Palanque
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Herbicida
picloram-triisopropanolamina (ácido piridinocarboxílico) (430 g/L)
Informações
Número de Registro
05822
Marca Comercial
Palanque
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
picloram-triisopropanolamina (ácido piridinocarboxílico) (430 g/L)
Titular de Registro
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Acacia plumosa
acacia-de-espinho; arranha-gato (2); unha-de-gato (1)
Pastagens
Barnadesia rosea
espinho-agulha
Pastagens
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Pastagens
Calotropis procera
algodão-de-seda; ciúme; flor-de-seda
Pastagens
Lantana camara
camará; cambará (1); cambará-branco (2)
Pastagens
Machaerium aculeatum
jacarandá-de-bico-de-pato; jacarandá-de-espinho; pau-de-angu
Pastagens
Mansoa difficilis
cipó-alho; cipó-de-cobra; cipó-de-sino
Pastagens
Memora peregrina
ciganinha; cipó-arame
Pastagens
Peschiera fuchsiaefolia
leiteira (2); leiteiro
Pastagens
Schinus terebinthifolius
aroeira-mansa; aroeira-pimenteira; aroeira-vermelha
Pastagens
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Pastagens
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Pastagens
Tapirira guianensis
camboatá (2); copiúva; tapiriri
Pastagens
Tecoma stans
amarelinho; bignonia-amarela; guarã-guarã
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú
Pastagens
Vernonia westiniana
assa-peixe (3); assa-peixe-roxo (2); chamarrita (1)
Conteúdo da Bula
Palanque®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob Nº 05822
COMPOSIÇÃO:
Sal de Triisopropanolamina de 4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid (PICLORAM, Sal de
Triisopropanolamina).............................................................................................430,0 g/L (43,0% m/v)
(Equivalente ácido de PICLORAM) .................................... ...................................240,0 g/L (24,0% m/v)
Outros Ingredientes............................................................................….....…........740,0 g/L (74,0% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica do grupo químico ácido piridinocarboxílico (Picloram)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
- IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 – Bairro Cajuru do Sul
CEP 18087-170 – Sorocaba / SP – Fone: (15) 3235-7700
CNPJ Nº 61.142.550/0001-30 – Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP nº 8
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PICLORAM 94 TÉCNICO HELM (Registro MAPA nº 18508)
LIER CHEMICAL CO. LTD.
The Economic and Technical Development Zone of Mianyang City, Sichuan Province – China
PICLORAM ÁCIDO TÉCNICO (Registro no MAPA nº: 00308898)
CORTEVA AGRISCIENCE LLC
2301 N. Brazosport Boulevard, Texas, 77541-3257, Freeport, Estados Unidos da América
LIER CHEMICAL CO. LTD.
The Economic and Technical Development Zone of Mianyang City, Sichuan Province – China
PICLORAM TÉCNICO AVILIVE II (Registro no MAPA nº: TC02724)
LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO., LTD.
Duigou Port Chemical Industry Park, Guannan County Lianyungang City, Jiangsu Province,
China, 225520
PICLORAM TÉCNICO IHARA (Registro no MAPA nº TC19124)
HUNAN BIDE BIOCHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD.
Ruxi Chemical Industry Zone, Linxiang, Yueyang, 414300, Hunan, China.
YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD.
No. 3, Weiqi Rd (East) - Hangzhou Gulf Economy andTecnology Development Zone, 312369,
Shangyu, Zhejiang, China
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FORMULADOR:
- LIER CHEMICAL CO. LTD.
The Economic and technical Development Zone - Mianyang City - China
- TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Av. Roberto Simonsen, 1459, Recanto dos Pássaros, CEP: 13148-030– Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/SP
- IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 – Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170– Sorocaba/SP
CNPJ 61.142.550/0001-30 – Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP nº 8
- ZHEJIANG AVILIVE CHEMICAL CO., LTD.
Nº Two, 335 Jiangnan Road, Hengdian Town, Dongyang, Zhejiang, China.
- LIER CROPSCIENCE CO., LTD.
Nº 329 South Mianzhou Avenue, Mianyang, Sichuan, P. R. China
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
no Art. 4° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
PALANQUE é um herbicida seletivo de ação sistêmica, à base de picloram, recomendado para o
controle de plantas infestantes dicotiledôneas de porte subarbustivo, arbustivo e arbóreo, infestantes
em áreas de pastagens de gramíneas forrageiras, através da aplicação no toco, imediatamente após o
corte ou roçada das plantas. PALANQUE contém corante em sua formulação, para facilitar a
visualização dos tocos tratados.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES E RECOMENDAÇÕES DE USO:
RECOMENDAÇÕES DE USO
PLANTAS DOSES NÚMERO VOLUME
CULTURA ÉPOCA E INTERVALO
INFESTANTES (p.c.) MÁXIMO DE DE
DE APLICAÇÃO
APLICAÇÕES CALDA
Arranha-gato
Acacia plumosa
Espinho-agulha
Bamadesia rosea
Unha-de-vaca
Bauhinia variegata
Pau-de-angu
Machaerium aculeatum
Cipó-de-cobra Deve-se fazer uma única
Mansoa difficilis aplicação, pode ser
Cipó-arame utilizado em qualquer
1,0 a 2,0 época do ano. Devido à
Memora peregrina
L/100 L de modalidade de aplicação
Leiteiro
água (aplicação no toco,
Peschiera fuchsiaefolia
imediatamente após o corte
Aroeira-mansa
das plantas daninhas), não
Schinus terebinthifolius Terrestre:
Pastagem precisa de umidade no solo 1
Camboatá 200 L/ha
ou chuvas para ativar o
Tapirira guianensis
produto. No caso de rebrota
Amarelinho das plantas tratadas, faça
Tecoma stans nova aplicação do produto
Algodão-de-seda na estação seguinte, até
Calotropis procera que se elimine
Assa-peixe-branco completamente a planta
Vernonia polyanthes daninha.
Assa-peixe-roxo
Vernonia westiniana
Cambará
0,5 a 0,75
Lantana camara
L/100 L de
Jurubeba
agua
Solanum paniculatum
Poaia-do-campo
Spermacoce alata
p.c.: produto comercial
Preparo da Calda (tambor 200L):
• Utilize um tambor de 200 litros;
• Encha de água limpa até a metade;
• Acrescente 2,0 litros de PALANQUE (dose 1%) ou 4,0 litros (dose 2,0 %);
• Complete com água até o volume total (200 litros) e misture bem.
Preparo da Calda (aplicador costal 20L):
• Utilize um aplicador costal de 20 litros;
• Encha de água limpa até a metade;
• Acrescente 200 ml de PALANQUE (dose 1%) ou 400 ml (dose 2,0 %);
• Complete com água até o volume total (20 litros) e misture bem.
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Para plantas infestantes de maior dificuldade de controle, trabalhar com a maior dose (concentração
de 2% ou 2,0 L p.c./100 L de água).
- Adicione a quantidade recomendada de PALANQUE em água limpa, de acordo com o alvo.
- Para obter uma calda mais homogênea, encha o tanque com metade da água a ser utilizada,
adicione o produto e depois complete com o restante da água e agite bem.
- Não adicione óleos ou adjuvantes à calda de aplicação.
- PALANQUE já contém corante na formulação, para melhor visualização dos tocos tratados.
- Aplique no mínimo 50 mL de calda herbicida por toco.
- Prepare somente a quantidade de calda a ser aplicada no dia de trabalho.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
PALANQUE deve ser usado exclusivamente em aplicação nos tocos das plantas infestantes de porte
arbóreo, arbustivo ou semi-arbustivo, imediatamente após o corte ou roçada das plantas. Faça a
operação de roçada e aplicação com dois operadores (uma pessoa roçando e a outra aplicando o
produto logo em seguida). PALANQUE deve ser aplicado com pulverizador costal manual.
As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do
Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da
aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.
Equipamentos:
PALANQUE deve ser aplicado com pulverizador costal manual, utilizando-se bico tipo cone cheio, sem
o core interno, imprimindo-se baixa pressão ou utilizando pontas de pulverização que produzam jato
leque com indução a ar, visando sempre a produção de gotas da classe grossa (G) ou superior.
Produto corrosivo. Lave adequadamente os equipamentos de aplicação após sua utilização.
Siga a sequência de operações:
1 - Corte ou roçada das plantas infestantes:
- Roce ou corte a copa da planta infestante à altura de 5 a 10 cm;
- Em plantas anteriormente roçadas e rebrotadas, faça o novo corte logo abaixo do local cicatrizado
(caule ou raiz) na roçada anterior;
- Em caules mais grossos (acima de 3 a 4 cm de diâmetro), faça uma rachadura em cruz no toco
para favorecer a absorção do produto.
2 - Aplicação:
- Aplique o produto imediatamente após o corte, cobrindo todo o toco da planta;
- Use baixa pressão na bomba do pulverizador e direcione o bico o mais próximo possível do toco;
- Aplique até o ponto de escorrimento, evitando-se desperdícios de calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao
Gerenciamento de Deriva.
Condições Climáticas:
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou
deriva. Se a velocidade do vento estiver abaixo de 3 km/hora, pode ocorrer inversão térmica
principalmente nas primeiras horas do dia, assim como se a velocidade do vento estiver acima de 10
km/hora, maior é o potencial de deriva pelo movimento de ar. Portanto para quaisquer tecnologias de
aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 55%.
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/hora.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagens: UNA
UNA = Uso não alimentar
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI).
INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
• A dose de produto a ser utilizada depende da espécie a ser controlada. Faça um levantamento prévio
na área.
• Plantas que apresentam um engrossamento do caule abaixo do nível do solo: (ex: ciganinha)
- Corte a planta com enxadão abaixo do nível do solo;
- Aplique o produto nas pontas dos caules e raízes decepadas ou onde o solo foi removido, até o
encharcamento;
• Plantas com tocos muitos finos (menos de 3 cm de diâmetro):
- Corte a planta;
- Pulverize sobre os tocos cortados até o ponto de escorrimento;
- Encoste o bico do pulverizador rente ao colo da planta e molhe esta região e o solo ao redor do toco
para que o produto entre em contato com as raízes.
• Áreas onde ocorreu fogo e as plantas estão secas:
- Espere a nova rebrota de folhas, roce e depois aplique PALANQUE.
• Nas áreas já tratadas com PALANQUE evite fogo por 30 dias no mínimo.
• Áreas encharcadas em certos períodos do ano:
- Espere abaixar a água para efetuar o tratamento (período mais seco do ano)
• Se a gramínea forrageira estiver muito alta na época da aplicação, solte os animais para que o
consumo rebaixe as mesmas, facilitando a visualização das plantas a serem tratadas.
• Retire os animais da área, antes de realizar as aplicações do herbicida. Como medida preventiva,
permita o pastoreio somente 30 dias após a aplicação.
• Caso a pastagem esteja muito degradada ou rebaixada, para sua melhor recuperação, aguarde cerca
de 60 a 90 dias antes de soltar os animais para pastejo.
FITOTOXICIDADE PARA A CULTURA INDICADA:
PALANQUE quando usado nas doses recomendadas não causará danos à cultura indicada.
OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS:
- Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como: algodão, tomate,
batata, feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas
hormonais, além da cultura de arroz quando a aplicação não é feita na época recomendada.
- Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida. As
aplicações por pulverizações costais manuais só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir
as espécies acima mencionadas.
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com PALANQUE
imediatamente após o tratamento, para adubar plantas sensíveis ao produto. Respeite o período de
reentrada do gado.
- Não utilizar o equipamento utilizado para aplicação de PALANQUE para aplicar outros produtos em
culturas sensíveis.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O produto herbicida PALANQUE é composto por picloram, que apresenta o mesmo mecanismo de
ação dos Herbicidas Auxínicos ou Mimetizadores de Auxina, do Grupo O segundo a classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado;
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.”
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado;
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
− Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara simples; óculos de segurança com
proteção lateral e luvas de nitrila.
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
preparação da calda em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara simples; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe
e luvas de nitrila.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas
tratadas logo após a aplicação.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
− Não reutilizar a embalagem vazia.
− No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão de
algodão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de
borracha.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
− A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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- Pode ser nocivo se inalado
ATENÇÃO - Pode ser nocivo em contato com a pele
- Provoca irritação ocular grave
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato,
lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no
outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR PALANQUE -
(PICLORAM)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde,
etc.).
Grupo Químico Picloram: Ácido piridinocarboxílico
Classe
Toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Potenciais vias de Oral, inalatória, ocular e dérmica
exposição
Toxicocinética Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrintestinal (meiavida de 0,5
horas) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais de 76% do
produto aplicado oralmente foram excretados na urina durante as primeiras
6 horas e, mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por
comparação, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida
de 12 horas) e, baseando-se na quantidade de Picloram excretado na urina,
somente uma pequena fração (0,18%) do Picloram é rapidamente excretado
tendo um baixo potencial para acumular no homem durante exposições
repetidas ou prolongadas
Toxicodinâmica Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais Exposição aguda: dados de exposição de humanos a doses elevadas são
clínicos limitados. Pode ocorrer náusea após exposição a grande quantidade. A sua
baixa pressão de vapor torna a toxicidade por via inalatória improvável. O
Picloram não é descrito como sendo um sensibilizante. É improvável que
ocorra dano à córnea.
Gastrointestinal: pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade
de Picloram. O Picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal.
Hematológico: os níveis de leucócitos podem diminuir.
Dermatológico: o Picloram é moderadamente irritante para a pele. O
Picloram é absorvido lentamente através da pele.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas dos estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação à base de Picloram.
Exposição oral: os animais foram tratados com dose de 2000 mg/kg peso
corpóreo da substância-teste não apresentaram sinais clínicos. Os animais
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sobreviventes apresentaram ganho de peso dentro do esperado. Foram
observadas alterações macroscópicas nos pulmões (congestão) e fígado
(congestão e áreas pálidas multifocais).
Exposição inalatória: os animais expostos ao produto via câmara “nose
only” não apresentaram. Foram observadas alterações macroscópicas no
fígado (congestão e áreas pálidas multifocais) e pulmões (congestão).
Exposição dérmica: os animais tratados com doses de 4000 mg/kg peso
corpóreo da substância-teste não apresentaram sinais clínicos. Os animais
apresentaram ganho de peso dentro do esperado. Foram observadas
alterações macroscópicas inespecíficas no fígado (congestão e áreas
pálidas multifocais) e nos pulmões (congestão e enfisema) nos animais
tratados. Não foram observadas alterações macroscópicas nos animais. O
produto não é considerado sensibilizante dérmico.
Exposição ocular: os animais testados apresentaram hiperemia na
avaliação de 1 hora, enquanto que nas avaliações de 24, 48 e 72 horas não
foram observadas reações oculares.
Efeitos crônicos: os estudos de mutações genéticas e cromossômicas não
demonstraram efeito genotóxico relacionado ao produto
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
intoxicação aguda trate o paciente imediatamente.
Tratamento Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à
estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e do “status mental”,
a efetividade da respiração e circulação, manutenção de vias aéreas
patentes e adequada oxigenação, remoção da fonte de exposição ao
produto com a descontaminação do paciente, administração de antídotos,
medidas para aumentar a eliminação do tóxico do organismo, medidas
sintomáticas e de manutenção.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Usar vasopressores na
hipotensão severa (evitar adrenalina pelo risco de fibrilação) Avaliar
estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário
para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa,
pode ser necessária ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação:
Visa limitar a absorção e os efeitos locais. Remover roupas e acessórios e
proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades
e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão.
Exposição Oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lavagem gástrica: Na maioria dos casos não é necessária. Somente
considerar a lavagem gástrica após ingestão da substância em uma
quantidade potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após
a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para o nível de consciência
e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do
tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação
endotraqueal em cuff.
- Carvão ativado: Liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica, se administrado após a ingestão (1h). Avaliar a
necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar
uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água / 30 g de
carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g
(1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Contraindicação: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco
de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em
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caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído
de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Exposição Ocular: Lavar os olhos expostos abundantemente com água ou
solução salina a 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos.
Assegurar que não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da
lavagem contamine o outro olho. Pode-se utilizar colírio anestésico no início
da descontaminação ocular. Realizar avaliação oftalmológica de urgência.
Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o
paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica Remover as roupas contaminadas e lavar a área
exposta, não negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante
e sabão por cerca de 20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos
na pele e cabelo. Podem ocorrer queimaduras químicas com a exposição ao
sol. Tratamento dos sintomas deve ser de acordo com as manifestações
clínicas.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado e fornecer
adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes
derivados de petróleo, e outras substâncias como surfactantes, agravando a
irritação de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar
pneumonite, pneumonia química, edema pulmonar, bronquite, alergias,
asma ou dificuldades respiratórias. Administre oxigênio, corticoides,
broncodiladores, antagonistas H1 (anti-histamínicos), antibioticoterapia, e
auxilie na ventilação, conforme necessário.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento
sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção
das funções vitais.
Medidas para aumentar a eliminação do tóxico do organismo:
Realizar exames físico completo e neurológico. Monitorar oxigenação
(oximetria ou gasometria), gases arteriais, eletrólitos, mioglobinúria, função
renal e hepática. Corrigir distúrbios hidroeletrolíticos e acidose. Realizar
exames de imagem, ECG, endoscopias conforme necessidade. Manter
internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
Realizar exame físico completo e neurológico. Monitorar oxigenação
(oximetria ou gasometria), gases arteriais, eletrólitos, mioglobinúria, função
renal e função hepática. Corrigir distúrbios hidroeletrolíticos e acidose.
Realizar radiografias de tórax e abdômen, ECG, endoscopias digestivas
conforme necessidade.
CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS:
Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
produto; e utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
(Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao
intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeáveis,
de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e de
pneumonite química.
Efeitos das Nenhum efeito sinérgico é conhecido
interações
químicas
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ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico
e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica
(RENACIAT-ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de
Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação
em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272
Endereço eletrônico da empresa: www.ihara.com.br
Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens“Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
- DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
- DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
- CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições de teste (*)
- Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Não foram observados nenhum sinal de edema e/ou eritema
na pele dos animais testados durante o estudo, assim como também não foram observados sinais
clínicos de toxicidade e/ou mortalidade. O produto foi considerado não irritante para pele.
- Corrosão/irritação ocular em coelhos: Os animais apresentaram vermelhidão, quemose e secreção
na conjuntiva ocular desde a primeira hora do início do teste. Os animais 1, 2 e 3 apresentaram
reversibilidade em 8, 6 e 5 dias respectivamente. Dois animais apresentaram irite 24 horas após a
administração, que desapareceu logo em seguida e um animal apresentou opacidade na córnea, que
desapareceu após 72 horas da aplicação. Não foram observados sinais clínicos de toxicidade e nem
mortalidades. De acordo com os resultados o produto caracterizou-se como irritante ocular.
- Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante cutâneo.
- Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais
de experimentação.
- Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
(teste de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.
(*) Este produto formulado não receberá classificação toxicológica para o parâmetro inalatório, tendo
em vista que não ocorreram mortes na concentração avaliada.
EFEITOS CRÔNICOS DO INGREDIENTE ATIVO:
Um estudo crônico realizado em ratos durante 2 anos apresentou NOEL de 20 mg/kg/dia. O principal
efeito relacionado ao tratamento foi o aumento dos pesos absoluto e relativo do fígado etumores
durante o estudo (EPA RED, 1995). Em estudos reprodutivos em ratos e em camundongos o picloram
não apresentou efeitos na gestação e na fertilidade dos animais. Em estudos em animais o picloram
também não apresentou efeitos teratogênicos (EXTOXNEI, 1996). Estudos de 12 meses em cães, os
efeitos observados foram aumento no tamanho e peso do fígado. O NOEL foi de 35 mg/kg/dia. Em um
estudo em ratos de 2 gerações, os efeitos observados foram toxicidade renal nos machos e fêmeas F0
e F1 da maior dose administrada; nenhum efeito foi observado sobre a fertilidade ou desenvolvimento
neonatal. O NOEL foi de 200 mg/kg/dia e o NOEL para fertilidade e desenvolvimento neonatal foi de
1000 mg/kg/dia.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
Não específicos
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
- ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
- ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este Produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir, principalmente água subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS
QUÍMICAS.
- Telefone da empresa: 0800-770-1760
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante, pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.
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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá pode
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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