Panzer Duo WG
Cropchem Ltda - Porto Alegre
Herbicida
clorimurom-etílico (sulfoniluréia) (103 g/kg) + flumioxazina (ciclohexenodicarboximida) (300 g/kg)
Informações
Número de Registro
10123
Marca Comercial
Panzer Duo WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
clorimurom-etílico (sulfoniluréia) (103 g/kg) + flumioxazina (ciclohexenodicarboximida) (300 g/kg)
Titular de Registro
Cropchem Ltda - Porto Alegre
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Gergelim
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Gergelim
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Gergelim
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Gergelim
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Conteúdo da Bula
BL_PANZERDUO_290725
PANZER DUO WG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 10123
• N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)
cyclohex-1-ene-1,2-dicarboxamide (Flumioxazina)......................................................................................... 300 g/kg (30% m/m)
• ethyl 2-(4-chloro-6-methoxypyrimidin-2-ylcarbamoylsulfamoyl)benzoate
(Clorimurom-etílico) .....................................................................................................................................103 g/kg (10,3% m/m)
• Outros Ingredientes ............................................................................................................................ 582,30 g/kg (58,23% m/m)
GRUPO E HERBICIDA
GRUPO B HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida Seletivo, sistêmico e de contato
GRUPO QUÍMICO: sulfonilureia e ciclohexenodicarboximida
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água – WG.
TITULAR DO REGISTRO (*):
CROPCHEM LTDA.
Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804,
Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 – CNPJ: 03.625.679/0001-00
Fone: (51) 3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 - Registro no estado: 1190/00 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
PRODUTO TÉCNICO:
CLORIMURON TÉCNICO CROPCHEM – Registro MAPA nº 06703
JIANGSU CHANGLONG CHEMICALS CO. LTD. - Longhu Tang, New District of Changzhou, Jiangsu, China
JIANGSU INSTITUTE OF ECOMONES - 102, Ximen Street, Jintan, Jiangsu 213200, República Popular da China
SHENYANG RESEARCH INSTITUTE OF CHEMICAL INDUSTRY - No. 8, Shenliaodong Road, Shenyang, China
WISCHEM CO. LTD. - Dianchang Road, Jintan, Jiangsu, 213200, República Popular da China
CLORIMUROM TÉCNICO NORTOX - Registro nº 30919
JIANGSU REPONT PESCIDE FACTORY CO., LTD. - Nº 18, Haibin 2 Road, Coastal Economic Development Zone 226407
Rudong, Jiangsu – China.
FMX TÉCNICO- Registro MAPA nº TC16522
MAX (RUDONG) CHEMICALS CO., LTD. – Yangkou Chemical Industry Park 226407 Rudong, Jiangsu, China.
FLUMIOXAZINA TÉCNICO CROPCHEM – Registro MAPA nº TC08621
SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD. - N° 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou – Shandong / China
FLUMIOXAZINA TÉCNICO CROPCHEM II – Registro MAPA nº TC14022
LIER CHEMICAL CO., LTD - Economic and Technical Development Zone; Mianyang – Sichuan / China
YIFAN BIOTECHNOLOGY GROUP CO., LTD. - No. 136 Zhongxing Road; Wenzhou Industrial Zone – Zhejiang / China
FLUMYZIN TÉCNICO - Registro MAPA nº 06895
SUMITOMO CHEMICAL CO. LTD. – Oita Works, 2200 - Tsurusaki, Oita-shi - Oita - 870-0106 – Japão.
ANHUI NEOTEC CO., LTD. – No. 8, Huayin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry and Synthetic Materials Base,
Huaibei City, Anhui Province, China.
SUMYZIN TÉCNICO - Registro MAPA nº 00199
SUMITOMO CHEMICAL CO. LTD. - Oita Works, 2200 - Tsurusaki, Oita-shi - Oita - 870-0106 – Japão.
ANHUI NEOTEC CO., LTD. – No. 8, Huayin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry and Synthetic Materials Base,
Huaibei City, Anhui Province, China.
FORMULADOR / MANIPULADOR:
● NORTOX S.A. - Endereço: Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86700-970 - CNPJ:
75.263.400/0001-99 – registro no órgão estadual: 000466 – SEAB/PR.
FORMULADOR:
• AGROMOL BIOTECH CO., LTD. – East Side, Middle Section of Binhe Road, Shanxian County Chemical Industry Park, Xieji
Town, Shanxian County, Heze City, Shandong Province, China.
• HEILONGJIANG JIXIANG AGROCHEMICAL CO., LTD. – Wanbaoshan Chemical Park, anda City, Heilongjiang Province,
China.
• JIANGSU CORECHEM CO., LTD. – 18, Shilian Avenue, Huaian City, Jiangsu, 223000 – China.
• JIANGSU REPONT PESTICIDE FACTORY CO., LTD. – N° 18, Haibin 2 Road, Coastal Economic Development Zone, Rudong
County, Jiangsu, 226407 – China.
• JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO., LTD. – No. 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu,
226221 – China.
• JINGBO AGROCHEMICALS TECHNOLOGY CO., LTD. – Economic Development Zone, Boxing County, Shandong, 256500
– China.
• LIANYUNGANG SHIJIE AGROCHEMICALS CO., LTD. – Weiyi Road, Duigougang Chemical Industry Park, Guannam County,
Lianyungang City, Jiangsu, 222523 – China.
• LIER CHEMICAL CO., LTD. – Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan, 621000 – China.
• SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD. – N° 518, Yongxin Road, Binbei Town, Bizhou, Shandong, 256600 – China.
• SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD. – East Renmin Road, Zhangjiagang, Jiangsu Province China.
• WASION CROP SCIENCE AND TECHNOLOGY CO., LTD. – 1 Hedong Road, Xinshi Town, Deqing, Zhejiang – China.
• ZIBO MEITIAN PESTICIDE CO., LTD. – East of Yuanshang Village, Fangzshen Town, Zhangdian District, Zibo City Shandong
China.
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
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Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo.
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe IV – Produto Pouco Perigoso ao Meio
Ambiente
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INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
PANZER DUO WG é um herbicida seletivo sistêmico e de contato dos grupos químicos sulfonilureia e
ciclohexenodicarboximida. É recomendado para aplicação em pós-emergência nas entrelinhas das
culturas de café e citros em aplicação em pré-emergência das plantas daninhas no sistema plante e
aplique na cultura do gergelim, manejo outonal e soja.
Alvo Biológico Dose
Culturas Nome Comum Número, Época e Volume de Calda
Kg p.c./ha
Nome Científico
Realizar aplicação em pós-emergência
Picão-preto das plantas daninhas, nas entrelinhas,
(Bidens pilosa) na fase de 2 a 6 folhas e a partir de 2
anos da cultura do café.
Trapoeraba
0,15 – Volume de calda: 200 L/ha.
Café (Commelina
0,20
benghalensis)
Recomenda-se adição de óleo mineral
à 0,5% v/v como adjuvante.
Nabo
(Raphanus Realizar 1 aplicação por ciclo da
raphanistrum) cultura.
Picão-preto
(Bidens pilosa) Realizar aplicação em pós-emergência
das plantas daninhas, nas entrelinhas,
na fase de 2 a 6 folhas e a partir de 2
Trapoeraba anos da cultura do citros.
(Commelina
0,15 –
Citros benghalensis) Volume de calda: 200 L/ha.
0,20
Nabo Recomenda-se adição de óleo mineral
(Raphanus à 0,5% v/v como adjuvante.
raphanistrum)
Realizar 1 aplicação por ciclo da
Azevém cultura.
Lolium multiflorum
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Realizar aplicação em pré-emergência
das plantas daninhas no sistema plante
Leiteiro e aplique na cultura da soja
(Euphorbia heterophylla)
Soja 0,15 – Volume de calda terrestre: 200 L/ha.
Gergelim 0,20
Poaia-branca Volume de calda aérea: 20 – 40 L/ha.
(Richardia brasiliensis)
Realizar 1 aplicação no ciclo da
cultura.
Buva
(Conyza bonariensis)
p.c.: produto comercial.
Nota: 1 litro do produto comercial possui 103 gramas do ingrediente ativo Clorimurom-etílico e 300
gramas de Flumioxazina.
Alvo Biológico Dose
Culturas Nome Comum Número, Época e Volume de Calda
Kg p.c./ha
Nome Científico
Buva Aplicação única em pré-emergência em
0,25 – 0,3
(Conyza bonariensis) manejo outonal.
Manejo
outonal Azevém
0,2 – 0,3 Volume de calda terrestre: 200 L/ha.
(Lolium multiflorum)
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MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
PANZER DUO WG pode ser aplicado através de pulverização, utilizando-se equipamentos terrestres
tratorizados, costais e em aplicações aéreas.
PREPARO DE CALDA:
Preencher o tanque do pulverizador com água até 3/4 de sua capacidade mantendo agitador ou retorno
acionado. Coloque a dose indicada do herbicida PANZER DUO WG em um recipiente com água a
parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso
complete o volume restante do pulverizador com água. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa
a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar
vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre as plantas daninhas.
INFORMAÇÕES SOBRE O USO DE ADJUVANTE:
Indicado o uso de adjuvante a base de óleo mineral.
Função: quebra de lipídios componentes da cutícula e membrana celular, que são uma barreira que
diminuem a absorção do produto, maior fixação do produto na folha, diminuição da perda do produto
por evaporação ou lavagem da chuva. Sendo assim, o uso de adjuvantes à base de óleo mineral pode
aumentar a eficiência da absorção do herbicida pela planta.
Concentração do adjuvante na calda: 0,5 % v/v no volume de calda indicado.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Culturas indicadas: Café, Citros, Gergelim e Soja.
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos
alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo
e a topografia do terreno. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda
e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à
evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra,
medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência
do produto sobre o alvo.
As maiores doses devem ser utilizadas em alta infestação de plantas daninha e/ou estádios vegetativos
avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar
outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
APLICAÇÃO AÉREA:
Cultura indicada: Soja e Gergelim.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela
ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é
de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. Utilizar menor número de bicos com
maior vazão proporcionando cobertura uniforme e orientar de maneira que o jato esteja dirigido para
trás, no sentido paralelo a corrente de ar.
Largura da faixa de disposição: 15 – 18 m.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO TERRESTRE E AÉREA:
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os
equipamentos adequados de pulverização, são:
- Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%.
- Velocidade do vento: mínimo – 2 km/hora; máximo – 10 km/hora.
- Temperatura: entre 20 a 27ºC ideal.
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO:
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das
barras.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos
ou o ângulo das pás do “micronair”.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto
o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura
e eficiência.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Café 65
Citros 65
Soja e Gergelim (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo de
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes do período utilizar vestimenta de trabalho
como, calça e blusa de manga longa e os equipamentos de proteção (EPIs) recomendados para o uso
durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
PANZER DUO WG é um herbicida composto por flumioxazina e clorimurom-etílico, que apresentam
mecanismos de ação do inibidor da Protox e inibidores da ALS, pertencentes aos Grupos E e B,
respectivamente, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Herbicidas).
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupos E e B para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e,
ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de
população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas
infestantes deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação,
devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação
de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores
esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional
habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e de animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do
punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de
borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
− Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de Proteção Indivdual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 cobrindo nariz e
boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
unidade de tratamento de semente em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança", conforme RDC 296/2019.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita)
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 cobrindo nariz e
boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
unidade de tratamento de semente em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança", conforme RDC 296/2019.
PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
− Evite ao máximo possível contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
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− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas
logo após a aplicação.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita)
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
− Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
− Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
− Não reutilizar a embalagem vazia.
− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de
algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro
mecânico classe P2 cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe
e luvas de nitrila.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
− A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
unidade de tratamento de semente em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança", conforme RDC 296/2019.
Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Pode ser nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.
Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite a água de
lavagem entre um olho e outro. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa contaminada e acessórios contaminados e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR PANZER DUO WG -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Clorimurom-etílico: Sulfonilureia
Flumioxazina: Ciclohexenodicarboximida
Classe
Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo
toxicológica
Vias de
Oral, inalatório, ocular e dérmica
exposição
Toxicocinética Clorimurom-etílico: os compostos sulfonilureia são poucos absorvidos através do trato
gastrointestinal de animais e do homem. A biotransformação desses compostos
ocorre por processo de hidroxilação no anel aromático, desalquilação e conjução com
substâncias endógenas especialmente com o UDPGA e PAPS. O clorimurom-etílico
é excretado em grande quantidade sob forma inalterada.
Flumioxazina: não há dados disponíveis para humanos. Em estudos com animais
estima-se que, após absorção sua excreção é relativamente rápida tanto via urinaria
como fecal. Aproximadamente 100% do produto administrado foi excretado pelo corpo
dos animais, pelas fezes e urina, dentro de 7 dias após a sua administração. Na maior
dose testada (100 mg/kg de peso vivo) houve um aumento da flumioxazina inalterado
nas fezes, sugerindo que essa dose está acima da capacidade de absorção do
produto pelo trato gastrintestinal. Algumas das principais biotransformações foram:
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clivagem da ligação imida e a clivagem da ligação amida no anel benzoxazinona. Os
principais compostos nas fezes foram os derivados sulfonados, e na urina os
derivados sulfonados, alcoólicos e da acetanilida. O único metabólito encontrado na
concentração maior que 5% nas fezes, foi 3-hiroxi-sulfo-flumioxaxin. Em geral, o nível
de resíduo encontrado nos tecidos foi muito baixo, porém pode ser detectado no
sangue, coração fígado e rins.
Toxicodinâmica Clorimurom-etílico: em estudos observou-se que os compostos sulfonilureicos são
poucos absorvidos através do trato gastrintestinal de animais e do homem. A
biotransformação desses compostos ocorre por processo de hidroxilação no anel
aromático, desalquilação e conjugação com substâncias endrógenas especialmente
com o ácido uridino difosfato glicurônico (UDPGA) e 3-fosfoadenosina-5-fosfsulfato
(PAPS). Em grande proporção, são excretados sob a forma inalterada.
Flumioxazina: não há dados disponíveis para humanos.
Sintomas e sinais As informações detalhadas abaixo foram obtidas dos estudos agudos com animais de
clínicos experimentação tratados com a formulação à base de clorimurom-etílico e
flumioxazina.
Exposição oral: os animais tratados com a dose de 2000 mg/kg peso corpóreo da
substância-teste apresentaram: dispneia leve e ruído pulmonar. Não foram
observadas alterações macroscópicas nos animais. Os animais apresentaram ganho
de peso dentro do esperado.
Exposição inalatória:
os animais expostos ao produto via câmara “nose only” não apresentaram sinais
clínicos. Não foram observadas alterações macroscópicas. Os animais apresentaram
ganho de peso dentro do esperado.
Exposição dérmica: os animais tratados com a dose de 2000 mg/kg peso corpóreo
da substância-teste apresentaram: escamação leve e eritema. Não foram observadas
alterações macroscópicas nos animais. Os animais apresentaram ganho de peso
dentro do esperado. No estudo de irritação cutânea os animais de experimentação
apresentaram: eritema, edema e descamação. O teste foi finalizado em 10 dias para
2/3 dos animais e em 14 dias para 1/3 dos animais. Todos os animais apresentaram
ganho de peso corpóreo dentro da variabilidade fisiológica.
O produto não é considerado sensibilizante dérmico.
Exposição ocular: os animais testados não apresentaram opacidade, porém
observou-se irite, hiperemia e quemose. Houve reversão das reações oculares em 48
horas para 1/3 dos animais e em 72 horas para 2/3 dos animais. Ao término do teste,
dois animais apresentaram ganho de peso corpóreo dentro do esperado e um animal
apresentou perda de peso corpóreo não relacionado a exposição à substância-teste,
uma vez que não apresentou sinais clínicos sistêmicos durante as avaliações.
Efeitos crônicos: os estudos de mutações genéticas e cromossômicas não
demonstraram efeito genotóxico relacionado ao produto
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o
paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação
laboratorial.
Tratamento ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Estabilização do paciente: monitore sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabeleça via endovenosa.
Atenção especial para parada cardiorrespiratória repentina, convulsões, hipotensão e
arritmias cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina pelo
risco de fibrilação). Avalie o estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: garanta uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais pode ser necessário. Intubação e ventilação podem ser necessárias,
especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento
neurológico. Administre oxigênio conforme necessário para manter adequada
perfusão tecidual. Se a intoxicação for severa, pode ser necessária ventilação
pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão.
Exposição oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária. Somente considerar a
lavagem gástrica após ingestão da substância em uma quantidade potencialmente
perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1
hora). Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração
com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo)
ou por intubação endotraqueal em cuff.
- Carvão ativado: Liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção
sistêmica, se administrado após a ingestão (1h). Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de
carvão ativado em água (240 mL de água / 30 g de carvão). Dose usual -
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adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos
de 1 ano de idade).
- Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de perda
dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidades pouco tóxicas.
Exposição ocular: lave os olhos expostos abundantemente com água ou solução
salina a 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos. Assegure que
não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da lavagem contamine o outro
olho. Pode-se utilizar colírio anestésico no início da descontaminação ocular. Realizar
avaliação oftalmológica de urgência. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta, não
negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante e sabão por cerca de
20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos na pele e cabelo. Podem
ocorrer queimaduras químicas com a exposição ao sol. Tratamento dos sintomas
deve ser de acordo com as manifestações clínicas.
Exposição Inalatória: remova o paciente para um local arejado e forneça adequadas
ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes derivados de
petróleo, e outras substâncias como surfactantes, agravando a irritação de mucosas
e os efeitos da intoxicação, podendo causar pneumonite, pneumonia química, edema
pulmonar, bronquite, alergias, asma ou dificuldades respiratórias. Administre oxigênio,
corticoides, broncodiladores, antagonistas H1 (anti-histamínicos), antibioticoterapia, e
auxilie na ventilação, conforme necessário.
Medidas sintomáticas e de manutenção: realizar exames físico completo e
neurológico. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), gases arteriais,
eletrólitos, mioglobinúria, função renal e hepática. Corrigir distúrbios hidroeletrolíticos
e acidose. Realizar exames de imagine, ECG, endoscopias conforme necessidade.
Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
- Em caso de hipotensão, proceda à infusão de 10 a 20 ml/kg de fluído isotônico. Se
a hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 µg/kg/min) ou norepinefrina
(Adulto: começar a infusão com 0,5 a 1 µg/kg/min / Criança: começar a infusão com
0,1 µg/kg/min.
- Em caso de acidose, trate a acidose metabólica severa (pH < 7,1) com bicarbonato
de sódio intravenoso. Começar com 1 a 2 mEq/Kg em adultos e em crianças. Se
necessário, pode-se repetir a dose empregando-se uma quantidade não superior à
metade daquela inicialmente administrada. O intervalo mínimo de repetição da dose
é de 10 minutos. Monitor os gases sanguíneos para ajustar a dose.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a
não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
cabelos, com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto e
utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser
evitado.
Efeitos das Não há ocorrência de efeitos sinérgicos e/ou potencializadores relacionados aos
interações diferentes ingredientes.
químicas
Atenção Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT -
ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide informações no item toxicocinética acima descrito.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
DL50 oral para ratos: > 2000 mg/kg de peso corpóreo.
DL50 dérmica para ratos: > 2000 mg/kg de peso corpóreo.
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CL50 inalatória para ratos: >2,757 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: os animais de experimentação apresentaram eritema, edema
e descamação. O teste foi finalizado em 10 dias para 2/3 dos animais e em 14 dias para 1/3 dos
animais. O produto é moderadamente irritante dérmico.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: os animais de experimentação não apresentaram opacidade,
porém observou-se irite, hiperemia e quemose. Houve reversão das reações oculares em 48 horas
para 1/3 dos animais e em 72 horas para 2/3 dos animais.
Sensibilização Cutânea Ensaio do Linfonodo Local (LLNA): o produto não é sensibilizante.
Sensibilização respiratória: não disponível.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
Efeitos crônicos:
Clorimurom-etílico: em estudo onde os ratos foram alimentados por 2 anos com uma dieta diária
contendo Clorimurom-etílico em doses de até 12,5 mg/kg/dia. Os principais efeitos observados foram
diminuições do peso corporal, mudança no peso dos órgãos e efeitos nos parâmetros químicos e
hematológicos do sangue. O nível sem efeito observado foi de 12,5 mg/kg/dia. Estudos demonstram
que em ratos houve diminuição do ganho de peso e alterações hepáticas; em cães, leve anemia
hemolítica, presença de pigmento anormal, aumento de eritropoiese, hemossiderose esplênica. Não
há evidências de carcinogênese, efeitos endócrinos, reprodutivos ou sobre o desenvolvimento até o
momento.
Flumioxazina: em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas anemia
e insuficiência renal.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
− Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
■ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
− Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
− Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
− Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza;
− Não utilize o equipamento com vazamentos;
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
− Aplique somente as doses recomendadas;
− Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água;
− Nâo execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos;
− Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver as embalagens rompidas.
− Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
− Observe legislação estadual e municipal.
EM CASO DE ACIDENTE:
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− Isole e sinalize a área contaminada.
− Utilize equipamentos de proteção individual.
− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA – Telefone da
empresa: (0xx51)3342-1300
− Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para
a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar uti lizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça esta operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
− Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la inverti
da sobrea boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão,direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
− Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
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Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em localcoberto, venti lado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde sãoguardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300