Odeon
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Fungicida
clorotalonil (isoftalonitrila) (825 g/kg)
Informações
Número de Registro
11524
Marca Comercial
Odeon
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
clorotalonil (isoftalonitrila) (825 g/kg)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Amendoim
Cercospora arachidicola
Cercosporiose; Mancha-castanha
Batata
Alternaria solani
Pinta-preta; Pinta-preta-grande
Batata
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Cebola
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Cebola
Peronospora destructor
Cinza; Míldio
Cenoura
Alternaria dauci
Mancha-de-Alternaria; Queima-das-folhas
Feijão
Colletotrichum lindemuthianum
Antracnose
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Mamão
Asperisporium caricae
Sarna; Varíola
Maçã
Venturia inaequalis
Sarna; Sarna-da-macieira
Melancia
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Pepino
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Rosa
Diplocarpon rosae
Mancha-das-folhas
Tomate
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Uva
Plasmopara viticola
Mofo; Míldio
Conteúdo da Bula
ODEON
Fungicida
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 11524
COMPOSIÇÃO:
Clorotalonil (Tetrachloroisophthalonitrile)..............................................………………….825 g/kg (82,5% m/m)
Outros Ingredientes .............................................…………........…................................175 g/Kg (17,5% m/m)
GRUPO M5 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida com ação de contato.
GRUPO QUÍMICO: Clorotalonil: Isoftalonitrila.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG).
TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000 CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual: 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLOROTALONIL TÉCNICO ADAMA – REGISTRO MAPA nº 9217
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang City, Shandong Province, 262737 - China
CLOROTALONIL TÉCNICO MILENIA – REGISTRO MAPA nº 04799
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual: 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A
Avenida Júlio de Castilhos, 2085, CEP 95860-000 – Taquari/RS
Tel. (51) 3653-9400 – Fax: (51) 3653-9555 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot-Hovav, Beer Sheva, 8551600 - Israel
JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD.
Jinger Road, Xinyi - China
SHANDONG DACHENG PESTICIDE CO., LTD.
Nº 25 Honggou Rd, Zhangdian, Zibo - China
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CLOROTALONIL TÉCNICO ADAMA BR - REGISTRO MAPA nº 24516
JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD.
No. 19 Xingang Road, Xinyi - China
JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD.
No. 55, Jingjiu Road, Xinyi, 221400 - China
SHANDONG DACHENG BIO-CHEMICAL CO., LTD
Nº. 222 Changguo East Road, Zhangdian District, Zibo City - China
CLOROTALONIL TÉCNICO ADAMA BRASIL - REGISTRO MAPA nº 9217
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang 262737 - China
CLOROTALONIL TÉCNICO OXON - REGISTRO MAPA nº 011207
JIANGYIN SULI CHEMICAL CO. LTD.
Nº 7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City, Jiangsu Province, 214444 - China
FORMULADORES:
ADAMA BRASIL S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual: 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A.
Avenida Júlio de Castilhos, 2085, CEP 95860-000 – Taquari/RS
Tel. (51) 3653-9400 – Fax: (51) 3653-9555 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot Hovav, Eco-Industrial Park, Beer-Sheva - Israel
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
ODEON é um fungicida de contato a ser utilizado em pulverização nas culturas de amendoim, batata, cebola,
cenoura, feijão, maçã, mamão, melancia, pepino, rosa, tomate e uva.
CULTURA, ALVO, DOSE, CALDA, MODALIDADE, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO DE APLICAÇÕES:
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 4
Terrestre: aplicações com
1,25 a 1,5
Amendoim Mancha Castanha Cercospora arachidicola 200 a 400 intervalo de 7 a
kg/ha
L/ha 10 dias por ciclo
da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON no aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
Máximo de 8
Pinta Preta Alternaria solani Terrestre: aplicações com
1,5 a 1,8
Batata 400 a 1000 intervalo de 7
kg/ha
Requeima Phytophthora infestans L/ha dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON logo após a emergência da cultura.
Máximo de 5
Míldio Peronospora destructor Terrestre: aplicações com
Cebola 1,8 kg/ha 400 a 1000 intervalo de 7
Mancha-púrpura Alternaria porri L/ha dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
Máximo de 5
0,25 Terrestre: aplicações com
Mancha-de-alternaria
Cenoura Alternaria dauci kg/100 L 400 a 1000 intervalo de 7
(queima-das-folhas)
de água L/ha dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
Colletotrichum Máximo de 4
Antracnose aplicações com
lindemuthianum 1,5 a 1,8
Feijão 500 L/ha intervalo de 10 a
kg/ha
Mancha angular Phaeoisariopsis griseola 15 dias por ciclo
da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
Máximo de 5
0,15 aplicações com
1000 a
Maçã Sarna-da-macieira Venturia inaequalis kg/100 L intervalo de 7
2000 L/ha
de água dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON no estádio C (pontas verdes) e repetir a cada 7 dias até o estádio D2 (meia polegada verde
com folhas). Iniciar novamente em dezembro repetindo a cada 7 dias, não ultrapassando 5 aplicações por
ciclo da cultura.
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 5
0,25
Terrestre: aplicações com
kg/100
Mamão Varíola Asperisporium caricae 400 a 1000 intervalo de 14
Litros de
L/ha dias por ciclo da
água
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
Máximo de 5
0,25 Terrestre: aplicações com
Pseudoperonospora
Melancia Míldio kg/100 L 400 a 1000 intervalo de 7
cubensis
de água L/ha dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
Máximo de 5
0,25 Terrestre: aplicações com
Pseudoperonospora
Pepino Míldio kg/100 L 400 a 1000 intervalo de 7
cubensis
de água L/ha dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
0,25 Terrestre:
Aplicação a
Rosa Mancha-negra Diplocarpon rosae kg/100 L 400 a 1000
cada 7 dias.
de água L/ha
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
Máximo de 8
0,15 a
aplicações com
0,18 Terrestre:
Tomate Requeima Phytophthora infestans intervalo de 7
kg/100 L 1000 L/ha
dias por ciclo da
de água
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON uma semana após a emergência da cultura.
Máximo de 4
0,15 kg/ aplicações com
1000 a
Uva Míldio Plasmopara viticola 100 L de intervalo de 7 a
2000 L/ha
água 10 dias por ciclo
da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar ODEON preventivamente quando as condições climáticas favorecerem o aparecimento da doença.
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do fungicida ODEON poderá ser efetuada através de pulverização terrestre.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
ODEON pode ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres (pulverizador costal
manual, pressurizado ou motorizado, tratorizado ou autopropelido) equipados com pontas de pulverização
(bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das
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plantas. Na cultura da maçã, a aplicação do produto também poderá ser feita através do turbo-atomizador
tratorizado.
Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a
ocorrência de deriva:
- Diâmetro de gotas: 100 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida,
adicionar ODEON nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da
calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do
tanque em funcionamento também durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto ODEON, pois pode haver risco de
inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima que 10 km/h não aplique o produto ODEON, devido ao potencial de
deriva pelo movimento do ar.
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação,
o relevo, à altura da barra, a cultura e, especialmente, as condições climáticas (temperatura, umidade relativa
do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser considerados para reduzir a
possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar todos estes fatores para tomar a
decisão de quando aplicar o produto.
LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com ODEON.
Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros
produtos, ocorrendo contaminação cruzada. Estes resíduos também podem gerar problemas de
contaminação de áreas vizinhas, caso ocorra deriva de gotas pelo vento.
Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para realização
correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico.
Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira lavagem retirar
o máximo de resíduos, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e limpeza dos filtros e a terceira
lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos para limpeza de tanque, após prosseguir
com o enxague seguindo a recomendação do fabricante.
Recomenda-se, diariamente, após a utilização do pulverizador proceder a extração/retirada de toda a calda
remanescente do produto de dentro do equipamento de aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Amendoim 14
Batata 7
Cebola 7
Cenoura 7
Feijão 14
Maçã 14
Mamão 7
Melancia 7
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CULTURA DIAS
Pepino 7
Rosa UNA
Tomate 7
Uva 7
UNA - Uso não alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas;
• Na cultura da maçã observar o período em que o produto não deve ser aplicado por problemas de
“russeting”.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas,
época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros,
visam o melhor equilíbrio do sistema.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e
para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M5 para o controle do mesmo alvo,
sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê
de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org) e ao Ministério da Agricultura e Pecuária
(MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO M5 FUNGICIDA
O produto fungicida ODEON é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação por contato,
pertencente ao Grupo M5 segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas).
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos, e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas de borracha, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico
classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
de segurança.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
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- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro classe P2, óculos de segurança com proteção lateral;
touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
de segurança.
Nocivo se ingerido
PERIGO Fatal se inalado
Provoca lesões oculares graves
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com
muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso
utilize lentes de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc) contaminados
e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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- INTOXICAÇÕES POR ODEON -
- INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Clorotalonil: Isoftalonitrila
Classe toxicológica CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Após administração oral em estudos conduzidos com ratos, apresentou
rápida absorção de doses baixas a médias (1,5 - 50 mg/kg p.c.) e um
pouco mais lentamente em níveis de dose ≥160 mg/kg p.c. A absorção
de clorotalonil a 1,5 – 5,0 mg/kg p.c. variou de 19 a 32 % da dose
administrada. Em níveis mais elevados (200 mg/kg p.c.), a absorção é
reduzida para 8,5 – 15,5 % da dose administrada. Níveis máximos no
plasma foram alcançados em, aproximadamente, 6, 9 e 12-16 horas
após a administração de 5, 50 e 200 mg/kg p.c., respectivamente. Os
níveis plasmáticos foram maiores em fêmeas do que em machos.
Rapidamente distribuido nos tecidos sendo os maiores níveis
observados no rim, fígado e pulmões, porém sem evidência de
bioacumulação. O metabolismo de clorotalonil ocorre por hidroxilação
para R182281 (principal metabólito no plasma), seguida por conjugação
(múltipla) com glutationa (glutationa-Stransferase). No rato, o conjugado
Toxicocinética de diglutationa foi o principal metabólito encontrado na bile. Na urina,
nove metabólitos foram identificados com uma mistura de diferentes
conjugados. Nas fezes, o clorotalonil inalterado foi o principal
componente. Clorotalonil também foi rapidamente excretado em doses
baixas a moderadas, com ≥ 80 % da dose administrada (5 mg/kg p.c.)
sendo excretada em 48 horas. Às 168 horas após a administração de 5,
50, 200 mg/kg p.c., a excreção se deu principalmente via fezes (82-115%
da dose), com apenas pequenas quantidades sendo excretadas pela
urina (2,9- 7,0 % em machos e 3,0-11,5 % em fêmeas). Para a menor
dose (5 mg/kg p.c.), a excreção biliar foi de 12 – 17 % (fêmeas) e 11 –
21 % (machos) dentro de 48 a 72 horas; já para a dose elevada (200
mg/kg p.c.), foi de 4,9 % (fêmeas) a 7,5 % (machos) em 72 horas.
Portanto, parte da quantidade normalmente excretada pelas fezes foi
absorvida e excretada pela bile, indicando a ocorrência de recirculação
enterohepática.
Toxicodinâmica Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais Toxicidade aguda: é um potente irritante e sensibilizante. Em humanos
clínicos expostos observados os seguintes sinais e sintomas:
Dérmica: irritante (dermatite aguda, fotossensibilização, dermatite de
contato alérgica, dermatite pigmentada, reações de hipersensibilidade,
urticária, eczema, eritema de face).
Ocular: irritante (dor, conjuntivite, ceratite, edema, eritema periorbital).
Inalatória: irritante (dor nasal, odinofagia, sensação de aperto na faringe
e no peito, asma).
Sensibilização: sensibilização dérmica e reação anafilática.
Exposição crônica: Na classificação da IARC, o Clorotalonil é
considerado possível carcinogênico para humanos (Grupo 2B). Não há
evidências de genotoxicidade ou teratogenicidade em humanos.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de
exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis.
Tratamento Antídoto: Não há antídoto específico.
Tratamento Geral: O Tratamento de intoxicações pelo produto
formulado deve ser sintomático e de manutenção das funções vitais do
paciente.
Medidas de Descontaminação: remover de imediato roupas, sapatos e
acessórios usados no momento da exposição e lavar de forma
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cuidadosa e abundante pele e cabelos com água fria e sabão. Lavar bem
os olhos com soro fisiológico ou água por no mínimo 15 minutos.
Monitoramento em casos de Ingestão do produto: avaliar volume e
concentração do produto ingerido, e o tempo decorrido até o
atendimento médico, sendo:
• Ingestão recente (até 2 h): realizar lavagem gástrica e administrar
carvão ativado (50-100 g para adultos, 25-50 g para crianças de 1 a 12
anos, e 1 g/kg para menores de 1 ano) diluído em água na proporção de
30 g para 240 mL de água.
Monitoramento em casos de exposição inalatória: remova o paciente
para um local arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer
tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato
respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na
ventilação, se necessário.
Acompanhar nível de consciência do paciente e proteger vias aéreas de
possível aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral
esquerdo ou por intubação endotraqueal com cuff.
IMPORTANTE: Não provocar vômito, mas caso apareça quadro de
vômito e
espontâneo, não deve ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar
que aspire resíduo.
CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS:
• EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha
ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de
reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento.
• Usar Equipamentos de Proteção Individual durante atendimento,
como: luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não
se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver
deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para Clorotalonil em
interações químicas humanos.
ATENÇÃO
• Ligue para o Disque – Intoxicação: 0800-722 6001, para notificar
o caso e obter informações especializadas sobre Diagnóstico e
Tratamento - Rede Nacional de Centros de Informação e
Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
• As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso
no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefone de Emergência ADAMA BRASIL S/A: 0800-200 2345
(43) 3371-9330 Fax: (43) 3371-9017
https://www.adama.com/brasil/pt/contato
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
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EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: 300 - 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 0,53 mg/L/4h
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Não foram observados edemas ou eritemas nos animais tratados
durante o período de teste. Produto não irritante.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: Durante as avaliações macroscópicas foram observadas opacidade
da córnea, hiperemia, edema e secreção conjuntivais em 3/3 dos olhos testados e presença de secreção
purulenta na câmara anterior do globo ocular em 1/3 dos olhos testados. As avaliações microscópicas
revelaram a presença de reações inflamatórias purulentas moderadas a severas relacionadas ao tratamento
em 3/3 dos olhos testados. Produto extremamente irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: Produto não sensibilizante.
Mutagenicidade: Produto não mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS:
Em estudo de 2 anos em ratos, os animais tratados com as maiores doses (177,5 e 183 mg/kg p.c./dia)
apresentaram redução do ganho de peso corpóreo; efeitos renais como aumento de peso, hiperplasia epitelial
tubular, nefropatia progressiva crônica, cistos corticais e tumores; aumento no peso do fígado e hipertrofia
hepatocelular; em doses elevadas os efeitos relacionados à capacidade irritativa da substância foram
hiperplasia e hiperqueratose da mucosa escamosa do esôfago; necrose focal e ulceração da mucosa do
estômago glandular e hipertrofia da mucosa do duodeno (NOAEL: 1,8 mg/kg p.c./dia). Em estudos de
carcinogenicidade em camundongos, foram vistos efeitos semelhantes de órgão salvo aos observados em
estudos com ratos; hiperqueratose e hiperplasia na mucosa escamosa no estômago glandular e no esôfago
e efeitos renais (aumento de peso, degeneração tubular, hiperplasia e hipertrofia epitelial, aumento da
incidência de adenomas e carcinomas tubulares) (NOAEL: 5,4 mg/kg p.c./dia). Estudos de toxicidade aguda,
subcrônica e crônica demonstram que a toxicidade renal e a subsequente proliferação celular precedem a
formação de tumores. Uma vez que o aumento da incidência de tumores nos rins é considerado uma
consequência da hiperplasia tubular cortical, foram estabelecidos limites para a ocorrência de alterações pré-
neoplásicas e neoplásicas e foi demonstrado que o clorotalonil não é genotóxico/mutagênico em ratos e
camundongos in vivo. Informações adicionais indicam que seres humanos são menos sensíveis que os ratos
no que diz respeito ao desenvolvimento de efeitos renais que podem progredir para tumores após exposição
crônica ao clorotalonil considerando-se que: i) a absorção de clorotalonil (como conjugado clorotalonil-
glutationa) do trato gastrointestinal seja menor em humanos do que em ratos; ii) a ativação de conjugados
clorotalonil-cisteína no rim pela β-liase levando a intermediários reativos (tióis) que podem reagir com as
macromoléculas celulares (proteína, DNA) seja mais acentuada em ratos do que em humanos, pois a
atividade de várias enzimas necessárias para essa ativação é maior no rato (rim) do que em humanos.
Portanto, os ratos são considerados marcadamente mais sensíveis que humanos para alterações renais, o
que faz com que a exposição crônica humana ao nível de dose suficiente para produzir lesões renais seja
improvável. No estudo de toxicidade reprodutiva de duas gerações em ratos, observou-se redução do peso
corpóreo nas maiores doses em ambos os sexos (225 e 255 mg/kg p.c./dia) e em fêmeas F1 (124 mg/kg
p.c./dia) e machos F0 (110 mg/kg p.c./dia). Achados histopatológicos foram observados no rim (hipertrofia
tubular e hiperplasia epitelial, focos de hiperplasia de células claras, pigmentação, cariomegalia, epitélio
regenerativo) em todos os níveis de dose. Nos filhotes, o ganho de peso corpóreo durante a lactação foi
reduzido no nível mais alto de dose. O desempenho reprodutivo não foi afetado pelo tratamento (NOAEL
filhotes: 110 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodução: 225 mg/kg p.c./dia). Em um estudo de toxicidade no
desenvolvimento em ratos, observou-se toxicidade materna na maior dose (400 mg/kg p.c./dia) caracterizada
por fezes amolecidas/com muco/esbranquiçadas, material marrom ao redor do nariz/boca, perda de pelo/pelo
emaranhado na região urogenital, corrimento vaginal vermelho, aumento na mortalidade, redução do peso
corpóreo e consumo alimentar; aumento da perda pós-implantação e diminuição no tamanho viável da
ninhada também foram observadas na maior dose (NOAEL materno e de desenvolvimento: 100 mg/kg
p.c./dia). No estudo de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, a toxicidade materna foi caracterizada
pelo ganho reduzido de peso corpóreo no maior nível de dose (20 mg/kg p.c./dia). Nenhum efeito relacionado
ao tratamento foi observado nos parâmetros cesarianos e fetais (NOAEL materno: 10 mg/kg p.c./dia; NOAEL
fetal: 20 mg/kg p.c./dia). Diante dos achados, clorotalonil não é considerado teratogênico ou tóxico para a
reprodução em humanos.
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MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE E MUDANÇA DO CLIMA - MMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos e peixes).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÃO EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A.
− Telefone da empresa: 0800 400 7070.
− Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
- Piso Pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
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PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça essa operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
− Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
− Use luvas no manuseio desta embalagem.
− Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais
de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
− É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
− EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
− A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
− Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
− A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
− O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
Ceará: é vedada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de
2019.
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