Megatop 800 WG
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda - São Miguel do Iguaçu/PR
Inseticida
tiodicarbe (metilcarbamato de oxima) (800 g/kg)
Informações
Número de Registro
27621
Marca Comercial
Megatop 800 WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
tiodicarbe (metilcarbamato de oxima) (800 g/kg)
Titular de Registro
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda - São Miguel do Iguaçu/PR
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Contato/Ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 2 Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Pseudoplusia includens
Lagarta-do-linho; Lagarta-falsa-medideira
Conteúdo da Bula
16/04/2024
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA
MEGATOP 800 WG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 27621
COMPOSIÇÃO:
3,7,9,13-tetramethyl-5,11-dioxa-2,8,14-trithia-4,7,9,12-tetra-azapentadeca-3,12-diene-6,10-dione
(TIODICARBE)...............................................................................................…………..........…800 g/Kg (80,0% m/m)
Outros Ingredientes.............................................................................................................200 g/Kg (20,0% m/m)
GRUPO 1A INSETICIDA
PESO LÍQUIDO: Vide Rótulo
CLASSE: Inseticida de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Metilcarbamato de oxima
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Antônio Amboni, 323, Quadra 03, Lote 06, Parque industrial, São Miguel do Iguaçu, PR.
CEP 85877-000. CNPJ 18.858.234/0001-30.
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 004001.
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Tiodicarbe Técnico Sinochem – Registro MAPA n° 12116
SINOCHEM LIANYUNGANG CHEMICALS CO., LTD.
Dui Gou Gang Town (Chemical Industrial Zone), Guan NanCountry Lian Yun Gang, Jiangsu - China
FORMULADOR:
CHD’S AGROCHEMICALS S.A.I.C
Supercarretera Km 32,5 - Campo Tacuru, Hernandarias - Alto Parana, Paraguai.
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD.
BeiHai Road, n. 1165, Ningbo Chemical Industry zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang
Province, 315040, China
SAERFU (HENAN) AGROCHEMICAL CO., LTD.
High and New Technology Industrial Area, Mengzhou, Henan Province, China.
SHENYANG RESEARCH INSTITUTE OF CHEMICAL IND (NANTONG) CHEMICAL TECH DEV CO. LTD.
55, Jiangnong Rd., Nantong Economic & Technological Development Area, Nantong, Jiangsu, Nantong - China
WEIFANG HAIBANG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD.
Lingang Industrial Park, Binhai Economic Development Zone, Weifang City, Shandong Province, China.
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
16/04/2024
Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C
INSTRUÇÕES DE USO:
MEGATOP 800 WG trata-se de um inseticida de contato e ingestão do grupo químico metilcarbamato de oxima
empregado na forma de pulverizações foliares para o controle de pragas das culturas abaixo:
CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Pragas
Dose de p.c(*) Dose de i.a
Cultura Nome comum Volume de calda (L/ha)
(g/ha) (g/ha)
(Nome científico)
Lagarta-militar 100 a 200
250 200
(Spodoptera frugiperda) (terrestre)
Algodão
Lagarta-da-maçã 30 a 40
250 a 500 200 a 400
(Heliothis virescens) (aérea)
Época, número e intervalo de aplicação:
Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de
controle, quando houver 6 a 8% de plantas infestadas. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de
15 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo
2 aplicações por ciclo de cultivo, com volume de calda de 100 a 200 L/ha, variando de acordo com o estádio
de desenvolvimento da cultura.
Observação: Utilizar doses mais altas quando a incidência de lagartas for elevada, e quando estas estiverem
na parte mediana da planta, atacando as estruturas florais. O nº de aplicações varia de acordo com o alvo,
conforme recomendações detalhadas acima.
100 a 300
Lagarta-militar (terrestre)
Milho 100 a 150 80 a 120
(Spodoptera frugiperda) 30 a 40
(aérea)
Época, número e intervalo de aplicação:
Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, de acordo com o nível de controle,
antes das lagartas penetrarem no cartucho, com 20 a 30% de plantas com folhas raspadas e com as lagartas
em estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares). As maiores doses devem ser utilizadas no
período de maior infestação da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 15 dias. Realizar
no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com volume de calda de 100 a 300 L/ha, variando de acordo
com o estádio de desenvolvimento da cultura.
100 a 200
Lagarta-da-soja (terrestre)
70 56
(Anticarsia gemmatalis) 30 a 40
(aérea)
Soja
100 a 200
Lagarta-falsa-medideira (terrestre)
150 a 200 120 a 160
(Chrysodeixis includens) 30 a 40
(aérea)
Época, número e intervalo de aplicação:
Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de
controle, quando houver 20 lagartas por amostragem ou 30% de danos nas folhas no estágio vegetativo e
15% de danos no estágio reprodutivo. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 15 dias. As
maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 2
aplicações por ciclo de cultivo, com volume de calda de 100 a 200 L/ha, variando de acordo com o estádio de
desenvolvimento da cultura.
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MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em
suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. O
equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do MEGATOP 800 WG deve estar limpo de
resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade,
em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do MEGATOP 800 WG em um recipiente não reativo
(plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do MEGATOP 800 WG em 5 a 10
litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a
completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na formulação, após esta etapa, inserir a pré-
mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo
sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para
manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar
o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que
interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Equipamento de aplicação:
Aplicação Terrestre: Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de
ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com
tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja
uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo
operador. Pulverizadores de Barra: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com
pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao
alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao
alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de
forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a
produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação Aérea:
Pode ser feita nas culturas de algodão, milho e soja.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com bicos rotativos ou barras com bicos hidráulicos de acordo com a
vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício
dos bicos, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a
liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme,
adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30 - 40 L/ha de calda,
altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de
acordo com a aeronave utilizada).
Utilize bicos e pressão adequados para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de
gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre os bicos na barra não deve exceder 75% do comprimento do
diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor
(ou envergadura) no limite da bordadura.
Utilizar sempre empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) para realizar a
aplicação aérea.
Condições climáticas para pulverização:
Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento
menor que 30 °C maior que 55% entre 3 e 10 km/h
Recomendações gerais para evitar deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
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Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um
dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é
responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar
uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas,
estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar
o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial
de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas
necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos
de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das
pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. - O
equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e
vazamentos.
Ventos:
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar
10 km/h.
Temperatura e Umidade:
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for
superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a
evaporação. Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical
do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento
lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são
comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol
e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível
do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da
fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento
lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA: (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita)
Cultura Intervalo (dias)
Algodão ................................ 07
Milho ................................ 14
Soja ................................ 30
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses
recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as
culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem
divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação
verifique estas informações previamente à utilização deste produto. Este produto deve ser utilizado em total
conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula. É de inteira responsabilidade do usuário do
produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação
das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a
Bayer antes de aplicar este produto. É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de
campo (caderno de campo), especialmente para culturas de exportação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Observar os equipamentos recomendados nas diferentes frases dos itens “PRECAUÇÕES GERAIS”,
“PRECAUÇÕES NO MANUSEIO”, “PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO” E “PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide “Modo de aplicação”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO 1A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida MEGATOP 800 WG pertence ao grupo 1A (inibidores da acetilcolinesterase – Carbamatos) e o uso
repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de
populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do MEGATOP 800 WG como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1A. Sempre rotacionar com produtos
de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
Usar MEGATOP 800 WG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo
de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
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Aplicações sucessivas de MEGATOP 800 WG podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do MEGATOP 800 WG, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
químico das carbamatos não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
aplicações recomendadas na bula.
Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do (nome do produto marca comercial) ou outros
produtos do Grupo 1A quando for necessário;
Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-
BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência à inseticidas de controle de insetos (ex.:
controle cultural, biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando
disponível e apropriado.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
Não aplique Perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação
de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,
luvas/botas de borracha, máscara descartável, viseira facial e touca árabe.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,
luvas/botas de borracha, máscara descartável, viseira facial e touca árabe.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
final do período de reentrada.
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
após a aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
16/04/2024
Tóxico se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
PERIGO
Fatal se inalado
Provoca irritação ocular grave
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
OLHOS: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITACAO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize
lente de contato, deve-se retirá-la.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR MEGATOP 800 WG -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Metilcarbamato de oxima
Classe toxicológica Categoria 2 – Produto Altamente Tóxico
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória
Tiodicarbe e seus metabólitos foram rápida e extensivamente absorvidos e
excretados após administração por via oral em ratos. Tiodicarbe é hidrolisado para
metomil; metomil é biotransformado para metabólitos instáveis que são
Toxicocinética
convertidos subsequentemente em acetonitrila e CO2, ambos os quais são
primariamente excretados pelo ar expelido e urina. A biotransformação é rápida e
não há evidência de acumulação.
Inibe reversivelmente a enzima acetilcolinesterase resultando no acúmulo de
acetilcolina nos receptores muscarínicos (efeito em células colinérgicas),
nicotínicos (junções neuromusculares esqueléticas) e no sistema nervoso central
Toxicodinâmica (SNC). A inibição tem reversão espontânea (ao contrário dos organofosforados),
com ação breve e autolimitada. Usualmente a severidade é leve a moderada,
porém a exposição a altas concentrações pode gerar quadros severos.
O produto é considerado tóxico se ingerido. Pode ser nocivo se inalado ou em
contato com a pele. O tiodicarbe é um inibidor de colinestarase. A ingestão de
grandes quantidades pode causar manifestações muscarínicas como vômito,
diarréia, cólicas abdominais, broncoespasmo, miose, bradicardia, hipersecreção,
Sintomas e sinais
cefaléia, incontinência urinária e visão borrada. Também podem ocorrer
clínicos
manifestações nicotínicas como midríase, mialgia, hipertensão arterial,
fasciculações musculares, tremores, fraqueza e taquicardia. Os efeitos no SNC
incluem ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão dos centros
cardiorrespiratórios, convulsões e coma.
16/04/2024
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico
compatível. No caso dos carbamatos, a exposição pode ser investigada por meio da
queda na atividade das colinesterases. O decréscimo de 25% ou mais da atividade
Diagnóstico da colinesterase plasmática indica exposição importante. Queda de 50% é
geralmente associada com exposição intensa. O decréscimo da atividade da
pseudocolinesterase é um indicador sensível, mais não específico. Deve considerar-
se que a inibição da acetilcolinesterase por carbamatos é rapidamente reversível.
Importante: os reativadores da colinesterase NÃO são indicados na intoxicação
por Carbamatos, pois a colinesterase carbamilada reverte espontaneamente
Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. Realizar
tratamento sintomático e medidas de suporte de acordo com os sinais clínicos
apresentados para manutenção dos sinais vitais. Lave a boca com leite ou água. No
caso de ingestões menores, a irrigação oral e diluição podem ser os únicos
procedimentos necessários. Considere a descontaminação gastrointestinal apenas
após ingestões consideráveis.A êmese não é recomendada, contudo o vômito
espontâneo pode ocorrer . Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de
água/ 30 g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25
a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de
idade. Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidado quanto ao
possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato
gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou
queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do
dano. Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e
diarreia. Após exposição pela via inalatoria, remova o paciente para um local
arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
Tratamento respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate
broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou
parenteral. Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com
quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente por pelo
menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Em caso
de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas e lave a área
exposta com água e sabão.
O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia.
Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático. Atropina - agente
antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas muscarínicos, (glândulas
exócrinas, músculo liso e músculo cardíaco, por ex.), não os nicotínicos, na dose de
2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e 0,05 mg/kg em crianças, endovenosa.
Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina
disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou
0,50 mg/mL. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é
clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorreia e
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na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de
intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e
taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção
destes efeitos por 24 horas ou mais.
Tratamento A presença de taquicardia e hipertensão não contraindica a atropinização. É
indicado supervisão do paciente por pelo menos 48 horas. Monitorar oxigenação
(oximetria ou gasometria), ECG, hemograma. Tratar pneumonite e coma se
ocorrerem. Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com
benzodiazepínicos sob orientação médica. A ação letal pode ser atribuída à
insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção
pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e consequente depressão
do centro respiratório por hipóxia.
A diálise e a hemoperfusão são contraindicadas. Êmese é contraindicada - em
razão do risco potencial de aspiração. Morfina, succinilcolina, teofilina,
fenotiazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações
Contraindicações
específicas devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca. Não
administrar Oxima (Pralidoxima), pois a fixação do tiodicarbe sobre a
acetilcolinesterase é bastante lábil e se desfaz com facilidade.
Efeitos das interações
Com organofosforados, carbamatos e tiocarbamatos
químicas
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
ATENÇÃO
Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1099
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 200 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 Inalatória em ratos (4 h): 0,25 mg/L
Irritação cutânea em coelhos: Não irritante.
Irritação ocular em coelhos: No estudo de irritação ocular realizado em coelhos, verificou-se lesões na
córnea, íris e conjuntivas palpebrais e bulbares. O produto foi classificado como irritante.
Sensibilização dérmica em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em células de camundongos
Efeitos crônicos:
Nos estudos em animais o Tiodicarbe inibiu reversivelmente a colinesterase sem causar efeitos a longo prazo.
Não foi observado potencial cancerígeno em ratos e, em camundongos, foram observados tumores hepáticos
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na maior dose administrada que claramente excedeu a máxima dose tolerada (MDT). Tiodicarbe não
apresentou potencial teratogênico, não foi tóxico para a fertilidade e nem para reprodução.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos).
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a
contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamento de
animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS
AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone (Horário Comercial): (45) 3565-8500, para maiores informações contate a
empresa AMBIPAR (24h): 0800-707-7022.
Utilize equipamento de proteção individual EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
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Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’S – Equipamento de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamentos independentes para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque do pulverizador, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
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O armazenamento das embalagens vazias, até sus devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data de compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeitos de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias, não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em sacos plásticos transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias, não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produto no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar improprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de
incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases
efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL.
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.