Pastejo
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Herbicida
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115 g/L) + picloram-trietanolamina (ácido piridinocarboxílico) (129.42 g/L)

Informações

Número de Registro
13017
Marca Comercial
Pastejo
Formulação
ME - Micro Emulsão
Ingrediente Ativo
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115 g/L) + picloram-trietanolamina (ácido piridinocarboxílico) (129.42 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico e seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Pastagens
Eupatorium maximilianii
mata-pasto (8)
Pastagens
Peschiera fuchsiaefolia
leiteira (2); leiteiro
Pastagens
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Solanum sisymbriifolium
arrebenta-cavalo (1); joá (1); joá-bravo (1)
Pastagens
Tecoma stans
amarelinho; bignonia-amarela; guarã-guarã
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú

Conteúdo da Bula

                                    PASTEJO

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob n° 13017

COMPOSIÇÃO:

1-methylheptylester (4-amino-3,5-dichloro-6-fluoro-2-pyridyloxy)acetate
(FLUROXIPIR-MEPTÍLICO)............................................................................................... 115,00 g/L (11,50% m/v)
Equivalente ácido de Fluroxipir.............................................................................................. 80,00 g/L (8,00% m/v)
Triethanolamine salt of 4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid
(PICLORAM SAL DE TRIETANOLAMINA)......................................................................... 129,42 g/L (12,94% m/v)
Equivalente ácido de Picloram.................................................................................................80,00 g/L (8,00% m/v)
SOLVENTE AROMÁTICO PESADO DE NAFTA....................................................................150,00 g/L (15 % m/v)
Outros ingredientes............................................................................................................. 731,90 g/L (73,19% m/v)

                      GRUPO                                               O                                        HERBICIDA
                      GRUPO                                               O                                        HERBICIDA



CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica.

GRUPO QUÍMICO: Fluroxipir meptílico; Fluroxipir: Ácido piridiniloxialcanóico
               Picloram: Ácido piridinocarboxílico
               Solvente aromático pesado de Nafta: Hidrocarboneto aromático

TIPO DE FORMULAÇÃO: Micro emulsão (ME).

TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

FLUROXIPIR MEPTÍLICO TÉCNICO ADAMA– REGISTRO MAPA nº 28818
SHANDONG LUBA CHEMICAL CO., LTD.
Loujia Village, Tangwang Town, Licheng District, Jinan City, Shandong, China.

FLUROXIPIR-MEPTÍLICO TÉCNICO ADAMA BR – REGISTRO MAPA nº TC12621
LIER CHEMICAL CO., LTD.
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan, China.

FLUROXIPIR-MEPTÍLICO TÉCNICO MILENIA – REGISTRO MAPA nº 07412
ADAMA AGAN LTD.
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod, Israel.

FLUROXYPYR TÉCNICO – REGISTRO MAPA nº 005494
CORTEVA AGRISCIENCE FRANCE S.A.S
BP-20 Zone Industrielle, F-67410, Drusenheim, França.

                                                                                                                     BULA_PASTEJO _28082025_v00
                                                                                                                                       Página 1 de 19
PICLORAM TÉCNICO ADA - REGISTRO MAPA nº TC03222
HUNAN BIDE BIOCHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD
Ruxi Chemical Industrial Zone, Linxiang, Yueyang, 414300, Hunan Province – China.

PICLORAM TÉCNICO ADAMA - REGISTRO MAPA nº 13319
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Mianyang Economic and Technical Development Zone, Mianyang City, Sichuan Province – China.

PICLORAM TÉCNICO ADAMA 2 – Registro MAPA nº TC09523
LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO., LTD
Duigou port Chemical Industry Park, Guannan County, Lianyungang City, Jiangsu Province, 222520, China

PICLORAM TÉCNICO MILENIA - REGISTRO MAPA nº 00110
ADAMA AGAN LTD
Haashlag Street 3, P.O. Box 262 - 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod - Israel.
CORTEVA AGRISCIENCE LLC
2301, N Brazosport Boulevard, 77541, Freeport, Texas, Estados Unidos.
HEBEI WANQUAN LIHUA CHEMICALS CO., LTD.
Kongjiazhuang, 076250, Wanquan, Hebei Province – China.

PICLORAM TÉCNICO RB – Registro MAPA nº TC06120
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD
Mianyang Economic and Technical Development Zone, Mianyang City, Sichuan Province, China

PICLORAM TÉCNICO YN - REGISTRO MAPA nº 02611
ZHEJIANG FUNONG BIOTECH CO., LTD.
Lantian Yongqiang, Wenzhou, 325024, China.

FORMULADOR:

ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR

ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085, CEP: 95860-000 – Taquari/RS.
Tel.: (51) 3653-9400 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS

ADAMA AGAN LTD.
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel.

ADAMA ANDINA B.V. SUCURSAL COLOMBIA
Calle 1C, no 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla – Colombia.
             P
             P



OURO FINO QUÍMICA LTDA
Avenida Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14, Lote 5, Distrito Industrial III, CEP: 38044-750– Uberaba/MG.
Tel (34) 3326-2000 - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Registro Estadual nº 8.764 – IMA/MG

UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Maeda, s/nº, Distrito Industrial, CEP: 14500-000 – Ituverava /SP.
Tel. (19) 3794-5600 - CNPJ: 02.974.733/0003-14
Registro Estadual nº 1049 – CDA/SP


                           No do lote ou da partida:
                           Data de fabricação:                VIDE EMBALAGEM
                           Data de vencimento:



                                                                                      BULA_PASTEJO _28082025_v00
                                                                                                   Página 2 de 19
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
                                OS EM SEU PODER.

     É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.

                     É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                          Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
                                    7.212, de 15 de junho de 2010)

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
                                    AGUDO

               CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                 CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




                                                                                    BULA_PASTEJO _28082025_v00
                                                                                                 Página 3 de 19
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
 INSTRUÇÕES DE USO:


PASTEJO é um herbicida seletivo e sistêmico, recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas
largas, de porte herbáceo, semi-arbustivo e arbustivo em áreas de Pastagem de gramíneas forrageiras dos
gêneros Brachiaria e Panicum.

CULTURA, ALVO, DOSE, CALDA, MODALIDADE, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO DE APLICAÇÕES:

APLICAÇÃO EM ÁREA TOTAL (EQUIPAMENTO TRATORIZADO OU AÉREO):
                   ALVO BIOLÓGICO                                                        Número e
                                                     Volume de
  Cultura                                   Dose                                        intervalo de
            Nome Comum     Nome Científico             Calda
                                                                                         aplicação
                Assa-peixe-       Vernonia
                branco            polyanthes             1,5 a 2,5%
                                                                        Terrestre:
                                                       (Adicionar 1,5
                                                                        150 a 300
                Guanxuma          Sida rhombifolia       a 2,5 L do
                                                                          L/ha
                                                          produto a
                                                        98,5 ou 97,5
                                  Eupatorium                             Aérea:
                                                         L de água)
                Mata-pasto                                               máx. 50     Realizar 1 (uma)
                                  maximilianii
 PASTAGEM                                                                 L/ha       aplicação por ciclo
                                                                                     da cultura.
                                                         2,0 a 2,5%    Adjuvante:
                                                       (Adicionar 2,0   0,3% v/v
                Fedegoso-                                a 2,5 L do   óleo vegetal
                                  Senna obtusifolia
                branco                                    produto a
                                                        98,0 ou 97,5
                                                         L de água)

ÉPOCA DE APLICAÇÃO:

Aplicar PASTEJO diretamente sobre as folhas das plantas infestantes, e, quando as plantas estiverem em
pleno desenvolvimento vegetativo na época quente do ano. As maiores doses deverão ser utilizadas em
plantas infestantes adultas que sofreram roçadas anteriores e plantas infestantes que terminaram o seu
processo vegetativo (final do período chuvoso).

REFORMA DE PASTAGEM: aplicar após a pastagem estar totalmente germinada e iniciando o
perfilhamento.

ÁREAS DE MANUTENÇÃO (LIMPEZA) DA PASTAGEM: aplicar quando as plantas estiverem em pleno
desenvolvimento vegetativo e bem enfolhadas. Se as plantas infestantes estiverem com grande porte ou
florescidas, roçá-las, esperar o rebrote, e, quando estiverem enfolhadas, aplicar o produto. Neste caso,
utilizar a maior dose recomendada.




                                                                                     BULA_PASTEJO _28082025_v00
                                                                                                  Página 4 de 19
APLICAÇÃO FOLIAR EM JATO DIRIGIDO (EQUIPAMENTO COSTAL:
                      ALVO BIOLÓGICO                                                   Volume de       Número e
    Cultura                                        Dose                                  Calda        intervalo de
               Nome Comum      Nome Científico                                                         aplicação
                                                                    0,5 a 1%
                                        Solanum                (misturar 0,5 a 1 L
                     Joá-bravo
                                        sisymbriifolium       do produto em 99,5
                                                               ou 99,0 L de água)
                                                                    0,75 a 1%
                                                               (misturar 0,75 a 1 L
                     Malva-branca       Sida cordifolia
                                                              do produto em 99,25
                                                                ou 99,0 L de água)
                                                                                                      Realizar 1
                                                                       1%              Terrestre:
                                                                                                         (uma)
                                                                 (misturar 1 L do      150 a 300
   PASTAGEM          Amarelinho         Tecoma stans                                                 aplicação por
                                                               produto em 99,0 L         L/ha
                                                                                                        ciclo da
                                                                    de água)
                                                                                                        cultura.
                                                                   1,5 a 2,5%
                                                               (misturar 1,5 a 2,5 L
                     Unha-de-vaca(1)    Bauhinia variegata
                                                               do produto em 98,5
                                                                ou 97,5 L de água)
                                                                    2,0 a 2,5%
                                        Peschiera             (misturar 2,0 a 2,5 L
                     Leiteiro (1)
                                        fuchsiaefolia         do produto em 98,0
                                                              ou 97,5 L de água)
 ÉPOCA DE APLICAÇÃO:

 Aplicar PASTEJO diretamente sobre as folhas das plantas infestantes, e, quando as plantas estiverem em pleno
 desenvolvimento vegetativo na época quente do ano. As maiores doses deverão ser utilizadas em plantas
 infestantes adultas que sofreram roçadas anteriores e plantas infestantes que terminaram o seu processo
 vegetativo (final do período chuvoso).

 REFORMA DE PASTAGEM: aplicar após a pastagem estar totalmente germinada e iniciando o perfilhamento.

 ÁREAS DE MANUTENÇÃO (LIMPEZA) DA PASTAGEM: aplicar quando as plantas estiverem em pleno
 desenvolvimento vegetativo e bem enfolhadas. Se as plantas infestantes estiverem com grande porte ou
 florescidas, roçá-las, esperar o rebrote, e, quando estiverem enfolhadas, aplicar o produto. Neste caso, utilizar a
 maior dose recomendada.
 (1)ADJUVANTE: Para Unha-de-vaca e Leiteiro: adicionar 0,3% v/v de adjuvante na calda (0,3 L de adjuvante e
 99,7 L de água)

MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do herbicida PASTEJO poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE
O herbicida PASTEJO para a cultura da pastagem deve ser aplicado com pulverizador costal, tratorizado com
barra ou autopropelido, de modo a proporcionar uma boa cobertura nas plantas infestantes.

Para o uso e aplicação do produto PASTEJO, observe as prescrições conforme a receita agronômica e utilize
equipamentos adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva, tal como pontas de pulverização
tipo leque com indução de ar, para a produção de gotas grossas a extremamente grossas.

       •   Pressão de trabalho: 30-70 lbf/pol².
       •   Diâmetro de gotas: acima de 350µ (micra);
       •   Altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos: deve permitir uma boa sobreposição dos
           jatos e cobertura uniforme no alvo. Não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento quanto para a
           altura da barra.




                                                                                          BULA_PASTEJO _28082025_v00
                                                                                                       Página 5 de 19
APLICAÇÃO AÉREA:

SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE TRIPULADA:
Deve ser aplicado através de aeronaves agrícolas com uso aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária –
MAPA.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa
modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de
Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança relacionados
aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e
ângulo do equipamento utilizado e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas
adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas.

Para aplicação de PASTEJO, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo
desejado e técnicas de redução de deriva, como também o ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo,
evitando a quebra secundária das gotas, conforme abaixo:

- Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento,
  isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação. Não deve haver
  vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a
  ocorrência desse problema.
- Pontas de pulverização: Utilize pontas de pulverização que proporcionem gotas grossas e extremamente
  grossas, com equipamentos adequados para a redução da possibilidade de deriva.
- Altura de voo: A altura do voo depende das características do equipamento, das condições da área- alvo, em
  especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas,
  em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar, sempre garantindo a segurança do voo, a eficiência de
  aplicação e redução da possibilidade de deriva. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 3-5 metros
  acima do alvo.
- Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do
  avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas
  de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O equipamento
  deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo
  desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
- Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
  culturas sensíveis.
- Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando
  sempre as variáveis meteorológicas.
- Densidade de gotas: Varia de acordo com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.

As configurações de cada aeronave e aplicação são variáveis de acordo com o modelo, condições
meteorológicas, como o comportamento dinâmico do ar em volta da aeronave, que é influenciado pela velocidade
do voo, assim para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do
equipamento operacional, da aplicação e das recomendações técnicas da bula.

Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo com curso de coordenador ou o técnico
agropecuário com curso de executor de aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações
técnicas operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto.

Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável
(CAS - www.cas-online.org.br ) para realizar a aplicação de PASTEJO.

Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação, que poderá
conciliar o tipo de bico (por exemplo: bicos com pontas tipo leque com indução de ar), o tamanho da gota
adequada à tecnologia de aplicação e a redução da possibilidade de deriva, a altura da barra e outras
características do equipamento de aplicação terrestre, parâmetros técnicos operacionais e de segurança para
aplicação aérea, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do
produto para os respectivos alvos e culturas.

O profissional responsável que prescrever o uso do PASTEJO deverá recomendar a especificação do
equipamento mais adequado para correta aplicação do produto, de modo a reduzir a possibilidade de deriva.

Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de
equipamentos diferentes e regulagens específicas, consulte sempre um Engenheiro Agrônomo ou profissional
responsável.
                                                                                      BULA_PASTEJO _28082025_v00
                                                                                                    Página 6 de 19
SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE REMOTAMENTE PILOTADA – ARP DRONE
Considerar os parâmetros operacionais recomendados no tópico SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM
AERONAVE TRIPULADA.

Os equipamentos de aplicação devem estar em boas condições e serem registrados, tendo o operador licença
para operação de aeronave agrícola remotamente pilotada, recomenda-se a averiguação da documentação e do
equipamento antes da aplicação. É recomendado o uso de pontas hidráulicas ou discos de acordo com a
recomendação do fabricante.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa
modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, configurações e sinais de
telemetria, inspeção do pulverizador, calibração e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação,
como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado,
modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto.
Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e
sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas,
bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento
de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras áreas ambientais
com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da
aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na
recomendação do produto a ser aplicado.

Em caso de dúvidas, verifique as normas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), do Departamento de
Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Agência Nacional de
Telecomunicações (ANATEL).

CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das pontas, assim
determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no tanque, como também ajustar
os componentes da máquina às características da cultura e produtos a serem utilizados. Em caso de não
calibração e regulagem, ou má realização desse processo, poderá ocorrer perdas significativas do produto e
eficiência.

MODO DE PREPARO DA CALDA:
Antecipadamente ao início do preparo da calda, conferir se o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador
estão devidamente limpos e sem resíduos de outros produtos, para então encher o tanque do pulverizador com
cerca de 2/3 da sua capacidade com água limpa, de boa qualidade e livre de impurezas. Em seguida, adicionar
sob agitação, gradativamente o produto PASTEJO e o adjuvante nas doses recomendadas em bula e
completar o volume do tanque do pulverizador com água, sempre sob agitação, aplicando em seguida. É
importante que o sistema de agitação do tanque se mantenha em funcionamento durante toda a aplicação. A
agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante, da preparação da calda até o término da aplicação,
sem interrupção. Lembre-se de conferir o funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador,
seja ele por hélices, hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Não deixe calda parada dentro do tanque, a
falha na agitação do produto no tanque de pulverização pode interferir diretamente na eficácia do produto.
Deve- se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na
pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Para evitar os prejuízos causados pela deriva, é importante seguir rigorosamente as recomendações quanto as
condições climáticas e equipamento de aplicação. O produto somente deve ser aplicado sob as seguintes
condições meteorológicas:

- Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.

Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto PASTEJO, pois pode haver risco de
inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.

Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto PASTEJO, devido ao potencial de
deriva pelo movimento do ar.

Não aplique o produto PASTEJO, se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis.


                                                                                       BULA_PASTEJO _28082025_v00
                                                                                                     Página 7 de 19
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação, o
relevo, a altura da barra de pulverização, altura do voo da aeronave, a cultura e, especialmente, as condições
climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser
considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar todos estes
fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto.

Toda a pulverização com o produto PASTEJO feita fora das condições operacionais e meteorológicas
adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.

LIMPEZA DE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com PASTEJO. Esta etapa é
importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros herbicidas ou outras
classes de produtos. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas e/ou
culturas sensíveis, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis, tais como: algodão, cucurbitáceas ou
tomate antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA                                                        INTERVALO DE SEGURANÇA
Pastagem                                                                           UNA*
 *UNA: Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após
a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Não aplicar o produto quando for observadas condições técnicas operacionais e meteorológicas inadequadas
que resultam na possibilidade de formação de deriva e atingimento de cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.
- Em aplicações próximas a culturas sensíveis, tais como, algodão, banana, batata, maçã, oliva, pepino, tabaco,
tomate, uva, entre outras, manter atenção redobrada com a tecnologia de aplicação e condições meteorológicas,
adotando as práticas agrícolas recomendadas para o produto, para minimizar a possibilidade de deriva.
- A deriva de pequenas quantidades do produto PASTEJO pode causar danos às culturas sensíveis.
- Caso PASTEJO seja utilizado no controle de plantas infestantes em área total, o plantio de espécies sensíveis ao
produto só deve ser feito 2 anos após a última aplicação do produto.
- No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto
ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário à
sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na
pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, por um período
mínimo de 60 dias após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas sensíveis ao produto.
- A eficiência do produto pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 2 a 3 horas após a aplicação.
Interromper a aplicação quando houver previsão de precipitações pluviométricas antes desse período.
- O pulverizador usado para a aplicação de PASTEJO deve ser rigorosamente limpo e descontaminado,
realizando-se a tríplice lavagem (tanque, barra, filtros em geral e pontas de pulverização), antes da aplicação de
qualquer outro produto. Observar os detalhes no item Limpeza do Equipamento de Aplicação.
- Não utilizar o equipamento que usou o produto PASTEJO, para aplicação de outros produtos, em culturas
sensíveis.
- Para aplicação através de aeronaves agrícolas, fica proibido o sobrevoo com o produto em áreas povoadas,
moradias e agrupamentos humanos. Não execute aplicação aérea em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoações e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250
(duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado ou logo após a aplicação do produto.




                                                                                        BULA_PASTEJO _28082025_v00
                                                                                                     Página 8 de 19
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA                          EMBALAGEM OU          TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando
apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados
à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de
Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e
Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

               GRUPO                                 O                             HERBICIDA
               GRUPO                                 O                             HERBICIDA

O produto herbicida PASTEJO é composto pelos ingredientes ativos FLUROXIPIR-MEPTÍLICO e PICLORAM,
que apresentam mecanismos de ação dos mimetizadores da auxina, ambos pertencentes ao Grupo O, segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.




                                                                                    BULA_PASTEJO _28082025_v00
                                                                                                 Página 9 de 19
MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
-   Produto para uso exclusivamente agrícola;
-   O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
-   Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
-   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
-   Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
-   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos, e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
    boca;
-   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
    especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
-   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
    de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
-   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
    e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
-   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
    alcance de crianças e animais;
-   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
    macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
-   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
    limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.


PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA :
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
   com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
   botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
   proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
   manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
   segurança

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
   entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
   aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
   melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
   também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
   compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
   borracha; avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção
   lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
   manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
   segurança

                                                                                      BULA_PASTEJO _28082025_v00
                                                                                                   Página 10 de 19
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até
   o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
   antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
   entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
   contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
   longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
   lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
   hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha e luvas de nitrila.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;



                                                           Pode ser nocivo se ingerido
                                         ATENÇÃO           Nocivo se inalado
                                                           Provoca irritação ocular grave



PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

• Olhos: ATENÇÃO: PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso
utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

• Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.




                                                                                  BULA_PASTEJO _28082025_v00
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                                   - INTOXICAÇÕES POR PASTEJO -

                                        INFORMAÇÕES MÉDICAS

                      Fluroxipir meptílico; Fluroxipir: Ácido piridiniloxialcanóico
Grupo químico         Picloram: Ácido piridinocarboxílico
                      Solvente aromático pesado de Nafta: Hidrocarboneto aromático

Classe Toxicológica   CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

Vias de exposição     Oral, Inalatoria, ocular e dérmica

                      Fluroxipir meptílico; Fluroxipir: estudos em ratos mostram que, após
                      administração oral, Fluroxipir-meptílico é rapidamente absorvido e hidrolisado
                      para Fluroxipir ácido e 1-metil.-1-heptánol. É excretado com metabólitos na
                      urina e, principalmente, pela respiração. A meia vida no plasma é de
                      aproximadamente 18 horas.
                      Equivalente ácido do Fluroxipir: informações em 'seres humanos são limitadas.
                      Estudos em ratos mostraram que, após administração oral, Fluroxipir é
                      rapidamente absorvido, não metabolizado e rapidamente excretado, 92% da
                      dose administrada foi excretada pela urina e entre 90 e 96 % da primeira dose
                      administrada foi recuperada na urina 48 horas depois. Não há evidência de
                      acumulação.

                      Picloram: o destino de Picloram foi definido no homem através de 6 voluntários
                      saudáveis que receberam doses orais únicas de 5,0 e 0,5 mg/kg e uma dose
Toxicocinética        dérmica de 2,0 mg/kg. Picloram foi administrado por via oral na forma de sal de
                      sódio no suco de uva. A dose démica foi aplicada nas costas dos voluntários
                      com ácido livre dissolvido em etanol. Os dados indicam que Picloram foi
                      rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal (meia-vida de 20 min) e
                      rapidamente excretado inalterado através da urina. Mais de 90% da dose de
                      Picloram foi recuperada inalterada através da urina em 72 horas; a maior parte
                      da dose (> 75%) foi excretada dentro de 6 horas e o restante foi eliminado com
                      uma meia-vida média de 27 horas. Picloram foi lentamente absorvido pela pele
                      (meia-vida de 12 horas) e, com base na quantidade de Picloram excretada na
                      urina, apenas uma pequena fração (0,2%) do Picloram aplicado na pele foi
                      absorvida. Apresenta baixo potencial de bioacumulação no homem durante
                      exposições repetidas ou prolongadas.

                      Solvente aromático pesado de Nafta: absorção: atravessam as membranas
                      celulares e barreiras biológicas. Atravessam a membrana alveolar para a
                      corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o
                      organismo, incluindo SNC. Atravessam a superfície da pele ou folículos pilosos
                      e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos ·pelo trato
                      gastrointestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre. Distribuição: altamente
                      distribuídos por sua característica lipofílica. Foram encontrados no leite de-
                      todas as lactantes.
                      Eliminação: principalmente através do trato respiratório.
                      Fluroxipir meptílico; Fluroxipir: o mecanismo de toxicidade em mamíferos
                      não é bem conhecido. O Fluroxipir-meptílico é metabolizado em Fluroxipir ácido
                      e o mecanismo de toxicidade é semelhante.
                      Equivalente ácido do Fluroxipir: mimetiza· o hormônio de crescimento auxina
                      em plantas, entretanto, o mecanismo de toxicidade em mamíferos não é bem
                      conhecido. A excreção envolve a captação ativa pelos rins resultando em altas
                      concentrações nesse órgão que está relacionada com o dano renal, podendo
                      culminar em falência ·renal.

                      Picloram: não se conhece o 'mecanismo de toxicidade específico para
Toxicodinâmica        humanos.




                                                                                   BULA_PASTEJO _28082025_v00
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                    Solvente aromático pesado de Nafta: os solventes aromáticos são
                    rapidamente absorvidos e em torno de 10% é eliminado intacto pelo ar expirado.
                    O resto passa pelo fígado, onde uma parte é catabolizada, e pelos tecidos
                    gordurosos de todo o organismo onde se fixam graças à sua alta
                    lipossolubilidade. A fixação é lábil, mas causadora de distúrbios permanentes
                    nas exposições agudas graves e nas exposições crônicas, principalmente no
                    cérebro. A eliminação se dá por todas as vias de excreção, principalmente pela
                    urina.
                    Fluroxipir meptílico; Fluroxipir : baixa toxicidade aguda foi observada quando
                    administra do oralmente. Não foram observadas irritações na pele ou nos olhos.
                    Equivalente ácido do Fluroxipir: produz irritação leve na pele. Irritação severa
                    em contato com os olhos.
                    Exposição dérmica: A exposição por 24 horas em coelhos resultou em
                    queimadura, edema, eritema e descamação.
                    Picloram:
                    Exposição Aguda: Dados de exposição de humanos a doses elevadas são,
                    limitados. Pode ocorrer náusea após a· exposição a grande quantidade. A sua
                    baixa pressão de vapor torna a toxicidade por via inalatória improvável. O
                    Picloram não é descrito como sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser
                    irritante aos olhos, pele, nariz, garganta e trato respiratório. É improvável que
                    ocorra dano à córnea.
                    Respiratório: O pó do Picloram é irritante para o trato respiratório.
                    Neurológica: Embora não tenham sido relatados· ataques epilépticos em
Sintomas e Sinais   humano eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.
clínicos            Gastrointestinal: Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de
                    Picloram. O Picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.
                    Hematológico: os níveis de leucócitos podem diminuir.
                    Dermatológico: Picloram é moderadamente irritante para a pele.
                    Solvente aromático pesado de Nafta:
                    Efeitos agudos: pouco se conhece sobre os· efeitos dessa substância em
                    mamíferos. Por analogia com propriedades de substâncias similares, é
                    esperado:
                    Oral: Náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Pode causar miocardite e
                    discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. São
                    sensibilizantes do miocárdio às catecolaminas. Causam hemólise intravascular
                    e dano renal, que geralmente consiste de discretas alterações degenerativas
                    dos túbulos renais, mas raramente pode resultar em necrose tubular aguda. São
                    comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC transitória
                    ou excitação, e os efeitos secundários de hipóxia, formação de infecção:
                    pneumatocele e disfunção crônica do pulmão. Estes hidrocarbonetos são mal
                    absorvidos a partir do trato gastrointestinal e ·não causam sensível toxicidade
                    sistêmica por esta via, a menos que aspiração ocorra.
                    Dérmica: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório. Pode
                    resultar em queimaduras cutâneas e, ocasionalmente, efeitos sistêmicos.
                    Ocular: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode
                    ocorrer' após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos.
                    Inalatória: Sintomas subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como·
                    dor de cabeça; fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional,
                    dificuldade de memória e outras funções intelectuais e desempenho psicomotor
                    prejudicado. Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são
                    potencialmente persistentes. Em alguns estudos, relações dose-resposta foram
                    observadas entre os sintomas e duração da exposição (duração e intensidade)
                    a solventes. Vapor de nafta é um depressor do SNC, bem como um irritante
                    das membranas mucosas e trato respiratório. A aspiração resulta em
                    pneumonite química. Broncoespasmo, hiperemia; edema e atelectasia são
                    notados. Aviolete hemorrágica difusa com infiltrado granulócito ocorre logo após
                    a aspiração ·e picos de cerca de 3 dias. Necrose dos tecidos dos brônquios,
                    bronquíolos e alvéolos podem ocorrer, juntamente com trombose vascular e
                    formação de microabscessos. Um processo proliferativo tardio com
                    espessamento alveolar pode ocorrer em 10 dias. As complicações tardias,
                    podem incluir: a pneumonite bacteriana, anormalidades residuais de pequenas

                                                                                   BULA_PASTEJO _28082025_v00
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                   vias aéreas e pneumatoceles. Complicações cardíacas são raras.
                   Abuso: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita,
                   encefalopatia, residual comprometimento neurológico, neurotoxicidade,
                   hepatotoxicidade, distúrbios ácido-base e rabdomiólise. Injeção de nafta
                   resultou em reações febris, inflamação do tecido local, necrose e trombose com
                   amputação necessária ·em 60 a 80% dos casos e efeitos sistêmicos, incluindo
                   edema pulmonar, pneumonia e depressão leve do Sistema Nervoso
                   Central.
                   Os casos graves resultaram em síndrome de falência de múltiplos órgãos.
                   O diagnóstico de· intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
                   exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a confirmação
Diagnóstico        em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas não
                   específicos sugere-se a pesquisa dos metabólitos ou do ingrediente ativo em
                   material biológico.
                   Antídoto: não há antídoto específico conhecido para a substância.
                   Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização
                   do paciente com avaliação de sinais vitais e do "status mental", a efetividade da
                   respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada
                   oxigenação, remoção da fonte de exposição ao produto com a
                   descontaminação do paciente, medidas para aumentar a eliminação do tóxico
Tratamento         do organismo, medidas sintomáticas e de manutenção.
                   Exposição Oral:
                   • Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
                   1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1
                   hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral
                   esquerdo ou por intubação endotraqueal.
                   2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
                   alteração de consciência· em pacientes não-intubados; risco de hemorragia ou
                   perfuração gastrointestinal.
                   • Carvão ativado não deve ser utilizado, não adsorve bem hidrocarbonetos.
                   • Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado;
                   deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
                   Exposição inalatória:
                   Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia.
                   Administre oxigênio e. auxilie na ventilação.
                   Trate broncoespasmos com β2-agonistas via inalatória e corticosteroides via
                   oral ou parental.
                   Exposição ocular:
                   Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos, mantendo as pálpebras
                   abertas. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Retire lentes de
                   contato quando for o caso. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente
                   para o especialista.
                   Exposição dérmica:
                   Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas,
                   cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e sabão neutro por pelo
                   menos 15 minutos. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação
                   ou dor persistirem.
                   CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS :
                        • EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido
                            o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
                            (Ambu) para realizar o procedimento.
                        • Usar Equipamentos de Proteção Individual durante atendimento, como:
                            luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
                            contaminar com o agente tóxico

                   A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração de
                   resíduo gástrico e pneumonite química.
                   Caso ocorra vômito espontâneo, manter a cabeça do paciente abaixo do nível
Contraindicações   dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
                   aspiração do conteúdo gástrico.


                                                                                  BULA_PASTEJO _28082025_v00
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Efeitos das              Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores para o
interações químicas      produto em humanos.

                             •   Ligue para o Disque – Intoxicação: 0800-722 6001, para notificar o
                                 caso e obter informações especializadas sobre Diagnóstico e
                                 Tratamento - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                                 Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).

                             •   As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
                                 Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no
                                 Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
     ATENÇÃO                     Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)


                                 Telefone de Emergência ADAMA BRASIL S/A: 0800-200 2345
                                                        (43) 3371-9330
                                            https://www.adama.com/brasil/pt/contato



MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: > 5.000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 24.160 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4h): não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto apresentou eritema grau 1, nas leituras em 1, 24, 48 e 72
horas em 3/3 dos animais; e edema grau 1, nas leituras em 1 e 24 horas em 1/3 dos animais, nas leituras em 1,
24 e 48 horas em 1/3 dos animais, e na leitura em 24 horas em 1/3 dos animais. Todos os sinais de irritações
estavam ausentes no 7º dia.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: Produto provoca lesões oculares graves, causando opacidade de
córnea, irite, hiperemia (vermelhidão), edema e secreção da conjuntiva. Todos os sinais de irritação retornaram
ao normal na leitura em 14 dias após o tratamento para 1/3 dos olhos testados. Alterações oculares adicionais
observadas foram: neovascularização corneana em 2/3 dos olhos testados.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

Efeitos Crônicos para Animais de Laboratório:
Fluroxipir meptílico; Fluroxipir : estudos subcrônicos em ratos mostraram diminuição-do consumo de
alimento, danos renais, aumento no peso dos rins, diminuição na concentração de proteínas plasmáticas totais.
Estudos crônicos com camundongos mostraram aumento na incidência de necrose papilar renal e nefrose em
fêmeas tratadas com doses elevadas. Estudos crônicos em ratos mostraram que o rim é o órgão alvo em ambos
os sexos, porém machos parecem ser mais sensíveis. Além disso, foram observados diminuição no ganho de
peso corpóreo e aumento no peso do rim.

Picloram: em animais os órgãos-alvo foram os olhos, tireoide, rins, adrenais, gônadas e fígado. A altas doses; os
animais exibiram: diminuição do peso corporal, do ganho de peso, do consumo de alimentos e dos níveis de
TGP, e, incremento dos níveis de fosfatase ·alcalina e peso do fígado; depressão, prostração, ataxia, tremores e
convulsões precederam a morte. Toxicidade hepática tem sido relatada após exposição dérmica repetida de altas
doses. Picloram tem induzindo tumores hepáticos benignos em ratas.

Solvente aromático pesado de Nafta: a longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações
hematológicas, hepatológicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas.




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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

-    Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-    Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
     atingir principalmente águas subterrâneas.
-   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
    metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
    cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
    suscetível a danos.
-   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
    aeroagrícolas.
-   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamento com vazamentos.
-   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
    contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do
    ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
-   Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
   outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
   recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A.
- Telefone da empresa: 0800 400 7070.
- Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
   protetor e máscara com filtros).

−    Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
     corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
     - Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
         pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
         utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
         destinação final.



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    -   Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
        coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
        indicado.
    - Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
        órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
        adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
        quantidade do produto envolvido.
−   Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico ficando a favor do
    vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
    vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça essa operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
− Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
− Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
   tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.




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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
  a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
  embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
   usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
   da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
   validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
   ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
   animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
   coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
   embalagens cheias.
− Use luvas no manuseio dessa embalagem.
− Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
   separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
   usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
   da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
   validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalizacão, pelo prazo mínimo de um
   ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
   animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
  embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
   produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
   animais e pessoas.



                                                                                      BULA_PASTEJO _28082025_v00
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
   pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
− É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
   FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
− EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
− A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
   contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
− Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
   telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
− A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
   equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
− O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
   determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
   medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:



Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de
2019.

Rio Grande do Sul: a aplicação de agrotóxicos hormonais somente poderá ser realizada por aplicador pessoa
física devidamente cadastrado no Cadastro Estadual de Aplicadores de Agrotóxicos ou por pessoas jurídicas com
o registro ativo como prestador de serviço na aplicação de agrotóxicos junto à SEAPDR.




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