Panoramic
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
24-D (ácido ariloxialcanóico) (447.8 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (114.6 g/L)

Informações

Número de Registro
8014
Marca Comercial
Panoramic
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
24-D (ácido ariloxialcanóico) (447.8 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (114.6 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Ambrosia elatior
ambrosia-americana; carprineira; cravorana
Pastagens
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Pastagens
Croton glandulosus
gervão (3); gervão-branco (1); malva-vermelha
Pastagens
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Sidastrum micranthum
guanxuma (6); malva (3); malva-preta
Pastagens
Sidastrum paniculatum
guanxuma (10); malva-roxa (2); vassourinha (10)
Pastagens
Solanum aculeatissimum
arrebenta-boi; arrebenta-cavalo (4); joá-bravo (4)
Pastagens
Solanum lycocarpum
beringela; fruta-de-lobo; jurubebão
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú
Pastagens
Vernonia westiniana
assa-peixe (3); assa-peixe-roxo (2); chamarrita (1)
Pastagens
Waltheria indica
falsa-guaxuma; malva-branca (2); malva-sedosa

Conteúdo da Bula

                                    Panoramic®
                                                  <logomarca do produto>

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 8014

COMPOSIÇÃO:
PICLORAM, triisopropanolamina ................................................................... 114,60 g/L (11,46% m/v)
4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid
(Equivalente ácido de Picloram) ............................................................................ 64,00 g/L (6,40% m/v)
2,4-D, sal triisopropanolamina ....................................................................... 447,80 g/L (44,78% m/v)
(2,4-dichlorophenoxy) acetic acid
(Equivalente ácido de 2,4-D) ............................................................................. 240,00 g/L (24,00% m/v)
Outros Ingredientes ........................................................................................ 595,50 g/L (59,55% m/v)


                GRUPO                                           O                                    HERBICIDA


CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.

CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica.

GRUPO QUÍMICO:
PICLORAM: Ácido piridinocarboxílico
2,4-D, sal triisopropanolamina: Ácido ariloxialcanóico

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO:
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA -
Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PICLORAM ÁCIDO TÉCNICO:
Registro MAPA nº 00308898
Corteva Agriscience LLC
2301 N. Brazosport Boulevard, Texas, 77541-3257, Freeport - Estados Unidos da América
Lier Chemical Co., LTD
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan 621000 - China

PICLORAM 94 TÉCNICO HELM
Registro MAPA nº 18508
Lier Chemical Co., LTD
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan 621000 - China




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2,4-D ÁCIDO SECO TÉCNICO:
Registro MAPA nº 01638803
Atanor S.C.A.
Paula Albarracín de Sarmiento, s/n°, Rio Tercero, Pcia de Córdoba - Argentina
Atul Limited
Atul, 396020, Gujarat - Índia
Polaquimia S.A
Km 144 Carretera Federal México, Veracruz, San Cosme Xaloztoc, Tlaxcala - México
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América

2,4-D TÉCNICO AGRISOR
Registro MAPA nº 20418
CAC Nantong Chemical Co., Ltd.
Fourth Huanghai Road, Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County, 226407, Nantong City,
Jiangsu Province - China
Jiangxi Tianyu Chemical Co. Ltd.
Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industrial Park, Xingan County, Jiangxi, 331300 - China

FORMULADOR:
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da
Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP

CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200, Parte - Rio Abaixo
CEP: 12321-150, Jacareí/SP, CNPJ: 47.180.625/0020-09, Registro no Estado nº 679 - CDA/SP

Basf S/A
Av. Brasil, 791, Bairro Eng. Neiva, CEP: 12521-900, Guaratinguetá/SP
CNPJ 48.539.407/0002-07, Registro no Estado nº 487 - CDA/SP

FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25, Distrito Industrial III, CEP: 38044-760, Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11, Registro no Estado nº 210 - IMA/MG

Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701, Bairro Cajuru do Sul, CEP: 18087-170, Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30, Registro no Estado nº 008 - CDA/SP

Sipcam Nichino Brasil S/A
Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III, CEP: 38044-755, Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79, Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG


                        Nº do lote ou partida:
                         Data de fabricação:            VIDE EMBALAGEM
                        Data de vencimento:




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   ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                        CONSERVE-OS EM SEU PODER.

  É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.

               É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                             AGITE ANTES DE USAR.

                                Indústria Brasileira

                                     Irritante

      CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
         CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                  III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
PANORAMIC é um herbicida seletivo e sistêmico, recomendado para o controle de plantas infestantes
de folhas largas, de porte herbáceo, semiarbustivo, em áreas de pastagens de gramíneas forrageiras.

Cultura, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:

                                                   Dose
  Cultura                 Alvo                                         Época de Aplicação
                                                   (L/ha)
                          Maria-mole
                   (Senecio brasiliensis)
                       Losna-do-campo
                                                 1,0
                      (Ambrosia elatior)
                             Buva
                   (Conyza bonariensis)
                          Guanxuma
                        (Sida cordifolia)                       Aplicar na época de maior
                                              2,0 - 3,0
                        Gervão-branco                           pluviosidade e temperatura média
                    (Croton glandulosus)                        acima de 20ºC, quando as plantas
                           Joá-bravo                            daninhas a serem controladas
                (Solanum aculeatissimum)                        estiverem em pleno processo de
                          Malva-preta                           desenvolvimento vegetativo.
                 (Sidastrum micranthum)
                                              3,0 - 4,0         Quando houver indicação de faixa
                          Malva-roxa
                                                                de doses, utilizar a dose mais alta
                 (Sidastrum paniculatum)
 Pastagem                                                       para plantas mais desenvolvidas ou
                         Malva-veludo
                                                                provenientes de sucessivas roçadas
                      (Waltheria indica)
                                                                (perenizadas).
                     Assa-peixe-branco
                  (Vernonia polyanthes)
                       Assa-peixe-roxo
                   (Vernonia westiniana)
                                              4,0 - 5,0
                          Guanxuma
                      (Sida rhombifolia)
                            Lobeira
                  (Solanum lycocarpum)
              Nº máximo de aplicações: 1/ano.

              Volume de calda:
              - Aplicação terrestre: 200 - 300 L/ha.
              - Aplicação aérea: 30 - 50 L/ha.



Reforma de pastagem:
Para se obter melhores resultados com PANORAMIC em reforma de pastagem, aplicar o produto antes
do florescimento das plantas daninhas e após a pastagem já estar totalmente germinada e iniciado seu
perfilhamento. Isso ocorre normalmente entre os 35 e 45 dias após o plantio do capim. Nesta fase as
plantas daninhas encontram-se menos resistentes.




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Manutenção (limpeza) de pastagem:
A aplicação de PANORAMIC deve ser realizada quando as plantas daninhas estiverem crescendo
ativamente, bem enfolhadas e antes do florescimento. Se as plantas estiverem adultas, de grande porte
ou florescidas, roçá-las e aplicar o produto quando estiverem novamente bem enfolhadas. Plantas
daninhas adultas ou espécies lenhosas necessitam das maiores doses de PANORAMIC para seus
controles.

MODO DE APLICAÇÃO:
PANORAMIC deve ser aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme, e
pulverizado por meio de equipamento tratorizado ou aéreo.

Aplicação terrestre:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número
de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros,
deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as
recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.

De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do PANORAMIC é a pulverização do
produto através de equipamentos tratorizado com barra, equipado com pontas tipo leque com indução
a ar, por exemplo AIXR, AI, TTI, CVI, AVI, TVI, ULD, ULD MAX, MUG, STIA, ADIA, RDA no máximo a
0,5 metro acima do alvo, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de calda de pulverização por
hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa (G) ou superior.

Para aplicação com pulverizador de Barra Curta, utilizar pontas de pulverização sem barras, com
pontas tipo leque, tais como XP, XT e MVI, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de calda de
pulverização por hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa (G) ou superior.

As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico,
com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica
(deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a
30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na ausência
de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas após a aplicação.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se
evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura
do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.

A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia
de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um
engenheiro agrônomo.

Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
abastecimento e aplicação.




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Aplicação aérea:
As aplicações aéreas deverão seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos
para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS,
ajustes dos parâmetros operacionais, como ângulo de deflexão dos bicos nas barras de pulverização,
modelo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de deposição, velocidade e altura
de voo, entre outros, sempre supervisionadas por um Engenheiro Agrônomo.

Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva
Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea
deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e
qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do
rótulo e da bula do produto.

A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto
PANORAMIC por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.

Taxa de aplicação: Para aplicações de PANORAMIC, recomenda-se que seja utilizado volume de calda
entre 30 a 50 L/ha, com gotas das classes grossas (G) e extremamente grossas (EG), ou seja, gotas
com DMV (diâmetro mediano volumétrico) acima de 300 micras, para que resulte em uma cobertura
mínima o suficiente para a obtenção da eficácia do produto.

Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de
funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da
aplicação. É recomendado que a altura de voo não ultrapasse 30 m, conforme características da
aeronave, para minimizar o risco de deriva e proporcionar melhor uniformidade de aplicação. Fechar a
válvula de 3 vias (by-pass) antes de subir a aeronave ao final de cada passada. Não deve haver vórtices
de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a
ocorrência desse problema.

Seleção das pontas de pulverização: Use pontas jato plano de impacto com o menor ângulo do defletor,
para gotas mais grossas, ou de preferência de jato plano “simples”, com ângulo de abertura no leque
menor ou igual a 40 graus e sempre com o bico voltado para trás (zero graus de deflexão). Pontas de
jato sólido voltadas para trás produzem as gotas mais grossas e o menor potencial de deriva. Caso
seja usado ponta de jato cônico, não usar core 45, e dar preferência pelo uso de core 46, e discos de
maior vazão, para minimizar o risco de deriva. É importante que as pontas sejam escolhidas em função
das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do
recomendado (gotas grossas e extremamente grossas).

Condições climáticas: As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para
permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas daninhas), com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre a ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor
deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento
vertical). Com esse objetivo recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade
relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 km/h e 10 km/h. Estes parâmetros
devem ser checados antes do início da aplicação e monitorados durante a aplicação. As aplicações
também dever ser realizadas na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no
mínimo 4 horas após a aplicação.




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O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se
evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura
do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia
de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um
engenheiro agrônomo.

LIMPEZA DO TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO:

Somente inicie a aplicação com o equipamento e componentes limpos e bem conservados. Não é
recomendado deixar a calda de pulverização preparada para aplicação no dia subsequente.
Imediatamente após a aplicação de PANORAMIC, proceda com a limpeza completa do tanque e do
sistema de pulverização, observando as recomendações que seguem.

Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal para o
gerenciamento de resíduos. A lavagem consiste em 3 principais etapas: (1) lavagem com água; (2)
lavagem com agente de limpeza comercial para tanques; (3) lavagem com água. Seguem as etapas
em detalhes:

       1. Primeira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
          limpa. Recircule por 20 minutos. Pulverize o conteúdo do tanque em local adequado.

       2. Segunda lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
          limpa e agente de limpeza comercial na dosagem recomendada pelo fabricante. Recircule por
          20 minutos. Passe água pelas mangueiras, barra, pontas e filtros. Esgote completamente o
          tanque através das pontas. Remova todas as pontas de pulverização, telas das pontas,
          incluindo o filtro em linha e faça a lavagem separadamente com agente de limpeza. Reinstale
          no sistema de pulverização.

       3. Terceira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
          limpa. Recircule por 20 minutos. Drene a solução através do sistema, se possível passando
          pelas bombas, para esgotar completamente o tanque.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagem...................................................................................................................... Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


          CULTURA                       MODALIDADE DE                                 INTERVALO DE REENTRADA*
                                           EMPREGO
                                                                             2H DE ATIVIDADES                  8H DE ATIVIDADES
                                         (APLICAÇÃO)
                                                                                               (1)                                 (1)
         PASTAGEM                      PÓS-EMERGÊNCIA                                5 DIAS                            23 DIAS

*
 A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a
utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os
equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Os intervalos de reentrada
podem ser diferentes nas bulas dos produtos formulados caso a empresa registrante tenha apresentado
dados para a realização da avaliação de risco da exposição ocupacional de seu produto formulado.

(1)
      Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.


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                                                                                                                          Página 7 de 18
MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS
PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos
formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A
bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre
que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500
metros do limite externo da plantação.

Não realizar aplicação aérea a menos de 500 metros de povoações, cidades, vilas, bairros e
mananciais de água para abastecimento da população e a menos de 250 metros de
mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais.

LIMITAÇÕES DE USO:
   • A eficiência do PANORAMIC pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 2 a 3
      horas após a aplicação. Interromper a aplicação quando houver previsão de precipitações
      pluviométricas antes desse período.
   • Respeitar uma área de bordadura (área não aplicada) mínima de 10 metros entre o local de
      aplicação e áreas vizinhas com culturas sensíveis ao 2,4-D.
   • PANORAMIC só deverá ser aplicado quando não houver perigo das espécies úteis a ele
      sensíveis, tais como dicotiledôneas em geral, serem atingidas.
   • São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata, feijão,
      soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas
      mimetizadores de auxina.
   • Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis suscetíveis ao
      herbicida.
   • Caso PANORAMIC seja usado no controle de plantas infestantes em área total, o plantio de
      espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 anos após a última
      aplicação do produto.
   • No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes
      do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser
      vedado ao gado pelo tempo necessário à sua recuperação; essa medida evita que os animais
      comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e possam vir a ser mais
      atrativas após a aplicação do produto.
   • Não utilizar o equipamento que foi utilizado para aplicação de PANORAMIC, para aplicação de
      outros produtos, em culturas suscetíveis.
   • Não armazenar a calda de pulverização em quaisquer recipientes, ou mesmo, para aplicação
      no dia subsequente.
   • Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto,
      por um período mínimo de 60 dias após o tratamento em área total, para adubar plantas ou
      culturas úteis sensíveis ao produto.
   • Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
      abastecimento e aplicação.
   • A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o
      produto PANORAMIC por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO
INTEGRADO DE PRAGAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.

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O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência
das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de
controle.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
    • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do
        mesmo alvo, quando apropriado.
    • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
    • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
    • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
        regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
    • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
        e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
        www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
        Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
        www.agricultura.gov.br).


            GRUPO                              O                          HERBICIDA


O produto herbicida PANORAMIC é composto por Picloram e 2,4-D, que apresentam mecanismos de
ação dos mimetizadores das auxinas, pertencentes ao Grupo O, segundo classificação internacional
do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANS-
PORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRO-
DUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

                   DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.


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                                                                                  Página 9 de 18
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
  com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
  útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
  de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
  habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
  ordem: ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
  à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
• Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
  abastecimento e aplicação.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
  PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente;
  botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca
  árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
  estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
  as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras
  pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente;
  botas de borracha; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
   avisos até o final do período de reentrada.
 • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
   produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
   (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
 • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a
   aplicação.
 • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
   de tempo entre a última aplicação e a colheita).
 • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda
   vestidas para evitar contaminação.
 • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de crianças e animais.
 • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.

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• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
  família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas
  de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
  ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas,
  calça (desamarre e a deixe deslisar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
  roupas, utilizar luvas e avental impermeável.




PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem,
o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado e não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato,
lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no
outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

                                INTOXICAÇÕES POR PANORAMIC

                                     INFORMAÇÕES MÉDICAS


                     Picloram: Ácido piridinocarboxílico
 Grupos químicos
                     2,4-D, sal triisopropanolamina: Ácido ariloxialcanóico
      Classe         Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
   toxicológica
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
                     Picloram: Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrintestinal (meia-vida de
                     0,5 hora) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais que 76% do
  Toxicocinética
                     produto aplicado oralmente foi excretado na urina durante as primeiras 6 horas e
                     mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas.


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                                                                                       Página 11 de 18
                    Por comparação, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de
                    12 horas) e, baseando-se na quantidade de Picloram excretado na urina, somente
                    uma pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi absorvido. Em resumo,
                    estes dados demonstram que Picloram é rapidamente excretado tendo um baixo
                    potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas.
                    2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é
                    excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado) e a
                    eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena
                    fração de 2,4-D foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
 Toxicodinâmica     Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
                    Picloram:
                    Exposição Aguda
                    Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer
                    náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna
                    a toxicidade por via inalatória improvável. O picloram não é descrito como sendo
                    um sensibilizante O seu pó pode ser irritante aos olhos, pele, nariz, garganta e trato
                    respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea.
                    Respiratório
                    O pó do picloram é irritante para o trato respiratório.
                    Neurológico
                    Embora não tenham sido relatados ataques epilépticos em humanos, eles
                    ocorreram em animais expostos a doses fatais.
                    Gastrintestinal
                    Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de picloram.
                    O picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.
                    Hematológico
                    Os níveis de leucócitos podem diminuir.
                    Dermatológico
                    O picloram é moderadamente irritante para a pele.
    Sintomas e
                    O picloram é absorvido lentamente através da pele.
  sinais clínicos
                    2,4-D:
                    Exposição Aguda
                    Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
                    Ingestão
                    Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia,
                    anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória,
                    edema pulmonar e rabdomiólise.
                    Patofisiologia
                    Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações
                    degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central.
                    Cardiovascular
                    Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no
                    eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
                    Respiratório
                    Ingestão de grande quantidade pode causar bradipneia, insuficiência respiratória,
                    hiperventilação ou edema pulmonar.
                    Neurológico
                    A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido,
                    vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.


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                     B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto
                     envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza profunda, polineurite e
                     perda de consciência.
                     C) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.
                     Gastrintestinal
                     Foram relatados náusea, vômito, diarreia e necrose da mucosa gastrintestinal.
                     Hepático
                     Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.
                     Genitourinário
                     Podem ocorrer albuminúria e porfíria; falência renal devido à rabdomiólise também
                     é possível.
                     Hidroeletrolítico
                     A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
                     Hematológico
                     A trombocitopenia é o efeito hematológico primário.
                     A leucopenia também já foi relatada.
                     Dermatológico
                     O contato direto pode causar irritação na pele.
                     Musculoesquelético
                     Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da creatina
                     quinase e rabdomiólise.
                     Endócrino
                     Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos com
                     animais mostraram decréscimo nos níveis de T3 e T4, mas esse efeito não foi
                     relatado em humanos.
    Diagnóstico      Não existe método diagnóstico para exposição.
    Tratamento       Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.
 Contraindicações O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
    Efeitos das
    interações       Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
     químicas
                     Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                     tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
                     Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As
                     intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
     Atenção         de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de
                     Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em
                     Vigilância Sanitária (Notivisa).
                     TELEFONE DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: 0800 772 2492

Mecanismo de ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que Picloram e 2,4-D são excretados
principalmente através da urina (69 a 86% do administrado de Picloram e 84 a 94% do administrado de
2,4-D) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (5 a 25% para Picloram e 2 a 11% para 2,4-
D). Não foram encontrados níveis de Picloram nos tecidos e carcaça após 72 horas. Apenas uma pequena
fração de 2,4-D administrada foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.




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Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 1529 - 5346 mg/kg
DL50 cutânea em coelhos: > 2000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: > 1,38 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Dois de seis animais apresentaram eritema que foi
revertido em até 48 horas. Não foi observado edema em nenhum dos animais.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os animais apresentaram de leve a moderada vermelhidão
e quemose, além de secreção na conjuntiva. Todos os animais apresentaram vermelhidão e
opacidade da córnea, variando de difusa a reduzida. Um coelho ainda apresentava leve irritação
ocular 21 dias após a aplicação.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: Não mutagênico.

Efeitos crônicos:


Picloram: Um estudo crônico realizado em ratos durante 2 anos apresentou NOEL de 20 mg/kg/dia. O
principal efeito relacionado ao tratamento foi o aumento dos pesos absoluto e relativo do fígado e
propriedades tintoriais dos hepatócitos centrilobulares. Não houve mortalidade ou incidência de tumores
durante o estudo (EPA RED, 1995). Em estudos reprodutivos em ratos e em camundongos o picloram
não apresentou efeitos na gestação e na fertilidade dos animais. Em estudos em animais o picloram
também não apresentou efeitos teratogênicos (EXTOXNET, 1996). Estudos de 12 meses em cães, os
efeitos observados foram aumento no tamanho e peso do fígado. O NOEL foi de 35 mg/kg/dia. Em um
estudo em ratos de 2 gerações, os efeitos observados foram toxicidade renal nos machos e fêmeas F0 e
F1 da maior dose administrada; nenhum efeito foi observado sobre a fertilidade ou desenvolvimento
neonatal. O NOEL foi de 200 mg/kg/dia e o NOEL para fertilidade e desenvolvimento neonatal foi de 1000
mg/kg/dia.
2,4-D: Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de
1 mg/kg/dia. Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo tiveram aumento de
peso. Os resultados de alguns estudos epidemiológicos sugeriram uma associação entre a exposição
aos fenoxi herbicidas, aumento na incidência de tumores malignos e aumento da mortalidade, porém esta
associação ainda não está confirmada (WHO, 1984).

                        DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
   AMBIENTE:
-     Este produto é:
    ☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
    ☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
    ☒ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
    ☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

-     Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-     Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
      solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-     Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
      500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para



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    abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
    moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
    atividades aeroagrícolas.
-   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamento com vazamentos.
-   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
    d’água. Evite a contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
    do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
    PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-   Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
-   O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
    bebidas, rações ou outros materiais.
-   A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-   O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-   Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
-   Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-   Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens
    rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-   Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
    Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
-   Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-   Isole e sinalize a área contaminada.
-   Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos
    Ltda. - telefone da empresa: 0800 772 2492.
-   Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas
    de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
-   Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
    bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
    Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
    auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
    derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
    indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
    esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
    empresa registrante conforme indicado.
    Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
    animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
    visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
    características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-   Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó
    químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
   DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
   UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:



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EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
-   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
    a na posição vertical durante 30 segundos;
-   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-   Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-   Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-   Faça essa operação três vezes;
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
-   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
-   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
-   Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
    invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
    segundos;
-   Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
    sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem,
    por 30 segundos;
-   Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
-   Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
    armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
    embalagens não lavadas.
-   O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
    efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
    próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
-   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
    vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
    local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
    seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após
    o término do prazo de validade.
-   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
    prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.




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TRANSPORTE
-   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
    medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
-   O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
    efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
    próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
-   Use luvas no manuseio dessa embalagem.
-   Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
    existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
-   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
    vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
    local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
    seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após
    o término do prazo de validade.
-   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
    prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
-   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
    medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
-   O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
    efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
    próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
-   Use luvas no manuseio desta embalagem.
-   Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
    plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente
    identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
-   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
    vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
    local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
    seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após
    o término do prazo de validade.
-   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
    prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.



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-   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
    medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
    transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e
    com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
-   O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
    efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
    próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
-   É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
    adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
    comercial.

TRANSPORTE
-   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
    medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
-   A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
    pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
    pelos órgãos competentes.
-   É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
    VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
-   EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
    INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
-   A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
    causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
    pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
-   Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
    registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
-   A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
    operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
    ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
    específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
    de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
    FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
-   O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual
    e federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de
    aplicação, o alvo e/ou a cultura são permitidos localmente.




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