, dérmica, inalatória e ocular
                    Clorotalonil: Em estudos conduzidos com ratos, clorotalonil demonstrou ser absorvido
                    rapidamente após a administração oral de doses baixas a médias (1,5 - 50 mg/kg p.c.) e um
                    pouco mais lentamente em níveis de dose ≥160 mg/kg p.c.. A absorção de clorotalonil a 1,5 - 5
                    mg/kg p.c. variou de 19 a 32% da dose administrada. Em níveis mais elevados (200 mg/kg p.c.), a
                    absorção é reduzida para 8,5 – 15,5% da dose administrada. Níveis máximos no plasma foram
                    alcançados em, aproximadamente, 6, 9 e 12-16 horas após a administração de 5, 50 e 200 mg/kg
                    p.c., respectivamente. Os níveis plasmáticos foram maiores em fêmeas do que em machos.
                    Clorotalonil foi também rapidamente distribuído nos tecidos, sendo os maiores níveis observados
                    no rim, fígado e pulmões. Não houve evidência de bioacumulação após doses múltiplas de
                    clorotalonil. O metabolismo de clorotalonil ocorre por hidroxilação para R182281 (principal
                    metabólito no plasma), seguida por conjugação (múltipla) com glutationa (glutationa-S-
                    transferase). No rato, o conjugado de diglutationa foi o principal metabólito encontrado na bile. Na
                    urina, nove metabólitos foram identificados com uma mistura de diferentes conjugados. Nas fezes,
                    o clorotalonil inalterado foi o principal componente. Clorotalonil também foi rapidamente excretado
                    em doses baixas a moderadas, com ≥80% da dose administrada (5 mg/kg p.c.) sendo excretada
                    em 48 horas. Às 168 horas após a administração de 5, 50, 200 mg/kg p.c., a excreção se deu
                    principalmente via fezes (82-115% da dose), com apenas pequenas quantidades sendo
                    excretadas pela urina (2,9-7,0% em machos e 3,0-11,5% em fêmeas). Para a menor dose (5
                    mg/kg p.c.), a excreção biliar foi de 12 - 17% (fêmeas) e 11 - 21% (machos) dentro de 48 a 72
                    horas; já para a dose elevada (200 mg/kg p.c.), foi de 4,9% (fêmeas) a 7,5% (machos) em 72
 Toxicocinética
                    horas. Portanto, parte da quantidade normalmente excretada pelas fezes foi absorvida e
                    excretada pela bile, indicando a ocorrência de recirculação enterohepática.
                    Trifloxistrobina: foi intensamente metabolizado e foram gerados 35 metabólitos. Em ratos,
                    aproximadamente 20 a 30% dos metabólitos foram excretados na urina e 70 a 80% foram
                    excretados nas fezes. Absorção: a principal rota de absorção é pela via oral, sendo as demais
                    vias secundárias. Em estudo experimental, após a administração oral do produto, 70 a 80% do
                    produto é absorvido rapidamente e metabolizado. Quando o produto radiomarcado foi
                    administrado via oral em ratos, pequena radioatividade foi retida nos tecidos para ambos os sexos
                    nos estudos de 10 e 100 mg/kg, tanto em dose única como em doses repetidas. A picoxistrobina é
                    metabolizada, resultando na formação de no mínimo 42 metabólitos. A principal rota metabólica é
                    a hidrólise éster e conjugação com glucoronídeo. Os principais metabólitos identificados foram
                    estudados e não foram considerados toxicologicamente relevantes quando comparados à
                    toxicidade do composto parental. Excreção: a principal via de eliminação é as fezes e menor
                    quantidade via urina.
                    Tebuconazol: O tebuconazol é absorvido pela via oral, dérmica e inalatória. A biotransformação
                    ocorre por reações de oxidação e os principais metabólitos são o álcool e o ácido carboxílico.
                    Após a administração do Tebuconazol em ratos, 70-80% da dose administrada foi excretada nas
                    fezes e até 25% na urina. A concentração plasmática máxima foi atingida entre 0,5 e 2 horas após
                    a administração oral. Após 2-3 dias da administração, menos de 1% da dose administrada pode
                    ser detectada nos tecidos, sendo o local de maior acúmulo o fígado.
                    Clorotalonil: O clorotalonil é um fungicida de contato multissítios. Inibe a ativação da gliceraldeído-
                    3-fosfato desidrogenase, causando a inibição da germinação de esporos e crescimento de micélios
                    em fungos. O modo de ação do clorotalonil envolve sua combinação com uma molécula chamada
                    glutationa dentro das células do fungo. À medida que esses derivados da glutationa-clorotalonil se
                    formam, eles inviabilizam a disponibilidade de glutationa nas células, deixando as enzimas
                    dependentes da glutationa incapazes de funcionar. Glutationa existe no organismo em suas formas
                    reduzida (GSH) e oxidada (GSSG), atuando direta ou indiretamente em muitos processos
Toxicodinâmica
                    biológicos e, por isso, não é possível excluir que o seu modo de ação seja conservado para
                    humanos.
                    Picoxistrobina: Os mecanismos de toxicidade em seres humanos não são conhecidos para
                    Picoxistrobina. A atividade da Picoxistrobina em fungos ocorre através de bloqueio do transporte
                    de elétrons mitocondriais no local Qo do complexo III, reduzindo a produção de ATP e inibindo a
                    respiração celular.
                    Tebuconazol: O tebuconazol é um fungicida triazol que inibe a biossíntese do ergosterol.
                    Clorotalonil: Não há dados de toxicidade do clorotalonil em humanos. Clorotalonil foi considerado
                    não-mutagênico, não- teratogênico e não-carcinogênico para seres humanos. À luz dos
                    conhecimentos atuais, não é considerado desregulador endócrino e não interfere com a
                    reprodução.
                    Picoxistrobina: em coelhos, produtos do grupo das Estrobilurinas causaram moderadas irritações
                    oculares e dermal. Em estudos com animais expostos a fungicidas do grupo das estrobilurinas
                    foram observados incremento no peso do fígado, hipertrofia hepática, alterações histopatológicas e
Sintomas e sinais
                    lesões no fígado. Em exposições severas podem ocorrer diarréias, vômitos, insuficiência renal,
     clínicos
                    enfraquecimento da consciência e dificuldade respiratória. Exposição à poeira do produto pode
                    ocasionar irritação do nariz, garganta e pulmões. Picoxistrobina não produziu qualquer efeito
                    teratogênico em testes com coelhos e ratos. Em testes realizados com ratos, também não
                    demonstrou possuir efeitos na reprodução.
                    Tebuconazol: A inalação de altas concentrações pode causar irritação nasal, de garganta e de
                    trato respiratório. A ingestão de grandes volumes pode causar desconforto abdominal ou dor,
                    náusea, vômito, tonturas e visão turva.
                      O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao produto e pela
                      presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
   Diagnóstico
                      intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. Realizar o monitoramento clínico e laboratorial
                      das funções hepática e renal.
                      Antídoto: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
                      quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte
                      respiratório.

                      Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca,
                      frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial
                      para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do
                      paciente.

                      Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos
                      locais.

                      Exposição oral: ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
                      aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que
                      aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor
                      abdominal severa ou dificuldade de deglutição.

                      Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com:
                      - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e
                      1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240
                      mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
                      - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto
    Tratamento        (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível
                      de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
                      orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.

                      Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada
                      ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se
                      necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica.

                      Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da
                      pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
                      Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado
                      para tratamento.

                      Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9%
                      ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor,
                      lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.

                      Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso
                      o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
                      (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
                      especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
                      como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente
                      tóxico.
                      A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite
                      química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou
                      em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Não
 Contraindicações
                      aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. Utilizar um equipamento
                      intermediário ou aparelho de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. Evitar
                      contato cutâneo e inalatório com o produto durante o processo.
     Efeitos das
                      Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
interações químicas

                        Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue
                                                 para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                        Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)


                            As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
    ATENÇÃO
                                                          Notificação Compulsória.
                       Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no
                                          Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).

                                            Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
                                         Endereço Eletrônico da Empresa: www.rainbowagro.com.br
                                       Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro de informações médicas.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
DL50 oral em ratos (fêmeas): >2000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos (fêmeas): >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (machos): 0,36 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea (in vitro): Irritante. A viabilidade tecidual relativa média para o item de teste foi de 19,92% e,
portanto, prevê-se que seja irritante e não corrosivo
Corrosão/Irritação ocular (in vitro): Irritante. O item de teste exibiu a pontuação IVIS de 43,741. Quando aplicado nos
olhos de coelhos o item de teste ocasionou opacidade na córnea, vermelhidão e quemose.
Sensibilização cutânea em cobaias: Sensibilizante
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames)
nem no teste do micronúcleo in vitro.

Efeitos crônicos:
Clorotalonil: Em estudo de 2 anos em ratos, os animais tratados com as maiores doses (177,5 e 183 mg/kg p.c./dia)
apresentaram redução do ganho de peso corpóreo; efeitos renais como aumento de peso, hiperplasia epitelial tubular,
nefropatia progressiva crônica, cistos corticais e tumores; aumento no peso do fígado e hipertrofia hepatocelular; em
doses elevadas os efeitos relacionados à capacidade irritativa da substância foram hiperplasia e hiperqueratose da
mucosa escamosa do esôfago; necrose focal e ulceração da mucosa do estômago glandular e hipertrofia da mucosa do
duodeno (NOAEL: 1,8 mg/kg p.c./dia). Em estudos de carcinogenicidade em camundongos, foram vistos efeitos
semelhantes de órgãos-alvo aos observados em estudos com ratos; hiperqueratose e hiperplasia na mucosa escamosa
no estômago glandular e no esôfago e efeitos renais (aumento de peso, degeneração tubular, hiperplasia e hipertrofia
epitelial, aumento da incidência de adenomas e carcinomas tubulares) (NOAEL: 5,4 mg/kg p.c./dia). Estudos de
toxicidade aguda, subcrônica e crônica demonstram que a toxicidade renal e a subsequente proliferação celular
precedem a formação de tumores. Uma vez que o aumento da incidência de tumores nos rins é considerado uma
consequência da hiperplasia tubular cortical, foram estabelecidos limites para a ocorrência de alterações pré-neoplásicas
e neoplásicas e foi demonstrado que o clorotalonil não é genotóxico em ratos e camundongos in vivo. Adicionalmente,
clorotalonil não apresenta efeito mutagênico em estudos in vivo. Informações adicionais indicam que seres humanos são
menos sensíveis que os ratos no que diz respeito ao desenvolvimento de efeitos renais que podem progredir para
tumores após exposição crônica ao clorotalonil considerando-se que: i) a absorção de clorotalonil (como conjugado
clorotalonil-glutationa) do trato gastrointestinal seja menor em humanos do que em ratos; ii) a ativação de conjugados
clorotalonil-cisteína no rim pela β-liase levando a intermediários reativos (tióis) que podem reagir com as macromoléculas
celulares (proteína, DNA) seja mais acentuada em ratos do que em humanos, pois a atividade de várias enzimas
necessárias para essa ativação é maior no rato (rim) do que em humanos. Portanto, os ratos são considerados
marcadamente mais sensíveis que humanos para alterações renais, o que faz com que a exposição crônica humana ao
nível de dose suficiente para produzir lesões renais seja improvável. No estudo de toxicidade reprodutiva de duas
gerações em ratos, observou-se redução do peso corpóreo nas maiores doses em ambos os sexos (225 e 255 mg/kg
p.c./dia) e em fêmeas F1 (124 mg/kg p.c./dia) e machos F0 (110 mg/kg p.c./dia). Achados histopatológicos foram
observados no rim (hipertrofia tubular e hiperplasia epitelial, focos de hiperplasia de células claras, pigmentação,
cariomegalia, epitélio regenerativo) em todos os níveis de dose. Nos filhotes, o ganho de peso corpóreo durante a
lactação foi reduzido no nível mais alto de dose. O desempenho reprodutivo não foi afetado pelo tratamento (NOAEL
filhotes: 110 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodução: 225 mg/kg p.c./dia). Em um estudo de toxicidade no desenvolvimento
em ratos, observou-se toxicidade materna na maior dose (400 mg/kg p.c./dia) caracterizada por fezes amolecidas/com
muco/esbranquiçadas, material marrom ao redor do nariz/boca, perda de pelo/pelo emaranhado na região urogenital,
corrimento vaginal vermelho, aumento na mortalidade, redução do peso corpóreo e consumo alimentar; aumento da
perda pós-implantação e diminuição no tamanho viável da ninhada também foram observadas na maior dose (NOAEL
materno e de desenvolvimento: 100 mg/kg p.c./dia). No estudo de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, a
toxicidade materna foi caracterizada pelo ganho reduzido de peso corpóreo no maior nível de dose (20 mg/kg p.c./dia).
Nenhum efeito relacionado ao tratamento foi observado nos parâmetros cesarianos e fetais (NOAEL materno: 10 mg/kg
p.c./dia; NOAEL fetal: 20 mg/kg p.c./dia). Diante dos achados, clorotalonil não é considerado teratogênico ou tóxico para
a reprodução em humanos.

Picoxistrobina: A Picoxistrobina foi administrada por via oral na dieta de ratos durante um período de 24 meses em
diferentes concentrações. Na maior dose, entre outras alterações houve redução no consumo de alimentos, diminuição
de peso e leve redução no peso dos rins de ambos os sexos. Com a administração em diferentes concentrações do
Picoxistrobina na dieta de camundongos por um período de 18 meses, os animais apresentaram na dose maior: redução
de peso, redução da hemoglobina e diminuição das células vermelhas em ambos os sexos e o fígado dos ratos machos
apresentou-se aumentado. O ingrediente ativo, em testes com animais, não apresentou evidências de carcinogenicidade,
teratogenicidade, mutagenicidade e/ou efeitos sobre a reprodução.

Tebuconazol: Não há referências de casos de intoxicações crônicas em humanos. Em estudos de toxicidade subcrônica
oral realizados com ratos foram observados aumentos nos níveis de bilirrubina e indução de enzimas microssomais. Em
estudos crônicos, de 2 anos de duração, os efeitos observados foram diminuição do peso corpóreo, diminuição dos níveis
de hemoglobina e hematócrito e aumento nos níveis das enzimas microssomais hepáticas.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
( )Pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos, peixes).
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação
da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
    CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de
produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA - Telefone de
Emergência: (11) 3526-3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e
máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
       •    Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
            identificado devidamente. O produto derramado não deve mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
            registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
       •    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
            coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
       •     Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
             ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
             dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
             produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do
vento, para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
   EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa
Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com
câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina
que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
   MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
                                

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