Metrik 500
Albaugh Agro Brasil Ltda.- São Paulo
Regulador de Crescimento
trinexapaque-etílico (ácido dioxociclohexanocarboxílico) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
29123
Marca Comercial
Metrik 500
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
trinexapaque-etílico (ácido dioxociclohexanocarboxílico) (500 g/L)
Titular de Registro
Albaugh Agro Brasil Ltda.- São Paulo
Classe
Regulador de Crescimento
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Cevada
Trigo
Conteúdo da Bula
Metrik-500_BL_2025-09-17
METRIK 500
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 29123
COMPOSIÇÃO:
Ethy Ethyl 4-cyclopropyl(hydroxy)methylene-3,5-dioxocyclohexanecarboxylate
(TRINEXAPAQUE ETÍLICO)..............................................................................................................500 g/L (50,0% m/v)
Solvent Naphtha (petroleum), heavy aromatic (Solvente de Petróleo – Nafta)...............................330 g/L (33,0% m/v)
Outros ingredientes.........................................................................................................................200 g/L (20,0% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Regulador de Crescimento
GRUPO QUÍMICO:
Trinexapaque-Etílico: Ácido Dioxociclohexanocarboxílico
Solvent Naphtha (petroleum): Hidrocarboneto Aromático Médio Derivado do Petróleo (Contém Naftaleno)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA.
Rua Luís Correia de Melo, 92 - 23º andar - Vila Cruzeiro - São Paulo/SP - CEP: 04726-220 - CNPJ: 01.789.121/0001-27
- Fone: (0XX11) 4750-3200 - Cadastro no estado (CDA/SP) nº 385.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Trinexapaque-Etílico Técnico Consagro - Registro Mapa nº 39619 - Max (Rudong) Chemicals Co., Ltd. - Yangkou
Chemical Industry Park, Rudong, 226407, Rudong, Jiangsu, China.
Trinexapac Técnico Yangnong - Registro Mapa nº TC09524 - Youjia Crop Protection Co., Ltd. - Fith Tonghai Road,
Rudong Coastal Economic Development Zone, Nantong, Jiangsu, 226407 - China.
FORMULADOR/MANIPULADOR:
Albaugh Agro Brasil Ltda. - Avenida Basiléia, nº 590 - Manejo - Resende/RJ - CEP: 27521-210 - CNPJ:
01.789.121/0004-70 - Cadastro no Estado (INEA/RJ) CTA nº IN001504.
Max (Rudong) Chemicals Co., Ltd. - Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong, 226407, Jiangsu, China.
Qingdao Rainbow Chemical Co., Ltd. - Xinhe Eco-Chemical Science and Technology Industry Base, Qingdao,
Shandong, 266717, China.
Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. - Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737,
China.
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212,
de 15 de junho de 2010)
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CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 5 - IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO
METRIK 500 é um regulador de crescimento, seletivo, recomendado para aplicação na cultura da cana-de-açúcar,
visando a aceleração dos processos de maturação da planta e acúmulo de sacarose no colmo. Sua aplicação é
indicada tanto na cana planta como na cana-soca. Nas culturas de Trigo e Cevada, METRIK 500 é indicado para
aplicação, visando reduzir o crescimento das plantas e o fortalecimento dos entrenós basais. Na cultura da cana-de-
açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos) METRIK 500 atua como um regulador de
crescimento, seletivo, visando proporcionar uma redução de porte das plantas, deixando-as mais eretas e evitando
o tombamento.
MODO DE AÇÃO DO PRODUTO EM RELAÇÃO AO ALVO BIOLÓGICO:
METRIK 500 uma vez aplicado, é absorvido pela planta e passa a atuar seletivamente, através da redução do nível
de giberelina ativa, induzindo a planta a uma inibição temporária ou redução do ritmo de crescimento, sem afetar,
porém, o processo de fotossíntese e a integridade da gema apical. O retorno ao ritmo normal de crescimento das
plantas depende da dose aplicada e condições ambientais presentes. Os resultados experimentais obtidos indicam
que o METRIK 500 proporciona acúmulo de sacarose no colmo da cana-de-açúcar, a partir de 15 dias após a
aplicação, e mantém o incremento acumulado até 60 dias após aplicado. Os melhores resultados são obtidos quando
METRIK 500 é aplicado sobre as plantas de cana-de-açúcar em pleno desenvolvimento vegetativo, entre 10 e 12
meses após o plantio ou último corte, que não estejam sofrendo efeito de estresse hídrico, sob boas condições de
umidade do solo e umidade relativa do ar superior a 60%, tanto antes quanto após a aplicação. Nas culturas de trigo
e cevada, a indução da inibição de crescimento passa a ser observada gradativamente 4 a 5 semanas, após a
aplicação, cujo efeito se mantém até a época da colheita, final de ciclo.
ÁREAS DE UTILIZAÇÃO / OBJETIVO DO TRATAMENTO:
METRIK 500 é indicado para a maximização do manejo varietal, aumento do teor de sacarose da cana-de-açúcar, e
inibição de florescimento das variedades floríferas. Pelas características do produto, sua utilização pode ser
estendida durante todo o período de safra, visando, sobretudo, a obtenção de mais açúcar por hectare, nas
diferentes fases de corte da cana-de-açúcar:
- Início de safra: Manejo varietal, inibição do florescimento e antecipação da colheita.
- Meio da safra: Exploração do potencial máximo de sacarose das variedades da época.
- Final de safra: Manutenção do teor de sacarose, evitando o seu declínio e, principalmente, para a melhoria da
qualidade da matéria-prima proveniente de cana-de-açúcar de ano.
Nas culturas de trigo e cevada, tem como principal objetivo, evitar o problema do acamamento.
CULTURAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
DOSE
Nº MÁXIMO VOLUME DE CALDA
CULTURAS produto Comercial
DE APLICAÇÕES (L/ha)
(L/ha)*
CANA-DE-AÇÚCAR TERRESTRE:
(Produção demudas 0,1 - 0,2** 05 100 - 300
propágulosvegetativos) AÉREA:
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30 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Início da aplicação após o restabelecimento das chuvas. Primeira aplicação quando
a primeira aurícula visível das plantas de cana-de-açúcar encontrar-se a 25 cm do
nível do solo ou a primeira gema estiver visível no colmo das plantas. Também pode
ser aplicado em plantas mais desenvolvidas sempre que se julgar necessário uma
redução de porte das plantas para evitar tombamento.
TERRESTRE:
100 - 250
0,4 - 0,6 01
AÉREA:
30 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar entre 15 e 60 dias antes da colheita da cana, com a planta em pleno
CANA-DE-AÇÚCAR desenvolvimento vegetativo, a partir de 10 meses de idade.
Para variedades colhidas em início de safra: aplicarentre os meses de janeiro e abril,
visando a melhoria da qualidade da matéria-prima e antecipação da colheita de
variedades de ciclo de maturação médioou tardio.
Para variedades colhidas em final de safra: aplicar entre os meses de maio e
novembro, com o objetivode se evitar o declínio do teor de sacarose da matéria-
prima.
TERRESTRE:
100 a 250
0,2 - 0,25 01
AÉREA:
CEVADA
30 a 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar na época de elongaçãoda planta, quando esta apresentar o primeiro nó
visível, com porte aproximado de 25 a 35 cm de altura.
TERRESTRE:
100 a 250
0,2 - 0,25 01
AÉREA:
TRIGO
30 a 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar na época de elongaçãoda planta, quando esta apresentar o primeiro nó
visível, com porte aproximado de 25 a 35 cm de altura.
(*) 1 Litro do produto comercial contém 500 g do ingrediente ativo trinexapaque-etílico.
(**) Aplicação em plantas em pleno desenvolvimento vegetativo
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
NÚMERO DE APLICAÇÕES:
Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos): Desde que aplicado nas condições
adequadas e com a observância dos parâmetros recomendados para sua utilização, METRIK 500 pode ser aplicado
no máximo 5 vezes por ciclo da cana-de-açúcar. Algumas variedades podem apresentar diferentes respostas ao
tratamento, sendo que variedades que apresentem maior resposta ao produto podem necessitar um número menor
de aplicações e/ou uma dose menor. Antes de realizar o tratamento em áreas extensas em variedades que não se
conheça o efeito da aplicação de METRIK 500, aplicar em pequenas áreas testes para verificar a necessidade da
utilização da maior ou menor dose de bula ou uma redução no número de aplicações por ciclo da cultura.
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Cana-de-açúcar (maturador), Trigo e Cevada:
Desde que aplicado nas condições adequadas e com a observância dos parâmetros recomendados para sua
utilização, 1 (uma) aplicação do METRIK 500 atende plenamente aos propósitos do tratamento.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos): Os melhores resultados, visando a
redução de porte para à produção de mudas – propágulos vegetativos, são obtidos quando METRIK 500 é aplicado
sobre as plantas de cana-de-açúcar em pleno desenvolvimento vegetativo, que não estejam sofrendo efeito de
estresse hídrico, sob boas condições de umidade do solo e umidade relativa do ar superior a 60%, tanto antes quanto
após a aplicação.
Primeira aplicação quando a primeira aurícula visível das plantas de cana-de-açúcar encontrar-se a 25 cm do nível
do solo ou a primeira gema estiver visível no colmo das plantas. Também pode-se iniciar a aplicação em plantas mais
desenvolvidas sempre que se julgar necessário uma redução de porte das plantas para evitar tombamento. Para se
atingir o máximo desempenho do produto, as demais aplicações devem ser realizadas quando as plantas
apresentarem 3, 6, 9 e 12 gemas.
Cana-de-açúcar (maturador): METRIK 500 pode ser utilizado durante todo o período de safra, devendo ser aplicado
de 15 a 60 antes do corte da cana-de-açúcar e estando a cultura na fase final de desenvolvimento vegetativo.
Na região Centro-Sul, a época de aplicação ocorre entre meados de janeiro e meados de novembro, dependendo
dos objetivos do tratamento. As aplicações realizadas em início de safra objetivam a melhoria da qualidade da
matéria-prima e antecipação da colheita de variedades de ciclo de maturação médio ou tardio.
De maio até meados de novembro, o tratamento tem por objetivo explorar o potencial máximo de sacarose das
cultivares intermediárias e tardias; evitar o declínio do teor de sacarose no final de safra, devido aos fatores
climáticos, e, também, para melhorar a qualidade da matéria-prima, proveniente de cana-de-açúcar de ano.
Trigo e cevada: METRIK 500 deve ser aplicado na época da elongação destas culturas, quando as plantas apresentam
o 1° nó visível. Nesta fase, as plantas apresentam-se com o porte aproximado de 25 a 35 cm.
INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Vide quadro acima de CULTURAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
A aplicação é feita em pulverizações Terrestres ou Aéreas:
Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos): METRIK 500 deve ser aplicado na forma
de pulverização, com a utilização de pulverizadores terrestres convencionais (costal ou tratorizado até o momento
que a altura da cultura permitir) ou com auxílio de aeronaves agrícolas (aviões agrícolas ou helicópteros).
Cana-de-açúcar (maturador): METRIK 500 deve ser aplicado na forma de pulverização, com auxílio de aeronaves
agrícolas (aviões agrícolas ou helicópteros), dadas às características vegetativas da planta da cana-de-açúcar, época
de aplicação e às extensivas áreas a serem tratadas.
Trigo e cevada: METRIK 500 poderá ser aplicado com auxílio de pulverizador convencional terrestre tratorizado, ou,
também, com auxílio de aeronaves agrícolas (aviões agrícolas ou helicópteros), nas lavouras cultivadas, em áreas
extensivas.
Deve-se observar sempre os parâmetros recomendados para cada modalidade de aplicação.
Cultura de Trigo e Cevada:
Nestas culturas, recomenda-se aplicar METRIK 500 em dosagem maior, nas lavouras que receberam elevadas doses
de nitrogênio.
FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO:
- Cana-de-açúcar (maturador):
O manejo da cultura da cana-de-açúcar com METRIK 500 é importante para o escalonamento do corte e no
suprimento da indústria, para os processos de moagem. A aplicação do METRIK 500 conduz à antecipação da
maturação da cana-de-açúcar, em diferentes fases, possibilitando o corte em períodos distintos, após o tratamento,
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e permitindo traçar um cronograma de colheita, para assegurar o suprimento contínuo da matéria-prima para a
indústria, principalmente no início da safra.
A aplicação deve ocorrer com a cultura da cana-de-açúcar na fase de pleno desenvolvimento vegetativo, porém,
sem que tenha alcançado um estádio avançado de maturação fisiológica, o que na maioria de nossas cultivares
ocorre entre dez e doze meses de idade.
Desta forma, a cana-de-açúcar que apresenta atraso no crescimento ou que foi prejudicada nesse processo, por
fatores climáticos adversos, deverá receber aplicações de METRIK 500 somente depois de atingir o seu
desenvolvimento normal.
A aplicação realizada antes dos doze meses de idade poderá apresentar redução significativa no porte das plantas,
com possíveis efeitos na produtividade, enquanto a aplicação efetuada, muito além de doze meses, terá menor
probabilidade de resposta, devido ao processo natural de maturação da planta.
- Culturas de Trigo e Cevada:
METRIK 500 deve ser aplicado durante a fase de desenvolvimento destas culturas, para que o produto, após
absorvido, venha a induzir o efeito desejável de redução de crescimento (redução de porte) e resposta positiva no
fortalecimento dos entrenós basais, evitando o acamamento.
- Condições climáticas:
As respostas às aplicações do METRIK 500 são, aparentemente, menos significativas quando as plantas se encontram
no estado de estresse hídrico.
Nas culturas de trigo e cevada, a adubação nitrogenada, quando realizada em doses altas, poderá apresentar pouca
resposta ao efeito do METRIK 500.
PREPARO DA CALDA:
Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos): Os produtos nas quantidades pré-
determinadas poderão ser despejados diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (¼ do volume
cheio) e com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume d’água.
Cana-de-açúcar (maturador), Trigo e Cevada:
Pulverização terrestre com equipamentos terrestres tratorizados:
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque do pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
- Preencher o tanque do pulverizador, abastecendo até ¼ da sua capacidade.
- Adicionar o produto na quantidade requerida.
- Completar o volume do tanque, com o sistema de agitação em funcionamento.
Pulverização aérea com auxílio de aviões agrícolas ou helicópteros:
A calda pode ser preparada, basicamente, através de duas maneiras:
a) Preparo diretamente no tanque da aeronave: neste caso, adicionar a água previamente no tanque e depois o
produto, no volume requerido.
b) Preparação de pré-mistura: utilizando-se um recipiente auxiliar (tanque ou tambor), preparar a pré-mistura do
produto. Em seguida, com auxílio da moto-bomba, transferir a mesma para o tanque da aeronave, parcialmente
cheio, para, posteriormente, completar o volume desejado com água.
OBS.: Em ambos os sistemas mencionados anteriormente, a relação produto/água nunca deverá ser inferior a 1:5,
ou seja, uma parte de produto em cinco partes de água ou mais.
SEMPRE COLOCAR PRIMEIRO A ÁGUA, PARA DEPOIS ADICIONAR A DOSE DE METRIK 500 (NUNCA: METRIK 500 E
DEPOIS ÁGUA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS E PARÂMETROS DE APLICAÇÃO:
- Pulverizadores terrestres-tratorizados:
Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos): parâmetros de aplicação:
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Bicos recomendados: Utilizar pontas tipo leque: 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03, 110.04 ou similares,
dependendo do volume de aplicação desejado.
Pressão da bomba: 30 a 60 libras por polegada quadrada.
Vazão: 100 a 300 litros de calda por hectare.
Cana-de-açúcar (maturador), Trigo e Cevada:
PARÂMETROS ESPECIFICAÇÕES
Bicos- tipos: Leque (por exemplo: Teejet) 110.2/11.03 ou cônico cheio.
Altura da Barra Aprox. 50 cm
Pressão de trabalho 40 - 50 lb/pol2
Volume de calda 100 a 250 L/ha
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do
terreno, podendo ser tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias,
com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada
para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda
desejada e a topografia do terreno.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de
no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e
as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS:
- Temperatura do ar: abaixo de 30°C
- Umidade relativa do ar: acima de 60%
- Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
- Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
- Equipamentos aéreos - Avião agrícola:
“Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da
aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na
aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação
aérea.”
Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos) - Pulverização aérea:
Volume de calda de 30 a 40 litros por hectare; pontas da série D preferencialmente com difusor 56 (D6, D8 ou D10),
tomando o cuidado de não variar as características da ponta na mesma barra.
Utilizar uma pressão de 15 a 30 psi; ângulo da barra de 90 graus; altura de voo de 2 a 3 metros; faixa de deposição
de 12 a 15 metros; tamanho de gotas de 200 a 400 micra, procurando-se obter 20 a 40 gotas/cm².
Condições climáticas: Temperatura até 27ºC e umidade relativa do ar mínima de 55%, preferencialmente com vento
cruzado em relação ao sentido de voo, com velocidade entre 3 e 10 km/h e não aplicar em condições de inversão
térmica.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados.
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Cana-de-açúcar (maturador), Trigo e Cevada:
METRIK 500 deve ser aplicado com aeronaves agrícolas, adaptadas com barra e equipadas com bicos hidráulicos ou
rotativos tipo micronair.
PARÂMETROS ESPECIFICAÇÕES
Equipamento Barra e bicos hidráulicos Rotativo
Tipo de bicos Cônico vazio Micronair
Ângulo dos bicos / pás 90° - 135° 40° - 60°
Altura do vôo sobre cultura 3 a 4 metros 3 a 4 metros
Faixa de aplicação 15 metros 15 metros
Diâmetro das gotas 200 - 400 µm 200 - 400 µm
Volume de aplicação 30 a 40 L/ha 30 a 40 L/ha
Distribuição dos bicos 17 cada asa e 3 sob fuselagem 3 a 4 por asa
IMPORTANTE:
A definição dos equipamentos e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com
base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
- Planejamento operacional:
Recomenda-se, para maior uniformidade de distribuição da pulverização e agilidade na aplicação aérea do METRIK
500, o planejamento e demarcação prévia da área a ser tratada.
- Parâmetros climáticos:
Recomenda-se o acompanhamento das condições ambientais no momento da pulverização, de modo a obter a
máxima segurança e eficiência biológica do produto.
- Temperatura máxima: 30ºC;
- Velocidade do vento: 3 a 10 km/h;
- Umidade relativa do ar: mínima 60%.
LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Antes de cada aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente
após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento de aplicação para reduzir o risco de formação
de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiantamento, mesmo por poucas horas,
somente tornara a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode
resultar em danos as culturas posteriores.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as
recomendações abaixo:
1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa
pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis do produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa e circule pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o
tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras,
barra e bicos. Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
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5. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barras e bicos com água limpa diversas vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção
individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de
acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
CULTURAS INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)
Cana-de-açúcar
(Produção de mudas propágulos (1)
vegetativos)
Cana-de-açúcar
15
(Maturador)
Cevada (1)
Trigo (1)
(1) Não determinado devido à modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s)
recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter
resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser
utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de
destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos
no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação
Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias
inferiores a 30 metros de corpos d’água. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo,
entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS:
- Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos):
Dentro das doses recomendadas e nas condições indicadas para aplicação, METRIK 500 ocasionará a redução dos
internódios e consequentemente de altura da cultura, porém, não causando qualquer dano a brotação das gemas
oriundas desse material.
- Cana-de-açúcar (maturador):
Como consequência da aplicação do produto, a planta apresentará redução dos internódios, engrossamento do
palmito, e eventuais emissões de brotações laterais, especialmente em lavouras acamadas, onde as gemas foram
expostas à luz.
Uma eventual redução de porte da planta poderá ser observada se a aplicação for realizada em plantas muito jovens
ou se o corte da cana-de-açúcar for realizado, após um período muito posterior ao recomendado.
Os sintomas do produto na planta acima descritos são temporários, após o que a mesma retomará o processo de
desenvolvimento normal.
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- Trigo e cevada:
METRIK 500 deve ser utilizado nas doses e modos de aplicação recomendadas para não causar danos às culturas
indicadas.
RESTRIÇÕES DE USO:
- Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos):
METRIK 500 não deve ser aplicado com a cultura no estado de estresse por deficiência hídrica. A aplicação do
produto em solo excessivamente seco e com baixa umidade relativa do ar, pode potencializar a ação do produto
ocasionando redução excessiva de porte das plantas.
Não é recomendado deixar calda pronta do produto de um dia para o outro.
- Cana-de-açúcar (maturador):
- METRIK 500 não deve ser aplicado com a cultura no estado de estresse por deficiência hídrica.
- METRIK 500 não deve ser aplicado em plantas jovens, normalmente com menos de 10 meses de idade, ou com a
estrutura produtiva não formada.
- Recomenda-se evitar a manutenção prolongada da planta da cana-de-açúcar, tratada com METRIK 500 no campo,
após atingir o pico de maturação.
- Não é recomendado deixar calda pronta do produto de um dia para o outro.
- Trigo e cevada:
Nas culturas de trigo e cevada, METRIK 500 não deve ser aplicado antes do aparecimento do primeiro nó ou, muito
tardiamente, com as plantas na fase de desenvolvimento muito adiantado, pois o produto não apresentará efeito
desejado.
As culturas de trigo e cevada tratadas com o produto METRIK 500 não devem ser utilizadas para alimentação de
animais, quando no estádio vegetativo.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM,
REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Não se aplica, por tratar-se de um Regulador de Crescimento.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
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- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha, máscara com filtro combinado classe P2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre
a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas; botas de borracha; máscara com
filtro combinado classe P2 cobrindo nariz e boca; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do
período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes
do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o
uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
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- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre
a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar
as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos
trabalhadores levarem EPI para casa.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- Pode ser nocivo se ingerido
- Pode ser nocivo em contato com a pele
- Pode ser nocivo se inalado
PERIGO
- Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias respiratórias
- Provoca lesões oculares graves
- Pode provocar reações alérgicas na pele
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água
corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente
de contato, deve-se retirá-la
Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto,
pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por
pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR METRIK 500
-INFORMAÇÕES MÉDICAS-
Trinexapaque-etílico: Ácido dioxociclohexanocarboxílico
Grupo químico Solvente de Petróleo – Nafta: Hidrocarboneto aromático médio derivado do
petróleo (contém naftaleno).
Classe toxicológica Categoria 5 - Produto Improvável d e Causar Dano Agudo.
Vias de exposição Oral, dérmica, inalatória e ocular.
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Trinexapaque-etílico: Após administração oral a ratos, a absorção de
trinexapaque-etílico foi rápida e essencialmente completa, independentemente
do sexo e dose. Os níveis sanguíneos e teciduais
máximos foram atingidos 15 minutos após a administração, seguido de rápido
declínio (meia-vida no sangue inferior a 1 hora). Após 6 horas, os maiores resíduos
foram observados no fígado, rins e sangue total. Após 7 dias, os resíduos estavam
abaixo do limite de detecção na maioria dos tecidos (total de resíduos na
carcaça/tecido < 0,5% da dose aplicada); os maiores valores foram observados na
gordura 0,002-0,027 ppm. Os tempos de meia-vida estiveram na faixa de 0,2-0,9
horas e 1,6-11,7 horas para as fases 1 e 2, respectivamente. O trinexapaque-
etílico não apresentou potencial de acumulação. A principal via de excreção foi a
urina, responsável por > 90% da dose aplicada após 7 dias, com 87% da dose
Toxicocinética
excretada nas primeiras 24 horas. Em menor proporção, houve eliminação pelas
fezes (bile). O principal metabólito identificado na urina e fezes foi o ácido livre
de trinexapaque-etílico (CGA179500). Na bile, o principal metabólito (94% da
radioatividade biliar, correspondendo a 3% da dose aplicada) foi um conjugado
não identificado de CGA179500. Este último também foi encontrado em baixos
níveis na urina.
Solvente de Petróleo – Nafta: Estudos conduzidos em ratos mostraram que os
hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória,
atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente (em minutos),
atingem o sistema nervoso central (SNC). A eliminação destes solventes, tanto em
animais como no homem ocorre principalmente pelo trato respiratório. Em caso
de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes.
Trinexapaque-etílico: Regulador do crescimento de plantas, inibidor da 3β-
hidroxilação de GA20 a GA1 na biossíntese do hormônio giberelina. O nível
reduzido de giberelina leva ao não alongamento das plantas, culminando com
retardo no seu crescimento.
Seu modo de ação não é relevante para humanos, uma vez que giberelinas são
Toxicodinâmica
fito-hormônios identificados em plantas, bem como em alguns fungos e bactérias,
não sendo, portanto, sintetizados por mamíferos.
Solvente de Petróleo – Nafta: O principal modo de ação tóxica é a depressão do
SNC. A toxicidade é menor que para outros hidrocarbonetos aromáticos como o
benzeno e o xyleno.
Trinexapaque-etílico: Sintomatologia inespecífica pela exposição ao Solvente
de Petróleo – Nafta: Fatores de risco - doenças respiratórias e dérmicas pré-
existentes. Respiratória: Altas concentrações de vapor/aerosol irritam os olhos e
as vias respiratórias. Podem causar transtornos no SNC (cefaléia, vertigem,
efeitos anestésicos, sonolência, confusão, perda de consciência) e em menor
proporção, arritmias cardíacas. Altas doses podem levar a óbito. Oral: Quando
Sintomas e sinais clínicos
ingeridos, não causam toxicidade sistêmica importante devido à pobre absorção,
a exceção de pneumonia aspirativa que pode progredir, em alguns casos, até o
óbito. Devido à presença de naftaleno, quando ingerido em grandes
concentrações, pode causar hemólise (poderá produzir lesões renais) e cataratas.
Dérmico: O contato frequente ou prolongado pode causar leve irritação e
dermatite. Pode agravar uma lesão pré-existente.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
quadro clínico compatível.
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Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de
1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g
de carvão ativado para 240 ml de água. É mais efetivo quando administrado
dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
Tratamento fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água
fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação
ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Em estudo de irritação/corrosão ocular aguda em córneas
bovinas isoladas, o valor do Índice de Irritância in vitro (IVIS) foi de 12,21, não
sendo possível realizar nenhuma predição em relação à classificação do produto.
Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, 3/3 animais apresentaram
opacidade, hiperemia, irite, quemose e presença de secreção. Ocorreu retenção
do corante de fluoresceína sódica na superfície da córnea em 3/3 dos olhos
testados. Houve regressão das reações oculares na avaliação de 7 dias em 1/3 dos
olhos testados e na avaliação de 14 dias em 1/3 dos olhos testados, finalizandoo
estudo após a avaliação de 14 dias. 1/3 animal apresentou lesões irreversíveis
(opacidade grau 4) na avaliação de 7 dias, sendo humanamente eutanasiado. O
produto foi classificado como irritante ocular pelo GHS – Categoria 1.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração
boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento
intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento.
A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção
das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental
impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente
tóxico.
Provocar vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e
Contraindicações
pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
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abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Não foram relatados efeitos de interações químicas para a trinexapaque-etílico e
Efeitos das interações
medicamentos possivelmente usados em casos de intoxicação por trinexapaque-
químicas
etílico em humanos.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque‐Intoxicação: 0800‐722‐6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
ATENÇÃO
de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de
Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA:
Disque‐Intoxicação (24h): 0800‐014‐1149 - TOXICLIN.
Telefone da empresa: (0XX11) 4750‐3200 (horário comercial).
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide os itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
- DL50 Oral em ratos: 2000 mg/kg p.c.
- DL50 Cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
- CL50 Inalatória em ratos: (4 hrs): > 6,442 mg/L.
- Corrosão/Irritação dérmica: Em estudo de irritação dérmica in vitro realizado em epiderme humana reconstituída,
o produto demonstrou um número de células viáveis menor ou igual a 50%, alterando a viabilidade celular e causar
irritação dérmica in vitro.
- Corrosão/Irritação ocular: Em estudo de irritação/corrosão ocular aguda em córneas bovinas isoladas, o valor do
Índice de Irritância in vitro (IVIS) foi de 12,21, não sendo possível realizar nenhuma predição em relação à
classificação do produto. Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, 3/3 animais apresentaram
opacidade, hiperemia, irite, quemose e presença de secreção. Ocorreu retenção do corante de fluoresceína sódica
na superfície da córnea em 3/3 dos olhos testados. Houve regressão das reações oculares na avaliação de 7 dias
em 1/3 dos olhos testados e na avaliação de 14 dias em 1/3 dos olhos testados, finalizando o estudo após a
avaliação de 14 dias. 1/3 animal apresentou lesões irreversíveis (opacidade grau 4) na avaliação de 7 dias, sendo
humanamente eutanasiado. O produto foi classificado como irritante ocular pelo GHS – Categoria 1 - Lesões
oculares graves / efeitos irreversíveis nos olhos.
- Sensibilização dérmica: Para o ensaio de Drenagem Local de Linfonodos, o valor EC3 calculado foi de 12,02%. O
produto foi considerado como leve sensibilizante dérmico em camundongos.
- Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Trinexapaque-etílico: A carcinogenicidade do trinexapaque-etílico foi investigada em estudos crônicos conduzidos
em ratos e camundongos nas doses de 0, 10, 100, 3000, 10000 e 20000 ppm (ratos) e 0, 7, 70, 1000, 3500 e 7000
ppm (camundongos). Em ratos, observou-se redução do peso corpóreo e do consumo de ração na maior dose. O pH
urinário diminuiu consistentemente nas duas maiores doses, o que foi atribuído à natureza ácida do metabólito
principal (CGA179500). Na maior dose, observou-se aumento do peso do fígado nas fêmeas no sacrifício
intermediário (1 ano) e hiperplasia do ducto biliar nos machos no sacrifício terminal (2 anos). Os efeitos renais
observados no sacrifício intermediário na maior dose em ambos os sexos (gotículas hialinas ou pigmentação marrom
no epitélio tubular renal) foram considerados efeitos reversíveis.
Uma baixa incidência (acima dos controles históricos) de carcinoma de células escamosas no estômago não-
glandular foi observada em machos da maior dose ao final do estudo. No entanto, esses achados não foram
considerados relevantes para humanos, uma vez que ocorreram em uma taxa muito baixa em apenas um sexo e
espécie, bem como pelo fato de humanos não possuirem estômago não-glandular (NOAEL: 3000 ppm, equivalente
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a 116 mg/kg pc/dia). Em camundongos, a administração dietética de trinexapaque-etílico por 18 meses, resultou
apenas na diminuição transitória do peso corpóreo no início do estudo para as fêmeas que receberam a maior dose
(NOAEL: 7000 ppm, equivalente a 912 mg/kg pc/dia). O trinexapaque-etílico não foi considerado mutagênico por
estudos in vitro e in vivo. No estudo de duas gerações em ratos, a administração de trinexapaque-etílico a 0, 10,
1000, 10000 e 20000 ppm ao longo de duas gerações, resultou em efeitos relacionados ao tratamento nas doses de
10000 e 20000 ppm. Nessas doses, em ambos os sexos, foi observada redução de peso corpóreo e do consumo de
ração. Porém, na ausência de relação dose-resposta e na ausência de efeitos semelhantes no estudo de 90 dias
(realizado no mesmo laboratório com a mesma cepa de ratos), considerou-se que as diminuições esporádicas no
peso corpóreo de machos tratados a 1000 ppm não sejam efeito adverso. A 20000 ppm, houve redução do peso
corpóreo e da taxa de sobrevivência dos filhotes, consideradas consequência da redução do ganho de peso corpóreo
das mães nessa dose. Não houve efeito relacionado ao tratamento em quaisquer parâmetros reprodutivos (NOAEL
parental: 1000 ppm, equivalente a 60 mg/kg pc/dia; NOAELs filhotes e reprodução: 10000 e 20000 ppm, equivalentes
a 595 e 1200 mg/kg pc/dia, respectivamente). A toxicidade no desenvolvimento foi investigada em ratos e coelhos
nas doses de 0, 20, 200 e 1000 mg/kg pc/dia (ratos) e 0, 10, 60 e 360 mg/kg pc/dia (coelhos). Em ratos, não foram
observados efeitos relacionados ao tratamento nas mães ou fetos até a maior dose testada (NOELs materno e
desenvolvimento: 1000 mg/kg pc/dia). Nos coelhos, houve aumento de mortalidade materna na maior dose, além
de diminuição do peso corpóreo materno e do consumo de ração. Nesta dose, houve também diminuição no
tamanho da ninhada e aumento de perdas pós-implantação. Não foram observadas malformações fetais (NOELs
materno e desenvolvimento: 60 mg/kg pc/dia). Em estudos de neurotoxicidade aguda e de 90 dias, não houve efeitos
sobre os parâmetros neurológicos, portanto o trinexapaque-etílico não é considerado neurotóxico.
Solvente de Petróleo – Nafta: Os efeitos crônicos da exposição a hidrocarbonetos aromáticos são relacionados a
danos ao sistema nervoso.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
☐ - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
☐ - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
☒ - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
☐ - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)metros
de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta)
metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
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- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. - Telefone: (0XX11) 4750-
3200 (horário comercial). Para maiores informações contate a empresa SUATRANS (24h): 0800-707-7022.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento
para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção
Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos.
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos.
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador.
- Faça essa operação três vezes.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
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- Acione o mecanismo para liberar o jato d´água.
- Direcione o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando
o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa,
em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
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É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO
E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS:
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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