Panga 900 WG
Cropchem Ltda - Porto Alegre
Herbicida
Atrazina (triazina) (900 g/kg)
Informações
Número de Registro
33217
Marca Comercial
Panga 900 WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Atrazina (triazina) (900 g/kg)
Titular de Registro
Cropchem Ltda - Porto Alegre
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Medianamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Amaryllis
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Cana-de-açúcar
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Cana-de-açúcar
Indigofera hirsuta
anil (1); anil-roxo; anileira (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Lepidium virginicum
mastruz (1); mastruço (2); mentrusto (1)
Cana-de-açúcar
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Milheto
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milheto
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milheto
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milheto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Milho
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho
Cenchrus echinatus
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Glycine max
soja
Milho
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milho
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Milho
Triticum aestivum
trigo
Sorgo
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Sorgo
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Sorgo
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Sorgo
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Sorgo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Sorgo
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Sorgo
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Sorgo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Sorgo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Sorgo
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Sorgo
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Sorgo
Cyperus sesquiflorus
capim-de-cheiro (1); capim-santo; junquinho (9)
Sorgo
Desmodium adscendens
carrapicho (3); carrapicho-beiço-de-boi (3); marmelada-de-cavalo
Sorgo
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Sorgo
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Sorgo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Sorgo
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Sorgo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Sorgo
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Sorgo
Glycine max
soja
Sorgo
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Sorgo
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Sorgo
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Sorgo
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Sorgo
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Sorgo
Melampodium divaricatum
estrelinha (2); flor-amarela (2); flor-de-ouro
Sorgo
Melampodium perfoliatum
botão-de-cachorro; estrelinha (1); flor-amarela (1)
Sorgo
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Sorgo
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Sorgo
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Sorgo
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Sorgo
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Sorgo
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Sorgo
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Sorgo
Triticum aestivum
trigo
Sorgo
indigosfera hirsuta
Anileira
Conteúdo da Bula
BL_PANGA_310125
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 33217
COMPOSIÇÃO:
6-chloro-N2-ethyll-N4-isopropyl-1,3,5-triazine-2,4-diamine (ATRAZINA).................................................900,00 g/kg (90,0% m/m)
Outros ingredientes...................................................................................................................................100,00 g/kg (10,0% m/m)
GRUPO C1 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica, de pós-emergência
GRUPO QUÍMICO: Triazina.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO:
CROPCHEM LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 – Fone: (51)
3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 – CNPJ: 03.625.679/0001-00 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 1190/00 –
SEAPA/RS
IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO:
• AGRICOLA ALVORADA S.A. - Rua do Comercio, Nº 00001549 - CEP: 78.850.000, Parque Industrial, Primavera do Leste/MT,
CNPJ n.º 04.854.422/0002-66.• ÁLAMOS DO BRASIL LTDA. – Rodovia PR 493 km 04, nº 3800, Bairro Passo da Pedra, Pato
Branco – PR – CEP 85503-390 – CNPJ: 07.118.931/0003-08 – registro no órgão estadual: 1000144 – ADAPAR/PR. • ÁLAMOS
DO BRASIL LTDA. – Rua Ernesto da Fontoura, 1479 sala 601 – Bairro São Geraldo – Porto Alegre – RS – CEP 90230-091 –
CNPJ: 07.118.931/0001-38 – registro no órgão estadual: 1788/08 – SEAPA/RS. • ÁLAMOS DO BRASIL LTDA. – Rua Marciano
Leite de Almeida, nº 795, Bairro Veneza, Xanxerê – SC – CEP: 89820-000 – CNPJ: 07.118.931/0002-19 – registro no órgão
estadual: 1716 – CIDASC/SC. • ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda - Avenida Sete de Setembro, 4923, Batel,
CEP: 80240-000, Curitiba/PR, CNPJ Nº 10.409.614/0001-85. ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda - Rod BR 285,
nº 7870, km 297, Bairro José Alexandre Zachia, Passo Fundo/RS, CEP: 99042-890, CNPJ Nº 10.409.614/0006-90. • ALTA -
América Latina Tecnologia Agrícola Ltda - Rodovia BR-050, km 185, Galpão 10, Jardim Santa Clara, Uberaba/MG, CEP:
38038-050, CNPJ Nº 10.409.614/0005-09. • ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda - Rodovia Presidente Castelo
Branco, 11100, km 30,5, módulo 5H, Bairro dos Altos, Barueri/SP, CEP: 06421-400, CNPJ Nº 10.409.614/0003-47. • ALTA -
América Latina Tecnologia Agrícola Ltda - Rua Projetada, 150, Armazém 1 Distrito Industrial, Cuiabá/MT, CEP: 78098-970
CNPJ Nº 10.409.614/0004-28. • ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA E AGROPECUÁRIA S.A. – Av.
Presidente Juscelino Kubitschek, 2041, 12º e 13º andares, Bloco E, São Paulo – SP – CEP: 04543-011 – CNPJ: 62.182.092/0001-
25 – registro no órgão estadual: 9 – CDA/SP. • ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA E AGROPECUÁRIA
S.A. – Rodovia Sorocaba – Pilar Sul, km 122, Salto de Pirapora – SP – CEP: 18160-000 – CNPJ: 62.182.092/0012-88 – registro
no órgão estadual: 476 – CDA/SP. • ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA E AGROPECUÁRIA S.A. –
Rodovia PR 090 km 05, nº 5695 – Armazém 2 – Parque Industrial Nenê Favoreto, Ibiporã – PR – CEP 86200-000 – CNPJ:
62.182.092/0002-06 – registro no órgão estadual: 003454 – ADAPAR/PR. • BELAGRÍCOLA COMÉRCIO E
REPRESENTAÇÕES DE PRODUTOS AGRÍCOLAS S.A. – Rodovia PR 537 – km 0,3 – S/N – Santa Margarida, Bela Vista do
Paraíso – PR – CEP: 86130-000 – CNPJ: 79.038.097/0011-53 – registro no órgão estadual: 003129 – ADAPAR/PR. • CCAB
AGRO S.A. – Endereço: Rodovia BR 163, Armz. 02 – Sala 01 – Parque Industrial Vetorasso – CEP 78746-055 –
Rondonópolis/MT – CNPJ: 08.938.255/0009-69 - registro no órgão estadual: 467 – INDEA/MT. • CCAB AGRO S.A. - Rod
Presidente Castelo Branco, 11100 – Barueri / SP – CEP 06421-400 - CNPJ: 08.938.255/0011-83 - registro no órgão estadual:
4210 – CDA/SP. CCAB AGRO S.A. - Rodovia BR 020, Km 207 – S/N – Lote 04 Armz. 02– Parque Zona Rural – CEP 47850-
000 – Luís Eduardo Magalhães/BA – CNPJ: 08.938.255/0008-88 - registro no órgão estadual: 65709 – ADAB/BA. • CCAB AGRO
S.A. - Rua Teixeira da Silva, 660, CJ. 133/134 - CEP 04002-033, São Paulo/SP – CNPJ: 08.938.255/0001-01 - registro no órgão
estadual: 820 – CDA/SP. • DKBR TRADING S.A. - Avenida Ayrton Senna da Silva, n.º 600, Cond Torre Siena, 17 andar, Sala
1704, Gleba Fazenda Palhano, Londrina/PR – CEP 86050-460, Brasil, CNPJ sob o n.º 33.744.380/0001-28 – registro no órgão
estadual: 1007743/2019 – ADAPAR/PR. DKBR TRADING S.A. – Endereço: Avenida Miguel Sutil, nº 6.559, Anexo A. Sala 3,
Alvorada, Cuiabá/MT, CEP 78.048-00 – CNPJ nº 33.744.380/0002-09. – Registro no órgão estadual: 16228 – INDEA/MT. •
FIAGRIL LTDA. - Avenida da Produção, Quadra 14, Lote 11, Sala 01, 2204-W – Parque das Emas, - CEP 78455-000 Lucas do
Rio Verde – MT CNPJ 02.734.023./0013-99, Número de registro do estabelecimento no Estado: 28047 INDEA/MT.
• GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA. – Rua Américo Brasiliense, nº 1923 – conj. 1103 - CEP 04715-005,
São Paulo/SP – CNPJ: 26.401.815/0001-76 – registro no órgão estadual: 1302 – CDA/SP. LONGPING HIGH-TECH
BIOTECNOLOGIA LTDA. - Avenida das Nações Unidas, 12901, Torre Norte, 24º andar, sala 134, Brooklin, São Paulo/SP – CEP
04578-910 - CNPJ 08.864.422/0001-17 – registro no órgão estadual nº 4316 – GEDAVE/SP. • LONGPING HIGH-TECH
BIOTECNOLOGIA LTDA. - Rod Anhanguera N.º: S/N Km 296 - Distrito Industrial - Cravinhos CEP: 14140-000 UF: SP - CNPJ:
08.864.422/0003-89 – registro no órgão estadual nº 4316 – GEDAVE/SP. LONGPING HIGH-TECH BIOTECNOLOGIA LTDA. -
Rodovia Mg 188, Fazenda Pombal, SN, KM 158, Distrito Industrial, Paracatu/MG - CEP 38600-972 - CNPJ 08.864.422/0010-08
– registro no órgão estadual nº 4316 – GEDAVE/SP. • LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. – Avenida José Jorge
Estevam, nº 100, Barra Funda, CEP 19707-090, Paraguaçu Paulista/SP, CNPJ: 47.067.525/0081-92 – Número de registro do
estabelecimento/Estado: 4315 CDA/SP.• LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. – Avenida Maria Elias Lisboa Santos, S/N,
Quadra 007, Lote 18E, Sala 5, Parque Industrial Vice-Presidente José Alencar, CEP 74993-530, Aparecida de Goiânia/GO, CNPJ
sob nº 47.067.525/0216-10 – Número de registro do estabelecimento/Estado: 10.819.760-3 SIDAGRO/GO. • LOUIS DREYFUS
COMPANY BRASIL S.A. – Rua Z, nº 150, Projetada, Chácara São José, Sala A, Distrito Industrial, CEP 78098-530, Cuiabá/MT,
CNPJ: 47.067.525/0214-58 – Número de registro do estabelecimento/Estado: 21649 INDEA/MT. • MACROFERTIL INDUSTRIA
E COMERCIO DE FERTILIZANTES S.A. - Av. José Jorge Estevam, 100 – Bairro: Barra Funda - Paraguaçu Paulista – SP –
CEP: 19700-00 - CNPJ: 76.082.320/0030-34. • MACROFERTIL INDUSTRIA E COMERCIO DE FERTILIZANTES S.A. - ROD
DO CAFÉ, BR 376 KM 103 – VENDRAMI – PONTA GROSSA – PR – CEP: 84.043-450 - CNPJ: 76.082.320/0001-08. •
MACROFERTIL INDUSTRIA E COMERCIO DE FERTILIZANTES S.A. - Rua projetada, 150, Chácara São José – Bairro: Distrito
Industrial - Cuiabá – MT – CEP: 78098-530 - CNPJ: 76.082.320/0033-87. • PRENTISS QUÍMICA LTDA. – Rodovia PR 423 s/m
km 24,5 – Campo Largo – PR – CEP 83603-000 – CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Registro no órgão estadual nº
BL_PANGA_310125
002669/ADAPAR/PR. • SINAGRO PRODUTOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Rua Rio de Janeiro, nº 2583, Bairro Primavera IV –
CEP 78850-000, Primavera do Leste/MT – CNPJ: 04.294.897/0001-64 – registro no órgão estadual: 078/2018 – INDEA/MT. •
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. - Rua Santos Dumont, 1307. Sala 4-A, 1º andar,
Centro. Foz do Iguaçú/PR. CEP 85851-040 – CNPJ: 05.280.269/0001-92 – registro no órgão estadual: 3046 – ADAPAR/PR. •
VANON DO BRASIL COMÉRCIO E IMPORTAÇÃO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. - Rua Américo Brasiliense, nº 1923 –
conj. 1104, Bairro Chácara Santo Antonio, São Paulo – SP – CEP: 04175-005 – CNPJ: 24.209.824/0001-34 – registro no órgão
estadual: 1303 – CDA/SP. • DKBR TRADING S.A.- Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01 km 500 Metros – Zona Rural - CEP:
19640-000 Iepê/SP - CNPJ 33.744.380/0003-90. Número de registro do estabelecimento/Estado: 4303 -CDA/SP.
PRODUTO TÉCNICO:
ATRAZINA TÉCNICO ZS-CROPCHEM – Registro MAPA nº 16216
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO. LTD. – Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang, China.
SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD. – N° 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong, 256600, China.
HEBEI SHANLI CHEMICAL CO., LTD. – Eighteenth Team, Zhongjie Farm, Cangzhou City, Hebei, 061108, China.
ATRAZINA TÉCNICA NORTOX – Registro MAPA nº 00496
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO. LTD. – Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang, China.
SHANDONG DEHAO CHEMICAL CO., LTD. - Lingang Chemical Park Binhai Economic, 262737, Weifang, China.
HEBEI SHANLI CHEMICAL CO., LTD. - Eighteenth Team, Zhongjie Farm, Cangzhou, Hebei, China.
NORTOX S.A. – Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, CEP: 86700-970 – Arapongas/PR – Brasil, registro no órgão estadual:
000466 – ADAPAR/PR.
ATRAZINA TÉCNICA NORTOX BR – Registro MAPA nº 7216
SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD. – N 518, Yongxin Road, Binbei Town, 256600, Binzhou, Shandong, China
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD. – Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang, China.
ATRAZINA TÉCNICO CROPCHEM – Registro MAPA nº TC07722
SHANDONG DEHAO CHEMICAL CO., LTD. - Lingang Chemical Park Binhai Economic, 262737, Weifang, China.
FORMULADOR:
• AGRO LIFE SCIENCE CORPORATION, endereço Plot no. 26, Panchratna Industrial Estate, Changodar, Tal. Sanand, Dist.
Ahmedabad, Gujarat, 382213, Índia. • AGROMOL BIOTECH CO., LTD. – East side, middle section of Binhe Road, Shanxian
County Chemical Industry Park, Xieji Town, Shanxian County, Reze City, Shandong Province, China. • HEBEI SHANLI
CHEMICAL CO LTD. – Eighteenth Team, Zhongie Farm, Cangzhou City Hebei Province/ China.• HERANBA INDUSTRIES
LIMITED – Plot No. 2817/1/2, Chemical zone, GIDC, Sarigam, Ta: Umbergaon, Dist., Valsad-396155, Gujarat, India. • JIANGSU
CORECHEM CO LTD – 18, Shilian Avenue, Huain City, Jiangsu China. • KRISHI RASAYAN EXPORTS PVT. LTD., endereço
lst Parallel Road IGC SIDCO, Samba, Jammu & Kashmir, 184121, Índia. • AGRO LIFE SCIENCE CORPORATION, endereço
Plot No. 166-173A, llD Centre, Govindsagar,(SICOP) Kathua, Jammu & Kashmir, 184121, Índia. • KRISHI RASAYAN EXPORTS
PVT. LTD., endereço Plot No. 1911, Phase-lv, G.l'D.C. Panoli, Dist. Bharuch, Gujarat, 394115, Índia. • M/S PRISM CROP
SCIENCE PVT LTD. - Sy Nº 280/A, Maikapur Village, Choutuppal Mandal, Yadadri Dist., 508252, Índia. • NINGBO SUNJOY
AGROSCIENCE CO., LTD. – No.1165 Benhai Road, Chemical Industry Zone of Ningbo, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang
Province,315040, China. • NORTOX S.A. - Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86700-970 - CNPJ:
75.263.400/0001-99 – registro no órgão estadual: 000466 – ADAPAR/PR. • SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD.
– No. 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong, 256600, China. • SHENYANG RESEARCH INSTITUTE OF
CHEMICAL INDUSTRY (NANTONG) CHEMICAL TECHNOLOGY DEVELOPMENT CO., LTD. – No. 55 Jianggang Road,
Nantong Economic & Technological Develoment Area, Nantong, Jiangsu, 226071, China. • SHANDONG WEIFANG RAINBOWN
CHEMICAL CO., LTD. – Binhai Economic Development Area Weifang 262737, Shandong / China. • SUZHOU GREENLANDS
CHEMICAL CO., LTD. – East Renmin Road, Zhangjiagang, Jiangsu Province, China.• ZHEIJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL
INDUSTRY GROUP CO., LTD. – Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zheijang, 313116, China.
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Produto MUITO PERIGOSO ao meio ambiente –
CLASSE II
Cor da faixa azul intenso
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INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
PANGA 900 WG é um herbicida pós-emergente, seletivo, do grupo químico Triazina, e apresentado na
formulação granulado dispersível, para controle de plantas daninhas que infestam as culturas da cana-
de-açúcar, milheto, milho e sorgo cultivado tanto no sistema de plantio convencional como no direto.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E
INTERVALO DE APLICAÇÃO:
CANA-DE-AÇÚCAR
Plantas infestantes, doses em pré e pós-emergência, tipo de solo, volume de calda, número e época
de aplicação
Plantas infestantes Dose P.C. Kg/ha
Solo Solo médio Volume de
Nome científico Nome comum Estádio
leve a pesado calda
Brachiaria plantaginea Capim-marmelada
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha
Bidens pilosa Picão-preto
Brachiaria plantaginea Capim-marmelada
Cenchrus echinatus Capim-carrapicho
Commelina benghalensis Trapoeraba Terrestre:
100 - 400 L/ha
Digitaria horizontalis Capim-colchão 2,0 2,0 a 3,0
Aérea:
Eleusine indica Capim-pé-de-galinha 40 L/ha
Galinsoga parviflora Picão-branco
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola
Lepidium virginicum Mentruz
Portulaca oleracea Beldroega
Sida cordifolia Guanxuma
Sida rhombifolia Guanxuma
Precoce a
Spermacoce latifolia Erva-quente
incial
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de- carneiro
Ageratum conyzoides Mentrasto
Alternanthera tenella Apaga-fogo
Amaranthus hybridus Caruru-roxo
Desmodium tortuosum Carrapicho-beiço- de-boi
Emilia sonchifolia Falsa-serralha Terrestre:
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo 150-400 L/ha
2,2 – 2,8 2,2 – 2,8
Hyptis lophanta Catirina Aérea:
Hyptis suaveolens Bamburral 40 a 50 L/ha
Indigofera hirsuta Anileira
Ipomoea aristolochiaefolia Corda-de-viola
Ipomoea purpurea Corda-de-viola
Nicandra physaloides Joá-de-capote
Raphanus raphanistrum Nabo-bravo
Richardia brasiliensis Poaia-branca
Época de aplicação:
Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes, recomenda-se aplicar em area total, na cana
planta após o plantio, e na cana soca depois do corte e após os tratos culturais. Para aplicações na pós-
emergência precoce e inicial das plantas infestantes, recomenda-se aplicar em área total (cana planta e
cana soca), sobre a cultura germinada e perfilhada até o porte aproximado de 30-40 cm e com as plantas
infestantes indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados.
Nas altas infestações destas plantas, ou em solos com alto teor de matéria orgânica, aplicar sempre as
maiores doses indicadas.
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MILHETO
Plantas infestantes, doses em pré-emergência, tipo de solo, volume de calda, número e época de
aplicação.
Plantas infestantes Dose p.c kg/ha
Volume de Calda
Nome científico Nome Comum Solo leve Solo médio Solo pesado
Amaranthus hybridus Caruru-roxo Aplicação terrestre:
Portulaca oleracea Beldroega 150-400 L/ha
- 1,4 1,4
Richardia brasiliensis Poaia-branca Aplicação Aérea:
Sida rhombifolia Guanxuma 40 – 50 L/ha
Época de aplicação:
Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. A aplicação deve ser
feita em área total. Não aplicar este herbicida na pré-emergência da cultura do milheto em solos
arenosos. A umidade é importante para ativação do produto.
MILHO – PRÉ-EMERGÊNCIA
Sistema de plantio convencional e direto
Plantas infestantes Dose p.c. kg/ha
Solo Solo areno- Solo Volume de calda
Nome científico Nome comum
arenoso argiloso argiloso
Brachiaria plantaginea Capim-marmelada Aplicação
Digitaria horizontalis Capim-colchão terrestre:
Eleusine indica Capim-pé-de-galinha 100 a 400 L/ha
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro
Acanthospermum australe Carrapichinho Aplicação aérea:
Amaranthus hybridus Caruru 40 L/ha
Alternanthera tenella Apaga-fogo
Ageratum conyzoides Mentrasto
Bidens pilosa Picão-preto
Commelina benghalensis Trapoeraba
Desmodium tortuosum Desmodio
Emilia sonchifolia Falsa-serralha
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo 2,0 2,0 a 3,0 3,0
Galinsoga parviflora Picão-branco
Glycine max Soja
Hyptis lophantha Cheirosa
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola
Nicandra physaloides Joá-de-capote
Portulaca oleracea Beldroega
Raphanus raphanistrum Nabo
Richardia brasiliensis Poaia-branca
Sida rhombifolia Guanxuma
Sida cordifolia Guanxuma
Spermacoce latifolia Erva-quente
Cenchrus echinatus Capim-carrapicho 2,0 2,0 a 3,0 2,0 a 3,0
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha 2,0 2,0 a 3,0 2,0 a 3,0
Época de aplicação:
Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio
convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar
com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as
sementes das espécies infestantes viáveis à germinação.
No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas
dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho.
As doses indicadas de 2,0 a 3,0 kg/ha estão em função do tipo de solo, se arenoso, arena-argiloso ou argiloso;
do teor de matéria orgânica, da densidade das plantas infestantes, se baixa, em torno de 15 plantas/m2, média
em torno de 50 plantas/m2 ou alta, superiores a 50 plantas/m2, fatores esses que contribuem para com o maior
ou menor efeito residual do produto.
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SORGO PRÉ-EMERGÊNCIA
Plantas infestantes Dose P.C. Kg/ha Volume de
Solo Solo calda
Nome científico Nome Comum Solo leve
médio pesado
Brachiaria plantaginea Capim-marmelada
Cenchrus echinatus Capim-carrapicho
Cyperus sesquiflorus Tiririca
Desmodium adscendens Pega-pega
1,7 2,8 3,6
Digitaria horizontalis Capim-colchão
Melampodium divaricatum Flor-de-ouro
Melampodium perfoliatum Flor-amarela
Sida cordifolia Malva-branca
Commelina benghalensis Trapoeraba
Eleusine indica Capim-pé-de-galinha - 2,2 – 2,8 2,2 – 2,8
Spermacoce latifolia Erva-quente
Ageratum conyzoides Mentrasto
Alternanthera tenella Apaga-fogo
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha
Bidens pilosa Picão-preto Pulverização
Desmodium tortuosum Carrapicho-beiço-de-boi Terrestre
Emilia sonchifolia Falsa-serralha 150 – 400 L/ha
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo
Galinsoga parviflora Picão-branco
- 2,8 2,8
Hyptis lophanta Catirina
Hyptis suaveolens Bamburral
Indigofera hirsuta Anileira
Ipomoea aristolochiaefolia Corda-de-viola
Ipomoea purpurea Corda-de-viola
Nicandra physaloides Joá-de-capote
Raphanus raphanistrum Nabo-bravo
Richardia brasiliensis Poaia-branca
Sida rhombifolia Guanxuma
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro 2,2 2,2
-
Amaranthus hybridus Caruru-roxo
Portulaca oleracea Beldroega
Época:
Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. A aplicação deve ser
feita em área total.
A umidade é importante para ativação do produto.
MILHO PÓS-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES
Sistema de plantio convencional e direto
Plantas infestantes Solo arenoso - Solo areno-argiloso - Solo
argiloso
Nome científico Nome comum Dose p.c. (kg/ha) e estádio Volume de calda
Brachiaria plantaginea* Capim-marmelada
2,0 a 3,0 – Até 2 folhas
Digitaria horizontalis* Capim-colchão
3,0 – Até 5 folhas
Eleusine indica* Capim-pé-de- galinha
Triticum aestivum* Trigo 2,0 a 3,0 – Até 3 folhas
Avena strigosa * Aveia-preta 3,0 – Até 5 folhas Aplicação terrestre:
100 a 400
Cenchrus echinatus Capim-carrapicho 3,0 a 3,5 – Até 4 folhas
L/ha Aplicação aérea:
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro 40 L/ha
Acanthospermum australe Carrapichinho
2,0 a 3,0 – Até 4 folhas
Amaranthus hybridus Caruru
3,0 – Até 6 folhas
Alternanthera tenella Apaga-fogo
Ageratum conyzoides Mentrasto
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Bidens pilosa Picão-preto
Commelina benghalensis Trapoeraba
Desmodium tortuosum Desmodio
Emilia sonchifolia Falsa-serralha
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo 2,5 a 3,0 – Até 4 folhas
Galinsoga parviflora Picão-branco
Glycine max Soja
2,0 a 3,0 – Até 4 folhas
Hyptis lophantha Cheirosa
3,0 – Até 6 folhas
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola
Nicandra physaloides Joá-de-capote
Portulaca oleracea Beldroega
Raphanus raphanistrum Nabo 2,5 a 3,0 – Até 4 folhas
Richardia brasiliensis Poaia-branca
Sida rhombifolia Guanxuma 3,0 a 3,5 – Até 4 folhas
Sida cordifolia Guanxuma 2,0 a 3,0 – Até 4 folhas
Spermacoce latifolia Erva-quente 3,0 – Até 6 folhas
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha 2,5 a 3,0 – Até 4 folhas
Época de aplicação:
Realizar No máximo 1 Aplicação por ciclo da cultura.
Para as aplicações em pós-emergência é indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na presença das
espécies Brachiaria plantaginea, Digitaria horizontalis, Eleusine indica, Triticum aestivum e Avena strigosa
gramíneas, devido a maior tolerância a ação do herbicida quanto a absorção do produto através das folhas.
Na presença das espécies dicotiledôneas (folhas largas), não necessariamente, deverá ser adicionado o Óleo
Vegetal, devido a maior suscetibilidade das espécies quanto a ação em pós- emergência, porém a adição do
Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente paras as menores doses ou em estádios mais
desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem, desde que seja possível a aplicação do herbicida
em pós-emergência. Quando aplicar em pós-emergência, sempre observar o estádio recomendado das plantas
infestantes na área, observando se as plantas não estão estressadas por estiagens prolongadas. No entanto,
para obtenção dos melhores resultados tanto em pré ou após a emergência há mais fatores a serem
considerados, tais como: os tipos de espécies, onde algumas são extremamente sensíveis e outras são mais
tolerantes, da profundidade de germinação, onde algumas germinam em camadas superficiais e outras em
camadas mais profundas, das épocas mais apropriadas para a germinação de cada espécie, das condições
climáticas e da densidade populacional das espécies. As aplicações deverão ser realizadas nos períodos em que
a temperatura do ar esteja entre 18 a 30ºC, umidade relativa do ar a 60% e a velocidade dos ventos em no
máximo 6,0 km/hora.
SORGO PÓS-EMERGÊNCIA
Sistema de plantio convencional e direto
Solo arenoso - Solo areno-argiloso - Solo
Plantas infestantes
argiloso
Nome científico Nome comum Dose p.c. (Kg/ha) e Estádio Volume de calda
Brachiaria plantaginea* Capim-marmelada 2,0 a 3,0 – Até 2 folhas
Digitaria horizontalis* Capim-colchão
Eleusine indica* Capim-pé-de- galinha 3,0 – Até 3 Folhas
Triticum aestivum* Trigo 2,0 a 3,0 – Até 3 folhas
Avena strigosa * Aveia-preta 3,0 – Até 5 folhas
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro
Acanthospermum australe Carrapichinho Aplicação
Amaranthus hybridus Caruru terrestre: 100 a
Alternanthera tenella Apaga-fogo 400
L/ha
Ageratum conyzoides Mentrasto
Bidens pilosa Picão-preto Aplicação aérea:
2,0 a 3,0 – até 4 folhas
Commelina benghalensis Trapoeraba 40 L/ha
3,0 – Até 6 folhas
Desmodium tortuosum Desmodio
Emilia sonchifolia Falsa-serralha
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo
Galinsoga parviflora Picão-branco
Glycine max Soja
Hyptis lophantha Cheirosa
BL_PANGA_310125
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola
Nicandra physaloides Joá-de-capote
Portulaca oleracea Beldroega
Raphanus raphanistrum Nabo
Richardia brasiliensis Poaia-branca
Sida rhombifolia Guanxuma
Sida cordifolia Malva-branca
Spermacoce latifolia Erva-quente
Cenchrus echinatus Capim-Carrapicho 2,0 a 3,6 – Pós semeadura
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha
Hyptis suaveolens Bamburral
2,0 a 3,0 – 2 a 4 folhas
Ipomea aristolochiaefolia Corda-de-viola
Indigofera hirsuta Anileira
Época de aplicação:
Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes, deverá ser observado o estádio ideal
para cada tipo de espécie presente na área. Para as aplicações em pós-emergência é indispensável a adição
de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na presença das espécies Brachiaria plantaginea, Digitaria horizontalis, Eleusine
indica, Triticum aestivum e Avena strigosa gramíneas, devido a maior tolerância a ação do herbicida quanto a
absorção do produto através das folhas. Na presença das espécies dicotiledôneas (folhas largas), não
necessariamente, deverá ser adicionado o Óleo Vegetal, devido a maior suscetibilidade das espécies quanto a
ação em pós- emergência, porém a adição do Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente paras as
menores doses ou em estádios mais desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem, desde que seja
possível a aplicação do herbicida em pós-emergência. Quando aplicar em pós-emergência, sempre observar o
estádio recomendado das plantas infestantes na área, observando se as plantas não estão estressadas por
estiagens prolongadas. No entanto, para obtenção dos melhores resultados tanto em pré ou após a emergência há
mais fatores a serem considerados, tais como: os tipos de espécies, onde algumas são extremamente sensíveis e
outras são mais tolerantes, da profundidade de germinação, onde algumas germinam em camadas superficiais e
outras em camadas mais profundas, das épocas mais apropriadas para a germinação de cada espécie, das
condições climáticas e da densidade populacional das espécies. As aplicações deverão ser realizadas nos períodos
em que a temperatura do ar esteja entre 18 a 30ºC, umidade relativa do ar a 60% e a velocidade dos ventos em no
máximo 6,0 km/hora.
*Importante: Na presença das gramíneas Brachiaria plantaginea, Digitaria horizontalis, Eleusine indica, Triticum
aestivum e Avena strigosa é indispensável a adição de 1,0 L/ha de Óleo Vegetal. Para as demais espécies, a
adição do Óleo Vegetal pode melhorar a obtenção de melhores resultados de eficiência.
- P.C. = Produto comercial; I.a. = Ingrediente ativo.
- Obs.: 1 Quilo de produto contém 900 gramas de Atrazina.
- (*) Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água,
ou seja, 1 litro por hectare.
- Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas.
MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Preparação da calda:
Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade mantendo agitador ou
retorno acionado. Coloque a dose indicada do herbicida PANGA 900 WG em um recipiente com água
a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso
complete o volume restante do pulverizador com água mantendo o agitador ou retorno em
funcionamento. Adicionar adjuvante na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de
água, ou seja, 1 litro por hectare, conforme recomendação.
A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto.
Aplicação Terrestre: cana-de-açúcar, milho, milheto e sorgo.
PANGA 900 WG deve ser aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados de barra. São
indicados bicos de jato em leque, que formam ângulo de 110 graus, tais como Teejet, XR Teejet, TK,
DG ou Twinjet e ainda bicos de jato cônicos como Conejet, Fullijet ou similares. A pressão recomendada
varia entre 40 e 60 libras por pol², obtendo-se tamanhos de gotas com VMD entre 420 a 520 micron.
As gotas menores são indicadas para locais que não haja riscos de atingir as folhas de plantas
econômicas por deriva. As gotas maiores possibilitam a formação de película com distribuição
homogênea do herbicida sobre o solo. É muito importante a contínua agitação no tanque e fechamento
do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar sobreposição
das faixas de aplicação.
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Evitar aplicação do produto na presença de ventos fortes (acima de 10 km/h), nas horas mais quentes
do dia (acima de 30oC) e umidade do ar abaixo de 60%.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose
máxima, o número de aplicações e o intervalo de segurança determinado na bula.
APLICAÇÃO AÉREA: cana-de-açúcar, milho, milheto e sorgo.
Uso de barra ou atomizador rotativo “micronair”.
Volume de aplicação: 20 a 50 L/ha.
Tamanho de gota: 100 a 300 micrômetros.
Densidade mínima de gotas: 20 a 30 gotas/cm2.
Pressão de trabalho: 35 a 50 lb/pol2.
Largura da faixa de deposição efetiva: 18 a 20 m.
Altura de voo: 2 a 3 metros do topo da cultura.
No caso de aeronave equipada com barra, usar bicos (pontas) cônicos D6 a D12, com disco (core),
ajustado no ângulo inferior a 45 graus.
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização.
Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
INTERVALOS DE SEGURANÇA:
CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)
Cana-de-açúcar, milho, milheto e Intervalo de segurança não determinado devido à
sorgo. modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula;
• Não aplicar se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por longo período de
estiagem.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de
exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o
uso de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após
a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide modo de aplicação
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
PANGA 900 WG é um herbicida composto por atrazina que apresenta como mecanismo de ação a
inibição da fotossíntese no fotossistema II (C1), mais especificamente agem na inibição do transporte
de elétrons na fotossíntese, segundo classificação internacional do HRAC (Associação Brasileira de
Ação à Resistência de Plantas Daninhas a Herbicidas).
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O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
GRUPO C1 HERBICIDA
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de
população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas
infestantes deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação,
devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação
de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores
esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional
habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do
punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de
borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
− Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de Proteção Indivdual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca,
óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
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− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita)
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca,
óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
− Evite ao máximo possível contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
− Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
− Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
− Não reutilizar a embalagem vazia.
− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de
algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com
filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
− A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
1° Nocivo se ingerido
ATENÇÃO 2° Pode ser nocivo em contato com a pele
3° Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite a
água de lavagem entre um olho e outro. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
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Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa contaminada e acessórios contaminados e lave a pele com
muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
INTOXICAÇÕES POR PANGA 900 WG
Grupo químico Triazina
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética A atrazina é metabolizada a seus derivados mono e dialquilados em humanos e
animais. Ela é excretada como derivados alquilados e derivados de ácido
mercaptúrico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção.
Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma
dose simples tópica de 0,1667mg (dose baixa) e 1,9751 mg (dose alta) de atrazina
marcada com C14. A maioria (91,1 – 95,5%) da dose não absorvida foi detectada em
amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a administração da dose.
Após 168 horas 5,6% da dose foi absorvida e excretada na urina e fezes do grupo 9
da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o
pico de eliminação urinária ocorreu em 24-48 horas e o pico de eliminação fecal
ocorreu em 48-72 horas.
Mecanismos de Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
toxicidade
Sintomas e sinais A toxicidade sistêmica aguda não costuma ocorrer até que grandes quantidades
clínicos tenham sido ingeridas. Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda em
humanos e, apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas
de neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia dos membros, alterações
respiratórias).
Exposição Aguda
Foi relatada elevação de temperatura em estudos com animais. A atrazina pode
causar irritação ocular.
Cardiovascular
Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida contendo atrazina.
Respiratório
Pode ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações respiratórias. A aspiração
de produtos contendo solventes orgânicos pode causar ataxia, anorexia, dispneia e
espasmos musculares; sintomas estes relatados em estudos com animais.
Neurológico
Foi relatado coma após a ingestão de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol,
etileno glicol e formaldeído. Tremores musculares, tetania e ataxia foram relatados
em animais após a ingestão de herbicidas triazínicos.
Gastrintestinal
Em estudos em animais, observou-se anorexia e salivação. Pode ocorrer náusea,
vômito, diarreia, dor abdominal e sensação de queimação na boca.
Hepático
Foi relatada necrose hepática.
Geniturinário
Foi relatada falência renal, várias horas após ingestão intencional de um herbicida
contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Hematológico
Ocorreu coagulação intravascular disseminada, várias horas após a ingestão
intencional de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e
formaldeído.
Dermatológico
A atrazina é um sensibilizante dérmico. Irritação da pele e olhos são os sintomas
mais frequentemente observados.
Endócrino
Foram observados, em estudos com animais, hipertireoidismo e elevação dos
níveis de T3 com níveis de Tiroxina e TSH normais. A atrazina parece interferir no
controle hipotalâmico da função do eixo pituitário-ovariano em ratas
ovariectomizadas.
Diagnóstico Intoxicações por atrazina são raras e não possuem relato de sintomatologia. Não
existem provas laboratoriais específicas para a confirmação de intoxicação Pode ser
efetuada pesquisa de atrazina nos fluidos corporais do intoxicado, no caso de
confirmação de contato do paciente com o pesticida. Confirmação de
envenenamento humano: relacionado a recente contato ocupacional, acidental ou
ingestão deliberada.
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Tratamento Antídoto: não existe antídoto específico.
Exposição Oral
A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada, pois há
muito pouca informação acerca dos efeitos da overdose em humanos.
B) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml
de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a
50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade.
C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno
potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível
diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos
corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco
de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não
significativa.
D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinas exibirem sintomas de
toxicose severa, deve ser considerada a absorção concomitante de outras toxinas.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações
respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do
trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na
ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via
inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água
corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
quantidade copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
Contra-indicações O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.
Efeitos sinérgicos Em testes de toxicidade aguda (96h) usando C. tentans, a atrazina produziu
toxicidade sinérgica em uma mistura binária com parationa metílica. Resultados de
testes de toxicidade com atrazina em combinação binária com outros
organofosforados indicam mais do que uma toxicidade aditiva para todos os
compostos, exceto mevinfós
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
ATENÇÃO Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
A atrazina é rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal, mas a absorção dérmica é limitada. Após
a absorção, é extensivamente e rapidamente biotransformada por enzimas hepáticas. Cerca de 75%
da atrazina absorvida é eliminada pela urina, na forma de metabólitos, 50% dos metabólitos urinários
são excretados dentro de 8 horas e 100% em 24 horas após a exposição. Somente 2% da atrazina é
eliminada inalterada na urina e aproximadamente 20% nas fezes. Em ratos, a atrazina pode interferir
na interação de alguns ligantes no receptor GABAA no sistema nervoso central (SNC), de uma maneira
não competitiva. No entanto, é improvável que os efeitos observados em ratos, devido a este
mecanismo, ocorram em humanos.
Efeitos Agudos para Animais de Laboratório:
DL50 oral para ratos: superior a 300 mg/kg.
DL50 dérmica para ratos: superior a 2000 mg/kg
CL50 inalatória para ratos: > 4,216 mg/L de ar - 1 h de exposição (> 1,054 mg/L – 4 h de exposição)
IRRITAÇÃO DÉRMICA: no estudo realizado em coelhos, o produto foi classificado como não irritante.
IRRITAÇÃO OCULAR: no estudo realizado em coelhos, o produto foi classificado como irritante leve.
SENSIBILIZAÇÃO CUTÂNEA: o produto não causou sensibilização dérmica à pele de cobaias.
Efeitos crônicos para Animais de Laboratório:
40% dos ratos que receberam 20 mg de atrazina/kg/p.c./dia via oral, durante 6 meses, morreram com
sinais de sofrimento respiratório e paralisia dos membros do corpo. Alterações estruturais e químicas
foram observadas no cérebro, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e órgãos endócrinos. Ratos
alimentados com doses de 5 ou 25 mg/kg/dia por seis meses, apresentaram retardo no crescimento.
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Em um estudo de 2 anos em cães, com dose de 7,5 mg/kg/dia, observou-se diminuição no consumo
de alimento e aumento de peso no coração e no fígado. Com a administração de 75 mg de
atrazina/kg/dia, notou-se uma diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso, aumento do
peso adrenal e diminuição na contagem de células sanguíneas e tremores ocasionais.
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
• Este produto é
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes ás
atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. – Telefone de
Emergência: (51) 3342-1300.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso,
consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação
final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
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Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o
qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – Modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
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- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
Restrição no estado do Paraná para aplicação em Hyptis lophanta e Indigofera hirsuta em cana-de-
açúcar, Acanthospermum australe, Avena strigosa, Glycine max, Hyptis lophanta, Triticum aestivum
em milho, Acanthospermum australe, Commelina benghalensis, Glycine max, Hyptis lophanta,
Indigofera hirsuta, Ipomoea grandifolia, Triticum aestivum em sorgo.
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300