Offer 200 SL
Yonon Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Herbicida
Dibrometo de diquate (bipiridílio) (200 g/L)

Informações

Número de Registro
25520
Marca Comercial
Offer 200 SL
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
Dibrometo de diquate (bipiridílio) (200 g/L)
Titular de Registro
Yonon Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Contato e Total
Classe Toxicológica
Categoria 3 – Produto Moderadamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Conyza canadensis
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Glycine max
soja
Algodão
Gossypium hirsutum
algodão
Algodão
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Algodão
Zea mays
milho
Batata
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Batata
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Batata
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Batata
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Batata
Cardiospermum halicacabum
baga-de-chumbo; balãozinho (1); coração-da-índia
Batata
Dessecação da Cultura
Batata
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Batata
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Batata
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Batata
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Cardiospermum halicacabum
baga-de-chumbo; balãozinho (1); coração-da-índia
Café
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Café
Ipomoea acuminata
Corda-de-viola
Café
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Cardiospermum halicacabum
baga-de-chumbo; balãozinho (1); coração-da-índia
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Citros
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Feijão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Feijão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Feijão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Feijão
Cardiospermum halicacabum
baga-de-chumbo; balãozinho (1); coração-da-índia
Feijão
Dessecação da Cultura
Feijão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Feijão
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Feijão
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Feijão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Girassol
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Girassol
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Girassol
Conyza canadensis
Girassol
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Girassol
Glycine max
soja
Girassol
Gossypium hirsutum
algodão
Girassol
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Girassol
Zea mays
milho
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Conyza canadensis
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Glycine max
soja
Milho
Gossypium hirsutum
algodão
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Zea mays
milho
Soja
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Cardiospermum halicacabum
baga-de-chumbo; balãozinho (1); coração-da-índia
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza canadensis
Soja
Dessecação da Cultura
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Glycine max
soja
Soja
Gossypium hirsutum
algodão
Soja
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Zea mays
milho

Conteúdo da Bula

                                    _____________________________________________________________________________________


                                                                  OFFER 200 SL

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 25520

COMPOSIÇÃO:
1,1'-ethylene-2,2'-bipyridyldiylium dibromide (DIBROMETO DE DIQUATE) .......................374 g/L (37,4 % m/v)
9, 10-dihydro-8a, 10a-diazoniaphenanthrene (DIQUATE)............................................................200 g/L (20,0% m/v)
Outros Ingredientes................................................................................................................................804,9g/L (80,49 % m/v)

                     GRUPO                                                        D                                                HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida não seletivo e de ação não sistêmica.
GRUPO QUÍMICO: Bipiridílio.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL).

TITULAR DO REGISTRO (*):
Yonon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda. - Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 –
Pinheiros – São Paulo/SP - CEP: 01443-010 – Tel.: (11) 3032-2090 – CNPJ: 47.172.452/0001-14 - Registro
CDA/SP nº 4382.
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DIQUAT TÉCNICO YN - Registro MAPA nº 26118
Yongnong Biosciences Co., Ltd. – Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Technology
Development Zone 312369, Shangyu, Zhejiang, China. Zhejiang Funong Biotech Co. Ltd. – Latian
Yongqiang, 325024, Wenzhou, Zhejiang – China.

FORMULADORES:
Adama Brasil S/A – Rua Pedro Antônio de Souza, nº 400, Parque Rui Barbosa – CEP: 86031-610 –
Londrina/ PR – CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Registro ADAPAR/PR nº 003263. Adama Brasil S/A – Avenida
Julio de Castilhos, nº 2085 – CEP: 95860-000 – Taquari/RS –CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro
SEAPA/RS nº 1047/99. Ningxia Yongnong Biosciences Co., Ltd. – South of Guangfu Road, and the
North of Taizhongyin Railway, Ningdong Base Chemical New Material Zone, Yinchuan City, Ningxia Hui
Autonomous Region, China. Tagma Brasil Indústria E Comércio De Produtos Químicos Ltda. – Av.
Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP – CEP: 13148-030 – CNPJ: 03.855.423/0001-
81 – Registro CDA/SP nº 477. Yongnong Biosciences Co., Ltd. – Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf
Economy and Technology Development Zone 312369, Shangyu, Zhejiang, China. Zhejiang Funong
Biotech Co. Ltd. – Latian Yongqiang, 325024, Wenzhou, Zhejiang – China.

IMPORTADORES:
Adama Brasil S/A – Rua Pedro Antônio de Souza, nº 400, Parque Rui Barbosa – CEP: 86031-610 –
Londrina/ PR – CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Registro ADAPAR/PR nº 003263. Adama Brasil S/A – Avenida
Julio de Castilhos, nº 2085 – CEP: 95860-000 – Taquari/RS –CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro
SEAPA/RS nº 1047/99.




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                         Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                          CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                       N° do Lote ou partida:
                        Data de Fabricação:               VIDE EMBALAGEM
                       Data de Vencimento:


   ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU
                                      PODER.
     É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                  É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                         Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
                                    7212, de 15 de junho de 2010).

                                 CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
                         CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO

                CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                   CLASSE II – PRODUTO MUITO PRERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Amarelo PMS Yellow C




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               Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

OFFER 200 SL é um herbicida não seletivo e dessecante de ação de contato, pertence ao grupo químico
bipiridílio e é apresentado na formulação concentrado solúvel. Este produto é indicado para dessecação
na pré-colheita das culturas: batata, feijão e soja (vide TABELA 1), também para o controle de plantas
daninhas nas culturas: algodão, café, citros, feijão, milho, girassol e soja (vide TABELA 2).


TABELA 1. DESSECAÇÃO NA PRÉ-COLHEITA DAS CULTURAS:


  Indicação                                                       Volume de Calda                    Nº máximo
                 Cultura           Dose (p.c)1
    de uso                                                             (L/ha)                       de aplicações
                                                            Pulverizador costal: 200L/ha
                                                          Pulverizador de barra tratorizado:
                                  1,5 a 2,5 L/ha                                                             1
                                                                   200 a 300 L/ha
                                                          Pulverização Aérea: 30 a 40 L/ha
                 Batata
                             Época e intervalo de aplicação: Aplicar no mínimo 7 dias antes da colheita da
                             batata. Na dessecação da batata não utilizar espalhante adesivo e não
                             pulverizar a folhagem da batata quando o solo estiver muito seco,
                             especialmente se a folhagem murchar durante o dia.

                                                            Pulverizador costal: 200L/ha
 Dessecação                                               Pulverizador de barra tratorizado:
  da cultura                      1,5 a 2,0 L/ha                                                             1
                                                                   200 a 300 L/ha
   na pré-                                                Pulverização Aérea: 30 a 40 L/ha
                  Feijão
   colheita
                             Época e intervalo de           aplicação:    Aplicar   quando      o   feijão       estiver
                             fisiologicamente maduro.

                                                            Pulverizador costal: 200L/ha
                                                          Pulverizador de barra tratorizado:
                                  1,0 a 2,0 L/ha                                                             1
                                                                   200 a 300 L/ha
                   Soja                                   Pulverização Aérea: 30 a 40 L/ha

                             Época e intervalo de aplicação: Aplicar quando a soja estiver
                             fisiologicamente madura.




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                Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                 CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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TABELA 2. CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS:

                                                                                                Nº máximo
                                                                      Volume de Calda
 Cultura         Plantas Daninhas                Dose (p.c)   1
                                                                                                    de
                                                                          (L/ha)
                                                                                                aplicações
            Amendoim-bravo ou leiteiro
                                                  1,5 L/ha*
              (Euphorbia heterophylla)
                 Algodão voluntário
                (Gossypium hirsutum)

                        Buva                                          Pulverizador costal:
                 (Conyza canadensis)                                       200L/ha

                 Caruru-de-mancha
                                                  2,0 L/ha*         Pulverizador de barra
                 (Amaranthus viridis)
                                                                    tratorizado: 200 a 300          1
                   Soja voluntária                                           L/ha
 Algodão            (Glycine max)

                   Trapoeraba                                       Pulverização Aérea: 30
              (Commelina benghalensis)                                     a 40 L/ha

                    Corda-de-viola
                                                  2,5 L/ha*
                 (Ipomoea grandifolia)
                  Milho voluntário
                                                  3,5 L/ha*
                     (Zea mays)
            Época e intervalo de aplicação: Aplicação única, 2 dias antes da semeadura das culturas,
            em área total e pós-emergência das plantas daninhas presentes na área quando estas
            apresentarem porte de 5 a 15 cm.

            Amendoim-bravo ou leiteiro
              (Euphorbia heterophylla)

                 Carrapicho-rasteiro
                                                                      Pulverizador costal:
             (Acanthospemnum australe)
                                                                           200L/ha
                    Corda-de-viola
             (Ipomoea aristolochiaefolia)       1,5 – 2,5 L/ha*     Pulverizador de barra           1
                   Cordão-de-frade                                  tratorizado: 200 a 300
                 (Leonotis nepetifolia)                                      L/ha
   Café
                      Guanxuma
                  (Sida rhombifolia)
                     Picão-preto
                    (Bidens pilosa)


            Época e intervalo de aplicação: Controlar plantas daninhas nas entrelinhas das culturas
            de café. Deve ser aplicado nas fases iniciais de crescimento da planta daninha (5 a 15 cm).



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            Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                             CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                                      Volume de Calda
 Cultura         Plantas Daninhas                Dose (p.c)    1
                                                                                                    de
                                                                          (L/ha)
                                                                                                aplicações

            Amendoim-bravo ou leiteiro
              (Euphorbia heterophylla)

                 Carrapicho-rasteiro
             (Acanthospemnum australe)
                                                                      Pulverizador costal:
                  Corda-de-viola                                           200L/ha
             (Ipomoea aristolochiaefolia)
                                                1,5 – 2,5 L/ha*     Pulverizador de barra           1
                   Cordão-de-frade                                  tratorizado: 200 a 300
  Citros         (Leonotis nepetifolia)                                      L/ha

                      Guanxuma
                  (Sida rhombifolia)

                     Picão-preto
                    (Bidens pilosa)


            Época e intervalo de aplicação: Controlar plantas daninhas nas entrelinhas das culturas
            de citros. Deve ser aplicado nas fases iniciais de crescimento da planta daninha (5 a 15
            cm).


            Amendoim-bravo ou leiteiro
              (Euphorbia heterophylla)

                 Carrapicho-rasteiro
             (Acanthospemnum australe)
                                                                      Pulverizador costal:
                  Corda-de-viola                                           200L/ha
             (Ipomoea aristolochiaefolia)
                                                                    Pulverizador de barra
                                                   1,5 – 2,0
                   Cordão-de-frade                                  tratorizado: 200 a 300          2
                                                     L/ha*
                 (Leonotis nepetifolia)                                      L/ha
  Feijão

                      Guanxuma                                        Pulverização Aérea:
                  (Sida rhombifolia)                                     30 a 40 L/ha


                     Picão-preto
                    (Bidens pilosa)


            Época e intervalo de aplicação: Controlar as plantas daninhas antes da semeadura da
            cultura do feijão. Deve ser aplicado nas fases iniciais de crescimento da planta daninha (5
            a 15 cm).
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            Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                             CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                                      Volume de Calda
 Cultura         Plantas Daninhas                Dose (p.c)    1
                                                                                                    de
                                                                          (L/ha)
                                                                                                aplicações

            Amendoim-bravo ou leiteiro
                                                   1,5 L/ha*
              (Euphorbia heterophylla)

                  Algodão voluntário
                (Gossypium hirsutum)                             Pulverizador costal:
                         Buva                                          200L/ha
                  (Conyza canadensis)
                  Caruru-de-mancha                             Pulverizador de barra
                                              2,0 L/ha*
                  (Amaranthus viridis)                         tratorizado: 200 a 300       1
                    Soja voluntária                                      L/ha
 Girassol
                     (Glycine max)
                      Trapoeraba                              Pulverização Aérea: 30
              (Commelina benghalensis)                                a 40 L/ha
                    Corda-de-viola
                                              2,5 L/ha*
                 (Ipomoea grandifolia)
                   Milho voluntário           3,5 L/ha*
                      (Zea mays)
            Época e intervalo de aplicação: Aplicação única, 2 dias antes da semeadura das culturas,
            em área total e pós-emergência das plantas daninhas presentes na área quando estas
            apresentarem porte de 5 a 15 cm.
            Amendoim-bravo ou leiteiro
                                                   1,5 L/ha*
              (Euphorbia heterophylla)

                 Algodão voluntário
                (Gossypium hirsutum)

                        Buva                                          Pulverizador costal:
                 (Conyza canadensis)                                       200L/ha
                 Caruru-de-mancha
                                                   2,0 L/ha*        Pulverizador de barra
                 (Amaranthus viridis)
                                                                    tratorizado: 200 a 300          1
                   Soja voluntária                                           L/ha
  Milho             (Glycine max)

                   Trapoeraba                                       Pulverização Aérea: 30
              (Commelina benghalensis)                                     a 40 L/ha

                   Corda-de-viola
                                                   2,5 L/ha*
                (Ipomoea grandifolia)

                  Milho voluntário
                                                   3,5 L/ha*
                     (Zea mays)

            Época e intervalo de aplicação: Aplicação única, 2 dias antes da semeadura das culturas,
            em área total e pós-emergência das plantas daninhas presentes na área quando estas
            apresentarem porte de 5 a 15 cm.


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            Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                             CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                                         Volume de Calda
   Cultura          Plantas Daninhas                Dose (p.c)    1
                                                                                                       de
                                                                             (L/ha)
                                                                                                   aplicações
               Amendoim-bravo ou leiteiro
                                                      1,5 L/ha*
                 (Euphorbia heterophylla)

                    Algodão voluntário
                   (Gossypium hirsutum)

                           Buva                                          Pulverizador costal:
                    (Conyza canadensis)                                       200L/ha

                    Caruru-de-mancha
                                                      2,0 L/ha*        Pulverizador de barra
                    (Amaranthus viridis)
                                                                       tratorizado: 200 a 300          1
                      Soja voluntária                                           L/ha
                       (Glycine max)
                                                                       Pulverização Aérea: 30
                      Trapoeraba
                                                                              a 40 L/ha
                 (Commelina benghalensis)

                      Corda-de-viola
                                                      2,5 L/ha*
                   (Ipomoea grandifolia)
     Soja
                     Milho voluntário
                                                 3,5 L/ha*
                        (Zea mays)
               Época e intervalo de aplicação: Aplicação única, 2 dias antes da semeadura das culturas,
               em área total e pós-emergência das plantas daninhas presentes na área quando estas
               apresentarem porte de 5 a 15 cm.
                                                                   Pulverizador costal:
                                                                         200L/ha

                                                                       Pulverizador de barra
                       Saco-de-padre
                                                   1,5 – 2,0 L/ha*     tratorizado: 200 a 300          1
               (Cardiospermum halicacabum)
                                                                                L/ha

                                                                       Pulverização Aérea: 30
                                                                              a 40 L/ha

               Época e intervalo de aplicação: Na pré-colheita da cultura da soja para dessecação de
               saco-de-padre.

(*) Adicionar espalhante adesivo não-iônico à calda de aplicação de acordo com a recomendação do
Fabricante.
(1) p.c. = produto comercial.



 MODO DE APLICAÇÃO:

 Dessecação de culturas:
 Batata, Feijão e Soja: OFFER 200 SL deve ser aplicado em área total, com o uso de pulverizador
 costal, pulverizador de barra tratorizado ou via pulverização aérea.
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               Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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Controle de plantas daninhas:
Café e Citros: OFFER 200 SL deve ser aplicado nas entrelinhas das culturas com o uso de
pulverizador costal ou pulverizador de barra tratorizado. Utilizar protetores de bicos, evitando que a
deriva atinja a cultura.
Algodão, Feijão, Girassol, Milho e Soja: OFFER 200 SL deve ser aplicado em área total, com o uso
de pulverizador costal, pulverizador de barra tratorizado ou via pulverização aérea para controle de
plantas daninhas antes da semeadura das culturas.
Soja: para o controle de Cardiospermum halicacabum em pré-colheita, OFFER 200 SL deve ser
aplicado em área total, com o uso de pulverizador costal, pulverizador de barra tratorizado ou via
pulverização aérea.

Para realizar as aplicações, seguir as especificações abaixo de acordo com o equipamento a ser
utilizado:
Pulverizador costal - Utilizar bico leque, da série 80 ou 110, com pressão de 15 a 20 lb/pol2,
aplicando no mínimo 200 Litros de calda/ha. Observar se está ocorrendo uma boa cobertura.
Pulverizador de Barra Tratorizado - Utilizar bicos leque da série 80 ou 110, com pressão entre 30 a
40 lb/pol2, aplicando entre 200 a 300 Litros de calda/ha.
Pulverização Aérea - Utilizar de 30 a 40 Litros de calda/ha, aplicação poderá ser com avião acoplado
de barra aplicadora. Utilizar pressão de 25 lb/pol2 com bicos cônicos, pontas D6 e D12 providos de
caracóis e placas com orifícios (ângulo de 90º). A altura do voo é de 2 a 3 m com faixa de deposição
de 12 a 15 m. As gotas têm um tamanho de 250 a 300 micras, com 30 a 40 gotas/cm 2. O diâmetro de
gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para adequar a densidade. Observações
locais devem ser feitas, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os
conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a
utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

Atenção:
Em todas as pulverizações deve ser observado:
a) Pulverizar as plantas daninhas nos primeiros estágios de crescimento (5 a 15 cm).
b) Utilizar sempre um espalhante adesivo de acordo com a recomendação do fabricante (Exceto
dessecação de batata).
c) Adicionar a quantidade recomendada de OFFER 200 SL no pulverizador contendo uma parte de
água. Completar o volume, não havendo necessidade de agitação durante a aplicação.
d) Fazer sempre uma cobertura uniforme das plantas daninhas a serem controladas.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

  CULTURA                                   DIAS
  ALGODÃO                                    (1)
  BATATA                                      7
  CAFÉ                                       16
  CITROS                                     14
  FEIJÃO                                      7
  GIRASSOL                                   (1)
  MILHO                                      (1)
  SOJA                                        7
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  SOJA (PRÉ-PLANTIO)                   (1)
    (1) – Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Pessoas sem Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) somente deverão entrar nas áreas tratadas
após completa secagem da calda de pulverização.

LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para
obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o
produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de
resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem
ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida,
consulte o seu exportador e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação
Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em
distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso
de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas
a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.


Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
     O produto é um herbicida de contato, portanto, durante a aplicação, deve-se evitar que a deriva
      atinja a cultura para evitar a fitotoxicidade.
     Na dessecação da batata não utilizar espalhante adesivo e não pulverizar a folhagem da batata
      quando o solo estiver muito seco e, especialmente, se a folhagem murchar durante o dia.
     Depois de um período de seca é importante esperar que o solo tenha sido completamente
      molhado pela chuva em volta das raízes. Não aplicar com solo seco.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
“MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.



INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.




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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem                                      algumas                                   recomendações:

   •   Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo D (inibidores do fotossistema
       I) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
   •   Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
   •   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
       regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
       e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
       www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
       HRAC-BR: (www.hrac-br.org.br), Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

                      GRUPO                           D                       HERBICIDA


O produto herbicida OFFER 200 SL é composto por Dibrometo de Diquate, que apresenta mecanismo de
ação de inibição do fotosistema I, pertencente ao Grupo D, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).



            MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

                       ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS:
    Produto para uso exclusivamente agrícola
    O manuseio deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
    Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
    Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
    Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
      recomendados.
    Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
      com a boca.
    Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
      útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
    Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
      áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
      habilitado.


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    Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
     primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
    Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
     longe do alcance de crianças e animais.
    Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
     ordem: macacão, botas, avental, equipamento de proteção respiratória, óculos, touca árabe e
     luvas.
    Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
     à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
    Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
      mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção
      respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral e
      luvas de proteção para produtos químicos.
    Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
      Individual (EPI) recomendados.
    Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
    Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
      manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
      coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
    Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
    Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
      (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
    Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
      estiver sendo aplicado o produto.
    Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
      respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
    Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras
      pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
    Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
      mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção
      respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral;
      touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
    Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
      aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
    Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
      avisos até o final do período de reentrada;
    Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
      o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
      Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
    Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
      aplicação;
    Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
      (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita);


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              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
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     Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
      para evitar contaminação;
     Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
      trancado, longe do alcance de crianças e animais;
     Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
     Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
      família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
     Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
     Não reutilizar a embalagem vazia;
     No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):macacão com
      tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
     Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
      ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
     A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
      protegida.
     Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela
      aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                                                                   - Nocivo se ingerido
                                                                                   - Pode ser nocivo em contato
                                                   PERIGO                            com a pele
                                                                                   - Tóxico se inalado



PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.
Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá- la.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave
a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.



                                        INTOXICAÇÕES POR OFFER 200 SL
                                            INFORMAÇÕES MÉDICAS

      Grupo
     Químico            Bipiridílio
      Classe
   toxicológica         Categoria 3 – Produto Moderadamente Tóxico
                        Em mamíferos diquate tem a capacidade de sofrer oxidação e redução e é rapidamente
                        convertido em radicais livres que reagem com oxigênio molecular gerando ânions
                        superóxidos e subsequentemente outros produtos de redução/oxidação. Em estudos
     Mecanismos
                        conduzidos com animais de laboratório, diquate pode ser considerado como não
    de toxicidade
                        carcinogênico, não genotóxico, bem como não apresentou efeito sobre o
                        desenvolvimento ou reprodução ou sistema nervoso.

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                  Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
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    Vias de
                    Oral, inalatória e dérmica.
   exposição
                    Após administração oral a ratos, diquate demonstrou baixa absorção oral (4%), sendo
                    a maior parte da dose administrada excretada rapidamente pelas fezes. A excreção
                    biliar representou <5% da dose administrada. Os níveis máximos da substância nos
                    tecidos e sangue foram observados aproximadamente 2-4 horas após a administração.
                    Os níveis mais altos de resíduos foram observados no fígado, rim e pulmão e
                    diminuíram acentuadamente em 48 horas. Não houve evidência de bioacumulação.
                    Administração de uma dose baixa de diquate apresentou excreção pelas fezes (83-
  Toxicocinética    102%) e urina (3-9%) dentro de 48h, enquanto uma alta dose de diquate apresentou
                    excreção pelas fezes (44%) e urina (7%) porém com ocorrência de 29% da dose ainda
                    presente no trato gastrointestinal. Em 168h os níveis de diquate encontrados nos
                    tecidos, órgãos e fluídos corporais foram mínimos ou praticamente nulos. O
                    metabolismo foi limitado, com >60% de diquate excretado inalterado. Cerca de 5% da
                    dose foi excretada como diquate monopiridona, principalmente nas fezes. Os resíduos
                    urinários foram <20% (<1% da dose administrada) e consistiam nos metabólitos ácido
                    picolínico, diquate dipiridona e diquate monopiridona.
                    Diquate é um herbicida de contato do grupo químico bipiridílico que atua como
                    aceptores de elétrons no Fotossistema I (FSI). A interrupção do fluxo de elétrons na
                    cadeia respiratória leva à inibição da redução de NADP+ e à produção do radical
                    diquat reduzido, que na presença de oxigênio produz peróxido de hidrogênio e outros
  Toxicodinâmica
                    produtos da redução/oxidação, que depois peroxidam lipídios nas membranas. Essa
                    peroxidação, por sua vez, causa ruptura nas membranas e, consequentemente, a
                    morte rápida das plantas. Essa aceitação dos elétrons pelos bipiridilios não é exclusiva
                    das plantas. Os herbicidas do grupo químico bipiridílico também podem aceitar
                    elétrons da via de elétrons nas mitocôndrias e, em seguida, formarem espécies
                    reativas de oxigênio que peroxidam as membranas. Em mamíferos, esses herbicidas
                    parecem atingir os pulmões onde a substância se acumula no epitélio alveolar. Uma
                    vez nesses tecidos, esses herbicidas geram espécies reativas de oxigênio que parecem
                    induzir apoptose nessas células.
                    As informações detalhadas a seguir foram obtidas de estudos agudos com animais de
                    experimentação tratados com a formulação à base de diquate, OFFER 200 SL:

                    Exposição Oral: Em estudo de toxicidade aguda oral com animais de experimentação,
                    a substância teste causou duas mortes na dose 2000 mg/kg p.c. e sinais clínicos como
   Sintomas e       pelos eriçados e letargia. A dose de 300 mg/kg não causou mortes, alterações clínicas
      Sinais        ou comportamentais.
     Clínicos
                    Exposição Inalatória: Em estudo de toxicidade inalatória com animais de
                    experimentação, foram observados sinais clínicos como cifose, tremores musculares,
                    piloereção, dispnéia, ataxia e apatia (leve, moderada e severa). Esses sinais iniciaram
                    nos dias 0 e reverteram nos dias 1 a 4 de observação ou persistiram até a morte dos
                    animais. Foram registrados óbitos entre os animais expostos à atmosfera contendo a
                    substância teste durante 4 horas. Os achados macroscópicos na necropsia foram:
                    congestão e edema pulmonar, congestão hepática e hepatomegalia.

                    Exposição Cutânea: Em estudo de toxicidade dérmica com animais de
                    experimentação, a substância teste não causou mortes e o sinal clínico de toxicidade
                    observado na dose de 2000 mg/kg p.c. foi escamação. Em estudo de irritação cutânea
                    a substância teste causou eritema em 1/3 animais, reversível em 24 horas. O produto
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                  não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo método de Buehler.

                  Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular, todos os animais de experimentação
                  apresentaram irite, hiperemia na conjuntiva e quemose, reversíveis em até 72
                  horas.

                  Exposição Crônica: O ingrediente ativo dessa formulação não foi considerado
                  mutagênico, teratogênico ou carcinogênico para seres humanos. À luz dos
                  conhecimentos atuais, não é considerado desregulador endócrino e não
                  interfere com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos” a seguir.
                  O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
   Diagnóstico
                  produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis.
                  Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
                  clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte
                  respiratório.
                  Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
                  cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa.
                  Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas.
                  Avaliar estado de consciência do paciente.
                  Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais
                  se necessário. Intubação e ventilação conforme necessário, especialmente se o
                  paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar
                  oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro
                  de intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida.
                  Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e
                  os efeitos locais.
   Tratamento     Exposição Oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder
                  com:
                  - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-
                  12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de
                  carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de
                  uma hora após a ingestão.
                  - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do
                  produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária.
                  Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a
                  disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por
                  intubação endotraqueal com cuff.
                  ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
                  aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado
                  para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
                  inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
                  Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer
                  adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de
                  insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica.
                  Exposição Dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação
                  cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
                  abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor
                  o paciente deve ser encaminhado para tratamento.
                  Exposição Ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução

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                       salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e
                       mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o
                       paciente para tratamento específico.
                       Antídoto: Não há antídoto específico.
                       Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca
                       a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário
                       de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta
                       atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
                       descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e
                       máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
                       A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
      Contra -         pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do
    indicações         nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
                       aspiração do conteúdo gástrico.
    Efeitos das
    interações         Não foram relatados efeitos de interações químicas para diquate em humanos.
     químicas
                            Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                                   tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001.
                                 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                       (RENACIAT/ANVISA/MS).
      ATENÇÃO
                        As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
                                                      Notificação Compulsória.
                         Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
                                 Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                                         Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149



MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: 300 - 2000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 2.000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: 0,684 mg/L
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Em estudo de toxicidade dérmica com animais de
experimentação, a substância teste não causou mortes e o sinal clínico de toxicidade observado na dose
de 2000 mg/kg p.c. foi escamação. Em estudo de irritação cutânea a substância teste causou eritema em
1/3 animais, reversível em 24 horas. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias
pelo método de Buehler.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular, todos os animais de
experimentação apresentaram irite, hiperemia na conjuntiva e quemose, reversíveis em até 72 horas.
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Mutagenecidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em células de camundongos.

Efeitos Crônicos:
Diquate: No estudo de 24 meses em ratos (dieta), o principal efeito tóxico observado foi catarata, nas
doses de 2,91 e 14,88 mg íon diquate/kg p.c./dia (machos) e 3,64 e 19,44 mg íon diquate/kg p.c./dia
(fêmeas). No nível de dose mais alto, observou-se uma diminuição no ganho de peso corpóreo e na
utilização alimentar (NOAEL machos: 0,58 mg íon diquate/kg p.c./dia; NOAEL fêmeas: 0,72 mg íon
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 diquate/kg p.c./dia). A administração de diquate a camundongos por 24 meses resultou em redução do
 peso corpóreo, juntamente com uma discreta redução no consumo alimentar, aumento da secreção
 ocular e aumento do peso renal e nefropatia leve (NOAEL 3,6 e 4,8 mg íon diquate/kg p.c./dia em
 machos e fêmeas, respectivamente). Não houve evidência de carcinogenicidade em nenhuma das
 espécies testadas. A partir do peso das evidências, pode-se concluir que o dibrometo de diquate não
 apresenta risco genotóxico in vivo. No estudo de duas gerações em ratos, não foram observados efeitos
 adversos significativos no resultado reprodutivo nos animais tratados com diquate a 1,6, 7,9 e 38,7 mg
 íon diquate/kg p.c./dia (machos) e 1,7, 8,4 e 40,4 mg íon diquate/kg p.c./dia (fêmeas). Nos animais que
 receberam 38,7 e 40,4 mg íon diquate/kg p.c./dia houve evidência de toxicidade em adultos (ganho de
 peso reduzido, catarata) e na prole (ulceração do palato duro e lesões no trato urinário). Houve baixa
 incidência de toxicidade a 7,9 e 8,4 mg íon diquate/kg p.c./dia e apenas em adultos (lesões bucais em
 ambas as gerações e uma incidência ligeiramente aumentada de catarata parcial em fêmeas de F1)
 (NOAEL: 1,6 mg íon diquate/kg p.c./dia; NOAEL reprodutivo: 34,7 mg íon diquate/kg p.c./dia). No estudo
 de toxicidade para o desenvolvimento em ratos, a administração de diquate a 12 ou 4 mg íon diquate/kg
 p.c./dia resultou em toxicidade materna leve e transitória (redução do ganho de peso corpóreo e
 consumo alimentar reduzido) (NOAEL materno: 4 mg íon diquate/kg p.c./dia; NOAEL de
 desenvolvimento: 12 mg íon diquate/kg p.c./dia). Diquate administrado a coelhos por gavagem a 10 mg
 íon diquate/kg p.c./dia causou toxicidade materna (redução do peso corpóreo e do consumo alimentar) e
 fetotoxicidade (redução do peso fetal e aumento da incidência de defeitos e variações esqueléticas).
 Observou-se uma leve toxicidade materna a 3 mg íon diquate/kg p.c./dia (NOAEL materno: 1 mg íon
 diquate/kg p.c./dia; NOAEL desenvolvimento: 3 mg íon diquate/kg p.c./dia). Não foram encontradas
 evidências nesses estudos de que o diquate é tóxico para a reprodução. Nos estudos de toxicidade no
 desenvolvimento, diquate não causou malformações em ratos ou coelhos, mesmo em doses em que a
 toxicidade materna foi evidente. Também não foram identificados órgãos-alvo relevantes após estudos
 de exposições repetidas.


       INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS
                                NATURAIS RENOVÁVEIS

                        DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1.   PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
     AMBIENTE:

 Este produto é:
 ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
 (X) Muito Perigoso ao meio Ambiente (CLASSE II)
 ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
 ( ) Pouco Perigoso ao meio Ambiente (CLASSE IV)

      Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
      Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
      Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
       (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
       público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
       agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
      Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
       aeroagrícolas
      Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
      Não utilize equipamentos com vazamento.

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                Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                 CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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    Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
    Aplique somente as doses recomendadas.
    Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
     Evite a contaminação da água.
    A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
     da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

   2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
      PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

    Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
    O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
     rações ou outros materiais.
    A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
    O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
    Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
    Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
    Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
     para o recolhimento de produtos vazados.
    Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
     Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
    Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

   3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
    Isole e sinalize a área contaminada.
    Contate as autoridades locais competentes e a empresa YONON BRASIL DEFENSIVOS AGRICOLAS
      LTDA.
    Telefone da empresa: (11) 3032-2090.
    Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de PVC,
      óculos protetores e máscara com filtro).
    Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
      drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
      Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
      uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
      deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo,
      para sua devolução e destinação final.
      Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
      material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
      registrante conforme indicado.
      Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
      contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
      medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
      hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
    Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO,
      ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.



   4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
      DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
      UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

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     EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

     LAVAGEM DA EMBALAGEM
     Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
     Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

     Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
     Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
     o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
 •   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
     posição vertical durante 30 segundos;
 •   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
 •   Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
 •   Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
 •   Faça esta operação três vezes;
 •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

     Lavagem sob pressão:
     Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
     seguintes procedimentos:
 •   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil no pulverizador;
 •   Adicione o mecanismo para liberar o jato d’água.
 •   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas de embalagem, por 30 segundos;
 •   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
 •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

     Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
     procedimentos:
 •   Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
     a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
 •   Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
     direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 •   Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
 •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

     ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
 •   Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser
     armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
     não lavadas.
 •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
     local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
     guardadas as embalagens cheias.

     DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
 •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
     tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
     fiscal, emitida no ato da compra.
 •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro do seu prazo
     de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do

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     prazo de validade.
 •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para o efeito de fiscalização, pelo prazo
     mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

     TRANSPORTE
 •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
     rações, animais e pessoas.

     EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
     ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

     ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
 •   O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
     local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
     guardadas as embalagens cheias.
 •   Use luvas no manuseio dessa embalagem.
 •   Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
     separadamente das embalagens lavadas.


     DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
 •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
     tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
     fiscal, emitida no ato da compra.
 •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
     prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
     prazo de validade.
 •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
     mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

     TRANSPORTE
 •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
     rações, animais e pessoas.

     EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)
     ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

     ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
 •   O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
     local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
     guardadas as embalagens cheias.

     DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
 •   É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
     local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

     TRANSPORTE
 •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
     rações, animais e pessoas.


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                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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       DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
 •     A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
       realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
       competentes.
 •     É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
       FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
 •     EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
       EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
 •     A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
       contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

       PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
 •     Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
       pelo do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
 •     A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
       operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
       ambiental competente.

     5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
 •     O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
       como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
       rações, medicamentos ou outros materiais.

     6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
        OU DO MUNICÍPIO:




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                Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                 CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                

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