Onrice XTRA
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Herbicida
propanil (anilida) (800 g/kg)

Informações

Número de Registro
07223
Marca Comercial
Onrice XTRA
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
propanil (anilida) (800 g/kg)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Arroz
Echinochloa colona
capim-arroz (1); capim-coloninho (2); capim-jaú (1)
Arroz
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Arroz
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Arroz irrigado
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Arroz irrigado
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Arroz irrigado
Cyperus iria
junquinho (5); tiririca (5); tiririca-do-brejo (1)
Arroz irrigado
Echinochloa colona
capim-arroz (1); capim-coloninho (2); capim-jaú (1)
Arroz irrigado
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Arroz irrigado
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Arroz irrigado
Eclipta alba
agrião-do-brejo; erva-de-botão (1); lanceta
Arroz irrigado
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Arroz irrigado
Eragrostis pilosa
capim-barbicha-de-alemão; capim-mimoso (2); capim-orvalho
Arroz irrigado
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis

Conteúdo da Bula

                                    ONRICE XTRA
          Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 07223

COMPOSIÇÃO:
3',4'-dichloropropionanilide (PROPANIL) .......................................................................... 800,0 g/kg (80,0% m/m)
Outros ingredientes ........................................................................................................... 200,0 g/kg (20,0% m/m)

                         GRUPO                                                  C2                                                   HERBICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida Seletivo de Contato
GRUPO QUÍMICO: Anilida
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)

TITULAR DO REGISTRO (*):
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS
CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PROPANIL TÉCNICO RAINBOW (Registro MAPA nº 10819)
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, China
NINGXIA RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia, 753400, China

FORMULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, China
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA
Rod. Presidente Castelo Branco, S/N.º Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque/SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 Cadastro estadual: nº 31 CDA/SP
TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Bairro Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP. CEP 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81 Cadastro estadual: nº 477- CDA/SP

MANIPULADORES:
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA
Rod. Presidente Castelo Branco, S/N.º Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque/SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 Cadastro estadual: nº 31 CDA/SP
TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Bairro Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP. CEP 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81 Cadastro estadual: nº 477- CDA/SP

 IMPORTADORES:
 RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
 Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
 CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR
 RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
 Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
 CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP
 RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
 Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT
 CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT
 RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
 Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de
 Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530
 CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
 RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
 Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
 CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG
                             No do lote ou da partida:
                             Data de fabricação:                    VIDE EMBALAGEM
                             Data de vencimento:



      ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
                                               PODER.
                 É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                            É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                                Produto Importado

         CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
       CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO
                                          AO MEIO AMBIENTE



Cor da faixa: azul
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

MODO DE AÇÃO:
ONRICE XTRA é um herbicida seletivo, do grupo químico das anilidas, de ação por contato que contém 800 g/Kg do ingrediente
ativo PROPANIL, na forma de granulado dispersível, para o controle de plantas infestantes em pós-emergência inicial nas culturas
do arroz e arroz irrigado.

CULTURA / PLANTAS INFESTANTES / DOSES / NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:


       Cultura                                     Plantas Infestantes                                 Dose (Kg
                                                                                                        p.c.ha)
                                   Nome comum                            Nome científico

                       Capim-arroz, jervão                      Echinochloa crusgalli
                       Capim-arroz, canevão                     Echinochloa cruspavonis
        Arroz                                                                                              4,5
                       Capim-arroz, capim-coloninho             Echinochloa colona
                       Pinheirinho, angiquinho, maricazinho     Aeschynomene rudis
                       Capim-arroz, jervão                      Echinochloa crusgalli
                       Capim-arroz, canevão                     Echinochloa cruspavonis
                       Capim-arroz, capim-coloninho             Echinochloa colona
                       Pinheirinho, angiquinho, maricazinho     Aeschynomene rudis
                       Capim-barbicha-de-alemão                 Eragrotis pi/osa
    Arroz irrigado                                                                                         4,5
                       Capim-pé-de-galinha                      Eleusine indica
                       Tiririca-do-brejo ou junquinho           Cyperus iria
                       Beldroega                                Portulaca oleracea
                       Erva-de-botão                            Eclipta alba
                       Mentrasto                                Ageratum conyzoides

 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
 ONRICE XTRA deve ser pulverizado em pós-emergência inicial das plantas infestantes que se deseja o controle. A
 época de aplicação está ligada ao número de folhas da planta infestante - entre 2 a 4 folhas, em pleno
 desenvolvimento vegetativo. As plantas de arroz já estarão germinadas contando com 14 a 21 dias aproximadamente.
 Em condições de estresse hídrico, havendo reincidência de plantas infestantes, uma segunda pulverização poderá
 ser necessária.


Observação: 1 quilograma de ONRICE XTRA contém 800 gramas do ingrediente ativo PROPANIL
p.c: Produto comercial


MODO DE APLICAÇÃO:

ONRICE XTRA é um herbicida de contato para uso no controle de plantas infestantes em pós-emergência na cultura do arroz e
arroz irrigado. ONRICE XTRA é seletivo a atua somente sobre as partes verdes das plantas com as quais entra em contato.

ONRICE XTRA deve ser pulverizado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves de uso agrícola em cobertura total,
evitando-se à deriva para outras culturas. Para se obter um ótimo controle, é necessária uma cobertura completa e uniforme das
plantas.

Preparo do solo:
Para se eliminar o maior número de plantas infestantes com uma só aplicação de ONRICE XTRA, é necessário que ocorra uma
germinação uniforme do arroz e das plantas. Isto é conseguido com um bom preparo do solo.

Arroz irrigado:
Deve-se retirar totalmente a água da lavoura antes da pulverização do produto. Efetuar a inundação dos campos de arroz irrigado
entre 2 até 7 dias após a aplicação do produto e manejar a água de acordo com a necessidade da cultura.


Equipamentos de Aplicação:

Aplicação terrestre
Equipamentos: pulverizador tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol2).
Altura da barra: deve permitir boa cobertura das plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma
altura.
Tipos de bico: usar bicos de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, TK, DG ou Twinjet); ou de jato cônico (ex.: Fulljet, Conejet), de acordo
com as recomendações do fabricante.
Volume de aplicação: 350 a 600L de calda/ha.
A velocidade do trator deve ser de 6 a 8Km/hora. Não aplicar o produto na presença de ventos superiores a 6Km/hora.

Obs.: É necessária contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras
do equipamento para evitar a sobreposição das faixas de aplicação.

Aplicação aérea
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipos de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45
Tamanho de gotas: entre 100 e 150 micras
Volume de aplicação: 30 a 50L de calda/ha
Ângulo dos bicos em relação à direção de voo: 135°
Altura de voo: 2 a 4 metros sobre o solo
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Para assegurar uma
aplicação uniforme é importante colocar bandeirinhas para demarcar a largura da faixa e orientar o voo.
Evite a sobreposição das faixas de aplicação.

Condições climáticas:
Temperatura inferior a 25ºC
Umidade relativa do ar superior a 70%
Velocidade do vento inferior à 10 Km/h

Preparo da calda:
Abasteça o tanque do pulverizador enchendo-o até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em
funcionamento, e então adicionando o produto previamente misturado com água em um balde. Complete por fim o volume com
água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de
calda para uma aplicação.

Lavagem do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de
depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a
limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras,
barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta
operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha
o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos
e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1 % (1 litro por 100 litros).
Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo
sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando
que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.

 Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as
 medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou
 de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.



INTERVALO DE SEGURANÇA:

              Cultura                  Intervalo de Segurança (dias)

             Arroz                                     80

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação).
Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso
durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Uso exclusivamente agrícola.
• ONRICE XTRA quando pulverizado, não pode ser misturado a inseticidas organofosforados, carbamatos e fertilizantes foliares.
  Para pulverização de Organofosforados, respeitar 15 dias antes e/ou depois de ONRICE XTRA, e 40 dias no caso de
  Carbamatos.
• Não aplicar o produto em plantas cujas sementes foram tratadas com Carbofuran.
• ONRICE XTRA não pode ser utilizado em mistura em tanque com qualquer outro agrotóxico.
• Fitotoxicidade: Não apresenta se o produto for utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula. Sob certas
  condições, ligeiro amarelecimento pode ocorrer nas folhas do arroz, mas um completo reestabelecimento é esperado dentro
  de 7 a 10 dias.
• Não aplicar ONRICE XTRA quando a velocidade do vento for tão alta que possa causar falhas na cobertura das plantas ou
  deriva para outras culturas.
• Chuvas no período de 3-6 horas após a aplicação podem reduzir a efetividade de ONRICE XTRA.

Evitar deriva durante a aplicação. Plantas de algodão, milho, soja, hortaliças e plantas ornamentais são altamente sensíveis ao
ONRICE XTRA. Observar recomendações para evitar deriva da aplicação.

Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de
água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é
determinado pela interação de muitos fatores referentes aos equipamentos de aplicação e ao clima. O aplicador é responsável
por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e
controle (> 150 a 200 μm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições
climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc. devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento
da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS
NÃO PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS
DESFAVORÁVEIS. Veja as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão Térmica.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais:
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o · maior volume de calda possível, considerando suas necessidades práticas.
Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a
penetração na cultura. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS
DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação
maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá
correntes maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 (75%) da asa ou do comprimento do motor - barras
maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à
evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de
solavancos.



Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 Km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16
Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma
dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER VENTOS FORTES OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de
ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade:
Quando aplicar em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito
da evaporação.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando
uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são
caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou
nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença
pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo
movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento
lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento
ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM,
REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.



INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento
da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um
consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas
recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de
resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade
Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

                     GRUPO                                    C2                                     HERBICIDA


 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
 O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência plantas daninhas e
 otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle:
 (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina
 manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como
 objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.


 MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
 DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
 (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

 ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
 PRODUTO PERIGOSO.
 USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

 PRECAUÇÕES GERAIS:
 - Produto para uso exclusivamente agrícola.
 - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
 - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
 - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas
 - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
 - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
 - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
 especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
 - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais.
 Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
 - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
 rapidamente um serviço médico de emergência.
 - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
 crianças e de animais.
 - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
 avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
 - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
 conservação e descarte do EPI danificado.

 PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
 - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
 passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
 máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança
 com proteção lateral e luvas de nitrila.
 - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
 - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

 Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
 preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

  PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última
aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado
o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições
climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em
contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro
combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral;
touca árabe e luvas de nitrila.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método
utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do
período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término
do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última
aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos,
avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método
utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.




                                                                                   Pode ser nocivo se ingerido


                                       CUIDADO                               Pode ser nocivo em contato com a pele


                                                                                   Pode ser nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula,
folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em contato, lave com muita água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Em caso de inalação,
transporte o intoxicado para local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e
providencie assistência médica de urgência.
Pele: Evite o contato com a pele, caso isso aconteça, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
tec.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.




                                                 INTOXICAÇÕES POR ONRICE XTRA

                                                       INFORMAÇÕES MÉDICAS


    Grupo químico         Anilida

 Classe toxicológica      Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo

  Vias de exposição       Oral, inalatória, ocular e dérmica


   Mecanismos de          O Propanil é absorvido pelo trato gastrintestinal através da ingestão, pela pele e por inalação.
     toxicidade           Ocorre intensa metabolização hepática em metabólitos derivados da anilina. Estes metabólitos
                          são responsáveis pela formação da metahemoglobinemia. Em estudos em animais de laboratório
           e              verificou-se que a maior parte do propanil administrado pela via oral (78 a 90%) foi excretada
                          através da urina, em um período de 24 horas, sendo apenas 2 a 13% eliminado através das
    Toxicocinética        fezes. Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.



                          Os sintomas de intoxicação observados no ser humano após ingestão dos produtos incluem
                          depressão do sistema nervoso central (dor de cabeça, tontura, sonolência e confusão),
  Sintomas e sinais
                          metahemoglobinemia, cianose (sensação de ardência na boca, esôfago e estômago), náuseas
       clínicos
                          e vômito. A inalação pode causar irritação do nariz e da garganta. Em contato com os olhos pode
                          causar irritação ocular.


     Diagnóstico          O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.




                          Não há um antídoto específico.

                          Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção
                          das funções vitais. Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente
                          em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
                          impermeável.
                          Em caso de contato com os olhos, lavá-los abundantemente com soro fisiológico. Nos casos de
                          ingestão utilizar catártico salino e carvão ativado.
        Tratamento        Avaliar a necessidade de lavagem gástrica, sempre protegendo as vias aéreas, evitando
                          aspiração de solvente orgânico. Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado
                          em água (240 mL de água/ 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes,
                          25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/Kg em crianças com menos de 1 ano.
                          Em condições normais, cianose de pequena intensidade pode ser tratada pela remoção do
                          contato com o produto e lavagem da pele, couro cabeludo, espaços subungueais, orelhas,
                          genitais, etc. Porém, se a cianose for intensa, usar azul de metileno solução a 2%, endovenoso
                          lento e assistência respiratória. Em alguns casos, pode-se associar Vitamina B12 para acelerar
                          a reversão do processo.
                           A indução de vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar e de pneumonite
   Contra-indicações
                           química.


       Efeitos das
                           Não são conhecidos.
  interações químicas

                            Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue
                                                     para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                            Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
                               As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
                                                              Notificação Compulsória.
                            Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique
                                            no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
        ATENÇÃO                                  Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
                                           Endereço Eletrônico da Empresa: http://www.rainbowagro.com.br/
                                           Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Vide item Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.


EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: não foi determinada nas condições do teste.
Irritação dérmica (coelhos): Não irritante. Nenhuma reação cutânea (eritema e edema) foi observada em qualquer um dos animais
tratados com o item de teste.
Irritação ocular (coelhos): No teste de irritação ocular foram observados vermelhidão conjuntival (difusa, coloração púrpura, vasos
individuais não foram facilmente discerníveis) a 24 horas a a vermelhidão foi decrescendo (alguns vasos sanguíneos hiperêmicos)
em 48 horas pós-instilação. Quemose conjuntival (edema com parcial eversão das pálpebras) ocorreram na observação de 1
hora e a quemose foi decrescendo (apenas algum inchaço acima do normal) na observação de 24 horas após a instilação. Ambos
os efeitos foram completamente revertidos entre 48 e 72 horas após a instilação em todos os animais. Durante a avaliação sob
luz, conjuntivite foi observada a 24 horas após a instilação, sendo totalmente recuperada na observação de 48 horas. Exposições
repetidas a altas doses podem provocar anemia devido à formação de metahemoglobinemia e causar lesões/danos hepáticos e
alterações sanguíneas.
Sensibilização cutânea: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem no
teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

EFEITOS CRÔNICOS:
Propanil: Em estudos de doses repetidas, foram observadas alterações nos parâmetros hematológicos, com deposição de
pigmentos no baço e nos rins e efeitos no fígado. Em estudos de curto prazo, a espécie mais sensível foi o cão com um NOAEL
de 7 mg/kg p.c./dia em um estudo de 30 dias. No estudo de um ano em cães, foi identificado um LOAEL de 5 mg/kg p.c./dia, com
base na diminuição de glóbulos vermelhos, diminuição do nível de hemoglobina, aumento da metahemoglobinemia e presença de
hemossiderina nos rins e no fígado. Nenhum potencial genotóxico relevante para humanos foi detectado nos estudos disponíveis.
Em estudos de longo prazo, o NOAEL para o camundongo é de 4,39 mg/kg p.c./dia, enquanto apenas um LOAEL de 9 mg/kg
p.c./dia é identificado para toxicidade sistêmica no estudo em ratos. Foi observado aumento da incidência de tumores de células
intersticiais testiculares em ratos e aumento da incidência de linfomas em vários órgãos em camundongos.
Nos estudos de toxicidade reprodutiva, nenhum efeito adverso foi observado nos parâmetros de fertilidade nem no
desenvolvimento pré-natal. No estudo de duas gerações, os valores de NOAEL parentais e da prole são de 11 mg/kg p.c./dia, e
os valores de NOAEL de desenvolvimento e materno em ratos e coelhos são 20 mg/kg p.c./dia. Não há indicação de
neurotoxicidade nos estudos disponíveis.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)


1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às a􀆟vidades
aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combus􀆟vel.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Rainbow Defensivos Agrícolas LTDA. - telefones de emergência: (11) 3526-
3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores (INFORMAR O TIPO DE EXTINTOR RECOMENDADO PARA CONTROLE DE
INCÊNDIO ENVOLVENDO O PRODUTO. EX.: DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC.),
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.



Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.



Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao u􀆟lizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABN T), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
                                

Compartilhar