Miravis Opti
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Fungicida
Pidiflumetofen (carboxamida) (22.5 g/L) + clorotalonil (isoftalonitrila) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
26124
Marca Comercial
Miravis Opti
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Pidiflumetofen (carboxamida) (22.5 g/L) + clorotalonil (isoftalonitrila) (500 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abobrinha
Sphaerotheca fuliginea
Míldio-pulverulento; Oídio
Abóbora
Alternaria alternata
Mancha de alternaria
Abóbora
Sphaeroteca fuliginea
Oídio
Algodão
Corynespora cassiicola
Mancha alvo.
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Alho
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Amendoim
Cercosporidium personatum
Mancha-preta
Aveia
Alternaria alternata
Mancha-de-Alternaria
Aveia
Drechslera avenae
Helmintosporiose
Batata
Alternaria alternata
Mancha de Alternaria
Batata
Alternaria grandis
Pinta Preta
Batata
Alternaria solani
Pinta-preta; Pinta-preta-grande
Berinjela
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Cebola
Alternaria porri
Crestamento; Mancha-púrpura
Centeio
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Cevada
Alternaria alternata
Mancha-de-Alternaria
Cevada
Drechslera teres
Mancha-em-rede-da-cevada; Mancha-reticular
Chalota
Alternaria porri
Alternaria púrpura
Chuchu
Sphaerotheca fuliginea
Oídio
Ervilha
Cercospora arachidicola
Mancha-castanha
Ervilha
Cercospora longissima
Cercosporiose; Mancha-de-Cercospora
Ervilha
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão-caupi
Cercospora canescens
Mancha-de-cercospora
Feijão-caupi
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão-fava
Cercospora arachidicola
Mancha castanha
Feijão-fava
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Grão-de-bico
Alternaria alternata
Mancha-de-alternaria
Grão-de-bico
Cercospora arachidicola
Mancha castanha
Jiló
Alternaria solani
Pinta preta
Lentilha
Cercospora arachidicola
Mancha castanha
Maxixe
Sphaerotheca fuliginea
Oídio
Milheto
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela
Milheto
Pyricularia grisea
Brusone
Milho
Phaeosphaeria maydis
Mancha-de-Phaeosphaeria; Mancha-foliar
Pepino
Sphaerotheca fuliginea
Míldio-pulverulento; Oídio
Pimenta
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Pimentão
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Quiabo
Cercospora hibiscina
Cercosporiose-do-quiabeiro
Soja
Corynespora cassiicola
Mancha-alvo
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática
Sorgo
Alternaria alternata
mofo-preto; fusariose; tombamento
Sorgo
Cercospora sorghi
Cercosporiose
Tomate
Alternaria solani
Mancha-de-Alternaria; Pinta-preta-grande
Tomate
Septoria lycopersici
Pinta-preta-pequena; Septoriose
Trigo
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Triticale
Drechslera tritici-repentis
Mancha-amarela; Mancha-bronzeada-da-folha
Conteúdo da Bula
MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
Logomarca do produto
MIRAVIS OPTI
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 26124
COMPOSIÇÃO:
tetrachloroisophthalonitrile
(CLOROTALONIL)......................................................................500,0 g/L (50,0 % m/v)
3-(difluoromethyl)-N-methoxy-1-methyl-N-[(RS)-1-methyl-2-(2,4,6-
trichlorophenyl)ethyl]-1H-pyrazole-4-carboxamide
(PIDIFLUMETOFEM)......................................................................22,5 g/L (2,25 % m/v)
Outros ingredientes.............................................................. 727,5 g/L (72,75 % m/v)
GRUPO M05 FUNGICIDA
GRUPO C2 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: FUNGICIDA TRANSLAMINAR E DE CONTATO
GRUPO QUÍMICO: CLOROTALONIL (ISOFTALONITRILA) e PIDIFLUMETOFEM
(PIRAZOL CARBOXAMIDA)
TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e
13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP,
Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº
001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLOROTALONIL TÉCNICO – Registro MAPA nº 0898898
GB Biosciences Corporation – 2239 Haden Road, Houston, TX 77015, Estados
Unidos da América.
Jiangsu Xinhe Agrochemical Co. Ltd. – Shanghai Road, Xinyi, Jiangsu – China.
Jiangsu Xinhe Agrochemical Co., Ltd. – Nº 55, Jingjiu Road, Economic Development
Zone, Xinyi City, Jiangsu Province, China.
Jiangyin Suli Chemical Co. Ltd. - nº 7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City,
Jiangsu Province, 214444, China.
Shandong Dacheng Bio-chemical Co., Ltd. - No.222, Changguo East Road,
Zhangdian District, Zibo City, Shandong Province, China.
PYDIFLUMETOFEN TÉCNICO - Registro MAPA nº TC01922:
Syngenta Crop Protection Monthey S.A. - Rue de l'lle-au-Bois, CH-1870, Monthey –
Suíça.
Syngenta Crop Protection AG - Breitenloh 5, CH 4333, Münchwilen – Suíça.
Syngenta Nantong Crop Protection CO., LTD - No. 1 Zhongyang Road, Nantong
Economic and Technological Development Area, Nantong, Jiangsu, 226009, China.
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FORMULADOR:
Adama Brasil S/A – Rua Pedro Antônio de Souza, 400 Pq. Rui Barbosa - Londrina / PR
CEP: 86031-610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº
003263.
Adama Brasil S/A – Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari / RS CEP: 95860-000 -
CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99.
AgraForm, LLC – 133 East Krauss Street, St. Louis, Missouri, 63111 – Estados Unidos
da América.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz
Alta, CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da
empresa no Estado (CDA) nº 4476.Ouro Fino Química S.A. – Avenida Filomena
Cartafina, 22335, Q.14, L 5 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-750 – Uberaba/MG -
CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no IMA/MG sob nº 8.764.
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/ MG - CNPJ:
23.361.306/0001-79 – Cadastro no IMA/MG sob n°2.972.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº,
km 127,5, Bairro Santa Terezinha - CEP 13148-915 – Paulínia/SP - CNPJ:
60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Crop Protection, LLC. – 4111, Gibson Road - 68107 – Omaha – Nebraska
– EUA.
Syngenta S.A. – Carretera Via Mamonal Km 6 – Cartagena- Colômbia.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda - Av. Roberto
Simonsen, 1459 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Cadastro na SAA/CDA/SP
sob nº 477.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo
Syngenta.”
Nº do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 - PRODUTO ALTAMENTE
TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II
– PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.
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Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C.
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INSTRUÇÕES DE USO:
DOENÇAS
DOSES NÚMERO DE VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS
Nome Comum (mL p.c./ha) APLICAÇÃO DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
Mancha-de- de até 7 dias. Realizar no máximo 3
alternaria aplicações por ciclo da cultura. Se
(Alternaria forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
alternata) complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
500 L/ha
doses mais baixas sob condições de
ABÓBORA 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
Oídio maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
(Sphaerotheca histórico da doença na região),
fuliginea) associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
Oídio outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
500 L/ha
doses mais baixas sob condições de
ABOBRINHA (Sphaerotheca 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
Aplicação
fuliginea) de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
Mancha-alvo de até 14 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
(Corynespora Aplicação forem necessárias mais aplicações,
Cassiicola) terrestre: complementar com fungicida(s) de
100 a 200 outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
L/ha doses mais baixas sob condições de
ALGODÃO 1500 a 3000 3 menor pressão da doença e utilização
Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
aérea: maiores, utilizar em situações de
Ramularia 20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
(Ramularia histórico da doença na região),
areola) associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
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DOENÇAS
DOSES NÚMERO DE VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS
Nome Comum (mL p.c./ha) APLICAÇÃO DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
Mancha-púrpura 400 L/ha
doses mais baixas sob condições de
ALHO 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
(Alternaria porri) Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 14 dias. Realizar no máximo 4
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
250 L/ha
Mancha-preta doses mais baixas sob condições de
AMENDOIM 500 a 2000 4 menor pressão da doença e utilização
(Cercosporidium Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
personatum) aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Mancha-de- Iniciar as aplicações preventivamente.
alternaria Se necessário reaplicar em intervalos
de até 12 dias. Realizar no máximo 3
(Alternaria aplicações por ciclo da cultura. Se
alternata) Aplicação forem necessárias mais aplicações,
1500 a 2750 terrestre: complementar com fungicida(s) de
100 a 200 outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
(Utilizar L/ha doses mais baixas sob condições de
AVEIA adjuvante 3 menor pressão da doença e utilização
específico, Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
recomendad aérea: maiores, utilizar em situações de
o pelo 20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
Helmintosporiose
fabricante) L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
(Drechslera histórico da doença na região),
avenae) associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
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DOENÇAS
DOSES NÚMERO DE VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS
Nome Comum (mL p.c./ha) APLICAÇÃO DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
Pinta-preta forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
(Alternaria solani) terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
(Alternaria 400 L/ha
doses mais baixas sob condições de
BATATA grandis) 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
(Alternaria Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
alternata) aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
Pinta-preta 500 L/ha
doses mais baixas sob condições de
BERINJELA 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
(Alternaria solani) Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
400 L/ha
doses mais baixas sob condições de
CEBOLA Mancha-púrpura 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
Aplicação
(Alternaria porri) de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Mancha-amarela Aplicação
1500 a 2750 Se necessário reaplicar em intervalos
terrestre:
de até 21 dias. Realizar no máximo 3
CENTEIO (Drechslera tritici- 3 100 a 200
(Utilizar aplicações por ciclo da cultura. Se
repentis) L/ha
adjuvante forem necessárias mais aplicações,
específico, complementar com fungicida(s) de
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DOENÇAS
DOSES NÚMERO DE VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS
Nome Comum (mL p.c./ha) APLICAÇÃO DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
recomendad aplicação outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
o pelo Aérea: doses mais baixas sob condições de
fabricante) 20 a 40 menor pressão da doença e utilização
L/ha de variedades tolerantes. Já as doses
maiores, utilizar em situações de
maiores pressões da doença (utilização
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 21 dias. Realizar no máximo 3
Mancha-reticular aplicações por ciclo da cultura. Se
Aplicação forem necessárias mais aplicações,
(Drechslera 1500 a 2750 terrestre: complementar com fungicida(s) de
Teres) 100 a 200 outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
(Utilizar L/ha doses mais baixas sob condições de
CEVADA adjuvante 3 menor pressão da doença e utilização
específico, Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
Mancha-de- recomendad aérea: maiores, utilizar em situações de
alternaria o pelo 20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
fabricante) L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
(Alternaria histórico da doença na região),
alternata) associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
Mancha-púrpura 400 L/ha
doses mais baixas sob condições de
CHALOTA 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
(Alternaria porri) Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
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Bula Completa – 24.04.2025
DOENÇAS
DOSES NÚMERO DE VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS
Nome Comum (mL p.c./ha) APLICAÇÃO DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
Oídio 500 L/ha
doses mais baixas sob condições de
CHUCHU 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
(Sphaerotheca Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
fuliginea) aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Cercosporiose Se necessário reaplicar em intervalos
de até 14 dias. Realizar no máximo 4
(Cercospora aplicações por ciclo da cultura. Se
longíssima) forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
Mancha-castanha 250 L/ha
doses mais baixas sob condições de
ERVILHA (Cercospora 500 a 2000 4 menor pressão da doença e utilização
Aplicação
arachidicola) de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
Mancha-angular de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
(Phaeoisariopsis associado a condições climáticas
griseola) favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
Cercosporiose de até 14 dias. Realizar no máximo 4
aplicações por ciclo da cultura. Se
(Cercospora forem necessárias mais aplicações,
Canescens) Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
250 L/ha
doses mais baixas sob condições de
FEIJÃO-
500 a 2000 4 menor pressão da doença e utilização
CAUPI Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
Mancha-angular maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
(Phaeoisariopsis histórico da doença na região),
griseola) associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
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Bula Completa – 24.04.2025
DOENÇAS
DOSES NÚMERO DE VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS
Nome Comum (mL p.c./ha) APLICAÇÃO DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 14 dias. Realizar no máximo 4
Mancha-castanha aplicações por ciclo da cultura. Se
(Cercospora Aplicação forem necessárias mais aplicações,
arachidicola) terrestre: complementar com fungicida(s) de
250 L/ha outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
doses mais baixas sob condições de
FEIJÃO-FAVA 500 a 2000 4 menor pressão da doença e utilização
Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
aérea: maiores, utilizar em situações de
Mancha-angular 20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
(Phaeoisariopsis histórico da doença na região),
griseola) associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Mancha-de- Se necessário reaplicar em intervalos
alternaria de até 14 dias. Realizar no máximo 4
aplicações por ciclo da cultura. Se
(Alternaria forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
alternata) complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
250 L/ha
doses mais baixas sob condições de
GRÃO-DE-
500 a 2000 4 menor pressão da doença e utilização
BICO Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
Mancha-castanha maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
(Cercospora histórico da doença na região),
arachidicola) associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
Aplicação aplicações por ciclo da cultura. Se
terrestre: forem necessárias mais aplicações,
500 L/ha complementar com fungicida(s) de
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
JILÓ Pinta-preta 1500 a 2500 3 doses mais baixas sob condições de
Aplicação
(Alternaria solani) aérea: menor pressão da doença e utilização
20 a 40 de variedades tolerantes. Já as doses
L/ha maiores, utilizar em situações de
maiores pressões da doença (utilização
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
i d di li áti
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
DOENÇAS
DOSES NÚMERO DE VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS
Nome Comum (mL p.c./ha) APLICAÇÃO DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 14 dias. Realizar no máximo 4
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação complementar com fungicida(s) de
terrestre: outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
Mancha-castanha 250 L/ha doses mais baixas sob condições de
LENTILHA (Cercospora 500 a 2000 4 menor pressão da doença e utilização
Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
arachidicola)
aérea: maiores, utilizar em situações de
20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
Oídio outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
500 L/ha
doses mais baixas sob condições de
MAXIXE (Sphaerotheca 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
Aplicação
fuliginea) de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Mancha-amarela Se necessário reaplicar em intervalos
de até 14 dias. Realizar no máximo 2
(Drechslera tritici-
aplicações por ciclo da cultura. Se
repentis)
Aplicação forem necessárias mais aplicações,
1500 a 3000
terrestre: complementar com fungicida(s) de
100 a 200 outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
(Utilizar
L/ha doses mais baixas sob condições de
adjuvante
MILHETO 2 menor pressão da doença e utilização
específico,
Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
recomendad
aérea: maiores, utilizar em situações de
o pelo
20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
fabricante)
Mancha-foliar L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
(Pyricularia associado a condições climáticas
Grisea) favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
10
MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
DOENÇAS
DOSES NÚMERO DE VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS
Nome Comum (mL p.c./ha) APLICAÇÃO DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 14 dias. Realizar no máximo 2
aplicações por ciclo da cultura. Se
Aplicação forem necessárias mais aplicações,
1500 a 3000
terrestre: complementar com fungicida(s) de
Mancha-de- 100 a 200 outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
phaeosphaeria (Utilizar
L/ha doses mais baixas sob condições de
adjuvante
MILHO 2 menor pressão da doença e utilização
(Phaeosphaeria específico,
Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
maydis) recomendad
aérea: maiores, utilizar em situações de
o pelo
20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
fabricante)
L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
Oídio outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
500 L/ha
doses mais baixas sob condições de
PEPINO (Sphaerotheca 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
Aplicação
fuliginea) de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
Pinta-preta 500 L/ha
doses mais baixas sob condições de
PIMENTA 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
(Alternaria solani) Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
DOENÇAS
DOSES NÚMERO DE VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS
Nome Comum (mL p.c./ha) APLICAÇÃO DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
Pinta-preta 500 L/ha
doses mais baixas sob condições de
PIMENTÃO 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
(Alternaria solani) Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
Mancha-de- terrestre:
outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
cercospora 500 L/ha
doses mais baixas sob condições de
QUIABO 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
(Cercospora Aplicação
de variedades tolerantes. Já as doses
hibiscina) aérea:
maiores, utilizar em situações de
20 a 40
maiores pressões da doença (utilização
L/ha
de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
Ferrugem- de até 14 dias. Realizar no máximo 2
asiática aplicações por ciclo da cultura. Se
Aplicação forem necessárias mais aplicações,
1500 a 2750
Phakopsora terrestre: complementar com fungicida(s) de
pachyrhizi 100 a 200 outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
(Utilizar
L/ha doses mais baixas sob condições de
adjuvante
SOJA 2 menor pressão da doença e utilização
específico,
Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
recomendad
aérea: maiores, utilizar em situações de
Mancha-alvo o pelo
20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
fabricante)
L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
(Corynespora histórico da doença na região),
Cassiicola) associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
DOENÇAS
DOSES NÚMERO DE VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS
Nome Comum (mL p.c./ha) APLICAÇÃO DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 14 dias. Realizar no máximo 2
Cercosporiose aplicações por ciclo da cultura. Se
1500 a 3000 Aplicação forem necessárias mais aplicações,
(Cercospora terrestre: complementar com fungicida(s) de
Sorghi) (Utilizar 100 a 200 outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
adjuvante L/ha doses mais baixas sob condições de
SORGO específico, 2 menor pressão da doença e utilização
recomendad Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
Mancha-de- o pelo aérea: maiores, utilizar em situações de
alternaria fabricante) 20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
(Alternaria histórico da doença na região),
alternata) associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
Pinta-preta de até 7 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
(Alternaria solani) forem necessárias mais aplicações,
Aplicação complementar com fungicida(s) de
terrestre: outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
500 L/ha doses mais baixas sob condições de
TOMATE 1500 a 2500 3 menor pressão da doença e utilização
Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
aérea: maiores, utilizar em situações de
Septoriose 20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
(Septoria L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
lycopersici) histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 21 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
Aplicação forem necessárias mais aplicações,
1500 a 2750 terrestre: complementar com fungicida(s) de
100 a 200 outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
Mancha-amarela
(Utilizar L/ha doses mais baixas sob condições de
TRIGO adjuvante 3 menor pressão da doença e utilização
(Drechslera tritici-
específico, Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
repentis)
recomendad aérea: maiores, utilizar em situações de
o pelo 20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
fabricante) L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
DOENÇAS
DOSES NÚMERO DE VOLUME ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS
Nome Comum (mL p.c./ha) APLICAÇÃO DE CALDA APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente.
Se necessário reaplicar em intervalos
de até 21 dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
Aplicação forem necessárias mais aplicações,
1500 a 2750 terrestre: complementar com fungicida(s) de
100 a 200 outro(s) grupos químico(s). Utilizar as
Mancha-amarela (Utilizar L/ha doses mais baixas sob condições de
TRITICALE (Drechslera tritici- adjuvante 3 menor pressão da doença e utilização
repentis) específico, Aplicação de variedades tolerantes. Já as doses
recomendad aérea: maiores, utilizar em situações de
o pelo 20 a 40 maiores pressões da doença (utilização
fabricante) L/ha de variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
MODO DE APLICAÇÃO:
MIRAVIS OPTI deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para
as culturas registradas.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o
sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou
aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da
cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem
balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Aplicação terrestre:
Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada, a fim de assegurar uma boa
cobertura foliar da cultura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a
cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal
manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os
tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem
um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm
(micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator
deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de
acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a
1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte
tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte
aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de
50% e ventos de 3 a 15 km/hora.
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
Aplicação aérea:
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das
culturas citadas na bula.
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados
para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem
gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de
faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha,
para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C,
umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou
evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5
metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte
tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na
parte aérea da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser
flexibilizadas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto
deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de
operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Aplicação via drones agrícolas: O produto MIRAVIS OPTI pode ser aplicado através de
drones agrícolas em todas as culturas recomendadas, devendo estes ser adequados
para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão
de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se
obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em
perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo
todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter
média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da
faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave
e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com
equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas
com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de
operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento
brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do
Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade
e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de
acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Modo de preparo de calda:
1. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
2. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque
até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em
funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em
seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário.
Após isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com
água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do
produto.
3. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação,
pulverizando logo após a sua preparação.
4. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto
possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador,
agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Abóbora 1
Abobrinha 1
Algodão 30
Alho 3
Amendoim 30
Aveia 30
Batata 7
Berinjela 3
Cebola 3
Centeio 30
Cevada 30
Chalota 3
Chuchu 1
Ervilha 30
Feijão-caupi 30
Feijão-fava 30
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
Grão-de-bico 30
Jiló 3
Lentilha 30
Maxixe 1
Milheto 30
Milho 30
Pepino 1
Pimenta 3
Pimentão 3
Quiabo 3
Soja 30
Sorgo 30
Tomate 3
Trigo 30
Triticale 30
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não permitir o ingresso dos trabalhadores à área tratada durante as primeiras 4 horas
que seguem a aplicação. Caso seja necessário o ingresso antes deste período, deve-
se utilizar equipamento de proteção individual padrão recomendados em rotulagem para
a atividade de aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma
ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência:
monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de
exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de
destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser
diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso
de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de
Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles
definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos
d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E
utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a
adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, MIRAVIS OPTI não causa
fitotoxicidade para as culturas indicadas.
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças
resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e
consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência
dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos M05 e
C2 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas
práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares
com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula
do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das
principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de
aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de
fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade
Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à
Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO M05 FUNGICIDA
GRUPO C2 FUNGICIDA
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
MIRAVIS OPTI é um fungicida composto por clorotalonil e pidiflumetofen. Estes
ingredientes ativos apresentam, respectivamente, mecanismo de ação de contato multi-
sítio, pertencente ao grupo M05, e no sítio de ação no complexo II: succinato-
desidrogenase, pertencente ao grupo C2, segundo classificação internacional do FRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos
os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias,
variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação
equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visando o melhor equilíbrio do
sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos,
vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações
determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de
permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações
técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser
vestidos na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável,
equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2,
viseira facial, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
(EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI
danificado.
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental
impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe
P2 ou PFF2; viseira facial; touca árabe e luvas de proteção para produtos
químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo
técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da
adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem
na área em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes
do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou
permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do
produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha;
equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2;
viseira facial; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA
TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar
na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize
os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante
a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem
em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as
luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental
impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos
equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas,
luvas de proteção para produtos químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser
retirados na seguinte ordem: Touca árabe, viseira facial, botas de borracha,
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas,
luvas de proteção para produtos químicos e equipamento de proteção
respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
Fatal se inalado
PERIGO Provoca lesões oculares graves
Pode provocar reações alérgicas na pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de
emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário
agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver
indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não
dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em
caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se
retirá-la.
Pele: ATENÇÃO: O PRODUTO PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA
PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos,
21
MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto
e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR MIRAVIS OPTI®
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico PIDIFLUMETOFEM (PIRAZOL CARBOXAMIDA)
CLOROTALONIL (ISOFTALONITRILA)
Classe
Categoria 2 – Produto Altamente Tóxico
toxicológica
Vias de exposição
Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
consideradas as mais relevantes.
Toxicocinética Pidiflumetofem: A absorção do pidiflumetofem foi de 85-90% em ratos
após administração oral única. Teve ampla distribuição, com as maiores
concentrações observadas no fígado e rins. O pidiflumetofem foi
amplamente metabolizado em ambas as espécies por desmetilação,
hidroxilação e decloração, juntamente com conjugação por glucuronídeos
e sulfatos. Mais de 91% da dose foi eliminada em 48 horas e a excreção
foi essencialmente completa em 168 horas. Em camundongos, a
excreção ocorreu em até sete dias, sendo mais de 87% eliminado já nas
primeiras 24 horas. Em ambas as espécies, a excreção se deu
predominante pelas fezes e, em menor proporção, pela urina. Em ratos,
houve evidência de circulação enterohepática e menos de 7,9% da dose
foi excretada na sua forma inalterada.
Clorotalonil: Em estudos conduzidos com ratos, clorotalonil demonstrou
ser absorvido rapidamente após a administração oral de doses baixas a
médias (1,5 - 50 mg/kg p.c.) e um pouco mais lentamente em níveis de
dose ≥160 mg/kg p.c. A absorção de clorotalonil a 1,5 - 5 mg/kg p.c. variou
de 19 a 32% da dose administrada. Em níveis mais elevados (200 mg/kg
p.c.), a absorção é reduzida para 8,5 – 15,5% da dose administrada.
Níveis máximos no plasma foram alcançados em, aproximadamente, 6,
9 e 12-16 horas após a administração de 5, 50 e 200 mg/kg p.c.,
respectivamente. Os níveis plasmáticos foram maiores em fêmeas do que
em machos. Clorotalonil foi também rapidamente distribuído nos tecidos,
sendo os maiores níveis observados no rim, fígado e pulmões. Não houve
evidência de bioacumulação após doses múltiplas de clorotalonil. O
metabolismo de clorotalonil ocorre por hidroxilação para R182281
(principal metabólito no plasma), seguida por conjugação (múltipla) com
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glutationa (glutationa-S-transferase). No rato, o conjugado de diglutationa
foi o principal metabólito encontrado na bile. Na urina, nove metabólitos
foram identificados com uma mistura de diferentes conjugados. Nas
fezes, o clorotalonil inalterado foi o principal componente. Clorotalonil
também foi rapidamente excretado em doses baixas a moderadas, com
≥80% da dose administrada (5 mg/kg p.c.) sendo excretada em 48 horas.
Às 168 horas após a administração de 5, 50, 200 mg/kg p.c., a excreção
se deu principalmente via fezes (82-115% da dose), com apenas
pequenas quantidades sendo excretadas pela urina (2,9-7,0% em
machos e 3,0-11,5% em fêmeas). Para a menor dose (5 mg/kg p.c.), a
excreção biliar foi de 12 - 17% (fêmeas) e 11 - 21% (machos) dentro de
48 a 72 horas; já para a dose elevada (200 mg/kg p.c.), foi de 4,9%
(fêmeas) a 7,5% (machos) em 72 horas. Portanto, parte da quantidade
normalmente excretada pelas fezes foi absorvida e excretada pela bile,
indicando a ocorrência de recirculação enterohepática.
Toxicodinâmica Pidiflumetofem: Fungicida inibidor da enzima succinato desidrogenase
(SDHI), atuante no Complexo II da cadeia transportadora de elétrons na
mitocôndria de fungos. Com o fluxo de elétrons entre os complexos
proteicos interrompido, não há geração de ATP para as atividades vitais
da célula, acarretando morte fúngica e, por isso, não é possível excluir
que o seu modo de ação seja conservado para humanos.
Clorotalonil: O clorotalonil é um fungicida de contato multi-sítios. Inibe a
ativação da gliceraldeído-3-fosfato desidrogenase, causando a inibição
da germinação de esporos e crescimento de micélios em fungos. O modo
de ação do clorotalonil envolve sua combinação com uma molécula
chamada glutationa dentro das células do fungo. À medida que esses
derivados da glutationa-clorotalonil se formam, eles inviabilizam a
disponibilidade de glutationa nas células, deixando as enzimas
dependentes da glutationa incapazes de funcionar. Glutationa existe no
organismo em suas formas reduzida (GSH) e oxidada (GSSG), atuando
direta ou indiretamente em muitos processos biológicos e, por isso, não
é possível excluir que o seu modo de ação seja conservado para
humanos.
Sintomas e sinais Não há dados de toxicidade do pidiflumetofem e do clorotalonil em
clínicos humanos.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação à base de
pidiflumetofem e clorotalonil, MIRAVIS OPTI®:
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral realizado em ratos,
não foi observada mortalidade entre os animais expostos à dose de 2000
mg/kg p.c. Os sinais clínicos observados foram alterações na pele ou
pelos (piloereção) e diarreia, revertidos a partir do dia 7.
Exposição inalatória: Considerando-se o potencial irritante para mucosas
do ingrediente ativo clorotalonil, em nome do bem-estar animal, este
estudo não foi realizado in vivo. A CL50 foi obtida por meio de cálculo de
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toxicidade estimada (ATE), método alternativo recomendado pelo GHS,
que resultou em 0,25 mg/L.
Exposição cutânea: De acordo com a guia para teste de toxicidade
aguda dérmica, o estudo pode não ser conduzido caso a DL50 do estudo
oral seja > 2000 mg/kg p.c. Assim, esse estudo não foi conduzido e a
mesma DL50 para esse desfecho foi estabelecida em > 2000 mg/kg p.c.
Os achados in vitro e de toxicidade aguda estimada (ATE) para
avaliação do potencial de irritação dérmica indicam que essa
formulação não é irritante para a pele. Considerando-se o conhecido
potencial sensibilizante do ingrediente ativo clorotalonil, em nome do
bem-estar animal, este estudo não foi realizado e o produto foi
classificado como sensibilizante dérmico.
Exposição ocular: Os achados in vitro e de toxicidade aguda estimada
(ATE) para avaliação do potencial de irritação dérmica indicam que essa
formulação é irritante Categoria 1 para os olhos.
Exposição crônica: Os ingredientes ativos não foram considerados
mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres humanos. À luz
dos conhecimentos atuais, não são considerados desreguladores
endócrinos e não interferem com a reprodução. Vide item “efeitos
crônicos” abaixo.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de
exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda,
trate o paciente imediatamente.
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MIRAVIS OPTI
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Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com
o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial
deve ser dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de
consciência do paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar
a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do
produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30g de carvão ativado para 240 ml de água. É mais
efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria
dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger
vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação
endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar
o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via
oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal
severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e
arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário,
administrar oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima
para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente
com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos,
evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para
tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar
um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para
realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
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especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e
máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo,
manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das interações
químicas Não foram relatados efeitos de interações químicas para pidiflumetofem
e clorotalonil em humanos.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-
6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT – ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS)
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica (waiver): > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (ATE): 0,25 mg/L (ATE)
Corrosão/Irritação cutânea (in vitro e ATE): Os achados in vitro e de toxicidade
aguda estimada (ATE) para avaliação do potencial de irritação dérmica indicam
que essa formulação não é irritante para a pele.
Corrosão/Irritação ocular (in vitro e ATE): Os achados in vitro e de toxicidade aguda
estimada (ATE) para avaliação do potencial de irritação dérmica indicam que essa
formulação é irritante Categoria 1 para os olhos.
Sensibilização cutânea (waiver): O produto foi considerado sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória (waiver): O produto não deve ser considerado
sensibilizante para as vias respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação
genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Pidiflumetofem: Em estudo de toxicidade crônica em ratos por 2 anos ou camundongos
por 80 semanas foi observada redução do peso corpóreo, do ganho de peso corpóreo
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e do consumo de ração em ambos os sexos nas doses altas e intermediárias (ratos
machos: 51 e 319 mg/kg p.c./dia; ratas fêmeas: 31 e 102 mg/kg p.c./dia; camundongos
machos e fêmeas: 287,9 e 306,2 mg/kg p.c./dia). Também foi verificado o aumento do
peso do fígado em ambas as espécies e sexo com a presença de hipertrofia dos
hepatócitos; o fígado dos ratos e camundongos machos ainda apresentou arquitetura
lobular grosseiramente proeminente com hepatócitos eosinofílicos (NOAEL ratos: 31
mg/kg p.c./dia; NOAEL camundongos: 9,2 mg/kg p.c./dia). O pidiflumetofem não foi
considerado carcinogênico para humanos e apresentou resposta negativa em testes de
genotoxicidade nos testes in vitro e in vivo. No estudo da reprodução de duas gerações,
os machos das gerações parental e F1 (276,6 mg/kg p.c./dia) apresentaram redução do
peso corpóreo seguida de redução do consumo de ração apenas na geração F1; houve
aumento do peso do fígado e/ou hipertrofia hepatocelular nos animais de ambas as
gerações tratados com a dose de 46 mg/kg p.c./dia e nas fêmeas tratadas com ≥ 450
ppm (geração parental) e 116,2 mg/kg p.c./dia (F1) (NOAEL parental: 46 mg/kg p.c./dia;
NOAEL fetal e reprodutivo: 116,2 mg/kg p.c./dia). Nos estudos do desenvolvimento em
ratos e coelhos, foi observado, apenas em ratos, diminuição de peso corpóreo materno
e do consumo de ração na dose de 100 mg/kg p.c./dia; nenhum efeito nos filhotes,
reprodutivo ou teratogênico foi notado em ambas as espécies (NOAEL materno e do
desenvolvimento, ratos e coelhos, respectivamente: 100 e 500 mg/kg p.c./dia).
Clorotalonil: Em estudo de 2 anos em ratos, os animais tratados com as maiores doses
(177,5 e 183 mg/kg p.c./dia) apresentaram redução do ganho de peso corpóreo; efeitos
renais como aumento de peso, hiperplasia epitelial tubular, nefropatia progressiva
crônica, cistos corticais e tumores; aumento no peso do fígado e hipertrofia
hepatocelular; em doses elevadas os efeitos relacionados à capacidade irritativa da
substância foram hiperplasia e hiperqueratose da mucosa escamosa do esôfago;
necrose focal e ulceração da mucosa do estômago glandular e hipertrofia da mucosa do
dueodeno (NOAEL: 1,8 mg/kg p.c./dia). Em estudos de carcinogenicidade em
camundongos, foram vistos efeitos semelhantes de órgãos-alvo aos observados em
estudos com ratos; hiperqueratose e hiperplasia na mucosa escamosa no estômago
glandular e no esôfago e efeitos renais (aumento de peso, degeneração tubular,
hiperplasia e hipertrofia epitelial, aumento da incidência de adenomas e carcinomas
tubulares) (NOAEL: 5,4 mg/kg p.c./dia). Estudos de toxicidade aguda, subcrônica e
crônica demonstram que a toxicidade renal e a subsequente proliferação celular
precedem a formação de tumores. Uma vez que o aumento da incidência de tumores
nos rins é considerado uma consequência da hiperplasia tubular cortical, foram
estabelecidos limites para a ocorrência de alterações pré-neoplásicas e neoplásicas e
foi demonstrado que o clorotalonil não é genotóxico em ratos e camundongos in vivo.
Adicionalmente, clorotalonil não apresenta efeito mutagênico em estudos in vivo.
Informações adicionais indicam que seres humanos são menos sensíveis que os ratos
no que diz respeito ao desenvolvimento de efeitos renais que podem progredir para
tumores após exposição crônica ao clorotalonil considerando-se que: i) a absorção de
clorotalonil (como conjugado clorotalonil-glutationa) do trato gastrointestinal seja menor
em humanos do que em ratos; ii) a ativação de conjugados clorotalonil-cisteína no rim
pela β-liase levando a intermediários reativos (tióis) que podem reagir com as
macromoléculas celulares (proteína, DNA) seja mais acentuada em ratos do que em
humanos, pois a atividade de várias enzimas necessárias para essa ativação é maior
no rato (rim) do que em humanos. Portanto, os ratos são considerados marcadamente
mais sensíveis que humanos para alterações renais, o que faz com que a exposição
crônica humana ao nível de dose suficiente para produzir lesões renais seja improvável.
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No estudo de toxicidade reprodutiva de duas gerações em ratos, observou-se redução
do peso corpóreo nas maiores doses em ambos os sexos (225 e 255 mg/kg p.c./dia) e
em fêmeas F1 (124 mg/kg p.c./dia) e machos F0 (110 mg/kg p.c./dia). Achados
histopatológicos foram observados no rim (hipertrofia tubular e hiperplasia epitelial,
focos de hiperplasia de células claras, pigmentação, cariomegalia, epitélio regenerativo)
em todos os níveis de dose. Nos filhotes, o ganho de peso corpóreo durante a lactação
foi reduzido no nível mais alto de dose. O desempenho reprodutivo não foi afetado pelo
tratamento (NOAEL filhotes: 110 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodução: 225 mg/kg
p.c./dia). Em um estudo de toxicidade no desenvolvimento em ratos, observou-se
toxicidade materna na maior dose (400 mg/kg p.c./dia) caracterizada por fezes
amolecidas/com muco/esbranquiçadas, material marrom ao redor do nariz/boca, perda
de pelo/pelo emaranhado na região urogenital, corrimento vaginal vermelho, aumento
na mortalidade, redução do peso corpóreo e consumo alimentar; aumento da perda pós-
implantação e diminuição no tamanho viável da ninhada também foram observadas na
maior dose (NOAEL materno e de desenvolvimento: 100 mg/kg p.c./dia). No estudo de
toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, a toxicidade materna foi caracterizada
pelo ganho reduzido de peso corpóreo no maior nível de dose (20 mg/kg p.c./dia).
Nenhum efeito relacionado ao tratamento foi observado nos parâmetros cesarianos e
fetais (NOAEL materno: 10 mg/kg p.c./dia; NOAEL fetal: 20 mg/kg p.c./dia). Diante dos
achados, clorotalonil não é considerado teratogênico ou tóxico para a reprodução em
humanos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
X MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos,
peixes).
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal,
concernentes às atividades aeroagrícolas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
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Bula Completa – 24.04.2025
Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO
DE CULTIVOS LTDA.
Telefone da empresa: 0800 704 4304.
Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e
botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre
em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso,
consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
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Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó
químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs
– Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do
produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão,
seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical,
durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas
da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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Bula Completa – 24.04.2025
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem
deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva,
quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até seis meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em
saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas
em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
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MIRAVIS OPTI
Bula Completa – 24.04.2025
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento
onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para
este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes
e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na
legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros
materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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