Olasul WG
Maxunitech do Brasil Ltda
Herbicida
sulfentrazona (triazolona) (750 g/kg)
Informações
Número de Registro
02525
Marca Comercial
Olasul WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
sulfentrazona (triazolona) (750 g/kg)
Titular de Registro
Maxunitech do Brasil Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Cana-de-açúcar
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Citros
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Eucalipto
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Eucalipto
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Eucalipto
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Eucalipto
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Eucalipto
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Eucalipto
Cenchrus echinatus
Eucalipto
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Eucalipto
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Eucalipto
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Eucalipto
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Eucalipto
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Eucalipto
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Eucalipto
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Eucalipto
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Eucalipto
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Eucalipto
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Eucalipto
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Eucalipto
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Eucalipto
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Fumo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Fumo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Fumo
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Fumo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Fumo
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Soja
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Conteúdo da Bula
Maxunitech do Brasil Ltda
OLASUL WG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o n°02525
COMPOSIÇÃO:
2’,4’-dichloro-5'-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-yl)
methanesulfonanilide (SULFENTRAZONA)............................................750 g/kg (75% m/m)
Outros ingredientes .......................................................................... ...........250 g/kg (25% m/m)
GRUPO E HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida pré-emergente, seletivo condicional, de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: triazolona.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Maxunitech do Brasil Ltda.
Rua Irmã Pia, n° 422, sala 902, Jaguaré, CEP: 05335-050, São Paulo/SP
CNPJ n° 53.309.291/0001-60 - Telefone: (11) 3714-0044
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4521 CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
OLASUL TÉCNICO. Registro no MAPA n° 0519
Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd. Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan
Province. CEP 646300. China
SNT TÉCNICO. Registro no MAPA n° 37818
Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd. Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan
Province. CEP 646300. China
FORMULADOR:
Max (Rudong) Chemicals Co., Ltd. Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong, Jiangsu, China.
CEP 226407.
Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd. Xinle Town, Naxi District, Luzhou, Sichuan. China.
CEP 646300.
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art.
4° Decreto n° 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
BULA AGROFIT 11.08.2025
Maxunitech do Brasil Ltda
PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
BULA AGROFIT 11.08.2025
Maxunitech do Brasil Ltda
INSTRUÇÕES DE USO:
OLASUL WG é um herbicida pré-emergente de ação sistêmica, do grupo químico triazolona, que
contém o ingrediente ativo sulfentrazona, 750 g/kg, na formulação grânulos dispersíveis em água,
indicado para o controle de plantas infestantes nas culturas de abacaxi, café, cana-de-açúcar,
citros, eucalipto, fumo e soja.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÃO:
PLANTA INFESTANTE DOSE (g/ha)
VOLUME ÉPOCA NÚMERO DE
CULTURA Nome comum / Nome Produto comercial
(Ingrediente ativo) DE DE APLICAÇÃO
científico
CALDA APLICAÇÃO
Aplicação em
Capim braquiária 800-932,75 pré- emergência
Brachiaria decumbens (600-700) das plantas
infestantes e em
pós-plantio da
Beldroega 800 cultura, através jato
Abacaxi Portulaca oleracea (600) 200 dirigido nas 1
(terrestre) entrelinhas.
*Capim-favorito: a
aplicação visando
*Capim favorito 533-800 o controle de
Rhynchelitrum r o s e u m (400-600) Capim- favorito
deve ser realizada
somente em
solo leve e médio.
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
Aplicação na pré-
Tiririca
Cyperus rotundus 200-400 emergência das
Café
Losna-branca
932,75 (terrestre) plantas infestantes em 1
(700) cafeeiros adultos, com
Parthenium hysterophorus
jato dirigido para o
Picão-preto solo, evitando contato
Bidens pilosa
com as folhas das
Caruru culturas.
Amaranthus viridis
BULA AGROFIT 11.08.2025
Maxunitech do Brasil Ltda
Tiririca 1066
Cyperus rotundus (800)
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Capim-braquiária
Bachiaria decumbens
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
Capim-colonião (sementes)
Panicum maximum
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-pé-de-galinha Aplicar em pós-
Eleusine indica 300-400 plantio da cultura
Cana-de- Beldroega (terrestre) e em pré-
1
açúcar Portulaca oleracea 800 emergência das
Caruru (600) 10-40 plantas
Amaranthus viridis (aérea) infestantes e da
Erva-quente cultura.
Spermacoce alata
Guanxuma-branca
Sida glaziovii
Poaia-branca
Richardia brasiliensis
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Corda-de-viola
Ipomoea grandifolia
Leiteiro
Euphorbia heterophylla
Caruru
Amaranthus retroflexus
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus Aplicação na pré-
Capim-colchão emergência das
Digitaria horizontalis 800-932,75 200-400 plantas infestantes em
Citros 1
Grama-seda (600-700) (terrestre) cítricos adultos, com
Cynodon dactylon jato dirigido para o
Trapoeraba solo
Commelina benghalensis
Picão-preto
Bidens pilosa
BULA AGROFIT 11.08.2025
Maxunitech do Brasil Ltda
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
Caruru-branco
Amaranthus hybridus Aplicação em pré-
Beldroega 533 emergência das
Portulaca oleracea (400) plantas infestantes
Joá-de-capote Utilizar a dose
Nicandra physaloides
maior em condições
Erva-de-bicho de alta incidência
Solanum americanum da planta
Trapoeraba infestante na
Commelina benghalensis área.
O produto é um
Erva-palha herbicida pré-
600
Blainvillea latifolia emergente em
(450)
Falsa-serralha relação à planta
Emilia sonchifolia infestante, que
Mentrasto pode ser
Ageratum conyzoides aplicado antes
Capim-arroz ou após o
Echinochloa crusgalli transplante das
Capim-braquiária mudas, em faixa
Brachiaria decumbens sobre a linha de
plantio. Em plicação
Capim-carrapicho
150-200 pós-plantio,
Eucalipto Cenchrus echinatus 1
(terrestre) aplicar através de
Capim-colchão
jato dirigido
Digitaria horizontalis
procurando evitar a
Capim-colonião
parte aérea das
Panicum maximum
plantas, Na
Capim-custódio
aplicação tópica
Pennisetum setosum
sobre a muda,
Capim-marmelada
podem
Brachiaria plantaginea 666,25
ocorrerqueimas
Carrapicho-de-carneiro (500)
ocalizadas, onde
Acanthospermum hispidum
houver contato
Corda-de-viola do produto com
Ipomoea grandifolia
as folhas ou
Erva-quente brotaçöes, mas
Spermacoce latifolia
com
Poaia-branca recuperação rá
Richardia brasiliensis
pida sem afetar c
Picão-preto
desenvolvimento
Bidens pilosa
da planta e sua
Amendoin-bravo produtividade.
Euphorbia heterophylla
Guanxuma
Sida rhombifolia
Carrapicho-rasteiro 666,25-800
Acanthospermum australe (500-600)
Cheirosa 800
Hyptis suaveolens (600)
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Maxunitech do Brasil Ltda
Desmodio
Desmodium tortuosum
Tiririca 800-1.066
Cyperus rotundus (600-800)
Capim-papua 533 Aplicação em pré-
Brachiaria plantaginea (400) emergência no pré-
Leiteiro plantio das mudas
Euphorbia heterophylla de fumo e no pós-
Poaia-branca 400-533 plantio em jato
Richardia brasiliensis (300-400) dirigido na entre-
Tiririca linha da cultura.
Cyperus rotundus Aplicar somente
Caruru-roxo 400 em solos leves e
Amaranthus hybridus (300) médios.
A aplicação pode ser
feita de duas formas:
Na linha de plantio,
sobre o camalhão,
1 dia antes do
Transplante das
mudas do fumo, em
uma faixa de 50
cm.
Poderá ocorrer injúria
leve na cultura no
período próximo à
aplicação do produto,
quando aplicado sobre
Fumo o camalhão em pré-
100 - 200
plantio, entretanto a
(terrestre)
recuperação da
cultura ocorre entre
15 a 30 dias após a
aplicação.
Na entrelinha de
plantio, logo após
o último cultivo; em
pré- emergência
das plantas
infestantes, em
uma faixa que
varia de 50 a
60cm, evitando o
contato do produto
com as plantas de
fumo para não haver
injúria
Capim-arroz
Echinochloa crusgalli
Capim-braquiária Aplicação em
Brachiaria decumbens pré- emergência
Capim-carrapicho das plantas
Cenchrus echinatus infestantes e da
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Maxunitech do Brasil Ltda
Capim-colchão cultura, no pós-
Digitaria horizontalis plantio, tanto no
Capim-colonião (sementes) sistema
Panicum maximum convencional como
Capim-custódio no plantio direto.
Pennisetum setosum A dose
Capim-marmelada recomendada é
Brachiaria plantaginea para solos
Capim-pé-de-galinha pesados. Não
Eleusine indica utilizar o produto
Amendoim-bravo nesta dose em
Euphorbia heterophylla solos leves e
Beldroega médios, pois poderá
Portulaca oleracea ocorrer
Carrapicho-de-carneiro fitotoxicidade na
Acanthospermum hispidum cultura.
Carrapicho-rasteiro A aplicação deverá
Acanthospermum australe ser feita sempre
250 - 300 antes da
Caruru-roxo (terrestre) emergência da
Amaranthus hybridus 800
cultura da soja. 1
Soja Cheirosa (600)
10 - 40
(solo pesado) Hyptis suaveolens O produto aplicado
(aérea)
Corda-de-viola no “cracking” da
Ipomoea grandifolia soja ou em
Desmódio plantas emergidas
Desmodium tortuosum causará danos à
Erva-quente cultura.
Spermacoce alata
Plantio direto: usar
Erva-palha
no controle das
Blainvillea latifolia
seguintes
Falsa-serralha
plantas
Emilia sonchifolia
infestantes:
Guanxuma Amendoim-bravo,
Sida rhombifolia
Capim-braquiária,
Joá-de-capote Capim-marmelada,
Nicandra physaloides Capim-colchão,
Maria-pretinha Corda-de-viola e
Solanum americanum Guanxuma, na
Mentrasto seguinte sequência:
Ageratum conyzoides 1ª: dessecação
Poaia-branca de plantas
Richardia brasiliensis daninhas
Picão-preto (manejo químico);
Bidens pilosa 2ª: plantio; e
Trapoeraba 3ª: aplicação do
Commelina benghalensis produto, sempre
na dose de 800
g/ha/ha.
BULA AGROFIT 11.08.2025
Maxunitech do Brasil Ltda
Aplicação do produto
em pré-emergência
das plantas
250 - 300 infestantes e da
(terrestre) cultura.
Aplicação no plantio
Soja Trapoeraba 266,5-400 10 - 40 convencional deve ser
(solo leve) (aérea) 1
Commelina benghalensis (200-300) realizada somente
para solo leve e
médio. O produto
aplicado na pós-
emergência da soja
causará danos à
cultura.
Aplicação do produto
em pré-emergência
das plantas
Amendoim-bravo
infestantes e da
Euphorbia heterophylla
cultura.
250 - 300 Aplicação no plantio
Soja
533 (terrestre) convencional deve ser
(solo leve e 1
(400) realizada somente
médio) 10 - 40 (aérea) para solo leve e
médio. O produto
Caruru-roxo
aplicado na pós-
Amaranthus hybridus
emergência da soja
causará danos à
cultura.
Aplicação do produto
em pós-emergência
Trapoeraba das plantas
Commelina benghalensis infestantes
250 - 300 (dessecação) antes
(terrestre) do plantio da cultura
Soja 133,25 - 266,5 da soja. Aplicar o
10 - 40 (aérea) produto quando as 1
Dessecação (100-200)
plantas infestantes
Corda-de-viola estiverem no
Ipomoea grandifolia máximo com 6 a 8
folhas e
porcentagem de
cobertura do solo
até 20% a 35%,
respectivamente.
MODO DE APLICAÇÃO:
OLASUL WG pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costal ou, tratorizado
ou por via aérea, conforme recomendações para cada cultura. Além das recomendações acima
para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões,
previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem.
Como todos os herbicidas, o produto necessita de uma quantidade mínima de umidade no solo
para sua ativação. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10 mm).
Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas
BULA AGROFIT 11.08.2025
Maxunitech do Brasil Ltda
através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento
intenso do solo para manter o produto na camada superficial. Utilize sempre tecnologias de
aplicação que ofereçam boa cobertura do solo.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Consulte sempre o engenheiro agrônomo responsáve.
Equipamentos de Aplicação:
Aplicação terrestre:
Através de pulverizador costal manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, com barras
providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet
110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-
se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 Ib/pol2.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Aplicação aérea:
Através de aeronave agrícola.
Volume: 10-40L/ha
Pressão: 30 psi;
Bicos: D8-45;
Ângulo da barra: 135º (frente) ou 45º (atrás);
Altura do vôo: 5 m;
Faixa de deposição: 15m, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme;
Evitar sobreposição das faixas de aplicação
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas
habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação
ambiental. Siga restrições existentes na legislação pertinente.
Condições climáticas: Temperatura inferior a 28°C, umidade relativa do ar superior a
70% e velocidade do vento inferior a 5 Km/h.
Sob critério do Engenheiro Agrônomo ou Técnico responsável, as condições poderão ser
alteradas
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de
equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas
é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho
de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações
quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um engenheiro agrônomo e as orientações
do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de
aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo
com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada
tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação.
Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a
proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura
para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
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Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa
cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes
de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela
interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do
vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota
possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores
quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É
RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece
perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da
temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou
nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a
manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se
não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça
originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com
movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for
rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento
vertical do ar.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações
técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação
do engenheiro agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do engenheiro agrônomo
responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação
do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher o tanque do pulverizador com água limpa até a metade de sua capacidade e adicionar o
produto na dose previamente determinada. Manter o misturador mecânico ou o retorno em
funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de
forma contínua durante o seu preparo. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as
paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
Lavagem do equipamento:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos
de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da
Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente
na região da aplicação
INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):
Abacaxi 60 dias
Café 130 dias
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Cana-de-açúcar (1)
Citros 200 dias
Eucalipto U.N.A.
Fumo U.N.A.
Soja (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. Uso não alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos
de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Uso exclusivamente agrícola.
Na aplicação em cana-soca recém-germinada podem ocorrer “queimas” localizadas, onde
houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem afetar
o desenvolvimento da planta e sua produtividade.
Na ocorrência de chuvas excessivas, após a aplicação em solos altamente arenosos, poderá
ocorrer leve clorose nas folhas de soja, entretanto, estas recuperam-se, não havendo prejuízos
para produtividade.
Evitar sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos à cultura da soja.
A tolerância de novas variedades ao produto deverá ser estabelecida antes de ser usado em larga
escala. Consulte o fornecedor de sementes de sua região. A aplicação deverá ser feita sempre
antes da emergência da cultura da soja. O produto aplicado no “cracking” da soja ou em plantas
emergidas causará danos à cultura.
Injúria na cultura da soja poderá ocorrer em solos pouco drenados, muito compactados ou em
solos saturados por longo período de tempo.
Se houver falhas no plantio devido a condições climáticas, apenas a soja deverá ser replantada.
Não reaplicar o produto, pois poderá ocorrer injúria.
Um período mínimo de 18 meses após a aplicação do produto é exigido para a rotação com a
cultura de algodão.
Na cultura do eucalipto a aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas” localizadas,
onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem
afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade.
O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela
gradagem.
FITOTOXICIDADE: O produto utilizado dentro das recomendações indicadas pelo fabricante não
induz efeitos fitotóxicos às culturas indicadas.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da
ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de
usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este
produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem
sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
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Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
(HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
O produto é composto por sulfentrazona, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores
da Protox, pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de
Ação à Resistência de Herbicidas)
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:
Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo,
a adoção da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle
além do uso de herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo
integrado, como o controle mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
-PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não transporte o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI),
recomendados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
-Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
-Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
-Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, respirador, óculos, touca árabe e luvas.
-Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
-PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
-Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão, botas, avental, respirador,
óculos, touca árabe e luvas.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientacões descritas eml
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
-PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
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-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
-Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão, botas, avental, respirador,
óculos, touca árabe e luvas.
-Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
-PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em
local trancado, longe do alcance das crianças e animais.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
-Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
-Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de
borracha.
-Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, respirador, óculos, touca árabe e luvas.
-A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
-É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa;
-Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a
pele
Nocivo se inalado
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PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE IMEDIATAMENTE UM SERVIÇO MEDICO
DE
EMERGENCIA levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver
indicação médica caso. o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê
nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-
se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio,
anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto
e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR SULFENTRAZONA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Triazolona
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral dérmica
Um estudo de metabolismo da sulfentrazona em ratos mostrou que a absorção
foi quase completa e independente da dose e do sexo dos animais testados.
O metabolismo da sulfentrazona foi testado em ratos, cabras e galinhas, o
metabólito primário foi o 3-hidroximetil-sulfentrazona (88 a 95%), excretado
pela urina e fezes, tendo sido também encontrados os metabólitos 3-desmetil-
Toxicocinética
sulfentrazona e 2,3-diidroximetil sulfentrazona. A sulfentrazona inalterada foi
detectada em uma quantidade muito baixa nas fezes. Os herbicidas do grupo
das triazolinonas, como a sulfentrazona, são rapidamente metabolizados e são
quase totalmente excretados dentre 3 a 5 dias pela urina e fezes.
A sulfentrazona e os seus metabólitos não são bioacumuláveis.
A sulfentrazona é um herbicida inibidor da enzima protoporfirinogênio-oxidase
(Protox), o que constitui seu modo de ação como herbicida. Em mamíferos, o
alvo da sulfentrazona é o sistema hematopoiético, através da inibição da
enzima protoporfirinogênio-oxidase mitocondrial, que interfere na biossíntese
Toxicodinâmica do grupo heme da cadeia da hemoglobina. Como resultado, há aumento nos
níveis de porfirina sanguínea, em animais, após doses orais do ativo. Pelo fato
deste herbicida ser efetivamente metabolizado e excretado, os níveis de
porfirina regridem ao normal dentro de alguns dias. Em geral, para indivíduos
saudáveis, os metabólitos não representam um perigo toxicológico relevante.
SINTOMAS DE ALARME: írritação do trato gastrointestinal (náusea, vômito e
dor abdominal); irritação ocular (ardência e vermelhidão dos olhos) e irritação
Sintomas e sinais
respiratória (tosse e ardência do nariz, boca e garganta).
clínicos
Sulfentrazona: não são conhecidos sintomas específicos da sulfentrazona em
humanos ou animais. Em estudos de toxicidade em animais esta substância
demonstrou toxicidade aguda relativamente baixa. Sintomas gerais de
intoxicação após exposição a produtos químicos podem ocorrer como:
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Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pel ocorrência
Diagnóstico
de quadro clínico compatível.
Sulfentrazona: em pacientes com suspeita de porfiria devem ser observados
hemograma completo, enzimas hepáticas, perfil metabólico básico, urinálise e
níveis de porfirina no soro.
Tratamento sintomático conforme as ocorrências clínicas surgirem e segundo
sua gravidade.
Exposição oral:
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Carvão
ativado: a administração de carvão ativado deve ser considerada somente em
casos de ingestão de grandes quantidades e se o paciente estiver consciente e
sem vômito. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em
água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a
100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
Tratamento - Lavagem gástrica: considerar a lavagem gástrica somente após ingestão da
substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser
realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Monitorar os
sinais
vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial). Exposição
inalatória:
- Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição ocular:
- Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Exposição dérmica:
- Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte
de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
- Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido
extracelular após vômito severo e diarreia
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
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A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não
intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa
Efeitos das
interações Não são conhecidos.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
ATENÇÃO Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no
Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 3714-0044
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado):
DL50 oral em ratas fêmeas: > 2000 mg/kg peso corpóreo
DL50 dérmica em ratos machos e fêmeas > 2000 mg/kg de peso corpóreo
CL50 inalatória (4 horas) em ratos machos e fêmeas > 3,06 mg/L
Irritação dérmica: Nas condições do teste, a substância teste quando aplicada na pele dos
coelhos não apresentou reações dérmicas. Não irritante
Irritação ocular: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu: hiperemia em 3/3
dos olhos testados. Houve regressão das reações oculares na avaliação de 24 horas em 1/3
dos olhos testados e na avaliação de 48 horas em 2/3 dos olhos testados finalizando o estudo
após a avaliação de 72 horas em 3/3 dos olhos testados. Não irritante.
Sensibilização dérmica: não causou sensibilização dérmica
Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização respiratória.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica
reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em células de
camundongos
Efeitos crônicos:
O produto foi administrado na dieta de ratos e camundongos por 2 anos, tendo sido associados
tremores com a exposição repetida dos animais de laboratório ao produto. Os efeitos da
sulfentrazona não são cumulativos. A sulfentrazona não tem demostrado nenhum potencial
neurotóxico, mutagênico ou carcinogênico.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
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- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Maxunitech do Brasil Ltda. - Telefone
da empresa (11) 3714-0044.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado
e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação
final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto
que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características
do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico , ficando
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a favor do vento, para evitar intoxicação.
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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s
–Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre aboca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
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Maxunitech do Brasil Ltda
nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo deum ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
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- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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