Opera
Basf S.A. – São Paulo
Fungicida
epoxiconazol (triazol) (50 g/L) + piraclostrobina (estrobilurina) (133 g/L)

Informações

Número de Registro
08601
Marca Comercial
Opera
Formulação
SE - Suspo-Emulsão
Ingrediente Ativo
epoxiconazol (triazol) (50 g/L) + piraclostrobina (estrobilurina) (133 g/L)
Titular de Registro
Basf S.A. – São Paulo
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Amendoim
Cercospora arachidicola
Cercosporiose; Mancha-castanha
Amendoim
Pseudocercospora personata
Mancha-preta
Aveia
Puccinia coronata var. avenae
Ferrugem-da-folha
Banana
Mycosphaerella fijiensis
Sigatoka-negra
Banana
Mycosphaerella musicola
Mal-de-Sigatoka; Sigatoka-amarela
Cacau
Moniliophthora perniciosa
Vassoura-de-bruxa
Café
Cercospora coffeicola
Cercosporiose; Mancha-de-olho-pardo
Café
Hemileia vastatrix
Ferrugem; Ferrugem-do-cafeeiro
Cana-de-açúcar
Puccinia kuehnii
Ferrugem Laranja
Cana-de-açúcar
Puccinia melanocephala
Ferrugem
Cevada
Bipolaris sorokiniana
Mancha-marrom; Podridão-comum-da-raiz
Cevada
Drechslera teres
Mancha-em-rede-da-cevada; Mancha-reticular
Girassol
Puccinia helianthi
Ferrugem
Mandioca
Lasiodiplodia theobromae
Podridão-de-frutos; Podridão-seca-das-manivas
Milho
Cercospora zeae-maydis
Cercosporiose
Milho
Phaeosphaeria maydis
Mancha-de-Phaeosphaeria; Mancha-foliar
Milho
Puccinia polysora
Ferrugem; Ferrugem-polisora
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Colletotrichum truncatum
Antracnose
Soja
Corynespora cassiicola
Mancha-alvo
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Rhizoctonia solani
Damping-off; Podridão-aquosa; Tombamento
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Sorgo
Puccinia purpurea
Ferrugem
Trigo
Bipolaris sorokiniana
Helminthosporiose; Podridão-comum-da-raiz
Trigo
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Trigo
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha
Trigo
Pyricularia grisea
Brusone
Trigo
Septoria tritici
Mancha-salpicada; Septoriose
Trigo
Stagonospora nodorum
Mancha-das-glumas

Conteúdo da Bula

                                    Opera®
                                                              Fungicida

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 08601

COMPOSIÇÃO:
Methyl N-(2-{[1-(4-chlorophenyl)-1H-pyrazol-3-yl]oxymethyl}phenyl)N-methoxy carbamate
(PIRACLOSTROBINA) .............................................................................................. 133 g/L (13,3% m/v)
(2RS, 3SR)-1-[3-(2-chlorophenyl)-2,3-epoxy-2-(4-fluorophenyl) propyl]-1 H-1,2,4-triazole
(EPOXICONAZOL) ........................................................................................................ 50 g/L (5,0% m/v)
Hidrocarboneto aromático (solvente de nafta aromática pesada - derivado de petróleo).....200 g/L (20% m/v)
Outros ingredientes ................................................................................................... 677 g/L (67,7% m/v)

                GRUPO                                              C3                                       FUNGICIDA
                GRUPO                                              G1                                       FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE APROVAÇÃO DO IBAMA

CLASSE: Fungicida de ação sistêmica dos grupos químicos

GRUPO QUÍMICO: Piraclostrobina: Estrobilurina
               Epoxiconazol: Triazol
               Hidrocarboneto aromático: Solvente de Nafta (Petróleo), aromático pesado

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspoemulsão (SE)

TITULAR DO REGISTRO (*):
BASF S.A. - Av. das Nações Unidas, 14171 - 2º andar, 9º andar (conjuntos 901 e 902), 12º andar e
14º ao 17º andar, Torre C- Cristal Tower, Condomínio Rochaverá Corporate Towers, Vila Gertrudes,
CEP: 04794-000, São Paulo/SP- CNPJ: 48.539.407/0001-18
Tel: (11) 2039-2273 - Fax: (11) 2039-2285
Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 044
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS:
Pyraclostrobin Técnico - Registro MAPA nº 08501
BASF Schwarzheide GmbH - Schipkauer Strasse, 1 - 01986 - Schwarzheide - Brandenburg –
Alemanha
Piraclostrobina Técnico Hailir - Registro MAPA nº TC13622
Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. - Lingang Industrial Zone - Coastal Econ, Development Zone
Weifang - 262737 - Shandong - China
Epoxiconazole Técnico - Registro MAPA nº 02697
BASF Schwarzheide GmbH - Schipkauer Strasse, 1 - 01986 - Schwarzheide - Brandenburg -
Alemanha

FORMULADORES:
BASF S.A. - Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP 12521-140 - Guaratinguetá/SP - CNPJ:
48.539.407/0002-07 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 487
BASF SE - Carl-Bosch Strasse, 38 - 67056 - Ludwigshafen - Baden-Württemberg - Alemanha
BASF Corporation - 14284 Highway 41 North, Sparks, Georgia, 31647 - USA
BASF Agricultural Solutions US LLC - 14284 Highway 41 North, Sparks, Georgia, 31647 - USA
BASF Corporation - 3150, Highway JJ - Palmyra Missouri, 63461 - USA
BASF Agricultural Solutions US LLC - 3150, Highway JJ - Palmyra Missouri, 63461 - USA
BASF Corporation - 14385 West Port Arthur Road, Beaumont, Texas, 77705 - USA
BASF Agricultural Solutions US LLC - 14385 West Port Arthur Road, Beaumont, Texas, 77705 -
USA


                                                                                                     OPERA_bula_rev16_18-07-25
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BASF Agricultural Products de Puerto Rico - Route nº 2, km 47,3 - 00674-0243 - Manati - Puerto
Rico - USA
BASF Agri-Production SAS - Z.I. Lyon Nord, Rue Jacquard - 69727 - Genay - Rhône-Alpes - França
BASF Agri-Production SAS - Site Industriel Leurette, Route de Vieux Chemin de Loon - 59820 -
Gravelines - Nord-Pas-de-Calais - França
BASF Española S.L. - Carretera Nacional 340, km 1156 - 43006 - Tarragona - Cataluña - Espanha
BASF Argentina S.A. - Ruta Provincial nº 21, km 15 (S2127 AYF) - 67056 - General Lagos -
Provincia de Santa Fé - Argentina
BASF Crop Protection (Jiangsu) Co., Ltd - Tonghai 2nd Rd, Rudong Coastal Economic
Development Zone - 226407 - Rudong - Jiangsu - China
FMC Química do Brasil Ltda - Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP 38001-
970 - Uberaba/MG - CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro do Estabelecimento no IMA/MG nº 210
Iharabrás S.A. Indústrias Químicas - Av. Liberdade, 1701 - Cajurú do Sul - CEP 18087-170 -
Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 008
Ouro Fino Química S.A. - Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III -
CEP 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro do Estabelecimento no
IMA/MG nº 8.764
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP 38044-755 -
Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro do Estabelecimento no IMA/MG nº 2972
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Rod. Sorocaba - Pilar do
Sul, km 122 - Distrito Industrial - CEP 18160-000 - Salto de Pirapora/SP - CNPJ: 02.974.733/0010-43
- Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 4153

MANIPULADORES:
Agrocete Indústria de Fertilizantes Ltda - Rua Anna Scremin, 800 – Distrito Industrial - CEP 84043-
465 – Ponta Grossa/PR - CNPJ: 75.007.385/0001-18 - Registro do Estabelecimento na ADAPAR/PR
nº 002998.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen, 1459 -
Recanto dos Pássaros - CEP 13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro do
Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 477.

Nº do Lote ou da Partida:                                      TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
                                                             0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou
Data de Fabricação:              VIDE EMBALAGEM
                                                                       (12) 3128-1357
Data de Vencimento:                                                 SAC: 0800 019 2500

             ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
                           E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
           É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                    PROTEJA-SE.
                  É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                               AGITE ANTES DE USAR.

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
                        no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

                 CATEGORIA DE PERIGO 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
      CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II - PRODUTO
                       MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




                                                                          OPERA_bula_rev16_18-07-25
                                                                                               2/18
INSTRUÇÕES DE USO:

Opera® é um produto que apresenta duplo mecanismo de ação, atuando através do ingrediente ativo
Epoxiconazol como inibidor da biossíntese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana
celular dos fungos e através do ingrediente ativo Piraclostrobina como inibidor do transporte de
elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP, essencial nos
processos metabólicos dos fungos.
Opera® apresenta excelente ação protetiva, devido à sua atuação na inibição da germinação dos
esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos. Dependendo do patógeno, também
apresenta ação curativa e erradicante, pois contém em sua formulação o ingrediente ativo
Epoxiconazol, fungicida com ação sistêmica.

CULTURAS, DOENÇAS E DOSES:

                                                                     Volume de      Nº máximo
                        Alvo biológico                  Dose*
   Cultura                                                             calda            de
                     Nome comum/científico             L p.c./ha
                                                                       (L/ha)       aplicações
               Ramularia
  Algodão                                                 0,5         140 a 200         3
               Ramularia areola
               Cercosporiose
               Cercospora arachidicola
 Amendoim                                                 0,6            400            2
               Mancha-preta
               Pseudocercospora personata
               Ferrugem-da-folha
    Aveia                                                 1,0            200            1
               Puccinia coronata var. avenae
               Sigatoka-amarela
               Mycosphaerella musicola
   Banana                                                 0,5          15 a 20          5
               Sigatoka-negra
               Mycosphaerella fijiensis
               Vassoura-de-bruxa
  Cacau**                                              1,0 – 1,5        1000            3
               Moniliophthora perniciosa
               Cercosporiose                         1ª Aplicação
               Cercospora coffeicola                     1,5
    Café                                                                 500            2
               Ferrugem                              2ª Aplicação
               Hemileia vastatrix                        1,0
               Ferrugem
  Cana-de-     Puccinia melanocephala
                                                       0,8 – 1,0         100            5
  açúcar**     Ferrugem-alaranjada
               Puccinia kuehnii
               Mancha-marrom
               Bipolaris sorokiniana
   Cevada                                                 1,0            200            1
               Mancha-reticular
               Drechslera teres
               Ferrugem
  Girassol**                                              0,8            200            2
               Puccinia helianthi
               Podridão-do-caule
 Mandioca**                                            0,6 – 1,0         300            2
               Lasiodiplodia theobromae
               Cercosporiose                                                            2
                                                          0,5
               Cercospora zea-maydis
               Mancha-de-Phaeosphaeria
    Milho                                                             150 a 300
               Phaeosphaeria maydis
                                                         0,75
               Ferrugem-polisora
               Puccinia polysora

                                                                      OPERA_bula_rev16_18-07-25
                                                                                           3/18
                                                                       Volume de      Nº máximo
                        Alvo biológico                    Dose*
   Cultura                                                               calda            de
                     Nome comum/científico               L p.c./ha
                                                                         (L/ha)       aplicações
                  Oídio
                  Microsphaera diffusa
                  Mela
                  Rhizoctonia solani
                  Antracnose
                  Colletotrichum truncatum
     Soja**                                                  0,5        200 a 300         3
                  Crestamento-foliar
                  Cercospora kikuchii
                  Mancha-parda ou Septoriose
                  Septoria glycines
                  Mancha-alvo
                  Corynespora cassiicola
                  Ferrugem
    Sorgo**                                               0,6 – 0,8        200            2
                  Puccinia purpurea
                  Helmintosporiose
                  Bipolaris sorokiniana
                  Mancha-amarela
                  Drechslera tritici-repentis
                  Ferrugem-da-folha
                                                          0,75 – 1,0
                  Puccinia triticina
      Trigo                                                                200            3
                  Mancha-salpicada
                  Septoria tritici
                  Mancha-das-glumas
                  Stagonospora nodorum
                  Brusone
                                                             0,5
                  Pyricularia grisea
p.c. = produto comercial (1 Litro de Opera equivale a 133 g i.a. de Piraclostrobina e 50 g i.a. de
                                              ®

Epoxiconazol)
i.a. = ingrediente ativo
* Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da doença e/ou para se conseguir um maior
período de controle.
** Adicionar adjuvante não iônico 0,5% v/v às aplicações.

Efeito Fisiológico:
Utilizando Opera® nas doses recomendadas podem ocorrer efeitos fisiológicos positivos na fisiologia
das plantas, como o incremento da produtividade ou a qualidade do produto final.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Algodão: iniciar as aplicações preventivamente na fase vegetativa, aproximadamente aos 40 dias
após a emergência da cultura, e repetir caso necessário em intervalos de 15 dias, dependendo da
evolução da doença, não ultrapassando o número máximo de 3 aplicações por ciclo, e respeitando-se
o intervalo de segurança.

Amendoim: iniciar as aplicações preventivamente na fase vegetativa, aproximadamente aos 25 dias
após a emergência da cultura, e repetir se necessário, em intervalos de 14 a 18 dias, dependendo da
evolução da doença, não ultrapassando 2 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de
segurança.

Aveia e Cevada: iniciar as aplicações no aparecimento dos sintomas quando 10 a 20% do número
total de folhas apresentarem sintomas de ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas
apresentarem sintomas de ataque de Manchas Foliares. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo,
respeitando-se o intervalo de segurança.

                                                                        OPERA_bula_rev16_18-07-25
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Banana: iniciar as aplicações preventivamente no início do período chuvoso, e repetir se necessário,
em intervalos de 14 a 21 dias para a Sigatoka-negra e de 28 a 35 dias para a Sigatoka-amarela,
dependendo da emissão de folhas e evolução da doença, não ultrapassando 5 aplicações por ciclo,
respeitando-se o intervalo de segurança.

Cacau: iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, repetir a
aplicação caso seja necessário em intervalos de 30 dias entre elas, não ultrapassando o número de 3
aplicações, sempre respeitando o intervalo de segurança.

Café: a primeira aplicação (1,5 L/ha) deverá ser efetuada quando for constatado índice de infecção
foliar de até 5%. Reaplicar Opera® na dose de 1,0 L/ha, quando o índice de infecção foliar da
Ferrugem atingir novamente até 5%, não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo da
cultura, respeitando-se o intervalo de segurança

Em regiões onde as condições são favoráveis à ocorrência de Cercosporiose recomenda-se realizar
uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico, seguindo-se com a aplicação em
dezembro de Opera® na dose de 1,5 L/ha e reaplicando na dose de 1,0 L/ha em março. Realizar no
máximo 2 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de segurança.
(*) Método de amostragem: coletar ao acaso, do terço médio da planta, folhas entre o 2º e 4º par de
folhas do ramo, 10 folhas por planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas por talhão conforme a
uniformidade do mesmo.

Cana-de-açúcar: realizar a aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas, ou preventivamente
quando as condições forem favoráveis à ocorrência das doenças, respeitando-se o intervalo de
segurança. Reaplicar se as condições continuarem favoráveis em intervalo de 30 dias, respeitando-se
o intervalo de segurança. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo.

Girassol: iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, repetir a
aplicação caso seja necessário, com intervalo de 20 dias entre elas, não ultrapassando o número de
2 aplicações, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido.

Mandioca: iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, repetir
a aplicação caso seja necessário, com intervalo de 15 dias entre elas, não ultrapassando o número
de 2 aplicações, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido.

Milho: iniciar as aplicações preventivamente na fase vegetativa, plantas com 6 a 8 folhas e repetir se
necessário, no pré-pendoamento, não ultrapassando 2 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo
de segurança.

Soja: realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
Oídio - a aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados os primeiros sintomas e repetir se
necessário, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança.
Antracnose e Mela - a aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1)
e repetida se necessário dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de
segurança.
Doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar, Septoriose e Mancha-alvo) - a aplicação deverá ser
efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1) e repetir se necessário, dependendo da
evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.

Sorgo: iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas, repetir a
aplicação caso seja necessário, com intervalo de 15 dias entre elas, não ultrapassando o número de
2 aplicações, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido.

Trigo: iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de
ataque de Ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de
Manchas Foliares.
Utilizar a dose de 0,75 L/ha quando o nível de incidência de ataque mencionado for atingido antes da
emissão da folha bandeira, repetindo se necessário, quando o índice for novamente alcançado.
Utilizar uma única aplicação de 1,0 L/ha, quando o nível de incidência mencionado for alcançado
                                                                          OPERA_bula_rev16_18-07-25
                                                                                               5/18
após a emissão da folha bandeira. Para o controle da Brusone iniciar as pulverizações
preventivamente quando a cultura estiver em fase de “emborrachamento” (pré-emissão dos cachos) e
repetir no início do florescimento, não ultrapassando 3 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo
de segurança.

MODO DE APLICAÇÃO:
Não é permitida a aplicação de Opera® por equipamento costal. A aplicação por equipamento
costal é permitida exclusivamente na cultura de banana, restrita a situações onde outras
formas de aplicação mais seguras ao trabalhador não possam ser implementadas.

PREPARO DA CALDA
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado
para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou
de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a
quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a
pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Adicionar o
adjuvante à calda após o produto, para as culturas de cacau, cana-de-açúcar, girassol, mandioca,
soja e sorgo. Não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula
do adjuvante.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS

● APLICAÇÃO TERRESTRE
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Não é permitida a aplicação de Opera® por equipamento costal. A aplicação por equipamento
costal é permitida exclusivamente na cultura de banana, restrita a situações em que outras
formas de aplicação mais seguras ao trabalhador não possam ser implementadas.
- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir
sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para
assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a
sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Para a cultura de café quando plantado no espaçamento convencional a aplicação poderá ser feita
com turbo atomizador.
Para a cultura de banana com atomizador canhão modelo ou pulverizador costal motorizado onde
outras formas de aplicações mais seguras ao trabalhador não possam ser implementadas. Para as
aplicações na cultura de banana utilizar vazão de 15 a 20 litros de óleo de pulverização agrícola por
hectare. Recomenda-se que na cultura de banana o produto Opera® deve ser aplicado com adjuvante
não iônico para pulverização agrícola com índice de não sulfonação mínimo de 90% como veículo de
pulverização.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e
redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas
por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que
possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme
norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de
gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura.
Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em
velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área
alvo.
- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a
ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de
pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o
volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento
da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que
os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
                                                                            OPERA_bula_rev16_18-07-25
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- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do
fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a
distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às
condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

● APLICAÇÃO AÉREA

- Aeronave tripulada:
A aplicação aérea com o produto Opera® é recomendada para as culturas de algodão, aveia,
banana, cacau, cana-de-açúcar, cevada, girassol, mandioca, milho, soja, sorgo e trigo.

- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as
recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma
distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre
as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos
centrífugos (atomizadores rotativos). Na cultura de banana utilizar vazão de 15 litros de óleo de
pulverização agrícola por hectare.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e
redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas
por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas
hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem
gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide
CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de
trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão
(maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.

- Altura de voo e faixa de aplicação:
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e
à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando
tecnologia apropriada. Para a cultura de banana em local onde essa altura não for possível, fazer
arremates com passadas transversais, paralelas aos obstáculos.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação
potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de
preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais
ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.

- Aeronave remotamente pilotada (ARP) - Drone:

A aplicação do produto Opera® com aeronave remotamente pilotada é recomendada para a cultura
de cana-de-açúcar.

Estabelecer distância segura entre a aplicação e o operador (10 metros), assim como áreas de
bordadura.

Observe também as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas. Em caso de divergência, respeitar a condição/distância mais restritiva.

- Equipamento de aplicação:

Antes de iniciar a aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (ARP/drones), certifique-se que o
equipamento que será utilizado esteja regularizado e/ou habilitado, e com a devida guia de aplicação
                                                                         OPERA_bula_rev16_18-07-25
                                                                                              7/18
para registro dos dados de voo e garantia da segurança operacional. O tipo de cultura, alvo, pontas,
espaçamento, vazão, e pressão de trabalho devem estar corretamente calibrados e proporcionem
uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura do alvo a ser atingido, conforme aspectos
técnicos aplicáveis ao ARP selecionado. A aplicação deste produto pode ser realizada com auxílio de
drones agrícolas de pulverização, por um profissional devidamente habilitado.

- Altura de voo

Manter uma altura de voo entre 2 e 6 metros acima do alvo a ser tratado. Evite alturas de voo muito
altas ou muito baixas, pois esses procedimentos podem impactar na faixa tratada.

Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a
exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os
drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea
convencional. Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones
multi-rotores com até 25 kg de carga útil apresentem faixas de deposição ideal entre 4 e 6 metros e
drones multi-rotores acima de 25 kg de carga útil apresentem faixa de deposição ideal de 10 metros.
Consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo, e
solicite o apoio de um agrônomo especializado. Evite utilizar o drone com velocidade de trabalho
superior a 5 m/s, principalmente em terrenos de topografia mais acidentada, para garantir uma boa
estabilidade da aeronave durante a pulverização, buscando evitar falhas de deposição que podem
comprometer a qualidade de trabalho executado.

- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):

O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) de no mínimo 10 L/ha.

- Seleção de pontas de pulverização:

A seleção das pontas ou o ajuste da rotação dos bicos rotativos deve propiciar um espectro de gotas
das classes de média a grossa de forma a minimizar o risco de deriva e proporcionar deposição
adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função do planejamento e das
características operacionais da aeronave, e para que o espectro de gotas fique dentro da
recomendação. No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que propiciem
gotas das classes média a grossa.

Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para otimizar o resultado e a redução da deriva. Não utilize
pontas hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas. Ao
pulverizar com drones, mantenha uma faixa de segurança evitando deriva em alvos indesejados.
Para a preparação da calda de pulverização, utilize o adjuvante na dose recomendada pelo
fabricante. Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de produtos com auxílio de empresas
de drones que tenham realizado os cursos para aplicação com aeronaves remotamente pilotadas
(drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021 ou qualquer outra
que venha complementá-la ou substituí-la. Independentemente da capacitação realizada, é
importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que
deve seguir as recomendações que constam no rótulo e na bula do produto. Consulte sempre as
normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).

- Resumo dos ajustes para aplicação com drones de pulverização:

Volume de calda de no mínimo 10 L/ha, classe de gotas média a grossa, altura de voo de 2 a 6
metros e faixa de aplicação adequado. Fazer o ajuste de acordo com cada modelo de drone. As
condições meteorológicas para pulverização devem ser as seguintes: Temperatura < 30°C, Umidade
relativa do ar > 60%, Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h.

                                                                           OPERA_bula_rev16_18-07-25
                                                                                                8/18
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização,
evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente
calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que
interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas
adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS
- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da
configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica,
que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve
estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva
e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação
quando houver culturas sensíveis na direção do vento.

- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas
temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do
produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas
temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com
previsão de geadas.
- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o
desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.

As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da
região.

O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de
pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que
reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros)
realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando
as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar
com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das
pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto
funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores
terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar
a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o
sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do
tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de
linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com
água limpa e deixando esgotar pela barra.

Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas
a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar
também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de
pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

     Cultura                Dias
     Algodão                 14

                                                                         OPERA_bula_rev16_18-07-25
                                                                                              9/18
     Cultura                Dias
    Amendoim                 14
      Aveia                  30
     Banana                   3
      Cacau                  14
       Café                  45
 Cana-de-açúcar              65
     Cevada                  30
     Girassol                30
    Mandioca                 30
       Milho                 45
       Soja                  14
      Sorgo                  30
       Trigo                 30

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
 • Não é permitida a aplicação de Opera® por equipamento costal para as culturas registradas
   de algodão, amendoim, aveia, cacau, café, cana-de-açúcar, cevada, girassol, mandioca,
   milho, soja, sorgo e trigo.
 • A utilização de pulverizador costal para a cultura da banana deverá ser restrita aquelas situações
   em que outras formas de aplicação mais seguras ao trabalhador não possam ser implementadas.
 • Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.
 • Os Limites Máximos de Resíduos podem não ter sido estabelecidos em outros países ou
   divergirem dos existentes no Brasil, assim, para cultivos tratados ou subprodutos que se destinem
   à exportação, o Limite Máximo de Resíduo no país de destino deve ser respeitado.
 • Caso o Limite Máximo de Resíduo estabelecido no país de destino esteja abaixo do Limite Máximo
   de Resíduo no Brasil, recomenda-se ao exportador o monitoramento de resíduos antes de
   exportar. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador, importador ou a BASF antes de exportar
   e/ou aplicar o produto.
 • A BASF não se responsabiliza por qualquer impedimento para exportação em razão dos resíduos
   gerados pela aplicação dos produtos nem por quaisquer danos ou consequências que possam
   advir do desrespeito dos Limites Máximos de Resíduos.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

INFORMAÇÕES SOBRE A DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA
EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


                                                                         OPERA_bula_rev16_18-07-25
                                                                                             10/18
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
● Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 e G1 para o controle do
mesmo alvo, sempre que possível;
● Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas,
tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando
disponíveis, etc;
● Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
● Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
● Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e
ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                                C3                            FUNGICIDA
           GRUPO                                G1                            FUNGICIDA

O produto fungicida Opera® é composto por Piraclostrobina e Epoxiconazol, que apresentam
mecanismos de ação dos inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo e
dos C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencentes aos Grupo C3 e G1,
segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas),
respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas
cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações
patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e
controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícolas
como: Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos
para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura em épocas
menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de
culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos,
culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

                            MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

       ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS

   •   Produto para uso exclusivamente agrícola.
   •   O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
   •   Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.

                                                                         OPERA_bula_rev16_18-07-25
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   •   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
       pessoas.
   •   Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
       recomendados.
   •   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
       válvulas com a boca.
   •   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
       vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
   •   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
       pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
       profissional habilitado.
   •   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
       primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
   •   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
       trancado, longe do alcance de crianças e animais.
   •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
       seguinte ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca
       árabe e luvas de nitrila.
   •   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
       relação à forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

   •   Utilize os Equipamento de Proteção Individual (EPI): vestimenta com tratamento
       hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe),
       respirador semifacial filtrante PFF2 e óculos com proteção lateral (ou viseira facial e
       respirador com filtro mecânico classe P2), botas de PVC ou sapato impermeável, avental com
       nível de proteção 3 (impermeável), e luvas de nitrila.
   •   Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
       Individual (EPI) recomendados.
   •   Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

   •   Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
   •   Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
       (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
   •   Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
       que estiver sendo aplicado o produto.
   •   Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
       respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
   •   Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
       outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
   •   Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI): vestimenta com tratamento
       hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe),
       respirador semifacial filtrante PFF2 e óculos com proteção lateral (ou respirador com filtro
       mecânico classe P2 e viseira facial), botas de PVC ou sapato impermeável e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

   •   Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter
       os avisos até o final do período de reentrada.
   •   Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
       com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamento de
       Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

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    •   Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
        aplicação.
    •   Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
        (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
    •   Antes de retirar os Equipamento de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
        para evitar contaminação.
    •   Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
        local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
    •   Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
    •   Lave as roupas e os Equipamento de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
        da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
    •   Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de
        aplicação.
    •   Não reutilizar a embalagem vazia.
    •   No descarte das embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com
        tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
    •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
        seguinte ordem: touca árabe, viseira ou óculos, avental, jaleco, botas, calça, luvas e
        respirador.
    •   A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
        protegida.


                                                            ‘’Nocivo se ingerido ou inalado’’
                                                               ‘’Provoca irritação à pele’’
                                                            “Provoca irritação ocular grave”
                                                       “Pode provocar reações alérgicas na pele”
                                 PERIGO
                                                       “Provoca danos aos órgãos por exposição
                                                                prolongada ou repetida”
                                                           “Pode provocar irritação das vias
                                                         respiratórias, sonolência ou vertigem”


PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato,
lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no
outro olho.
Pele: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. ATENÇÃO: PODE PROVOCAR
REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com
muita água corrente e sabão neutro.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo



                                     INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações presentes nesta tabela são de uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro
de saúde, etc.).



                                                                           OPERA_bula_rev16_18-07-25
                                                                                               13/18
    Grupo         Piraclostrobina: Estrobilurina
   químico        Epoxiconazol: Triazol
                  Hidrocarboneto aromático: Solvente de Nafta (Petróleo), aromático pesado
Potenciais vias
 de exposição     Dérmica e inalatória.

                  Piraclostrobina: Após a administração oral a ratos de uma dose única de
                  Piraclostrobina, aproximadamente 50% da dose administrada foi absorvida.
                  Amplamente distribuída, com concentrações mais elevadas no trato
                  gastrintestinal, fígado e rins, que declinaram consideravelmente entre 48 e 72h.
                  Não foi observado potencial de bioacumulação. A excreção ocorreu em sua
                  maioria através das fezes (74-91%), seguida de excreção biliar (~35%) e da via
                  urinária (10-13%). O padrão de excreção não foi alterado com a administração
                  de doses repetidas. O metabolismo em animais é extenso, com um padrão
                  similar para ambos os sexos e todas as doses testadas. Um estudo comparativo
                  do perfil metabólico in vitro em ratos, coelhos, cães e humanos mostrou que a
                  via de degradação é similar nestas espécies.
                  Epoxiconazol: Após a administração oral a ratos, a absorção foi rápida e o pico
                  de concentração plasmática foi atingido 2 horas após a administração. A
                  biodisponibilidade oral foi aproximadamente 80% para machos e 50% para
Toxicocinética    fêmeas. O Epoxiconazol foi amplamente distribuído, com as maiores
                  concentrações de resíduos sendo encontradas no sangue, fígado, rins, baço,
                  pulmão e adrenais. Não foi observado potencial de bioacumulação, entretanto, a
                  eliminação do sangue foi lenta. A vida média plasmática foi de 5 horas (baixas
                  doses) e de 30 horas (altas doses). Mais de 95% da dose administrada foi
                  excretada, principalmente, pelas fezes (bile) (~78%) e, em menor proporção,
                  pela urina (~17%). A biotransformação foi rápida e extensa, aproximadamente
                  47 metabólitos foram identificados no rato.
                  Hidrocarboneto Aromático: Estudos conduzidos em ratos mostraram que os
                  produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são bem
                  absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana
                  alveolar e, rapidamente (em minutos), atingem o sistema nervoso central. A
                  eliminação destes solventes, tanto em animais como no homem, ocorre
                  principalmente pelo trato respiratório. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre
                  principalmente através das fezes.
                  Piraclostrobina: O modo de ação fungicida da piraclostrobina é por inibição da
                  atividade mitocondrial. Em humanos o mecanismo de toxicidade não é
                  conhecido, mas há evidência por um estudo in vitro em células humanas de
                  potencial toxicidade mitocondrial.
                  Epoxiconazol: Em roedores foi demonstrado que o epoxiconazol é um potente
                  indutor do sistema enzimático hepático e em ratos também atua inibindo a
                  atividade da enzima aromatase, ambos os modos de ação considerados não
Toxicodinâmica    relevantes para humanos devido a menor sensibilidade a esses efeitos quando
                  comparados aos roedores.
                  Hidrocarboneto Aromático: Não são conhecidos mecanismos de toxicidade
                  em humanos e/ou animais de experimentação. Solventes a base de
                  hidrocarbonetos aromáticos são depressores do sistema nervoso central.
                  Devido à sua volatilidade ao respirar os vapores, os solventes penetram através
                  das vias respiratórias e ocorre difusão do produto dos alvéolos pulmonares ao
                  sangue venoso.
                  Piraclostrobina: Todas as pessoas que manipulam produtos de proteção de
                  culturas são avaliadas por exames médicos regulares. Não há parâmetros
                  específicos disponíveis para o monitoramento do efeito da piraclostrobina.
                  Sintomas inespecíficos de toxicidade, como irritação da pele, dos olhos e do
  Sintomas e      trato respiratório, foram reportados após exposição a piraclostrobina. Outros
sinais clínicos   sintomas inespecíficos de toxicidade decorrentes da exposição a substâncias
                  químicas podem ocorrer. Estudos conduzidos em animais de experimentação
                  indicam que a piraclostrobina apresenta baixa toxicidade pelas vias oral e
                  dérmica e é pouco tóxica pela via inalatória em ratos. A substância é irritante a
                  pele e não irritante aos olhos, conforme os resultados obtidos em estudos
                                                                       OPERA_bula_rev16_18-07-25
                                                                                           14/18
                    conduzidos em coelhos. A piraclostrobina não possui potencial de sensibilização
                    dérmica, conforme indicam os resultados do estudo conduzido em cobaias.
                    Epoxiconazol: Todas as pessoas que manipulam produtos de proteção de
                    culturas são avaliadas por exames médicos regulares. Não há parâmetros
                    específicos disponíveis para o monitoramento do efeito do epoxiconazol. Não
                    foram observados efeitos adversos à saúde, suspeitos de estarem relacionados
                    à exposição ao epoxiconazol. Sintomas inespecíficos de toxicidade decorrentes
                    da exposição a substâncias químicas podem ocorrer. Estudos conduzidos em
   Sintomas e
                    animais de experimentação indicam que o epoxiconazol apresenta baixa
 sinais clínicos
                    toxicidade pelas vias oral, dérmica e inalatória em ratos. A substância não é
                    irritante aos olhos e a pele, conforme os resultados obtidos em estudos
                    conduzidos em coelhos. O epoxiconazol não possui potencial de sensibilização
                    dérmica, conforme indicam os resultados do estudo conduzido em cobaias.
                    Hidrocarboneto Aromático: Não há parâmetros específicos disponíveis para o
                    monitoramento dos Hidrocarbonetos aromáticos.
                    O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. Ao apresentar
                    sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não
  Diagnóstico
                    condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem
                    exames laboratoriais específicos.
                    Antídoto: não existe antídoto específico.
                    Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico
                    para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas devem ser tratadas
                    segundo seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve estar
   Tratamento
                    protegido, utilizando principalmente luvas. Demais recomendações devem
                    seguir protocolos de atendimento ao intoxicado do estabelecimento de saúde
                    e/ou orientações da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                    Toxicológica (RENACIAT).
                    A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contraindicações    pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser
                    evitado.

   Efeito das
   interações       Não são conhecidos.
    químicas
                     Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                               informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento.
                                  Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                                         Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
                       As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                    Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação
   ATENÇÃO                              de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
                         Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).

                    Telefone de Emergência da Empresa: BASF S.A. 0800 011 2273 ou
                    (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357
                    Endereço Eletrônico da Empresa: www.basf.com.br
                    Correio Eletrônico da Empresa: cecom.guaratingueta@basf.com

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide TOXICOCINÉTICA” e “Vide TOXICODINÂMICA”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS (Produto Formulado)
DL50 oral em ratos: 531 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
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CL50 inalatória em ratos: > 2,89 mg/L (4h)
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: considerado não irritante. Em olhos de coelhos foram
observados leve edema e vermelhidão da conjuntiva, reversíveis em até 6 dias.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: levemente irritante. Foi observado em pele de coelhos edema
reversível em até 5 dias e eritema reversível em até 15 dias.
Sensibilização dérmica em cobaias: produto não sensibilizante.
Mutagenicidade: produto não causou mutação genica ou aberrações cromossômicas nas condições
de teste.

EFEITOS CRÔNICOS (Produto Técnico)
Piraclostrobina: Nos estudos de doses repetidas o principal órgão-alvo nas três espécies avaliadas,
ratos, camundongos e cães, foi o duodeno que revelou mucosa hipertrofiada. Não houve evidência de
neurotoxicidade. Não houve evidência de mutagenicidade em estudos in vitro e in vivo e de
carcinogenicidade em estudos de longo prazo conduzidos com ratos e camundongos. Não foram
observadas alterações nos parâmetros reprodutivos e ao desenvolvimento em estudos conduzidos
em ratos por 2 gerações. A Piraclostrobina não foi teratogênica quando testada em ratos e coelhos e
não causou efeitos ao desenvolvimento na ausência de toxicidade materna.
Epoxiconazol: Após exposição crônica ao Epoxiconazol, o principal órgão-alvo foi o fígado em ratos,
camundongos e cães. Em cães também foram observadas alterações hematológicas (anemia). Não
apresentou potencial genotóxico in vitro e in vivo. Foram observados tumores no fígado de roedores,
nas glândulas adrenais e nos ovários de ratos, considerados não relevantes para o homem, conforme
demonstrado em estudos mecanísticos. Nos estudos de reprodução e de desenvolvimento em ratos,
foi observada toxicidade materna, com diminuição no consumo de ração e consequente diminuição
no ganho de peso e no peso corpóreo, hepatotoxicidade e anemia, sem efeitos em parâmetros
reprodutivos e sem efeitos ao desenvolvimento na ausência de toxicidade materna. Em coelhos, no
estudo de desenvolvimento foi observada toxicidade materna, com diminuição no consumo de ração
e consequente diminuição no ganho de peso e no peso corpóreo, sem efeitos ao desenvolvimento na
ausência de toxicidade materna.
Hidrocarboneto Aromático: Não há estudos toxicológicos desenvolvidos especificamente com esse
solvente.


               INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS
                            NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA
                   DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
 Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
 MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
 Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
 Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes).
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
  (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
  e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
  de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
  aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
  Evite a contaminação da água.

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- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
  água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
  ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
  para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
  Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A. - Telefones de Emergência:
  0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
  borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
  drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser
mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
- Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
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- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.


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- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que
deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.




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PARA TODO TIPO DE EMBALAGEM

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o Registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




® Marca Registrada BASF




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