Muneo
Basf S.A. – São Paulo
Fungicida/Inseticida
alfa-cipermetrina (piretróide) (150 g/L) + fipronil (pirazol) (225 g/L) + piraclostrobina (estrobilurina) (125 g/L)

Informações

Número de Registro
35118
Marca Comercial
Muneo
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
alfa-cipermetrina (piretróide) (150 g/L) + fipronil (pirazol) (225 g/L) + piraclostrobina (estrobilurina) (125 g/L)
Titular de Registro
Basf S.A. – São Paulo
Classe
Fungicida/Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Batata
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Batata
Rhizoctonia solani
Crosta-preta; Damping-off; Tombamento
Cana-de-açúcar
Ceratocystis paradoxa
Podridão-negra
Cana-de-açúcar
Colletotrichum falcatum
Podridão Vermelha
Cana-de-açúcar
Heterotermes tenuis
Cupins
Cana-de-açúcar
Migdolus fryanus
Broca-da-cana; Migdolus
Cana-de-açúcar
Sphenophorus levis
Bicudo da Cana-de-açucar; Gorgulho-da-cana

Conteúdo da Bula

                                    MUNEO®
                                                       Inseticida e Fungicida

               Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 35118

COMPOSIÇÃO:
(S)-alpha-cyano-3-phenoxybenzyl (1R,3R)-3-(2,2-dichlorovinyl)-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate
and (R)-alpha-cyano-3-phenoxybenzyl(1S,3S)-3-(2,2-dichlorovinyl)-2,2-
dimethylcyclopropanecarboxylate
(ALFA-CIPERMETRINA)......................................................................................... 150 g/L (15,0% m/v)
(RS)-5-amino-1-(2,6-dichloro-alpha,alpha,alpha-trifluoro-p-tolyl)-4-trifluoromethylsulfinylpyrazole-3-
carbonitrile
(FIPRONIL).............................................................................................................. 225 g/L (22,5% m/v)
methylN-{2-[1-(4-chlorophenyl)-1H-pyrazol-3-yloxymethyl]phenyl}(N-methoxy)carbamate
(PIRACLOSTROBINA)............................................................................................ 125 g/L (12,5% m/v)
Outros Ingredientes............................................................................................ 669,95 g/L (67,0% m/v)

                GRUPO                                             3A                                       INSETICIDA
                GRUPO                                             2B                                       INSETICIDA
                GRUPO                                             C3                                       FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE APROVAÇÃO DO IBAMA

CLASSE: Inseticida e Fungicida

GRUPO QUÍMICO: Alfa-cipermetrina: Piretróide
               Fipronil: Pirazol
               Piraclostrobina: Estrobilurina

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
BASF S.A. - Av. das Nações Unidas, 14.171 - 2º andar, 9º andar (conj. 901 e 902), 12º andar e 14º
ao 17º andar - Torre C - Crystal Tower, Condomínio Rochaverá Corporate Towers, Vila Gertrudes
CEP 04794-000 - São Paulo/SP - CNPJ: 48.539.407/0001-18
Tel: (11) 2039-2273 - Fax: (11) 2039-2285
Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 044
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS:
Fastac Técnico - Registro MAPA nº 03093
Servatis S.A. - Rod. Presidente Dutra, km 300,5 - Parque Embaixador - CEP 27537-000 -
Resende/RJ - CNPJ: 06.697.008/0001-35 - Registro do Estabelecimento no INEA/RJ-LO nº IN020944
Alfacipermetrina Técnica - Registro MAPA nº 01107
Tagros Chemicals India Private Limited - Plot n° 2901 a 2905 GIDC Panoli Ankleshwar. Dist.
Bharuch, Gujarat - Índia
Tagros Chemicals India Private Limited - A-4/1 & A/2 SIPCOT Industrial Complex,
Pachayankuppam Village, 607005 Cuddalore, Tamil Nadu - Índia
Bayer Vapi Private Limited - Plot Nº 306/3, II Phase, G.I.D.C., 396195 Vapi, Gujarat - Índia
Regent Técnico - Registro MAPA nº 005894
BASF Agri-Production SAS - 32, Rue de Verdun - 76410 - St. Aubin les Elbeuf - Haute-Normandie -
França
Fipronil Técnico AT – Registro MAPA nº 44119
Synwill Nantong Chemical Co., Ltd. No 20, 4th Haibin Road, Rudong Coastal Economic
Development Zone, Nantong City, Jiangsu Province, 226407 - China
Pyraclostrobin Técnico - Registro MAPA nº 08501
BASF Schwarzheide GmbH - Schipkauer Strasse, 1 - 01986 - Schwarzheide - Brandenburg -
Alemanha

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Pyraclostrobin Técnico Cristalino - Registro MAPA nº 08110
BASF Schwarzheide GmbH - Schipkauer Strasse, 1 - 01986 - Schwarzheide - Brandenburg -
Alemanha
BASF Agri-Production SAS - 32, Rue de Verdun - 76410 - St. Aubin les Elbeuf - Haute-Normandie –
França
Piraclostrobina Técnico Hailir - Registro MAPA nº TC13622
Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. - Lingang Industrial Zone - Coastal Econ., Development Zone
Weifang - 262737 - Shandong - China

FORMULADORES:
BASF S.A. - Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP 12521-140 - Guaratinguetá/SP -
CNPJ: 48.539.407/0002-07 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 487
BASF Corporation - 14284 Highway 41 North, Sparks, Georgia, 31647 - USA
BASF Agricultural Solutions US LLC - 14284 Highway 41 North, Sparks, Georgia, 31647 - USA
Ouro Fino Química S.A. - Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III -
CEP 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro do Estabelecimento no
IMA/MG nº 8.764
Oxiquímica Agrociência Ltda. - Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 - Parque Industrial Carlos
Tonanni - Jaboticabal/SP - CEP 14871-360 - CNPJ: 65.011.967/0001-14 - Registro do
Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 101
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP 38044-755 -
Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro do Estabelecimento no IMA/MG nº 2972
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsem, 1459 -
Recanto dos Pássaros - CEP 13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro do
Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 477

MANIPULADORES:
Agrocete Indústria de Fertilizantes Ltda - Rua Anna Scremin, 800 – Distrito Industrial - CEP 84043-
465 – Ponta Grossa/PR - CNPJ: 75.007.385/0001-18 - Registro do Estabelecimento na ADAPAR/PR
nº 002998
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen, 1459 -
Recanto dos Pássaros - CEP 13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro do
Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 477

 Nº do Lote ou da Partida:                                     TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
                                                             0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou
 Data de Fabricação:            VIDE EMBALAGEM
                                                                       (12) 3128-1357
 Data de Vencimento:                                                SAC: 0800 019 2500

           ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
                           CONSERVE-OS EM SEU PODER.
          É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                   PROTEJA-SE.
                 É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                              AGITE ANTES DE USAR.

                                        Indústria Brasileira
   (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do
                            Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

               CATEGORIA DE PERIGO 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II – PRODUTO MUITO
                        PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
O produto Muneo® é resultado da mistura de três ingredientes ativos: Fipronil, Alfa-cipermetrina e
Piraclostrobina. O Fipronil é um inseticida que possui amplo espectro de ação e foi desenvolvido para
inibir seletivamente receptores do ácido gama amino butírico (GABA) associado a canais de cloreto
de insetos. A Alfa-cipermetrina é um inseticida não sistêmico do grupo dos piretróides que atua sobre
os insetos/pragas em baixas doses na forma de contato direto sobre as pragas, e por meio de
ingestão, quando as pragas ingerem o alimento contaminado. O ingrediente ativo Piraclostrobina é
um fungicida pertencente ao grupo químico das estrobilurinas. O mecanismo de ação das
estrobilurinas, ocorre através da inibição da respiração mitocondrial, bloqueando a transferência de
elétrons, interferindo na produção de ATP.

CULTURAS, PRAGAS, DOENÇAS E DOSES:


                       Alvo biológico                          Doses*
                                                                                        Volume de
   Cultura                                                            mL p.c./
                  Nome comum/científico            L p.c./ha                            calda (L/ha)
                                                                   metro de sulco
                 Vaquinha                       1,0 (plantio) +
                                                                        0,08 + 0,08         300
                 Diabrotica speciosa            1,0 (amontoa)
    Batata
                 Rhizoctonia
                                                   1,5 - 2,0            0,12 - 0,16         300
                 Rhizoctonia solani
                 Podridão abacaxi
                 Ceratocystis paradoxa

                 Podridão vermelha
                 Colletotrichum falcatum
   Cana-de-      Cupim                             0,8 - 1,2            0,12 - 0,16         150
    açúcar       Heterotermes tenuis

                 Larvas de Migdolus
                 Migdolus fryanus
                  Gorgulho
                  Sphenophorus levis
p.c. = produto comercial (1 L de Muneo® equivale a 150 g Alfa-cipermetrina + 225 g Fipronil +
125 g Piraclostrobina).
i.a. = ingrediente ativo.
* As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta incidência da doença ou
praga e/ou para um maior período de controle.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Efeito agregado: Utilizando o Muneo® de acordo com as indicações recomendadas pode ocorrer um
efeito supressor em outras pragas como broca-da-cana (Diatraea saccharalis) e formigas (Atta
capiguara).

Batata:
Diabrotica speciosa - Plantio: realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura
antes da cobertura dos tubérculos semente, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque)
a uma vazão de 300 L/ha.
Amontoa: fazer uma aplicação complementar no momento da “amontoa” (35 dias após a semeadura),
dirigida para a base das plantas e cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. As
doses menores somente devem ser usadas em período de baixa infestação da praga/doença ou em
áreas com histórico de baixa incidência dos organismos alvos.
Rhizoctonia solani – Plantio: realizar única aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura
antes da cobertura dos tubérculos semente, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque)
a uma vazão de 300 L/ha.




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Cana-de-açúcar:
Plantio: aplicar preventivamente em jato dirigido a dose recomendada em sulco de plantio.
Soqueira: Realizar a aplicação com equipamentos adaptados para esse fim, abrindo um corte
diretamente sobre a soqueira, aplicando o produto abaixo do nível do solo diretamente no rizoma da
cana-de-açúcar. Utilizar volume de calda de 150 L/ha. As doses menores somente devem ser usadas
em áreas com histórico de baixa infestação.

MODO DE APLICAÇÃO:

Preparo da calda: o responsável pela preparação da calda deve usar Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs) indicados para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos
3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação
acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação
constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da
calda.

Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:

• Aplicação Terrestre: seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:

- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir
sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para
assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a
sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e
redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas
por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que
possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias
(M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e
tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura.
Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em
velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área
alvo.

- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a
ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de
pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o
volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento
da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que
os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do
fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a
distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às
condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

• Aplicação com Equipamento Costal: para aplicações costais, manter constante a velocidade de
trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como
a sobreposição entre as faixas de aplicação.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de
preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais
ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.


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O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização,
evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente
calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que
interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas
adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS:

- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da
configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica,
que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve
estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva
e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação
quando houver culturas sensíveis na direção do vento.

- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas
temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do
produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas
temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com
previsão de geadas.

- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o
desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.

As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da
região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de
pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que
reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros)
realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda-
se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as
recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque.
Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através
das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto
funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado.
Encher novamente o tanque com água limpa. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo
15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de
trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em
recipiente com água limpa;
Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.

Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas
a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar
também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de
pragas.




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RESTRIÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.
• Garantir que o produto seja totalmente incorporado ao solo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
      Cultura         Dias
      Batata          ND*
  Cana-de-açúcar      ND*
*Não determinado devido a modalidade de aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Como a finalidade do produto é a aplicação no sulco, não há necessidade de observância de
intervalo de reentrada desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.
• Os Limites Máximos de Resíduos podem não ter sido estabelecidos em outros países ou
   divergirem dos existentes no Brasil, assim, para cultivos tratados ou subprodutos que se destinem
   à exportação, o Limite Máximo de Resíduo no país de destino deve ser respeitado.
• Caso o Limite Máximo de Resíduo estabelecido no país de destino esteja abaixo do Limite Máximo
   de Resíduo no Brasil, recomenda-se ao exportador o monitoramento de resíduos antes de
   exportar. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador, importador ou a BASF antes de exportar
   e/ou aplicar o produto.
• A BASF não se responsabiliza por qualquer impedimento para exportação em razão dos resíduos
   gerados pela aplicação dos produtos nem por quaisquer danos ou consequências que possam
   advir do desrespeito dos Limites Máximos de Resíduos.
• Este produto é TÓXICO ÀS ABELHAS. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. A pulverização
   foliar não dirigida ao solo ou às plantas, ou seja, aplicações em área total, NÃO É PERMITIDA.
   Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou
   quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações
   constitui crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras
   responsabilidades.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.




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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 para o controle do
   mesmo alvo, sempre que possível.
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
   agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência,
   quando disponíveis, etc.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
   regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
   fungicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
   patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
   (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
   br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

            GRUPO                                C3                          FUNGICIDA

O produto Muneo® é composto por Piraclostrobina, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores
do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo, pertencente ao Grupo C3, segundo
classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

            GRUPO                                3A                          INSETICIDA
            GRUPO                                2B                          INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O produto Muneo® pertence aos grupos 3A e 2B (Moduladores de canais de sódio e Bloqueadores de
canais de cloro mediados pelo Gaba) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo
grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Muneo® como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 3A e 2B. Sempre rotacionar
   com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar o Muneo® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
   aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de Muneo® podem ser feitas desde que o período residual total do
   “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
   específico do Muneo®, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
   químico dos Fenilpirazóis (Fiproles) e DDT, Metoxicloro não deve exceder 50% do ciclo da cultura
   ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Muneo® ou outros produtos do Grupos
   2B e 3A quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
   serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
   culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
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• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
  regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
  para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
  (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas
cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações
patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes e controle do ambiente
devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio, todas as vezes possíveis, devemos associar as boas práticas agrícolas como:
uso racional de fungicidas, aplicação no momento, utilizar doses indicadas, fungicidas específicos
para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas
menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de
culturas, adubação equilibrada, etc.
Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos,
culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se a inclusão de outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico,
etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

                            MINISTÉRIO DA SAÚDE - ANVISA
                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

       ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO
INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
   • Produto para uso exclusivamente agrícola.
   • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
   • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
   • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
     pessoas.
   • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
     recomendados.
   • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
     válvulas com a boca.
   • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) danificados, úmidos, vencidos ou com
     vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
   • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
     pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
     profissional habilitado.
   • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
     primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
   • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
     trancado, longe do alcance de crianças e animais.
   • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na
     seguinte ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe
     e luvas de nitrila.
   • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
     relação à forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.




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PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
   • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
     primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
   • Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento
     hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe),
     respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou respirador com filtro mecânico classe
     P2 e óculos com proteção lateral), botas de PVC ou sapato impermeável, avental com nível
     de proteção 3 (impermeável), e luvas de nitrila.
   • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
     Individual (EPIs) recomendados.
   • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
   • Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
   • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
   • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
     que estiver sendo aplicado o produto.
   • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
     respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
   • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
     outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
   • Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento
     hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe),
     respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou respirador com filtro mecânico classe
     P2 e óculos com proteção lateral), botas de PVC ou sapato impermeável e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
   • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA." e
     manter os avisos até o final do período de reentrada.
   • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
     com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
     Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
   • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
     aplicação.
   • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
   • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas
     para evitar contaminação.
   • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
     local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
   • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
   • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) separados das demais
     roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
   • Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de
     aplicação.
   • Não reutilizar a embalagem vazia.
   • No descarte das embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): macacão
     com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
   • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
     seguinte ordem: touca árabe, viseira ou óculos, jaleco, botas, calça, luvas e respirador.
   • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
     protegida.


                                                                    “Nocivo se ingerido”
                                     ATENÇÃO
                                                                    “Nocivo se inalado”




                                                                        MUNEO_bula_rev12_18-07-25
                                                                                             9/17
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.

                                 INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são de uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de
saúde, etc.).
                          Alfa-cipermetrina: Piretróide
    Grupo químico         Fipronil: Pirazol
                          Piraclostrobina: Estrobilurina

   Potenciais vias de
                          Dérmica e Inalatória
       exposição
                          Alfa-cipermetrina: em estudos em ratos, a Alfa-cipermetrina apresentou
                          rápida absorção, com pico plasmático atingido entre 6 e 9 h. Ampla
                          distribuição tecidual principalmente em tecido adiposo, pele, rins e fígado,
                          e rápida eliminação, que ocorreu substancialmente nas primeiras 24h via
                          urina e fezes. Mamíferos são capazes de biotransformação rápida desses
                          compostos, principalmente via hidroxilação da ligação éster. Machos e
                          fêmeas apresentaram resultados similares.
                          Fipronil: em ratos, a absorção após a exposição por via oral foi rápida e
                          extensiva (> 80% em 72 horas). Após absorvido, foi rapidamente
                          metabolizado. O Fipronil e seus metabólitos foram amplamente
                          distribuídos, predominantemente no tecido adiposo. Foi excretado
                          lentamente, principalmente através das fezes (até 71% em 7 dias), mas
                          também através da urina (6-26%) e da bile (7-18%). Um estudo
                          demonstrou que aproximadamente 73% da radioatividade eliminada pela
                          bile pode ser reabsorvida do trato gastrintestinal. A longa meia-vida no
                          sangue (150-245h) refletiu a lenta eliminação dos resíduos,
     Toxicocinética
                          principalmente do tecido adiposo, sugerindo um potencial de
                          bioacumulação do Fipronil e seus metabólitos. Não foram observadas
                          diferenças no perfil toxicocinético entre machos e fêmeas.
                          Piraclostrobina: após a administração oral a ratos de uma dose única de
                          Piraclostrobina, aproximadamente 50% da dose administrada foi
                          absorvida. Amplamente distribuída, com concentrações mais elevadas no
                          trato gastrintestinal, fígado e rins, que declinaram consideravelmente
                          entre 48 e 72h. Não foi observado potencial de bioacumulação. A
                          excreção ocorreu em sua maioria através das fezes (74-91%), seguida de
                          excreção biliar (~35%) e da via urinária (10-13%). O padrão de excreção
                          não foi alterado com a administração de doses repetidas. O metabolismo
                          em animais é extenso, com um padrão similar para ambos os sexos e
                          todas as doses testadas. Um estudo comparativo do perfil metabólico in
                          vitro em ratos, coelhos, cães e humanos mostrou que a via de
                          degradação é similar nestas espécies.




                                                                         MUNEO_bula_rev12_18-07-25
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                  Alfa-cipermetrina: a toxicidade aguda em humanos pode estar
                  associada a reações de hipersensibilidade, às propriedades intrínsecas
                  da substância e aos solventes. Os piretróides tipo II (com grupo alfa-
                  ciano) são mais potentes, tóxicos e lipofílicos, pelo que rapidamente se
                  distribuem no sistema nervoso. Retardam o fechamento dos canais de
                  sódio, produzindo bloqueio da condição nervosa, com despolarização
                  persistente e redução da amplitude do potencial de ação. Interferem
                  também com o receptor GABA, com supressão dos canais de cloro. Em
                  doses muito altas, despolarizam completamente a membrana da célula
                  nervosa e bloqueiam a excitabilidade. Mamíferos são geralmente capazes
Toxicodinâmica    de metabolizar rapidamente estes compostos, tornando-os, deste modo,
                  menos ativos e consequentemente diminuindo a toxicidade.
                  Fipronil: o Fipronil causa bloqueio seletivo e reversível dos canais de
                  cloreto ligados aos receptores GABA (ácido gama-aminobutírico). Esse
                  bloqueio causa um desequilíbrio entre os componentes excitatórios e
                  inibitórios do sistema nervoso e culmina com sinais clínicos como
                  tremores e convulsões observados em animais de experimentação.
                  Piraclostrobina: o modo de ação fungicida da Piraclostrobina é por
                  inibição da atividade mitocondrial. Em humanos o mecanismo de
                  toxicidade não é conhecido, mas há evidência por um estudo in vitro em
                  células humanas de potencial toxicidade mitocondrial.
                  Alfa-cipermetrina: os sinais de intoxicação sistêmica por Alfa-
                  cipermetrina após ingestão acidental, parecem ser não-específicos, como
                  tonturas, cefaleia, náuseas, anorexia, fadiga, queixas gastrointestinais e
                  febre. Em casos graves, a exposição pode resultar em comprometimento
                  da consciência, fasciculações musculares, convulsões, coma e edema
                  pulmonar. Estudos conduzidos em animais de experimentação indicam
                  que a intoxicação aguda pode causar parestesia facial quando em contato
                  direto com a pele, acompanhado de eritema, edema e queimação na pele;
                  irritação ocular; irritação das vias aéreas. Sinais agudos de
                  neurotoxicidade, normalmente transitórios, foram observados em animais
                  após exposição a doses subletais de Alfa-cipermetrina.
                  Fipronil: todas as pessoas que manipulam produtos de proteção de
                  culturas são avaliadas por exames médicos regulares. Não há parâmetros
                  específicos disponíveis para o monitoramento do efeito do Fipronil. Em
                  humanos, a ingestão e/ou exposição inalatória a grandes quantidades
                  pode causar hiperexcitabilidade do SNC, caracterizada por hiperatividade,
                  irritabilidade, tremores e, em casos mais severos, letargia e convulsões.
  Sintomas e
                  Estudos conduzidos em animais de experimentação indicam toxicidade
sinais clínicos
                  aguda moderada pela via oral, baixa pela via dérmica e alta a moderada
                  pela via inalatória em ratos, com sinais clínicos de neurotoxicidade. Não
                  foi observado potencial de irritação para a pele e olhos de coelhos, nem
                  potencial de sensibilização dérmica em cobaias.
                  Piraclostrobina: todas as pessoas que manipulam produtos de proteção
                  de culturas são avaliadas por exames médicos regulares. Não há
                  parâmetros específicos disponíveis para o monitoramento do efeito da
                  Piraclostrobina. Sintomas inespecíficos de toxicidade, como irritação da
                  pele, dos olhos e do trato respiratório, foram reportados após exposição a
                  Piraclostrobina. Outros sintomas inespecíficos de toxicidade decorrentes
                  da exposição a substâncias químicas podem ocorrer. Estudos conduzidos
                  em animais de experimentação indicam que a Piraclostrobina apresenta
                  baixa toxicidade pelas vias oral e dérmica e é pouco tóxica pela via
                  inalatória em ratos. A substância é irritante a pele e não irritante aos
                  olhos, conforme os resultados obtidos em estudos conduzidos em
                  coelhos. A Piraclostrobina não possui potencial de sensibilização dérmica,
                  conforme indicam os resultados do estudo conduzido em cobaias.
                  O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. Ao
 Diagnóstico      apresentar sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente
                  imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação

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                           laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos.

                           Antídoto: não existe antídoto específico.
                           Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
                           clínico para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas
                           devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade. O profissional
      Tratamento           de saúde deve estar protegido, utilizando principalmente luvas. Demais
                           recomendações devem seguir protocolos de atendimento ao intoxicado do
                           estabelecimento de saúde e/ou orientações da Rede Nacional de Centros
                           de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT).
                           A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
   Contraindicações        de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não
                           deve ser evitado.
 Efeitos das interações
                           Não são conhecidos
        químicas
                            Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e
                                obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento.
                                      Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                                              Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
                            As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
                             e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
       ATENÇÃO                                Informação de Agravos de Notificação
                                                           (SINAN/MS).
                              Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                           Telefones de Emergência da Empresa: BASF S.A. 0800 011 2273 ou
                           (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357
                           Endereço Eletrônico da Empresa: www.basf.com.br
                           Correio Eletrônico da Empresa: cecom.guaratingueta@basf.com

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide TOXICOCINÉTICA e TOXICODINÂMICA.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
• Efeitos agudos (Produto Formulado):
DL50 via oral em ratos: ˃ 300 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: ˃ 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: ˃ 1,10 mg/L (4h)
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: considerado não irritante para os olhos. Em olhos de coelhos
foram observados lacrimejamento reversível em até 48 horas, vermelhidão e edema reversíveis em
até 7 dias.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: considerado não irritante para a pele. Em pele de coelhos foi
observado eritema reversível em até 7 dias.
Sensibilização dérmica em cobaias: produto não sensibilizante.
Mutagenicidade: produto não causou mutação gênica ou aberrações cromossômicas nas condições
de teste.

• Efeitos crônicos (Produtos Técnicos):
Alfa-cipermetrina: após administração oral em doses repetidas de Alfa-cipermetrina para rato,
camundongo e cão, foram observados sinais de neurotoxicidade quando expostos a altas doses. Nos
estudos de toxicidade crônica, a administração dietética de Alfa-cipermetrina a camundongos por 18
meses e a cães por 1 ano resultou em sinais clínicos de tratamento que se limitaram a efeitos
adversos na pele e no cabelo. Diminuição nos ganhos de peso corporal foram observadas em
camundongos machos tratados com doses elevadas de Alfa-cipermetrina. O cão pareceu mais
sensível aos efeitos da Alfa-cipermetrina, como indicado por NOAEL de 1,5 mg/kg peso corpóreo/dia
e 4,5 mg/kg peso corpóreo/dia para cães e camundongos, respectivamente. O produto não
apresentou potencial oncogênico em roedores, após exposição prolongada por via oral. Esta
constatação foi apoiada pela ausência de atividade genotóxica para a Alfa-cipermetrina, determinada

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pelos resultados de uma bateria testes de genotoxicidade in vitro e in vivo. Os testes de toxicidade
para o desenvolvimento conduzidos em coelhos e ratos com Alfa-cipermetrina não revelaram efeitos
teratogênicos para fetos de qualquer das espécies. O produto não é considerado tóxico para a
reprodução. Para todos os efeitos acima descritos, níveis de dose seguros foram estabelecidos nos
estudos de toxicidade.
Fipronil: estudos conduzidos para avaliar a toxicidade crônica em cães e ratos, indicaram que os
principais efeitos relacionados com o tratamento com o Fipronil foram relacionados ao sistema
nervoso central, como convulsão, ataxia, tremores, hiper e/ou hipoatividade, enquanto que em
camundongos e ratos, o fígado também foi um órgão alvo de ação. Estudos conduzidos in vitro e in
vivo sugerem que o Fipronil não apresenta potencial genotóxico.

Piraclostrobina: não existem evidências de potencial carcinogênico para roedores após exposição
prolongada via oral. Sinais de toxicidade sistêmica após administração oral foram observados sendo
possível em todos os casos estabelecer um nível de dose seguro onde nenhum efeito adverso foi
detectado. Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a Piraclostrobina não apresenta
potencial genotóxico. A Piraclostrobina não apresentou potencial teratogênico em coelhos e ratos.
Alguns efeitos embriofetais foram observados como consequência da elevada toxicidade materna.
Não foram observadas alterações nos parâmetros reprodutivos dos animais testados.

               INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS
                            NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
                   DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
 Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
 MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
 Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
 Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água.
  Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
  água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Este produto é TÓXICO ÀS ABELHAS. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. A pulverização foliar
  não dirigida ao solo ou às plantas, ou seja, aplicações em área total, NÃO É PERMITIDA. Não
  aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando
  for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui
  crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
  ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
  para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
  Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

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- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A. - Telefones de Emergência:
  0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
  borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
  drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá
mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, etc.,
  ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
- Durante o procedimento de lavagem o operador dever estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
  posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar, os seguintes
  procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
  boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;


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- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
  direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA




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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que
deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

PARA TODO TIPO DE EMBALAGEM

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.

                                                                        MUNEO_bula_rev12_18-07-25
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- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

A BASF PRODUZ SOMENTE PRODUTOS FORMULADOS DESTINADOS AO USO EXCLUSIVO
EM TRATAMENTO DE SEMENTES E/OU MUDAS OU APLICAÇÃO NO SOLO, NA FORMA DE
PULVERIZAÇÃO, GRANULADO PARA DISTRIBUIÇÃO NO SULCO OU NA FORMA DE ISCA.
Comunicado do IBAMA, Diário Oficial da União, Seção 3, página 248 de 29/12/2023, para qualquer
produto à base de fipronil:
Este produto é TÓXICO ÀS ABELHAS. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. A pulverização foliar
não dirigida ao solo ou às plantas, ou seja, aplicações em área total, NÃO É PERMITIDA. Não
aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando
for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui
crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.



® Marca Registrada BASF




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