Maxutol 750 WG
Maxunitech do Brasil Ltda
Herbicida
isoxaflutol (isoxazol) (750 g/kg)
Informações
Número de Registro
03225
Marca Comercial
Maxutol 750 WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
isoxaflutol (isoxazol) (750 g/kg)
Titular de Registro
Maxunitech do Brasil Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Batata
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Batata
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Batata
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Eucalipto
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Eucalipto
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Eucalipto
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Eucalipto
Cenchrus echinatus
Eucalipto
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Eucalipto
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Mandioca
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Mandioca
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Mandioca
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Mandioca
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Milho
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Pinus
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Pinus
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Pinus
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Pinus
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pinus
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Pinus
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pinus
Cenchrus echinatus
Pinus
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pinus
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Pinus
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pinus
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Conteúdo da Bula
Maxunitech do Brasil Ltda
Maxutol 750WG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 03225
COMPOSIÇÃO:
5-cyclopropyl-1,2-oxazol-4-yl α,α,α-trifluoro-2-mesyl-p-tolyl ketone
(ISOXAFLUTOL) ......................................................................................750 g/Kg (75% m/m)
Outros ingredientes...................................................................................250 g/Kg (25% m/m)
GRUPO F2 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Isoxazol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Maxunitech do Brasil Ltda.
Rua Irmã Pia, n° 422, sala 902, Jaguaré, CEP: 05335-050, São Paulo/SP
CNPJ n° 53.309.291/0001-60 - Telefone: (11) 3714-0044
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4521 CDA/SP.
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Isoxaflutol Técnico OLA
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n° TC14521
Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd.
Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan Province 646300, China.
FORMULADOR:
Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd.
Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan Province 646300, China.
Max (Rudong) Chemicals Co., Ltd.
Yangkou Chemical Industry Park, Rudong, Jiangsu Province 226407, China.
IMPORTADOR:
Acrom Agroindustrial Ltda.
Rua Paranaguá, 1537 – Centro
CEP: 86020-031 – Londrina/PR – C.N.P.J.: 18.272.938/0001-26
BULA AGROFIT 26.08.2025
Maxunitech do Brasil Ltda
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 003992 ADAPAR/PR
Acrom Agroindustrial Ltda.
Estrada dos Goulart, Rod. PR 445, Km 36,5
CEP: 86123-000 – Londrina/PR – C.N.P.J.: 18.272.938/0002-07
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 1007959 ADAPAR/PR
Agrilean Inputs S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, n° 11100 – Jardim Maria Cristina
CEP: 06421-300 – Barueri/SP – C.N.P.J.: 47.983.211/0004-06
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4378 CDA/SP
Agrilean Inputs S.A.
Rodovia BR 364, Km 20, Área 02, n° 5788, Galpão 22 – Zona Rural
CEP: 78098-970 – Cuiabá/MT – C.N.P.J.: 47.983.211/0003-17
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 33070 INDEA/MT
Agrilean Inputs S.A.
Área Rural, S/N, Km 207, Lote 04, AR 01 - Área Rural de Eduardo de Magalhães
CEP: 47865-899 - Luis Eduardo Magalhães/BA – C.N.P.J.: 47.983.211/0002-36
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 145723 ADAB/BA
Amaggi Exportação e Importação Ltda.
Rodovia BR 364, Km 20, S/N – Zona Rural
CEP: 78098-970 – Cuiabá/MT – C.N.P.J.: 77.294.254/0050-72
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 20435 INDEA/MT
Amaggi Exportação e Importação Ltda.
Rodovia BR 163, n° 2461 – Expansão Urbana
CEP: 78890-000 – Sorriso/MT – C.N.P.J.: 77.294.254/0077-92
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 22956 INDEA/MT
Amaggi Exportação e Importação Ltda
Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15 - Presidente Juscelino
CEP: 68628-557 – Paragominas/PA – C.N.P.J.: 77.294.254/0083-30
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 004.23 – CREIMP ADEPARA/PA
BRA Defensivos Agrícolas Ltda.
Rua São José, n° 550 – Centro
CEP: 13400-330 – Piracicaba/SP – C.N.P.J.: 07.057.944/0001-44
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 879 CDA/SP
DKBR Trading S.A.
Av. Ayrton Senna da Silva, n° 600, Cond. Torre Siena, Sala 1704 – Gleba Fazenda Palhano
CEP: 86050-460 – Londrina/PR – C.N.P.J.: 33.744.380/0001-28
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 1007743 ADAPAR/PR
DKBR Trading S.A.
Rod. SPA 008/457, S/N, Sala 01, Km 500 metros – Zona Rural
CEP: 19640-000 – Iepe/SP – C.N.P.J.: 33.744.380/0003-90
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4303 CDA/SP
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Maxunitech do Brasil Ltda
DKBR Trading S.A.
Av. Miguel Sutil, n° 6559 – Anexo A – Sala 3 – Alvorada
CEP: 78048-000 – Cuiabá/MT – C.N.P.J.: 33.744.380/0002-09
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 22058 INDEA/MT
Fiagril Ltda.
Av. da Produção, n° 2204 W, Quadra 014, Lote 11A, Sala 01 – Parque das Emas
CEP: 78466-551 – Lucas do Rio Verde/MT – C.N.P.J.: 02.734.023/0013-99
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 28047 INDEA/MT
GOPLAN S.A.
Rua Antônio Lapa, n° 606 – Cambuí
CEP: 13025-241 – Campinas/SP – C.N.P.J.: 37.422.096/0001-96
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4296 CDA/SP
Novachem Importação e Comércio Ltda.
Rod. BR-369, S/N, Km 37,5 – sala 04 – Área Industrial
CEP: 86380-000 – Andirá/PR – C.N.P.J.: 48.054.057/0001-08
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 1008435 ADAPAR/PR
Novachem Importação e Comércio Ltda.
Rua Emília Garcia de Souza, n° 270, sala 01 – Ribeirânia
CEP: 14096-120 – Ribeirão Preto/SP – C.N.P.J.: 48.054.057/0002-80
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4472 CDA/SP
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
Rua João Dias de Souza, n° 48 – sala 51, Edifício Corporate Evolution – Parque Campolim
CEP: 18048-090 – Sorocaba/SP – C.N.P.J.: 28.514.525/0001-64
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4285 CDA/SP
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
Av. Euripedes Menezes, S/N – Quadra 4 – Lote 14-17 – ARMZ 1N - Parque Industrial Vice-
Presidente José Alencar
CEP: 74993-540 – Aparecida de Goiânia/GO – C.N.P.J.: 28.514.525/0002-45
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 3421/2021 AGRODEFESA/GO
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
Rod. PR 090, Km 05, n° 5695, ARMZ 1-J - Parque Industrial Nene Favoretto
CEP: 86200-000 – Ibiporã/PR – C.N.P.J.: 28.514.525/0005-98
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 1007991 ADAPAR/PR
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
Av. Constante Pavan, n° 4633, ARMZ 1K – Betel
CEP: 13148-198 – Paulínia/SP – C.N.P.J.: 28.514.525/0004-07
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4322 CDA/SP
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
A Rua Projetada, n° 150, ARMZ 1AA - Área Rural de Cuiabá
CEP: 78099-899 – Cuiabá/MT – C.N.P.J.: 28.514.525/0006-79
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 27384 INDEA/MT
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
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Maxunitech do Brasil Ltda
Av. das Indústrias, n° 2020, ARMZ 06 - Ouro Preto
CEP: 99500-000 – Carazinho/RS – C.N.P.J.: 28.514.525/0007-50
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 54/21 SEAPA/RS
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
Rod. BR-050, Km 185 – Galpão 1 – Sala 9-A - Jardim Santa Clara
CEP: 38038-050 – Uberaba/MG – C.N.P.J.: 28.514.525/0009-11
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 19523 IMA/MG
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
A Area Rodovia MS 156, Km 7,5, Lado esquerdo, Zona Rural - Área Rural de Dourados
CEP: 79849-899 – Dourados/MS – C.N.P.J.: 28.514.525/0010-55
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 2060/2024-R IAGRO/MS
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
Rod. BR 230, S/N, Km 411,5 – Sala 12 – Zona Rural
CEP: 65800-000 – Balsas/MA – C.N.P.J.: 28.514.525/0012-17
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 1341 AGED/MA
N° do Lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-
SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Categoria 5- Azul PMS Blue 293 C
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO: O Maxutol 750WG é um herbicida sistêmico recomendado para
aplicação na pré-emergência de gramíneas e dicotiledôneas conforme especificado nas
culturas abaixo:
CULTURAS, ALVOS, DOSE, VOLUME DE CALDA, ÉPOCA, NUMÉRO E INTERVALO DE
APLICAÇÃO:
Tipo de solo
Dose Volume de Número, época e intervalo de e
Cultura Plantas infestantes
(g p.c./ha) calda (L/ha) aplicação equipamento
de aplicação
Realizar 01 aplicação.
Capim-colchão
Utilizar em pós-emergência da cultura
(Digitaria horizontalis)
através de jato dirigido aplicando em
torno de 50 dias após a germinação Solo arenoso,
do algodão. Sempre adicionar 0,25% médio e
Terrestre:
Algodão 40 - 50 v/v de surfactante a base de lauril argiloso.
100 - 200
Caruru éter sulfato de sódio no volume de
(Amaranthus deflexus) calda, para melhorar a adesão e Jato dirigido
penetração do produto nas partes
aéreas das plantas infestantes em
fase inicial de desenvolvimento
Capim-braquiária Solo médio e
(Brachiaria decumbens) argiloso. Não
Realizar no máximo 01 aplicação por
Joá-de-capote aplicar o
ciclo da cultura. Fazer a aplicação em
(Nicandra physaloides) Terrestre: produto em
Batata 100 pré-emergência das plantas
200 - 300 solos
infestantes e da cultura, logo após o
Guanxuma arenosos.
plantio dessa cultura.
(Sida rhombifolia)
Barra costal
Capim-marmelada Para plantios novos na cultura da
(Brachiaria plantaginea) cana-de-açúcar, a recomendação é
Capim-pé-de-galinha de aplicação da dose de 80 a 90 g/ha
200
(Eleusine indica) dependendo da textura do solo, logo Solo arenoso.
Cana-de-açúcar Terrestre:
Capim-colonião após o plantio, na pré-emergência da
(soqueira seca) 100 - 200
(Panicum maximum) cultura e das plantas infestantes, Barra costal
Capim-carrapicho seguido de uma segunda aplicação
(Cenchrus echinatus) 250 no momento da quebra do lombo na
Capim-colchão pré emergência das plantas
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(Digitaria horizontalis) infestantes na dose de 80 a 90 g/ha
Capim-colchão dependendo da textura do solo, em
(Digitaria horizontalis) jato dirigido na entrelinha da cultura
Capim-pé-de-galinha aos 60 dias após o plantio, desta
(Eleusine indica) forma a cultura irá permanecer
250
Capim-braquiária ausente de plantas infestantes no
Solo médio.
(Brachiaria decumbens) período crítico de mato-competição.
Caruru Em cana soca, realize somente uma
Barra costal
(Amaranthus retroflexus) única aplicação na pré emergência da
Capim-marmelada cultura e das plantas infestantes. Por
(Brachiaria plantaginea) ciclo de plantio, realizar no máximo 1
300
Capim-colonião aplicação no caso de soqueira seca
(Panicum maximum) ou úmida e 2 aplicações para cana
Capim-braquiária planta.
(Brachiaria decumbens)
Capim-marmelada
300
(Brachiaria plantaginea)
Solo argiloso.
Capim-colonião
(Panicum maximum)
Barra costal
Caruru
(Amaranthus retroflexus)
350
Capim-pé-de-galinha
(Eleusine indica)
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Capim-colonião
(Panicum maximum) Solo arenoso.
Capim-marmelada
100 Para plantios novos na cultura da
(Brachiaria plantaginea) Barra costal,
cana-de-açúcar, a recomendação é
Capim-braquiária jato digirido
de aplicação da dose de 80 a 90 g/ha
(Brachiaria decumbens)
dependendo da textura do solo, logo
Caruru
após o plantio, na pré-emergência da
(Amaranthus deflexus) Solo médio.
Cana-de-açúcar cultura e das plantas infestantes,
Capim-carrapicho
(soqueira 125 seguido de uma segunda aplicação
(Cenchrus echinatus) Barra costal,
úmida) no momento da quebra do lombo na
Capim-pé-de-galinha jato dirigido
pré emergência das plantas
(Eleusine indica)
infestantes na dose de 80 a 90 g/ha
Capim-marmelada
dependendo da textura do solo, em
(Brachiaria plantaginea) Terrestre: Solo argiloso.
jato dirigido na entrelinha da cultura
Capim-colchão 100 - 200
150 aos 60 dias após o plantio, desta
(Digitaria horizontalis) Barra costal,
forma a cultura irá permanecer
Capim-colonião jato dirigido
ausente de plantas infestantes no
(Panicum maximum)
período crítico de mato-competição.
Capim-braquiária Solo médio.
Em cana soca, realize somente uma
(Brachiaria decumbens)
80 + 80 única aplicação na pré emergência da
Caruru-de-mancha Barra costal,
cultura e das plantas infestantes. Por
(Amaranthus viridis) jato dirigido
ciclo de plantio, realizar no máximo 1
Cana-de-açúcar Capim-marmelada
aplicação no caso de soqueira seca
(cana planta) (Brachiaria plantaginea) Solo argiloso.
ou úmida e 2 aplicações para cana
Capim-colchão
90 + 90 planta.
(Digitaria horizontalis) Barra costal,
Capim-colonião jato dirigido
(Panicum maximum)
Capim-braquiária
(Brachiaria decumbens) Solo arenoso.
100
Capim-pé-de-galinha Fazer a aplicação em pré-emergência Barra costal
(Eleusine indica) das plantas infestantes e da cultura,
Caruru-de-mancha Terrestre: logo após o plantio dessa cultura.
Mandioca
(Amaranthus viridis) 200 – 300 Realizar no máximo 1 aplicação por
Capim-braquiária ciclo da cultura. Solo médio.
125
(Brachiaria decumbens) Barra costal
Capim-colonião
(Panicum maximum)
Capim-marmelada Fazer a aplicação na pré-emergência Solo médio e
Terrestre:
Milho (Brachiaria plantaginea) 80 da cultura do milho e das plantas argiloso. Não
100 – 200
Capim-carrapicho infestantes. Realizar no máximo 1 aplicar o
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(Cenchrus echinatus) aplicação por ciclo da cultura. produto em
Capim-pé-de-galinha solos
(Eleusine indica) arenosos
Capim-colonião
(Panicum maximum) Barra costal
Caruru-rasteiro
(Amaranthus deflexus)
Capim-braquiária Para o controle das plantas
(Brachiaria decumbens) infestantes oriundas de sementes e Solo leve,
100
Capim-carrapicho para evitar a mato-competição inicial Barra
(Cenchrus echinatus) das mesmas na lavoura da soja
Picão-preto tolerante ao isoxaflutol, aplicar numa
Soja
(Bidens pilosa) Terrestre: única vez, sobre o solo úmido, após o
(tolerante a
Capim-colchão 100 – 200 plantio da soja, na pré-emergência
Isoxaflutol) Solo médio a
(Digitaria horizontalis) das plantas infestantes e na pré-
100-140 argiloso,
emergência da soja tolerante ao
Barra
Capim-marmelada isoxaflutol, através de pulverizadores
(Brachiaria plantaginea) tratorizados. Realizar no máximo 1
aplicação por ciclo da cultura.
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Capim-pé-de-galinha
(Eleusine indica)
Capim-colchão
(Digitaria horizontalis)
Capim-colonião Solo arenoso.
(Panicum maximum)
100 - 150
Capim-braquiária Avião barra
(Brachiaria decumbens) costal
Caruru
(Amaranthus retroflexus)
Picão-branco Fazer uma aplicação após o plantio,
(Galinsoga parviflora) ou mesmo durante o transplante das
Aéreo:
Picão-preto mesmas e, caso seja necessário,
20 – 40
Eucalipto e (Bidens pilosa) repetir a aplicação após o pegamento Solo médio.
Pinus Capim-braquiária das mudas. As doses variam quanto
Terrestre:
(Brachiaria decumbens) à infestação inicial ou ao potencial de Avião barra
200 - 400
Capim-carrapicho infestação de acordo com histórico da costal
(Cenchrus echinatus) área.
Caruru
(Amaranthus viridis)
100 – 200
Capim-marmelada
(Brachiaria plantaginea) Solo argiloso
Capim-pé-de-galinha
(Eleusine indica) Avião barra
Picão-branco costal
(Galinsoga parviflora)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Número, Época e Intervalo de Aplicação. Preparo da Calda, Abastecimento do
Equipamento, Tecnologia de Aplicação, Limpeza do Equipamento e Descarte da Água
de Lavagem.
Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em
suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do
produto. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do Maxutol 750WG
deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, em seguida
é necessário que se faça uma pré-diluição do Maxutol 750WG em um recipiente não reativo
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(plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do Maxutol 750
WG em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja
homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes
na formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador. Para a cultura do
algodão, adicionar 0,25% v/v de surfactante a base de lauril éter sulfato de sódio no volume
de calda. Completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo
sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e
pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação,
pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la
vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Equipamento de aplicação:
Aplicação Terrestre:
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano),
calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa
e direcionando para o solo. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por
movimentos não planejados pelo operador.
Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização
hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao solo
recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar -se que a altura da barra é a mesma com
relação ao solo em toda sua extensão de forma a permitir uma perfeita cobertura do solo.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias
a grossas.
Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato
plano) dirigido ao solo e plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da
barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura. Certificar-se que a altura da
barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser
regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Não permitir
que a calda pulverizada atinja a cultura.
Condições meteorológicas para pulverização:
Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento
Menor que 30° C Maior que 55% Entre 3 e 10 km/h
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Recomendações gerais para evitar deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas,
leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho
das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e as condições
meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva
é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas
possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado,
condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser
considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as
aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível
considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro
de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores
volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a
maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso
de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos.
Temperatura e Umidade:
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a
fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas
pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas
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nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e
frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela
neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser
identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma
nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão
térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente,
há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Aplicação Aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas tripuladas e/ou aeronaves remotamente pilotadas (drones).
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas
de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser
considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão
(PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade
mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas
que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 20-40 L/ha de calda, altura média
de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros
(de acordo com a aeronave utilizada).
• Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme
com tamanhos de gotas de média a grossa;
• Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela
aplicação;
• Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
• Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do
comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do
comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura;
Aeronaves remotamente pilotadas (drones):
Utilizar drones agrícolas equipados com discos rotativos ou pontas hidráulicas de acordo com
a recomendação de uso do fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do
orifício das pontas, o ângulo de pulverização (pelo menos 110 graus) ou a velocidade de
rotação dos discos rotativos (RPM), que permita a liberação e deposição de gotas da classe
média a grossa e uma cobertura de pulverização uniforme. Recomenda-se o volume de 20-
40 L/ha de calda, altura média de voo de 1,5 a 3 metros do alvo e largura de faixa de deposição
efetiva de 3 a 5 metros (de acordo com o equipamento utilizado).
• Para garantir que não haja vazamento de líquido durante a pulverização, a inspeção das
mangueiras e outros equipamentos de pulverização do drone deve ser feita antes do voo.
• Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela
aplicação.
• Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
• Ao pulverizar com drones, cuidado especial deve ser tomado para evitar deriva.
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Equipamento Volume Tamanho Cobertura Altura Faixa de Distribuição
de de mínima de aplicação das pontas
calda gotas voo
Aeronaves 20 - 40 Média - 40 3m 15 - 18 m 65%
L/ha Grossa gotas/cm²
Drones 20 - 40 Média - - 1,5 - 3 3-5m -
L/ha Grossa m
Condições climáticas para pulverização:
Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento
Menor que 30° C Maior que 55% Entre 3 e 10 km/h
Recomendações gerais para evitar deriva:
• Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas
habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação
ambiental;
• Siga as restrições existentes na legislação pertinente;
• O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao
equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a
pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva)
e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura);
• O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a
deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
• A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas
possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa;
• A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado,
condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser
considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da
planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não
previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições
desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
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• Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível
considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas
maiores;
• Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o
diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando
maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a
pressão;
• Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para
a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere
o uso de pontas de baixa deriva;
• O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento
de desgaste e vazamentos.
Ventos:
• A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h
e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
• Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a
umidade relativa do ar for superior à 55%;
• Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores
a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
• O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem
o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são
caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em
noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao
pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões
térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no
solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica
a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa
e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Algodão 97
Batata 70
Cana de açúcar (1)
Eucalipto UNA
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Mandioca (1)
Milho (1)
Pinus UNA
Soja geneticamente modificada (1)
(1): Não determinado devido a modalidade de emprego
UNA: Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Para todas as culturas recomendadas:
• Não aplicar o herbicida em áreas que receberam calagens pesadas em intervalo menor
que 90 dias.
• Maxutol 750WG é um herbicida pré-emergente devendo ser utilizado somente nas
culturas e modalidades para as quais está registrado, observando atentamente as
instruções de uso do produto.
• Não aplicar em solos leves com menos de 1% de matéria orgânica, encharcados ou com
drenagem prejudicada.
• Evitar a utilização de herbicidas em áreas sujeitas à erosão e ao escoamento superficial.
• Melhores resultados são obtidos quando o solo se encontra bem preparado e livre de
torrões.
• Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto
podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros
países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação
verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
• É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas
informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas
tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador,
importador antes de aplicar este produto.
• Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso
contidas nesta bula.
• É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de
campo), especialmente para culturas de exportação.
Para a cultura da cana-de-açúcar:
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• Não aplicar o produto em solos arenosos nos meses de maior incidência de chuvas
(novembro a fevereiro) para região Centro Sul e (maio a agosto) para a região Nordeste.
Para a cultura do milho:
• Não aplicar o produto em cultivares, variedades de milho branco, milho pipoca e linhagens
puras.
Para a cultura da Soja tolerante ao isoxaflutol:
• O uso de herbicida Maxutol 750WG em pré-emergência da cultura da soja, é restrito ao
uso apenas nos casos em que a cultivar de soja seja indicada como tolerante a isoxaflutol
e sua semente identificada como passível deste uso.
• Se utilizado em cultivares de soja que não sejam identificados na embalagem de suas
sementes como aptas às aplicações de Maxutol 750WG, pode resultar em danos severos
à cultura.
• Maxutol 750WG quando utilizado nas doses recomendadas e dentro das instruções de
uso, não causará danos à variedade cultivar indicada.
• Não aplicar o produto em períodos extremamente secos, sem umidade no solo. Aplicar
quando a umidade é favorável à germinação da soja e das plantas infestantes.
• No sistema de plantio direto da soja tolerante ao isoxaflutol, aplicar Maxutol 750WG
somente após a operação de dessecação das plantas infestantes a qual deverá ser
realizada com antecedência suficiente para que a pulverização do Maxutol 750WG atinja
o solo de forma mais homogênea possível.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com
a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F2 (Isoxazol) para o
controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO F2 HERBICIDA
O produto herbicida Maxutol 750WG é composto por ISOXAFLUTOL pertencente ao Grupo
F2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Não aplicável, trata-se de um HERBICIDA.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de
um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão, botas, avental, máscara,
óculos, touca árabe e luvas.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
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• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão, botas, avental, máscara,
óculos, touca árabe e luvas.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
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• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem der retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO
Pode ser nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber
ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR Maxutol 750WG
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Isoxazol
CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
Classe toxicológica
AGUDO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
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Isoxaflutol: foi absorvido rapidamente pelo trato gastrointestinal
(60% da dose nas primeiras 24 horas) e rapidamente e
extensamente metabolizado. Distribuiu-se principalmente nos rins e
Toxicocinética
fígado. Mostrou baixo potencial de acumulação. A excreção foi
rápida, 85% da dose nas primeiras 24 horas após administração,
pela urina e fezes.
Isoxaflutol: é um inibidor da 4-HPPD, em mamíferos pode interferir
Toxicodinâmica
no catabolismo da tirosina.
Produto Formulado
Exposição oral: em estudo realizado por via oral com animais de
experimentação (ratos) foi observada diarreia.
Exposição dérmica: o produto causou em animais de
experimentação (ratos) irritação no local da aplicação, edema,
Sintomas e sinais eritema, equimose, diminuição de peso corpóreo e aumento da
clínicos frequência respiratória.
Exposição inalatória: foi observada incrustação perinasal nos
animais de experimentação (ratos).
Exposição ocular: em animais de experimentação (coelhos) foi
observada miose, opacidade, inflamação da íris, vermelhidão e
quemose.
O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição
Diagnóstico e pela presença de sintomas e sinais clínicos compatíveis com
quadro de intoxicação.
Não há antídoto específico. Realizar tratamento sintomático e de
suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das
funções vitais.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água
corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde
deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
As medidas iniciais deverão verificar a existência de risco eminente
de vida e procurar contorná-lo. Deverão ser mantidas as condições
Tratamento
respiratórias do paciente através da permeabilidade das vias aéreas
(aspiração de secreções), a oferta de ar de boa qualidade, em
ambiente ventilado e a realização de respiração artificial quando
necessário, desde a boca a boca a utilização de ventilação assistida
ao nível hospitalar.
As condições circulatórias devem ter atenção no combate a quadros
de hipotensão e choque. O paciente deve ser mantido, com os
membros inferiores elevados, aquecido e com a utilização hospitalar
de vasopressores, se necessário.
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Eventuais convulsões exigem medidas como proteger o paciente de
lesões traumáticas, mantê-lo com vias aéreas permeáveis, a
administração de medicamentos anticonvulsivantes por via
endovenosa deve ser indicação do médico.
O esvaziamento gástrico irá diminuir a absorção do produto em caso
de ingestão. Não induzir o vômito. Poderá ser realizado através de
lavagem gástrica até uma hora após a exposição e dependendo da
severidade do quadro clínico na maioria dos casos a lavagem
gástrica não é necessária. O material proveniente destas manobras
deverá ser colhido para eventuais diagnósticos laboratoriais. O
carvão ativado pode ser utilizado para diminuir a absorção do
produto ainda presente no trato digestivo.
O aumento da excreção do produto já absorvido poderá ser
efetivado através de medidas que resultem em aumento da diurese,
porém se forem observados distúrbios hidroeletrolíticos, esses
deverão ser corrigidos com prioridade, bem como os distúrbios
acidobásicos.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial
de aspiração, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a
Contraindicações cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo
gástrico.
Efeitos das
Não conhecidos ou inexistentes.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-
722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
ATENÇÃO As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao
Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 110 8270 Pró-Química
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
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Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: >5000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 0,705 mg/L de ar em 4 h
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: O produto é não irritante para os olhos de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: O produto não é irritante para a pele de coelhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: Produto não sensibilizante à pele.
Mutagenicidade: Produto não mutagênico.
Efeitos Crônicos:
Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais são observados durante
toda ou boa parte de suas vidas, expostos ao Isoxaflutol, em diferentes concentrações, os
animais apresentaram redução do consumo alimentar, menor ganho de peso e redução de
atividade enzimática.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produto ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
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Maxunitech do Brasil Ltda
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa Maxunitech do Brasil Ltda. –
Telefone da empresa: (11) 3714-0044.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d'água.
Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua
devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captacão para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
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a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
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mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
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transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
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É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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