Metoxifenozide R 240 SC Perterra
Perterra Insumos Agropecuários S.A. – São Paulo/SP
Inseticida
metoxifenozida (diacilhidrazina) (240 g/L)

Informações

Número de Registro
30924
Marca Comercial
Metoxifenozide R 240 SC Perterra
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
metoxifenozida (diacilhidrazina) (240 g/L)
Titular de Registro
Perterra Insumos Agropecuários S.A. – São Paulo/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora

Conteúdo da Bula

                                    METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA
                          Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 30924

COMPOSIÇÃO:
N-tert-butyl-N'-(3-methoxy-o-toluoyl)-3,5-xylohydrazide (METOXIFENOZIDA)....................240 g/L (24,0% m/v)
Etilenoglicol............................................................................................................................53,0 g/L (5,3% m/v)
Outros ingredientes.........................................................................................................767,0 g/L (76,7% m/v)

                      GRUPO                                                    18                                        INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida não sistêmico acelerador de ecdise
GRUPO QUÍMICO: Metoxifenozida: Diacihidrazina
                  Etilenoglicol: Álcool
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Av. Dr. Cardoso de Melo 1470, conjunto 1005 e 1006 – Vila Olímpia
04548-005 - São Paulo - SP
Registrada na Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo sob nº 4206 e 4658
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
 METOXIFENOZIDA TÉCNICO RAINBOW – Registro MAPA nº 19019
 SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
 Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737 - República Popular da China

FORMULADOR:
 SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
 Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737 - República Popular da China

MANIPULADORES:
 TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
 Avenida Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros. CEP: 13148-030 – Paulínia, SP.
 CNPJ: 03.855.423/0001-81. Cadastro Estadual: CFICS/CDA/SAA/SP no 477.
 ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
 Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta. CEP: 13348-790 – Indaiatuba, SP.
 CNPJ: 50.025.469/0004-04. Cadastro Estadual: CFICS/CDA/SAA/SP nº 1248.

 Rua Alberto Guizo, n° 859, Distrito Industrial João Narezzi. CEP: 13.347-402 – Indaiatuba, SP.
 CNPJ: 50.025.469/0001-53. Cadastro Estadual: CFICS/CDA/SAA/SP nº 466.

                                           No do lote ou partida:
                                           Data de fabricação:                   VIDE EMBALAGEM
                                           Data de vencimento:

 ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
                                 OS EM SEU PODER.

          É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE

                                 É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                                           PRODUTO IMPORTADO




                                         Perterra Insumos Agropecuários S.A.
  Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
                                                      3045.8388
  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
                                    AGUDO

    CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO
                            PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Azul Intenso




                           MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA é um inseticida acelerador da ecdise que imita o hormônio natural
da muda dos insetos, a ecdisona, e que age especificamente sobre as larvas de lepidópteros (lagartas).
METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA atua ligando-se fortemente à proteína receptora de ecdisona,
ativando-a e iniciando o processo da muda, denominado ecdise. Imediatamente após a ligação do
METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA com o receptor da ecdisona, as lagartas param de se alimentar e
produzem uma nova, porém mal formada cutícula por baixo da antiga, sendo que as lagartas morrem por
inanição e desidratação.
Por atuar especificamente sobre as larvas de lepidópteros, por seu alto grau de seletividade e segurança para
inimigos naturais, predadores e parasitoides, METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA é especialmente
recomendado para os programas de manejo integrado de pragas. METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA
é recomendado para as culturas de algodão e soja.

INSTRUÇÕES DE USO:

                       Nome Comum e                    Dose            Volume de Calda          N° Máximo de
  CULTURAS
                         Científico                   (mL/ha)                (L/ha)              Aplicações
                                                                         Costal - 200
                           Curuquerê
                                                      60 a 90           Barra - 80 a 250               2
                      (Alabama argilacea)
                                                                        Aéreo - 10 a 12
                                                                         Costal - 200
                       Lagarta-das-maçãs
   ALGODÃO                                              625             Barra - 80 a 250               2
                      (Heliothis virescens)
                                                                        Aéreo - 10 a 12
                                                                         Costal - 200
                      Lagarta Helicoverpa
                                                     400 a 625          Barra - 80 a 250               2
                       (Helicoverpa spp.)
                                                                        Aéreo - 10 a 12
                        Lagarta-da-soja                                 Barra - 80 a 250
     SOJA                                             60 a 90                                          2
                    (Anticarsia gemmatalis)                             Aéreo - 10 a 12

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO:
- Curuquerê-do-algodão: METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA deve ser aplicado no início da infestação
até o estágio de floração. Do florescimento em diante, aplicar quando o nível de infestação atingir de 1 a 2
lagartas pequenas por planta, não ultrapassando o número máximo de 02 aplicações.
- Lagarta-da-maçã: METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA deve ser aplicado no início da infestação,
entre a ovoposição e a eclosão. Repetir a aplicação se necessário, não ultrapassando o número máximo de
02 aplicações.
- Lagarta Helicoverpa: METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA deve ser aplicado no início da infestação,
quando os índices preconizados pela EMBRAPA forem atingidos e as larvas se encontrarem nos primeiros
estádios de desenvolvimento. Repetir a aplicação se necessário, mediante avaliação de performance do
produto e seguindo as boas práticas de manejo integrado de pragas, não ultrapassando o número máximo de
02 aplicações.

SOJA:



                                         Perterra Insumos Agropecuários S.A.
  Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
                                                      3045.8388
- Lagarta-da-soja: METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA deve ser aplicado no início da infestação.
Aplicar a maior dose recomendada quando o nível de infestação for maior (30 lagartas por batida de pano).
Repetir aplicação se necessário, não ultrapassando o número máximo de 02 aplicações.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagem: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual (EPI) por um período mínimo de
aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de
reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.

MODO DE APLICAÇÃO:

METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA, por ser um inseticida fisiológico, não tem atividade imediata e
apesar de ser eficiente contra lagartas em todas as fases de desenvolvimento, as aplicações devem ser
realizadas no início das infestações e em lagartas de primeiros instares.

Doses mais elevadas promovem uma ação mais rápida do produto, devendo ser utilizadas em lagartas em um
estágio de desenvolvimento mais avançado.

Equipamentos de aplicação e Volume de Calda:

METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA é indicado para aplicações terrestres e aéreas. As aplicações
terrestres podem ser costais ou tratorizadas. O volume de calda varia de acordo com a cultura, devendo ser
aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.

        a. PULVERIZADORES COSTAIS
           Culturas: Algodão
           Velocidade: 1 m/s Volume de aplicação: 200 L/ha – Algodão
           Pressão de trabalho: 40 – 60 psi
           Tipos de ponta: jato cônico – D2 a D6 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de
           maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm2 com VMD de 110 – 120 µm.

        b. PULVERIZADORES TRATORIZADOS, DE BARRA OU ESPECÍFICOS:
           Culturas: Algodão e Soja
           Velocidade do trator: 6 – 8 Km/h
           Volume de aplicação: 80 a 250 L/ha – Algodão e Soja
           Pressão do manômetro: 80 – 100 psi
           Tipos de pontas: - jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de
           maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm2 com VMD de 110 – 120 µm
           Altura/distância da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.

        c.   PULVERIZADORES AÉREOS: Culturas: Algodão e Soja
             Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm2 .
             Uso de barra com 40 – 42 bicos de jato cônico vazio.
             Pressão de trabalho: 15 – 30 psi
             Altura de voo: 4 – 5 metros em relação ao alvo de deposição
             Volume de aplicação: 10 – 12 litros/ha

- Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do
Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições
constantes na legislação estadual e municipal.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO:
Temperatura máxima: 28ºC
Umidade relativa do ar: 70% (mínima)
Velocidade do vento: máximo de 10 Km/h



                                         Perterra Insumos Agropecuários S.A.
  Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
                                                      3045.8388
Preparo da Calda: A dose recomendada do METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA deve ser diluída em
água e aplicada na forma de pulverização foliar via terrestre ou aérea. No tanque de pulverização, colocar
metade do volume indicado de água e ligar o sistema de agitação. Quando recomendado, adicionar quantidade
de óleo vegetal ou mineral emulsionável na dose de 100 mL/ 100 litros de água e promover agitação até que
haja sua perfeita homogeneização. Agitar bem a embalagem do produto e adicionar na quantidade
recomendada, completando com água até atingir o volume estabelecido, e agitando sempre.

Lavagem do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente
após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação
de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas
horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa
pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de
produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o
respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido
atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2
vezes.

Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome
todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes,
fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou
Municipal.

Gerenciamento de deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas
habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as
restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos
fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores
quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa
cobertura e controle (> 150 a 200 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições
climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de
diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira
imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas
necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao
invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos
de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura
uniforme. Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo
a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do comprimento do motor -
barras maiores aumentam o potencial de deriva.

                                         Perterra Insumos Agropecuários S.A.
  Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
                                                      3045.8388
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3,0 m acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Altura da barra: regule a altura da barra para a menor possível para a cultura uniforme, reduzindo a exposição
das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada de acordo
com a cultura com o mínimo de solavancos, proporcionando sobreposição homogênea dos jatos dos bicos.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5Km/h (devido ao potencial de
inversão) ou maior que 16Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento
determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos
ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado
com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Temperatura e umidade: quando aplicado em
condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da
evaporação.

Inversão Térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical
do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento
lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são
comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-dosol
e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do
solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça
originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral
indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

                                               CULTURA        DIAS
                                                Algodão         7
                                                  Soja          7

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Não é fitotóxico às culturas indicadas dentro das dosagens e usos
recomendados.
• Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata,
feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis, sensíveis a herbicidas hormonais.
• Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis suscetíveis ao herbicida. As
aplicações por pulverização só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima
mencionadas.
• Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis, o equipamento que foi usado para
aplicação do METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA.

AVISO AO USUÁRIO: O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A
Perterra Insumos Agropecuários S.A. não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste
produto de modo não recomendado especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.



                                         Perterra Insumos Agropecuários S.A.
  Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
                                                      3045.8388
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA

                GRUPO                                     18                              INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O
inseticida METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA pertence ao grupo 18 (Agonistas de receptores
de ecdisteroides -Diacilhidrazinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo
pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter
a eficácia e longevidade do METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA como uma ferramenta útil de
manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar
ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 18. Sempre rotacionar com produtos
de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA ou outro produto do mesmo grupo químico somente
dentro de um “intervalo de aplicação” (janela), de acordo com a duração do ciclo de desenvolvimento da
praga. Aplicações sucessivas de METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA podem ser feitas desde
que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-
alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA, o período total de exposição (número de dias)
a inseticidas do grupo químico das diacilhidrazinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50%
do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA
ou outros produtos do Grupo 18 quando for necessário. • Sempre que possível, realizar as aplicações
direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento, etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações de dose e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para
o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

                          DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:


                                         Perterra Insumos Agropecuários S.A.
  Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
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- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua os produtos com as mãos desprotegidas.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão hidrorrepelente com mangas compridas passando
por cima do
punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha: avental impermeável; máscara
com filtro
mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até
o final do
período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
equipamentos
de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance
de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar
luvas e
avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
impermeável com
mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                                                 Pode ser nocivo se ingerido
                             ATENÇÃO
                                                           Pode ser nocivo em contato com a pele


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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em contato, lave com muita água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre
no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Em caso de
inalação, transporte o intoxicado para local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, faça imediatamente
respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.
Pele: Evite o contato com a pele, caso isso aconteça, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos,
relógio, anéis, tec.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


                    INTOXICAÇÕES POR METOXIFENOZIDE R 240 SC PERTERRA
                                  INFORMAÇÕES MÉDICAS

                     Metoxifenozida: Diacilhidrazina
 Grupo químico
                     Etilenoglicol: Álcool
     Classe
                     CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
  toxicológica
    Vias de
                     Oral e dérmica
   exposição
                     Metoxifenozida: Em estudos em ratos, Metoxifenozida foi rapidamente absorvida,
                     distribuída, metabolizada e quase completamente excretada em 48 horas.
                     Aproximadamente 60 – 70% da dose administrada pela via oral foi absorvida. O pico
                     de concentração plasmática foi 30 minutos após a administração oral. Foi observada
                     circulação enterohepática. O metabolismo envolveu demetilação, hidroxilação
                     oxidativa e conjugação com ácido glicurônico. Este último processo é um mecanismo
                     de detoxificação em mamíferos conduzindo a metabólitos facilmente eliminados. Os
                     metabólitos conjugados são, portanto, menos tóxicos. Os níveis tissulares foram
                     maiores no fígado, seguidas pelas adrenais, baço e sangue. A excreção foi realizada
                     principalmente pelas fezes (86,97%) e em menor proporção pela urina (5,13%). Após
                     exposição dérmica em ratos machos, apenas 3% foi absorvida e entre 3 – 10%
                     permaneceram na pele.
 Toxicocinética
                     Etilenoglicol: este produto não apresenta boa absorção cutânea. Da mesma forma,
                     não é esperada a sua evaporação, sendo o risco de intoxicação inalatória muito baixo.
                     No entanto, como todos os outros glicóis, é rapidamente absorvido, através da
                     mucosa gástrica após a ingestão oral. As concentrações máximas de álcool sérico
                     são atingidas dentro de uma a duas horas. O metabolismo em duas etapas via álcool
                     desidrogenase (ADH) e aldeído desidrogenase conduz à produção de espécies
                     tóxicas. A eliminação de etilenoglicol na ausência de tratamento parece seguir a
                     cinética de primeira ordem, com uma semi-vida sérica estimada entre 3 e 9 horas. Se
                     a oxidação hepática for inibida ("bloqueada") por um antagonista de álcool
                     desidrogenase, como etanol ou fomepizol, ocorrem várias alterações. Para o
                     etilenoglicol, a eliminação após a inibição de ADH torna-se quase inteiramente renal,
                     com uma meia-vida de 17 a 20 horas (assumindo função renal normal).
                     Metoxifenozida: O mecanismo de toxicidade do ingrediente ativo em humanos ainda
                     permanece desconhecido.
                     Etilenoglicol: O metanol e o etilenoglicol são compostos relativamente não tóxicos e
                     causam principalmente a sedação do sistema nervoso central (SNC). No entanto,
Toxicodinâmica       pode ocorrer uma toxicidade elevada quando estes álcoois são oxidados
                     (principalmente por álcool desidrogenase e aldeído desidrogenase). Os metabolitos
                     de etilenoglicol (glicolato, glioxilato e oxalato) acumulam-se após grandes ingestões.
                     Acima dos níveis plasmáticos de aproximadamente 20 mg/dL (3 mmol/L de
                     etilenoglicol), esses metabólitos podem causar danos específicos ao órgão final, como


                                       Perterra Insumos Agropecuários S.A.
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                     o rim, levando a lesão renal aguda, com oligúria ou anúria reversível (insuficiência
                     renal aguda), que por sua vez retarda a eliminação do etilenoglicol. A insuficiência
                     renal deve-se principalmente ao dano induzido por glicolato aos túbulos, embora a
                     obstrução dos túbulos dos cristais de oxalato precipitados possa contribuir. A
                     hipocalcemia em intoxicações por etilenoglicol resulta da formação de oxalato de
                     cálcio. A acidose metabólica provocada pela ingestão de grandes quantidades de
                     etilenoglicol aumenta a capacidade dos metabolitos tóxicos para penetrar nas células,
                     diminuindo ainda mais a função do SNC e causa uma piora no quadro de hipoxia e
                     acidose
                     Metoxifenozida: Estudos conduzidos com animais, após exposição aguda ao
                     metoxifenozida, evidenciaram presença de sinais clínicos como irritação ocular leve,
                     potencial irritabilidade das vias aéreas superiores (nariz e faringe), náuseas e vômitos
                     logo após a ingestão do produto, além de cefaleia e fraqueza. Não foram observados
                     sinais de irritação cutânea ou sensibilização dermal. Exposições a quantidades
                     significativas do produto podem desencadear metahemoglobinemia. Em animais
                     causa alterações hematológicas, hepáticas, nas adrenais e no rim. Em raros casos
                     pode causar sintomas neurológicos. Grupos de risco para agravamento da
                     Metahemoglobinemia: indivíduos com doença pulmonar crônica, doença coronariana
                     e anemia (sensíveis a diminuição do oxigênio disponível).
                     Etilenoglicol: A exposição aguda dos seres humanos ao etilenoglicol pela ingestão de
                     grandes quantidades, pode parecer inicialmente assintomática, mas o etilenoglicol é
  Sintomas e         rapidamente absorvido (dentro de 1 a 4 horas), e sinais como estado mental alterado
sinais clínicos      e a taquipneia começam a aparecer à medida que o etilenoglicol é metabolizado
                     sucessivamente em compostos muito tóxicos. A progressão dos efeitos tóxicos pode
                     ser dividida aproximadamente nas três etapas seguintes, embora a sobreposição seja
                     possível: 1) De 30 minutos a 12 horas após a exposição, o etilenoglicol não
                     metabolizado produz depressão, intoxicação e hiperosmolaridade do SNC
                     semelhantes aos produzidos pelo etanol. 2) De 12 a 48 horas, os metabólitos de
                     etilenoglicol produzem acidose metabólica severa pela falta de ânions com
                     hiperventilação compensatória. A acidose resulta principalmente de um aumento no
                     ácido glicólico, embora os ácidos glioxílico, oxálico e lático também contribuam em
                     pequena parte. Os cristais de oxalato de cálcio são depositados no cérebro, nos
                     pulmões, nos rins e no coração. 3) De 24 a 72 horas, lesão renal aguda pode resultar
                     dos efeitos tóxicos renais do próprio etilenoglicol ou de seus metabólitos como oxalato
                     de cálcio monohidrato
                     Metoxifenozida: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
                     ocorrência de quadro clínico compatível. Monitorar Metahemoglobinemia a cada 5
                     horas durante as primeiras 24 horas após a exposição, quando presente.
                     Etilenoglicol: As intoxicações por etilenoglicol decorrem da ingestão de elevadas
                     quantidades do produto. A fim de confirmar a intoxicação, podem ser realizadas
                     medições das concentrações séricas de etilenoglicol por cromatografia gasosa, mas
                     esse teste não está amplamente disponível. Os métodos enzimáticos de detecção de
                     etileno glicol ainda são utilizados em muitos laboratórios, mas podem levar a
                     resultados falso-positivos (por exemplo, de toxicidade grave de acetaminofeno ou
  Diagnóstico
                     interferência de propileno glicol, 2, 3-butanodiol ou glicolato), por isso não são
                     recomendados para a definição do diagnóstico. Pacientes com envenenamento por
                     etilenoglicol podem ter elevações na sua concentração sérica de lactato, devido à
                     ocorrência de acidose metabólica. A determinação dos níveis de lactato no sangue
                     podem atuar como complementação para definir o diagnóstico de intoxicação por
                     etilenoglicol. O exame da urina para detecção de cristais de oxalato é freqüentemente
                     realizado em pacientes com possível envenenamento com etilenoglicol, porém é
                     importante ter cautela para não utilizá-lo como único método diagnóstico, haja visto
                     que é um achado inespecífico e tardio, considerando o tempo pós-intoxicação.




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                     Tratamento sintomático, não há antídoto específico.
                     Exposição Oral
                     - No caso de ingestão de quantidades significativas, administrar carvão ativado na
                     proporção de 50 – 100g em adultos e 25 – 50g em crianças de 1 – 12 anos, e 1g/Kg
                     em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para
                     240 mL de água.
                     Não induza o vômito. Trate sintomaticamente prestando atenção, quando necessário,
                     a sintomas respiratórios e dérmicos. Em caso de ingestão de grandes quantidades, a
                     lavagem gástrica pode ser indicada.

                     Exposição Inalatória
                           A) Inalação: remova o paciente para um local arejado. Monitore alterações
                               respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para
                               irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre
                               oxigênio e auxilie na ventilação conforme necessário.

                     Exposição Ocular
                           A) Descontaminação: irrigue os olhos expostos com quantidade copiosa de
                               água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço,
                               lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
                               encaminhado para tratamento específico.

                     Exposição Dérmica
  Tratamento         Remova imediatamente a vítima das proximidades da fonte de contaminação.
                     Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave as áreas expostas com
                     água e sabão.
                     Administrar oxigênio em casos de metahemoglobinemia e para aliviar sintomas de
                     cefaleia e a fraqueza. Administrar Azul de Metileno quando a metahemoglobinemia
                     for maior que 10 – 20%.
                     Etilenoglicol: Fomepizole, um potente inibidor de álcool desidrogenase (ADH), é um
                     antídoto eficiente e seguro que previne ou reduz o metabolismo tóxico do etilenoglicol.
                     O tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível, com base no histórico e nos
                     achados clínicos iniciais, incluindo a acidose metabólica pela falta de íons, enquanto
                     aguarda a medição da concentração de etilenoglicol no sangue. A administração é
                     fácil (dose de 15 mg/Kg de carga, por via intravenosa ou oral, independente da
                     concentração de substância ingerida, seguida de doses intermitentes de 10 mg/kg a
                     cada 12 horas até que as concentrações de álcool sejam <30 mg/dL). Não há
                     necessidade de monitoras as concentrações de fomepizol. Administrado cedo, o
                     fomepizol previne a insuficiência renal relacionada ao etilenoglicol. Quando
                     administrado antes do início de acidose significativa ou lesão orgânica, fomepizol
                     pode evitar a necessidade de hemodiálise. Quando a diálise é indicada, uma infusão
                     contínua de 1 mg/kg/h deve ser fornecida para compensar sua eliminação. Os efeitos
                     secundários raramente são graves e com menor ocorrência do que o etanol.
                     Fomepizole está contraindicado em caso de alergia a pirazóis. É tanto eficaz quanto
                     seguro na população pediátrica, mas não é recomendado durante a gravidez. Em
                     conclusão, fomepizol é um antídoto eficaz e seguro de primeira linha para
                     intoxicações por etilenoglicol.
                     A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
Contraindicações
                     química.
     Efeitos
                     Não são conhecidos efeitos sinérgicos deste produto.
   sinérgicos
                         Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                                 tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                              Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                    (RENACIAT/ANVISA/MS)
   ATENÇÃO
                      As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
                                                  de Notificação Compulsória.
                      Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
                             Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).


                                       Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
                                                    3045.8388
                                TELEFONE DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: (11) 3045.8388
                       Central de Controle de Emergências (CECOE): 0800-707-7022 ou 0800-117-2020

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Foram conduzidos estudos de laboratório para determinar a farmacocinética do metoxifenozida.
O composto foi rapidamente depurado e não houve evidências de bioacumulação em nenhum tecido. O
produto é pouco metabolizado e é excretado principalmente pelas fezes.
.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório.

Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. (DL50 cut-off = 5000 mg/Kg p.c.)
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (4 h): Não foi determinada nas condições do teste

Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante. Não foram observados eritema ou edema na pele dos
animais tratados a 1, 24, 48 e 72 horas após a remoção dos curativos (score 0,00 para eritema e edema).
Nenhuma mortalidade, sinal clínico ou achado patológico foram observados em todos os animais

Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante. Não foram observadas lesões oculares nos animais
tratados nos testes inicial e confirmatório a 1, 24, 48 e 72 horas após a instilação da substância teste (score
0,00 para córnea, íris e conjuntiva). Nenhuma mortalidade, sinal clínico ou achado patológico foram observados
em todos os animais.

Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.

Mutagenicidade: Resultados obtidos no Teste de Ames (ensaio mutagênico em células procariontes de
Salmonella enterica serovar Typhimurium) conduzido com a substância teste indicam que a mesma não
apresenta potencial de atividade mutagênica para as cepas estudadas. Um teste de micronúcleo em medula
óssea de camundongos foi conduzido para avaliar o potencial mutagênico da substância teste para células
eucarióticas e os resultados indicam que a mesma não apresentou atividade mutagênica em camundongos

EFEITOS CRÔNICOS:
Estudos de longo prazo realizados com o METOXIFENOZIDA demonstraram que o mesmo não                      apresenta
características teratogênicas ou carcinogênicas, nem tampouco efeitos sobre a reprodução. O              composto
também não apresenta qualquer atividade mutagênica. Estudos crônicos conduzidos em ratos                 e coelhos
mostram alterações hematológicas (anemia), hepatotoxicidade, alterações histopatológicas na              tireóide e
incremento de peso das glândulas adrenais.

                          DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
    AMBIENTE
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas
horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.

                                         Perterra Insumos Agropecuários S.A.
  Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
                                                      3045.8388
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
    PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos
tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres:
CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes, a Central de Controle de Emergências (CECOE): 0800-707-
7022 ou 0800-117-2020 e a empresa Perterra Insumos Agropecuários S.A: (11) 3045-8388.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
   DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
   DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados nas precauções no manuseio do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem
Manual):

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;

                                         Perterra Insumos Agropecuários S.A.
  Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
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- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento
das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local aberto, ventilado, ao abrigo
de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em sacos plastico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário
deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.

TRASNPORTE


                                         Perterra Insumos Agropecuários S.A.
  Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
                                                      3045.8388
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone (011) 3045-8388 para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de
incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases
efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis




                                         Perterra Insumos Agropecuários S.A.
  Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
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