Migla
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda - São Miguel do Iguaçu/PR
Fungicida
trifloxistrobina (estrobilurina) (500 g/kg)

Informações

Número de Registro
31124
Marca Comercial
Migla
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
trifloxistrobina (estrobilurina) (500 g/kg)
Titular de Registro
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda - São Miguel do Iguaçu/PR
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Citros
Elsinoe fawcetti
Verrugose; Verrugose-da-laranja-azeda
Citros
Phyllosticta citricarpa
Mancha-preta; Pinta-preta
Maçã
Venturia inaequalis
Sarna; Sarna-da-macieira

Conteúdo da Bula

                                    2024-11-08
                              CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
                                                                   MIGLA

                           Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o nº 31124
COMPOSIÇÃO:
methyl(E)-methoxyimino-{(E)-α-[1- α, α, α -trifluoro-m-tolyl)ethylideneaminooxy]-o-tolyl}acetate
(TRIFLOXISTROBINA) .................................................................................................. 500,0 g/kg (50,0 % m/m)
Outros Ingredientes..................................................................................................... 500,0 g/kg (50,0 % m/m)
               GRUPO                                                       C3                                             FUNGICIDA

CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Fungicida mesostêmico.
GRUPO QUÍMICO: Estrobilurina.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Antônio Amboni, 323, Quadra 03, Lote 06, Parque industrial, São Miguel do Iguaçu, PR.
CEP 85877-000. CNPJ 18.858.234/0001-30.
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 004001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
TRIFLOXISTROBIN TÉCNICO CHD'S - Registro MAPA nº TC12221
YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD. – 1, N°3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology
Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang - China.

FORMULADOR:
CHD’S AGROCHEMICALS SAIC. - Supercarretera km 32,5, Campo Tacuru, Hernandarias - Paraguai.
YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD. – Nº3 Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology
Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang - China.

MANIPULADOR:
PRENTISS QUÍMICA LTDA. - Rodovia PR 423, km 23,4, Jardim das Acácias, Campo Largo/PR. CEP: 83.603-000
CNPJ: 00.729.422/0001-00. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 002669.
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. - Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III, Uberaba/MG. CEP: 38.044-755 CNPJ:
23.361.306/0001-79. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: IMA/MG nº 2972.
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. - Av. Roberto Simonsen, 1459,
Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP. CEP: 13.148-030 CNPJ: 03.855.423/0001-81. Número de Registro do
Estabelecimento/Estado: CDA/SP nº 477.
OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA. - Rua Minervino de Campos Pedroso, 13, Pq. Ind. Carlos Tonani,
Jaboticabal/SP CEP: 14.871-360 CNPJ: 65.011.967/0001-14 Número de Registro do Estabelecimento/Estado:
CDA/SP nº 101
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. - Rua Bonifácio Rosso
Ros, n° 260, Cruz Alta, Indaiatuba/SP.




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                             Nº do lote ou partida:
                              Data de fabricação                   VIDE EMBALAGEM
                             Data de vencimento
   ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
 É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A
                             DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

   CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

     CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO
                                PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293C.

INSTRUÇÕES DE USO:
MIGLA é um fungicida mesostêmico do grupo químico estrobirulina recomendado para o controle de
doenças nas culturas de Citros e Maçã conforme especificado abaixo:
CULTURAS, DOENÇAS, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
                  Doenças Controladas        Dose Produto
                                                                  Dose      Volume de calda      Nº máximode
  Culturas       Nome            Nome          Comercial
                                                             (g i.a./100 L)     (L/ha)             aplicações
                Comum          Científico    (g p.c./100 L)
                              Phyllosticta
               Pinta-preta                        10,0             5,0           2000                   3
                               citricarpa
   Citros
                                 Elsinoe
               Verrugose                          10,0             5,0           2000                   2
                                fawcetti
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: para o controle da pinta-preta, fazer no máximo 03 aplicações com MIGLA,
intercalando com fungicidas de mecanismos de ação diferentes como estratégia para manejo de resistência. Como
programa de controle da pinta-preta, faz-se a primeira aplicação quando 2/3 das pétalas da florada principal tenham
caído e continua-se com mais 2 pulverizações durante a fase de frutificação, em intervalos de 28 a 30 dias, realizar a
primeira aplicação quando 2/3 das pétalas da florada principal tenham caído e uma segunda aplicação de 28 a 30 dias
após a primeira. Acrescentar à calda óleo vegetal a 0,5 %.
                                Venturia
   Maçã          Sarna                          7,5 – 10       3,75 – 5,0    1000 - 2000                 4
                               inaequalis
 ÉPOCA INTERVALO DE APLICAÇÃO: para o controle da sarna, aplicar preventivamente a partir do início da brotação,
 com intervalo de 7 a 10 dias, variável de acordo com o vigor vegetativo das plantas, a pressão de infecção e as
 condições climáticas. Fazer 03 aplicações por safra de MIGLA e de outros fungicidas que tenham o mesmo mecanismo
 de ação. O número máximo de 04 aplicações pode ser utilizado em pomares nos quais seriam necessárias
 12 ou mais aplicações por safra. Utilizar a maior dose na ocorrência de condições muito favoráveis ao fungo (alta
 umidade, temperaturas amenas e alta pressão de infecção).
p.c. – produto comercial. A cada 1 kg de MIGLA tem-se 500 g do ingrediente ativo Trifloxistrobina.




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MODO DE APLICAÇÃO:

Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila
ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto; O equipamento de pulverização
a ser utilizado para a aplicação do MIGLA deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o
tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma
pré-diluição do MIGLA em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose
recomendada para cada cultivo do MIGLA em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até
que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes
presentes na formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador, acrescentar óleo vegetal na
proporção recomendada para o cultivo/alvo, e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com
água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e
pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda
necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de
algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.

EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores):
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio
com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo
de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita
a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando
entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A
regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o
interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O
equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

Condições climáticas para pulverização

            Temperatura                         Umidade do ar                    Velocidade do vento
           Menor que 30 °C                      Maior que 55 %                    Entre 3 e 10 km/h


 Recomendações gerais para evitar a deriva:
 - Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios
 e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
 - Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
 - O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
 pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um
 dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
 - O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é
 responsabilidade do aplicador.
 Diâmetro das gotas:
 - A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para
 dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
 - A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições
 meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores
 que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior
 reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob
                                                                                                            3
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 condições desfavoráveis.
 Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas
 - Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas
 necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
 - Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
 melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use
 pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
 - Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das
 pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
 - O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e
 vazamentos.
 Ventos:
 - A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não
 ultrapassar 10 km/h.
 Temperatura e Umidade:
 - Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30 °C e quando a umidade relativa do
 ar for superior à 55%.
 - Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a
 evaporação.
 Inversão térmica
 - O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
 vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com
 movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à
 altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser
 formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
 identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem
 ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem
 de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que
 se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento
 vertical de ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA: (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita)
Culturas …………………………….. Dias
Citros   …………………………….. 14
Maçã     …………………………….. 07

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade para reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse
período, usar os EPI’s recomendados na bula para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
 Uso exclusivamente agrícola.
 Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
 O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo
   de segurança para cada cultura.
 Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses
   e condições recomendadas.
 Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter
   sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores
   estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização
                                                                                                          4
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  deste produto.
 Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
 É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o
  único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma
  dúvida, consulte seu exportador, importador ou a CHDS antes de aplicar este produto.
 É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo),
  especialmente para culturas de exportação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

              GRUPO                                   C3                             FUNGICIDA

MIGLA é um fungicida composto por Trifloxistrobina, uma estrobilurina, pertencente ao grupo dos QoIs
(Inibidores da Quinona Oxidase).
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
 Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
 Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 para o controle do mesmo alvo,
sempre que possível;
 Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais
como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc.;
 Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
 Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
 Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem
ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê
de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).



                                                                                                         5
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O produto fungicida MIGLA é composto por Trifloxistrobin, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores
da Quínona Oxidase, pertencente ao Grupo C3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação
à Resistência de Fungicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas,
época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o
melhor equilíbrio do sistema.

                MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
 ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
                                     COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
 Produto para uso exclusivamente agrícola.
 O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
 Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
 Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
 Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
 Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
  boca;
 Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
  da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
 Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
  criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado;
 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
 Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
  alcance de crianças e de animais;
 Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
 Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma
  de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
 Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
  com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,
  botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção
  lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.
 Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados.
 Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
 Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
  segurança.
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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita);
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver
  sendo aplicado o produto;
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região;
 Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto.
 Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
  com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,
  botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção
  lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.
 Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
  final do período de reentrada;
 Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
  antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados para o uso durante a aplicação;
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
  após a aplicação;
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entra a última aplicação e a colheita);
 Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
  evitar contaminação;
 Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
  longe do alcance de crianças e animais;
 Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
 Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
  lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
 Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
 Não reutilizar a embalagem vazia;
 No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com
  tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
  das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de segurança com proteção lateral e
  luvas resistentes a produtos químicos.
 Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas.
 A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoas treinadas e devidamente protegidas.
 Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
 Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda/aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
  coletivas de segurança.
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                                     ATENÇÃO                    Pode ser nocivo se inalado



PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve-se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

                                       INTOXICAÇÕES POR MIGLA
                                        INFORMAÇÕES MÉDICAS

  Grupo químico        Trifloxistrobina - Estrobilurina
   Classificação
                       Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
    toxicológica
 Vias de exposição     Oral, inalatória, ocular e dérmica.
                       Trifloxistrobina: estudos realizados em animais de laboratório mostraram que
                       cerca de 55-65 % do produto ingerido, é absorvido pelo trato gastrointestinal. O
                       nível máximo de resíduos no sangue foi alcançado entre 12 e 24 horas após a
                       ingestão, não havendo diferença significativa na biodisponibilidade entre os sexos.
                       Os resíduos decresceram pela metade, dos valores máximos alcançados em 1 a
   Toxicocinética
                       3 dias após. O ingrediente ativo é metabolizado e excretado principalmente pelas
                       fezes (cerca de 80 % da dose ingerida nos machos e 65 % nas fêmeas). O produto
                       também é excretado pela urina (cerca de 10 % nos machos e 25 % nas fêmeas). A
                       degradação do produto absorvido foi quase completa e independente do sexo e
                       dose.
  Mecanismos de
                       Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
    toxicidade
 Sintomas e sinais     Em estudos realizados com animais de laboratório foram observados diminuição
      clínicos         da atividade, ataxia, diarreia, piloereção e respiração ofegante.
    Diagnóstico        O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição.




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                        Tratamento sintomático, em função do quadro clínico. No envenenamento agudo,
                        as medidas de urgência consistem no esvaziamento gástrico com o emprego de
                        carvão ativado. Não existe antídoto, tratamento sintomático. As medidas abaixo
                        relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento
                        medicamentoso e à descontaminação.
                        Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.

     Tratamento         Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele
                        (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão.
                        Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água,
                        por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Em caso de
                        ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à lavagem gástrica.
                        Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
                        Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em
                        crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na
                        proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
                        Não se conhece interações medicamentosas ou contraindicações no tratamento
                        dos intoxicados com este produto.
   Contraindicações
                        A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
                        pneumonite química.
   Efeitos Sinérgicos   Não são conhecidos.
                           Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                                   informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
                         Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
                                                             ANVISA/MS
       ATENÇÃO            As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
                                                      Notificação Compulsória.
                            Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
                                     Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
                                       Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1099
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética”.

Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c
DL50 cutânea em ratos > 2000 mg/kg p.c
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em humanos (in vitro): Não irritante.
Corrosão/irritação ocular em bovinos (in vitro): Não irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

Efeitos Crônicos:
Trifloxistrobina: no estudo de longo prazo com doses de até 1500 ppm de ingrediente ativo administrado na
dieta de ratos durante dois anos, observou-se redução no ganho de peso corporal bem como alteração no
peso de alguns órgãos (fígado e rins) nas doses mais elevadas. Até a dose de 250 ppm, o que corresponde a

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9,8 mg/kg para machos e 11,4 mg/kg para fêmeas, não houve efeitos relacionados ao tratamento. Não houve
evidências de carcinogenicidade nos animais testados.

     INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

 Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
 Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas e peixes);
 Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em aéreas situadas a uma distância inferior a 500
  (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de
  250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
  e vegetação suscetíveis a danos.
 Observe as disposições constantes na legislação e municipal concernentes as atividades aeroagrícolas.
 Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 Não utilize equipamento com vazamento.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 Aplique somente as doses recomendadas.
 Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
  a contaminação da água.
 A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
  e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
 Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
 O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e
   outros materiais.
 A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
 O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
 Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
 Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
 Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas.
 Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas
   Técnicas - ABNT.
 Observe legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
 Isole e sinalize a área contaminada.



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 Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS
  AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone (Horário Comercial): (45) 3565-8500, para maiores informações contate a
  empresa AMBIPAR (24 h) 0800-707-7022.
 Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
  óculos protetor e máscara com filtros).
 Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
  Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
  identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
  registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
  Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
  coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
  indicado acima.
  Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
  órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
  adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
  quantidade do produto envolvido.
 Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a
  favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
 Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
   vertical durante 30 segundos;
 Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
 Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
 Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
 Faça esta operação três vezes;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
 Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
 Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
 Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
 Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
 Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
   boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
 Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido
nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emiti da pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.




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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA
E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO
MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 770 10 99




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