Parapente; Corsica; Tangens;
Globachem Proteção de Cultivos do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Fungicida
clorotalonil (isoftalonitrila) (580 g/L) + difenoconazol (triazol) (30 g/L)
Informações
Número de Registro
34523
Marca Comercial
Parapente; Corsica; Tangens;
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
clorotalonil (isoftalonitrila) (580 g/L) + difenoconazol (triazol) (30 g/L)
Titular de Registro
Globachem Proteção de Cultivos do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Conteúdo da Bula
PARAPENTE
(CORSICA; TANGENS)
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o no 34523
COMPOSIÇÃO:
tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL).....................................................580 g/L (58,0 % m/v)
cis-trans-3-chloro-4-[4-methyl-2-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)-1,3-dioxolan-2-yl]phenyl 4-
chlorophenyl ether (DIFENOCONAZOL).................................................................30 g/L (3,0 % m/v)
Outros Ingredientes.......................................................................................390 g/L (39,0 % m/v)
GRUPO M5 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO (*)
CLASSE: Fungicida de contato e sistêmico.
GRUPO QUÍMICO: Isoftalonitrila e Triazol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspenção Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO:
Globachem Proteção De Cultivos Do Brasil Ltda.
Rua Doutor Emílio Ribas, 174 - sala 12, Cambuí
CEP 13.025-140 – Campinas/SP - Tel.: (19) 3254-6033
CNPJ 43.741.357/0001-33 – Cadastro na SAA/CDA/ SP sob no 4326
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLOROTALONIL TÉCNICO AGRISOR – (Reg. MAPA nº 24116)
JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO, LTD.
Nº 19 Xingang Road, Economic Development Zone, Xinyi City, 221400, Jiangsu Province, China
JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO, LTD.
Nº 55 Xingang Road, Economic Development Zone, Xinyi City, 221400, Jiangsu Province, China
DIFCOR TÉCNICO – (Reg. MAPA nº 5114)
ZHEJIANG HEBEN PESTICIDE & CHEMICALS CO. LTD.
3-1 Juajiang East Road, Yangfushan, Wenzhou, Zhejiang Province - China
FORMULADOR:
GLOBACHEM NV
Montenakenweg 535 - 3800 Sint-Truiden, Bélgica
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HAILIR PESTICIDES AND CHEMICALS GROUP CO., LTD.
Zona Industrial Leste, Distrito de Chengyang, Qingdao, Shandong, China
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO. LTD.
Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Província de Zhejiang, 313116, China
ZHEJIANG UDRAGON PESTICIDES AND CHEMICALS CO.,LTD.
No.172, Zhangjiadun Road, Tangxi, Yuhang, Hangzhou, Zhejiang, China.
MANIPULADOR:
TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP – CEP 13140-000
CNPJ: 03.855.423/0001-81
IMPORTADOR:
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRICOLAS LTDA.
Avenida Manoel Genildo de Araujo, 188 – Centro, Campo Verde/MT
CNPJ 39.496.730/0001-60 - Registro no estado: INDEA nº 27326
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRICOLAS LTDA.
Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, CEP: 13.314-012 – Itú/SP
CNPJ: 39.496.730/0009-18 - Registro CDA/SP nº 4410
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRICOLAS LTDA.
Rodovia dos Imigrantes, SN, Zona Rural, CEP: 78099-899 – Cuiabá / MT
CNPJ: 39.496.730/0002-41 - Registro INDEA nº 29497
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRICOLAS LTDA.
Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Sala 09, Parque Industrial, CEP:86.200-000 – Ibiporã /PR
CNPJ: 39.496.730/0008-37 - Registro Adapar/PR nº 1008310
AMVAC DO BRASIL 3P LTDA.
Avenida Arthur Verri, 202, Nova Jaboticabal; CEP 14.887-018 – Jaboticabal/SP
CNPJ: 05.830.454/0001-03 - Registro no estado: CDA nº 579
AMVAC DO BRASIL 3P LTDA.
RODOVIA BR 364, KM 394 - Bairro Área Rural de Cuiabá - CEP: 78099899 - Cuiabá - MT
CNPJ: 05.830.454/0003-75 - Registro no estado: INDEA nº 27872
GOWAN PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP - CNPJ:
67.148692/0001-90 - Registro no estado: CDA nº 234
GOWAN PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rod. Presidente Castelo Branco 11.100, Km 30,5, Mod. 4, Bairro Jardim Maria Cristina - 06421-400 –
Barueri/SP - CNPJ: 67.148692/0002-71 - Registro no estado: CDA nº 935
SOWIN AGRONEGÓCIO LTDA.
Avenida Jamaris, 100, cj. 708, Planalto Paulista, CEP: 04080-922 – São Paulo/SP
CNPJ: 48.644.897/0001-12 - Registro no estado: CDA nº 4422
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TRADECORP DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n– Cond. Tech Town, CEP: 13.186-904 –
Hortolândia/SP
CNPJ: 04.997.059/0001-57 - Registro no estado: CDA nº 958
GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA.
Rua Américo Brasiliense, 1.923 - conj. 1103 - Chácara Santo Antônio CEP: 04715-005 – São Paulo/SP
CNPJ: 26.401.815/0001-76 Cadastro estadual: 1302 - CDA/SP
GREEN PLACE COMERCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA.
Rodovia BR 50, KM 185 – Galpão 34, Jardim Santa Clara, CEP 38.038-050 – Uberaba/MG
CNPJ: 26.401.815/0007-61
GREEN PLACE COMERCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA.
Anel Viário SN, Quadra Área Lote 005B, Jardim Paraíso Acréscimo, CEP 74.984-321 – Aparecida de
Goiânia/GO
CNPJ: 26.401.815/0005-08
GREEN PLACE COMERCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA.
Rodovia BR 163, KM 116, SN, Zona Rural, CEP 78.750-899 – Rondonópolis/MT
CNPJ: 26.401.815/0004-19
GREEN PLACE COMERCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA.
Rodovia Ext. PR 090, Km 374,9, número 5900 – Zona Rural, CEP 86200-000 – Ibiporã/PR,
CNPJ: 26.401.815/0002-57
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 2 - Produto Altamente Tóxico
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe II - Produto Muito
Perigoso ao Meio Ambiente
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INSTRUÇÕES DE USO
O produto PARAPENTE / CORSICA / TANGENS é um fungicida de contato e sistêmico dos grupos químicos
Isoftalonitrila e Triazol. Contém duas moléculas, o CLOROTALONIL e DIFENOCONAZOLE com diferente modo
de ação de acordo com o FRAC; O Clorotalonil classificado no grupo M5, tem de atividade de contato
multi-sítio amplo espectro de ação; o Difenoconazole, classificado no grupo G1, age inibindo a biossíntese de
ergosterol, especificamente desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51). Este produto é indicado
para aplicação foliar no controle das doenças na cultura do algodão conforme as recomendações abaixo:
CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Doses produto
Número Máximo de
Cultura Alvo** aplicações Volume
Época de Aplicação
Produto Comercial de Calda
Realizar no máximo 3 aplicações do produto
durante o ciclo do algodão. A primeira
aplicação deve ser feita, de forma
preventiva, aos 25 dias após a emergência
da cultura, Deve ser reaplicado em intervalo
de 10 dias. Se forem necessárias
mais aplicações, complementar com
RAMULÁRIA fungicida(s) de outro(s) grupos químico(s).
Algodão 2,0 a 2,5 L / ha 3 200 L/ha.
(Ramularia areola) Utilizar a menor dose sob condições de
menor pressão da doença e
utilização de variedades tolerantes. Já as
doses maiores, utilizar em situações de
maior pressão da doença (utilização de
variedades mais suscetíveis e/ou histórico
da doença na região), associado a condições
climáticas favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
**Para assegurar o controle efetivo das doenças e aumentar a vida útil do produto PARAPENTE é necessária
a adoção de um Programa de Manejo para o controle destas doenças, onde são realizadas aplicações
complementares ao produto PARAPENTE, rotacionando e/ou alternando os modos de ação dos fungicidas,
sejam eles de sítio ação específico ou multissítio, respeitando sempre as estratégias de manejo de resistência
do FRAC. Maiores informações no site www.frac-br.org.
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MODO DE APLICAÇÃO E EQUIPAMENTOS
O produto PARAPENTE / CORSICA / TANGENS pode ser aplicado por meio de aplicação foliar terrestre ou
aérea.
A boa cobertura das plantas na hora da aplicação é fundamental para o sucesso de controle das doenças,
independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma, o tipo e calibração do
equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação
é conduzida, devem determinar a pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a serem utilizados.
PREPARO DA CALDA: agitar bem a embalagem do produto antes de colocar no tanque de aplicação.
Primeiro adicionar água limpa no tanque até a metade de sua capacidade, em seguida colocar o produto
GLOB1820F na dose recomendada conforme o controle a ser realizado (cultura/alvo), posteriormente
completar com água limpa até a quantidade de calda estabelecida. Manter sempre o sistema em agitação. e
retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de
pulverização.
EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Realizar pulverização foliar, utilizando pulverizador costal, tratorizado ou
turbo atomizador com volume de aplicação informado na tabela, para cultura, sempre assegurando uma boa
cobertura na aplicação.
Aplicação Terrestre:
• Equipamento costal: Deve-se utilizar pulverizador costal providos de bicos tipo leque (jato plano
uniforme). Realizar calibração do equipamento, assegurando completa cobertura nas plantas.
Seguir recomendações do fabricante da ponta ou do bico para determinação do tamanho da gota. O
aplicador deve evitar a sobreposição, bem com a deriva, direcionando corretamente para o alvo
desejado. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo.
• Equipamento tratorizado de barra: Deve-se utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou
auto-propelidos munidos com bicos tipo jato plano comum ou cônico seguindo o espaçamento entre
pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Seguir a
pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação
desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação
que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Atentar para
a altura da barra, lavando em conta sempre o ângulo de pulverização do bico para que o produto
possa cobrir uniformemente todas as áreas aplicadas. Sempre consultar um Engenheiro
Agrônomo.
Aplicação aérea:
• Equipamento: Algodão: Utilizar aeronaves agrícolas equipada com bicos rotativos ou barras com
bicos hidráulicos de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos,
devendo ser considerado o tamanho do orifício dos bicos, o ângulo de inclinação (em graus), a
pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade
mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme.
• Volume de calda: Recomenda-se o volume de 20-40 L/ha de calda
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• Largura e altura de voo: Altura de voo deverá ser de 3 a 4 metros do alvo a ser atingido,
atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. A largura de faixa de deposição
efetiva deve ser de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada). Evitar a sobreposição ou
falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
• Condições meteorológicas: Deve se respeitar as condições meteorologicas, para se evitar perdas
por deriva ou evaporação do produto. Condições climáticas recomendadas: A velocidade do vento
adequada enter 3 e 10 km/hora, temperaturas entre 25 e 28ºC e umidade relativa enter 60 e 70%.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do
Engenheiro Agrônomo.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de
água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do
equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva,
assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Evitar aplicação em baixo volume e alta pressão.
Evitar aplicação em horários dem vento.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção
individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Passos para realizar a limpeza do equipamento:
1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágue completamente o pulverizador e faça circular água
limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis do produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (solução com 3% de AMÔNIA) na
proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
5. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barras e bicos com água limpa diversas vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis.
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Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região
da aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Não utilizar o produto em desacordo às especificações do rótulo e bula.
- Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações
FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS: PARAPENTE / CORSICA / TANGENS quando
utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas recomendadas.
INTERVALO DE SEGURANÇA
ALGODÃO........................30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual
(EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS: PARAPENTE / CORSICA / TANGENS quando
utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas recomendadas
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
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RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDA
O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do M5 e G1 para o controle do mesmo alvo,
sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê
de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
GRUPO M5 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
O produto fungicida PARAPENTE / CORSICA / TANGENS é composto por Clorotalonil e Difenoconazol, que
apresentam mecanismo de ação sistêmica, pertencentes aos Grupos M5 e G1 respectivamente, segundo
classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural,
biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura,
adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio
do sistema.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
I - Produto para uso exclusivamente agrícola;
II - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
III - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
IV - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
V - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
VI - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
VII - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
VIII - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
IX - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
X - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
XI - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, respirador, viseira facial, touca árabe e luvas; e
XII - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA ou PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO
I - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha, respirador, viseira facial e luvas;
II - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados; e
III - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
I - Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
II - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
III - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
IV - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
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V - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto; e
VI - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha, respirador, viseira facial, touca árabe e luvas.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
I - Sinalizar a área tratada com os dizeres 'PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA' e manter os avisos até o
final do período de reentrada;
II - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
III - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
IV - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
V - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
VI - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
VII - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas
VIII - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
IX - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
X - Não reutilizar a embalagem vazia;
XI - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão
hidrorrepelente, luvas de nitrila e botas de borracha;
XII - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, viseira facial, botas, macacão, luvas e respirador; e
XIII - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
Provoca lesões oculares graves
Pode ser nocivo se ingerido
PERIGO
Pode ser nocivo em contato com a pele
Fatal se inalado
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PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de
lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: PERIGO: PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente
durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: PERIGO: FATAL SE INALADO. Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local
aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
- INTOXICAÇÕES PELO PARAPENTE / CORSICA / TANGENS -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Difenoconazol: Triazol
Grupo químico
Clorotalonil: Isoftalonitrila
Classe toxicológica Categoria 2: Produto altamente tóxico
Potenciais Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Vide item Toxicodinâmica
Difenoconazol: Atua como inibidor da desmetilação da enzima esterol
14α-desmetilase (CYP51, pertencente à superfamília citocromo P450),
responsável pela biossíntese do ergosterol em fungos. Tal inibição afeta
a integridade das membranas celulares, acarretando em morte fúngica.
Este modo de ação é conservado para seres humanos, uma vez que
estes também possuem a enzima CYP51, envolvida na síntese de
esteróis importantes como o colesterol. O colesterol está envolvido na
estruturação das membranas celulares e síntese de hormônios sexuais;
no entanto, não há na literatura dados que comprovem a inibição da
Toxicodinâmica
síntese de colesterol em humanos em decorrência da exposição ao
difenoconazol.
Clorotalonil: O clorotalonil é um fungicida de contato multi-sítios.
Inibe a ativação da gliceraldeído-3-fosfato desidrogenase, causando a
inibição da germinação de esporos e crescimento de micélios em
fungos. O modo de ação do clorotalonil envolve sua combinação com
uma molécula chamada glutationa dentro das células do fungo. À
medida que esses derivados da glutationa-clorotalonil se formam, eles
inviabilizam a disponibilidade de glutationa nas células, deixando as
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enzimas dependentes da glutationa incapazes de funcionar. Glutationa
existe no organismo em suas formas reduzida (GSH) e oxidada
(GSSG), atuando direta ou indiretamente em muitos processos
biológicos e, por isso, não é possível excluir que o seu modo de ação
seja conservado para humanos.
Não há dados de toxicidade para o difenoconazol e clorotalonil em
humanos.
Exposição oral: Os sinais clínicos observados nos animais
sobreviventes incluíram diarreia, piloereção e poliúria, reversíveis em
três dias. Os animais que morreram durante o estudo também exibiram
hipoatividade e hipotermia.
Exposição inalatória: Após exposição à concentração de 0,89 mg/L,
1 animal foi encontrado morto no dia 1 e o outro animal apresentou
postura encurvada, piloereção e respiração irregular a partir do
primeiro dia de exposição. A maioria dos sinais foi reversível a partir do
dia 7. Após exposição à concentração de 0,61 mg/L, dois animais
apresentaram postura encurvada, piloereção, respiração difícil e
irregular, olhos parcialmente fechados e andar cambaleante. Um dos
animais também se apresentou ofegante, com chiado no peito, e foi
encontrado morto no dia 1. A maioria dos sinais foi reversível a partir do
dia 6 no animal sobrevivente. No estudo principal, os animais expostos
à concentração de 0,32 mg/L apresentaram postura encurvada,
piloereção, respiração irregular, orelhas pálidas e olhos parcialmente
Sintomas e sinais clínicos
fechados. Um macho foi encontrado morto no dia 5. Nenhuma
anormalidade foi observada nos animais sobreviventes a partir do dia
6. No entanto, como a condição de 1 macho se deteriorou no dia 8, este
foi sacrificado por questões humanitárias.
Exposição cutânea: Não houve sinais de toxicidade sistêmica ou de
irritação na pele durante estudo de toxicidade cutânea em ratos. Em
estudo de irritação cutânea conduzido em coelhos, também não se
observou irritação na pele dos animais. O produto é considerado
sensibilizante cutâneo pelo teste de Buehler em cobaias.
Exposição ocular: Foram observados sinais como vermelhidão,
quemose e secreção ocular nos 3 coelhos tratados. Houve marcação for
fluoresceína nos 3 animais nas avaliações de 24 e/ou até 72 horas.
Exposição crônica: Ambos os ingredientes ativos não foram
considerados mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres
humanos. À luz dos conhecimentos atuais, não são considerados
desreguladores endócrinos e não interferem com a reprodução. Vide
item “efeitos crônicos” abaixo.
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O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e
Diagnóstico
pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.
Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo
com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção
especial deve ser dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão
sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura
corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Avaliar estado de
consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção
de secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme
necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou
comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme
necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de
intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para
limitar a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do
produto proceder com:
Tratamento - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em
água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É
mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na
maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e
proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do
tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por
intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do
produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser
evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando,
com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e
arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário,
administrar oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
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descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a
vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve
ser encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar
abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de
15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação,
dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente
para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR
aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
(Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento
ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental
impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o
agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
Contraindicações de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente
não deve ser evitado.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o
caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
ATENÇÃO
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN /
MS)
Telefone de Emergência da empresa: (19) 3254-6033
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório
Vide acima TOXICOCINÉTICA
Efeitos agudos
• DL50 oral aguda em ratos: > 2.000 mg.Kg-1
• DL50 dérmica aguda em ratos: > 2.000 mg.Kg-1
• CL50 inalatória: 0.33mg/L/4 horas
• Irritação dérmica: Não Irritante.
• Irritação ocular: Irritante / corrosivo – Categoria 1.
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• Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
• Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
(teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos
Difenoconazol: No estudo combinado de toxicidade crônica e carcinogenicidade em ratos, o tratamento com
difenoconazol resultou em redução do peso corpóreo, do ganho de peso corpóreo e do consumo médio de
ração em ambos os sexos; o aumento do peso do fígado foi considerado processo adaptativo e não
relacionado ao tratamento (doses machos: 24,1 e 124 mg/kg p.c./dia; doses fêmeas: 32,8 e 170 mg/kg
p.c./dia; NOAEL: 1 mg/kg p.c./dia). Em estudo de 18 meses em camundongos, houve redução do peso
corpóreo, aumento dos níveis das enzimas hepáticas e do peso do fígado em doses iguais/superiores a 46,3
mg/kg p.c./dia (machos) ou 57,8 mg/kg p.c./dia (fêmeas); adenoma e carcinoma hepatocelular foram
observados em níveis de dose de 2500 e 4500 ppm, níveis que excederam a dose máxima tolerada. Além
disso, demonstrou-se que o modo de ação do desenvolvimento dos tumores hepáticos no camundongo é
semelhante ao fenobarbital, que é considerado não relevante para humanos (NOAEL: 4,7 mg/kg p.c./dia).
Sendo assim, o difenoconazol não foi considerado carcinogênico para seres humanos, além de não
apresentar potencial genotóxico pelos ensaios de genotoxicidade in vivo e in vitro. No estudo de duas
gerações em ratos, houve toxicidade parental na maior dose (178 mg/kg p.c.) caracterizada pela redução do
peso corpóreo, do ganho de peso corpóreo e do consumo de ração. Foi observado apenas redução do peso
corpóreo absoluto dos filhotes em ambas as gerações na maior dose (NOAEL parental e filhotes: 16,8 mg/kg
p.c./ dia). Nos estudos do desenvolvimento em ratos e coelhos houve toxicidade materna caracterizada pela
redução do peso corpóreo, do ganho de peso corpóreo (apenas coelho) e do consumo de ração, além de
salivação excessiva (apenas rato) nas maiores doses (ratos: 100 e 200 mg/kg p.c./dia; coelho: 75 mg/kg
p.c./dia). Em coelhos, foi observada uma morte entre as mães devido à anorexia relacionada ao tratamento
e duas outras foram sacrificadas após aborto nas maiores doses. Nenhum efeito adverso fetal foi observado
em qualquer nível de dose para coelhos (NOAEL materna e desenvolvimento: 25 mg/kg p.c./dia); em ratos,
foram observadas alterações esqueléticas fetais na maior dose (NOAEL materno: 20 mg/kg p.c./dia; NOAEL
fetal: 100 mg/kg p.c./dia. O difenoconazol não foi considerado teratogênico ou tóxico para a reprodução.
Clorotalonil: Em estudo de 2 anos em ratos, os animais tratados com as maiores doses (177,5 e 183 mg/kg
p.c./dia) apresentaram redução do ganho de peso corpóreo; efeitos renais como aumento de peso,
hiperplasia epitelial tubular, nefropatia progressiva crônica, cistos corticais e tumores; aumento no peso do
fígado e hipertrofia hepatocelular; em doses elevadas os efeitos relacionados à capacidade irritativa da
substância foram hiperplasia e hiperqueratose da mucosa escamosa do esôfago; necrose focal e ulceração da
mucosa do estômago glandular e hipertrofia da mucosa do duodeno (NOAEL: 1,8 mg/kg p.c./dia). Em
estudos de carcinogenicidade em camundongos, foram vistos efeitos semelhantes de órgãos-alvo aos
observados em estudos com ratos; hiperqueratose e hiperplasia na mucosa escamosa no estômago glandular
e no esôfago e efeitos renais (aumento de peso, degeneração tubular, hiperplasia e hipertrofia epitelial,
aumento da incidência de adenomas e carcinomas tubulares) (NOAEL: 5,4 mg/kg p.c./dia). Estudos de
toxicidade aguda, subcrônica e crônica demonstram que a toxicidade renal e a subsequente proliferação
celular precedem a formação de tumores. Uma vez que o aumento da incidência de tumores nos rins é
considerado uma consequência da hiperplasia tubular cortical, foram estabelecidos limites para a ocorrência
de alterações pré-neoplásicas e neoplásicas e foi demonstrado que o clorotalonil não é
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genotóxico/mutagênico em ratos e camundongos in vivo. Informações adicionais indicam que seres humanos
são menos sensíveis que os ratos no que diz respeito ao desenvolvimento de efeitos renais que podem
progredir para tumores após exposição crônica ao clorotalonil considerando-se que: i) a absorção de
clorotalonil (como conjugado clorotalonil-glutationa) do trato gastrointestinal seja menor em humanos do
que em ratos; ii) a ativação de conjugados clorotalonil-cisteína no rim pela β-liase levando a intermediários
reativos (tióis) que podem reagir com as macromoléculas celulares (proteína, DNA) seja mais acentuada em
ratos do que em humanos, pois a atividade de várias enzimas necessárias para essa ativação é maior no rato
(rim) do que em humanos. Portanto, os ratos são considerados marcadamente mais sensíveis que humanos
para alterações renais, o que faz com que a exposição crônica humana ao nível de dose suficiente para
produzir lesões renais seja improvável. No estudo de toxicidade reprodutiva de duas gerações em ratos,
observou-se redução do peso corpóreo nas maiores doses em ambos os sexos (225 e 255 mg/kg p.c./dia) e
em fêmeas F1 (124 mg/kg p.c./dia) e machos F0 (110 mg/kg p.c./dia). Achados histopatológicos foram
observados no rim (hipertrofia tubular e hiperplasia epitelial, focos de hiperplasia de células claras,
pigmentação, cariomegalia, epitélio regenerativo) em todos os níveis de dose. Nos filhotes, o ganho de peso
corpóreo durante a lactação foi reduzido no nível mais alto de dose. O desempenho reprodutivo não foi
afetado pelo tratamento (NOAEL filhotes: 110 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodução: 225 mg/kg p.c./dia). Em
um estudo de toxicidade no desenvolvimento em ratos, observou-se toxicidade materna na maior dose (400
mg/kg p.c./dia) caracterizada por fezes amolecidas/com muco/esbranquiçadas, material marrom ao redor do
nariz/boca, perda de pelo/pelo emaranhado na região urogenital, corrimento vaginal vermelho, aumento na
mortalidade, redução do peso corpóreo e consumo alimentar; aumento da perda pós-implantação e
diminuição no tamanho viável da ninhada também foram observadas na maior dose (NOAEL materno e de
desenvolvimento: 100 mg/kg p.c./dia). No estudo de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, a
toxicidade materna foi caracterizada pelo ganho reduzido de peso corpóreo no maior nível de dose (20 mg/kg
p.c./dia). Nenhum efeito relacionado ao tratamento foi observado nos parâmetros cesarianos e fetais (NOAEL
materno: 10 mg/kg p.c./dia; NOAEL fetal: 20 mg/kg p.c./dia). Diante dos achados, clorotalonil não é
considerado teratogênico ou tóxico para a reprodução em humanos.
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
x - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos e peixes);
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FRASES DE ADVERTÊNCIA INERENTES AO PRODUTO:
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza;
• Não utilize equipamento com vazamento;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
• Aplique somente as doses recomendadas;
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água;
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada;
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais;
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível;
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO;
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados;
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada;
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Globachem Proteção de Cultivos do Brasil
Ltda - Telefone de Emergência: (19) 3254-6033;
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos
protetores e máscara com filtros);
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua
devolução e destinação final;
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima;
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
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adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL E
MUNICIPAL
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)
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