Maxulfen 500 SC
Maxunitech do Brasil Ltda
Herbicida
sulfentrazona (triazolona) (500 g/L)

Informações

Número de Registro
10424
Marca Comercial
Maxulfen 500 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
sulfentrazona (triazolona) (500 g/L)
Titular de Registro
Maxunitech do Brasil Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Cana-de-açúcar
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Citros
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Eucalipto
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Eucalipto
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Eucalipto
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Eucalipto
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Eucalipto
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Eucalipto
Cenchrus echinatus
Eucalipto
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Eucalipto
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Eucalipto
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Eucalipto
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Eucalipto
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Eucalipto
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Eucalipto
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Eucalipto
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Eucalipto
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Eucalipto
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Eucalipto
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Eucalipto
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Eucalipto
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Fumo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Fumo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Fumo
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Fumo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Fumo
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Soja
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)

Conteúdo da Bula

                                    1/19
                                          MAXULFEN 500 SC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o n° 10424

COMPOSIÇÃO:
2’,4’-dichloro-5´-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-yl)
methanesulfonanilide (SULFENTRAZONA) ..................... 500,0 g/L (50,0% m/v)
Outros ingredientes ............................................................... 700,0 g/L (70,0% m/v)
               GRUPO                                         E                                HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida pré-emergente, seletivo condicional, de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Triazolona
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
 Maxunitech do Brasil Ltda.
 Rua Irmã Pia, n° 422, sala 902, Jaguaré
 CEP: 05335-050, São Paulo/SP – CNPJ: 53.309.291/0001-60
 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP n° 4521
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
- Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd.
Xinle Town, Naxi District 636300, Luzhou City, Sichuan. China.
Produto técnico: OLASUL TÉCNICO. Registro no MAPA n° 0519
 - Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd.
Xinle Town, Naxi District 646300, Luzhou City, Sichuan. China.
Produto técnico: SNT TÉCNICO. Registro no MAPA n° 37818

FORMULADOR:
Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd.
Xinle Town, Naxi District 646300, Luzhou City, Sichuan. China.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen 1459, Recanto dos Passaros, Paulínia, SP, CEP 13140-000 CNPJ n°
03.855.423/0001-81
                          No do lote ou partida:
                           Data de fabricação:                   VIDE EMBALAGEM
                          Data de vencimento:

       ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
               AGRÔNOMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
     É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                PROTEJA-SE.
           É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                           AGITE ANTES DE USAR
  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE
                           CAUSAR DANO AGUDO
  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – Classe II -
                   Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente




                                                                                                            BULA AGROFIT 13.06.2025
                                           2/19
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




                                    BULA AGROFIT 13.06.2025
                                                                                              3/19
      INSTRUÇÕES DE USO:
      MAXULFEN 500 SC é um herbicida pré-emergente de ação sistêmica, do grupo químico
      triazolona, que contém o ingrediente ativo sulfentrazona, 500 g/L, na formulação suspensão
      concentrada, indicado para o controle de plantas infestantes nas culturas de abacaxi, cana-
      de-açúcar, café, citros, eucalipto, fumo e soja.

      CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS, DOSES DE APLICAÇÃO E
      VOLUME DE CALDA:

      CANA-DE-AÇUCAR:
      PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS INFESTANTES E A
      CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR:
                     PLANTA-INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO                         DOSE
                                                                                             Volume de
 CULTURA                                                                   Produto comercial
                       Nome comum                  Nome científico                            calda/ha
                                                                                (L/ha)
                Tiririca                      Cyperus rotundus                    1,6
                Capim-braquiária              Brachiaria decumbens
                Capim-carrapicho              Cenchrus echinatus
                Capim-colchão                 Digitaria horizontalis
                Capim-colonião (sementes)     Panicum maximum
                Capim-marmelada               Brachiaria plantaginea                                  300-400
                Capim-pé-de-galinha           Eleusine indica                                           L/ha
 Cana-de-       Beldroega                     Portulaca oleracea                                     (terrestre)
   açúcar                                                                          1,2
                Caruru                        Amaranthus viridis
                                                                                                     10-40 L/ha
                Erva-quente                   Spermacoce alata
                                                                                                      (aérea)
                Guanxuma-branca               Sida glaziovii
                Poaia-branca                  Richardia brasiliensis
                Trapoeraba                    Commelina benghalensis
                Corda-de-viola                Ipomoea grandifolia
                Leiteiro                      Euphorbia heterophylla
Aplicar em pós plantio da cultura e em pré emergência das plantas infestantes e da cultura.
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.




                                                                                     BULA AGROFIT 13.06.2025
                                                                                         4/19
     SOJA:
     PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS INFESTANTES E À
     CULTURA DA SOJA:

     O produto pode ser aplicado em pré-emergência no sistema convencional como no
     sistema de plantio direto de acordo com seguintes recomendações:
                    PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO                      DOSE
                                                                                         Volume de
CULTURA                                                                Produto comercial
                     Nome comum                  Nome científico                          calda/ha
                                                                            (L/ha)
             Capim-arroz                       Echinochloa crusgalli
             Capim-braquiária                  Brachiaria decumbens
             Capim-carrapicho                  Cenchrus echinatus
             Capim-colchão                     Digitaria horizontalis
             Capim-colonião (sementes)         Panicum maximum
             Capim-custódio                    Pennisetum setosum
             Capim-marmelada                   Brachiaria plantaginea
             Capim-pé-de-galinha               Eleusine indica
             Amendoim-bravo                    Euphorbia heterophylla
             Beldroega                         Portulaca oleracea
                                               Acanthospermum                                 250-300
               Carrapicho-de-carneiro
                                               hispidum                                          L/ha
               Carrapicho-rasteiro             Acanthospermum australe                       (terrestre)
    Soja       Caruru-roxo                     Amaranthus hybridus             1,2
               Cheirosa                        Hyptis suaveolens                             10-40 L/ha
               Corda-de-viola                  Ipomoea grandifolia                             (aérea)
               Desmódio                        Desmodium tortuosum
               Erva-quente                     Spermacoce alata
               Erva-palha                      Blainvillea latifolia
               Falsa-serralha                  Emilia sonchifolia
               Guanxuma                        Sida rhombifolia
               Joá-de-capote                   Nicandra physaloides
               Maria-pretinha                  Solanum americanum
               Mentrasto                       Ageratum conyzoides
               Poaia-branca                    Richardia brasiliensis
               Picão-preto                     Bidens pilosa
               Trapoeraba                      Commelina benghalensis
- As doses acima são recomendadas para solos pesados. Não aplicar o produto nas doses acima em solos
leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.
- Plantio direto: o produto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas infestantes: Capim-
braquiária (Brachiaria decumbens), Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), Capim-colchão (Digitaria
horizontalis), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla), Guanxuma (Sida rhombifolia), Corda- de-viola
(Ipomonea grandifolia), observando a seguinte sequência: 1) Dessecação de plantas infestantes (manejo
químico), 2) Plantio e 3) aplicação do produto sempre na dose de 1,2 L/ha.
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.




                                                                                  BULA AGROFIT 13.06.2025
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                    PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO                       DOSE
                                                                                          Volume de
CULTURA                                                                 Produto comercial
                   Nome comum                  Nome científico                             calda/ha
                                                                             (L/ha)
              *Trapoeraba               Commelina benghalensis               0,4-0,6        250-300
                                                                                              L/ha
   Soja       Amendoim-bravo            Euphorbia heterophylla                 0,8         (terrestre)
                                                                                     10-40 L/ha
              Caruru-roxo               Amaranthus hybridus                      0,8   (aérea)
Doses indicadas para solos leves e médios em aplicação do produto em pré-emergência e no plantio
convencional.
*Recomendado somente para solos leves.
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.

     APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA TOTAL DAS PLANTAS                              INFESTANTES
     (DESSECAÇÃO) ANTES DO PLANTIO DA CULTURA DA SOJA:
                    PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO                           DOSE
                                                                                              Volume de
CULTURA                                                                   Produto comercial
                  Nome comum                    Nome científico                                 calda/ha
                                                                                 (L/ha)
                                                                                                250-300
              Trapoeraba               Commelina benghalensis                                      L/ha
    Soja                                                                        0,2-0,4        (terrestre)
              Corda-de-viola           Ipomoea grandifolia                                     10-40 L/ha
                                                                                                 (aérea)
Aplicar o produto na pós-emergência das plantas infestantes (dessecação), com auxílio de pulverizadores
terrestres manual costal ou tratorizado. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo
com 6-8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35% respectivamente.
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.

     CITROS e CAFÉ:
     APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES.
                    PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO                       DOSE
                                                                                          Volume de
CULTURA                                                                 Produto comercial
                 Nome comum                   Nome científico                              calda/ha
                                                                              (L/ha)
               Caruru                   Amaranthus retroflexus
               Capim-carrapicho         Cenchrus echinatus
               Capim-colchão            (Digitaria horizontalis
    Citros                                                               1,2-1,4
               Grama-seda               Cynodon dactylon
               Trapoeraba               Commelina benghalensis
               Picão-preto              Bidens pilosa                                     200-400
               Capim-colchão            Digitaria horizontalis                              L/ha
               Capim-pé-de-                                                              (terrestre)
                                        Eleusine indica
               galinha
     Café      Tiririca                 Cyperus rotundus                   1,4
               Losna-branca             Parthenium hysterophorus
               Picão-preto              Bidens pilosa
               Caruru                   Amaranthus viridis
Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e
cítricos adultos em jato dirigido para o solo.
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.

                                                                                   BULA AGROFIT 13.06.2025
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      FUMO:
      APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA NO PRÉ-PLANTIO DAS MUDAS DE FUMO E NO
      PÓS-PLANTIO EM JATO DIRIGIDO NA ENTRE-LINHA DA CULTURA:
                    PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO                           DOSE
                                                                                               Volume de
CULTURA                                                                   Produto comercial
                     Nome comum                   Nome científico                               calda/ha
                                                                                 (L/ha)
             Capim-papua                 Brachiaria plantaginea                    0,8
             Poaia-branca                Richardia brasiliensis                 0,6-0,8          200-400
   Fumo      Caruru-roxo                 Amaranthus hybridus                       0,6             L/ha
             (1)
                 Tiririca                Cyperus rotundus                       0,6-0,8         (terrestre)
             (1)
                 Leiteiro                Euphorbia heterophyla                     0,8
- A aplicação do produto é recomendada para a cultura do fumo somente em solos leves e médios.
- A aplicação pode ser feita de duas formas:
- Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de
50 cm. Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando
aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30
dias após a aplicação.
- Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma
faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver
injúria.
(1)
    Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophyla
utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1 L de MAXULFEN 500 SC/ha).
As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para
os solos médios.
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.

      ABACAXI
      APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES E EM PÓS-
      PLANTIO DA CULTURA, ATRAVES DE JATO DIRIJIDO NAS ENTRELINHAS .
                    PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO                            DOSE
                                                                                                  Volume de
CULTURA                                                                   Produto comercial
                   Nome comum                     Nome científico                                   calda/ha
                                                                                  (L/ha)
             Capim braquiária              Brachiaria decumbens                  1,2-1,4
             Beldroega                     Portulaca oleracea                       1,2             200 L/ha
 Abacaxi
                                                                                                   (terrestre)
             Capim favorito                Rhynchelitrum roseum                  0,8-1,2
Aplicação em pré emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da cultura, através jato dirigido nas
entrelinhas. Capim-favorito: a aplicação visando o controle de Capim- favorito deve ser realizada somente em
solo leve e médio.
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.




                                                                                      BULA AGROFIT 13.06.2025
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      EUCALIPTO:
      APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
                     PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO                           DOSE
                                                                                                  Volume
CULTURA                                                                     Produto comercial
                       Nome comum                   Nome científico                             de calda/ha
                                                                                  (L/ha)
               Capim-pé-de-galinha          Eleusine indica                          0,8
               Caruru-branco                Amaranthus hybridus                      0,8
               Beldroega                    Portucala oleracea                       0,8
               Joá-de-capote                Nicandra physaloides                     0,8
               Erva-de-bicho                Solanum americanum                       0,8
               Trapoeraba                   Commelina benghalensis                   0,9
               Erva-palha                   Blainvillea latifolia                    0,9
               Falsa-serralha               Emilia sonchifolia                       0,9
               Mentrasto                    Ageratum conyzoides                      0,9
               Capim-arroz                  Echinochloa crusgalli                     1
               Capim-braquiária             Brachiaria decumbens                      1
               Capim-carrapicho             Cenchrus echinatus                        1
               Capim-colchão                Digitaria horizontalis                    1           200-400
 Eucalipto     Capim-colonião               Panicum maximum                           1              L/ha
               Capim-custódio               Pennisetum setosum                        1          (terrestre)
               Capim-marmelada              Brachiaria plantaginea                    1
               Carrapicho-de-carneiro       Acanthospermum hispidum                   1
               Corda-de-viola               Ipomoea grandifolia                       1
               Erva-quente                  Spermacoce latifolia                      1
               Poaia-branca                 Richardia brasiliensis                    1
               Picão-preto                  Bidens pilosa                             1
               Amendoin-bravo               Euphorbia heterophylla                    1
               Guanxuma                     Sida rhombifolia                          1
               Carrapicho-rasteiro          Acanthospermum australe                 1-1,2
               Cheirosa                     Hyptis suaveolens                        1,2
               Desmodio                     Desmodium tortuosum                      1,2
               Tiririca                     Cyperus rotundus                      1,2-1,6
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da planta-infestante na área.
O produto é um herbicida pré-emergente em relação às plantas infestantes, que pode ser aplicado antes
ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar
através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas.
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.

      Nota: 1 litro de MAXULFEN 500 SC contem 500 g/L do ingrediente ativo sulfentrazona.

      MODO DE APLICAÇÃO:
      MAXULFEN 500 SC pode ser aplicado através de pulverizadores costal manual ou
      motorizado, tratorizado e aeronave agrícola.
      Para aplicação do produto é necessário umidade no solo para iniciar sua atividade
      biológica de controle das plantas infestantes.




                                                                                     BULA AGROFIT 13.06.2025
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Equipamentos de Aplicação:
Aplicação terrestre:
Através de pulverizadores costal manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, com
barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR
Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm.
Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que
40 Ib/pol2.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra

Aplicação aérea:
Através de aeronave agrícola.
Volume de calda: 40 L/ha
Pressão: 30 psi, Bicos: D8-45, Ângulo da barra: 135º (frente) ou 45º (atrás), Altura de
voo: 5 m, Faixa de deposição: 15 m.

Condições climáticas: as aplicações devem ser realizadas em condições de temperatura
inferior a 27°C e umidade relativa do ar acima de 70%, ventos até 10 km/h. Observações
locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou
deriva. Em caso de dúvida consultar um engenheiro agrônomo.

Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher o tanque do pulverizador com água limpa até a metade de sua capacidade e adicionar
MAXULFEN 500 SC na dose previamente determinada. Manter o misturador mecânico ou o
retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da
calda de forma contínua durante o seu preparo. O registro do pulverizador deve ser fechado
durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à
cultura.

Lavagem do equipamento:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do
produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):
Abacaxi     60 dias
Café        130 dias
Cana-de-açúcar (1)
Citros      200 dias
Eucalipto    U.N.A.
Fumo         U.N.A.
Soja            (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A.: Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.



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LIMITAÇÕES DE USO:
Na aplicação em cana-soca recém-germinada podem ocorrer “queimas” localizadas, onde
houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem
afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade.
Na ocorrência de chuvas excessivas, após a aplicação em solos altamente arenosos, poderá
ocorrer leve clorose nas folhas de soja, entretanto, estas recuperam-se, não havendo
prejuízos para produtividade.
Evitar sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos à cultura da
soja.
A tolerância de novas variedades ao produto deverá ser estabelecida antes de ser usado em
larga escala. Consulte o fornecedor de sementes de sua região. A aplicação deverá ser
feita sempre antes da emergência da cultura da soja. O produto aplicado no “cracking” da
soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura.
Injúria na cultura da soja poderá ocorrer em solos pouco drenados, muito compactados ou
em solos saturados por longo período de tempo.
Se houver falhas no plantio devido a condições climáticas, apenas a soja deverá ser
replantada. Não reaplicar o produto, pois poderá ocorrer injúria.
Um período mínimo de 18 meses após a aplicação do produto é exigido para a rotação com
a cultura de algodão.
Na cultura do eucalipto a aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas”
localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com
recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade.
O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo
pela gradagem.

FITOTOXICIDADE: O produto utilizado dentro das recomendações indicadas pelo fabricante
não induz efeitos fitotóxicos às culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.




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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a
esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente
prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os
problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas
aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).

O produto herbicida é composto por sulfentrazona que apresenta mecanismo de ação dos
Inibidores da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo E, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle (ex. controle cultural, biológico, etc.)




                                                                                  BULA AGROFIT 13.06.2025
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               DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

        ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
                           PRODUTO PERIGOSO.
       USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
   pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios
   e válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
   com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
   e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um
   profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
   em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de crianças e de animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
   seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental
   impermeável, máscara com filtro combinado mecânico classe P2 ou P3, óculos de
   segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
   relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado
mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas
de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
em que estiver sendo aplicado o produto;


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- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato e não permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado
mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, óculos de segurança
com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre em áreas
tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, avental, botas,
macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
- É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

                                         Pode ser nocivo se ingerido
                    ATENÇÃO              Pode ser nocivo em contato com a pele
                                         Nocivo se inalado




                                                                                BULA AGROFIT 13.06.2025
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. levando
a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber
ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-
la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar dever proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.


        INFORMAÇÕES MÉDICAS – SULFENTRAZONA (MAXULFEN 500 SC)
  Grupo químico     Triazolona
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição Oral, inalatória e dérmica
                    Um estudo de metabolismo da sulfentrazona em ratos mostrou que a
                    absorção foi quase completa e independente da dose e do sexo dos
                    animais testados. O metabolismo da sulfentrazona foi testado em ratos,
                    cabras e galinhas, o metabólito primário foi o 3-hidroximetil- sulfentrazona
                    (88 a 95%), excretado pela urina e fezes, tendo sido também encontrados
   Toxicocinética   os metabólitos 3-desmetil-sulfentrazona e 2,3- diidroximetil sulfentrazona.
                    A sulfentrazona inalterada foi detectada em uma quantidade muito baixa
                    nas fezes. Os herbicidas do grupo das triazolinonas, como a sulfentrazona,
                    são rapidamente metabolizados e são quase totalmente excretados dentre
                    3 a 5 dias pela urina e fezes. A
                    sulfentrazona e os seus metabólitos não são bioacumuláveis.
                    A sulfentrazona é um herbicida inibidor da enzima protoporfirinogênio-
                    oxidase (Protox), o que constitui seu modo de ação como herbicida. Em
                    mamíferos, o alvo da sulfentrazona é o sistema hematopoiético, através
                    da inibição da enzima protoporfirinogênio-oxidase mitocondrial, que
                    interfere na biossíntese do grupo heme da cadeia da hemoglobina. Como
  Toxicodinâmica
                    resultado, há aumento nos níveis de porfirina sanguínea, em animais, após
                    doses orais do ativo. Pelo fato deste herbicida ser efetivamente
                    metabolizado e excretado, os níveis de porfirina regridem ao normal
                    dentro de alguns dias. Em geral, para indivíduos saudáveis, os
                    metabólitos não representam um perigo toxicológico relevante.
                    Não há descrição de intoxicação por sulfentrazona em literatura. O produto
                    pode causar irritação ocular e cutânea. Se ingerido, pode causar
Sintomas e sinais irritação do trato gastrointestinal, manifestada por dor abdominal,
      clínicos      náusea, vômito e diarreia. Por causar inibição da enzima
                    protoporfirinogênio oxidase, pode levar à redução de eritrócitos e, em
                    casos extremos, anemia.


                                                                              BULA AGROFIT 13.06.2025
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                    O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
    Diagnóstico
                    ocorrência de quadro clínico compatível.
                    Não há antídoto específico. Tratamento sintomático de suporte. Exposição
                                                                                             oral:
                    - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é
                    recomendada.
                    - A descontaminação gastrintestinal geralmente não é necessária.
                    - Não se sabe se o carvão ativado é útil no tratamento das ingestões.
                    Avalie a necessidade de administração de carvão ativado.
                    - Monitore os sinais vitais e o estado mental após exposição significativa.
                    - Monitore a contagem de células sanguínea. Em pacientes com suspeita
                    de porfiria devido à ingestão deste produto, monitore a contagem de
                    células sanguíneas, enzimas hepáticas, painel metabólico básico,
                    urinálise      e       níveis     de      porfirina    séricas.
                    - Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de
    Tratamento
                    fluido extracelular após vômito severo e diarreia. Exposição
                    inalatória: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a
                    alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie
                    quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia.
                    Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Exposição
                    dérmica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a
                    área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado
                    para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem.
                    Exposição ocular: Lave os olhos com água em abundância ou soro
                    fisiológico (0,9%) à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos.
                    Se persistir a irritação, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
                    específico.


                    A indução de vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
 Contraindicações
                    aspiração.
    Efeitos das
    Interações      Não são conhecidos efeitos das interações químicas.
    Químicas
                    Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
                    diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722- 6001
                    Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
    ATENÇÃO         (RENACIAT/ANVISA/MS)
                    As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
                    Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no
                    Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique
                    o caso no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                    Telefone de Emergência da Empresa: 0800 110 8270 Pró-Química



Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.




                                                                               BULA AGROFIT 13.06.2025
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Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado):
DL50 oral em ratas fêmeas > 2000 mg/kg peso corpóreo
DL50 dérmica em ratos machos e fêmeas > 4000 mg/kg de peso corpóreo
CL50 inalatória (4 horas) em ratos machos e fêmeas > 2,14 mg/L
Irritação dérmica: Foi observado eritema grau 1 (pouco perceptível) no animal 2 durante a
avaliação de 1 hora, com reversão em 24 horas. Não irritante.
Irritação ocular: Na avaliação de 1 hora, todos os animais apresentaram hiperemia grau 1,
com reversibilidade total em 24 horas. Não irritante.
Sensibilização dérmica: não causou sensibilização dérmica
Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização respiratória.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação
gênica reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em
células de camundongos.

Efeitos crônicos:
O produto foi administrado na dieta de ratos e camundongos por 2 anos, tendo sido
associados tremores com a exposição repetida dos animais de laboratório ao produto. Os
efeitos da sulfentrazona não são cumulativos. A sulfentrazona não tem demostrado nenhum
potencial neurotóxico, mutagênico ou carcinogênico.


                DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.
-    Este produto é:

      Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)

      Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)

      Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

      Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)



    - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no
                     solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
                - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
                        - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
       - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para plantas que se deseje preservar. Não
         aplique O PRODUTO próximo a áreas de preservação ou onde possa ocorrer o
               escoamento superficial para essas áreas ou atingir corpos hídricos.




                                                                                 BULA AGROFIT 13.06.2025
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- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aero-agrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Maxunitech do Brasil
Ltda. – Telefone da empresa: (11) 3714-0044.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
•    Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
    auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
    derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
    telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
•    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
    esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
    empresa registrante conforme indicado acima.
•    Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
    animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
    visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
    características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-   Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de
    CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

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2. PROCEDIMENTOS   DE    LAVAGEM,    ARMAZENAMENTO,  DEVOLUÇÃO,
   TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
   PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
    Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL
-   LAVAGEM DA EMBALAGEM:
     Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos
     EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda
     do produto.

•  Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
    mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-   Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-   Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-   Faça esta operação três vezes;
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
•   Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir
os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.




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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os
seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
   invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
   segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
   pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
   30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

                                                                               BULA AGROFIT 13.06.2025
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- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (embalagens padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e
com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

Para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio
onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

-   É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
    VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

-  EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
   INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.




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