Nateprosp
Agro-Lead Brasil Assessoria em Produtos Agrícolas Ltda - EPP
Herbicida
Dicamba (Ácido Benzóico) (480 g/L)
Informações
Número de Registro
15525
Marca Comercial
Nateprosp
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
Dicamba (Ácido Benzóico) (480 g/L)
Titular de Registro
Agro-Lead Brasil Assessoria em Produtos Agrícolas Ltda - EPP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Algodão
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Artemisia verlotorum
absinto; artemija; losna
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Algodão
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Algodão
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Algodão
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Algodão
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Algodão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Algodão
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Algodão
Senna occidentalis
fedegoso; mamangá; manjerioba
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Algodão
Tridax procumbens
erva-de-touro
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Cana-de-açúcar
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Milho
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Artemisia verlotorum
absinto; artemija; losna
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Milho
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Milho
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milho
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Milho
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Milho
Senna occidentalis
fedegoso; mamangá; manjerioba
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Milho
Tridax procumbens
erva-de-touro
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Artemisia verlotorum
absinto; artemija; losna
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Soja
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Soja
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Soja
Senna occidentalis
fedegoso; mamangá; manjerioba
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Soja
Tridax procumbens
erva-de-touro
Soja OGM
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja OGM
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Soja OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja OGM
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja OGM
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja OGM
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Soja OGM
Ipomoea triloba
Corda de viola; Corriola
Soja OGM
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja OGM
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja OGM
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja OGM
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Trigo
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Trigo
Polygonum convolvulus
cipó; cipó-de-veado; cipó-de-veado-de-inverno
Trigo
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Trigo
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Conteúdo da Bula
NATEPROSP®, DicambaForce®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob no 15525
COMPOSIÇÃO:
Equivalente ácido de 3,6-dicloro-o-anisico (DICAMBA)...............................480 g/L (48,0% m/v)
Sal de DMA (Sal de dimetilamina do ácido 3,6-dicloro-o-anisico).................578 g/L (57,8% m/v)
Outros Ingredientes...............................................................................690 g/L (69,0% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida auxínico de ação sistêmica, pós-emergente
GRUPO QUÍMICO: Ácido benzóico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Agro-Lead Brasil Assessoria em Produtos Agrícolas Ltda.
Rua Padre João, 444 – Sala 133 – Penha de França - CEP: 03637-000 - São Paulo/SP
CNPJ: 15.434.521/0001-24- Cadastro na SAA/CDA/SP nº 1039
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DICAMBA TÉCNICO AGROLEAD - Registro MAPA nº TC13323
Weifang Sino-Agri Union Chemical Co., Ltd.
Lingang Industry Park, Binhai Economic Development Area, Weifang City, Shandong – China
FORMULADOR:
Henan Jinpeng Chemicals Co., Ltd.
West Side of Jingwu RD, South Side of Weiwu RD, Chemical Industrial Park, Kaifeng, Henan,
China
Shandong United Pesticide Industry Co., Ltd.
Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town, Daiyue District, Taian City,
Shandong, 271033 – China
IMPORTADOR:
Jubaili Brasil Ltda.
Rua Santa Cruz, 2187, Sala 10, CXPST 1094, Vila Mariana, CEP: 04121-002, São Paulo/SP
CNPJ: 54.195.645/0001-56
Cadastro CDA/SP nº 4473
Newtop Agro Brasil Ltda.
Rua Marechal Floriano Peixoto, 960, Sala 181, Centro, CEP: 85851-020, Foz do Iguaçu/PR
CNPJ: 56.900.226/0001-01
Cadastro ADAPAR/PR nº 1008622
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
Rua João Dias de Souza, n° 48, Sala 51, Edifício Corporate Evolution, Parque Campolim, CEP:
18048-090, Sorocaba/SP
CNPJ: 28.514.525/0001-64
Cadastro CDA/SP nº 4285
AGRO LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP | (11) 2362.0335 | 2362.0325
Av. Euripedes Menezes, S/N, Quadra 4, Lote 14-17, ARMZ 1N, Parque Industrial Vice-Presidente
José Alencar, CEP: 74993-540, Aparecida de Goiânia/GO
CNPJ: 28.514.525/0002-45
Cadastro AGRODEFESA/GO nº 3421/2021
Av. Constante Pavan, n° 4633, ARMZ 1K, Betel, CEP: 13148-198, Paulínia/SP
CNPJ: 28.514.525/0004-07
Cadastro CDA/SP nº 4322
Rod. PR 090, Km 05, n° 5695, ARMZ 1-J, Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86200-000,
Ibiporã/PR
CNPJ: 28.514.525/0005-98
Cadastro ADAPAR/PR nº 1007991
A Rua Projetada, n° 150, ARMZ 1AA, Área Rural de Cuiabá, CEP: 78099-899, Cuiabá/MT
CNPJ: 28.514.525/0006-79
Cadastro INDEA/MT nº 27384
Av. das Indústrias, n° 2020, ARMZ 06, Ouro Preto, CEP: 99500-000, Carazinho/RS
CNPJ: 28.514.525/0007-50
Cadastro SDA/RS nº 54/21
Rod. BR-050, Km 185 – Galpão 1 – Sala 9-A, Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050, Uberaba/MG
CNPJ: 28.514.525/0009-11
Cadastro IMA/MG nº 19.523
A Area Rodovia MS 156, Km 7,5, Lado esquerdo, Zona Rural, Área Rural de Dourados, CEP:
79849-899, Dourados/MS
CNPJ: 28.514.525/0010-55
Cadastro IAGRO/MS nº 2060/2024-R
Rod BR 230, S/N, Km 411,5 – Sala 12, Zona Rural, CEP: 65800-000, Balsas/MA
CNPJ: 28.514.525/0012-17
Cadastro AGED/MA nº 1341
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-
SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
AGRO LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP | (11) 2362.0335 | 2362.0325
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C.
AGRO LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP | (11) 2362.0335 | 2362.0325
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
NATEPROSP® é um herbicida auxínico de ação sistêmica, pós-emergente, do grupo químico
Ácido benzóico (Dicamba), indicado para o controle de plantas daninhas nas culturas abaixo:
CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM PRÉ-PLANTIO DA CULTURA
PLANTAS DANINHAS N° MÁXIMO
DE VOLUME DE
CULTURA NOME COMUM DOSE APLICAÇÕES CALDA
(Nome Científico)
Carrapicho-de-carneiro
(Acanthospermum hispidum)
Menstrasto
(Ageratum conyzoides)
Caruru
(Amaranthus hybridus)
Caruru
(Amaranthus retroflexus)
Losna
(Artemisia verlotorum)
1,0 L/ha
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Picão-branco
(Galinsoga parviflora)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Rubim
(Leonurus sibiricus)
Flor-das-almas
(Senecio brasiliensis)
Serralha
ALGODÃO (Sonchus oleraceus)
Terrestre:
Caruru 100-150 L/ha
MILHO (Amaranthus deflexus) 1
Trapoeraba
SOJA (Commelina benghalensis)
Carrapicho
(Desmodium tortuosum)
Buva
(Conyza bonariensis)
1,0 – 1,5 L/ha
Beldroega
(Portulaca oleracea)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Erva-de-touro
(Tridax procumbens)
Leiteiro
(Euphorbia heterophylla)
Fedegoso
(Senna obtusifolia)
1,5 L/ha
Corda-de-viola
(Ipomoea triloba)
Fedegoso
(Senna occidentalis)
AGRO LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP | (11) 2362.0335 | 2362.0325
Caruru
1,25 a 1,5 L/ha
(Amaranthus viridis)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas), em áreas de
plantio direto ou de cultivo mínimo.
As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10,0 cm),
fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas.
Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas.
Para aplicação em pré-plantio da cultura do Algodão Não Tolerante ao Herbicida Dicamba, recomenda-se aplicação
única, respeitando o intervalo de 15 dias para doses de 1 L/ha e o intervalo de 20 dias para doses de 1,5 L/ha entre a
aplicação e o plantio do Algodão Não Tolerante ao Herbicida Dicamba.
Para aplicação em pré-plantio da cultura do Milho Não Tolerante ao Herbicida Dicamba, recomenda-se aplicação única,
respeitando o intervalo mínimo de 15 dias entre a aplicação e o plantio do Milho Não Tolerante ao Herbicida Dicamba.
Para aplicação em pré-plantio da cultura da Soja Não Tolerante ao Herbicida Dicamba, recomenda-se aplicação única,
respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre a aplicação e o plantio da Soja Não Tolerante ao Herbicida Dicamba.
CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA GENETICAMENTE MODIFICADA
TOLERANTE AO HERBICIDA DICAMBA
PLANTAS DANINHAS N° MÁXIMO DE
APLICAÇÕES VOLUME DE
CULTURA NOME COMUM DOSE
CALDA
(Nome Científico)
Caruru 1,0 + 1,0 a 1,5
(Amaranthus defluxus) +1,5 L/ha
Fedegoso Terrestre:
ALGODÃO 1,5 +1,5 L/ha
(Senna obtusifolia) 100 a 150
GENETICAMENTE 2
Corda-de-viola 0,75 + 0,75 a L/ha
MODIFICADO
(Ipomoea quamoclit) 1,25 +1,25 L/ha
Picão-preto 0,75 + 0,75 a 1,0
(Bidens pilosa) +1,0 L/ha
Caruru
(Amaranthus hybridus)
0,75 - 1,5 L/ha
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Caruru
(Amaranthus viridis)
1
Buva
1,0 – 1,5 L/ha
(Conyza bonariensis)
Fedegoso
(Senna obtusifolia)
Corda-de-viola
MILHO 0,75 – 1,2 L/ha Terrestre:
(Ipomoea triloba)
GENETICAMENTE 100-150 L/ha
Caruru
MODIFICADO
(Amaranthus hybridus) 0,75 + 0,75 a 1,0
Picão-preto + 1,0 L/ha
(Ipomoea triloba)
Caruru
0,5 + 0,5 L/ha
(Amaranthus viridis)
2
Fedegoso
(Senna obtusifolia)
1,0 + 1,0 L/ha
Buva
(Conyza bonariensis)
Picão-preto 0,5 + 0,5 a 0,75
(Bidens pilosa) + 0,75 L/ha
Caruru Terrestre:
0,75 - 1,5 L/ha 1
(Amaranthus hybridus) 100-150 L/ha
AGRO LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP | (11) 2362.0335 | 2362.0325
Corda-de-viola
(Ipomoea triloba)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Caruru
0,8 – 1,0 L/ha
(Amaranthus viridis)
Caruru
(Amaranthus spinosus)
Corda-de-viola
(Ipomoea nil)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
Leiteiro
(Euphorbia heterophylla)
1,0 – 1,5 L/ha
SOJA Guanxuma
GENETICAMENTE (Sida rhombifolia)
MODIFICADA Buva
(Conyza bonariensis)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
Caruru
0,5 + 0,5 L/ha
(Amaranthus viridis)
Picão-preto 0,5 + 0,5 a 1,0 +
(Bidens pilosa) 1,0 L/ha
Caruru
(Amaranthus hybridus)
Caruru
(Amaranthus retroflexus)
Corda-de-viola 0,75 + 0,75 a 1,0
(Ipomoea nil) + 1,0 L/ha
Corda-de-viola
(Ipomoea triloba) 2
Beldroega
(Portulaca oleracea)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Caruru
(Amaranthus spinosus)
Leiteiro
(Euphorbia heterophylla) 1,0 + 1,0 a 1,5
Nabiça +1,5 L/ha
(Raphanus raphanistrum)
Buva
(Conyza bonariensis)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
AGRO LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP | (11) 2362.0335 | 2362.0325
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas), em áreas de
plantio direto ou de cultivo mínimo.
Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas.
As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até 10,0 cm),
fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas.
Para aplicação em pré-plantio das culturas de Algodão, Milho e Soja Geneticamente Modificadas Tolerantes ao Herbicida
Dicamba não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação e os plantios destes cultivos, podendo ser aplicado logo
após o plantio e antes da emergência da cultura.
Para manejo e complementação no controle de plantas daninhas, recomenda-se a aplicação de herbicidas a base de
glifosato sal potássico, conforme dose e recomendações de uso descrito nas respectivas bulas.
CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA
PLANTAS DANINHAS N° MÁXIMO
DE VOLUME DE
CULTURA NOME COMUM DOSE APLICAÇÕES CALDA
(Nome Científico)
Menstrasto
(Ageratum conyzoides)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
0,20 - 1,0 L/ha
Picão-branco
(Galinsoga parviflora)
Nabo-bravo
(Raphanus raphanistrum)
Carrapicho-de-carneiro
(Acanthospermum hispidum)
Caruru-rasteiro
(Amaranthus deflexus)
Caruru-roxo
(Amaranthus hybridus)
Caruru
(Amaranthus retroflexus)
Terrestre:
Caruru-de-espinho
CANA-DE-AÇÚCAR 200 L/ha
(Amaranthus spinosus) 1
0,40 - 1,0 L/ha
Caruru-de-mancha
(Amaranthus viridis)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola
(Ipomoea purpurea)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
Leiteiro 0,80 – 1,0 L/ha
(Euphorbia heterophylla)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar uma aplicação em pós-emergência inicial da cultura até o estádio de 4 a 6 folhas, tanto em plantio quanto em
cana soca.
Utilizar a dose maior em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas.
TRIGO Buva 0,15 L/ha 1 Terrestre:
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(Conyza bonariensis) 200 L/ha
Serralha
0,20 L/ha
(Sonchus oleraceus)
Cipó-de-veado Terrestre:
0,05 - 0,20 L/ha
(Polygonum convolvulus) 150 a 200
Nabo-bravo L/ha
0,15 - 0,20 L/ha
(Raphanus raphanistrum)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar uma aplicação em pós-emergência inicial da cultura, entre o estádio de 2 folhas ao início do perfilhamento.
Utilizar a dose maior em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas.
Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,2 a 0,5% na calda de pulverização.
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
O NATEPROSP® deve ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores tratorizados.
Equipamento de aplicação terrestre:
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado ou automotriz provido de barras apropriadas.
Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da
pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a
regulagem e manutenção preventiva e periódica do equipamento de aplicação para assegurar
uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
Seleção de Pontas de Aplicação:
A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes para redução
da deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano volumétrico (DMV) maior
apresentam menor risco de deriva de produto para áreas não-alvo. Dentro deste critério, utilize
pontas que forneçam gotas de categoria extremamente grossa a ultra grossa. Em caso de dúvida
quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consulte a recomendação do
fabricante da ponta (bico).
Volume de aplicação:
Utilize o volume de calda entre 100 a 200 L/ha.
Pressão de trabalho:
Observar sempre à recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada da
ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado.
A pressão de trabalho deve estar de acordo com a classe de gota a ser gerada extremamente
grossa a ultra grossa e a recomendação do fabricante. Caso o equipamento possua sistema de
controle de aplicação, assegure que a pressão de trabalho atenda a recomendação de uso.
Altura de barras de aplicação:
A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Quanto
menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido (desde que não comprometa a
qualidade da aplicação), menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas
condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento. Recomenda-se o uso de
controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao
alvo a ser atingido.
Velocidade do equipamento:
Selecione uma velocidade adequada às condicões do terreno e topografia, equipamento e
cultura, não devendo ser superior a 25 km/h observando o volume de aplicação e a pressão de
trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resultam em
uma melhor cobertura e deposição na área alvo.
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Redutor de Volatilização e Redutor de Deriva:
Visando garantir uma aplicação adequada do produto, recomenda-se utilizar produtos que visem
a redução da volatilização e deriva. Antes de adquirir e utilizar esses produtos consultar um
Engenheiro Agrônomo.
PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO:
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos)
antes de iniciar a operação.
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja
a altura do agitador (ou retorno), adicione a quantidade recomendada do produto. Com o
agitador ligado complete o volume do tanque com água e mantenha a calda sob constante
agitação durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da
calda. Não adicione redutor de pH, ácido bórico ou produtos à base de sal de amônio.
Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro dentro do tanque de
pulverização ou no sistema (mangueiras, filtros, barras, etc.).
CONDIÇÕES METEREOLOGICAS QUE DEVEM SER OBSERVADAS, PARA APLICAÇÃO DO
PRODUTO:
Condições climáticas ideais: As condições meteorológicas recomendadas para aplicação são:
temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa do ar maior que 55%. Evite aplicar em condições
desfavoráveis. A baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da
evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho das gotas e aumentando o potencial
de deriva. Consulte um engenheiro agrônomo em caso de dúvidas.
Período de chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após
aplicação pode afetar o desempenho do produto. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva
ou em condições de orvalho.
Velocidade do vento: A faixa para pulverização entre 03 a 10 km/h dependendo da configuração
do sistema de aplicação, reduz o efeito de deriva do produto. A topografia do terreno pode
influenciar os padrões de vento. Um aplicador familiarizado com os padrões de ventos locais
minimiza possíveis riscos da pulverização atingir áreas não alvo. Deixar uma faixa de bordadura
adequada para aplicação quando há culturas sensíveis presentes na direção do vento (vide
limitações de uso).
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas
diminuem o movimento do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas próxima ao
solo. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver
neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de
uma fonte no solo. Não realizar aplicações noturnas. Realizar as aplicações a partir de uma hora
após o nascer do sol até duas horas antes do pôr do sol.
O responsável pela aplicação da calda herbicida deve considerar todos estes fatores
para uma adequada utilização do produto evitando atingir áreas não alvo. Todos os
equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela
aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência
da deriva.
LIMPEZA DE TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO:
Logo após a pulverização, esgote o tanque imediatamente e limpe completamente o
equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem,
conforme procedimento abaixo:
Esgote ao máximo a calda presente no tanque.
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1ª Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando
as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação
para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha
ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o
conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização;
2ª Lavagem: Remova as capas, pontas de pulverização e telas/cestos de filtros, e coloque-as
em recipiente contendo água limpa e solução comercial de limpeza de tanque. Coloque água
limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do
tanque durante o enchimento. Adicione solução comercial de limpeza de tanque, conforme
recomendação do fabricante. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando
a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo,
15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas
barras de pulverização. Reinstale as telas/cestos dos filtros, capas e pontas de pulverização,
limpas na barra de pulverização. Não utilize como produto de limpeza, produtos à base de
hipoclorito de sódio, conhecidos como água sanitária ou cloro.
3ª Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando
as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação
para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha
ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o
conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos)
antes de iniciar uma nova preparação de calda de agroquímicos.
Realize a limpeza externa do pulverizador após tríplice lavagem.
Atenção à limpeza em “zonas mortas” dos equipamentos, como áreas terminais de linha, filtros,
válvulas, mangueiras dobradas, além do tanque de pré-diluição e lavagem de embalagem de
agroquímicos.
Descarte as águas de lavagem em área adequada e de acordo com a Legislação local.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Modalidade de Intervalo de
CULTURA Emprego Segurança (dias)
(aplicação)
Algodão geneticamente modificado Pós-emergência 113
Algodão Pré-plantio (1)
Cana-de-açúcar Pós-emergência 30
Milho geneticamente modificado Pós-emergência 70
Milho Pré-plantio (1)
Soja geneticamente modificado Pós-emergência 70
Soja Pré-plantio (1)
Trigo Pós-emergência 14
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos
de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• O produto não deve ser aplicado em pulverização aérea.
• São exemplos de culturas sensíveis ao herbicida dicamba: batata, café, cítricos,
crucíferas, feijão, flores ornamentais, girassol, leguminosas, maçã, pepino, tabaco,
tomate, uva, além de algodão e soja não tolerantes ao herbicida dicamba.
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• Deve-se adotar uma área de bordadura de no mínimo 50 metros entre a área de aplicação
e as culturas sensíveis para evitar potenciais efeitos adversos em culturas sensíveis a
esse herbicida.
• Deve-se observar condições de inversão térmica para prevenir potenciais riscos de deriva
e volatilidade.
• Evite aplicar em condições de estresse hídrico das plantas daninhas, visto que a sua
translocação dentro das plantas, nestas condições é reduzida.
• Recomenda-se que a calda seja preparada e aplicada no mesmo dia. Isso visa reduzir o
acúmulo de resíduos e contaminação das partes do pulverizador (barra, pontas, filtros e
mangueiras).
• Não aplicar o produto com previsão de geadas.
ATENÇÃO QUANTO À RECOMENDAÇÃO DE USO DO PRODUTO:
Deve-se observar TODAS as recomendações descritas no item MODO DE APLICAÇÃO, como os
equipamentos de aplicação, seleção da ponta de aplicação, etc, das CONDIÇÕES
METEREOLÓGICAS que devem ser observadas, como temperatura e umidade, condições de
inversão térmica, dentre outros descritos no referido tópico, e LIMITAÇÕES DE USO, para
prevenir potenciais riscos de deriva e volatilidade do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
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• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e
Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO O HERBICIDA
O produto herbicida NATEPROSP® é composto por Dicamba, que apresenta mecanismo de ação
dos Mimetizadores de auxina (Auxinas sintéticas), pertencente ao Grupo O, segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou
físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas
agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro
mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
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por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro
mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e
máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Pode ser nocivo se ingerido.
ATENÇÃO
Pode ser nocivo se inalado.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
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Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
INTOXICAÇÕES POR NATEPROSP®
Grupo Químico Dicamba – Ácido benzóico
Classe Toxicológica Categoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo
Vias de Exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Dicamba: é rapidamente absorvido pela via oral e
lentamente absorvido pela via dérmica. De acordo com
estudos em ratos, o dicamba é distribuído em todos os
tecidos, incluindo fígado, rim, sangue, músculo e tecido
adiposo. Estudos indicam que, entre 2 e 4 horas após o pico
inicial de absorção, ocorre um segundo pico, sugerindo a
existência de recirculação entero-hepática. Em termos de
metabolismo, o dicamba é metabolizado em menor
extensão, resultando em metabólitos como o ácido 3,6-
diclorossalicílico (DCSA) e o 5-hidroxi-dicamba. Quando
dicamba foi administrado pela via inalatória ou intravenosa
em ratos, mais de 90% da dose administrada foi excretada
na urina dentro de 24 horas; quando administrado pela via
oral, a taxa de excreção urinária alcançou 96% em
aproximadamente 48 horas.
A eliminação do dicamba é predominantemente renal, sendo
excretado principalmente de forma inalterada pela urina.
Observa-se que, em doses superiores a 125 mg/kg de peso
corporal, a meia-vida de eliminação aumenta, indicando
uma possível saturação dos mecanismos de eliminação em
doses mais elevadas. Aproximadamente 3% de uma dose
administrada (seja baixa ou alta) é encontrada nos tecidos
4 horas após a administração, com as maiores
concentrações observadas nos rins, plasma e fígado.
Toxicodinâmica Dicamba: Atualmente, as informações sobre os
mecanismos específicos de toxicidade do dicamba em
humanos são limitadas. Embora estudos tenham
investigado os efeitos tóxicos do dicamba em células
humanas, os mecanismos exatos pelos quais o dicamba
exerce sua toxicidade ainda não estão completamente
elucidados.
Sintomas e Sinais Dicamba:
Clínicos Exposição oral: Os principais efeitos da exposição oral em
animais ao dicamba incluem redução de peso corporal,
alterações hematológicas e bioquímicas, além de sinais
comportamentais em doses elevadas, como ataxia, rigidez
corporal e colapsos transitórios.
Exposição inalatória: A exposição inalatória prolongada
pode causar tontura e irritação do trato respiratório,
podendo levar à tosse. Além disso, foram relatados
sintomas gastrointestinais e neuromusculares periféricos
após a inalação.
Exposição cutânea: Irritação cutânea severa foi relatada
na exposição de coelhos ao dicamba.
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Exposição ocular: Irritação ocular leve foi relatada na
exposição ocular de coelhos ao dicamba.
Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da
exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos
compatíveis.
Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte
de acordo com o quadro clínico para manutenção das
funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte
respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais
(pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência
respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar
estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea
patente. Sucção de secreções orais se necessário. Intubação
e ventilação conforme necessário, especialmente se o
paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento
neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para
manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de
intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação
pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação: Realizar a
descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes
quantidades do produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos
e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores
de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão
ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando
administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de
uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de
1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária.
Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do
risco de aspiração com a disposição correta do tubo
orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por
intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas
doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos,
não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para
evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para
uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal
severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local
seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e
oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de
insuficiência respiratória. Se necessário, administrar
oxigênio e ventilação mecânica.
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Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios,
proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo
pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado.
Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado
para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar
abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por
no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e
mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, encaminhar o paciente para tratamento
específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros:
EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente
tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento
intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao
intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas,
avental impermeável, óculos e máscara, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco
potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se
ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível
dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver
deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Não foram relatados efeitos de interações químicas para o
Efeitos das Interações
dicamba e demais componentes da formulação em
Químicas
humanos.
TELEFONE DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES
MÉDICAS:
Para notificar o caso e obter informações especializadas
sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque
Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
ATENÇÃO As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas
entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de
Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância
Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa:
0800 70 10 450 (24 horas)
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
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DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não foram observados mortalidade ou sinais
clínicos entre os animais tratados. Não irritante.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não foram observados mortalidade ou sinais clínicos
entre os animais tratados. Não irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos para Animais De Laboratório:
Dicamba: Em ratos, foram observadas reduções no ganho de peso, alterações hematológicas,
como diminuição de plaquetas e alterações nos glóbulos vermelhos e brancos, além de aumento
relativo do peso do fígado. Em longo prazo, a maior dose testada levou a um aumento na
incidência de linfomas malignos e carcinoma de células C da tireoide em machos, embora sem
significância estatística. Em camundongos, a exposição prolongada resultou em aumento da
mortalidade precoce e redução do ganho de peso em fêmeas, sem evidência de
carcinogenicidade. Já em cães, doses elevadas causaram ataxia, rigidez muscular, colapsos
transitórios, além de redução no ganho de peso e alterações hematológicas, sendo esses efeitos
parcialmente reversíveis após o período de recuperação. Em coelhos, a exposição a doses altas
resultou em perda de peso, redução na ingestão de alimento, ataxia e dificuldades respiratórias.
No geral, os principais efeitos crônicos do dicamba incluem perda de peso corporal, alterações
hematológicas e hepáticas, além de sinais transitórios de neurotoxicidade em cães expostos a
doses elevadas.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa Agro-Lead Brasil Assessoria em
Produtos Agrícolas Ltda. - Telefone da empresa: 0800 70 10 450 (24 horas).
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
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não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo,
para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
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• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS:
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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