New Elatus 2
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Fungicida
Benzovindiflupyr (pirazol carboxamida) (150 g/kg) + ciproconazol (triazol) (375 g/kg)

Informações

Número de Registro
29823
Marca Comercial
New Elatus 2
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Benzovindiflupyr (pirazol carboxamida) (150 g/kg) + ciproconazol (triazol) (375 g/kg)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática

Conteúdo da Bula

                                    NEW ELATUS 2
                                                                               Bula Completa – 21.08.2025


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                                       NEW ELATUS 2
        Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 29823

COMPOSIÇÃO:
N-[(1RS,4SR)-9-(dichloromethylene)-1,2,3,4-tetrahydro-1,4-methanonaphthalen-5-yl]- 3-
(difluoromethyl)-1-methylpyrazole-4-carboxamide
(BENZOVINDIFLUPIR) .................................................................... 150 g/kg (15,0 % m/m)
(2RS,3RS;2RS,3SR)-2-(4-chlorophenyl)-3-cyclopropyl-1-(1H-1,2,4-triazol-1-yl)butan-2-ol
(CIPROCONAZOL)........................................................................... 375 g/kg (37,5 % m/m)
Outros ingredientes:....................................................................... 475 g/kg (47,5 % m/m)

              GRUPO                                  C2                             FUNGICIDA
              GRUPO                                  G1                             FUNGICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: FUNGICIDA TRANSLAMINAR SISTÊMICO
GRUPO     QUÍMICO:   BENZOVINDIFLUPIR  (PIRAZOL CARBOXAMIDA)                                                   E
CIPROCONAZOL (TRIAZOL)
TIPO DE FORMULAÇÃO: GRANULADO DISPERSÍVEL EM ÁGUA (WG)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º
andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11)
5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
BENZOVINDIFLUPIR TÉCNICO - Registro MAPA nº 02314:
Syngenta Crop Protection AG – Breitenloh 5, CH-4333, Muttenz 1, Münchwilen – Suíça.
Syngenta Crop Protection AG – Rue de l’lle-au-Bois, CH-1870, Monthey – Suíça.
Syngenta Nantong Crop Protection CO., LTD. - No. 1 Zhongyang Road, Nantong
Economic and Technological Development Area, Nantong, Jiangsu, 226009, China.
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited - Plot- 3501 to 3515, 6301 to 6313 & 16
Meter road / B1 & Plot No. 6008 to 6010, GIDC Industrial Estate, Ankleshwar-393002,
Bharuch District, Gujarat, India.

CIPROCONAZOL TÉCNICO SYN – Registro MAPA nº 001407:
Bayer CropScience Schweiz AG – Rothausstrasse 61, CH-4132, Muttenz, Suíça.
Saltigo GmbH – Operations ChemPark Leverkusen, 51369, Leverkusen, Alemanha.
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited. - Kesavaram, Venkatanagaram Post,
Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh, 531 127, Índia.

CYPROCONAZOLE TÉCNICO – Registro MAPA nº 01191:
Bayer CropScience Schweiz AG - Rothausstrasse 61, CH-4132, Muttenz – Suíça.


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CYPROCONAZOLE LCH TÉCNICO – Registro MAPA n° TC01123:
Jiangsu Chengyang Crop Science Co., Ltd - 83 Guan Qu Nan Lu, Nanjing Chemical
Industry Park 210047 Nanjing, Jiangsu – China.
CIPROCONAZOLE SC TÉCNICO HELM – Registro MAPA nº TC13121:
Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co. Ltd. - North Area of Dongsha Chem-Zone,
215600, Zhangjiagang, Jiangsu – China.
CIPROCONAZOL TÉCNICO AGROLEAD – Registro MAPA nº TC06422:
Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co. Ltd. - North Area of Dongsha Chem-Zone,
215600, Zhangjiagang, Jiangsu – China.
CYPROCONAZOLE TÉCNICO NGC – Registro MAPA nº TC13021:
Rudong Zhongyi Chemical Co. Ltd. - The Second Haibin Road, Coastal Economic
Development Zone, Rudong, Jiangsu, 226407 – China.
CYPROCONAZOLE TÉCNICO ZY – Registro MAPA nº TC05121:
Rudong Zhongyi Chemical Co., Ltd - The Second Haibin Road, Coastal Economic
Development Zone Rudong, Jiangsu, 226407 – China.

FORMULADOR:
Syngenta Korea Limited - 87, Seogam-ro 11-gil, lksan-si, Jeollabuk-do, 54588, República
da Coreia.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº ,
km 127,5 , Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-915 - Paulínia/SP - CNPJ:
60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Production France S.A.S. - 55, Rue du Fond du Val, F-27600 Saint Pierre La
Garenne, França.
IPT - Pergande GmbH - Wilfried-Pergande-Platz 1, 06369 Sudliches Anhalt OT Weissandt-
Golzau – Alemanha.
Kwizda Agro GmbH - Laaer Strasse/Kwizda Allee 1 A-2100 Leobendorf – Áustria.



    “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo
                                    Syngenta.”

                 Nº do Lote ou da Partida:
                 Data de Fabricação:              VIDE EMBALAGEM
                 Data de Vencimento:

      ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
              AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
    É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                            PROTEJA-SE.
           É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme
              previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)



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  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO.
 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I -
           PRODUTO ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C.




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 INSTRUÇÕES DE USO:

                DOENÇAS           DOSES                       VOLUME
                                                NÚMERO DE                  ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS                                                     DE CALDA
               Nome Comum        (g p.c./ha)    APLICAÇÕES                     APLICAÇÃO
                                                               (L/ha)
             (Nome Científico)
                                                                          Iniciar     as        aplicações
                                                                          preventivamente.               Se
                                                                          necessário      reaplicar      em
                 Ferrugem                                                 intervalos de 14 dias. Realizar
                  asiática                                                no máximo 2 aplicações por
                                                                          ciclo da cultura. Se forem
                (Phakopsora                                  Aplicação    necessárias mais aplicações,
                 pachyrhizi)                                 Terrestre:   complementar                  com
                                  200 a 250                  100 a 200    fungicida(s)      de      outro(s)
                                   (Utilizar                   L/ha       grupo(s) químico(s).
                                  adjuvante                               Utilizar as doses mais baixas
                                 específico,                              sob condições de menor
  SOJA                                               2
                                 recomenda                                pressão      da      doença      e
                                   do pelo                   Aplicação    utilização de variedades
                                 fabricante).                 Aérea:      tolerantes. Já as doses
                                                              20 a 40     maiores, utilizar em situações
                   Oídio                                       L/ha       de maiores pressões da
                                                                          doença        (utilização      de
               (Microsphaera                                              variedades mais suscetíveis
                  diffusa)                                                e/ou histórico da doença na
                                                                          região),       associado         a
                                                                          condições              climáticas
                                                                          favoráveis                      ao
                                                                          desenvolvimento do fungo.



 MODO DE APLICAÇÃO:

 NEW ELATUS 2 deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para
 as culturas registradas.

 A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o
 sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou
 aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da
 cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem
 balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.

 Aplicação terrestre:

 Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada, a fim de assegurar uma boa cobertura
 foliar da cultura.
 O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a
 forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo
 atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de
 jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV
 (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de
 gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a



                                                 4
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topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações
do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1.000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea
da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de
50% e ventos de 3 a 15 km/hora

Aplicação aérea:
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas
citadas na bula.
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para
esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas
médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de
faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha,
para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C,
umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou
evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea
da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser
flexibilizadas.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas
e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos
fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto
deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação
previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.

Modo de preparo de calda:
  1. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
  2. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até
      a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em
      funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em
      seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após
      isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A
      agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
  3. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação,
      pulverizando logo após a sua preparação.




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   4. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto
      possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar
      vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

   Cultura                 Dias
    Soja                    30

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não permitir o ingresso dos trabalhadores à área tratada antes da secagem do produto na
cultura, que em geral, em condições normais de temperatura, ocorre em um período de 4
horas. Caso seja necessário o ingresso antes deste período, deve-se utilizar equipamento
de proteção individual padrão recomendados em rotulagem para a atividade de aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência:
monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação,
verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as
culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores
permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu
exportador e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de
Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas.
Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso
de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das
Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível
em locais de declive e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, NEW ELATUS 2 não causa
fitotoxicidade para a cultura da soja.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS               EQUIPAMENTOS         DE   APLICAÇÃO       A   SEREM
UTILIZADOS:
“VIDE MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.



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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças
resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e
consequente prejuízo.

Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo, seguem algumas
recomendações:

   •   Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 e do
       Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
   •   Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas
       práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com
       gene de resistência quando disponíveis, etc.
   •   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
       produto;
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
       estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e
       manutenção da eficácia dos fungicidas;
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de
       fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade
       Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br, Comitê de Ação à Resistência
       de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária
       (MAPA: www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                           C2                       FUNGICIDA
           GRUPO                           G1                       FUNGICIDA

O produto fungicida NEW ELATUS 2 é composto por uma carboxamida, benzovindiflupir e
um triazol, o ciproconazol, que apresentam, respectivamente, mecanismo de ação no
complexo II: succinato-desidrogenase, pertencente ao grupo C2 e no sítio C14-desmetilase
na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação
internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A
FERRUGEM-DA-SOJA
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças



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                                                              Bula Completa – 21.08.2025


resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e
consequente prejuízo.

Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da
ferrugem-asiática-da-soja, seguem algumas recomendações:

   •   Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os
       mecanismos de ação distintos dos Grupos C2 e G1 sempre que possível; Se o
       produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
   •   Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
   •   Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época
       recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
   •   Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
   •   Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
   •   Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o
       que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
   •   Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas
       práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias,
       adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais
       etc;
   •   Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais
       suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
   •   Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação
       recomendados;
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
       estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da
       aplicação de fungicidas;
   •   Realizar o monitoramento da doença na cultura;
   •   Adotar estratégia de aplicação preventiva;
   •   Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
   •   Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em
       bula;
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
       estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e
       manutenção da eficácia dos fungicidas;
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de
       fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade
       Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência
       de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária
       (MAPA: www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                         C2                      FUNGICIDA
           GRUPO                         G1                      FUNGICIDA

O produto fungicida NEW ELATUS 2 é composto por uma carboxamida, benzovindiflupir e
um triazol, o ciproconazol, que apresentam, respectivamente, mecanismo de ação no


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                                                                Bula Completa – 21.08.2025


complexo II: succinato-desidrogenase, pertencente ao grupo C2 e no sítio C14-desmetilase
na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação
internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias,
variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação
equilibrada, fungicidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor
equilíbrio do sistema.


                DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

    ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS:

•   Produto para uso exclusivamente agrícola.
•   O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
•   Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
•   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
•   pessoas.
•   Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
•   recomendados.
•   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios
    e válvulas com a boca.
•   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
    com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
    fabricante.
•   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
•   pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de
    um profissional habilitado.
•   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
    em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
    trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
•   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
    seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
    compridas, botas de borracha, viseira facial e luvas de proteção para produtos químicos.
•   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
    com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.


PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento
  hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha; viseira facial e
  luvas de proteção para produtos químicos.


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                                                            Bula Completa – 21.08.2025


• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
  Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
  Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
  responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de
  medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
  segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
  em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
  respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que
  outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento
  hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, viseira facial e
  luvas de proteção para produtos químicos.
  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
  pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
  segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

• Sinalizar a área com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
  os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
  tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
  Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
  aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
  tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
  segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
  ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
  em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
  roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após a cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
  de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.




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    • No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão
      com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de proteção para
      produtos químicos e botas de borracha.
    • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
      seguinte ordem: viseira facial, botas de borracha, macacão com tratamento
      hidrorrepelente com mangas e calças compridas e luvas de proteção para produtos
      químicos.
    • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
      devidamente protegida.
      Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
      pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
      segurança.



                                                                 Nocivo se ingerido
                                    ATENÇÃO
                                                              Pode ser nocivo se inalado




PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.


                              INTOXICAÇÕES POR NEW ELATUS 2
                                  INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico           BENZOVINDIFLUPIR (PIRAZOL CARBOXAMIDA)
                        CIPROCONAZOL (TRIAZOL)
Classe
                        Categoria 4: Produto pouco tóxico.
toxicológica




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                                                               Bula Completa – 21.08.2025



Vias de exposição
                    Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
                    consideradas as mais relevantes.
Toxicocinética      Benzovindiflupir: Em ratos, cerca de 80% do benzovindiflupir foi
                    absorvido por via oral após administração de doses únicas ou repetidas (1
                    mg/kg p.c.). Os picos plasmáticos se deram entre 2-4 horas após dose
                    única baixa (1 mg/kg p.c.) e 6-24 horas após dose única alta (40 mg/kg
                    p.c.). A exposição sistêmica após a dose única foi 1,5 a 5 vezes maior em
                    machos do que em fêmeas, com relação dose-dependente. As
                    concentrações mais elevadas foram encontradas no fígado, glândula
                    harderiana, rins, glândulas adrenais, tireoide e tecido adiposo; após
                    exposição a doses repetidas, houve maior concentração no fígado, rins,
                    adrenais e tireoide. O benzovindiflupir foi extensivamente metabolizado,
                    sendo as principais vias de metabolização a N-desmetilação e hidroxilação,
                    com conjugação subsequente. As vias e taxas de excreção foram
                    semelhantes para machos e fêmeas com mais de 90% da dose excretada
                    pelas fezes (bile) e de 6 a 7% pela urina. A maior parte da dose foi
                    excretada em 24-48 horas, sendo menos de 7% encontrado nos tecidos
                    após 48 horas. Assim, espera-se baixo potencial de bioacumulação.
                    Ciproconazol: Estudos em ratos demonstraram que o ciproconazol é
                    altamente absorvido pela via oral (≥ 86%). Sua eliminação ocorre de forma
                    rápida nos tecidos, sem sinais de bioacumulação, após cinética monofásica
                    de 7 dias. A depleção é rápida, com meia-vida de 1 a 3 dias. Os maiores
                    níveis de resíduos foram identificados no fígado e glândula adrenal. O
                    ciproconazol é excretado principalmente pela bile (60-76%) e urina (33% e
                    39% em machos e fêmeas, respectivamente) já nas primeiras 168 horas
                    após a dosagem. As principais vias metabólicas no rato são a) eliminação
                    oxidativa do anel triazólico, b) hidroxilação do carbono contendo o grupo
                    metila, c) oxidação do grupo metila ao carbinol e posteriormente ao ácido
                    carboxílico e d) eliminação redutora do carbono contendo o grupo metila.
Toxicodinâmica      Benzovindiflupir: Fungicida inibidor da enzima succinato desidrogenase
                    (SDHI), atuante no Complexo II da cadeia transportadora de elétrons na
                    mitocôndria de fungos. Com o fluxo de elétrons entre os complexos
                    proteicos interrompido, não há geração de ATP para as atividades vitais da
                    célula, acarretando em morte fúngica. Seu modo de ação é possivelmente
                    conservado para seres humanos.

                    Ciproconazol: Atua como inibidor da desmetilação da enzima esterol 14α-
                    desmetilase (CYP51, pertencente à superfamília citocromo P450),
                    responsável pela biossíntese do ergosterol em fungos. Tal inibição afeta a
                    integridade das membranas celulares, acarretando em morte fúngica. Este
                    modo de ação é conservado para seres humanos, uma vez que estes
                    também possuem a enzima CYP51, envolvida na síntese de esteróis
                    importantes como o colesterol. O colesterol está envolvido na estruturação
                    das membranas celulares e síntese de hormônios sexuais; no entanto, não
                    há na literatura dados que comprovem a inibição da síntese de colesterol
                    em humanos em decorrência da exposição ao ciproconazol.




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                                                                 Bula Completa – 21.08.2025



Sintomas e sinais   Não há na literatura dados de intoxicação por benzovindiflupir e
clínicos            ciproconazol em humanos.

                    As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
                    animais de experimentação tratados com a formulação à base de
                    benzovindiflupir e ciproconazol, NEW ELATUS 2:

                    Exposição Oral: Um animal foi tratado com dose de 2.000 mg/kg p.c. e
                    apresentou redução de atividade, posição encurvada e convulsões antes
                    de morrer. Na dose de 550 mg/kg p.c., os animais apresentaram atividade
                    reduzida (3/3 animais), falta de coordenação (3/3 animais), posição
                    encurvada (2/3 animais) e piloereção (2/3 animais). 2/3 animais morreram,
                    o animal sobrevivente já não apresentou esses sintomas a partir do quarto
                    dia. Na dose de 175 mg/kg p.c., os animais apresentaram atividade
                    reduzida (3/3 animais) e falta de coordenação (3/3 animais), piloereção (2/3
                    animais) e convulsão (1/3 animais) no dia do tratamento. Um dia após a
                    exposição, um animal morreu e os outros dois sobreviveram. O único
                    animal tratado na dose de 55 mg/kg p.c. não apresentou sinais clínicos
                    durante o estudo.

                    Exposição Inalatória: Todos os animais expostos à concentração de 2,11
                    mg/L sobreviveram ao período de exposição. O sintoma clínico mais
                    frequente foi a redução da atividade que foi revertido a partir do quarto dia.
                    Uma fêmea apresentou alopecia no nariz, observado até o final do estudo.

                    Exposição Cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica não houve
                    mortalidade e os animais não apresentaram sinais de irritação cutânea nem
                    sinais clínicos de toxicidade sistêmica. Em protocolo de irritação cutânea
                    in vivo, nenhum dos animais apresentaram sinais clínicos e a formulação
                    foi considerada não irritante para a pele humana. O produto foi considerado
                    não sensibilizante dérmico pelo estudo de linfonodo local em
                    camundongos.

                    Exposição Ocular: Os três coelhos tratados apresentaram reações
                    oculares de vermelhidão na conjuntiva, quemose e secreção ocular nas
                    avaliações de 1h. Nas avaliações de 24 horas os três animais
                    apresentavam sinais de vermelhidão ocular, e na avaliação de 48 horas,
                    apenas um dos animais apresentava sinais de vermelhidão ocular. Todas
                    as reações foram reversíveis em 72 horas.

                    Exposição Crônica: Os ingredientes ativos não foram considerados
                    mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres humanos. À luz
                    dos conhecimentos atuais, não são considerados desreguladores
                    endócrinos e não interferem com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos”
                    abaixo.
Diagnóstico         O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição
                    ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se
                    apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o
                    paciente imediatamente.



                                             13
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Tratamento   Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
             quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve
             ser dada ao suporte respiratório.

             Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
             frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
             Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
             cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de
             consciência do paciente.

             Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar
             a absorção e os efeitos locais.
             Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
             proceder com:
             - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50 g em
             crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
             na proporção de 30g de carvão ativado para 240 ml de água. É mais efetivo
             quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
             - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
             quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria
             dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger
             vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
             orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação
             endotraqueal com cuff.
             ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
             podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o
             paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral
             para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou
             dificuldade de deglutição.
             Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
             fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a
             ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar
             oxigênio e ventilação mecânica.
             Exposição Dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
             descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
             orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima
             para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
             encaminhado para tratamento.
             Exposição Ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente
             com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando
             contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou
             fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.

             Antídoto: Não há antídoto específico.

             Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
             respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar
             um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar
             o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
             especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,


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                        deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e
                        máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações        A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
                        aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo,
                        manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
                        indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das
                        Como o benzovindiflupir induz a atividade hepática da enzima do
interações químicas
                        metabolismo de fase II, uridina difosfato glucoroniltransferase (UDPGT),
                        pode ser necessário reajuste da dose de medicamentos majoritariamente
                        metabolizados pela conjugação por glucoronidação hepática (e.g.,
                        lorazepam, oxapezam, codeína). Não foram relatados efeitos de interações
                        químicas para o ciproconazol em humanos.
ATENÇÃO                      Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
                         diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722
                                                           6001
                          Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                (RENACIAT/ANVISA/MS)
                        As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças
                                         e Agravos de Notificação Compulsória.
                         Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
                                                      (SINAN/MS).
                         Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                            Telefone de Emergência da empresa: 0800-704 4304 (24 horas)
                           Endereço Eletrônico da Empresa: https://www.syngenta.com.br
                          Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com


    Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
    Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

    Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

    Efeitos agudos:
    DL50 oral em ratos: 311,9 mg/kg p.c.
    DL50 dérmica em ratos: > 2.000 mg/kg p.c.
    CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições de teste (> 2,11 mg/L)
    Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante.
    Corrosão/Irritação ocular in vitro em coelhos: Não irritante.
    Sensibilização cutânea em camundongos (linfonodo local): Não sensibilizante.
    Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
    bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.

    Efeitos crônicos:

    Benzovindiflupir: No estudo de dois anos em ratos (dieta), foi observado, nas maiores
    doses (machos e fêmeas: 30,2 e 27,4 mg/kg p.c.), redução do consumo de ração e do
    ganho de peso corpóreo, aumento de peso do fígado (machos) e achados histopatológicos
    hepáticos com alterações não-neoplásicas adaptativas e degenerativas (NOAEL 4,9 mg/kg


                                               15
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p.c.). No estudo de 80 semanas em camundongos, houve redução transitória do peso dos
machos e, mais evidentemente em machos do que em fêmeas, hiperplasia da mucosa do
cólon e ceco (machos e fêmeas: 26,2 e 29,3 mg/kg p.c.; NOAEL 7,6 mg/kg p.c.). Em ambos
os estudos, não foi detectado aumento da incidência de lesões neoplásicas relacionadas
ao tratamento ou consideradas relevantes para humanos. Além disso, o benzovindiflupir
não foi considerado genotóxico pelos ensaios de genotoxicidade in vivo e in vitro. O estudo
de toxicidade reprodutiva de duas gerações em ratos resultou em redução do consumo de
ração e do peso corpóreo em todas as gerações na maior dose (machos e fêmeas: 44,3 e
20 mg/kg p.c., respectivamente); nos filhotes da geração F2, o baixo peso ainda foi
associado ao atraso na separação prepucial dos machos na dose de 44,3 mg/kg p.c. Em
ambos os sexos (machos: F0 e F1; fêmeas: F1 e F2), houve aumento do peso relativo do
fígado, acompanhado de hipertrofia centrolobular apenas em machos; nas fêmeas,
depósitos sutis de glicogênio hepático (F0 e F1) foram vistos nas doses de 8,3 e 20 mg/kg
p.c. (NOAEL parental e filhotes: 7,3 mg/kg p.c.; NOAEL reprodução, machos e fêmeas:
40,5 e 20 mg/kg p.c.). No estudo do desenvolvimento em ratos, os efeitos fetais foram
secundários à toxicidade materna na dose de 30 mg/kg p.c.; já em coelhos, não houve
efeito nos filhotes, apenas redução de peso materno nas doses de 20 e 35 mg/kg p.c.
(NOAEL materno e do desenvolvimento para ratos e coelhos, respectivamente: 15 e 35
mg/kg p.c.). Pelos estudos acima descritos, o benzovindiflupir não foi considerado
teratogênico ou tóxico para a reprodução nas doses recomendadas para aplicação no
campo.

Ciproconazol: Estudos de toxicidade crônica foram realizados em ratos e camundongos
e, para ambas as espécies, o tratamento induziu alterações no peso corpóreo e toxicidade
hepática nas maiores doses (NOAEL ratos: 2,2 mg/kg p.c./dia). Em camundongos, foram
observadas neoplasias benignas (adenomas) e malignas (carcinomas) no fígado. O
potencial cancerígeno do ciproconazol foi investigado adicionalmente por estudos
mecanísticos, nos quais ficou indicado que ele é um cancerígeno não-genotóxico para
camundongos, sendo a formação de tumores consequente à indução enzimática
prolongada. Tal modo de ação é similar ao do fenobarbital e, portanto, não relevante para
seres humanos (NOAEL efeitos crônicos e carcinogênicos 1,8 mg/kg p.c./dia). Portanto, o
ciproconazol não apresenta potencial carcinogênico para o homem, além de não
apresentar potencial mutagênico ou genotóxico pelos estudos de mutagenicidade in vivo e
in vitro. No estudo de duas gerações em ratos, o tratamento produziu sinais de toxicidade
parental na maior dose (machos: 9,6 mg/kg p.c.; fêmeas: 11,6 mg/kg p.c.) e o aumento no
peso relativo do fígado foi associado à esteatose hepática em F0. Um pequeno aumento
na mortalidade perinatal em filhotes F1 e pós-natal em filhotes F1 e F2 foi observado nas
maiores doses (machos: 9,6 mg/kg p.c.; fêmeas: 11,6 mg/kg p.c.; NOAEL 1,6 mg/kg
p.c./dia). No estudo do desenvolvimento em ratos, houve redução de peso corpóreo
materno nas maiores doses durante os dias 6 a 11 (NOAEL materno 6 mg/kg p.c./dia e
desenvolvimento 12 mg/kg p.c./dia). No estudo de desenvolvimento em chinchilas, houve
perda de peso corpóreo materno e redução do consumo de ração (dose 50 mg/kg p.c.),
bem como ligeiro aumento de perdas pós-implantação (doses 20 e 50 mg/kg p.c.; NOAEL
materno 10 mg/kg p.c./dia e desenvolvimento 50 mg/kg p.c./dia); já no estudo em coelhos
Nova Zelândia, foram observadas duas mortes entre as mães (doses 10 e 50 mg/kg p.c.).
A maior dose resultou em toxicidade materna na forma de perda de peso corpóreo e
redução do consumo de ração no início do tratamento, além de alterações esqueléticas
nos fetos (NOAEL materno e desenvolvimento 10 mg/kg p.c./dia). Pelos estudos acima
descritos, o ciproconazol não é considerado teratogênico ou tóxico para a reprodução nas
doses recomendadas para aplicação no campo.


                                            16
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             DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
■ ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

  •   Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento
      no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
  •   Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
  •   Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas,
      microcrustáceos, peixes).
  •   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
      inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
      água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
      mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
      suscetível a danos.
  •   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal,
      concernentes às atividades aeroagrícolas.
  •   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
  •   Não utilize equipamento com vazamentos.
  •   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
  •   Aplique somente as doses recomendadas.
  •   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
      corpos d’água. Evite a contaminação da água.
  •   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
      contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
      pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO,                             VISANDO      SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

  •   Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
  •   O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
      bebidas, rações ou outros materiais.
  •   A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
  •   O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
  •   Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
  •   Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
      crianças.
  •   Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
      rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
  •   Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
      da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
  •   Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


                                          17
                                                                        NEW ELATUS 2
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3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
    • Isole e sinalize a área contaminada.
    • Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO
        DE CULTIVOS LTDA.
    • Telefone da empresa: 0800 704 4304.
    • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e
        botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
    • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução
e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que
as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características
do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico,
ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:

   •   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
       mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
   •   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
   •   Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
   •   Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
   •   Faça essa operação três vezes;
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:

                                           18
                                                                       NEW ELATUS 2
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   •   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
   •   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
   •   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
       segundos;
   •   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:

   •   Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-
       la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante
       30 segundos;
   •   Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
       lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas
       da embalagem, por 30 segundos;
   •   Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
  • Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem
    deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
    separadamente das embalagens não lavadas.
  • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
    ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
    impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
  • No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
     embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
     o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
     dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até
     6 meses após o término do prazo de validade.
  • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
     pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
  • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
     medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA



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   •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
       ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
       impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
   •   Use luvas no manuseio dessa embalagem.
   •   Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva,
       quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
       embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
       o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
   •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
       dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até
       seis meses após o término do prazo de validade.
   •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
       pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
       medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
  • O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
    efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
    ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
  • Use luvas no manuseio desta embalagem.
  • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
    plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
    identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
       embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
       o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
   •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
       dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até
       6 meses após o término do prazo de validade.
   •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
       pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.




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TRANSPORTE

   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
       medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco
       plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
       identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
  • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
    ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
    impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
  • É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento
     onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
     estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
  • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
     medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
  • A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
     somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente
     autorizadas pelos órgãos competentes.
  • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
     EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
     PRODUTO.
  • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
     INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
  • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
     ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
     flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
  • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
     consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
     destinação final.
  • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este
     tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
     aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
    • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
      específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados

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                                                           Bula Completa – 21.08.2025


     junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
   • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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