Mascrop; Fisiogen;
De Sangosse Agroquímica Ltda
Regulador de Crescimento
ácido 4-indol-3-ilbutírico (ácido indolalcanóico) (.05 g/L) + ácido giberélico (giberelina) (.05 g/L) + cinetina (citocinina) (.09 g/L)

Informações

Número de Registro
06021
Marca Comercial
Mascrop; Fisiogen;
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
ácido 4-indol-3-ilbutírico (ácido indolalcanóico) (.05 g/L) + ácido giberélico (giberelina) (.05 g/L) + cinetina (citocinina) (.09 g/L)
Titular de Registro
De Sangosse Agroquímica Ltda
Classe
Regulador de Crescimento
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Alface
Arroz
Café
Cana-de-açúcar
Cevada
Citros
Feijão
Milho
Soja
Trigo

Conteúdo da Bula

                                    MASCROP/FISIOGEN
                  Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária ‐ MAPA sob o nº06021.

COMPOSIÇÃO:
N6‐furfuryladenine (CINETINA)............................................................................. 0,09 g/L (0,009% m/v)
Ácido(3S,3aS,4S,4aS,7S,9aR,9bR,12S)‐7,12‐dihidroxi‐3‐metil‐6‐metileno‐2‐oxoperhidro‐4a,7‐metano‐
9b,3‐propeno[1,2‐b]furan‐4‐carboxílico
(ÁCIDO GIBERÉLICO, GA3) ..................................................................................... 0,05 g/L (0,005% m/v)
4‐(indol‐3‐yl)butyric acid (ACIDO 4‐INDOL‐3ILBUTÍRICO) .................................... 0,05 g/L (0,005% m/v)
Propilenoglicol ..............................................................................................1037,73 g/L (103,77% m/v)
Outros Ingredientes............................................................................................. 2,08 g/L (0,208 % m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.

CLASSE: Regulador de Crescimento Vegetal

GRUPO QUÍMICO: Citocinina + Giberelina + Ácido Indolalcanóico.

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO:
DE SANGOSSE AGROQUÍMICA LTDA (*).
Avenida Ricardo Eik Medes Borges, 5800 – CEP: 86200‐000 – Zona Industrial – Ibiporã ‐ PR
Telefone: 043 3178‐1900 – CNPJ: 72.097.017/0001‐10
Registro da Empresa na SEAB sob nº 001700
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE:
Cinetina e Ácido 4‐Indol‐3ilbutírico (IBA):
Zhejiang Dapeng Pharmaceutical Co., Ltd.
Chemical Substance Base, Linhai Block, Linhai Taizhou City, Zhejiang Province, China, 317016.

Ácido Giberélico (GA3):
Jiangxi New Reyphon Biochemical Co., Ltd.
Middle Zone of Salt‐ Industry Park, Xin Gan County, Jiangxi Province, China 331300

Zhejiang Qianjiang Biochemical Co., Ltd.
No. 9 Shidai Road, Haichang Sub‐district, Haining, Zhejiang Province, China

FORMULADOR:
CJB Industries Inc.
2114 Cypress Street, Valdosta, Georgia, 31601 ‐ Estados Unidos da América

De Sangosse Agroquímica Ltda.
Avenida Ricardo Eik Mendes Borges, 5800 – Zona Industrial – Ibiporã ‐ PR
CEP: 86200‐000 – CNPJ: 72.097.017/0001‐10
Registro da Empresa na SEAB sob nº 001700
Tagma Brasil Industria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Bairro Recanto dos Pássaros – Município de Paulínia – Estado de
São Paulo – CEP 13148‐030 ‐ CNPJ: 03.855.423/0001‐81
Número de registro do estabelecimento CDA/SP sob nº 477


MANIPULADOR/IMPORTADOR:
DE SANGOSSE AGROQUÍMICA LTDA.
Avenida Ricardo Eik Mendes Borges, 5800 – Zona Industrial – Ibiporã ‐ PR
CEP: 86200‐000 – CNPJ: 72.097.017/0001‐10
Registro da Empresa na SEAB sob nº 001700


                  No do Lote ou partida:
                  Data de Fabricação:                VIDE EMBALAGEM
                  Data de Vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE‐OS
                                   EM SEU PODER.
     É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA‐SE.
                  É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                        Indústria Brasileira
  “(Dispor este termo quando houver processo fabril em território nacional conforme Art.4º e 273º do
                            Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)”

                                  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLOGICA –
                        Categoria Não Classificado – Produto Não Classificado

   CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL ‐ CLASSE IV – Produto Pouco
                               Perigoso ao Meio Ambiente




Cor da Faixa: Verde

INSTRUÇÕES DE USO:

MASCROP é um regulador de crescimento indicado para promover o crescimento e o
desenvolvimento vegetal, o enraizamento e aumentar a produtividade das culturas de alface,
algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, cevada, citros, feijão, milho, soja, tomate, trigo e uva.

Culturas, Dose, Volume de Calda, Número, Época e Intervalo de Aplicação:

                                                                                               Número
                Forma de              Dose           Volume
 Cultura                                                           Época de aplicação         máximo de
                aplicação       (vide observações)   de calda
                                                                                              aplicações
               Pulverização         100-150          300-400    Aplicado a cada 4 dias, no
  Alface                                                                                          8
                  Foliar        mL/100L de água        L/ha     período entre o transplante
                                                            das mudas e a colheita
           Tratamento de      15-20 mL/kg de
                                                   -              Semeadura             1
             sementes            semente
Algodão                                                       Estádio V3 (3º nó
            Pulverização                        100-200
                              250-375 mL/ha                vegetativo) ou estádio R1    1
               Foliar                             L/ha
                                                               (1º botão floral)
                                 400 – 600
           Tratamento de
                               mL/100 kg de        -           Antes do plantio         1
             sementes
                                 sementes
 Arroz      No Sulco de         500 – 1000       80-100
                                                                   No plantio           1
              Plantio              mL/há          L/ha
            Pulverização                        100-200
                              250 – 500 mL/ha                  No perfilhamento         1
                foliar                            L/ha
            Pulverização      100-200 mL/100    400-500
                                                                  Pré-florada           1
               Foliar            L de água        L/ha
            Pulverização      100-200 mL/100    400-500
                                                              Queda das pétalas         1
               Foliar            L de água        L/ha
 Café       Pulverização      100-200 mL/ 100   400-500    30 dias após Queda das
                                                                                        1
               Foliar            L de água        L/ha       pétalas (“chumbinho”)
                                                           3 aplicações: Pré-florada,
            Pulverização      100 mL/100 L de   400-500
                                                             Queda das pétalas e        3
               Foliar              água           L/ha
                                                                  “Chumbinho”
            Pulverização                                   No sulco do plantio, antes
                              500-750 mL/ha     100 L/ha                                1
Cana-de-   sobre os toletes                                        da cobrição
 açucar     Pulverização                        100-200     60 dias após o início da
                              500-750 mL/ha                                             1
                Foliar                            L/ha              brotação
                                250 – 500
           Tratamento de
                               mL/100 kg de        -           Antes do plantio         1
             Sementes
                                sementes
Cevada      No Sulco de                          80-100
                              500 -1000 mL/ha                      No plantio           1
              Plantio                             L/ha
            Pulverização                        100-200
                              250 - 500 mL/ha                  No perfilhamento         1
               Foliar                             L/ha
            Pulverização                          2000     3 aplicações nos períodos
 Citros                         1000 mL/ha                                              3
               Foliar                             L/ha        de maior vegetação
                                500 – 750
           Tratamento de
                               mL/100 kg de        -           Antes do plantio         1
             sementes
                                sementes
 Feijão     No Sulco de        1000 – 1500       80-100
                                                                   No plantio           1
              Plantio             mL/há           L/ha
            Pulverização                        100-200       Estádio V4 (3ª folha
                              250 - 500 mL/ha                                           1
               Foliar                             L/ha         trifoliolada aberta)
                               1000 – 1500
           Tratamento de
                               mL/100 kg de        -           Antes do plantio         1
             Sementes
                                 sementes
 Milho      No Sulco de         500 – 1000       80-100
                                                                   No plantio           1
              Plantio             mL/há           L/ha
            Pulverização                        100-200       Estádio V4 (4ª folha
                              250 – 500 mL/ha                                           1
                foliar                            L/ha            expandida)
                                 500 - 750
           Tratamento de
                               mL/100 kg de        -           Antes do plantio         1
  Soja       Sementes
                                 sementes
            No Sulco de         500 – 1000      80-100             No plantio           1
                  Plantio           mL/há          L/ha
                                                             Entre os estádios V5 e V6
               Pulverização                      100-200
                               250 – 500 mL/ha                 (4ª e 5ª folha trifoliada     1
                  Foliar                           L/ha
                                                                      expandidas)
               Pulverização                      100-200               Estádio R1
                               250 – 500 mL/ha                                               1
                  Foliar                           L/ha       (início do florescimento)
               Pulverização                      100-200               Estádio R3
                               250 – 500 mL/ha                                               1
                  Foliar                           L/ha         (início da frutificação)
                                                            5 aplicações, iniciando aos
                                                   400 a
               Pulverização                                 25 dias após o transplantio;
 Tomate                         500-750 mL/ha      1000                                      5
                   foliar                                        demais aplicações a
                                                    L/ha
                                                                intervalos de 25 dias.
                                  400 – 600
               Tratamento de
                                mL/100 kg de         -           Antes do plantio            1
                 Sementes
                                  sementes
  Trigo        No Sulco de       500 – 1000       80-100
                                                                    No plantio               1
                 Plantio            mL/há          L/ha
               Pulverização                      100-200
                               250 - 500 mL/ha                   No perfilhamento            1
                  Foliar                           L/ha
                                                             3 aplicações após a poda
                                                             de produção: 1ª) brotação
               Pulverização    150 mL/100 L de
   Uva                                           800 L/ha   com 20 cm; 2ª) bagas com         3
                  Foliar            água
                                                            6 a 8 mm; 3ª) 7 dias após a
                                                                segunda aplicação


Observações:

No Tratamento de Sementes, optar pelas maiores doses quanto menor for o tamanho médio das
sementes em cada cultura; quanto maior forem as quantidades de sementes a serem utilizadas por
unidade de área e/ou quanto maior for o nível de tecnologia de produção empregado e,
consequentemente, a expectativa de produtividade.

No Sulco de Plantio, optar pelas maiores doses quanto menor for o espaçamento entre linhas e/ou
quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, consequentemente, a produtividade
esperada.

Nas Pulverizações Foliares, optar pelas maiores doses à medida que aumenta a expectativa de
produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado; quanto maior for o
potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada e/ou quanto maior for o grau de
desenvolvimento da cultura‐alvo.

Equipamentos e Modo de Aplicação:

Tratamento de Sementes: utilizar, preferencialmente, máquinas específicas para tratamento de
sementes, cujas instruções de uso são fornecidas pelos seus fabricantes. Se não houver
disponibilidade dessas máquinas, poderão ser usados também: tambores rotativos excêntricos ou
betoneiras. Após tratadas, as sementes deverão ser armazenadas à sombra até o momento do
plantio.

Sulco de Plantio: aplicar o produto, diluído em água, através de pulverização, no sulco de plantio,
utilizando‐se pulverizadores com bicos tipo leque (ângulo de 80 ou menor) fixados nas linhas de
plantio das semeadoras ou das cobridoras e/ou plantadoras, no caso da Cana‐de‐açúcar. O volume
de calda a ser utilizado dependerá da vazão dos bicos e da velocidade do trator. Para isso seguir as
orientações do Engenheiro Agrônomo responsável.

Pulverização Foliar:
Aplicação terrestre: utilizar pulverizadores manuais ou tratorizados dotados de bicos tipo leque ou
cônicos. Para as culturas de Café, Citros e Uva, utilizar pulverizadores tratorizados munidos de
pistolas ou turbo‐pulverizadores. Para a cultura do Café também pode‐se utilizar pulverizadores
manuais. O volume de calda a ser utilizado dependerá do índice de enfolhamento, da altura e do
diâmetro ou tamanho da copa das plantas no momento da aplicação, bem como da vazão dos bicos e
velocidade de trabalho. Para isso, seguir as orientações do Engenheiro Agrônomo.

Aplicação aérea: por meio de aeronaves agrícolas, equipadas com atomizadores de tela rotativa
(“Micronair”) ou com barras dotadas de bicos adequados à cultura‐alvo e/ou às condições climáticas
no momento da pulverização. Volume de calda: o produto poderá ser aplicado tanto a baixo volume
(5‐50 L/ha) como a ultrabaixo volume – UBV (< 5 L/ha); Altura de vôo de 3 a 4 metros do alvo a ser
pulverizado; Temperatura do ar até 27 C; Umidade relativa do ar mínima de 55 %; Velocidade do
vento entre 3 e 10 km/h.

Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto,
realizar lavagem completa do equipamento.

Intervalo de Segurança:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para
este ingrediente ativo.

Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas:
Aplicação Foliar: 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas
tratadas antes deste período, usar óculos de proteção, macacão de magas compridas, luvas de nitrila
e botas.
Aplicação em sementes: Não há necessidade de observação de intervalo de reentrada, o produto se
destina ao tratamento de sementes.
No solo: Não aplicável devido a modalidade de emprego.

Limitações de uso:
O produto não causa fitotoxicidade se usado respeitando as doses e culturas recomendadas.
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA: Não se aplica por se tratar de um regulador de
crescimento vegetal.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não se aplica por se tratar de um
regulador de crescimento vegetal.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


              MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

           ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
             USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
 Produto para uso exclusivamente agrícola.
 O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
 Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
 Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
 Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
 Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
    com a boca.
 Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos, ou com a
    vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
 Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
    de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
    habilitado.
 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
    primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
 Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
    longe do alcance das crianças e de animais.
 Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
    ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável,
    máscara, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção.
 Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
    a forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
 Utilize equipamento de proteção individual ‐ EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
   mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
   botas de borracha; avental impermeável; máscara; óculos de segurança com proteção lateral, touca
   árabe e luvas de proteção.
 Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
   (EPI) recomendados.
   Ao abrir a embalagem, faça‐o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES:
 Evite ao máximo possível o contato com as sementes tratadas.
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que
   estiverem sendo tratadas as sementes, ou após a aplicação.
 Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados nas
   atividades que envolvam o tratamento das sementes.
 Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
   mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
   botas de borracha; avental impermeável; máscara; óculos de segurança com proteção lateral, touca
   árabe e luvas de proteção.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
    estiver sendo aplicado o produto.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
    as melhores condições climáticas para cada região.
 Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
    pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
 Utilize equipamento de proteção individual ‐ EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
    mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
    botas de borracha; avental impermeável; máscara; óculos de segurança com proteção lateral, touca
    árabe e luvas de proteção.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
   até o final do período de reentrada.
 Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
   produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
   (EPI) recomentados para o uso durante a aplicação.
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas
   logo após a aplicação.
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
   de tempo entre a última aplicação e a colheita).
 Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
   para evitar contaminação.
 Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de criança e animais.
 Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
 Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), separados das demais roupas da
   família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
 Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
 Não reutilizar a embalagem vazia.
    No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com
     tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
     pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara; óculos de
     segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção.
    Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
     ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
    A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
     protegida.

 PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
 embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
 Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
 o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
 Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
 a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve‐se retirá‐la.
 Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
 contaminados e lave a pele com muita água e sabão neutro, por pelo menos 5 minutos.
 Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
 A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
 exemplo.


                        RISCOS ASSOCIADOS AO USO DO PRODUTO MASCROP

                                         INFORMAÇÕES MÉDICAS
                       Cinetina: Citocinina
Grupo químico          Ácido Giberélico (GA3): Giberelina
                       Ácido 4‐indol‐3‐ilbutírico: Ácido Indolalcanóico
Classe Toxicológica    Não classificado – Produto Não Classificado
Vias de exposição      Oral, inalatória, ocular e dérmica.
                       Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres
                       humanos.
                       Propilenoglicol: Segundo a literatura, em adultos com funções hepáticas e renais
Toxicocinética
                       normais, a meia‐vida de propilenoglicol varia de 1,4 a 3,3 horas. O
                       propilenoglicol é eliminado principalmente por meio dos rins (12% ‐45%), com o
                       restante sendo metabolizado no fígado para formar lactato, acetato e piruvato.
Mecanismos de
                       Os mecanismos de toxicidade não são conhecidos em seres humanos.
toxicidade
                       Não se tem informações sobre os sintomas de intoxicação em seres humanos.

                       Propilenoglicol:
Sintomas e sinais
                       Oral: Os efeitos adversos relatados do Propilenoglicol incluem toxicidade do
clínicos
                       sistema nervoso central (SNC), hiperosmolaridade, hemólise, arritmia cardíaca,
                       convulsões, agitação e acidose láctica.

                       Pele: Em estudos em humanos, existem indicações que o propilenoglicol pode
                     causar fraca sensibilização a pele.

                     O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
                     quadro clínico compatível.
Diagnóstico
                     Propilenoglicol: Monitoramento laboratorial dos níveis de Propilenoglicol,
                     osmolaridade, lactato, piruvato, bicarbonato, creatinina e intervalo aniônico
                     podem ajudar os médicos a fazer o diagnóstico de toxicidade.
                     Se ingerido, não provoque vômito.
                     Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com água, por no mínimo
                     15 minutos.
                     Se houver contato com a pele, lavar com água em abundância e sabão neutro.
                     Se for inalado, remova a vítima para local arejado.

                     Propilenoglicol:
                     Exposição oral: propilenoglicol é um álcool de baixo peso molecular, 76,1
                     daltons, que é não iônico, altamente solúvel em água (DVD 0,7‐0,9 L / kg), e
                     carece de soro significativo ligação de proteínas, tornando‐a prontamente
                     eliminada por hemodiálise. A diálise intermitente é o método preferido de
Tratamento           tratamento, pois diminui rapidamente níveis de propilenoglicol (sem rebote em
                     seu nível) e corrige anormalidades metabólicas associadas

                     Exposição Dérmica: Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com
                     água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve
                     estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Tratamento dos
                     sintomas, de acordo com as manifestações clínicas. Na maioria dos casos não há
                     necessidade de tratamento depois da descontaminação. Dermatite de contato,
                     reações alérgicas ou irritação podem ser tratadas com anti‐histamínicos ou
                     corticoterapia tópica.

                     Não há antídoto específico. O tratamento deve ser sintomático e de suporte de
                     acordo com o quadro clinico. Manter o paciente sob observação.
Contraindicações     A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
                     Não conhecidos.
Efeitos sinérgicos

                       Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                              tratamento, ligue para o Disque‐Intoxicação: 0800‐722‐6001.
                     Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT‐
                                                         ANVISA/MS)
      ATENÇÃO           As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                     Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação
                     de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em
                                                Vigilância Sanitária (Notivisa)
                                   Telefone de Emergência da Empresa: 0800 041 0888.

 MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
 Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos.
Efeitos Agudos e Crônicos:
Efeitos agudos resultantes dos ensaios com animais (Produto formulado):
DL50 via oral para ratos: > 5000 mg/kg p.c.
DL50 via dérmica em ratos: > 5050 mg/kg p.c.
Irritação dérmica: Não irritante para pele de coelhos.
Irritação ocular: Não irritante para olhos de coelhos.
Sensibilização dérmica: Não sensibilizante em cobaias.
CL50 inalatória (4 horas): em ratos, é superior a 5,10 mg/L de ar (maior concentração atingida na
zona de respiração). Não houve mortalidade de nenhum animal testado.
Mutagenicidade (AMES): Não mutagênico

Efeitos crônicos:
De acordo com critérios da legislação vigente, devido à ausência de toxicidade nos estudos
toxicológicos agudos, não foram realizados estudos crônicos.


        INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE.
   Este produto é:
    ‐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
    ‐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
    ‐ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
    ‐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

   • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
   (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
   público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
   agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
   • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
   atividades aeroagrícolas.
   • Evite a contaminação ambiental ‐ Preserve a Natureza.
   • Não utilize equipamento com vazamentos.
   • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
   • Aplique somente as doses recomendadas.
   • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
   d’água. Evite a contaminação da água.
   • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
   solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.



2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
     • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
     • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
     rações ou outros materiais.
    • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
    • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
    • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
    • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
    • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
    ou para o recolhimento de produtos vazados.
    • Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
    Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
    • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
   • Isole e sinalize a área contaminada.
     • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa De Sangosse Agroquímica Ltda.
     • Telefone da empresa: 0800 041 0888.
     • Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
     borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
     • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
     drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá
mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua
devolução e destinação final.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.

Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal e contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar
intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s ‐
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.


Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando‐se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo‐a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite‐a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:

• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê‐la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS)

AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.

AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER LAVADAS.

ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS
• O armazenamento das embalagens – sacarias – vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio das sacarias.
• As embalagens – sacarias – vazias devem ser armazenada separadamente, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e
com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS – VAZIAS
• Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico MASCROP/FISIOGEN
ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
• Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico devem descrever nas sacarias que as
sementes foram tratadas com o agrotóxico MASCROP/FISIOGEN e informar que as mesmas
devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
Registrante através do telefone indicado no rótulo e bula tendo em vista sua destinação final.
• A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
                                

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