Nemathorin
ISK Biosciences do Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Inseticida/Nematicida
fostiazato (organofosforado) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
43624
Marca Comercial
Nemathorin
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
fostiazato (organofosforado) (500 g/L)
Titular de Registro
ISK Biosciences do Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Classe
Inseticida/Nematicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 3 Produto Moderadamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Meloidogyne javanica
Meloidoginose; Nematóide-das-galhas
Cana-de-açúcar
Pratylenchus zeae
Nematóide
Conteúdo da Bula
BULA_03_NEMATHORIN
NEMATHORIN
BULA
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 43624
COMPOSIÇÃO:
(RS)-S-sec-butyl O-ethyl 2-oxo-1,3-thiazolidin-3-ylphosphonothioate
FOSTIAZATO (fosthiazate)………………………......................… 500 g/L (50,00% m/v)
Componente toxicologicamente relevante [Solvente nafta (Hidrocarboneto aromático
pesado)] ................................................................................... 428,0 g/L (42,80% m/v)
Outros ingredientes ..................................................................... 132 g/L (13,20% m/v)
GRUPO 1B INSETICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Inseticida
FOSTIAZATO (fosthiazate): Organofosforado
GRUPO SOLVENTE NAFTA: Hidrocarbonetos aromático pesado UVCB
QUÍMICO (substâncias de composição desconhecida ou variável,
produtos de reações complexas ou materiais biológicos).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO:
ISK BIOSCIENCES DO BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. (*)
Avenida Fábio Ferraz Bicudo, 448 – Indaiatuba, SP- CEP: 13.331-501 - Tel.: (19)
3875-7450 - CNPJ: 02.657.037/0001-12 - Registro CFICS/ GDSV/ CDA n 341
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTES:
FOSTHIAZATE TÉCNICO ISK - Registro MAPA n 04399
ISHIHARA SANGYO KAISHA, LTD.
(Sede): 3-15, Edobori 1-Chome - Nishi-ku, Osaka 550-0002 - Japão
(Fábrica): 1, Ishihara-Cho, Yokkaichi-City, Mie, 510-0842 – Japão
SAJJAN INDIA LIMITED
(Sede) #02 Ground Floor, Matulya Centre, Senapati Bapat Marg, Lower Panel Mumbai
400013, Maharashtra State - India
(Fábrica): Plot No. 6102/6103/6117-19, GIDC, Ankleshwar, 393002, Gujarat State,
Índia
BULA_03_NEMATHORIN
FORMULADOR:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
(Matriz): Av. Liberdade, 1701 – B. Cajuru do Sul - Sorocaba, SP – CEP: 18087-170 –
Tel./Fax: (15) 3235-7700 CNPJ: 61.142.550/0001-30 – Registro CFICS/GDSV/CDA nº
008
ISHIHARA SANGYO KAISHA, LTD.
(Fábrica): 1, Ishihara-Cho, Yokkaichi-City, Mie, 510-0842 – Japão
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Avenida Filomena Cartafina, 22335, Lote 05 Quadra14, Distrito Industrial III, Uberaba/MG,
inscrita no CNPJ sob o nº 09.100.671/0001-07 - Registro da Empresa no Estado de Minas
Gerais: IMA nº 8.764
TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Fábrica: Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Bairro Recanto dos Pássaros – Município de
Paulínia – São Paulo – CEP 13148-030, CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro da empresa
no Estado de São Paulo nº 477
IMPORTADOR:
MATRIZ:
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Endereço: Avenida Filomena Cartafina, 22335, Lote 05 Quadra14, Distrito Industrial III,
Uberaba/MG, inscrita no CNPJ sob o nº 09.100.671/0001-07 - Registro da empresa no Estado
de Minas Gerais: IMA Nº 8.764
FILIAIS:
Endereço: Rodovia Anhanguera, 999, Distrito Industrial, Igarapava/SP, inscrita no CNPJ sob
o nº 09.100.671/0003-60 – Registro da empresa no Estado de São Paulo: Nº 4785
Endereço: Rua Projetada, 150, Armazém 1 K, Distrito Industrial, Cuiabá/MT, inscrita no CNPJ
sob o nº 09.100.671/0005-22 - Registro da empresa no estado do Mato Grosso INDEA/MT
Nº 34836
Endereço: Avenida das Indústrias, 2020, Ouro Preto, Carazinho/RS, inscrita no CNPJ sob o
nº 09.100.671/0006-03 - Registro da empresa no estado do Rio Grande do Sul Nº 69/15.
Endereço: Avenida Eurípedes Menezes, S/N, Quadra 4, Lote 002, Parque Industrial Vice-
Presidente José Alencar, Aparecida de Goiânia/GO, inscrita no CNPJ sob o nº
09.100.671/0012-51 - Registro da empresa no estado de Goiás Nº 4016/2022.
Endereço: Rua C, S/N, Armazém Q, Centro Industrial do Cerrado, Luiz Eduardo
Magalhães/BA, inscrita no CNPJ sob o nº CNPJ: 09.100.671/0008-75 - Registro da empresa
no estado da Bahia Nº 120821
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVANDO-OS EM SEU PODER”.
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É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL,
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
no Art. 4º e 273º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO -
CATEGORIA 3
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE
AMBIENTAL: PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE II
Cor da Faixa: Amarelo PMS Yellow C
BULA_03_NEMATHORIN
INSTRUÇÕES DE USO: O produto NEMATHORIN é um inseticida e nematicida do
grupo químico Organofosforado, que atua como inibidor da Acetilcolinesterase. Deve
ser utilizado em aplicação no sulco de plantio na cultura da cana-de-açúcar.
CULTURAS, PRAGAS CONTROLADAS, DOSES, ÉPOCA E INTERVALO DE
APLICAÇÃO:
VOLUME
NÚMERO E INTERVALO
CULTURAS ALVOS DOSES DE
DE APLICAÇÃO
CALDA
Nematóide-
das-galhas
(Meloidogyne Realizar uma aplicação no
javanica) sulco de plantio da cana-de- 100 litros
1 a 2 L/ha
Cana-de- açúcar. Aplicar a dose mais de água
(0,5 a 1 kg
açúcar alta em áreas com histórico por
i.a./ha)
Nematóide- de alta infestação de hectare.
das-lesões nematóides.
(Pratylenchus
zeae)
A.I. = ingrediente ativo.
MODO DE APLICAÇÃO:
Cana-de-açúcar: Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual provido de pontas,
com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo
com instruções do fabricante. Realizar a aplicação no sulco de plantio da cana-de-
açúcar.
O sistema de agitação do tanque de pulverização deve ser mantido em funcionamento
durante toda a aplicação.
Siga as boas práticas agrícolas e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar............................................................. 120 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda
(no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período,
utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso
durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações
constantes na bula.
INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM
USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLA-GEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA E MANEJO INTEGRADO
DE DOENÇAS E PRAGAS:
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode
tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser
observados devido à resistência.
O inseticida NEMATHORIN pertence ao grupo 1B e o uso repetido deste inseticida ou
de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de
populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do NEMATHORIN como uma ferramenta útil de
manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem
prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre
rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar NEMATHORIN ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro
de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de NEMATHORIN podem ser feitas desde que o período
residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da
praga-alvo.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do NEMATHORIN ou
outros produtos do Grupo 1B quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais
suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas
(MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc.,
sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula
do produto;
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• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das
principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação
técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem
ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da
Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA
BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O Manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifício, e válvulas com a boca.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos,
vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações
determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de
permanência de pessoas e áreas de animais. Siga as orientações técnicas
específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos
na seguinte ordem: macacão impermeável com mangas compridas passando por
cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou
P3/máscara de proteção para nariz e boca; viseira facial/óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe; luvas de nitrila.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
(EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO/PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão impermeável com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro
mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e boca; viseira
facial/óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na
área em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do
dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir
que outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão impermeável com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro
mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e boca; viseira
facial/óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA
TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na
área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas
logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental
impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos
equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI),
macacão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das
luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção
para nariz e boca; viseira facial/óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe; luvas de nitrila.
• Os equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe; viseira facial/óculo d e proteção, avental, botas
de borracha, macacão, luvas de nitrila e respirador.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
BULA_03_NEMATHORIN
Pode ser fatal se ingerido e
penetrar nas vias respiratórias
Tóxico se ingerido
PERIGO Pode ser nocivo em contato com a
pele.
Nocivo se inalado
Provoca irritação ocular grave
Provoca moderada irritação à pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
- Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
- Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em
caso de contato com os olhos, retire lentes de contato, se presentes. Lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras
ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
- Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto
e ventilado.
- Pele: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. Em caso de
contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos
15 minutos.
A pessoa que prestar socorro deve proteger-se da contaminação usando luvas e
avental impermeáveis, por exemplo.
ANTIDOTO
A administração de atropina só deverá ser realizada na vigência de
sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver
assintomático. A pralidoxima é o antidoto específico para os organofosforados.
INTOXICAÇÕES POR NEMATHORIN
(FOSTIAZATO (fosthiazate))
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico FOSTIAZATO (fosthiazate): organofosforado
SOLVENTE NAFTA: Hidrocarbonetos aromático pesado
UVCB (substâncias de composição desconhecida ou
variável, produtos de reações complexas ou materiais
biológicos).
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Classe CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMETE TÓXICO
toxicológica
Vias de Oral, ocular, inalatória e dérmica.
exposição
Toxicocinética FOSTIAZATO:
Após a absorção, os Organofosforados são distribuídos por
todos os tecidos do organismo, atingindo altas concentrações
no fígado, onde são metabolizados, e nos rins, que os
excretam. A meia-vida destes inseticidas varia muito,
dependendo da natureza do composto. Alguns metabólitos
são mais tóxicos que a substância que os originou.
Fostiazato é um organofosforado. Age na inibição da
atividade da acetil colinesterase.
Estudos com animais de laboratório mostraram que o produto
é rapidamente absorvido, metabolizado e excretado.
Basicamente, a excreção se completou em 24 horas após a
administração do produto. Mais de 70% do produto é
eliminado pela urina. O restante é excretado pelas fezes e ar
expirado. Não existe efeito acumulativo no organismo.
SOLVENTE NAFTA: Toxicocinética geral dos solventes.
A principal via de absorção ocorre em exposições
ocupacionais que possui a via respiratória como principal
exposição aos vapores do solvente, respondendo geralmente
por mais de 80% do absorvido. Secundariamente, é a via
cutânea, visto que a pele íntegra pode absorver o líquido
quando em contato direto com este, com variação de
absorção entre 10 μg/cm2 e 100 μg/cm. A absorção cutânea
de vapores de solventes, porém, em geral é pouco
significativa e muito variável dependendo de características
de cada solvente. A via oral não possui relevância, exceto no
caso de ingestão de alimentos contaminados com solventes.
A distribuição dos solventes pelo organismo é heterogênea
entre os diferentes órgãos e tecidos, sendo em geral
alcançadas altas concentrações em tecidos com maior
quantidade de lipídios, como o adiposo e o SNC.
A maioria dos solventes é biotransformada pelo fígado e
outros tecidos pelas reações das Fases I e II, sofrendo
oxidação, hidrólise, redução, conjugação etc. A tendência é
transformar substâncias lipossolúveis em hidrossolúveis.
Ref.: Buschinelli, José Tarcísio Penteado (Toxicologia
Ocupacional, 2020)
Toxicodinâmica FOSTIAZATO
Inibem permanentemente a enzima acetilcolinesterase
através de sua fosforilação, causando acúmulo de
acetilcolina e consequente superestimulação das
terminações nervosas, tornando inadequada a transmissão
de seus estimulas às células musculares, glandulares,
ganglionares e do Sistema Nervoso Central (SNC).
BULA_03_NEMATHORIN
SOLVENTE NAFTA:
Os solventes, de forma geral, são irritantes para a pele
basicamente pela remoção de sua camada lipídica protetora
e pela agressão às membranas celulares. Os vapores
também são irritantes para mucosas das vias respiratórias e
oculares, mas como são irritantes fracos, necessitam de
exposições a elevadas concentrações para produzir um efeito
significativo.
No caso dos efeitos agudos no SNC, que são inespecíficos,
a hipótese é de serem causados por ação dos solventes
dissolvidos na bainha de mielina, o que levaria à alteração da
excitabilidade e da condução de estímulos nos neurônios.
Esta suposição se deve ao fato de os efeitos serem iguais,
não obstante a grande disparidade das estruturas químicas
dos solventes entre si, o que afasta a existência de um sítio-
alvo molecular específico e também o fato da necessidade de
elevadas concentrações para que esta ação ocorra.
Ref.: Buschinelli, José Tarcísio Penteado (Toxicologia
Ocupacional, 2020
Sintomas e sinais NEMATHORIN: FOSTIAZATO
clínicos Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após exposição.
As manifestações agudas são classificadas como:
Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética,
muscarínica ou colinérgica): vômito, diarreia, cólicas
abdominais, broncoespasmos, miose puntiforme e paralítica,
bradicardia, hipersecreção (sialorreia, lacrimejamento,
broncorréia e sudorese), cefaleia, incontinência urinária,
visão borrada. Diaforese severa pode provocar desidratação
e hipovolemia graves, resultando em choque.
Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia,
hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e
fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode
haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte.
Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se, e
serem alteradas pelo efeito muscarínico.
Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade,
agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros
cardiorrespiratórios, convulsões e coma.
Também podem ocorrer manifestações tardias:
- Síndrome intermediária: aparece 1-4 dias após a exposição
e a resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por
paresia dos músculos respiratórios e debilidade muscular que
acomete principalmente a face, o pescoço e as porções
proximais dos membros. Também pode haver
comprometimento de pares cranianos e diminuição de
reflexos tendinosos. A crise cede após 4-21 dias de
assistência adequada, mas pode prolongar-se, às vezes, por
meses após a exposição.
- Neuropatia retardada induzida por Organofosforados: ela
aparece em 14 dias a 28 dias após a exposição e é
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desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e
centrais. A crise se caracteriza por paresias ou paralisias
simétricas de extremidades, sobretudo inferiores, podendo
persistir durante semanas ou anos. São raros, após
exposições agudas e intensas.
- Outros efeitos sobre o Sistema Nervoso Central: um déficit
residual de natureza neuropsiquiátrica, com depressão,
ansiedade, irritabilidade, comprometimento da memória,
concentração e iniciativa podem observar-se.
SOLVENTE NAFTA:
Uma vez que o produto NEMATHORIN possui o Solvente
Nafta em sua formulação, os seguintes sinais clínicos podem
estar presentes:
1- Exposição Inalatória, pode causar: dor de cabeça, náusea,
sonolência, tontura. A exposição aguda a altas doses pode
causar, depressão do sistema nervoso central, confusão,
estado mental alterado, convulsões e arritmias cardíacas.
2- Em contato com a pele pode causar: Irritação da pele.
3- Em contato com os olhos pode causar: leve irritação ocular
reversível.
4- Exposição oral/aspiração: Há perigo de aspiração,
podendo ser fatal se entrar nas vias respiratórias após a
ingestão, devido as propriedades físico-químicas do material,
causando pneumonite química.
Ref.: ECHA (https://echa.europa.eu/registration-dossier/-
/registered-dossier/15728/7/6/1) e SDS do componente
NAFTA.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição,
de quadro clínico compatível, associados ou não a queda na
atividade das colinesterases. Queda em 25% ou mais de sua
atividade original indica exposição importante. Queda de 50%
é geralmente associada com exposição intensa. A
pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não
específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se
normalizar.
A identificação das substâncias e seus metabólitos em
sangue e urina pode evidenciar exposição, mas não são
facilmente realizáveis. Outros controles incluem: eletrólitos,
glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas,
gasometria, ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema
pulmonar e aspiração).
BULA_03_NEMATHORIN
Convém considerar a possibilidade de associação do
organofosforado a outros tóxicos, o que pode alterar ou
potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
intoxicação, trate o paciente imediatamente, não
condicionando o início do tratamento à confirmação
laboratorial.
Tratamento As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas
voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem
ser implementadas concomitantemente ao tratamento
medicamentoso e a descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1- Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água
fria abundante e sabão.
2- Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente
com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos,
evitando contato com a pele e mucosas.
3- Em caso de ingestão recente, proceder a lavagem
gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias
aéreas do risco de aspiração.
Administrar carvão ativado na proporção de 50-100g em
adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em
menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de
carvão ativado para 240mL de água.
4- Emergência, suporte e tratamento sintomático:
manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de
intubação orotraqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção
especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada
respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas.
Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG,
amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se
ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após
o desaparecimento dos sintomas.
ANTIDOTO
A administração de atropina só deverá ser realizada na
vigência de sintomatologia. Não deverá ser administrada
se o paciente estiver assintomático.
Atropina – agente antimuscarinico – é usada para reverter os
sintomas muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 –
4,0mg em dose de ataque (adultos), e 0,5mg/kg em crianças,
EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As
preparações de Atropina disponíveis no mercado,
normalmente tem a concentração de 0,25 ou 0,50 mg/mL. O
parâmetro para a manutenção ou supressão do tratamento é
clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar
indicativa de broncorréia e na constatação do
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desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de
intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas
dilatadas e taquicardia. Acançados sinais de atropinização,
ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou
mais. A presença de taquicardia e hipertensão não
contraindica a atropinização.
Manter em observação por 72 horas, com monitorização
cardiorrespiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos
organofosforados pode ser comumente atribuída a
insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: bronca
constrição, secreção pulmonar excessiva, falência da
musculatura respiratória e consequente depressão do centro
respiratório por hipóxia. Devido a esta complicação, manter a
monitorização e tratamento sintomático.
É indicado supervisão do paciente por pelo menos 48
horas
Oximas-Pralidoxima – é um antídoto específico para
organofosforados.
Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que
justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia a
sua administração, para estabelecimento da efetividade do
tratamento. Age em todos sítios afetados (muscarínicos,
nicotínicos e provavelmente em SNC). Não reativa a
colinesterase plasmática.
Dose de ataque:
Adulto: 1-2 g preferencialmente endovenosa EV, podendo ser
utilizada IM ou SC, em doses não maiores que
200mg/minuto, diluídos em Soro Fisiológico, podendo ser
repetida a partir de 2 horas após a primeira administração,
não ultrapassando a dose máxima de 12g/dia.
Crianças: 20-40mg/kg preferencialmente EV, podendo ser
utilizada IM ou SC (não exceder 4mg/kg/min).
Deve ser iniciada nas primeiras 24 hs, para ser mais efetiva,
mas pode ser realizada mais tarde, em especial para
compostos lipossolúveis.
Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com
benzodiazepínicos sob orientação médica.
Contraindicações A diálise e a hemoperfusão são contra indicadas.
O vômito é contra indicado em razão do risco potencial de
espiração.
Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em
indicações específicas, devido à possibilidade de
hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina,
teofilina, fenotiazinas e reserpina).
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Efeitos das Com outros organofosforados ou carbamatos
interações
químicas.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas
sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-
Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de
Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas
entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de
notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefones de Emergência da empresa:
ISK Biosciences do Brasil Defensívos Agrícolas Ltda.: (19)
3875-7450 ou 0800-7010450 (PLANITOX LINE)
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos (Produto Formulado): NEMATHORIN
• DL50 oral agudo em ratos: 119 mg / kg para machos e 74 mg / kg para fêmeas.
• DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg
• CL 50 inalatório: 1,53 mg/L em machos e 1,44 mg/L em fêmeas
• Corrosão/irritação cutânea: Moderadamente irritante a pele. Em coelhos foram
observados edema e eritema de leve a moderado em até 72 horas, tendo os efeitos
de edema regredidos dentro de 7 dias e eritema em 15 dias.
• Corrosão/irritação ocular em coelhos: Os animais de experimentação apresentaram
opacidade na córnea, que desapareceu entre 7 a 14 dias; irritação da íris, que
desapareceu até o dia 7; hiperemia, edema e vermelhidão da conjuntiva, que
desapareceram completamente no dia 14.
• Sensibilização cutânea: produto não sensibilizante à pele de cobaias.
• Mutagenicidade: Não foi observado potencial mutagênico no teste de
mutagenicidade in vitro (teste de Ames) ou no estudo de aberração cromossômica in
vivo (estudo de formação de micronúcleos em medula óssea de camundongos).
Efeitos Agudos (Componente toxicologicamente relevante): Solvente Nafta
• DL50 oral agudo em ratos: > 5000 mg / kg.
• DL50 dérmica em coelhos: > 2000 mg/kg.
• CL 50 inalatório em ratos: 5,28 mg/L (vapor)
• Corrosão/irritação cutânea: Pode causar desconforto e dermatite. Com base em
dados de teste para materiais estruturalmente semelhantes. Teste(s) equivalente(s)
ou semelhante(s) à Diretriz 404 da OCDE.
• Corrosão/irritação ocular em coelhos: Pode causar desconforto leve e de curta
duração aos olhos. Com base em dados de teste para materiais estruturalmente
semelhantes. Teste(s) equivalente(s) ou semelhante(s) à Diretriz 405 da OCDE.
• Sensibilização cutânea: Não se espera que seja um sensibilizador à pele. Com
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base em dados de teste para materiais estruturalmente semelhantes. Teste(s)
equivalente(s) ou semelhante(s) à Diretriz OCDE 406.
• Mutagenicidade: Não se espera que seja um mutagênico. Com base em dados de
teste para materiais estruturalmente semelhantes. Teste(s) equivalente(s) ou
semelhante(s) à Diretriz OECD 471; 473; 474; 475; 476; 479.
Ref.: ECHA (https://echa.europa.eu/registration-dossier/-/registered-
dossier/15728/7/6/1) e SDS do componente NAFTA.
Efeitos crônicos (Produto Técnico): FOSTHIAZATE TÉCNICO ISK
O alvo principal do fostiazato parece ser o sistema nervoso, com um alvo secundário,
o sistema adrenal. A inibição das atividades plasmáticas, glóbulos vermelhos (RBC) e
colinesterase cerebral (ChE) foi observada nos estudos de toxicidade aguda,
subcrônica e crônica. Foram encontrados sintomas e sinais clínicos como ataxia,
postura curvada, ofegante e tremores em ratos machos no estudo de
carcinogenicidade e em ratos machos e fêmeas no estudo de toxicidade dérmica de
21 dias.
O fostiazato foi classificado na categoria "Não provável carcinogênico para humanos".
Não há preocupação com a mutagenicidade resultante da exposição ao fostiazato.
Efeitos crônicos (Componente toxicologicamente relevante): Solvente Nafta
Não se espera que cause danos aos órgãos por exposição prolongada ou repetida.
Dados encontrados na literatura para animais de laboratórios, não foram consistentes
e não foram considerados relevantes para os seres humanos.
Ref.: ECHA (https://echa.europa.eu/registration-dossier/-/registered-
dossier/15728/7/6/1) e SDS do componente NAFTA.
Efeitos Adversos Conhecidos:
• Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos
adversos em humanos.
Sintomas de Alarme:
• Não são conhecidos.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de
deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros
insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das
abelhas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR
9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa ISK Biosciences do Brasil
Defensivos Agrícolas Ltda. - telefone (19) 3875-7450.
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• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e
botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado - recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deverá
mais ser utilizado. Neste caso, consulte o Registrante através do telefone indicado
no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente
identificado. Contate a empresa Registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano
ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido;
• Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE
CO2 ou PÓ Químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
• Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos
EPI's Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da
calda do produto.
Tríplice Lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes
procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão,
seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
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• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-
la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante
30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas
da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem
deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este
tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na
legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros
materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.