Mood
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda - São Miguel do Iguaçu/PR
Acaricida/Inseticida
bifentrina (piretróide) (100 g/L)
Informações
Número de Registro
21225
Marca Comercial
Mood
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
bifentrina (piretróide) (100 g/L)
Titular de Registro
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda - São Miguel do Iguaçu/PR
Classe
Acaricida/Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Anthonomus grandis
Bicudo
Algodão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Algodão
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Algodão
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Batata
Lyriomyza huidobrensis
Larva-minadora; Mosca-minadora
Cana-de-açúcar
Heterotermes tenuis
Cupins
Cana-de-açúcar
Procornitermes triacifer
Cupim; Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo
Citros
Brevipalpus phoenicis
Ácaro-da-leprose; Ácaro-plano
Citros
Ecdytolopha aurantiana
Bicho-furão
Citros
Oncometopia facialis
Cigarrinha-da-cvc
Citros
Orthezia praelonga
Cochonilha-Orthezia; Cochonilha-de-placa
Citros
Panonychus citri
Ácaro-purpúreo
Crisântemo
Aphis gossypii
Crisântemo
Lyriomyza huidobrensis
Larva-minadora; Mosca-minadora
Crisântemo
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Feijão
Empoasca kraemeri
Cigarrinha; Cigarrinha-verde
Feijão
Helicoverpa armigera
Lagarta
Fumo
Agrotis ipsilon
Lagarta-rosca
Fumo
Epitrix fasciata
Pulga-do-fumo; Vaquinha-do-fumo
Fumo
Faustinus cubae
Broca-do-caule-do-tomateiro; Broca-do-fumo
Mamão
Empoasca kraemeri
Cigarrinha
Mamão
Polyphagotarsonemus latus
Ácaro-branco; Ácaro-tropical
Manga
Selenothrips rubrocinctus
Tripes-do-cacaueiro
Melão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Milho
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Rosa
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Nezara viridula
Fede-fede; Percevejo-verde
Tomate
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Tomate
Tuta absoluta
Traça-do-tomateiro
Trigo
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Uva
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Conteúdo da Bula
2025/07/03
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
MOOD
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o nº 21225
COMPOSIÇÃO:
2-methylbiphenyl-3-ylmethyl (Z)-(1RS,3RS)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1-
enyl)-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate (BIFENTRINA)............................................... 100,0 g/L (10% m/v)
Solvent naphtha (petroleum), light arom. (NAFTA DE PETRÓLEO)……………................. 745,8 g/L (74,58 % m/v)
Outros Ingredientes............................................................................................................... 70,0 g/L (7 % m/v)
GRUPO 3A INSETICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Inseticida e Acaricida de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Bifentrina: Piretróide
Nafta de Petróleo: Hidrocarboneto aromático
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Antônio Amboni, 323, Quadra 03, Lote 06, Parque industrial, São Miguel do Iguaçu, PR.
CEP 85877-000. CNPJ 18.858.234/0001-30.
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 004001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
BIFENTRINA TÉCNICO CHDS - Registro MAPA nº TC13722
MEGHMANI ORGANICS LIMITED - Plot No 5001/B, 5027-5034, 4707 /B & 4707/P G.I.D.C. Industrial Estate
Ankleshwar, Dist. Baruch, Gujarat 393002- Índia.
FORMULADOR:
CHD’S AGROCHEMICALS S.A.I.C.
Supercarretera km 32,5, Campo Tacuru Hernandarias - Paraguai.
MEGHMANI ORGANICS LIMITED
Plot n° 22/2, Unit-IV, G.I.D.C, Industrial Estate, Village Panoli Ankleshwar Bharuch, 394116, Gujarat, Índia.
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260 – Bairro Cruz Alta - Indaiatuba/SP. C.N.P.J.: 50.025.469/0004-04.
MANIPULADOR:
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260 – Bairro Cruz Alta - Indaiatuba/SP. C.N.P.J.: 50.025.469/0004-04.
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no
Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
COMBUSTÍVEL
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO:
O MOOD é um inseticida para aplicação foliar de contato e ingestão pertencente ao grupo dos piretróides,
indicado para o controle de insetos-praga nas culturas de Algodão, Batata, Cana-de-açúcar, Citros, Feijão,
Fumo, Mamão, Manga, Melão, Milho, Rosa, Soja, Tomate, Trigo e Uva.
CULTURAS, PRAGAS, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Número
Pragas Dose do Dose Volume de
máximo
Cultura Nome comum produto (ingrediente calda
de
(Nome científico) comercial ativo) (L/ha)
aplicação
Ácaro-rajado 550 – 600
55 – 60 g/ha
(Tetranychus urticae) mL/ha
Bicudo
500 mL/ha 50 g/ha
(Anthonomus grandis)
Curuquerê 30 g/ha
300 mL/ha 300 10
(Alabama argillacea)
Algodão Lagarta Helicoverpa 600 – 800
60 – 80 g/ha
(Helicoverpa armigera) mL/ha
Lagarta-militar 500 – 600
50 – 60 g/ha
(Spodoptera frugiperda) mL/ha
Mosca-branca 500 – 1000 50 – 100
(Bemisia tabaci - Raça 200 - 500 5
mL/ha g/ha
B)
Número, época e intervalo de aplicação:
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo com
a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das
plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo
da cultura.
Para o controle de Ácaro-rajado (Tetranychus urticae), Curuquerê (Alabama argillacea), Lagarta-militar
(Spodoptera frugiperda), Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera), em aplicação com equipamentos
terrestres, utilizar o volume de calda de 300 L/ha. Realizar no máximo 10 aplicações.
Para o controle da Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera), as aplicações devem ter intervalos máximo
de 5 dias e a larva no estádio maximo até o 2º instar.
Para o controle de Bicudo (Anthonomus grandis) as aplicações devem ter intervalo máximo de 5 dias.
Utilizar volume de calda de 300 L/ha.
Para o controle da Mosca-branca (Bemisia tabaci Biótipo B) utilizar o volume de calda de 200 - 500 L/ha.
Aplicar no início da infestação.
Larva-minadora 50 a 100
5 a 10
Batata (Lyriomyza mL/100 L de g/100 L de 500 5
huidobrensis) água água
Número, época e intervalo de aplicação: O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O
número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que
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Número
Pragas Dose do Dose Volume de
máximo
Cultura Nome comum produto (ingrediente calda
de
(Nome científico) comercial ativo) (L/ha)
aplicação
possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de
aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo da cultura.
Para o controle de Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis), utilizar aplicações com intervalo máximo de
7 dias, com volume de calda de 500 L/ha. Realizar no máximo 5 aplicações.
Cupins
(Heterotermes tenuis)
Cana-de-açúcar 1200 mL/ha 120 g/ha 90 L/ha 1
(Procornitermes
triacifer)
Número, época e intervalo de aplicação:
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo
com a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte
aérea das plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos
indicados por ciclo da cultura.
Aplicar o produto no sulco de plantio. Utilizar volume de calda de 90 L/ha. O controle de cupins deve ser
feito por ocasião do plantio, em áreas de expansão ou áreas de reforma da cultura. Nestas áreas, devem
ser realizados levantamentos prévios, nos diversos cortes de cana (soqueiras). Recomenda-se o controle
de cupins em áreas com presença de infestação. Realizar no máximo 1 aplicação.
Ácaro-da-leprose
(Brevipalpus phoenicis)
Cigarrinha 20 mL/100 L 2 g/100 L de
(Oncometopia facialis) de água água
Ácaro-pupúreo
(Panonychus citri)
Citros 1800 8
Bicho-furão 0,75 g/100 L
7,5 mL/100 L
(Ecdytolopha de água
de água
aurantiana)
2 g/100 L de
Cochonilha-de-placa 20 mL/100 L
água
(Orthezia praelonga) de água
Número, época e intervalo de aplicação:
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo com
a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das
plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo
da cultura.
Quando aplicar o produto com pulverizadores terrestres, utilizar o volume de calda de 1800 L/ha. Realizar
no máximo 8 aplicações.
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana): Deve-se fazer o monitoramento permanente do pomar observando
a presença da praga. Aplicar quando for constatado nas vistorias, o primeiro fruto atacado por talhão.
Cigarrinha (Oncometopia facialis): O controle deve ser iniciado quando ocorrer 10% das plantas ou 20%
das armadilhas, com a presença de uma cigarrinha.
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Número
Pragas Dose do Dose Volume de
máximo
Cultura Nome comum produto (ingrediente calda
de
(Nome científico) comercial ativo) (L/ha)
aplicação
Cigarrinha-verde
50 mL/ha 5 g/ha
(Empoasca kraemeri)
Mosca-branca 3
Feijão (Bemisia tabaci - Raça 500 mL/ha 50 g/ha 150
B)
Lagarta Helicoverpa 350 – 500
35 – 50 g/ha 2
(Helicoverpa armigera) mL/ha
Número, época e intervalo de aplicação:
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo com
a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das
plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo
da cultura.
Aplicações devem ser feitas em pulverização total.
Para Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) aplicar quando o nível de controle atingir duas ninfas/folha
em 100 folhas examinadas/ha. Realizar no máximo 3 aplicações.
Para Mosca-branca (Bemisia tabaci - Raça B) aplicar com intervalo máximo de 3 dias. Utilizar volume de
calda de 150L/ha.
Para o controle da Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera), as aplicações devem ter intervalos máximo
de 5 dias e a larva no estádio maximo até o 2º instar. Para esta praga fazer no máximo 2 aplicações.
Broca-do-fumo 50 – 100
5 – 10 g/ha
(Faustinus cubae) mL/ha
Lagarta-rosca
Fumo 50 mL/ha 5 g/ha 150 – 250 1
(Agrotis ipsilon)
Pulga-do-fumo
25 mL/ha 2,5 g/ha
(Epitrix fasciata)
Número, época e intervalo de aplicação:
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo com
a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das
plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo
da cultura.
Aplicação deve ser feita em pulverização total. Realizar no máximo 1 aplicação.
Cigarrinha
(Empoasca kraemeri)
40 mL/100 L 4 g/100 L de
Mamão Ácaro-branco 1000 2
de água água
(Polyphagotarsonemus
latus)
Número, época e intervalo de aplicação: O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O
número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que
possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de
aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo da cultura.
Utilizar volume de calda de 1000 L/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento. Realizar no máximo 2
aplicações.
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Número
Pragas Dose do Dose Volume de
máximo
Cultura Nome comum produto (ingrediente calda
de
(Nome científico) comercial ativo) (L/ha)
aplicação
Tripes-do-cacaueiro
30 mL/100 L 3 g/100 L de
Manga (Selenotripes 500 - 1000 1
de água água
rubrocinctus)
Número, época e intervalo de aplicação:
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo
com a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte
aérea das plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos
indicados por ciclo da cultura.
Utilizar volume de calda de 500 a 1.000 L de água/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento. Realizar
no máximo 1 aplicação.
Mosca-branca
100 mL/100 L 10 g/100 L
Melão (Bemisia tabaci - Raça 1000 1
de água de agua
B)
Número, época e intervalo de aplicação:
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo
com a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte
aérea das plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos
indicados por ciclo da cultura.
Utilizar volume de calda de 1000 L/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento. Realizar no máximo 1
aplicação.
Larva-de-vaquinha 200 - 300
Milho 20 – 30 g/ha 150 - 400 1
(Diabrotica speciosa) ml/ha
Número, época e intervalo de aplicação:
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo com
a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das
plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo
da cultura.
O controle de larvas de Diabrótica, deve ser feito por ocasião do plantio, em áreas com histórico de
infestação da praga. Realizar no máximo 1 aplicação.
Ácaro-rajado 30 mL/100 L 3 g/100 L de 2000 N.A*
Rosa
(Tetranychus urticae) de água água
Número, época e intervalo de aplicação:
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo com
a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das
plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo
da cultura.
Utilizar volume de calda de 2000 L/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento.
Lagarta-da-soja 20 – 50
2 – 5 g/ha
(Anticarsia gemmatalis) mL/ha
Soja 125 - 200 3
Percevejo-verde 100 – 160
10 – 16 g/ha
(Nezara viridula) mL/ha
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Número
Pragas Dose do Dose Volume de
máximo
Cultura Nome comum produto (ingrediente calda
de
(Nome científico) comercial ativo) (L/ha)
aplicação
Número, época e intervalo de aplicação:
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo com
a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das
plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo
da cultura.
Aplicar o produto quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes
da floração ou 15% após o início da floração, com volume de calda de 125 – 200 L/ha. Para percevejo em
baixas infestações, usar a menor dose, quando as infestações estiverem altas (2 percevejos por
amostragem) aplicar a maior dose. Realizar no máximo 3 aplicações.
Broca-do-tomateiro
75 mL/100 L 7,5 g/100 L
(Neoleucinodes
de água de agua
elegantalis)
Traça-do-tomateiro 50 mL/100 L 5 g/100 L de
Tomate 800 5
(Tuta absoluta) de água agua
Mosca-branca 10 – 15
1 – 1,5 g/100
(Bemisia tabaci - Raça mL/100 L de
L de água
B) água
Número, época e intervalo de aplicação: O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O
número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que
possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de
aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo da cultura.
Broca-do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis): As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos
estiverem pequenos, antes que as pragas penetrem no interior dos frutos. O produto deve ser aplicado
principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas.
Mosca Branca (Bemisia tabaci Biótipo B): Aplicar logo após o aparecimento da praga. Fazer rotação com
produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos. Realizar no máximo 3 aplicações
com intervalos de 7 dias.
30 – 50
Lagarta do Trigo
Trigo mL/100 L de 3 – 5 g/ha 150 - 400 3
(Pseudaletia sequax)
água
Número, época e intervalo de aplicação: O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O
número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que
possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de
aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo da cultura.
Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de
cultura. Utilizar volume de calda de 150 a 400 L/ha.
Ácaro-rajado 50 mL/100 L 5 g/100 L de
Uva 500 - 1000 1
(Tetranychus urticae) de água água
Número, época e intervalo de aplicação:
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo
com a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte
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Número
Pragas Dose do Dose Volume de
máximo
Cultura Nome comum produto (ingrediente calda
de
(Nome científico) comercial ativo) (L/ha)
aplicação
aérea das plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos
indicados por ciclo da cultura.
Utilizar volume de calda de 500 a 1000 L de água/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento. Realizar
no máximo 3 aplicações.
N.A. = Não aplicável.
MODO DE APLICAÇÃO:
O inseticida e acaricida MOOD pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais
(costais) e tratorizados (pulverizadores terrestres, atomizadores) e via aérea (aeronaves agrícolas).
Em todas as culturas realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra,
medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do
produto sobre o alvo. O produto deve ser aplicado sempre que se atingir o NC (nível de controle) da praga
estabelecido pelo MIP (manejo integrado de pragas). Mantenha a lavoura inspecionada. Ao pulverizar,
procurar dar boa cobertura em toda planta.
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção a Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e
em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio
ambiente. Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos 1/2 de sua
capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do
pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Equipamentos terrestres: (pulverizador manual (costal) e de barra, atomizadores) - tratorizados.
Bicos: bicos de jato cônico vazio. Todos os bicos de uma barra deverão se manter à mesma altura em relação
ao topo da planta.
Pressão: 60-70 psi (costais) e 80-100 psi (equipamentos tratorizados). Quando se emprega pulverizadores de
barra, recomenda-se usar bicos cônicos D2 ou D3; pressão de 80 a 100 lb/pol² e 200 a 400L de calda por
hectare.
Diâmetro e densidade de gotas: 100 a 200 μ de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm².
Faixa de deposição: Utilizar distância entre bicos na barra de aplicação de forma que permita maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou excesso.
Condições climáticas para aplicações terrestres:
Temperatura ambiente: máximo 28 °C
Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%
Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
Aplicar nas horas mais amenas do dia (manhã e fim da tarde).
Aplicação com aeronaves agrícolas:
Bicos: bicos de jato cônico vazio ou bicos rotativos tipo MICRONAIR, que permitam a geração e deposição de
um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV de 110-150 μ sobre o alvo desejado.
Número de bicos na barra: aviões IPANEMA (qualquer modelo): utilizar de 40 a 42 bicos, fechando de 4-5
em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximos à fuselagem, mantendo em
operação, os oito bicos sob a fuselagem (barriga) e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Outros modelos de aeronaves: utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas
sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas.
Altura de voo: 3 a 5 metros em relação ao topo das plantas.
Volume de aplicação: 10 a 20 L/ha.
Vazões acima deste limite, utilizar somente bicos hidráulicos em substituição aos bicos rotativos tipo
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MICRONAIR.
Faixa de deposição:
. aviões IPANEMA ou similares: utilizar a faixa máxima de 20 m.
. aviões grandes: faixa de deposição não deverá exceder a 25 metros.
Condições climáticas:
. Temperatura ambiente: máximo 28 °C
. Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%
. Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
Para cultura de Citros:
A pulverização deve ser de preferência a alto volume, procurando se obter uma perfeita cobertura da parte
interna e ponteiro das plantas, utilizando pulverizadores de pistola ou turboatomizadores.
Pulverização com pistola: utilizar pressão de trabalho de 200 a 300 lb/pol2 para plantas de até 6 metros de
altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores.
Pulverização com turboatomizador: a regulagem/distribuição dos bicos deve ser feita de maneira que o
volume de calda a ser aplicado obedeça a uma relação com a massa foliar da árvore.
Mosca-branca:
Recomenda-se aplicar logo após o início da infestação.
A aplicação deve ser efetuada por via terrestre. Poderá ser feita com pulverizadores manuais (costal) ou
tratorizados. A quantidade de água utilizada na aplicação deverá possibilitar a cobertura foliar mais uniforme
possível em função do equipamento utilizado e da massa foliar. Para garantir a eficácia do produto aplicar
até o ponto de escorrimento procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas.
Recomenda-se a rotação de grupos químicos no manejo de controle de Bemisia tabaci raça B, evitando a
redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Dentro do manejo integrado de pragas
recomenda-se a alternância com outros grupos químicos, como organofosforados, carbamatos nas suas
respectivas dosagens nos casos de altas infestações.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação empregada.
Cuidados durante a aplicação:
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda
deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do
pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da
aplicação.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento
utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o
maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos
estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE
DO APLICADOR
Inversão térmica:
O potencial de deriva alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical
do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento
lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são
comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do
sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível
do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento
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da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com
movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente
dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas
as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual
recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe
equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de
acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA: (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita)
Cultura Intervalo (dias)
Algodão ................................ 15
Batata ................................ 07
Cana-de-açúcar ................................ (1)
Citros ................................ 7
Fumo ................................ U.N.A
Feijão ................................ 20
Rosa ................................ U.N.A
Mamão ................................ 7
Manga ................................ 7
Melão ................................ 7
Milho ................................ 14
Soja ................................ 20
Tomate ................................ 6
Uva ................................ 7
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
U.N.A = Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade para reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse
período, usar os EPI’s recomendados na bula para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Uso exclusivamente agrícola.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo
de segurança para cada cultura.
Fitotoxicidade: desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade
nas culturas registradas.
Não é permitido a mistura de tanque deste produto com outro produto fitossanitário.
Não misturar com produtos de reação alcalina, como a calda bordaleza.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
GRUPO 3A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida MOOD pertence ao grupo 3A (moduladores do canal de sódio) e o uso repetido deste inseticida
ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes
em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do MOOD como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é
necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
Usar MOOD ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias.
Aplicações sucessivas de MOOD podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico
do MOOD, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Piretróides
não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do (nome do produto marca comercial) ou outros
produtos do Grupo 3A quando for necessário;
Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de
culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros
visam o melhor equilíbrio do sistema.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado;
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais;
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila;
Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha, avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
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Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2 ou P3), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
final do período de reentrada;
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
após a aplicação;
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entra a última aplicação e a colheita);
Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
Não reutilizar a embalagem vazia;
No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, viseira ou óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoas treinadas e devidamente protegidas.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
Pode ser nocivo se inalado
Pode ser nocivo em contato com a pele
Provoca irritação ocular grave
PERIGO
Pode ser fatal se inalada e penetrar nas vias
superiores. (1)
Pode causar defeitos genéticos.(1)
Pode causar câncer. (1)
(1) Referente ao componente nafta de petróleo.
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PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso
utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve-se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR MOOD
INFORMAÇÕES MÉDICAS
BIFENTRINA: Piretróide
Grupo químico
NAFTA DE PETRÓLEO: Hidrocarboneto aromático
Classificação
Categoria 4: Produto Pouco Tóxico
toxicológica
Vias de exposição Dérmica, inalatória e oral.
BIFENTRINA: Em ratos, a absorção pela via oral foi limitada, cerca de 50% da dose
administrada. O pico de concentração plasmática foi atingido de 4 a 6 horas após
a ingestão. Bifentrina foi amplamente distribuída pelo organismo de ratos,
principalmente pela pele e tecido adiposo. Esta substância pode atravessar a
barreira placentária e também ser transferida para o leite materno. A
biotransformação foi ampla e ocorreu principalmente através de reações de
hidrólise seguida de oxidação e conjugação. A excreção em ratos foi rápida,
predominantemente nas primeiras 48 horas e ocorreu principalmente através das
fezes (66-83%), com 20-30% da dose excretada via bile, e 9-25% através da urina.
A bifentrina demonstrou potencial de bioacumulação no tecido adiposo e pele de
ratos, cerca de 3% da dose permaneceu retida no organismo, com meia-vida de
depuração do tecido adiposo de cerca de 51 dias. Como os demais piretroides, a
bifentrina é apresentada como uma mistura de estereoisômeros. Foi demonstrada
Toxicocinética uma biotransformação não seletiva dos enantiômeros da bifentrina com uma
biotransformação e eliminação simétrica de ambos os enantiômeros (R e S), sem
preferências enantioméricas. Não foi observada diferença entre os sexos no perfil
de distribuição e eliminação desta substância em ratos.
NAFTA DE PETRÓLEO: a nafta é absorvida pelo trato gastrointestinal, trato
respiratório e, em menor extensão, pela via dérmica. A distribuição ocorre
amplamente nos tecidos, de acordo com a lipofilicidade e a constituição do
organismo, com alta afinidade pelo tecido adiposo, podendo atravessar barreiras
biológicas como a barreira hematoencefálica. Por qualquer via que seja absorvida,
a nafta é rapidamente metabolizada e eliminada. Os hidrocarbonetos aromáticos
são biotransformados por oxidação via enzimas do sistema citocromo P-450, e os
intermediários metabólicos podem ser conjugados com glucuronídeos, sulfatos,
glutationa ou, ainda, aminoácidos como cisteína e/ou glicina. A eliminação da
nafta pode ocorrer através da via pulmonar (ar exalado). Os metabólitos
resultantes da oxidação ou conjugação são mais hidrossolúveis do que seus
compostos precursores e são, assim, sujeitos à excreção urinária, ou, em alguns
casos, à excreção biliar. Solventes hidrocarbonetos podem ser secretados no leite
em lactantes expostas. Apesar dos hidrocarbonetos serem excretados
rapidamente, um leve potencial de bioacumulação em tecidos como rins, fígado,
cérebro e tecido adiposo pode ser observado.
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BIFENTRINA: A bifentrina é um piretroide tipo I, ou seja, que não possui um grupo
ciano substituto na posição alfa. O mecanismo de ação proposto para este tipo de
piretróide envolve a interação com os canais de sódio das membranas de células
nervosas, causando descargas neuronais repetidas e um período maior para
repolarização. Isto prolonga a corrente de sódio durante o potencial de ação, e
resulta em uma hiperexcitação de células nervosas e musculares.
NAFTA DE PETRÓLEO: Sistema nervoso central (SNC) - A exposição aguda a
hidrocarbonetos aromáticos possibilita a absorção destes solventes para a
corrente sanguínea e possibilita que atravessem a barreira hematoencefálica,
Toxicodinâmica
podendo levar à depressão do SNC. Devido à característica lipofílica, dissolve a
porção lipídica das membranas das células nervosas e interrompe a função das
proteínas de membrana, seja por alterar a bicamada lipídica ou por alterar a
conformação proteica. Pulmões - A irritação pulmonar e a pneumonite após
inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos pode envolver interação
direta com as membranas das células nervosas, o que pode causar
broncoconstrição e dissolução das membranas do parênquima pulmonar,
resultando em uma exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos
alvéolos.
BIFENTRINA: Os piretróides tipo I podem ocasionar os seguintes sinais e sintomas
em animais, conhecidos como Intoxicação tipo I ou síndrome T: salivação,
ansiedade, agitação, incoordenação motora, prostração, paralisia,
comportamento agressivo e tremores. Para o homem, os sinais e sintomas
resultantes das intoxicações agudas pelos vários tipos de piretróides são bastante
similares, podendo ser locais ou sistêmicos, como reações dérmicas, pruridos e
sensação de ardor na pele, reações no trato respiratório superior (rinites, espirros,
Sintomas e sinais irritação da garganta, edema da mucosa oral) e Inferior (tosse, respiração
clínicos ofegante, ruídos respiratórios, dores na região torácica). O sintoma mais
frequentemente relatado nos estudos de exposição ocupacional é a parestesia,
caracterizada por dormência, coceira, queimação ou formigamento da pele, após
exposição dérmica aos piretróides, sendo, portanto, considerado um efeito local e
transitório, limitado ao local de exposição.
NAFTA DE PERÓLEO: A Ingestão de substâncias da classe dos hidrocarbonetos
aromáticos pode causar tosse, náusea, vômitos, diarreia, dor/queimação
abdominal, taquidisritmia cardíaca. A ingestão e a inalação podem causar
depressão do sistema nervoso central, caracterizada por náuseas, dor de cabeça,
tontura, perda da coordenação, inconsciência e coma.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
quadro clínico compatível.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração
boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
Tratamento descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
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sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Avaliar estado de consciência.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária
ventilação pulmonar assistida.
Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar
protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição oral:
Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Lavagem gástrica é contraindicada devido ao risco de aspiração.
A administração de carvão ativado é contraindicada.
Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar
quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou
dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema
pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação,
conforme necessário.
Exposição dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios),
Tratamento
unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a
irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
Exposição ocular: Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
Avalie a utilização de anti-histamínicos injetáveis como uma das opções para o
controle das reações alérgicas que podem ser causadas pela bifentrina.
Considerar a administração de beta-agonistas ou corticoides sistêmicos para o
controle das reações asmáticas, principalmente em pacientes que tenham
predisposição ou histórico dessas.
O tratamento de reações anafiláticas deve ser feito por meio de epinefrina
subcutânea, epinefrina intravenosa e suporte ventilatório.
Tratar as dermatites de contato decorrentes da exposição cutânea aos
piretroides com corticoides tópicos.
Em caso de sintomas de parestesia, avaliar a necessidade de aplicação de
vitamina E tópica (acetato de tocoferol) para amenizar os efeitos cutâneos.
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Em caso de desenvolvimento de acidose metabólica causado pela exposição
oral à bifentrina e redução significativa dos níveis séricos de bicarbonato,
avaliar o tratamento com infusão de bicarbonato de sódio.
Tratamento Avaliar a necessidade de administração de benzodiazepínicos para o controle
de convulsões causadas pela bifentrina.
Avaliar a necessidade de administração de broncodilatadores para o
tratamento de broncoespasmos
A indução do vômito e a realização de lavagem gástrica são contraindicadas em
casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos devido ao aumento do risco
de aspiração e consequente desenvolvimento de pneumonite química.
Contraindicações
A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxicação por
hidrocarbonetos aromáticos, pois ele não adsorve hidrocarbonetos e aumenta a
probabilidade de vômito e aspiração.
Efeitos das interações
Não disponível.
químicas
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
ATENÇÃO
Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1099
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 300 - 2000 mg/kg p.c
DL50 cutânea em ratos > 2000 mg/kg p.c
CL50 inalatória em ratos: 5,44 mg/L.
Corrosão/Irritação cutânea: Não irritante.
Corrosão/ Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular com animais de laboratório o produto
causou hiperemia e quemose reversíveis em até 14 dias, sendo classificado na “Categoria 2” segundo o GHS.
Sensibilização cutânea: O produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos:
BIFENTRINA: Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a bifentrina não apresenta potencial
genotóxico. A análise dos estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos em cães, camundongos e ratos, o
principal órgão-alvo foi o sistema nervoso, sendo os tremores os principais efeitos observados. A bifentrina
não se apresentou carcinogênica para ratos. Também não foram observados efeitos teratogênicos nem
efeitos sob os parâmetros reprodutivos, considerados relacionados ao tratamento. Para todos os efeitos,
doses seguras de exposição a bifentrina foram estabelecidas.
NAFTA DE PETRÓLEO: em estudo neurocomportamental, conduzido em ratos pela via inalatória, foram
observados efeitos leves e reversíveis no sistema nervoso central (SNC), evidenciados pela alteração na
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atividade motora e acuidade visual na concentração de 2000 mg/m³. Já no estudo de irritação respiratória
em camundongos, os efeitos de irritação e redução da frequência respiratória foram observados na
concentração de 20,3 mg/m³. Em estudos subagudos e subcrônicos conduzidos em ratos pelas vias oral e
inalatória, foram observados efeitos nos rins de ratos machos. Tais efeitos foram considerados sexo e
espécie específicos, sem relevância para os seres humanos. Não há informações adequadas para avaliação
do potencial carcinogênico da substância. No entanto, o solvente não foi considerado genotóxico com base
nos resultados negativos de estudos conduzidos in vitro e in vivo.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser um produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
Parestesia (sensação de coceira e queimação ou formigamento na pele), náusea, vômito, salivação,
irritação/dificuldade respiratória (dispneia), depressão do sistema nervoso central, tontura, fraqueza, dor
de cabeça, taquicardia e/ou cianose.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes;
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique
o produto no período de maior visitação das abelhas;
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em aéreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
e vegetação suscetíveis a danos.
Observe as disposições constantes na legislação e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
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O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e
outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pe0ssoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas
Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS
AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone (Horário Comercial): (45) 3565-8500, para maiores informações contate a
empresa AMBIPAR (24h) 0800-707-7022.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
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Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
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EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução par efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emiti da pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA
E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO
MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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