MourãoBR
Ouro Fino Química S.A. - Uberaba
Herbicida
glifosato-sal de isopropilamina (glicina substituída) (295.1 g/L) + glifosato-sal de potássio (glicina substituída) (396.5 g/L)

Informações

Número de Registro
36418
Marca Comercial
MourãoBR
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
glifosato-sal de isopropilamina (glicina substituída) (295.1 g/L) + glifosato-sal de potássio (glicina substituída) (396.5 g/L)
Titular de Registro
Ouro Fino Química S.A. - Uberaba
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Algodão
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Algodão
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Algodão
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Algodão
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Algodão
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Algodão
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Algodão
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Algodão
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Algodão
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Algodão
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Algodão
Tridax procumbens
erva-de-touro
Algodão OGM
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Algodão OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão OGM
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão OGM
Chamaesyce hirta
erva-andorinha (2); erva-de-cobre; erva-de-sangue
Algodão OGM
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão OGM
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Arroz
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Arroz
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Arroz
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Arroz
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Arroz
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Arroz
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Arroz
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Arroz
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Arroz
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Arroz
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Arroz
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Arroz
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Arroz
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Arroz
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Arroz
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Arroz
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Arroz
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Arroz
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Arroz
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Arroz
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Arroz
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Arroz
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Arroz
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Arroz
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Arroz
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Arroz
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Arroz
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Arroz
Tridax procumbens
erva-de-touro
Arroz irrigado
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Arroz irrigado
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Arroz irrigado
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Arroz irrigado
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Arroz irrigado
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Arroz irrigado
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Arroz irrigado
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Arroz irrigado
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Arroz irrigado
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Arroz irrigado
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Arroz irrigado
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Arroz irrigado
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Arroz irrigado
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Arroz irrigado
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Arroz irrigado
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Arroz irrigado
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Arroz irrigado
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Arroz irrigado
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Arroz irrigado
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Arroz irrigado
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Arroz irrigado
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Arroz irrigado
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Arroz irrigado
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Arroz irrigado
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Arroz irrigado
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Arroz irrigado
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Arroz irrigado
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Arroz irrigado
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Arroz irrigado
Tridax procumbens
erva-de-touro
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Café
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Cana-de-açúcar
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Cana-de-açúcar
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Cana-de-açúcar
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cana-de-açúcar
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Cana-de-açúcar
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Cana-de-açúcar
Tridax procumbens
erva-de-touro
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Citros
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Citros
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Citros
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Eucalipto
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Eucalipto
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Eucalipto
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Eucalipto
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Eucalipto
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Eucalipto
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Eucalipto
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Eucalipto
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Eucalipto
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Feijão
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Feijão
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Feijão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Feijão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Feijão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Feijão
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Feijão
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Feijão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Feijão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Feijão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Feijão
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Feijão
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Feijão
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Feijão
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Feijão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Feijão
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Feijão
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Feijão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Feijão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Feijão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Feijão
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Feijão
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Feijão
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Feijão
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Feijão
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Feijão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Feijão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Feijão
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Feijão
Tridax procumbens
erva-de-touro
Maçã
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Maçã
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Maçã
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Maçã
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Maçã
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Maçã
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Maçã
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Maçã
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Maçã
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Maçã
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Maçã
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Maçã
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Milho
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Milho
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Milho
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Milho
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Milho
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Milho
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Milho
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Milho
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Milho
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Milho
Tridax procumbens
erva-de-touro
Milho OGM
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho OGM
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho OGM
Chamaesyce hirta
erva-andorinha (2); erva-de-cobre; erva-de-sangue
Milho OGM
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho OGM
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Pastagens
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Pastagens
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Pastagens
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Pastagens
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Pastagens
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pastagens
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Pastagens
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Pastagens
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pastagens
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Pastagens
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Pastagens
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Pastagens
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Pastagens
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Pastagens
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Pastagens
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pastagens
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Pastagens
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Pastagens
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Pastagens
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Pastagens
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Pastagens
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pastagens
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Pastagens
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Pastagens
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Pastagens
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Pastagens
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Pastagens
Tridax procumbens
erva-de-touro
Pinus
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Pinus
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pinus
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Pinus
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pinus
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Pinus
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Pinus
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pinus
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Pinus
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Pinus
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pinus
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Pinus
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Soja
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Soja
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Soja
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Soja
Tridax procumbens
erva-de-touro
Soja OGM
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja OGM
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Soja OGM
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja OGM
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Soja OGM
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja OGM
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Soja OGM
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja OGM
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja OGM
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja OGM
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja OGM
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja OGM
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja OGM
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja OGM
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Soja OGM
Tridax procumbens
erva-de-touro
Trigo
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Trigo
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Trigo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Trigo
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Trigo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Trigo
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Trigo
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Trigo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Trigo
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Trigo
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Trigo
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Trigo
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Trigo
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Trigo
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Trigo
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Trigo
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Trigo
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Trigo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Trigo
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Trigo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Trigo
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Trigo
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Trigo
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Trigo
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Trigo
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Trigo
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Trigo
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Trigo
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Trigo
Tridax procumbens
erva-de-touro
Uva
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Uva
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Uva
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Uva
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Uva
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Uva
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Uva
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Uva
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Uva
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Uva
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Uva
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Uva
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Uva
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Uva
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Uva
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Uva
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Uva
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Uva
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Uva
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Uva
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Uva
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Uva
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Uva
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Uva
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Uva
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Uva
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Uva
Tridax procumbens
erva-de-touro

Conteúdo da Bula

                                    BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




                                                                        MOURÃOBR

                   Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 36418
COMPOSIÇÃO:
COMPOSIÇÃO:
Potassium N-[(hydroxyphosphinato)methyl]glycine (GLIFOSATO – SAL POTÁSSICO) ...... 396,50 g/L (39,65% m/v)
Isopropylammonium N-(phosphonomethyl)glycinate (GLIFOSATO – SAL ISOPROPILAMINA)
 .............................................................................................................................................. 295,10 g/L (29,51% m/v)
Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO) ....................................... 540,00 g/L (54,00% m/v)
Monoetilenoglicol................................................................................................................... ....13,15 g/L (1,31% m/v)
Outros Ingredientes ............................................................................................................... .584,25g/L (58,43% m/v)

                     GRUPO                                                         G                                                  HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida sistêmico não seletivo
GRUPO QUÍMICO: Glifosato (glicina substituída), Isopropilamina (alquil-amina de cadeia curta); óxido de N-N-
dimetildodecilamina (óxido de amina)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel - SL

TITULAR DO REGISTRO (*):
OURO FINO QUÍMICA S.A
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251
SAC: 0800 941 5508
Registro Estadual IMA/MG nº 8.764
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO TÉCNICO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

GLIFOSATO TÉCNICO OURO FINO (REG. MAPA N° 7710)
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic, Development Area, Weifang, Shandong Province, 262737 – China.

GLIFOSATO TÉCNICO OF BR (REG. MAPA Nº 12315)
JINGMA CHEMICALS CO., LTD
Nº 50 Baota Road, 324400, Longyou, Zhejiang – China

GLIFOSATO TÉCNICO OF I (REG. MAPA N° 14519)
ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD.
Xinanjiang, Jiande, Zhejiang, 311600 - China

GLIFOSATE TÉCNICO MONSANTO (REG. MAPA N° 01998)
MONSANTO DO BRASIL LTDA.
Av. Carlos Marcondes, 1200 - km 159,5 – Limoeiro
CEP: 12241-420 - São José dos Campos/SP - CNPJ: 64.858.525/0002-26
Registro Estadual nº 525 - CDA/SP
BAYER CROPSCIENCE LP - MUSCATINE PLANT
2.500 Wiggins Road - Muscatine - Iowa - 52.761 - EUA
BAYER CROPSCIENCE LP - LULLING PLANT
2.501 River Road - PO Box 174 - Lulling - 70.070 – Louisiana - EUA
AGRO BAYER S.R.L. - ZARATE PLANT
Ruta 12, km 83.100 - Zarate - 2800 – Província de Buenos Aires- Argentina
BAYER AGRICULTURE BV
Antwerp Plant - Haven 627, Scheldelaan 460, Antuérpia (Lilo) 2040 – Bélgica

GLYPHOSATE TÉCNICO FUHUA (REG. MAPA Nº 29218)
SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD.
Qiaogou Town Wutongqiao District 614800 Leshan, Sichuan, China

GLIFOSATO XW TÉCNICO (REG. MAPA Nº 28118)
HUBEI TRISUN CHEMICALS CO. LTD.
Nº 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District - Yichang, Hubei – China
INNER MONGOLIA XINGFA TECHNOLOGY CO., LTD.
                                                                          BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




Wuda Industrial Park, Wuhai City, Inner Mongolia - China

GLIFOSATO TECNICO SH – Registro MAPA nº 34419
NANTONG JIANGSHAN AGROCHEMICAL & CHEMICALS LIMITED LIABILITY COMPANY
Nº 998 Jiangshan Road, Nantong Economic & Technological Development Zone, Nantong, Jiangsu – China.

FORMULADOR / MANIPULADOR:
OURO FINO QUÍMICA S.A
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251
SAC: 0800 941 5508
Registro Estadual IMA/MG nº 8.764

                              No do lote ou da partida :
                                  Data de fabricação :             VIDE EMBALAGEM
                                 Data de vencimento :

  ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
        É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                     É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                                   Agite antes de usar

                                                Corrosivo ao aço carbono

                                               Indústria Brasileira
 (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7212, de
                                              15 de junho de 2010)


  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

    CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO PERIGOSO AO MEIO
                                   AMBIENTE – CLASSE III



Cor da faixa: Azul intenso
                                                                        BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




                   MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO:

MOURÃOBR é um herbicida do grupo químico da glicina substituída (glifosato), apresentado na forma concentrado
solúvel, sendo sistêmico e não seletivo, de amplo espectro de controle, indicado para o controle de plantas infestantes
anuais ou perenes, monocotiledôneas ou dicotiledôneas nas seguintes situações:

    •    Controle de plantas infestantes em pós-emergência em áreas cultivadas, sob a copa e nas entrelinhas,
         utilizando equipamentos de proteção de deriva, nas culturas de: café, citros, eucalipto, maçã, pinus e uva;
    •    Controle em pós-emergência em jato dirigido sobre as plantas infestantes nas entrelinhas de cana-de-açúcar
         (cana-soca);
    •    Aplicação em área total na dessecação em pré-plantio no sistema de plantio direto ou convencional para as
         culturas de: algodão, arroz, arroz irrigado, cana-de-açúcar, feijão, milho, pastagem, soja e trigo;
    •    Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da soja geneticamente modificada resistente ao
         Glifosato;
    •    Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e do milho geneticamente modificado resistente ao
         Glifosato;
    •    Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e do algodão geneticamente modificado resistente ao
         Glifosato;
    •    Eliminação de soqueira em cana-de-açúcar;
    •    Eliminação total de pastagens para posterior reforma do pasto ou plantio de culturas anuais ou perenes;
    •    Eliminação do capim e plantas infestantes na área abaixo e adjacente à cerca denominada aceiro;
    •    Aplicação em área total em áreas de pousio.

MOURÃOBR atua na inibição da biossíntese de aminoácidos aromáticos (fenilalanina, tirosina e triptofano), através
da inibição da enzima EPSPs (5-enolpiruvinil shikimate-3-fosfato-sintase) na via do shikimato, o primeiro sintoma
observado após tratamento com glifosato é a inibição de crescimento, seguido por clorose dos tecidos tratados e
consequentemente morte das plantas daninhas. A eficiência do glifosato começa a ser notada entre o 4º e 10º dia
após a aplicação, atingindo o controle total entre o 14º ao 21º dia após a aplicação.

CULTURAS, ALVOS, DOSES, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO, VOLUME DE CALDA:
                                                               DOSE
          CULTURA                          ALVO               p.c L/ha   ÉPOCA DE APLICAÇÃO
                                                              (g ia/ha)
                                Angiquinho; Maricazinho       1,5 - 3,0
                                   (Aeschynomene rudis)     (810 - 1620)
                                  Apaga-fogo; Periquito
                                   (Alternanthera tenella)
                                   Caruru-roxo; Caruru-
                                           branco
                                   (Amaranthus hybridus)                 Época (algodão, arroz,
                                     Caruru-de-mancha;                   arroz-irrigado, cana-de-
                                        Caruru-verde                     açúcar, feijão, milho,
                                                              1,0 - 3,0
                                     (Amaranthus viridis)                pastagens, soja e trigo):
                                                            (540 - 1620)
                                     Picão-preto; Picão                  Dessecação pré-plantio.
                                       (Bidens pilosa)                   Realizar a aplicação em
Algodão, Arroz, Arroz irrigado,       Capim-braquiária;                  pós-emergência         das
 Cana-de-açúcar, Feijão, Milho,          Braquiária                      plantas infestantes em
   Pastagens, Soja, Trigo e       (Brachiaria decumbens)                 pré-plantio das culturas.
             Uva                Capim-marmelada; Capim-
                                           papuã                         Época (uva): Realizar
                                  (Brachiaria plantaginea)               aplicação       em    pós-
                                 Braquiarão;Braquiaria-                  emergência das plantas
                                                              2,0 - 4,0  infestantes nos seguintes
                                          brizanta
                                                           (1080 - 2160) casos: (a) Em pré-plantio
                                    (Brachiaria brizantha)
                                Capim-carrapicho; Capim-                 das mudas das culturas e
                                                              1,0 - 3,0  (b) Sob a copa e nas
                                          amoroso
                                                            (540 - 1620) entrelinhas das culturas
                                    (Cenchrus echinatus)
                                 Buva; Rabo-de-foguete        2,0 - 4,0  com       utilização    de
                                    (Conyza bonariensis)   (1080 - 2160) equipamentos          anti-
                                   Grama-seda; Grama-         3,0 - 4,0  deriva.
                                          bermuda          (1620 - 2160)
                                                          BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




                                                             DOSE
      CULTURA                       ALVO                    p.c L/ha      ÉPOCA DE APLICAÇÃO
                                                            (g ia/ha)
                             (Cynodon dactylon)
                                                                          Número de aplicações:
                                 Junquinho; Chufa            2,0 - 4,0
                                                                          01 aplicação por ciclo ou
                                    (Cyperus ferax)       (1080 - 2160)
                                                                          safra da cultura.
                              Tiririca; Capim-dandá          3,0 – 4,0
                                 (Cyperus rotundus)       (1620 – 2160)
                           Trapoeraba; Capoeraba             3,5 – 4,0
                          (Commelina benghalensis)        (1890 – 2160)
                           Capim-colchão; Capim-
                                          milhã
                               (Digitaria horizontalis)
                             Milhã; Capim-colchão
                               (Digitaria sanguinalis)
                              Capim-pé-de-galinha;          1,0 – 3,0
                                  Capim-de-pomar          (540 – 1620)
                                   (Eleusine indica)
                         Falsa-serralha; Bela-emília
                                 (Emilia sonchifolia)
                         Amendoim-bravo; Leiteira
                            (Euphorbia heterophylla)
                               Capim-arroz; Jervão           2,0 – 5,0
                              (Echinochloa crusgalli)     (1080 – 2700)
                         Picão-branco; Fazendeiro            1,0 – 3,0
                               (Galinsoga parviflora)      (540 – 1620)
                           Azevém; Azevém-anual              2,0 – 4,0
                                 (Lolium multiflorum)     (1080 – 2160)
                          Joá-de-capote; Quintilho           1,0 – 3,0
                              (Nicandra physaloides)       (540 – 1620)
                           Capim-colonião; Capim-
                                                             2,0 – 4,0
                                       coloninho
                                                          (1080 – 2160)
                                (Panicum maximum)
                               Nabo-bravo; Nabiça            0,8 – 3,0
                           (Raphanus raphanistrum)         (432 – 1620)
                               Poaia-branca; Poaia           2,0 – 3,5
                              (Richardia brasiliensis)    (1080 – 1890)
                           Guanxuma; Mata-pasto              1,5 – 3,0
                                  (Sida rhombifolia)       (810 – 1620)
                              Maria-pretinha; Erva-
                                                            1,0 – 3,0
                                         moura
                                                          (540 – 1620)
                             (Solanum americanum)
                                     Erva-de-touro           3,0 – 4,0
                                (Tridax procumbens)       (1620 – 2160)
                              Caruru-roxo; Caruru-
                                         branco
                              (Amaranthus hybridus)                       Época:             Realizar
                                 Picão-preto; Picão                       aplicação       em    pós-
                                     (Bidens pilosa)                      emergência das plantas
                                                            1,0 – 3,0
                                 Capim-braquiária;                        infestantes nos seguintes
                                                          (540 – 1620)
                                       Braquiária                         casos: (a) Em pré-plantio
                             (Brachiaria decumbens)                       das mudas das culturas e
                         Capim-marmelada; Capim-                          (b) Sob a copa e nas
                                  papuã (Brachiaria                       entrelinhas das culturas
    Café, Citros,                     plantaginea)                        com       utilização     de
Eucalipto, Maçã, Pinus     Trapoeraba; Capoeraba             3,5 – 4,0    equipamentos          anti-
                          (Commelina benghalensis)        (1890 – 2160)   deriva.
                               Grama-seda; Grama-
                                                             3,0 – 4,0
                                        bermuda                           Número de aplicações:
                                                          (1620 – 2160)
                                 (Cynodon dactylon)                       01 aplicação por ciclo ou
                           Capim-colchão; Capim-                          safra da cultura.
                                                            1,0 – 4,0
                                          milhã
                                                          (540 – 2160)
                               (Digitaria horizontalis)
                              Capim-pé-de-galinha;          1,0 – 3,0
                                                                 BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




                                                                    DOSE
         CULTURA                           ALVO                    p.c L/ha      ÉPOCA DE APLICAÇÃO
                                                                   (g ia/ha)
                                          Capim-de-pomar         (540 - 1620)
                                           (Eleusine indica)
                                Falsa-serralha; Bela-emilia
                                         (Emilia sonchifolia)
                                 Picão-branco; Fazendeiro
                                      (Galinsoga parviflora)
                                Corda-de-viola; Campainha              3,0
                                             (Ipomoea nil)           (1620)
                                Beldroega; Bredo-de-porco           3,0 – 4,0
                                       (Portulaca oleracea)      (1620 – 2160)
                                     Tiririca; Capim-dandá          3,0 – 4,0
                                         (Cyperus rotundus)      (1620 – 2160)
                                  Trapoeraba; Capoeraba             3,5 – 4,0
                                 (Commelina benghalensis)        (1890 – 2160)
                                  Capim-colchão; Capim-
                                                 milhã
                                      (Digitaria horizontalis)
                                    Milhã; Capim-colchão
                                      (Digitaria sanguinalis)
                                     Capim-pé-de-galinha;          1,0 – 3,0
                                          Capim-de-pomar         (540 – 1620)
                                           (Eleusine indica)
                                Falsa-serralha; Bela-emília                      Época: Aplicar em áreas
                                         (Emilia sonchifolia)                    com           germinação
                                Amendoim-bravo; Leiteira                         uniforme das plantas
                                   (Euphorbia heterophylla)                      infestantes           em
                                      Capim-arroz; Jervão           2,0 – 5,0    gramíneas com até 3
                                     (Echinochloa crusgalli)     (1080 – 2700)   perfilhos e folhas largas
                                 Picão-branco; Fazendeiro           1,0 – 3,0    com até 8 folhas, 20-30
                                      (Galinsoga parviflora)      (540 – 1620)   dias após a emergência
Soja geneticamente modificada
                                  Azevém; Azevém-anual              2,0 – 4,0    da cultura.
                                         (Lolium multiflorum)    (1080 – 2160)
                                 Joá-de-capote; Quintilho           1,0 – 3,0    Número de aplicações:
                                     (Nicandra physaloides)       (540 – 1620)   01 aplicação por ciclo da
                                  Capim-colonião; Capim-                         cultura.
                                                                    2,0 – 4,0
                                               coloninho
                                                                 (1080 – 2160)
                                       (Panicum maximum)
                                      Nabo-bravo; Nabiça            0,8 – 3,0
                                  (Raphanus raphanistrum)         (432 – 1620)
                                      Poaia-branca; Poaia           2,0 – 3,5
                                     (Richardia brasiliensis)    (1080 – 1890)
                                  Guanxuma; Mata-pasto              1,5 – 3,0
                                          (Sida rhombifolia)      (810 – 1620)
                                     Maria-pretinha; Erva-
                                                                   1,0 – 3,0
                                                 moura
                                                                 (540 – 1620)
                                    (Solanum americanum)
                                            Erva-de-touro           3,0 – 4,0
                                       (Tridax procumbens)       (1620 – 2160)
                                    Apaga-fogo; Periquito                        Época: Aplicar em áreas
                                      (Alternanthera tenella)                    com           germinação
                                       Caruru-de-mancha;                         uniforme das plantas
                                            Caruru-verde                         infestantes           em
                                        (Amaranthus viridis)                     gramíneas com até 3
                                Erva-de-santa-luzia; Erva-                       perfilhos e folhas largas
   Algodão geneticamente                                           1,0 – 2,0
                                               andorinha                         com até 8 folhas, aplicar
        modificado                                               (540 – 1080)
                                        (Chamaesyce hirta)                       dos 25-35 dias após a
                                  Trapoeraba; Capoeraba                          emergência da cultura,
                                 (Commelina benghalensis)                        estágio                de
                                Capim-marmelada; Capim-                          desenvolvimento V4-V6.
                                                 papuã
                                    (Brachiaria plantaginea)                     Número de aplicações:
                                                                     BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




                                                                        DOSE
           CULTURA                            ALVO                     p.c L/ha        ÉPOCA DE APLICAÇÃO
                                                                       (g ia/ha)
                                    Capim-carrapicho; Capim-                           01 aplicação por ciclo da
                                               amoroso                                 cultura.
                                        (Cenchrus echinatus)
                                      Capim-colchão; Capim-
                                                 milhã
                                        (Digitaria horizontalis)
                                       Capim-pé-de-galinha;
                                          Capim-de-pomar
                                           (Eleusine indica)
                                       Apaga-fogo; Periquito
                                        (Alternanthera tenella)
                                         Caruru-de-mancha;
                                            Caruru-verde
                                         (Amaranthus viridis)                          Época: Aplicar em áreas
                                    Erva-de-santa-luzia; Erva-                         com           germinação
                                              andorinha                                uniforme das plantas
                                         (Chamaesyce hirta)                            infestantes           em
                                      Trapoeraba; Capoeraba                            gramíneas com até 3
                                     (Commelina benghalensis)                          perfilhos e folhas largas
     Milho geneticamente            Capim-marmelada; Capim-            1,0 – 2,0       com até 8 folhas, aplicar
         modificado                              papuã               (540 – 1080)      dos 20-30 dias após a
                                      (Brachiaria plantaginea)                         emergência da cultura.
                                    Capim-carrapicho; Capim-
                                               amoroso                                 Número de aplicações:
                                        (Cenchrus echinatus)                           01 aplicação por ciclo da
                                      Capim-colchão; Capim-                            cultura.
                                                 milhã
                                        (Digitaria horizontalis)
                                       Capim-pé-de-galinha;
                                          Capim-de-pomar
                                           (Eleusine indica)
                                                                                       Época: A aplicação deve
                                                                                       ser feita quando a média
                                                                                       das folhas estiver entre
                                                                                       0,6m a 1,2m de altura
                                                                                       medida a partir do chão,
                                                                                       ou quando a última lígula
                                                                                       visível estiver a 40 cm do
                                         Cana-de-açúcar                 3,0 – 4,0
    Erradicação de soqueira                                                            solo. É fundamental que
                                      (Saccharum officinarum)        (1620 – 2160)
                                                                                       a aplicação seja feita
                                                                                       antes da formação de
                                                                                       colmos de soqueira.

                                                                                   Número de aplicações:
                                                                                   01 aplicação por ciclo da
                                                                                   cultura.
p.c.: produto comercial. Cada litro do produto MOURÃOBR contém 396,50g de sal de potássio e 295,10g de sal de
isopropilamina que correspondem à 540g de equivalente ácido (GLIFOSATO).

A eficiência de MOURÃOBR começa a ser notada entre o 4º e 10º dia após a aplicação, atingindo o controle total
entre o 14º ao 21º dia após a aplicação. O produto apresenta excelente desempenho mesmo em baixos volumes de
calda por hectare, desde que a tecnologia de aplicação proporcione que as plantas infestantes sejam atingidas pela
calda herbicida, sem haver necessidade de atingir o ponto de escorrimento da calda sobre as folhas.

Melhores controles são obtidos quando MOURÃOBR for aplicado sobre as plantas infestantes perenes ou anuais
durante o pleno vigor vegetativo até o pré-florescimento. O produto aplicado no período adequado em pós-
emergência controla as plantas infestantes com uma única aplicação, mas não evita a germinação posterior das
sementes presentes no solo.

Menores doses mencionadas na bula são indicadas para a fase inicial de desenvolvimento das plantas infestantes e
maiores doses para ervas em estágio avançado de desenvolvimento ou perenizadas.
                                                                       BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




MOURÃOBR apresenta alta concentração de glifosato, ou seja, 540 gramas de equivalente ácido de Glifosato por
litro e formulação que permite a aplicação com intervalo mínimo de 2 horas antes da ocorrência de chuva sem
comprometer a eficácia.

MODO DE APLICAÇÃO:

MOURÃOBR é indicado para aplicação com pulverizadores: costal (manual ou motorizados), tratorizados e
aeronaves agrícolas.

                                               Modo de                                    Volume de Calda
                   Cultura                                  Equipamento de aplicação
                                               Aplicação                                       (L/ha)
     Algodão
     Algodão geneticamente modificado
     Arroz                                     Terrestre             Tratorizado               100-200
     Arroz Irrigado
     Feijão
     Milho
     Milho geneticamente modificado
     Soja                                       Aéreo          Aeronaves Agrícolas              30-40
     Soja geneticamente modificado
     Trigo
                                                            Tratorizado (erradicação
     Cana-de-açúcar                            Terrestre           de soqueira)                100-200
                                                            Costal (Catação Química)
                                                                     Tratorizado
                                               Terrestre                                       100-200
     Pastagens                                                         Costal
                                                Aéreo          Aeronaves Agrícolas              30-40
     Café
     Citros                                                          Tratorizado
     Eucalipto
                                               Terrestre                                       100-200
     Maçã
     Pinus                                                  Costal
     Uva


Pulverizador Costal:
Bicos:                    110.02/110.03;
Vazão:                    100-200 (L/ha);
Pressão:                  20-30 (lb/pol2);
Tamanho de gotas:         200-600 (µm);
Densidade:                20-30 (gotas/cm2).


Pulverizador Tratorizada:
Bicos:                   110.02/110.03;
Vazão:                   100-200 (L/ha);
Pressão:                 30-40 (lb/pol2);
Tamanho de gotas:        300-600 (µm);
Densidade:               30-40 (gotas/cm2).


Pulverizador Aéreo:
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa – Ipanema (qualquer modelo);
Volume de aplicação:                       30-40 L/ha;
Altura de vôo:                             4-5 m do topo da cultura;
Largura da faixa de deposição:             15 m;
Tamanho de gotas:                          150-180 µm;
Densidade de gotas:                        mínimo de 20 gotas (DMV: 420-450 µ);
Bicos de pulverização:                     Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores
                                           em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do
                                           produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20
                                           gotas/cm2 com DVM 420-450 µ à pressão de 15- 30 psi.
                                                                       BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42
bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas, deverão ser fechados a fim de evitar a
influência e arraste das gotas de pulverização pelos vértices da ponta da asa. Os bicos da barriga, em número de 8,
deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas.

Obedecer às normas técnicas previstas na Instrução Normativa n°2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da
Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas.

Recomendação para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras
fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao
clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa
cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições
climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.

APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO PREVINE SE AS
APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!

Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais:
Volume: use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas
necessidades práticas, bicos com vazão maior produzem gotas maiores.

Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram
a penetração.

QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE
AUMENTAR A PRESSÃO.

Tipo de bico: Use o bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação
maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura
uniforme.

Orientação de bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar,
produzirá gotas maiores que outras orientações.

Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bicos.

Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento do rotor –
barras maiores aumentam o potencial de deriva.

Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão)
ou maior de 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o
potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.

NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os
padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.

Preparo de calda:
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
                                                                          BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




- Preencher o tanque do pulverizador abastecendo até ¼ da sua capacidade;
- Adicionar o produto na quantidade requerida;
- Completar o volume do tanque com o sistema de agitação em funcionamento.

SEMPRE COLOCAR PRIMEIRO A ÁGUA, PARA DEPOIS ADICONAR A DOSE DE MOURÃOBR (NUNCA:
MOURÃOBR E DEPOIS ÁGUA).

Lavagem do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a
aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de depósitos sólidos
que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza
mais difícil.
1)        Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa
          pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de
          produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo
          produto.
2)        Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
          Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
          Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o
          respectivo produto.
3)        Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1
          litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o
          tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas
          mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos
          d´água, nascentes ou plantas úteis.
4)        Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza.
5)        Repita o passo 3.
6)        Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2
          vezes.

Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas
as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de
água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos
acima de 10 km/h (3 m/s), temperaturas superiores a 28°C e umidade relativa inferior a 55%, visando reduzir ao
máximo as perdas por deriva e evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

                       Algodão                                                          (1)
         Algodão geneticamente modificado                                           130 dias (2)
                        Arroz                                                           (3)
                    Arroz-irrigado                                                      (3)
                         Café                                                         15 dias
      Cana-de-açúcar (pré-plantio ou jato dirigido)                                     (3)
                        Citros                                                        30 dias
                      Eucalipto                                                        UNA
                        Feijão                                                          (3)
                        Maçã                                                          15 dias
                        Milho                                                           (4)
           Milho geneticamente modificado                                           90 dias (5)
                     Pastagens                                                          (3)
                        Pinus                                                          UNA
                         Soja                                                           (6)
           Soja geneticamente modificada                                            56 dias (7)
                        Trigo                                                           (3)
                         Uva                                                          17 dias

(1)      O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em
         pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura;
                                                                       BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




(2)     O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao
        glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da
        cultura.

(3)     Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego

(4)     O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em
        pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.

(5)     O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao
        glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da
        cultura.

(6)     O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-
        emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.

(7)     O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao
        glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da
        cultura.

(UNA)            Uso Não Alimentar;

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.

MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DO RISCO OCUPACIONAL, DE RESIDENTES E TRANSEUNTES
É obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações
costal, estacionária/semiestacionária e tratorizada. Considerando-se a dose de ingrediente ativo em equivalente
ácido.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula.
- O produto deve ser aplicado quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem
efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água), sem a presença de orvalho que pode levar ao
escorrimento da calda ou poeira nas folhas que pode levar a adsorção e inativação do princípio ativo.
- O produto precisa atingir as folhas para controlar as plantas infestantes, ou seja, o efeito “guarda-chuva”
proporcionado algumas vezes pelas culturas ou mesmo pelas plantas infestantes pode comprometer o controle de
plantas infestantes mais baixas.
- O produto deve ser aplicado somente utilizando água limpa, sem argila em suspensão.
- O produto não apresenta efeitos fitotóxicos às culturas desde que utilizado nas doses e formas de aplicações
recomendadas.
- Durante a aplicação em jato dirigido deve-se evitar que o produto atinja as folhas e caules jovens, pois nestas
condições as culturas podem apresentar fitotoxicidade. Caules suberizados de culturas perenes não absorvem o
produto e, portanto, não causam efeitos fitotóxicos. É necessário adotar todas as práticas durante a aplicação para
evitar deriva da calda aplicada em culturas vizinhas e sensíveis ao Glifosato.
- Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação do produto.
- Utilizar somente recipientes de aço inoxidável, alumínio, fibra de vidro e plástico no preparo da calda, armazenagem
e aplicação.

AVISO AO USUÁRIO:
MOURÃOBR deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula/rótulo. A OURO FINO
QUÍMICA S.A não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não
recomendado especificamente pela bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos
os riscos associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos
agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos
descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de
embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
                                                                       BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o
aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do
produto e um consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem
algumas recomendações:

•   Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando
    apropriado.
•   Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
•   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
•   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
    manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
•   Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados
    à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de
    Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura,
    Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).


              GRUPO                                      G                                  HERBICIDA

O produto herbicida MOURÃOBR é composto por glifosato, que apresenta mecanismo de ação das Glicinas
Substituídas, pertencente ao Grupo G segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência
de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO:
Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do
programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes, quando disponível.
                                                                     BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




                  MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

                           DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

              “ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇOES DA BULA.”

PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individuais (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e de animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas
de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar “respingos”.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem
em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com
filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final
do período de reentrada;
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes
do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso
durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita);
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- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.”;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar
as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual – EPI: macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, avental, botas macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.




                                                                                        Pode ser nocivo se ingerido

                                                       ATENÇÃO
                                                                                    Pode provocar danos aos rins por
                                                                                    exposição repetida ou prolongada



PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar
deve se proteger da contaminação, usando luvas e aventais impermeáveis, por exemplo.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.



                                          INTOXICAÇÕES POR MOURÃOBR

 Grupo químico             Glifosato: glicina substituída. Monoetilenoglicol: álcool glicólico.
 Classe toxicológica       Categoria 5 – Produto Improvável de causar dano agudo
 Vias de exposição         Dérmica e inalatória.
                           Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são relevantes considerando
                           a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
 Toxicocinética            Glifosato: Em ratos, o glifosato foi pouco absorvido pela via dérmica (1-3%) e rapidamente
                           absorvido pelo trato gastrointestinal, porém em uma proporção de 20-30%. O pico
                           plasmático ocorreu em 2 horas para fêmeas e em 6 horas para machos. A distribuição foi
                           ampla, com pequenas concentrações sendo detectadas em todos os tecidos. O glifosato
                           passa por muito pouca biotransformação, sendo o metabólito ácido amino-metil-fosfônico
                           (AMPA) detectado na excreta na proporção de 0,2-0,7%. O glifosato foi excretado dentro
                           de 72-168 horas, sendo que a maior parte da dose administrada (cerca de 90%) foi
                           eliminada nas primeiras 48 horas. A excreção se dá principalmente através das fezes (60-
                           70%), grande parte como dose não absorvida, e também através da urina (20-30%). A
                           meia-vida de eliminação do organismo é de 5,9-8,3 horas. Não há evidência de
                           bioacumulação. Após 168 horas da exposição, menos que 1% permaneceu retido nos
                           tecidos (ossos, rins e fígado). Este padrão toxicocinético ocorreu independentemente da
                           dose, do sexo do animal e da via de administração do glifosato.
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                    Monoetilenoglicol: o monoetilenoglicol é rapidamente absorvido e distribuído após
                    administração pelas vias oral e inalatória. Em ratos, a absorção gastrointestinal foi cerca
                    de 90-100% com pico de concentração plasmática entre 1-4 horas, enquanto a absorção
                    pela via inalatória foi cerca de 60% com pico de concentração plasmática dentro de 1
                    hora. A absorção pela via dérmica foi menos extensa, em ratos (20-30%), e ocorreu mais
                    lentamente.
                    Em animais e em humanos, a biotransformação do monoetilenoglicol ocorre através de
                    uma série de reações de oxidação sucessivas gerando, primeiramente, glicoaldeído (em
                    uma reação catalisada pela enzima álcool-desidrogenase) e, em seguida, o ácido
                    glicólico, que é convertido em ácido glioxílico que é transformado em ácido oxálico, o
                    metabólito mais tóxico. O ácido glioxílico é metabolizado rapidamente em uma série de
                    produtos como malato, ácido fórmico e glicina. A quebra da glicina e do ácido fórmico gera
                    dióxido de carbono, que é o principal metabólito do monoetilenoglicol.
                    Na urina foram identificados o monoetilenoglicol, ácido glicólico, oxalato de cálcio e glicina
                    (e seus conjugados).
                    O monoetilenoglicol é excretado principalmente como dióxido de carbono (no ar exalado)
                    e, na urina, como monoetilenoglicol inalterado e ácido glicólico e, em menor extensão,
                    como ácido oxálico. O tempo de meia-vida de eliminação, em humanos e animais, foi
                    cerca de 1-4 horas, após administração pela via oral.
Toxicodinâmica      Glifosato: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do glifosato em
                    humanos. O glifosato tem ação irritante nos olhos e mucosas.
                    Monoetilenoglicol: os efeitos tóxicos do monoetilenoglicol são principalmente devidos à
                    formação de seus metabólitos. Há indícios de que os mecanismos relacionados aos
                    efeitos de intoxicação sejam multifatoriais, como resultado o depósito de cristais de
                    oxalato de cálcio na célula e na luz tubular, ou em consequência de acidose metabólica
                    ou desregulação osmótica ou através de efeito citotóxico direto, com consequente
                    insuficiência renal aguda, até comprometimento do sistema nervoso central e de sintomas
                    cardiopulmonares.
Sintomas e sinais   Glifosato: o glifosato é irritante para os olhos e membranas mucosas. Os sintomas de
clínicos            intoxicação aguda por glifosato são predominantemente gastrointestinais e são
                    manifestados por dor na boca e na garganta, náuseas, vômito, diarreia e desconforto
                    abdominal e geralmente são auto-limitantes. Sintomas mais graves de intoxicação são
                    previstos apenas em casos de exposição oral intencional.
                    Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
                    vermelhidão.
                    Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com
                    tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
                    Exposição ocular: Em contato com os olhos, o glifosato pode causar lesões oculares
                    graves com ardência, vermelhidão e dor.
                    Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal com
                    queimação, vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em casos graves, podem ocorrer
                    sintomas como hipotensão, acidose metabólica, insuficiência respiratória, oligúria e
                    choque.
                    Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
                    humanos.
                    Monoetilenoglicol: a exposição aguda oral ao monoetilenoglicol pode causar efeitos no
                    sistema nervoso central, rins e no balanço ácido-base do organismo, podendo resultar em
                    acidose metabólica.
                    Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação com ardência, dor,
                    lacrimejamento e visão turva.
                    Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação com vermelhidão e
                    dor.
                    Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório com
                    tosse, ardência do nariz, boca e garganta e efeitos no sistema nervoso central como
                    tontura e dor de cabeça.
                    Exposição oral: A ingestão de grandes quantidades pode causar irritação do trato
                    gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal, diarreia, depressão do sistema
                    nervoso central (SNC), com sedação, sonolência, tontura, ataxia e dores de cabeça e, em
                    casos mais graves podem ocorrer, ainda, efeitos cardiorrespiratórios como taquipnéia,
                    cianose e edema pulmonar cardiogênico e/ou não cardiogênico além de insuficiência renal
                    manifestada por dor lombar, oligoanúria e uremia.
                    Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
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              humanos.
Diagnóstico   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro
              clínico compatível.
Tratamento    CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta
              atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
              descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não
              se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
              descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos,
              com água abundante e sabão.
              O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
              impermeáveis.

              Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
              orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
              sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além
              de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado
              de consciência.

              Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais
              se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão
              tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar
              assistida.

              Medidas de descontaminação e tratamento:
              Exposição Oral:
              - O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
              - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
              - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a
              cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
              para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
              - Lavagem gástrica: somente considerar a lavagem gástrica após ingestão da substância
              em uma quantidade potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a
              ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
              - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em casos de
              intoxicação por glifosato. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Caso
              seja necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
              água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g
              (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
              - Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
              de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de perda dos reflexos
              protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência; pacientes com risco de
              hemorragia ou perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas.

              Exposição Inalatória:
              Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e
              perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à
              irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
              oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

              Exposição Dérmica:
              Remover as roupas contaminadas e lavar a área exposta com água em abundância e
              sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
              específico.
              Exposição ocular:
              Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou solução salina 0,9% (soro
              fisiológico) à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor,
              inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
              tratamento específico.

              ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de
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                          acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
                          Medidas sintomáticas e de manutenção:
                          - Monitorar possível hipotensão, acidose metabólica, danos renais e depressão
                          respiratória causadas pela ingestão de grandes quantidades de glifosato.
                          - Monitorar possível acidose metabólica, danos renais, depressão respiratória e do
                          sistema nervoso central causados por ingestão de grandes quantidades de
                          monoetilenoglicol.
 Contraindicações         A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
                          química.
                          A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias
                          respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; e em casos
                          de pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
                          quantidade não significativa.
 Efeitos das interações
 químicas                 Não são conhecidos.
                          Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento,
                          ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.

                          Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
                          ANVISA/MS.
                          As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
                          Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
       ATENÇÃO            Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                          (Notavisa)

                          Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450

                          Endereço eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br

                          Correio Eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br/contato/


Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:

“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL 50 oral em ratos: 5000 mg/kg p.c.
DL 50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c.
CL 50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não irritante. A substância-teste aplicada na pele de coelhos causou eritema
leves em todos os animais na avaliação de 1 hora, reversível dentro de 24 horas após a aplicação.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: a substância-teste aplicada nos olhos dos coelhos produziu irite em um dos três
animais testados na leitura de uma hora e hiperemia na conjuntiva e quemose em todos os olhos testados. Todos os
sinais de irritação regrediram em até 72 horas após o tratamento. Houve retenção de fluoresceína em 2/3 dos
animais, reversível em até 72 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: não foram conduzidos estudos em animais de experimentação.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias
(teste de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.


Efeitos crônicos:
Glifosato: De acordo com estudos em animais de experimentação e alguns estudos epidemiológicos, o glifosato não
demonstrou evidências de potencial neurotóxico, teratogênico ou toxicidade ao sistema reprodutor. Esta substância
não demonstrou potencial genotóxico e a maioria das evidências em animais indica que o glifosato não apresenta
potencial carcinogênico.

Monoetilenoglicol: A exposição repetida a grandes quantidades desta substância pode causar efeitos nos rins (lesões
microscópicas, hiperplasia, nefrite, necrose, hematúria, fibrose e deposição de cristais nos túbulos renais) e
depressão do sistema nervoso central. O monoetilenoglicol não apresentou potencial cancerígeno em estudos em
ratos e camundongos. O monoetilenoglicol causou aumento da mortalidade fetal e da incidência de malformações
externas e esqueléticas em estudos conduzidos em ratos e camundongos. No entanto, estes efeitos ocorreram
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apenas após a ingestão ou inalação de altas concentrações de monoetilenoglicol. Há indícios de que este efeito
adverso para o desenvolvimento pré-natal seja devido à formação do metabólito ácido glicólico.




         INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
 Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
 Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
 PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
 Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros
de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta)
metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OURO FINO QUÍMICA S.A. - telefone de Emergência:
0800 707 7022.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque
em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso,
consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em
um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das
proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO 2 , PÓ QUÍMICO, etc, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
                                                                       BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s - Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque
de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o
jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das
embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de
chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o
produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o
comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da
embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
                                                                     BULA_MOURAOBR_ATUAL_IBAMA_29.12.23_V13




A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
                                

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