Missil
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
haloxifope-P-metílico (ácido ariloxifenoxipropiônico) (540 g/L)
Informações
Número de Registro
02718
Marca Comercial
Missil
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
haloxifope-P-metílico (ácido ariloxifenoxipropiônico) (540 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo/Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Acácia negra
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Acácia negra
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Acácia negra
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Eucalipto
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Eucalipto
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Eucalipto
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Pinus
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Pinus
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Pinus
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Conteúdo da Bula
MISSIL®
<logomarca do produto>
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 2718
COMPOSIÇÃO:
methyl (R)-2-{4-[3-chloro-5-(trifluoromethyl)-2-pyridyloxy]phenoxy}propanoate
(Haloxifope-P-metílico) .................................................................................................540,0 g/L (54,0% m/v)
Equivalente ácido de Haloxifope-P-metílico ...................................................................520,0 g/L (52,0% m/v)
Diethylene glycol monoethyl ether
(Dietileno glicol monoetil éter).....................................................................................531,0 g/L (53,1% m/v)
Outros ingredientes ..........................................................................................................80,0 g/L (8,0% m/v)
GRUPO A HERBICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo.
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica.
GRUPO QUÍMICO:
Haloxifope-P-metílico: Ácido ariloxifenoxipropiônico.
Dietileno glicol monoetil éter: Éteres de glicol, poliéteres.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC).
TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, conjunto 81-A, Sala CTVA -
Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP- CNPJ: 47.180.625/0001-46
Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO
HALOXYFOP-P-METHYL TÉCNICO RAINBOW
Registro MAPA nº 12314
Shandong Luba Chemical Co., Ltd.
Loujia Village, Tangwang Town, Licheng District, Jinan City 250106, Shandong Province - China
NingXia Rainbow Chemical Co. Ltd.
Taisha Industrial Park Pingluo Ningxia 753400 - China
HALOXYFOP-P-METHYL TÉCNICO UPL
Registro MAPA nº 12214
Shandong Luba Chemical Co., Ltd
Loujia Village, Tangwang Town, Licheng District, Jinan City 250106, Shandong Province - China
HALOXYFOP-R METHYL TÉCNICO
Registro MAPA nº 007094
Corteva Agriscience France S.A.S.
BP-20 Zone Industrielle, F-67410, Drusenheim - França
Jiangsu Flag Chemical Industry Co., Ltd.
No. 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing, Jiangsu 210047 - China
FORMULADOR
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP
Corteva Agriscience Argentina S.R.L.
Hipolito Irigoyen 2900, Santa Fe, Puerto General San Martin, S2202DRA - Argentina
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MANIPULADOR
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul
CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro no Estado no 8 - CDA/SP
Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5, Dist. Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Registro no Estado no 8764 - IMA/MG
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º do
Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
Missil é recomendado para o controle pós-emergente de plantas daninhas gramíneas, nas situações
descritas a seguir.
Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número e Época de Aplicação
Dose
Culturas Alvos Época de aplicação
(mL/ha)
Braquiarão*
110 - 440 Deve ser aplicado em pós-emergência
(Brachiaria brizantha)
das plantas daninhas quando em pleno
desenvolvimento vegetativo e sem
Capim-braquiária*
110 - 440 estresse hídrico. Os melhores níveis de
(Brachiaria decumbens)
controle são atingidos quando aplicado
no início do desenvolvimento para
Azevém* espécies anuais.
115 - 463
(Lolium multiflorum)
Acácia-negra
Nº máximo de aplicações: 1/ano.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 400 L/ha.
- Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha.
* Adicionar 0,5% v/v de adjuvante óleo mineral.
Braquiarão*
110 - 440 Deve ser aplicado em pós-emergência
(Brachiaria brizantha)
das plantas daninhas quando em pleno
desenvolvimento vegetativo e sem
Capim-braquiária*
110 - 440 estresse hídrico. Os melhores níveis de
(Brachiaria decumbens)
controle são atingidos quando aplicado
no início do desenvolvimento para
Azevém* espécies anuais.
115 - 463
(Lolium multiflorum)
Eucalipto
Nº máximo de aplicações: 1/ano.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 400 L/ha.
- Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha.
* Adicionar 0,5% v/v de adjuvante óleo mineral.
Braquiarão*
110 - 440 Deve ser aplicado em pós-emergência
(Brachiaria brizantha)
das plantas daninhas quando em pleno
desenvolvimento vegetativo e sem
Capim-braquiária*
110 - 440 estresse hídrico. Os melhores níveis de
(Brachiaria decumbens)
controle são atingidos quando aplicado
no início do desenvolvimento para
Azevém* espécies anuais.
115 - 463
(Lolium multiflorum)
Pinus
Nº máximo de aplicações: 1/ano.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 400 L/ha.
- Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha.
* Adicionar 0,5% v/v de adjuvante óleo mineral.
A variação das doses recomendadas depende do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas e das
condições ambientais. Menores doses são recomendadas para plantas daninhas em estádios iniciais de
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desenvolvimento, de 2 a 4 folhas, ou em condições ambientais favoráveis e maiores doses para plantas
daninhas em estádios avançados de desenvolvimento, início de 1 perfilho, ou em condições ambientais
desfavoráveis.
Missil apresenta efeito sobre sementes, no entanto não têm residual de solo suficiente para manter controle
do banco de sementes e evitar novos por longo prazo.
O efeito visual do Missil inicia-se entre o 3º e o 7º dia após a aplicação, variável com as condições climáticas,
apresentando em gramíneas suscetíveis descoloração dos meristemas, ficando marrom e desintegrando-se.
As folhas recém-formadas ficam cloróticas e morrem entre uma e três semanas após o tratamento.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Missil deve ser aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverizado por meio
de equipamento costal, tratorizado ou aéreo.
Aplicação Terrestre
• Equipamento costal:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho,
entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as
recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
• Equipamento tratorizado:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número
de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros,
deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as
recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Recomenda utilizar bicos de ponta leque, com tamanho médio de gotas entre 200 a 400 micras. A altura
da barra deverá ser aquela que proporcione o cruzamento dos jatos das pontas de pulverização, para
que a superfície tratada receba uma quantidade uniforme de produto, evitando falhas ou acúmulo de
produto nas faixas.
Os parâmetros climáticos a serem seguidos no momento da aplicação deverão favorecer a adequada
cobertura do alvo biológico pela calda de pulverização e deverão minimizar o risco de deriva para áreas
adjacentes.
Normalmente, as condições favoráveis à pulverização são: temperatura abaixo de 30°C, umidade relativa
superior a 60% e vento inferior a 10 km/h.
Aplicação Aérea:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento aéreo, como ângulo de barra, tipos e número de pontas,
pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade e altura de voo, entre outros, deverão seguir
as recomendações do modelo do avião definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro
Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros climáticos a serem seguidos no momento da aplicação deverão favorecer a adequada
cobertura do alvo biológico pela calda de pulverização e deverão minimizar o risco de deriva para áreas
adjacentes.
Normalmente, as condições favoráveis à pulverização são: temperatura abaixo de 30°C, umidade relativa
superior a 60% e vento inferior a 10 km/h.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável
(CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através
do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto.
Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação
aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto Missil
por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
LIMPEZA DO TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO:
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Somente inicie a aplicação com o equipamento e componentes limpos e bem conservados. Não é
recomendado deixar a calda de pulverização preparada para aplicação no dia subsequente. Imediatamente
após a aplicação de Missil, proceda com a limpeza completa do tanque e do sistema de pulverização,
observando as recomendações que seguem.
Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal para o
gerenciamento de resíduos. A lavagem consiste em 3 principais etapas: (1) lavagem com água; (2) lavagem
com agente de limpeza comercial para tanques; (3) lavagem com água. Seguem as etapas em detalhes:
1. Primeira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa.
Recircule por 20 minutos. Pulverize o conteúdo do tanque em local adequado.
2. Segunda lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa e
agente de limpeza comercial na dosagem recomendada pelo fabricante. Recircule por 20 minutos.
Passe água pelas mangueiras, barra, pontas e filtros. Esgote completamente o tanque através das
pontas. Remova todas as pontas de pulverização, telas das pontas, incluindo o filtro em linha e faça
a lavagem separadamente com agente de limpeza. Reinstale no sistema de pulverização.
3. Terceira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa.
Recircule por 20 minutos. Drene a solução através do sistema, se possível passando pelas bombas,
para esgotar completamente o tanque.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Acácia-negra. ....................................................................................................................................................... UNA
Eucalipto ............................................................................................................................................................... UNA
Pinus ..................................................................................................................................................................... UNA
UNA = Uso Não Alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Missil não é seletivo às gramíneas ou monocotiledôneas. Atenção para não atingir culturas
econômicas suscetíveis, tais como milho, arroz, trigo, sorgo, cana-se-açúcar, entre outras;
• Se ocorrerem chuvas até 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode ser prejudicada.
Interromper a aplicação quando houver previsão de chuva antes deste período;
• Não armazenar a calda em recipiente de ferro galvanizado, ferro ou aço comum;
• Não aplicar sobre plantas daninhas cobertas com poeira, pois a eficiência do produto pode ser
reduzida devido à adsorção do produto às partículas de poeira presentes na planta;
• Não utilizar águas turvas ou com presença de argilas (barrentas), pois a eficiência do produto pode
ser prejudicada;
• Não utilizar o equipamento que foi utilizado para aplicação de Missil, para aplicação de outros
produtos, em culturas susceptíveis.
• A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto
Missil por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide dados relativos à proteção da Saúde Humana.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide modo e equipamentos de aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide dados relativos à proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÃO SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide dados relativos à proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
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Vide dados relativos à proteção do Meio Ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-
br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO A HERBICIDA
O produto herbicida Missil é composto por Haloxifope-P-metílico, que apresenta mecanismo de ação dos
inibidores da síntese de lipídeos (inibidores da ACCase), pertencente ao Grupo A, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente;
botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado classe P2; óculos de
segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
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• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente;
botas de borracha; avental impermeável (quando utilizar equipamento costal); respirador
combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco,
luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso),
botas, calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Fique atento para a duração do macacão e para a manutenção da sua hidrorrepelência,
seguindo as recomendações do fabricante.
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem, o
rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
lngestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não de nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
lnalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR MISSIL
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Haloxifope-P-metílico: Ácido ariloxifenoxipropiônico.
Grupo Químico
Dietileno glicol monoetil éter: Éteres de glicol, poliéteres.
Classificação
CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
toxicológica
Vias d e exposição Ocular, oral, inalatória, dérmica e mucosas.
Haloxifope-P-metílico:
A absorção é rápida (>80%) e a excreção extensa, estudado em ratos, macacos
e humanos. Estudos indicam que Haloxifope-P-metílico é rapidamente
absorvido e se transforma em Haloxifope-P. A principal rota de excreção e via
bile (>80%). Haloxifope-P é distribuído primariamente para o plasma, fígado e
rins, não há acumulação. A meia-vida da substância na circulação em
camundongos é de aproximadamente 2 dias. A absorção pela pele é, limitada e
lenta. Os principais metabólitos são ácidos Haloxifope e conjugados de ácido
Haloxifope.
Dietileno glicol monoetil éter:
Estudo realizado em ratos por via oral e intravenosa apresentou altas
Toxicocinética concentrações plasmáticas com biodisponibilidade absoluta entre 79 e 95%. A
concentração máxima foi atingida em 0,25 hora após a dose por via intravenosa e
0,25 e 0,5 hora após a dose por via oral. Com relação às concentrações
plasmáticas, foram observadas altas concentrações na hipófise, tireóide, supra-
renais e medula óssea no mesmo tempo de amostragem. A substância foi
rapidamente excretada na urina, independentemente do sexo e da via de
administração (85% a 90% dentro de 24 horas após a dose). A substância de teste
mostra baixo potencial de bioacumulação nas condições deste estudo.
Um estudo de absorção dérmica in vitro usando pele humana mostrou que a
substância é capaz de passar pelo estrato córneo da epiderme, mas não causa
nenhum dano à pele no processo. Há um tempo de atraso de menos de 1 hora
para que a substância atravesse a pele e apareça no fluido receptor.
Haloxifope-P-metílico:
Mecanismo de toxicidade do Haloxifope-P é pouco conhecido. Efeito adverso
em humanos e aumento de peso do fígado. Em roedores atua como proliferador
Toxicodinâmica de peroxissomas, mas este efeito mecanismo é irrelevante em humanos.
Dietileno glicol monoetil éter:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos para o Dietileno
glicol monoetil éter.
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Haloxifope-P-metílico:
Toxicidade aguda:
lngestão: o produto é moderadamente tóxico se ingerido diretamente. Pode causar
lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica, e menos
frequentemente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea/vômitos, cólicas,
diarreia. Pode causar alterações neurológicas, que podem se complicar com
convulsões, coma e morte, são atribuídas à hipóxia e/ou hipotensão.
Contato cutâneo: pode causar leve irritação. Este quadro pode evoluir para
dermatite de contato (eritema e queimação).
Contato ocular: pode causar irritação, dor, queimação, conjuntivite e edema
palpebral.
lnalação: pode ocorrer irritação das vias respiratórias de aspiração, podendo
ocorrer, pneumonite química e efeitos adversos.
Toxicidade Crônica
Sintomas e sinais Exposições prolongadas e repetidas podem causar alergias dérmicas.
clínicos Dietileno glicol monoetil éter:
Baseado em resultados obtidos com estudos em animais, a toxicidade sistêmica
não é esperada a menos que grande quantidade tenha sido ingerida. A severidade
da intoxicação deve ser baseada nos achados clínicos. Na exposição dérmica
pode ocorrer leve irritação com ressecamento. Os testes de sensibilização
dérmica apresentaram resultados negativos. A exposição ocular pode causar irite
transitória leve e efeitos conjuntivais com vermelhidão, mas não houve resposta
da córnea em estudo em animais. Estudo agudo em ratos por via oral apresentou
sintomas como respiração forçada e ofegante, anorexia, fraqueza leve a
moderada, tremores e prostração. Estudo agudo por inalação em ratos não
apresentou sintomas e sinais clínicos. Em um estudo subcrônico por via oral em
ratos apresentou efeitos de toxicidade nos rins quando administrado altas doses
da substância. O grupo com altas doses também apresentou edema testicular e
alterações hepáticas gordurosas. Estudo subcrônico dérmico em animais não
apresentou sintomas e sinais clínicos além da leve irritação à pele.
O diagnóstico e estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e
informações disponíveis.
Antídoto: não existe antídoto específico conhecido.
O tratamento das intoxicações por Haloxifope-P-metílico é basicamente
sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de
descontaminação, que visam limitar a absorção aos efeitos locais. Manter acesso
venoso de bom calibre para infusão de fluidos nos casos em que ocorrer
hipotensão, se necessário, associar vasopressores.
Ingestão: É necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida
e o tempo transcorrido desde a ingestão. Ingestão recente: caso não tenha
ocorrido vômito espontâneo, proceder à lavagem gástrica o mais precocemente
possível. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-
50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água. Ponderar a
Tratamento conveniência de administrar carvão ativado em função da necessidade de
endoscopia digestiva nas primeiras 24 h. Atentar para nível de consciência e
proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Contato com a pele: Remover roupas e acessórios. Proceder à descontaminação
cuidadosa (incluindo pregas, cavidades, orifícios e pêlos) com água fria abundante
e sabão, por no mínimo, 15 minutos.
Contato com os olhos: Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos,
mantendo as, pálpebras abertas. Retire lentes de contato quando for o caso.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas
desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar O2 a 100%. Observar atentamente a
ocorrência de insuficiência respiratória e atentar a necessidade de intubação.
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Monitorar arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico.
Tratar possível ocorrência de insuficiência renal e de acidose metabólica.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações
gastroduodenais usar bloqueadores H2 ou bloqueadores de bomba de próton.
Monitorar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos
anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia
de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas
após o desaparecimento dos sintomas.
É conveniente o controle ambulatorial subsequente.
O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Contraindicações
Não esfregar os olhos ou pele em caso de contato com o produto com estes locais.
Efeitos das Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
interações químicas
Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As
intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
ATENÇÃO de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de
Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em
Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 772 2492
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Testes realizados em animais de laboratório, demonstraram que o composto é rápida e completamente
absorvido, com meia vida de 5,6 e 1,2 dias para ratos machos e fêmeas respectivamente; o produto é
distribuído primariamente no plasma e fígado e em seguida excretado pela urina e pelas fezes. A
farmacocinética do produto, na forma ácida ou como metil éster, é equivalente quando o mesmo é
administrado oralmente, sendo que nenhum éster metílico pôde ser identificado nos tecidos, urina ou bile 48
horas após uma única ingestão do composto por ratos machos e fêmeas. A forma de degradação, quando
ocorre, é feita através de hidrólise ácida e o produto é excretado na forma de conjugados.
Em macacos cinomolgos (macaca fascicularis) a administração oral de sal de sódio de haloxifope racêmico
mostrou que a substância é absorvida rapidamente. A excreção ocorre principalmente pela urina.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos (resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado):
DL50 oral em ratos: 1227 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Dois de três animais tratados apresentou leve eritema que foi
totalmente reversível em 48 horas. Um dos animais também apresentou edema leve na primeira hora de
observação.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os três animais tratados apresentaram leves sintomas de
vermelhidão da conjuntiva, quemose e secreção e um dos animais também apresentou leve irite. Todos os
efeitos foram reversíveis em até 72 horas. Não foi observado opacidade da córnea em nenhum dos animais.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos crônicos (resultantes de ensaios com animais - Produto Técnico):
Haloxifope-P-metílico:
Estudos em ratos e cães mostraram que Haloxifope-P, quando ingerido, causou baixa toxicidade, sendo que
o NOEL foi de 0,2 mg/Kg/dia para ratos fêmeas e 0,5 mg/Kg/dia para cães fêmeas. A avaliação dos efeitos
na reprodução com a administração de Haloxifope-P na dieta de ratos Fischer 344 (machos e fêmeas) por
três gerações demonstrou que as doses de 0,005, 0,05 ou 1,0 mg/Kg/dia não afetaram a habilidade dos
animais de copular, reproduzir ou criar ninhadas, sendo que o NOEL, em parâmetros reprodutivos, foi de 1,0
mg/Kg/dia. Em relação à avaliação do potencial embriotóxico e teratogênico de Haloxifope-P durante a
organogênese em ratos e coelhos, não houve efeito nos animais nas doses mais elevadas aplicadas, 7,5 ou
20,0 mg/Kg/dia, respectivamente. Resultados em mutagenicidade demonstram que Haloxifope-P não
apresenta potencial clastogênico em linfócitos de ratos e é negativo para o teste de AMES.
Dietileno glicol monoetil éter: Com base nos testes em animais de laboratório, a ingestão repetida em ratos
apresentou efeitos de toxicidade nos rins quando administrado altas doses da substância. O grupo com altas
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doses também apresentou edema testicular e alterações hepáticas gordurosas. Em um estudo de fertilidade
de várias gerações, houve evidência de uma redução marginal na motilidade espermática em altas doses.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE lI)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IlI)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. - telefone da
empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade
do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
- Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais
de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
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TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
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5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal antes
de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a cultura são
permitidos localmente.
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