MIL FF 380/06
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Fungicida
clorotalonil (isoftalonitrila) (400 g/kg) + dimetomorfe (morfolina) (80 g/kg)
Informações
Número de Registro
06124
Marca Comercial
MIL FF 380/06
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
clorotalonil (isoftalonitrila) (400 g/kg) + dimetomorfe (morfolina) (80 g/kg)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico/Contato
Classe Toxicológica
Categoria 3 Produto Moderadamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abobrinha
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Abóbora
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Alho
Peronospora destructor
Cinza; Míldio
Batata
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Cebola
Peronospora destructor
Cinza; Míldio
Chuchu
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Melancia
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Melão
Pseudoperonospora cubensis
Míldio
Pepino
Peronospora destructor
Mildio
Tomate
Phytophthora infestans
Mela; Requeima
Uva
Plasmopara viticola
Mofo; Míldio
Conteúdo da Bula
MIL FF 380/06
Fungicida
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 06124
COMPOSIÇÃO:
tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL)………………………..…...............400 g/kg (40% m/m)
(EZ)-4-[3-(4-chlorophenyl)-3-(3,4-dimethoxyphenyl)acryloyl]morpholine
(DIMETOMORFE)………………………………………………………………………...80 g/kg (8% m/m)
Outros Ingredientes...........................................................................................520,0 g/Kg (52% m/m)
GRUPO M5 FUNGICIDA
GRUPO 5H FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.
CLASSE: Fungicida sistêmico e de contato
GRUPO QUÍMICO: Morfolina
Isoftalonitrila
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR Tel.: (43)
3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLOROTALONIL TÉCNICO ADAMA – . REGISTRO MAPA nº 09217
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong - China
CLOROTALONIL TÉCNICO ADAMA BR - REGISTRO MAPA nº 24516
JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD.
No. 19 Xingang Road Economic Development Zone, Xinyi, Jiangsu - China
JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD.
No. 55, Jingjiu Road, Economic Development Zone, 221400 Xinyi, Jiangsu – China
SHANDONG DACHENG PESTICIDE CO., LTD.
No. 25 Honggou Rd., Zhangdian, Shandong Province, Zibo – China
CLOROTALONIL TÉCNICO MILENIA - REGISTRO MAPA nº 04799.
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa - CEP 86031-610 - Londrina/PR.
ADAMA BRASIL S/A
Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - CEP 95860-000 - Taquari/RS.
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot Hovav, Eco-Industrial Park, Beer-Sheva, Israel.
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JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD.
Jinger Road, Industry Chemical Park – Jiangsu Province – Xinyi City – China
SHANDONG DACHENG PESTICIDE CO., LTD.
No. 25 Honggou Rd., Zhangdian, Shandong Province, Zibo – China
CLOROTALONIL TÉCNICO OXON - REGISTRO MAPA nº 11207
JIANGYIN SULI FINE CHEMICAL CO.LTD
Nº 7, Runhua Road, Ligang Town, Jiangsu City, 214444 - China.
DIMETOMORFE TÉCNICO MILENIA – REGISTRO MAPA nº 6815
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot Hovav, Eco-Industrial Park, Beer-Sheva - Israel
HEBEI WANQUAN LIHUA CHEMICALS CO., LTD
Kongjiazhuang, 076250 Wanquan, Hebei – China
SHANDONG CYNDA CHEMICAL CO., LTD.
Economic Development Area, 256500, Boxing County, Shandong – China
DIMETOMORFE TÉCNICO ADAMA – REGISTRO MAPA nº TC15020
SHANDONG CYNDA CHEMICAL CO., LTD
Economic Development Area, Boxing County, Shandong – China.
FORMULADOR:
ADAMA MAKHTESHIM LTD.
Neot Hovav, Eco-Industrial Park, Beer-Sheva – Israel
Nº do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO,
A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do
Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Amarelo PMS Yellow
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
MIL FF 380/06 é um fungicida sistêmico e de contato dos grupos químicos morfolina (dimetomorfe) e
isoftalonitrila (clorotalonil), indicado para o controle de doenças nas culturas de abóbora, abobrinha,
alho, batata, cebola, chuchu, melancia, melão, pepino, tomate envarado, tomate rasteiro para fins
industriais e uva.
CULTURA, ALVO, DOSE, CALDA, MODALIDADE, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO DE
APLICAÇÕES:
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de Intervalo de
Cultura Nome Dose
Nome Científico Calda Aplicação
Comum
Máximo de 4
Terrestre:
Abobrinha aplicações
600L de
Abóbora Pseudoperonospora 350g/100L com intervalo
Mildio água/ha
Chuchu cubensis de água de 7 dias por
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar MIL FF 380/06 preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir se
necessário em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução da doença.
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de Intervalo de
Cultura Nome Dose
Nome Científico Calda Aplicação
Comum
Máximo de 4
Terrestre:
aplicações
600L de
Peronospora 350g/100L com intervalo
Pepino Mildio água/ha
destructor de água de 7 dias por
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar MIL FF 380/06 preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir se
necessário em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução da doença.
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de Intervalo de
Cultura Nome Dose
Nome Científico Calda Aplicação
Comum
Máximo de 4
Terrestre:
aplicações
1000L de
Tomate Requeima Phytophthora 350g/100L com intervalo
água/ha
Envarado infestans de água de 7 dias por
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar MIL FF 380/06 preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir se
necessário em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução da doença.
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de Intervalo de
Cultura Nome Dose
Nome Científico Calda Aplicação
Comum
Máximo de 4
Terrestre:
aplicações
1000L de
350g/100L com intervalo
Uva Mildio Plasmopara viticola água/ha
de água de 7 dias por
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar MIL FF 380/06 preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir se
necessário em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução da doença.
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 4
Terrestre:
aplicações
500L de
Alho Peronospora 2500-3000g com intervalo
Mildio água/ha
Cebola destructor /ha de 7 dias por
ciclo da
cultura
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar MIL FF 380/06 preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir se
necessário em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução da doença.
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 4
Terrestre:
Tomate aplicações
400 a 600L
Rasteiro Phytophthora 2500-3000g com intervalo
Requeima de água/ha
para fins infestans /ha de 7 dias por
industriais ciclo da
cultura
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar MIL FF 380/06 preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir se
necessário em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução da doença.
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 3
Terrestre:
aplicações
400 a 600L
Phytophthora com intervalo
Batata Requeima 2000 g/ha de água/ha
infestans de 7 dias por
ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar MIL FF 380/06 preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir se
necessário em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução da doença.
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ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Máximo de 3
Terrestre:
aplicações
600L de
Melancia Pseudoperonospora 2500-3000 com intervalo
Míldio água/ha
Melão cubensis g/ha de 12 dias
por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Aplicar MIL FF 380/06 preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir se
necessário em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução da doença
MODO DE APLICAÇÃO
A aplicação do fungicida MIL FF 380/06 deverá ser efetuada através de pulverização terrestre.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
O fungicida MIL FF 380/06 pode ser aplicado com pulverizador costal, motorizado ou tratorizado.
Os pulverizadores devem estar equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico, que
proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas, mas evitando-se o
escorrimento. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de
gotas que apresentem pouca deriva:
- Pressão de trabalho: 30-60 lb/pol2;
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 70 gotas/cm2;
Para redução do risco de deriva recomenda-se a utilização de pontas de pulverização com indução de
ar, capazes de gerar gotas finas a médias.
A altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos
jatos e cobertura uniforme no alvo.
Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação,
que poderá conciliar o modelo de bico, o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e
técnicas para redução de deriva, a altura da barra e outras características do equipamento de
aplicação, parâmetros técnicos operacionais e de segurança para aplicação, a topografia do terreno,
bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do produto para os respectivos
alvos e culturas.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto,
tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro
Agrônomo.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
Encher o tanque com cerca de 2/3 da sua capacidade com água limpa. Em seguida, adicionar MIL FF
380/06 na dose recomendada e completar com o restante da água sempre sob agitação e aplicar em
seguida. É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se mantenha em
funcionamento durante toda a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abóbora ...............................................7 dias
Abobrinha ............................................7 dias
Alho ...................................................14 dias
Batata ..................................................7 dias
Cebola ...............................................14 dias
Chuchu ................................................7 dias
Melancia ............................................14 dias
Melão .................................................14 dias
Pepino. .................................................7 dias
Tomate envarado .................................7 dias
Tomate rasteiro para fins industriais ....7 dias
Uva .....................................................21 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
• Não aplicar em presença de ventos fortes.
• Quando usado nas doses, cultura e condições mencionadas, não causa efeito fitotóxico.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANS-
PORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios
e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes,
rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas,
manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
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Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H5 para o controle
do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência
quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da
eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
(SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO M5 FUNGICIDA
GRUPO 5H FUNGICIDA
O produto fungicida MIL FF 380/06 é composto por CLOROTALONIL + DIMETOMORFE, que
apresenta mecanismo de ação atividade de contato multissítio, Biossíntese da parede celular,
pertencente ao Grupo M5, 5H segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Fungicidas).
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos, e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas de borracha, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
unidade de tratamento de semente em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
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- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
unidade de tratamento de semente em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
PERIGO
Tóxico se inalado
Provoca lesões oculares graves
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato,
lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre
no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinta, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR MIL FF 380/06 -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Dimetomorfe: Morfolina.
Clorotalonil: Isoftalonitrila.
Classe Toxicológica CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Dimetomorfe: O dimetomorfe apresentou um padrão metabólico em animais de
experimentação (ratos, ovelhas e galinhas) que se caracteriza por rápida e quase
completa absorção pelo trato gastrointestinal e ampla distribuição no organismo,
em grande parte, é encontrado no fígado. O ativo é extensivamente metabolizado
por demetilação do anel dimetoxifenil e, em menor proporção, por oxidação do
anel morfolina. Os metabólitos são excretados principalmente nas fezes, 85-90%,
mas também pela urina, 6-15%. A excreção biliar após a exposição a uma dose
baixa (10 mg/kg) apresentou uma meia-vida de aproximadamente três horas e
após a exposição a uma alta dose (500 mg/kg) apresentou uma meia-vida de 11
horas para os machos e de cerca de 6 horas para as fêmeas.
O dimetomorfe e seus metabólitos não apresentam potencial de
bioacumulação.
Clorotalonil: Em animais, a absorção do clorotalonil através do trato
gastrintestinal foi baixa, 33% e 15% nas doses baixa e alta
respectivamente e eliminada principalmente pelas fezes (80-90%). Em
ratos, o Clorotalonil foi metabolizado por conjugação com a glutationa no
fígado e no trato gastrintestinal, (9-18) horas após administração oral de
5.000 mg/kg e com depleção de 20-40% da glutationa hepática. Os
conjugados formados foram excretados pela bile (15-20%) e entraram na
circulação enterohepática, sendo o resto eliminado pelas fezes. Os picos
sanguíneos para a substância foram observados entre 2-9 horas após a
administracão. A meia-vida do Clorotalonil em macacos foi de 7-35 horas.
Os resíduos de clorotalonil foram encontrados no trato gastrintestinal,
fígado e rins, mas não houve bioacumulação.
Toxicodinâmica Os mecanismos de toxicidade em humanos dos ingredientes ativos
dimetomorfe e clorotalonil não são conhecidos.
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Sintomas e sinais Dimetomorfe: Os dados de toxicidade do dimetomorfe em humanos não
clínicos são conhecidos.
De forma geral, se inalado, o produto pode causar irritação do trato
respiratório. Em contato com os olhos e pele, o produto pode causar
irritação. Se ingerido, pode causar irritação do trato gastrintestinal,
manifestada por náusea, dor abdominal e diarreia.
Em estudos conduzidos em animais de experimentação, o dimetomorfe
apresentou baixa toxicidade pelas vias oral, inalatória e dérmica. Em teste
de irritação ocular, os animais apresentaram vermelhidão na conjuntiva e
leve quemose, que foram transitórias. Em estudos agudos e crônicos, o
fígado apresentou hipertrofia, entretanto, esta pode ser relacionada à
metabolização do produto.
Clorotalonil:
É um potente irritante e sensibilizante dérmico. Em humanos expostos
foram observados os seguintes sinais e sintomas:
Sintomas e sinais clínicos
Pele Dermatite aguda, fotossensibilização, dermatite
de contato alérgica, dermatite pigmentada,
reações de hipersensibilidade, urticária, eczema,
eritema de face.
Olhos Dor, conjuntivite, ceratite, edema, eritema
periorbital.
Vias Sintomas decorrentes de irritação, como: dor
respiratórias nasal, odinofagia, sensação de aperto na faringe
e no peito, asma.
Imunológico Sensibilização dérmica e reação anafilática.
Diagnóstico Se ocorrerem sinais e sintomas indicativos de intoxicação, tratar o paciente
imediatamente.
Tratamento Antídoto: Não existe antídoto específico.
Tratamento: sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para
manutenção das funções vitais.
Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
Exposição inalatória
Remover a vítima para local ventilado. Monitorar atentamente a ocorrência
de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e
ventilação mecânica.
Exposição oral
Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Avaliar a necessidade de lavagem gástrica até 1 hora após a ingestão e/ou
de administração de carvão ativado. Não provocar vômito. Em caso de
vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em
posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do
conteúdo gástrico.
Exposição dérmica
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da
pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água
abundante e sabão.
Exposição ocular
Lave os olhos com água em abundância ou soro fisiológico (0,9%) à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se persistir a irritação,
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o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo
do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das interações
Não relatados em humanos.
químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-200 2345
Endereço Eletrônico da Empresa: www.adama.com
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens “toxicocinética” e “mecanismos de toxicidade” no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOSM PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 0,645 mg/L/4h.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: produto não irritante para a pele de coelhos. Não houve
presença de edema e eritema.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: produto extremamente irritante para os olhos de coelhos.
Os animais apresentaram irite, opacidade grau 4 em 72 horas, hiperemia grau 2 e 3 em 72horas e
quemose grau 3 e 4 em 72horas. Não houve reversão dos sinais apresentados.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante em cobaias.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DIMETOMORFE: O ativo foi testado em ratos machos e fêmeas por via oral na dieta. Foram
observados redução do peso corpóreo e aumento significativo de alterações eosinofílicas no fígado
em fêmeas e machos nas concentrações de 750 e 2000 ppm, respectivamente. O NOAEL
estabelecido para este estudo foi de 200 ppm.
Em estudo em camundongos, com base na redução do ganho de peso corpóreo na maior dose
testada (1000 mg/kg/dia), o valor de NOAEL para toxicidade sistêmica foi de 100 mg/kg/dia.
O dimetomorfe não foi considerado mutagênico para procariontes e eucariontes em testes de
laboratório. Não foi considerado carcinogênico, teratogênico e não apresentou efeitos sobre a
reprodução e prole quando testado em animais de laboratório.
CLOROTALONIL: Nos estudos crônicos de carcinogenicidade em animais (camundongos, ratos)
demonstrou-se um incremento na incidência de tumores dos túbulos renais, maior em machos, e de
carcinomas e papilomas do pré-estômago, predominantes em fêmeas. Não foi encontrado em cães.
Administração de Clorotalonil na dieta de cães causou redução do peso corporal. Anemia leve e
alterações histopatológicas no fígado, rim, tireóide e estômago. Os estudos não demonstraram
genotoxicidade. Efeitos na reprodução e no desenvolvimento em animais: Clorotalonil causou
toxicidade materna caracterizada por morte, diarréia, alopecia, diminuição do ganho de peso e de
consumo de alimentos, a altas doses. Abortos pós-implantação foram observados a doses tóxicas
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maternas, indicando que os efeitos não foram produzidos diretamente pelo Clorotalonil, mas
secundários à toxicidade materna. Os seguintes achados foram encontrados em estudos com
Clorotalonil na dieta de duas gerações de ratos: hiperplasia e hipertrofia epitelial tubular renal
(ambos sexos), hiperplasia e cariomegalia de células claras renais (machos); hiperqueratose e
hiperplasia do epitélio escamoso do pré-estômago; diminuição significativa no peso dos filhotes.
Lesões renais foram mais graves nos ratos machos.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) - Perigoso ao meio ambiente (Classe III)
( ) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos
e peixes);
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas,rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres : CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ADAMA BRASIL S/A
• Telefone da empresa: 0800 400 7070.
• Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais ser utilizado. Neste caso,
consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Cantate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
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• Em caso de incêndio, use extintores, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’ água;
- Direcione o jato d’ água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’ água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da Tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com
câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos
e outros animais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos estaduais responsáveis.
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