Nuzoxy 250 SC
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Fungicida
Azoxistrobina (estrobilurina) (250 g/L)

Informações

Número de Registro
38118
Marca Comercial
Nuzoxy 250 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Azoxistrobina (estrobilurina) (250 g/L)
Titular de Registro
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Arroz
Bipolaris oryzae
Mancha-foliar; Mancha-parda
Arroz
Pyricularia grisea
Brusone
Aveia
Puccinia coronata var. avenae
Ferrugem-da-folha
Banana
Mycosphaerella musicola
Mal-de-Sigatoka; Sigatoka-amarela
Cevada
Drechslera teres
Mancha-em-rede-da-cevada; Mancha-reticular
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose
Trigo
Bipolaris sorokiniana
Helminthosporiose; Podridão-comum-da-raiz
Trigo
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Trigo
Puccinia triticina
Ferrugem-da-folha

Conteúdo da Bula

                                    NUZOXY 250 SC
          Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 38118
COMPOSIÇÃO:
methyl (E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimidin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate
(AZOXISTROBINA) ......................................................................................................... 250 g/L (25,0% m/v)
Outros Ingredientes....................................................................................................... 835 g/L (83,5% m/v)
                   GRUPO                                          C3                                         FUNGICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Fungicida de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Estrobilurina
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO:
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - CEP: 61939-000 - Maracanaú/CE - Fone.: (85) 4011-
1000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com - CNPJ:
07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Azoxystrobina Técnica Sumitomo – Registro MAPA nº 5414
Shangyu Nutrichem Co., Ltd. - No. 9º Weijiu Rd. Hangzhou Bay Shangyu Economic And Technological
Development Area, Zhejiang, 312369, China

FORMULADOR:
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III -
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Número de registro do
estabelecimento/Estado: 8764 IMA/MG
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I -
CEP: 61939-000 - Maracanaú/CE - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do
estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP

                          No do lote ou da partida:
                          Data de fabricação:                              VIDE EMBALAGEM
                          Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM
                                     SEU PODER.
             É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                                   É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                                         AGITE ANTES DE USAR
                                                          Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de
                                                 15 de junho de 2010)



Avenida Wilson Camurça nº 2138 - Distrito Industrial I
Maracanaú/CE - Brasil - Tel. (85) 4011-1000                                                  Nuzoxy-250-SC_BL-Agrofit_2023-05-25_Rev06

                                                                                                                            Página 1 de 16
  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO
                                    AO MEIO AMBIENTE




Avenida Wilson Camurça nº 2138 - Distrito Industrial I
Maracanaú/CE - Brasil - Tel. (85) 4011-1000               Nuzoxy-250-SC_BL-Agrofit_2023-05-25_Rev06

                                                                                      Página 2 de 16
  INSTRUÇÕES DE USO:

 NUZOXY 250 SC é um fungicida sistêmico, com atividade predominantemente preventiva, mas também
 com ação curativa e anti-esporulante, usado em pulverização para controle das doenças da parte aérea
 das culturas de algodão, arroz, aveia, banana, cevada, soja e trigo.


                           DOENÇAS                              DOSES                                          NÚMERO           INTERVALO DE
                                                                                     VOLUME DE CALDA
CULTURAS                 NOME COMUM                       PRODUTO COMERCIAL                                   MÁXIMO DE           APLICAÇÃO
                                                                                          (L/ha)
                        (Nome científico)                      (mL/ha)                                        APLICAÇÕES            (dias)
                                                                                          Tratorizado:
                                                                                           100 – 200
                             Ramulária
                                                                 200                                                3                  14
                         (Ramularia areola)
                                                                                             Aéreo:
                                                                                             20 - 50
 Algodão
                 INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação preferencialmente de maneira preventiva, ao redor de 40-45 dias após a
                 emergência da cultura ou nos primeiros sintomas da doença, caso a mesma ocorra antes. Realizar um máximo de 3 aplicações por
                 ciclo da cultura. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s) e modos de ação.


                 Usar adjuvante óleo mineral a 0,2% do volume da calda de aplicação.
                                                                                          Tratorizado:
                           Mancha-parda                                                    100 – 200
                                                                                                                                     14 - 21
                         (Bipolaris oryzae)
                                                                                             Costal:
                                                                 400                                                3
                                                                                           100 - 200
                              Brusone
  Arroz                                                                                                                              10 - 14
                         (Pyricularia grisea)                                                Aéreo:
                                                                                      20 - 50
                 INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação de maneira preventiva para controle da brusone e da mancha-parda
                 do arroz. Duas aplicações são, em geral, suficientes para o controle das doenças, mas podendo haver a necessidade de
                 uma terceira aplicação.

                 Usar adjuvante óleo mineral a 0,5% do volume de calda aplicada.
                                                                                          Tratorizado:
                                                                                           100 – 200


                        Ferrugem-da-folha                                                    Costal:
                                                               200 - 300                                            3                14 - 21
                 (Puccinia coronata var. avenae)                                           100 - 200


  Aveia                                                                                      Aéreo:
                                                                                     20 - 50
                 INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação preferencialmente de maneira preventiva para controle da Ferrugem
                 da Aveia. Pode-se também realizar a aplicação nos estágios iniciais de infecção da Ferrugem (traços a no máximo 5%),
                 dá-se preferência ao uso em conjunto com adjuvante. Utilizar as doses mais baixas em condições desfavoráveis ao
                 desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis. Duas aplicações são, em geral,
                 suficientes para o controle da doença, mas podendo haver a necessidade de uma terceira aplicação.

                 Usar adjuvante óleo mineral a 0,5% do volume de calda aplicada.




 Avenida Wilson Camurça nº 2138 - Distrito Industrial I
 Maracanaú/CE - Brasil - Tel. (85) 4011-1000                                                    Nuzoxy-250-SC_BL-Agrofit_2023-05-25_Rev06

                                                                                                                            Página 3 de 16
                           DOENÇAS                              DOSES                                    NÚMERO           INTERVALO DE
                                                                               VOLUME DE CALDA
CULTURAS                 NOME COMUM                       PRODUTO COMERCIAL                             MÁXIMO DE           APLICAÇÃO
                                                                                    (L/ha)
                        (Nome científico)                      (mL/ha)                                  APLICAÇÕES            (dias)
                                                                               Tratorizado / Turbo
                                                                                   atomizador:
                                                                                    100 – 200

                                                                                  Costal / Turbo
                                                                                   atomizador:
                 Sigatoka-amarela                                                   100 - 200
                                                               200 - 400                                      5                 30
                 (Mycosphaerella musicola)
                                                                                     Aéreo:
                                                                            Utilizar 20 L de calda /
 Banana
                                                                            ha (15 litros de água +
                                                                                5 litros de óleo
                                                                               mineral + 1,0% de
                                                                             espalhante adesivo).
                 INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação preventivamente, com intervalo de 30 dias entre as aplicações,
                 durante todo o período de potencial de ocorrência da Sigatoka-amarela. Visando o manejo de resistência, é
                 recomendado que essas aplicações de fungicida a cada 30 dias sejam intercaladas com fungicidas de outros grupos
                 químicos e modo de ação. Utilizar as doses mais baixas em condições desfavoráveis ao desenvolvimento da doença ou
                 em regiões onde a pressão da doença seja mais baixa, as doses mais altas devem ser utilizadas em condições mais
                 favoráveis onde há maior pressão de ocorrência (incidência e severidade) da doença.
                                                                                  Tratorizado:
                                                                                   100 – 200

                 Mancha-reticular                                                    Costal:
                                                                 200                                          3               14 - 21
                 (Drechslera teres)                                                 100 - 200

                                                                                       Aéreo:
 Cevada
                                                                                       20 - 50
                 INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação preferencialmente de maneira preventiva para controle da mancha-
                 reticular. Pode-se aplicar, também, nos estágios iniciais de infecção da doença (traços de no máximo 5% de incidência).
                 Duas aplicações são, em geral, suficientes para o controle da doença, mas podendo haver a necessidade de uma terceira
                 aplicação.

                 Usar adjuvante óleo mineral a 0,5% do volume de calda aplicada.
                 Crestamento-foliar                                              Tratorizado:
                 (Cercospora kikuchii)                                            100 – 200
                                                           200                                           2-3              14 - 21
                 Mancha-parda
                                                                                    Aéreo:
                 (Septoria glycines)
                                                                                    20 - 50
  Soja
                 INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação preventivamente, entre os estádios R5.1 e R5.5. Duas aplicações
                 podem ser necessárias para o controle das doenças de final de ciclo, observando-se um intervalo de 14 a 21 dias entre
                 as aplicações.

                 Usar adjuvante óleo mineral a 0,5% do volume de calda aplicada.
                 Mancha-marrom                                                     Tratorizado:
                 (Bipolaris sorokiniana)                                            100 – 200

                 Mancha-bronzeada                                                    Costal:
                                                               200 - 400                                      2               14 - 21
                 (Drechslera tritici-repentis)                                      100 - 200

                 Ferrugem-da-folha                                                     Aéreo:
  Trigo          (Puccinia triticina)                                                  20 - 50
                 INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação nos estádios iniciais de infecção (traços a 5% de incidência) das
                 doenças foliares do trigo. Duas aplicações são, em geral, suficientes para o controle das doenças para as quais o produto
                 é recomendado. As doses menores devem ser utilizadas para uso no controle de doenças foliares em variedades de trigo
                 com comprovada tolerância ou menor susceptibilidade às doenças.

                 Usar adjuvante óleo mineral a 0,5% do volume de calda aplicada.

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OBSERVAÇÕES:
Para aquelas culturas que requerem um grande número de aplicações, incluir o produto NUZOXY 250 SC
em programas de aplicação com fungicidas de outros grupos químicos.

MODO DE APLICAÇÃO:
NUZOXY 250 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais, motorizados,
tratorizados com barra ou auto propelido, estacionário com mangueira, turbo atomizador, e por via aérea
conforme recomendações para cada cultura.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado
considerando as especificações técnicas do mesmo.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as
recomendações do fabricante do equipamento.
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado
e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio
ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4
de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto de acordo com a dose recomendada para a
cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente
na cultura.

Cuidados durante a aplicação:
Independe do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser
mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as
paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos
fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a
cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com
movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à
altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser
formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem
ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem
de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto
que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom
movimento vertical do ar.




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EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de
Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma
altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor
possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de
gotas.
Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado
abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores
instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
  recomendadas.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro
Agrônomo.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação empregada.

Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas
práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições
constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre
consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do
alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem

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prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de
Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do vôo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo
do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura
das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 20 a 50L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado
abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores
instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os
  tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
  recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro
Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação empregada.

Lavagem do equipamento de aplicação:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote
todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção
individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da
limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
        Culturas                                         Intervalo de Segurança (dias)
        Algodão                                                       30
         Arroz                                                        30
         Aveia                                                        20
        Banana                                                         3
        Cevada                                                        20
          Soja                                                        21
         Trigo                                                        30


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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver
seca (cerca de 24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário
utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola;
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo;
- Utilizar o produto somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de
segurança de cada cultura.
- Fitotoxicidade: Desde que seguidas as recomendações de uso, não é esperado fitotoxicidade nas
culturas registradas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo
de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distinto do Grupo C3 para o controle do mesmo
alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

                    GRUPO                                C3                         FUNGICIDA
O produto fungicida NUZOXY 250 SC é composto por Azoxistrobina, que apresenta mecanismo de ação
Citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, pertencente ao Grupo C3, segundo classificação
internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).


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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de
culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros,
visam o melhor equilíbrio do sistema.

 DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
  a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
  fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
  áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
  pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro
  mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
  forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamentos de proteção individual (EPI) conforme a ordem a seguir: macacão de algodão
  hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
  por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2;
  óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
  segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
  sendo aplicado o produto.


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Maracanaú/CE - Brasil - Tel. (85) 4011-1000                        Nuzoxy-250-SC_BL-Agrofit_2023-05-25_Rev06

                                                                                               Página 9 de 16
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI) na seguinte ordem: macacão de algodão
  hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
  por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2;
  óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação,
  em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
  o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize
  os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas
  logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
  evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
  Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Vestimenta de
  proteção para risco químico com mangas compridas, botas de borracha e luvas de proteção para
  manuseio de produtos químicos.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  avental, touca árabe, óculos, botas, vestimenta de proteção, respirador e luvas.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Em ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
  em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                               ATENÇÃO   Provoca irritação ocular grave



 PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
 embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
 Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
 o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
 Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com
 muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro
 olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
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 Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
 contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
 Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
 ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção
 das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma
 a não se contaminar com o agente tóxico.

                                                   INTOXICAÇÕES POR NUZOXY 250 SC
                                                         INFORMAÇÕES MÉDICAS

   Grupo químico                    Estrobilurina

   Classe toxicológica              Categoria 5 - Produto Improvável De Causar Dano Agudo
   Vias de exposição                Oral, dérmica, ocular e inalatória.
                                    Após administração oral em ratos o produto foi bem absorvido e extensivamente
                                    metabolizado. A excreção foi rápida e não ocorreu acumulação nos tecidos. Não
                                    ocorreu diferença no metabolismo de ratos fêmeas e machos. Em estudo in vitro,
                                    a azoxistrobina foi pouco absorvida através da pele humana. Em estudos com
                                    ratos, a principal rota de absorção foi pela via oral (74-81%), sendo as demais
                                    vias secundárias. A azoxistrobina foi extensamente metabolizada, resultando na
                                    formação de no mínimo 15 metabólitos. As duas principais rotas metabólicas
   Toxicocinética                   foram: hidrólise e conjugação com ácido glucorônico. Os metabólitos resultantes
                                    polares foram excretados rapidamente. Após 7 dias, menos de 0,8% da dose
                                    administrada estava presente nos tecidos (principalmente no rim e no fígado) e
                                    carcaças, em ambos os sexos. Em 48 horas, (82-96) % da dose administrada
                                    oralmente foi eliminada, principalmente pelas fezes (73-89) % e, em menor
                                    proporção, pela urina (9-18) %. Em um estudo, (57-74) % da dose administrada
                                    foi recobrada na bile após 48h da administração, por gavagem, de uma dose
                                    única de 100 mg/kg. Não houve eliminação pelo ar exalado.
                                    Inibe o transporte de elétrons entre citocromos b e c1 nas mitocôndrias, assim
   Toxicodinâmica
                                    prevenindo a formação de ATP
                                    Para os produtos do grupo Estrobirulina, os efeitos de super dosagem não foram
                                    ainda reportados. Existem poucas informações disponíveis sobre os efeitos na
                                    saúde humana.
                                    As exposições ocupacionais ocorrerão provavelmente pelas vias dérmicas e/ou
                                    por inalação. A toxicidade aguda reportada é referente ao ingrediente químico
                                    puro e pode não refletir a toxicidade de produtos pesticidas formulados:
                                    Contato cutâneo-mucoso: em coelhos, produtos do grupo das Estrobilurinas
   Sintomas e sinais
                                    causaram moderadas irritações oculares e dérmicas.
   clínicos
                                    Ingestão: em estudos com animais expostos a fungicidas do grupo das
                                    estrobilurinas foram observados incremento no peso do fígado, hipertrofia
                                    hepática, alterações histopatológicas e lesões no fígado. Em exposições severas
                                    podem ocorrer diarréias, vômitos, insuficiência renal, enfraquecimento da
                                    consciência e dificuldade respiratória.
                                    Inalação: exposição à poeira do produto pode ocasionar irritação do nariz,
                                    garganta e pulmões.
                                    O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
   Diagnóstico
                                    quadro clínico compatível.
                                    As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente
   Tratamento
                                    ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
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                                    Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
                                    1. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele
                                    (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão.
                                    Remover a vítima para local ventilado.
                                    2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou
                                    água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
                                    3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à
                                    lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do
                                    risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em
                                    adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano,
                                    diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água.
                                    Tratamento sintomático e de manutenção.
                                    Antídoto: Não existe antídoto especifico
                                    A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
   Contraindicações
                                    pneumonite química.
   Efeitos das                      Uma vez que a azoxistrobina inibe etapas do sistema de transporte de elétrons
   interações                       na respiração mitocondrial, é recomendável evitar administrar qualquer
   químicas                         medicamento que também possa inibir este mecanismo de produção de energia.
                                       Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                                              tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                                           Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                                  (RENACIAT/ANVISA/MS)
                                        As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                                                            Agravos de Notificação Compulsória.
                                          Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
          ATENÇÃO                       (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                                                                          (Notivisa)
                                                           Telefones de Emergência da empresa:
                                                    Toxiclin (emergência toxicológica): 0800-014-1149
                                            Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.: (85) 4011-1000
                                                       SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011
                                             Endereço Eletrônico da Empresa: www.sumitomochemical.com
                                              Correio Eletrônico da Empresa: sac@sumitomochemical.com

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide quadro acima, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: >4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: >5,147 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: O produto não foi considerado irritante para a pele de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os animais de experimentação apresentaram hiperemia e
quemose. A irritação foi reversível em até 72 horas. Não houve opacidade da córnea.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias.
Mutagenicidade: Não mutagênico.
Efeitos Crônicos:
Em estudo de 3 meses com ratos, o produto técnico AZOXISTROBINA, administrado através da dieta,
causou uma diferença no desenvolvimento do peso corpóreo em animais tratados com uma dose de 6000
ppm. A avaliação histopatológica demonstrou que o órgão alvo foi o fígado. A dose testada de efeito não
observado (NOEL) foi correspondente a 20 mg/kg de peso corpóreo/dia.
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Em estudos de dois anos com ratos, o tratamento com o produto AZOXISTROBINA foi através da dieta. O
fígado foi considerado o órgão alvo e houveram ocorrências de hiperplasia epitelial ou ulceração do ducto
biliar e hiperplasia biliar do fígado. As alterações no fígado foram consideradas como secundárias para a
toxicidade do ducto biliar. Não houve evidências de que AZOXISTROBINA tenha sido carcinogênico aos
ratos. O nível de dosagem de 18 mg/Kg de peso corpóreo/dia foi tanto para o NOEL como NOAEL.
No estudo de 18 meses com camundongos a administração de AZOXISTROBINA na dieta foi tolerada sem
a ocorrência de toxicidade excessiva. Houve uma redução no crescimento dos animais na dose mais alta,
demonstrando com isso que a dose máxima havia sido atingida. O padrão e incidência das alterações não-
neoplásicas foram típicas das alterações encontradas nesta linhagem de camundongo. Não houve
diferenças estatisticamente significativas entre os animais controle e os animais tratados. Conclui-se que
o produto AZOXISTROBINA não é carcinogêncio para camundongos.

    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( X ) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite
  a contaminação da ambiental.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
  água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
  (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
  de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
  animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
  aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros
  materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
  recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
  Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

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3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química
  S.A. - Telefone de Emergência: (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
  óculos protetor e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou
  corpos d’águas naturais e siga as instruções abaixo:
- Piso Pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
  pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais
  ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para
  sua devolução e destinação final. Lave o local com grande quantidade de água.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
  e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
  conforme indicado acima.
- Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
  órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
  adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
  quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor
  do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's – Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados nas precauções no manuseio do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água:
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos:
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem mantê-la invertida sobre a -
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Avenida Wilson Camurça nº 2138 - Distrito Industrial I
Maracanaú/CE - Brasil - Tel. (85) 4011-1000                         Nuzoxy-250-SC_BL-Agrofit_2023-05-25_Rev06

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- Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com
sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
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• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é
feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de
lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão Ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
possam ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as
atividades agrícolas.




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