Mirage
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Herbicida
sulfentrazona (triazolona) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
21122
Marca Comercial
Mirage
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
sulfentrazona (triazolona) (500 g/L)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Cana-de-açúcar
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Citros
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Eucalipto
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Eucalipto
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Eucalipto
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Eucalipto
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Eucalipto
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Eucalipto
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Eucalipto
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Eucalipto
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Eucalipto
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Eucalipto
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Eucalipto
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Eucalipto
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Eucalipto
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Eucalipto
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Eucalipto
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Eucalipto
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Eucalipto
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Eucalipto
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Eucalipto
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Fumo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Fumo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Fumo
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Fumo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Fumo
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Soja
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Conteúdo da Bula
V2024 10 24
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
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t: (19) 3794-5600
MIRAGE
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 21122
COMPOSIÇÃO:
2’,4’-dichloro-5-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-yl)
methanesulfonanilide (SULFENTRAZONA)............................................500,00 g/L (50,00% m/v)
Monoetilenoglicol ...................................................................................60,25 g/L (6,02% m/v)
Outros ingredientes.............................................................................624,29 g/L (62,43% m/v)
GRUPO E HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida pré-emergente, seletivo condicional de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Triazolona (Sulfentrazona); Álcool glicólico (Monoetilenoglicol)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Maeda, s/n – Prédio Comercial - Térreo – Distrito Industrial - CEP: 14.500-000 - Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
SULFENTRAZONE TÉCNICO UPL - REGISTRO MAPA Nº 8816
ORIENTAL (LUZHOU) AGROCHEMICALS CO., LTD.
Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan Province, 646300 - China.
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED
Plot Nº 746/750, G.I.D.C., Jhagadia, 393110, District Bharuch, Gujarat - Índia.
FORMULADORES:
ADAMA LTD.
93 East Beijing Road, 434001 Jingzhou, Hubei - China.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737 - China.
SHIJIAZHUANG RICHEM CO., LTD.
Nº 1 Xingwang Road, Biological Industrial Park, Zhaoxian, Shijiazhuang, Hebei - China.
UNITED PHOSPHORUS (INDIA) LLP. (UNIT 11).
Plot Nº 3210/3201-A, GIDC. Estate, Ankleshwar, District - Bharuch - Gujarat 393 002 – Índia.
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Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0003-14
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1049.
UPL LIMITED. (UNIT 3).
Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat – Índia.
YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD.
Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Technology Development Zone, 312369, Shangyu,
Zhejiang - China.
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Bula – MIRAGE 2
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Número de Lote ou Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
no Art. 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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Bula – MIRAGE 3
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INSTRUÇÕES DE USO:
MIRAGE é um herbicida apresentado na forma de suspensão concentrada recomendado para o controle
de plantas infestantes conforme recomendações abaixo:
Volume
Dose
Culturas Plantas Infestantes de Calda Número, Época e Intervalo de Aplicação
(L/ha)
(L/ha)
Aplicar MIRAGE nas doses indicadas ao lado, em
Brachiaria decumbens pré-emergência das plantas infestantes e em pós-
1,2 a 1,4 plantio da cultura, através de jato dirigido nas
Capim-braquiária
entrelinhas.
A aplicação pode ser realizada em solos de textura
Portulaca oleracea leve, médio e pesado.
1,2
Abacaxi Beldroega 100 - 300
* Para Capim-favorito (Rhynchelitrum repens)
MIRAGE é recomendado somente para aplicação
em solo leve e médio.
*Rhynchelitrum repens
0,8 a 1,2 Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente
Capim-favorito
para eliminar as plantas infestantes indicadas ao
lado.
Amaranthus viridis
1,4
Caruru Aplicar MIRAGE nas doses indicadas ao lado, em
Bidens pilosa pré-emergência das plantas infestantes, em
1,4
Picão-preto cafeeiros adultos, em jato dirigido para o solo.
Cyperus rotundus
1,4
Tiririca A aplicação pode ser realizada em solos de textura
Café 100 - 300
Digitaria horizontalis leve, médio e pesado.
1,4
Capim-colchão
Eleusine indica Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente
1,4
Capim-pé-de-galinha para eliminar as plantas infestantes indicadas ao
Parthenium hysterophorus lado.
1,4
Losna-branca
Amaranthus viridis
1,2
Caruru
Brachiaria decumbens
1,2
Capim-braquiária
Brachiaria plantaginea
1,2
Capim-marmelada
Cenchrus echinatus
1,2
Capim-carrapicho
Commelina benghalensis
1,2
Trapoeraba
Cyperus rotundus
1,6 Aplicar MIRAGE nas doses indicadas ao lado, em
Tiririca
Digitaria horizontalis pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes
1,2 e da cultura.
Capim-colchão 100 – 300
Cana-de- Eleusine indica
1,2 A aplicação pode ser realizada em solos de textura
açúcar Capim-pé-de-galinha (Aplicação
leve, médio e pesado.
Euphorbia heterophylla aérea – 20
1,2
Leiteiro a 50)
Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente
Ipomoea grandifolia
1,2 para eliminar as plantas infestantes indicadas ao
Corda-de-viola
lado.
Panicum maximum
1,2
Capim-colonião (sementes)
Portulaca oleracea
1,2
Beldroega
Richardia brasiliensis
1,2
Poaia-branca
Sida glaziovii
1,2
Guanxuma-branca
Spermacoce alata
Erva-quente 1,2
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Bula – MIRAGE 4
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Amaranthus retroflexus
1,2 a 1,4
Caruru Aplicar MIRAGE nas doses indicadas ao lado, em
Bidens pilosa pré-emergência das plantas infestantes, em cítricos
1,2 a 1,4
Picão-preto adultos, em jato dirigido para o solo.
Cenchrus echinatus
1,2 a 1,4
Capim-carrapicho A aplicação pode ser realizada em solos de textura
Citros 100 - 300
Commelina benghalensis leve, médio e pesado.
1,2 a 1,4
Trapoeraba
Cynodon dactylon Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente
1,2 a 1,4
Grama-seda para eliminar as plantas infestantes indicadas ao
Digitaria horizontalis lado.
1,2 a 1,4
Capim-colchão
Aplicar MIRAGE nas doses indicadas ao lado, em
pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e
Amaranthus hybridus no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da
0,6
Caruru-roxo cultura.
O produto MIRAGE é recomendado para a cultura
do fumo somente em solos leves e médios.
A aplicação para a cultura do fumo pode ser de duas
formas:
1ª) Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia
Brachiaria plantaginea
0,8 antes do transplante das mudas do fumo, em uma
Capim-papuã
faixa de 50 cm.
Quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio,
pode ocorrer injúria leve na cultura no período
próximo a aplicação do produto, entretanto a
recuperação acontece entre 15 a 30 dias após a
Fumo **Cyperus rotundus 100 - 300 aplicação.
0,6 a 0,8
Tiririca 2ª) Na entrelinha de plantio, logo após o último
cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes,
em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o
contato do produto com as plantas de fumo para não
haver injúria.
** Na aplicação na entrelinha em condições de alta
**Euphorbia heterophylla infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia
0,8
Leiteira heterophylla utilizar a dose de 500 g i.a/ha (1L
p.c/ha).
As doses menores devem ser utilizadas em solos
leves e as doses maiores devem ser utilizadas em
solos médios.
Richardia brasiliensis Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente
0,6 a 0,8
Poaia-branca para eliminar as plantas infestantes indicadas ao
lado.
Acanthospermum australe
1,2
Carrapicho-rasteiro
Acanthospermum hispidum
1,2 Aplicação em pós-plantio e em pré-emergência das
Carrapicho-de-carneiro
Ageratum conyzoides plantas infestantes e da cultura, tanto no sistema
1,2 convencional como no plantio direto.
Mentrasto
Amaranthus hybridus
1,2 A dose 1,2 L/ha é recomendado somente para
Caruru-roxo
solos pesados para as plantas infestantes indicadas
Bidens pilosa
1,2 ao lado. Não utilizá-la em solos leves e médios, pois
Picão-preto
100 – 300 poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.
Blainvillea latifolia
1,2
Soja Erva-palha
(Aplicação Para aplicações em pré-plantio da soja no controle
(Solo Brachiaria decumbens
1,2 aérea – 20 pré-emergente residual de buva (Conyza
pesado) Capim-braquiária
a 50) bonariensis) utilizar 0,75 a 1,2 L/ha tanto em
Brachiaria plantaginea
1,2 plantio convencional como direto. Utilizar a maior
Capim-marmelada
dose em solos pesados e a menor em solos médios.
Cenchrus echinatus Não aplicar em solos leves nesta modalidade de uso.
1,2
Capim-carrapicho
Commelina benghalensis Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente
1,2
Trapoeraba para eliminar as plantas infestantes indicadas ao
Conyza bonariensis lado.
0,75 a 1,2
Buva
Desmodium tortuosum
1,2
Desmódio
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Digitaria horizontalis
1,2
Capim-colchão
Echinochloa crusgalli
1,2
Capim-arroz
Eleusine indica
1,2
Capim-pé-de-galinha
Emilia sonchifolia
1,2
Falsa-serralha
Euphorbia heterophylla
1,2
Amendoim-bravo
Hyptis suaveolens
1,2
Cheirosa
Ipomoea grandifolia
1,2
Corda-de-viola
Nicandra physaloides
1,2
Joá-de-capote
Panicum maximum
1,2
Capim-colonião (sementes)
Pennisetum setosum
1,2
Capim-custódio
Portulaca oleracea
1,2
Beldroega
Richardia brasiliensis
1,2
Poaia-branca
Sida rhombifolia
1,2
Guanxuma
Solanum americanum
1,2
Maria-pretinha
Spermacoce alata
1,2
Erva-quente
Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes
Amaranthus hybridus e da cultura.
0,8
Caruru-roxo
Aplicação no plantio convencional deve ser realizada
100 – 300
somente para solo leve e médio.
Soja
(Solo leve e Commelina benghalensis (Aplicação
0,4-0,6 O herbicida aplicado na pós-emergência da soja
médio) Trapoeraba aérea – 20
causará danos à cultura.
a 50)
Euphorbia heterophylla Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente
0,8 para eliminar as plantas infestantes indicadas ao
Amendoim-bravo
lado.
Nas aplicações em pós-emergência total das plantas
infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura
da soja utilizar as doses indicadas ao lado.
Commelina benghalensis
0,2 a 0,4
Trapoeraba
Para dessecação ou manejo outonal, as plantas
100 – 300 infestantes deverão estar no máximo com 6-8 folhas
e porcentagem de cobertura do solo de até 20% a
Soja
(Aplicação 35%. A cultura de soja deve ser semeada 10 - 15
(Dessecação)
aérea – 20 dias após a aplicação do produto. A Aplicação
a 50) deverá ser realizada através de pulverizadores
Ipomoea grandifolia terrestres manuais costais ou tratorizados.
0,2 a 0,4
Corda-de-viola
Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente
para eliminar as plantas infestantes indicadas ao
lado.
Acanthospermum australe
1 a 1,2
Carrapicho-rasteiro MIRAGE é um herbicida pré-emergente em relação
Acanthospermum hispidum às plantas infestantes, que pode ser aplicado antes
1
Carrapicho-carneiro ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a
Ageratum conyzoides linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio,
0,9
Mentrasto aplicar através de jato dirigido procurando evitar a
Eucalipto 100 - 300
Amaranthus hybridus parte aérea das plantas.
0,8
Caruru-branco
Bidens pilosa Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente
1 para eliminar as plantas infestantes indicadas ao
Picão-preto
Blainvillea latifolia lado.
0,9
Erva-palha
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Capim-braquiária
Brachiaria plantaginea
1
Capim-marmelada
Cenchrus echinatus
1
Capim-carrapicho
Commelina benghalensis
0,9
Trapoeraba
Cyperus rotundus
1,2 a 1,6
Tirirca
Desmodium tortuosum
1,2
Desmodio
Digitaria horizontalis
1
Capim-colchão
Echinochloa crusgalli
1
Capim-arroz
Eleusine indica
0,8
Capim-pé-de-galinha
Emilia sonchifolia
0,9
Falsa-serralha
Euphorbia heterophylla
1
Amendoim-bravo
Hyptis suaveolens
1,2
Cheirosa
Ipomoea grandifolia
1
Corda-de-viola
Nicandra physaloides
0,8
Joá-de-capote
Panicum maximum
1
Capim-colonião
Pennisetum setosum
1
Capim-custódio
Portulaca oleracea
0,8
Beldroega
Richardia brasiliensis
1
Poaia-branca
Sida rhombifolia
1
Guanxuma
Solanum americanum
0,8
Erva-de-bicho
Spermacoce latifolia
1
Erva-quente
MODO DE APLICAÇÃO:
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar
livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os
herbicidas, o MIRAGE necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das
plantas infestantes.
Equipamentos de aplicação:
Via terrestre:
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção
de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do
tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da
ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade
de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para
diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação
brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o
espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta
alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam
a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção de
gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do
tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da
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ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas
com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa
sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para
volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s)
e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre
um Engenheiro Agrônomo.
Via aérea (somente para as culturas de cana-de-açúcar e soja):
Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por
empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais
para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam
nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as
perdas por deriva sejam minimizadas.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de
malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo
necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até
um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a
quantidade necessária do produto no tanque ou no pré-misturador. Após despejar todo o conteúdo do
produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir
que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso,
deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início
da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3
litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do
pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção.
Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja
ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do
tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a
compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e
transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de
fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua
preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de
deriva, conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h, não aplique devido ao risco
de inversão térmica.
Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma
cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por
20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e
recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água
para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
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Observação: Nas etapas acima ao perceber, pelo nível do tanque, que o mesmo está quase vazio,
desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por
segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi 60 dias
Café 130 dias
Cana-de-açúcar (1)
Citros 200 dias
Fumo U.N.A.
Soja (1)
Eucalipto U.N.A.
(1) Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
U.N.A Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Na aplicação em cana soca recém-germinada e se ocorrer aplicação tópica sobre a muda de
eucalipto, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou
brotações, porém com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua
produtividade.
• Na ocorrência de chuvas excessivas, após a aplicação em solos altamente arenosos, poderá ocorrer
leve clorose nas folhas de soja e eucalipto, entretanto, estas recuperam-se, não havendo prejuízos
para produtividade.
• Evitar sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos à cultura da soja.
• A tolerância de novas variedades ao produto deverá ser estabelecida antes de ser usado em larga
escala. Consulte o fornecedor de sementes de sua região ou o representante técnico da UPL de sua
região.
• A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. MIRAGE aplicado no
“cracking” da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura.
• Injúria na cultura da soja poderá ocorrer em solos poucos drenados, muito compactados ou em solos
saturados por longo período de tempo.
• Se houver falhas no plantio devido a condições climáticas, apenas a soja deverá ser replantada. Não
reaplicar MIRAGE, pois poderá ocorrer injúria.
• Um período mínimo de 18 meses após a aplicação de MIRAGE é exigido para rotação com a cultura
de algodão.
FITOTOXICIDADE:
O produto utilizado dentro das recomendações indicadas pelo fabricante não induz efeitos fitotóxicos às
culturas indicadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente -
IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente -
IBAMA/MMA).
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente -
IBAMA/MMA).
RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distinto do Grupo E para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-
br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO E HERBICIDA
O produto herbicida MIRAGE é composto por Sulfentrazona, que apresenta mecanismo de ação dos
Inibidores da Protox (Protoporfirinogenio oxidase - PPO), pertencente ao Grupo E, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato com a pele
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PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, o folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR
- MIRAGE -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico SULFENTRAZONA: triazolona; MONOETILENOGLICOL: álcool glicólico.
Classe toxicológica Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Sulfentrazona: em ratos, a substância foi rápida e amplamente absorvida pelo
trato gastrointestinal após administração oral, com quase todo o material
radiomarcado recuperado na urina. A meia vida de eliminação plasmática foi de
12 e 48 horas na menor e maior dose, respectivamente.
A sulfentrazona foi extensivamente metabolizada, com menos de 2% do
composto inalterado recuperado na urina. O principal metabólito identificado
foi o 3-hidroxi-metil-sulfentrazona, do qual apenas uma pequena quantidade
foi posteriormente metabolizada em ácido 3-carboxílico-sulfentrazona. A
eliminação foi rápida, com 84-104% da dose administrada excretada pela
urina, fezes (<6%) e ar expirado (<0,01%) dentro de 72 horas após o
tratamento. Não foram encontradas diferenças importantes relacionadas ao
sexo no padrão cinético da substância. Não houve evidência de bioacumulação
nos tecidos.
Monoetilenoglicol: a substância é rapidamente absorvida e distribuída após
administração pelas vias oral e inalatória. Em ratos, a absorção gastrointestinal
foi cerca de 90-100%, com pico de concentração plasmática entre 1-4 horas,
enquanto a absorção pela via inalatória foi cerca de 60%, com pico de
concentração plasmática dentro de 1 hora. A absorção pela via dérmica foi
menos extensa em ratos (20-30%), e ocorreu mais lentamente.
Em animais e em humanos, a biotransformação do monoetilenoglicol ocorre
através de uma série de reações de oxidação sucessivas gerando,
primeiramente, glicoaldeído (em uma reação catalisada pela enzima álcool-
desidrogenase) e, em seguida, o ácido glicólico, que é convertido em ácido
glioxílico e é transformado em ácido oxálico, o mais tóxico metabólito do 1,2-
etanodiol. Além do ácido oxálico, o ácido glioxílico também é metabolizado
rapidamente em uma série de produtos como malato, ácido fórmico e glicina. A
quebra da glicina e do ácido fórmico gera dióxido de carbono, que é o principal
metabólito do monoetilenoglicol. Na urina foram identificados o
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monoetilenoglicol, ácido glicólico, oxalato de cálcio e glicina (e seus
conjugados). O monoetilenoglicol é excretado principalmente como dióxido de
carbono (no ar exalado) e, na urina, como monoetilenoglicol inalterado, ácido
glicólico e ácido oxálico, este último em menor extensão. O tempo de meia
vida de eliminação, em humanos e animais, foi cerca de 1-4 horas, após
administração pela via oral.
Toxicodinâmica Sulfentrazona: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade
desta substância em humanos. O mecanismo de ação herbicida da
sulfentrazona nas plantas alvo está relacionado com a inibição da enzima
protoporfirinogênio oxidase (PPO) na via biossintética da clorofila. Em animais
de experimentação, o sistema hematopoiético foi identificado como alvo de
toxicidade em estudos de exposição repetida, evidenciado por sinais de anemia
e aumento nos níveis de porfirina sanguínea, consistente com a inibição da
PPO presente na cadeia de biossíntese do grupamento heme das
hemoglobinas.
Monoetilenoglicol: os mecanismos de toxicidade são considerados
multifatoriais, e envolvem a formação de metabólitos tóxicos, a formação de
cristais de oxalato de cálcio, o aumento da acidose metabólica e/ou
desregulação osmótica, e efeito citotóxico direto.
Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Em animais de experimentação, o produto foi possivelmente nocivo se ingerido
e em contato com a pele. Não apresentou potencial de causar irritação dérmica
nem ocular. Também não apresentou potencial de sensibilização dérmica.
Sulfentrazona: não são conhecidos sintomas específicos em humanos. Com
base em estudos em animais, por causar inibição da enzima
protoporfirinogênio oxidase (PPO), a exposição crônica ou a exposição aguda
oral a grandes quantidades da substância pode levar à redução de eritrócitos e,
em casos mais graves, anemia.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal,
com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
Monoetilenoglicol: a intoxicação sistêmica é esperada somente após exposição
a grandes quantidades desta substância.
Exposição cutânea: o monoetilenoglicol apresenta baixo potencial irritativo
para a pele, no entanto, a exposição repetida pode causar dermatite alérgica
em indivíduos suscetíveis.
Exposição respiratória: se inalado, pode ocorrer irritação do trato
respiratório superior, com tosse, irritação na garganta e cefaleia. Nos casos de
inalação de vapores com concentrações elevadas do produto podem ocorrer
intoxicações com sintomas semelhantes aos observados por ingestão.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: inicialmente (período de 1-4 horas após exposição) podem
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ocorrer náuseas, vômitos, depressão do SNC (ataxia, fadiga, sonolência,
vertigem, nistagmo, convulsões) e acidose metabólica leve a grave. Após 24
horas podem ocorrer sintomas cardiopulmonares como dispneia,
hiperventilação, taquicardia, elevação da pressão arterial e edema pulmonar.
Após 24-36 horas podem ocorrer lesões importantes nos rins, com insuficiência
renal (necrose tubular e depósito de cristais de oxalato de cálcio). Em casos
mais graves, os sintomas podem levar a morte.
Efeitos crônicos: o principal órgão-alvo é o rim.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
de quadro clínico compatível.
Sulfentrazona: em pacientes com suspeita de porfiria devem ser observados
hemograma completo, enzimas hepáticas, perfil metabólico básico, urinálise e
níveis de porfirina no soro.
Monoetilenoglicol: a dosagem sérica de monoetilenoglicol pode auxiliar na
confirmação da exposição. Níveis séricos maiores que 25 mg/dL estão
normalmente associados à toxicidade significativa.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de
segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem
estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e
medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca
e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer
via endovenosa. Avaliar estado de consciência.
- Monitorar os níveis de eletrólitos séricos e a função renal em casos de
intoxicação pelo monoetilenoglicol.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para
manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
necessário ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve
estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade
potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
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de intoxicação por sulfentrazona e monoetilenoglicol. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de
carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg
(menos de 1 ano de idade).
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar,
bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação,
conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
- Considerar a administração de inibidores da enzima álcool desidrogenase
(ADH) como etanol e fomepizol em casos de intoxicação por monoetilenoglicol
para inibir a formação de metabólitos tóxicos. O regime de dose a ser aplicado
deve ser avaliado pelo médico de acordo com a gravidade do caso clínico.
- Em casos de acidose metabólica grave, considerar a realização de
hemodiálise após a administração de inibidores de ADH.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não
intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
interações químicas Não são conhecidos.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
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Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 - (19) 3518-5465
Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br
Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos não causou sinais de
irritação dérmica. Nas condições do teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou, em 3/3 dos
animais, hiperemia, irite e quemose (grau 1 para todos os sinais de irritação). Os sinais de irritação
foram revertidos em até 72 horas. Nas condições do teste, o produto foi classificado como não irritante
para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Sulfentrazona: estudos de toxicidade subcrônica e crônica em ratos, camundongos e cães identificaram o
sistema hematopoiético como o alvo da sulfentrazona, com sinais de anemia e diminuições no
hematócrito, hemoglobina e volume corpuscular médio. Em estudos de 90 dias, via dieta, em ratos e
camundongos, os valores de NOEL foram estabelecidos, respectivamente para machos e fêmeas, em 19,9
mg/kg p.c./dia e 23,1 mg/kg p.c./dia; e 60,0 mg/kg p.c./dia e 79,8 mg/kg p.c./dia; e, para cães, o NOEL
foi de 28 mg/kg p.c./dia. Em estudo de 1 ano, em cães, via dieta, os valores de NOEL para machos e
fêmeas foram de 24,9 mg/kg p.c./dia e 29,6 mg/kg p.c./dia, respectivamente. Em estudo de toxicidade
crônica e carcinogenicidade em camundongos, o NOEL foi de 93,9 mg/kg p.c./dia em machos e 116,9
mg/kg p.c./dia em fêmeas. Em estudo de 2 anos em ratos, o NOEL foi de 40,0 mg/kg p.c./dia em
machos e 36,4 mg/kg p.c./dia em fêmeas. Os estudos de carcinogenicidade em ratos e camundongos não
mostraram evidência de aumento na incidência de tumores relacionados ao tratamento.
Os estudos de mutagenicidade disponíveis indicam que não há evidências de potencial mutagênico da
sulfentrazona.
A sulfentrazona causou efeitos reprodutivos e no desenvolvimento pré-natal (via oral em ratos e coelhos
e via dérmica em ratos). Foram observadas reduções da taxa de gravidez e de fertilidade em machos,
aumento da degeneração testicular ou atrofia, degeneração do epitélio germinativo e do produto seminal,
diminuição da sobrevivência pré e pós-natal dos filhotes e da ninhada, aumento da incidência de
variações esqueléticas e malformações, além de aumento da incidência de reabsorções. Em estudo de
toxicidade ao desenvolvimento em ratos, o NOEL materno foi de 25 mg/kg p.c./dia e o NOEL de
desenvolvimento foi de 10 mg/kg p.c./dia. Em estudo de 2 gerações em ratos, via dieta, o NOEL
sistêmico e de desenvolvimento embriofetal foram de 14 mg/kg p.c./dia e 16 mg/kg p.c./dia, em machos
e fêmeas, respectivamente.
Em um estudo de neurotoxicidade aguda e subcrônica em ratos, não houve evidências de neuropatologia.
No estudo de imunotoxicidade em ratos de 28 dias, não houve efeitos no sistema imunológico.
Monoetilenoglicol: em ratos, a exposição oral repetida a doses muito altas desta substância (doses
superiores a 950 mg/kg p.c./dia, em ratos machos, e 3100 mg/kg p.c./dia, em ratos fêmeas, em estudo
de 90 dias) promoveu efeitos nos rins (lesões microscópicas, hiperplasia, nefrite, necrose, hematúria,
fibrose e deposição de cristais em túbulos renais) e depressão do sistema nervoso central. O
monoetilenoglicol não apresentou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em
estudos conduzidos em ratos e camundongos, o monoetilenoglicol causou aumento da mortalidade fetal e
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da incidência de alterações externas e esqueléticas. No entanto, estes efeitos ocorreram apenas após a
ingestão ou inalação de altas concentrações desta substância [em ratos, NOAEL 250 mg/kg p.c./dia pela
via oral; em camundongos, NOAEL de 150 mg/m³/6h/dia (0,15 mg/L/6h/dia) por exposição inalatória
(corpo total) e 1000 mg/m³/6h/dia (1,0 mg/L/6h/dia) após exposição exclusivamente inalatória (nose
only)]. Não foram observados efeitos adversos em coelhos. A formação do metabólito ácido glicólico,
pode estar envolvido no mecanismo de ação para estes efeitos. Doses seguras de exposição foram
estabelecidas.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
Não são conhecidos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
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• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E
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(19) 3518-5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deve ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico
etc., ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
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• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio
local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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