Padron
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
picloram-trietanolamina (ácido piridinocarboxílico) (388 g/L)
Informações
Número de Registro
2997
Marca Comercial
Padron
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
picloram-trietanolamina (ácido piridinocarboxílico) (388 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo de ação sistêmica
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Acacia plumosa
acacia-de-espinho; arranha-gato (2); unha-de-gato (1)
Pastagens
Barnadesia rosea
espinho-agulha
Pastagens
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Pastagens
Machaerium aculeatum
jacarandá-de-bico-de-pato; jacarandá-de-espinho; pau-de-angu
Pastagens
Mansoa difficilis
cipó-alho; cipó-de-cobra; cipó-de-sino
Pastagens
Memora peregrina
ciganinha; cipó-arame
Pastagens
Peschiera fuchsiaefolia
leiteira (2); leiteiro
Pastagens
Schinus terebinthifolius
aroeira-mansa; aroeira-pimenteira; aroeira-vermelha
Pastagens
Tapirira guianensis
camboatá (2); copiúva; tapiriri
Pastagens
Tecoma stans
amarelinho; bignonia-amarela; guarã-guarã
Conteúdo da Bula
Padron®
< logomarca do produto>
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 02997
COMPOSIÇÃO:
PICLORAM, sal trietanolamina ......................................................................388,30 g/L (38,83% m/v)
4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid
(Equivalente ácido de PICLORAM) ..................................................................240,00 g/L (24,00% m/v)
Triethanolamine (TRIETANOLAMINA) ..................................................................9,65 g/L (0,97% m/v)
Outros Ingredientes .......................................................................................782,00 g/L (78,20% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO:
PICLORAM: Ácido piridinocarboxílico
TRIETANOLAMINA: Compostos de amina
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA -
Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PICLORAM ÁCIDO TÉCNICO
Registro MAPA n° 00308898
Corteva Agriscience LLC
2301 N. Brazosport Boulevard, Texas, 77541-3257, Freeport - Estados Unidos da América
Lier Chemical Co., LTD
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan 621000 - China
PICLORAM 94 TÉCNICO HELM
Registro MAPA nº 18508
Lier Chemical Co., Ltd.
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan 621000 - China.
FORMULADOR
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da
Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP
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CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte - Rio Abaixo - CEP: 12321-150
Jacareí/SP - CNPJ: 47.180.625/0020-09 - Registro no Estado nº 679 - CDA/SP
Adama Brasil S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR/PR
Adama Brasil S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-760 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no Estado nº 210 - IMA/MG
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 008 - CDA/SP
Nortox S.A.
Rodovia BR 369, km 197 - Aricanduva - CEP: 86700-970 - Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Registro no Estado nº 466 - ADAPAR/PR
Nortox S.A.
Rodovia BR 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Registro no Estado nº 183/06 - INDEA/MT
Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750
Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro no Estado nº 8.764 – IMA/MG
Sipcam Nichino Brasil S/A
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/SP
Corteva Agriscience LLC
305 N. Huron Avenue, Michigan, 48441, Harbor Beach - Estados Unidos da América
Corteva Agriscience Argentina S.R.L.
Hipolito Irigoyen 2900, Santa Fe, Puerto General San Martin, S2202DRA - Argentina
Corteva Agriscience de Colombia S.A.S.
Carrera 50, 13-209, Atlántico, 083002, Soledad - Colômbia
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Corteva Agriscience de Colombia S.A.S.
Mamonal, Km 14, Bolivar Apartado, 2888, Cartagena - Colômbia
Corteva Agriscience Italia S.r.l.
Strada Statale 11, Km 190.2, Bergamo, 24050, Mozzanica - Itália
Corteva Agriscience France S.A.S.
BP-20 Zone Industrielle, F-67410, Drusenheim - França
PT Corteva Agriscience Manufacturing Indonesia
Sisingamangaraja Street, Km 9.5, North Sumatera, 20148, Medan - Indonésia
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
Corteva Agriscience LLC
2301 N. Brazosport Boulevard, Texas, 77541-3257, Freeport - Estados Unidos da América
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273°
do Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
PADRON é um herbicida seletivo para o controle de plantas daninhas dicotiledôneas de porte arbóreo,
arbustivo e sub-arbustivo em áreas de pastagens.
Cultura, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
Culturas Alvo Dose Época de Aplicação
Arranha-gato
(Acacia plumosa)
Leiteiro
(Peschiera
fuchsiaefolia)
Aroeirinha
Em plantas mais
(Schinus
resistentes, devido a
terebinthifolius)
inúmeras roçadas ou
Espinho-agulha
1,0 - 2,0% plantas de cerrado, utilize a
(Barnadesia rosea)
(misturar 1,0 a 2,0 litros do maior dose. Eventualmente
Cipó-de-cobra
produto em 99 ou 98 litros de um repasse poderá ser
(Mansoa difficilis)
água) necessário nessas áreas.
Camboatá
O produto pode ser
(Tapirira guianensis)
utilizado o ano todo, não
Pau-de-angu
Pastagem necessitando de chuvas
(Machaerium
para agir, por ser aplicado
aculeatum)
diretamente na planta
Pata-de-vaca
roçada.
(Bauhinia variegata)
Ciganinha
(Memora peregrina)
2,0%
Amarelinho
(misturar 2,0 litros do produto
(Tecoma stans)
em 98 litros de água)
Nº máximo de aplicações: 2
Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 200 L/ha.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Preparo da Calda:
• Utilize um tambor de 200 litros;
• Encha de água limpa até a metade;
• Acrescente 2,0 litros de PADRON (dose 1%) ou 4,0 litros (dose 2,0 %);
• Complete com água até o volume total (200 litros) e misture bem.
Aplicação costal no toco
O produto PADRON deverá ser aplicado com pulverizador costal manual utilizando pontas de
pulverização em faixa com indução a ar, tal como AI, capaz de gerar gotas da classe grossa (G) ou
superior.
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Roçada das plantas infestantes:
• Roce a planta a ser controlada com foice o mais próximo possível do solo;
• Em plantas roçadas anteriormente, faça o novo corte abaixo do engrossamento da raiz (nó) da
última roçada;
• Em caules mais grossos, rache em cruz o toco cortado, para uma maior absorção do produto.
Aplicação:
• Após realizada a roçada da planta infestante, aplique o produto imediatamente após o corte,
molhando bem todo o toco até atingir o ponto de escorrimento.
Para realizar uma aplicação com maior eficiência, recomendamos:
• Faça o trabalho em duplas, um homem roçando as plantas infestantes e o outro aplicando o produto
logo em seguida.
• Encha o pulverizador com volume somente até a metade (para maior rendimento e eficiência do
aplicador).
• Encoste o bico do pulverizador costal o mais próximo possível do toco.
• Não dê muita pressão no equipamento costal, evitando desperdício do produto.
• Não utilize óleo diesel ou espalhante adesivo, misturando PADRON* apenas com água.
Normalmente, as condições favoráveis à pulverização são: temperatura ambiente abaixo de 30°C,
umidade relativa do ar superior a 60% e velocidade do vento inferior a 10 Km/h.
Aplicação mecanizada no toco:
Pode-se utilizar equipamento mecanizado que associa a roçada mecânica com a aplicação do produto
simultaneamente, tipo Roçaplic (roça e aplica).
Roçada das plantas infestantes:
Regule o equipamento para roçar o mais rente possível do solo.
Aplicação:
Assegure-se de que a aplicação ocorra sem falhas, e que a velocidade do trator permita um bom
molhamento dos tocos remanescentes da roçada. Normalmente a marcha do trator utilizada nessa
operação é a segunda reduzida.
Equipamento de aplicação:
Roçadeira tracionada por trator associada com equipamento de pulverização simultânea dos tocos
remanecentes (Roçaplic).
Outras orientações:
Plantas que apresentam um engrossamento do caule abaixo do nível do solo (Ex: Ciganinha):
• Corte a planta com enxadão abaixo do nível do solo;
• Aplique o produto nas pontas dos caules e raízes decepadas ou onde o solo foi removido, até
o encharcamento.
Plantas com tocos muitos finos (menos de 3 cm de diâmetro):
• Corte a planta;
• Pulverize sobre os tocos cortados até o ponto de escorrimento;
• Encoste o bico do pulverizador rente ao colo da planta e molhe esta região e o solo ao redor
do toco para que o produto entre em contato com as raízes.
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Áreas onde ocorreu fogo e as plantas estão secas:
• Espere a nova rebrota de folhas, roce e depois aplique o produto.
• Nas áreas já tratadas com PADRON evite fogo por 30 dias no mínimo.
Áreas encharcadas em certos períodos do ano:
• Espere abaixar a água para efetuar o tratamento (período mais seco do ano).
Manejo da área antes da aplicação:
• Faça um levantamento das espécies de plantas infestantes para definir a dosagem;
• Se a gramínea forrageira estiver muito alta na época da aplicação, solte os animais na área
para rebaixar o capim, facilitando a visualização das plantas a serem tratadas.
Manejo da área após a aplicação:
• Se a gramínea forrageira estiver muito pastejada (baixa) ou degradada, faça vedação dos
pastos por 60 a 90 dias para facilitar sua recuperação.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico,
com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica
(deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a
30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na ausência
de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas após a aplicação.
LIMPEZA DO TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO:
Somente inicie a aplicação com o equipamento e componentes limpos e bem conservados. Não é
recomendado deixar a calda de pulverização preparada para aplicação no dia subsequente.
Imediatamente após a aplicação de PADRON, proceda com a limpeza completa do tanque e do sistema
de pulverização, observando as recomendações que seguem.
Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal para o
gerenciamento de resíduos. A lavagem consiste em 3 principais etapas: (1) lavagem com água; (2)
lavagem com agente de limpeza comercial para tanques; (3) lavagem com água. Seguem as etapas
em detalhes:
1. Primeira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
limpa. Recircule por 20 minutos. Pulverize o conteúdo do tanque em local adequado.
2. Segunda lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
limpa e agente de limpeza comercial na dosagem recomendada pelo fabricante. Recircule por 20
minutos. Passe água pelas mangueiras, barra, pontas e filtros. Esgote completamente o tanque
através das pontas. Remova todas as pontas de pulverização, telas das pontas, incluindo o filtro
em linha e faça a lavagem separadamente com agente de limpeza. Reinstale no sistema de
pulverização.
3. Terceira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
limpa. Recircule por 20 minutos. Drene a solução através do sistema, se possível passando pelas
bombas, para esgotar completamente o tanque.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagem...............................................................................................................................(1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como: algodão,
tomate, batata, feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a
herbicidas hormonais, além da cultura de arroz quando a aplicação não é feita na época
recomendada.
• Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida.
As aplicações por pulverizações costais manuais só deverão ser feitas quando não houver perigo
de atingir as espécies acima mencionadas.
• Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis o equipamento que foi usado
para aplicação de PADRON.
• Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto,
imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis
ao produto.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
GRUPO O HERBICIDA
O produto herbicida PADRON é composto por Picloram, que apresenta mecanismo de ação dos
mimetizadores das auxinas, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
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• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
de borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e
luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
de borracha; avental impermeável (quando utilizar equipamento costal); respirador mecânico classe
P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
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(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco,
luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso),
botas, calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
INTOXICAÇÕES POR PADRON
PICLORAM: Ácido piridinocarboxílico
Grupo Químico
TRIETANOLAMINA: Compostos de amina
Classe Toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de Exposição Oral, inalatória, dérmica e mucosas
Picloram: Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrintestinal (meia-
vida de 0,5 horas) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais
que 76% do produto aplicado oralmente foram excretados na urina durante as
primeiras 6 horas e mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por
Toxicocinética comparação, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de
12 horas) e, baseando-se na quantidade de Picloram excretado na urina,
somente uma pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi
absorvida. Em resumo, estes dados demonstram que Picloram é rapidamente
excretado tendo um baixo potencial para acumular no homem durante
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exposições repetidas ou prolongadas.
Trietanolamina: Estudos em animais experimentais indicaram que a
trietanolamina é absorvida pela pele. Não existem dados disponíveis sobre a
exposição oral e por inalação. Além dos dados referentes à via dérmica, os
dados de exposição intravenosa também estão disponíveis. Diferenças na taxa
de absorção entre ratos e camundongos foram descritas em relação à
exposição cutânea. Em camundongos, a maior parte da substância aplicada
topicamente é absorvida e apenas 2% a 11% é detectada no local da aplicação
após 48 horas. A absorção dérmica em ratos foi menos extensa e muito mais
lenta que em camundongos. Um estudo de absorção, distribuição,
metabolismo e excreção constatou que, após 72 horas de exposição, apenas
20% a 30% da dose dérmica aplicada foi absorvida em ratos e 60% a 80%
foram absorvidos em camundongos. Não foram observadas diferenças na
5.7distribuição dos tecidos após administração intravenosa ou exposição
cutânea. Tanto ratos como camundongos excretaram rapidamente a dose
absorvida, principalmente na urina (seguida de fezes) após a administração
intravenosa e exposição cutânea. Em relação à exposição cutânea, em ratos,
menos de 1% da dose estava presente nas amostras de tecido (exceto no local
da dose) 72 horas após o tratamento; coração, rim, fígado, pulmão e baço
continham concentrações elevadas de radiomarcadores em relação ao sangue.
A penetração da trietanolamina na pele humana foi testada in vitro e foi
observado uma penetração de 5,8-9,8% de doses mais baixas a doses mais
altas aplicadas.
Toxicodinâmica Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
A ingestão repetida em grandes quantidades do produto pode provocar efeitos
mínimos no trato gastrintestinal e no fígado.
Picloram
Exposição Aguda
Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer
náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor
torna a toxicidade por via inalatória improvável. O picloram não é descrito como
sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos, pele, nariz,
garganta e trato respiratório. E improvável que ocorra dano à córnea.
Respiratório
O pó do picloram é irritante para o trato respiratório.
Neurológico
Sintomas e
Embora não tenham sido relatados ataques epilépticos em humanos, eles
Sinais Clínicos
ocorreram em animais expostos a doses fatais.
Gastrintestinal
Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de picloram. O
picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.
Hematológico
Os níveis de leucócitos podem diminuir.
Dermatológico
O picloram é moderadamente irritante para a pele.
O picloram é absorvido lentamente através da pele.
Trietanolamina:
Os dados de toxicidade aguda indicam baixa toxicidade: em ratos a DL50 oral
foi de 6400 mg/kg de peso corporal, foram observados sinais clínicos como
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respiração elevada, compulsão para mastigar, apatia e higiene reduzida. Todos
os sintomas desapareceram 2 dias após a administração. Em um estudo de
toxicidade dérmica aguda em coelhos, nenhuma mortalidade foi observada até
a concentração limite e a DL50 foi estabelecido como > 2000 mg/kg. A exposição
inalatória é uma via improvável para a trietanolamina pois a substância possui
baixa pressão de vapor. Em estudo realizado em ratos por via oral durante
exposição repetida por 91 dias, não foram observados sinais clínicos alterados.
Em um estudo de toxicidade dérmica de 90 dias, os ratos foram tratados com
até 2000 mg/kg pc por dia. Nas doses mais altas, foram observadas reduções
no peso corpóreo, irritação e inflamação no local de aplicação - variando de
acantose mínima nas doses mais baixas até inflamação ativa crônica, erosão e
ulceração em grupos de doses mais altas - acompanhadas por alterações
hematológicas. Efeitos semelhantes foram observados em um estudo de
toxicidade dérmica de 90 dias, em que os camundongos foram tratados com
até 4000 mg/kg pc por dia. Os rins foram identificados como o órgão alvo em
doses mais baixas, acompanhados por aumento do peso do fígado no nível de
dose mais alto. Irritação e inflamação dérmica foram observadas no local da
aplicação.
Estudos em animais não apresentaram irritação à pele ou aos olhos e não
apresentou sensibilização à pele. Estudos de mutagenicidade in vitro
apresentaram resultados negativos.
Diagnóstico Não existe método diagnóstico para exposição.
Tratamento Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contraindicações
pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional
de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão
ATENÇÃO incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o
caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 772 2492
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O destino de Picloram foi definido no homem através de seis voluntários saudáveis que receberam doses
orais únicas de 5,0 e 0,5 mg/kg e uma dose dérmica de 2,0 mg/kg. Picloram foi administrado por via oral
na forma de sal de sódio no suco de uva.
A dose dérmica foi aplicada nas costas dos voluntários como ácido livre dissolvido em etanol. Os dados
indicaram que Picloram foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal (meia-vida de 20 min.) e
rapidamente excretado inalterado através da urina. Mais de 90% da dose de Picloram foi recuperada
inalterada através da urina em 72 horas; a maior parte da dose (> 75%) foi excretada dentro de 6 horas
e o restante foi eliminado com uma meia-vida média de 27 horas. Picloram foi lentamente absorvido pela
pele (meia-vida de 12 horas) e, com base na quantidade de Picloram excretada na urina, apenas uma
pequena fração (0,2%) do Picloram aplicado na pele foi absorvida.
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Nenhum efeito adverso foi observado nas doses administradas. Resumindo, estes dados indicam que o
Picloram, por causa de sua rápida excreção, apresenta um baixo potencial para acumular no homem
durante exposições repetidas ou prolongadas. Além disso, Picloram foi pouco absorvido através da pele
humana e é pouco provável que quantidades tóxicas agudas sejam absorvidas por esta via.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 6000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 12000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não foi observado eritema ou edema em nenhum dos
animais testados.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Foi observado leve opacidade da córnea e vermelhidão da
conjuntiva nos animais tratados. Os sintomas foram totalmente reversíveis em até 48 horas. Não
foram observados quemose ou efeitos na íris de nenhum dos animais.
Sensibilização cutânea em camundongos: O produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos:
Picloram: Em estudo crônico conduzido em laboratório durante dois anos, o principal efeito relacionado
ao tratamento foi o aumento do tamanho e alteração da coloração dos hepatócítos centrilobulares em
ratos machos e fêmeas tratados com as doses de 60 e 200 mg/kg/dia de Picloram ácido. Não houve
aumento na mortalidade ou incidência de tumores relacionados ao tratamento em qualquer nível de dose.
Não foram observados efeitos relacionados ao tratamento em ratos tratados com a dose de 20 mg/kg/dia
por 2 anos (NOEL).
Trietanolamina: Em um estudo de carcinogenicidade dérmica em ratos durante 2 anos, não apresentou
neoplasias cutâneas no local de aplicação ou fora dele que foram consideradas relacionadas ao
tratamento com trietanolamina. A incidência de adenoma do túbulo renal em ratos machos dosados foi
ligeiramente maior que a incidência no grupo controle. A incidência total de hiperplasia nos machos
tratados e dos animais de controle foi semelhante. Em um estudo de toxicidade à reprodução em ratos,
foi observado um número reduzido de implantes e filhotes nascidos e um aumento na perda pós-
implantação.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
☒ MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
☐ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
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- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. -
telefone da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para
sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
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- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos e outros materiais.
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6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
- Restrição de uso para o alvo Mansoa difficilis, em pastagem no Estado do Paraná.
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual
e federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de
aplicação, o alvo e/ou a cultura são permitidos localmente.
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