Olasul 500 SC; Sulfenprime; Sulfentrazona 500 SC Eagrow;
Maxunitech do Brasil Ltda
Herbicida
sulfentrazona (triazolona) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
24823
Marca Comercial
Olasul 500 SC; Sulfenprime; Sulfentrazona 500 SC Eagrow;
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
sulfentrazona (triazolona) (500 g/L)
Titular de Registro
Maxunitech do Brasil Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Cana-de-açúcar
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Citros
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Eucalipto
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Eucalipto
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Eucalipto
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Eucalipto
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Eucalipto
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Eucalipto
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Eucalipto
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Eucalipto
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Eucalipto
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Eucalipto
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Eucalipto
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Eucalipto
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Eucalipto
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Eucalipto
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Eucalipto
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Eucalipto
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Eucalipto
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Eucalipto
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Eucalipto
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Fumo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Fumo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Fumo
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Fumo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Fumo
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Soja
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Conteúdo da Bula
1/20
Maxunitech do Brasil Ltda
OLASUL 500 SC; SULFENPRIME; SULFENTRAZONA 500 SC EAGROW
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o n° 24823
COMPOSIÇÃO:
2’,4’-dichloro-5’-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-yl)
methanesulfonanilide (SULFENTRAZONA) ...............….......... 500 g/L (50% m/v)
Outros ingredientes ............................................................. 719,3 g/L (71,93% m/v)
GRUPO E HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida pré-emergente, seletivo condicional, de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Triazolona
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Maxunitech do Brasil Ltda.
Rua Irmã Pia, n° 422, sala 902, Jaguaré, CEP: 05335-050, São Paulo/SP
CNPJ n° 53.309.291/0001-60 - Telefone: (11) 3714-0044
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4521 CDA/SP.
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
OLASUL TÉCNICO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n° 0519
Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd.
Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan Province, 646300, China.
SNT TÉCNICO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n° 37818
Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd.
Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan Province, 646300, China.
FORMULADORES:
Max (Rudong) Chemicals Co., Ltd.
Yangkou Chemical Industry Park, Rudong, Jiangsu Province, 226407, China.
Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd.
Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan Province, 646300, China.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Avenida Roberto Simonsen, 1459, Recanto dos Pássaros, Paulínia, SP. CEP 13148-030.
CNPJ nº 03.855.423/0001-81. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 477 CDA/SP
IMPORTADORES:
Acrom Agroindustrial Ltda.
Rua Paranaguá, 1537, Centro, Londrina, PR. CEP 86020-031. CNPJ n° 18.272.938/0001-
26. Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 003992.
Estrada dos Goulart, Rod. PR 445, km 36,5, Distrito Lerroville, Londrina, PR. CEP 86123-
000. CNPJ n° 18.272.938/0002-07. Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n°
1007959
BULA AGROFIT 15.12.2025
2/20
Maxunitech do Brasil Ltda
Agriconnection Importadora e Exportadora de Insumos Agrícolas Ltda.
Alameda Rio Negro, 585, sala 145A, Edifício Jaçari, 14º andar, Alphaville Centro Industrial e
Empresarial, Barueri, SP. CEP 06454-000. CNPJ n° 39.496.730/0001-60. Cadastro da
Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4354.
Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, s/n°, km 11, Galpão 09, Itú, SP. CEP 13314-
012. CNPJ n° 39.496.730/0009-18. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4410. Rua
Ronat Walter Sodré, 2800, Parque Industrial, Ibiporã, PR. CEP 86200-000. CNPJ n°
39.496.730/0008-37. Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1008310. Rodovia
dos Imigrantes, s/n°, Zona Rural, Cuiabá, MT. CEP 78099-899. CNPJ n°
39.496.730/0002-41. Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 29497.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, Barueri, SP. CEP 06421-400. CNPJ n°
39.496.730/0015-66. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4503.
Agroquima Produtos Agropecuarios Ltda.
Av. Castelo Branco, n° 6348, Quadra 47 Lotes 01 a 05 e 12, Ipiranga, Goiânia, GO. CEP
74453-383. CNPJ n° 01.626.951/0001-33. Cadastro da Empresa no Estado
(AGRODEFESA/GO) n° 0111/2018.
Amaggi Exportação e Importação Ltda.
Rodovia BR 364, Km 20, S/N, Zona Rural, Cuiabá, MT. CEP 78098-970. CNPJ n°
77.294.254/0050-72. Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 20435.
Rodovia BR 163, n° 2461, Expansão Urbana, Sorriso, MT. CEP 78890-000. CNPJ n°
77.294.254/0077-92. Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 22956
Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15, Presidente Juscelino, Paragominas, PA. CEP 68628-
557. CNPJ n° 77.294.254/0083-30. Cadastro da Empresa no Estado (ADEPARA/PA) n° 004.23
- CREIMP
BRA Defensivos Agrícolas Ltda.
Rua São José, 550, Piracicaba, SP. CEP 13400-330. CNPJ n° 07.057.944/0001-44.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 879
Chemical Solution Pará Ltda.
Rodovia PA 411, Km 27, S/N, Zona Rural, Santana do Araguaia, PA. CEP 68560-000. CNPJ
n° 25.025.324/0001-05. Cadastro da Empresa no Estado (ADEPARA/PA) n° 001.16 –
CREREV
Rua Santos Pacheco, n° 256, sala 104, Centro, Maceió, AL. CEP 57020-290. CNPJ n°
25.025.324/0002-96. Cadastro da Empresa no Estado (ADEAL/AL) n° 0166/2024.
DKBR Trading S.A.
Av. Ayrton Senna da Silva, 600, Cond. Torre Siena, 17° andar, sala 1704, Gleba Fazenda
Palhano, Londrina, PR. CEP 86050-460. CNPJ n° 33.744.380/0001-28. Cadastro da Empresa
no Estado (ADAPAR/PR) n° 1007743.
Rodovia SPA 008/457, s/n°, sala 01, km 500 metros, Zona Rural, Iepê, SP. CEP 19640-
000. CNPJ n° 33.744.380/0003-90. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4303. Av.
Miguel Sutil, 6559, Anexo A, sala 3, Alvorada, Cuiabá, MT. CEP 78048-000. CNPJ n°
33.744.380/0002-09. Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 22058.
Fiagril Ltda.
Avenida da Produção, Quadra 14, Lote 11A, Sala 01, 2204-W, Parque das Emas, Lucas do
Rio Verde, MT. CEP 78466-551. CNPJ n° 02.734.023/0013-99. Cadastro da Empresa no
Estado (INDEA/MT) n° 28047.
BULA AGROFIT 15.12.2025
3/20
Maxunitech do Brasil Ltda
Goplan S/A.
Rua Antônio Lapa, 606, Cambuí, Campinas, SP. CEP 13025-241. CNPJ n°
37.422.096/0001-96. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4296.
Instaagro Soluções em Agronegócios Ltda.
Avenida Adolfo Pinheiro, 1029, Conj. 116 e 117, Santo Amaro, São Paulo, SP. CEP 04733-
100. CNPJ n° 22.730.743/0001-50. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4489.
Kesai Eagrow do Brasil Ltda.
Rua Frei Caneca, 1246, 1° andar, Consolação, São Paulo, SP. CEP 01307-002. CNPJ n°
50.752.995/0001-15. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4440.
Novachem Importação e Comércio Ltda.
Rodovia BR 369, km 37,5, Sala 04, Area Industrial, Andirá, PR. CEP 86380-000. CNPJ n°
48.054.057/0001-08. Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1008435.
Rua Emília Garcia de Souza, 270, Sala 01, Ribeirania, Ribeirão Preto, SP. CEP 14096-
120. CNPJ n° 48.054.057/0002-80. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4472.
Somax Agro do Brasil Ltda.
Rua Marechal Floriano Peixoto, 960, edifício Torre Marechal, salas 165, 166, 167 e 168,
Centro, Foz do Iguaçu, PR. CEP 85851-020. CNPJ n° 45.923.627/0001-52. Cadastro da
Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1008194.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.
Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, Torre Sigma, São Paulo, SP. CEP 04730-000.
CNPJ n° 60.744.463/0001-90. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 1.
Rodovia Professor Zeferino Vaz, km 127,5, Santa Terezinha, Paulínia, SP. CNPJ n°
60.744.463/0010-80. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 453.
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
Rua João Dias de Souza, 48, sala 51, andar 5, Edif. Corporate Evolution, Parque
Campolim, Sorocaba, SP. CEP 18048-090. CNPJ n° 28.514.525/0001-64. Cadastro da
Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4285.
Av. Euripedes Menezes, s/n°, Quadra 4, Lote 14-17, Armz 1 N, Parque Industrial Vice-
Presidente José de Alencar, Aparecida de Goiânia, GO. CEP 74993-540. CNPJ n°
28.514.525/0002-45. Cadastro da Empresa no Estado (AGRODEFESA/GO) n° 3421/2021.
A Rua Projetada, 150, Armz 1AA, Área Rural de Cuiabá, Cuiabá, MT. CEP 78099-899.
CNPJ n° 28.514.525/0006-79. Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 27384.
Av. das Indústrias, 2020, Armz 06, Ouro Preto, Carazinho, RS. CEP 99500-000. CNPJ n°
28.514.525/0007-50. Cadastro da Empresa no Estado (DISA/DDA/SEAPA/RS) n° 54/21.
Rod. PR 090, km 05, 5695, Armz 1-J, PQ Industrial Nene Favoretto, lbiporã, PR. CEP
86200-000. CNPJ n° 28.514.525/0005-98. Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR)
n° 1007991.
R C /Trecho 03, s/n°, Armz P, Centro Industrial do Cerrado, Luis Eduardo Magalhães, BA.
CEP 47850-000. CNPJ n° 28.514.525/0003-26. Cadastro da Empresa no Estado
(ADAB/BA) n° 125921.
Av. Constante Pavan, 4633, Armz 1K, Betel, Paulínia, SP. CEP 13148-198. CNPJ n°
28.514.525/0004-07. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4322.
Zhongxun do Brasil Ltda.
Avenida da Liberdade, n° 1000, sala 1701, andar 17, Liberdade, São Paulo, SP. CEP
01502-001. CNPJ n° 54.796.176/0001-20. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n°
4525.
BULA AGROFIT 15.12.2025
4/20
Maxunitech do Brasil Ltda
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
BULA AGROFIT 15.12.2025
10/20
Maxunitech do Brasil Ltda
INSTRUÇÕES DE USO:
OLASUL 500 SC; SULFENPRIME; SULFENTRAZONA 500 SC EAGROW é um herbicida
pré-emergente de ação sistêmica, do grupo químico triazolona, que contém o ingrediente
ativo sulfentrazona, 500 g/L, na formulação suspensão concentrada, indicado para o
controle de plantas infestantes nas culturas de abacaxi, cana-de-açúcar, café, citros,
eucalipto, fumo e soja.
PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO:
CANA-DE-AÇÚCAR:
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS INFESTANTES:
DOSE Volume de
PLANTA INFESTANTE / ALVO- Produto calda
CULTURA
BIOLÓGICO comercial
Nome comum Nome científico L/ha L/ha
Tiririca Cyperus rotundus L/ha
1,6
Capim-braquiária Brachiaria decumbens 1,6
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Capim-
Panicum maximum
colonião
(semente
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 300-400 L/ha
s)
Capim-pé-de- Eleusine indica (terrestre)
Cana-de-
açúcar galinha
Beldroega Portulaca oleracea
Caruru Amaranthus viridis 1,2 10 - 40 L/ha
Erva-quente Spermacoce alata (aérea)
Guanxuma-branca Sida glaziovii
Poaia-branca Richardia brasiliensis
Trapoeraba Commelina benghalensis
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
Leiteiro Euphorbia heterophylla
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.
SOJA:
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS
INFESTANTES:
O produto pode ser aplicado em pré-emergência no sistema convencional e no sistema de
plantio direto de acordo com seguintes recomendações:
DOSE
Volume de
PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO Produto
CULTURA calda
comercial
Nome comum Nome científico L/ha L/ha
Capim-arroz Echinochloa crusgalli
Capim-braquiária Brachiaria decumbens 250–300
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus (terrestre)
Capim-colchão Digitaria horizontalis 1,2 10 - 40
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum (aérea)
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Capim-custódio Pennisetum setosum
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla
Beldroega Portulaca oleracea
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermumhispidu
m
Soja Carrapicho-rasteiro Acanthospermum
australe 1,2 250–300
Caruru-roxo Amaranthus hybridus (terrestre)
Cheirosa Hyptis suaveolens 10 - 40
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia (aérea)
Desmódio Desmodium tortuosum
Erva-quente Spermacoce alata
Erva-palha Blainvillea latifolia
Falsa-serralha Emilia sonchifolia
Guanxuma Sida rhombifolia
Joá-de-capote Nicandra physaloides
Maria-pretinha Solanum americanum
Mentrasto Ageratum conyzoides
Poaia-branca Richardia brasiliensis
Picão-preto Bidens pilosa
Trapoeraba Commelina
benghalensis
Notas:
- As doses acima são recomendadas para solos pesados. Não aplicar o produto nas doses
acima em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.
- Plantio direto: o produto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas
infestantes: Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), Capim-marmelada (Brachiaria
plantaginea), Capim-colchão (Digitaria horizontalis), Amendoim-bravo (Euphorbia
heterophylla), Guanxuma (Sida rhombifolia), Corda- de-viola (Ipomonea grandifolia),
observando a seguinte sequência: 1) Dessecação de plantas infestantes (manejo químico),
2) Plantio e 3) Aplicação do produto sempre na dose de 1,2 L/ha.
- Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.
Para solos leves e médios a recomendação de aplicação do produto em pré-emergência e
no plantio convencional é a seguinte:
DOSE Volume
PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO Produto de calda
CULTURA
comercial
Nome comum Nome científico L/ha L/ha
*Trapoeraba Commelina benghalensis 0,4-0,6 250–300
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 0,8 (terrestre)
Soja Caruru-roxo Amaranthus hybridus 0,8 10-40
(aérea)
- Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.
APLICAÇÃOEM PÓS-EMERGÊNCIA TOTAL DAS PLANTAS INFESTANTES
(DESSECAÇÃO) ANTES DO PLANTIO:
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DOSE Volume
PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO Produto de calda
CULTURA comercial
Nome comum Nome científico L/ha L/ha
Trapoeraba Commelina benghalensis 250–300
0,2-0,4
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia (terrestre)
Soja 10-40
(aérea)
Nota: Aplicar o produto na pós-emergência das plantas infestantes, com auxílio de
pulverizadores terrestres manual costal ou tratorizado. Para dessecação, as plantas
infestantes deverão estar no máximo com 6-8 folhas e porcentagem de cobertura do solo
até 20% a 35% respectivamente.
CITROS e CAFÉ:
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
DOSE
Volume
PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO Produto
CULTURA de calda
comercial
Nome comum Nome científico L/ha L/ha
Caruru Amaranthus retroflexus
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Citros 1,2 - 1,4
Grama-seda Cynodon dactylon
Trapoeraba Commelina benghalensis
Picão-preto Bidens pilosa 200 – 400
Capim-colchão Digitaria horizontalis (terrestre)
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica
Tiririca Cyperus rotundus
Café 1,4
Losna-branca Parthenium hysterophorus
Picão-preto Bidens pilosa
Caruru Amaranthus viridis
Nota:
- Aplicar o produto nas doses acima, em pré-emergência das plantas infestantes,
em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo.
- Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.
FUMO:
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA NO PRÉ-PLANTIO DAS MUDAS DE FUMO
E NO PÓS-PLANTIO EM JATO DIRIGIDO NA ENTRELINHA DA CULTURA:
DOSE
Volume de
PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO Produto
CULTURA calda
comercial
Nome comum Nome científico L/ha L/ha
Capim-papuã Brachiaria plantaginea 0,8
Poaia-branca Richardia brasiliensis 0,6-0,8
100 – 200
Fumo Caruru-roxo Amaranthus hybridus 0,6
(terrestre)
** Tiririca Cyperus rotundus 0,6-0,8
** Leiteiro Euphorbia heterophylla 0,8
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Notas:
- A aplicação do produto é recomendada para a cultura do fumo somente em solos leves e
médios.
- A aplicação pode ser feita de duas formas:
- Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo,
em uma faixa de 50 cm.
Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto,
quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura
acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
- Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas
infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com
as plantas de fumo para não haver injúria.
** Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e
Euphorbia heterophyla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1 L de OLASUL 500 SC;
SULFENPRIME; SULFENTRAZONA 500 SC EAGROW/ha).
As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem
ser utilizadas para os solos médios.
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.
ABACAXI:
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
DOSE Volume de
PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO Produto calda
CULTURA
comercial
Nome comum Nome científico L/ha L/ha
Capim braquiária Brachiaria decumbens 1,2-1,4
200
Abacaxi Beldroega Portulaca oleracea 1,2
(terrestre)
Capim favorito Rhynchelytrum roseum 0,8-1,2
Nota:
- A aplicação do produto é recomendada para o controle de Capim-favorito somente
(Rhynchelytrum roseum) em solo leve e médio.
- Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da cultura, através de
jato dirigido nas entrelinhas.
- A aplicação pode ser realizada em solos de textura leve, médio e pesado.
- Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.
EUCALIPTO:
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
DOSE Volume de
PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO Produto calda
CULTURA
comercial
Nome comum Nome científico L/ha L/ha
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica 0,8
Caruru-branco Amaranthus hybridus 0,8
Beldroega Portulaca oleracea 0,8
Joá-de-capote Nicandra physaloides 0,8
Erva-de-bicho Solanum americanum 0,8 100-300
Trapoeraba Commelina benghalensis 0,9 (terrestre)
Erva-palha Blainvillea latifolia 0,9
Falsa-serralha Emilia sonchifolia 0,9
Mentrasto Ageratum conyzoides 0,9
Capim-arroz Echinochloa crusgalli 1
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Capim-braquiária Brachiaria decumbens 1
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 1
Capim-colchão Digitaria horizontalis 1
Capim-colonião Panicum maximum 1
Eucalipto Capim-custódio Pennisetum setosum 1
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 1
Carrapicho- Acanthospermum hispidum 1
de- Carneiro
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia 1
Erva-quente Spermacoce latifolia 1
Poaia-branca Richardia brasiliensis 1
Picão-preto Bidens pilosa 1
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 1
Guanxuma Sida rhombifolia 1
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe 1-1,2
Cheirosa Hyptis suaveolens 1,2
Desmodio Desmodium tortuosum 1,2
Tiririca Cyperus rotundus 1,2-1,6
Notas:
- Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da planta infestante na área.
- O produto é um herbicida pré-emergente em relação às plantas infestantes, que pode ser
aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso
de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das
plantas.
- Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.
MODO DE APLICAÇÃO:
OLASUL 500 SC; SULFENPRIME; SULFENTRAZONA 500 SC EAGROW pode ser
aplicado através de pulverizadores costal manual ou motorizado, tratorizado e aeronave
agrícola.
Para aplicação do produto é necessário umidade no solo para iniciar sua
atividade biológica de controle das plantas infestantes.
Equipamentos de Aplicação:
Aplicação terrestre:
Através de pulverizadores costal manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, com
barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04,
XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-
se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 Ib/pol2.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Aplicação aérea:
Através de aeronave agrícola.
Volume de calda: 40 L/ha
Pressão: 30 psi, Bicos: D8-45, Ângulo da barra: 135º (frente) ou 45º (atrás), Altura de
voo: 5 m, Faixa de deposição: 15 m.
Condições climáticas: as aplicações devem ser realizadas em condições de temperatura
inferior a 30℃, Umidade relativa do ar acima de 50%, Velocidade média do vento entre 3 e
10 km/hora, as aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00
horas) são as mais recomendadas.
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Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por
volatilização ou deriva. Em caso de dúvida consultar um engenheiro agrônomo.
Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher o tanque do pulverizador com água limpa até a metade de sua capacidade e
adicionar OLASUL 500 SC; SULFENPRIME; SULFENTRAZONA 500 SC EAGROW na
dose previamente determinada. Manter o misturador mecânico ou o retorno em
funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de
forma contínua durante o seu preparo. O registro do pulverizador deve ser fechado
durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à
cultura.
Lavagem do equipamento:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do
produto, realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):
Culturas Intervalo de Segurança
Abacaxi 60 dias
Café 130 dias
Cana-de-açúcar e Soja (1)
Citros 200 dias
Eucalipto e Fumo U.N.A
(1) = Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. = Uso não alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize
os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a
aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Na aplicação em cana-soca recém-germinada podem ocorrer “queimas” localizadas, onde
houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem
afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade.
Na ocorrência de chuvas excessivas, após a aplicação em solos altamente arenosos,
poderá ocorrer leve clorose nas folhas de soja, entretanto, estas recuperam-se, não
havendo prejuízos para produtividade.
Evitar sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos à cultura
da soja.
A tolerância de novas variedades ao produto deverá ser estabelecida antes de ser usado
em larga escala. Consulte o fornecedor de sementes de sua região. A aplicação deverá ser
feita sempre antes da emergência da cultura da soja. O produto aplicado no “cracking” da
soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura.
Injúria na cultura da soja poderá ocorrer em solos pouco drenados, muito compactados ou
em solos saturados por longo período de tempo.
Se houver falhas no plantio devido a condições climáticas, apenas a soja deverá ser
replantada. Não reaplicar o produto, pois poderá ocorrer injúria.
Um período mínimo de 18 meses após a aplicação do produto é exigido para a rotação com
a cultura de algodão.
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Na cultura do eucalipto a aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas”
localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com
recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade.
O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo
pela gradagem.
FITOTOXICIDADE: O produto utilizado dentro das recomendações indicadas pelo
fabricante não induz efeitos fitotóxicos às culturas indicadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a
esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente
prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os
problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas
agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária
(MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO E HERBICIDA
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O produto herbicida é composto por sulfentrazona que apresenta mecanismo de ação dos
inibidores da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo E, segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle (ex. controle cultural, biológico, etc.)
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de
um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental
impermeável, máscara com filtro combinado mecânico classe P2 ou P3, óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro
combinado mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.
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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado
mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas
de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada;
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
- É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
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Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO Pode ser nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-
la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar dever se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
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INTOXICAÇÕES POR OLASUL 500 SC; SULFENPRIME;
SULFENTRAZONA 500 SC EAGROW
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Triazolona
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição Oral, inalatória e dérmica
Um estudo de metabolismo da sulfentrazona em ratos mostrou que a
absorção foi quase completa e independente da dose e do sexo dos
animais testados. O metabolismo da sulfentrazona foi testado em ratos,
cabras e galinhas, o metabólito primário foi o 3-hidroximetil- sulfentrazona
(88 a 95%), excretado pela urina e fezes, tendo sido também encontrados
Toxicocinética os metabólitos 3-desmetil-sulfentrazona e 2,3- diidroximetil
sulfentrazona. A sulfentrazona inalterada foi detectada em uma
quantidade muito baixa nas fezes. Os herbicidas do grupo das
triazolinonas, como a sulfentrazona, são rapidamente metabolizados e
são quase totalmente excretados dentre 3 a 5 dias pela urina e fezes. A
sulfentrazona e os seus metabólitos não são bioacumuláveis.
A sulfentrazona é um herbicida inibidor da enzima protoporfirinogênio-
oxidase (Protox), o que constitui seu modo de ação como herbicida. Em
mamíferos, o alvo da sulfentrazona é o sistema hematopoiético, através
da inibição da enzima protoporfirinogênio-oxidase mitocondrial, que
interfere na biossíntese do grupo heme da cadeia da hemoglobina. Como
Toxicodinâmica
resultado, há aumento nos níveis de porfirina sanguínea, em animais,
após doses orais do ativo. Pelo fato deste herbicida ser efetivamente
metabolizado e excretado, os níveis de porfirina regridem ao normal
dentro de alguns dias. Em geral, para indivíduos saudáveis, os
metabólitos não representam um perigo toxicológico relevante.
Não há descrição de intoxicação por sulfentrazona em literatura. O
produto pode causar irritação ocular e cutânea. Se ingerido, pode
causar irritação do trato gastrointestinal, manifestada por dor
Sintomas e sinais abdominal, náusea, vômito e diarreia. Por causar inibição da enzima
clínicos protoporfirinogênio oxidase, pode levar à redução de eritrócitos e, em
casos extremos, anemia.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
Diagnóstico
ocorrência de quadro clínico compatível.
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Não há antídoto específico. Tratamento sintomático de suporte.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é
recomendada.
- A descontaminação gastrintestinal geralmente não é necessária.
- Não se sabe se o carvão ativado é útil no tratamento das ingestões.
Avalie a necessidade de administração de carvão ativado.
- Monitore os sinais vitais e o estado mental após exposição
significativa.
- Monitore a contagem de células sanguíneas. Em pacientes com
suspeita de porfiria devido à ingestão deste produto, monitore a
contagem de células sanguíneas, enzimas hepáticas, painel metabólico
básico, urinálise e níveis de porfirina séricas.
Tratamento
- Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume
de fluido extracelular após vômito severo e diarréia.
Exposição inalatória: Remova o paciente para um local arejado. Cheque
quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário.
Exposição dérmica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas
e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem.
Exposição ocular: Lave os olhos com água em abundância ou soro
fisiológico (0,9%) à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se
persistir a irritação, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
A indução de vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
Contraindicações
aspiração.
Efeitos das
Interações Químicas Não são conhecidos efeitos das interações químicas.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação:
0800-722- 6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
ATENÇÃO As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no
Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique o caso no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 110 8270 Pró-Química
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado):
DL50 oral em ratas fêmeas: > 2000 mg/kg de peso corpóreo
DL50 dérmica em ratos machos e fêmeas: > 4000 mg/kg de peso corpóreo
CL50 inalatória (4 horas) em ratos machos e fêmeas: não determinada nas condições do teste
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Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: não irritante. Quando aplicado na pele de coelhos,
o produto causou eritema reversível dentro de 24 horas.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: não irritante. Quando aplicado nos olhos de coelhos,
o produto causou hiperemia grau 1 reversível dentro de 24 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: não causou sensibilização dérmica.
Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização
respiratória.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação
gênica reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em
células de camundongos.
Efeitos crônicos:
O produto foi administrado na dieta de ratos e camundongos por 2 anos, tendo sido
associados tremores com a exposição repetida dos animais de laboratório ao produto. Os
efeitos da sulfentrazona não são cumulativos. A sulfentrazona não tem demostrado nenhum
potencial neurotóxico, mutagênico ou carcinogênico.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento
no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Maxunitech do Brasil Ltda. -
Telefone da empresa: (11) 3714-0044.
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- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que
as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características
do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico,
etc., ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
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- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
- Restrição de uso no Estado do Paraná para Commelina benghalensis em soja.
- NÃO AUTORIZADO O USO DO PRODUTO PARA AS CULTURAS DE CANA-DE-
AÇÚCAR E DO ABACAXI, NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
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