Marujo
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda - São Miguel do Iguaçu/PR
Inseticida
piriproxifem (éter piridiloxipropílico) (100 g/L)

Informações

Número de Registro
07525
Marca Comercial
Marujo
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
piriproxifem (éter piridiloxipropílico) (100 g/L)
Titular de Registro
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda - São Miguel do Iguaçu/PR
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Berinjela
Thrips palmi
Tripes
Café
Leucoptera coffeella
Bicho-mineiro-do-café; Larva-minadora
Citros
Diaphorina citri
Psilídeo
Citros
Orthezia praelonga
Cochonilha-Orthezia; Cochonilha-de-placa
Citros
Parlatoria cinerea
Cochonilha-de-carapaça; Picuinha
Citros
Selenaspidus articulatus
Cochonilha-pardinha
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Gérbera
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Maçã
Grapholita molesta
Mariposa-oriental
Melancia
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Melão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Pepino
Thrips palmi
Tripes
Repolho
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Rosa
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Soja
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Tomate
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Tomate
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Uva
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca

Conteúdo da Bula

                                    08/09/2025
                               CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
                                                                  MARUJO

                            Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o nº 07525
COMPOSIÇÃO:
4-fenoxyphenyl (RS) -2- (2-pyridyloxy) propyl ether (PIRIPROXIFEM)……...……………....………..100 g/L (10% m/v)
Solvent naphtha (petroleum), heavy aromatic (NAFTA DE PETRÓLEO)...........................737,4 g/L (73,74% m/v)
Outros ingredientes........................................................................................................202,6 g/L (20,26% m/v)
               GRUPO                                 7C                            INSETICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Inseticida de contato e translaminar.
GRUPO QUÍMICO: Piriproxifem: Éter piridiloxipropílico; Nafta de petróleo: Hidrocarboneto aromático.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Antônio Amboni, 323, Quadra 03, Lote 06, Parque industrial, São Miguel do Iguaçu, PR.
CEP 85877-000. CNPJ 18.858.234/0001-30.
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 004001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PYRIPROXYFEN TÉCNICO CHDS - Registro MAPA nº TC16621
RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD. - Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu, 226407 -
China.

FORMULADOR:
ANHUI FOUNDER UNIVERSE CROP CARE TECHNOLOGY CO., LTD.
Chemical Industry Park, Guangde, Xuancheng City, Anhui Province, China.
CHD’S AGROCHEMICALS SAIC.
La Supercarretera KM 32,5, Campo Tacuru, Hernandarias - Paraguai.
LANLIX CROPSCIENCE Co., Ltd
No. 79, Hsiang Yang Road, Chang Chih Hsiang, Ping Tung Hsien, 90801 – Taiwan.
LION AGREVO (JIANG SU) CO., LTD.
No. 16, Second Haibin Road, Chemical Industrial Park, Yangkou Coastal Economic Development Zone,
Rudong County, Jiangsu, China.
MEGHMANI ORGANICS LIMITED
(Unit-IV, Agro Div.) Plot No. 22/1, 22/2, (Phase-IV) G.I.D.C. Industrial Estate, Panoli -394116 Tal: Ankleshwar,
Dist: Bharuch Gujarat, India.
PARIJAT INDUSTRIES (INDIA) PVT. LTD.
Khera Ganni, V.&P.O.-Fatehgarh Raipur Rani Road, tehsil-Naraingarh, Distt. Ambala-134201 (Haryana), Índia.
PROQUIMUR S.A.
Rota 5 Km 35,300, Juanicó, Canelones – Uruguai.
RUDONG ZHONGYI CHEMICAL CO., LTD.
The second Haibin Road, Coastal Economic Development Zone, Jiangsu, Rudong – China
SINO-AGRI LEADING (TIANJIN) AGROCHEMICAL COMPANY LIMITED
East of Jinji Rail, South of Nonchanng, Wuging District, Tianjin, 301700 – China.


                                                                                                                                               1
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SHANGHAI SHENGNONG PESTICIDE CO., LTD.
No. 51, Dongzhou Road, Dongjing Town, Songjiang District, Shanghai, China.
SHREEJI PESTICIDES PVT. LTD
Plant Address at 69/P, Village Manjusar, Taluka-Savli, Dist-Vadodara, Gujarat-39 – Índia.
TECNOMYL SRL
Parque Industrial Avay, Villeta – Paraguai

MANIPULADOR:
ADAMA BRASIL S.A.
Rua Pedro Antônio de Souza, N°400, Jd. Eucaliptos,Londrina/PR - CEP: 86.031-610.
CNPJ: 02.290.510/0001-76. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR Nº 003263.
AGRICULTORES FEDERADOS ARGENTINOS S.C.L.
Mitre 1132, Parque Industrial Comirsa, Rosario - Argentina.
IHARABRAS S.A. ÍNDÚSTRIAS QUÍMICAS
Liberdade, 1701, bloco B, Cajuru do Sul, Sorocaba/SP - CEP: 18.087-170.
CNPJ: 61.142.550/0001-30. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CFICS/CDA/SAA/ SP nº 008.
NORTOX S.A.
Rodovia BR 369, Km 197, Aricanduva, Arapongas/PR - CEP:86.700-970.
CNPJ: 75.263.400/0001-99. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: SEAB/PR Nº 466.
OURO FINO QUÍMICA LTDA.
Avenida Filomena Cartafina, N° 22335, quadra 14, lote 5Distrito Industrial III. Uberaba-MG. CEP: 38044-750
CNPJ: 09.100.671/0001-07. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: IMA Nº 153.
PRENTISS QUÍMICA LTDA.
Rodovia PR 423 Km 24,5 - Campo Largo – PR - 83603-000
CNPJ: 00.729.422/0001-00. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: GAT/ADAPAR/SAA/PR
nº 002669.
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros CEP: 13148-030– Paulínia – SP.
CNPJ: 03.855.423/0001-81. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CFICS/CDA/SAA/ SP nº 477.
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Av. Maeda s/nº - Distrito Industrial – Ituverava –SP – CEP: 14500-000.
CNPJ: 02.974.733/0001-52. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP Nº 1049.

IMPORTADORES:
SOLUS DO BRASIL LTDA.
Rodovia BR 376, nº 1441 – Salas S5 e S6 – Parque Industrial Zona Oeste II – Apucarana/PR
CEP: 86800-762 CNPJ:21.203.489/0001-79
Registro da empresa no estado (ADAPAR/PR) nº 1007610
SOLUS DO BRASIL LTDA.
Rodovia Gov. Leonel de Moura Brizola, n° 368 – Sala 8 – Bairro Boa Vista – Carazinho/RS
CEP: 99500-000 CNPJ: 21.203.489/0002-50
Registro da empresa no estado (SEAPA/RS) nº 10/20
SOLUS DO BRASIL LTDA.
Avenida dos Canários, nº 416S – Sala 01, Lote 01 – Distrito Comercial Jose Aparecido Ribeiro – Nova
Mutum/MT
CEP: 78450-000 CNPJ: 21.203.489/0003-30
Registro da empresa no estado (INDEA/MT) nº 29244
SOLUS DO BRASIL LTDA.
Rua Durvalino Binato, nº 535 – Quadra 267, Lote 024 – Bairro Jardim Aeroporto – Assis/SP
                                                                                                         2
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CEP: 19813-170 CNPJ: 21.203.489/0004-11
Registro da empresa no estado (CDA/SP) nº 4427
SOLUS DO BRASIL LTDA.
Avenida A, nº 1 – Quadra A, Lote 1-A/2-A – Distrito Industrial – Balsas/MA
CEP: 65800-000 CNPJ: 21.203.489/0009-26
Registro da empresa no estado (AGED/MA) nº 1191
SOLUS DO BRASIL LTDA.
Rodovia BR 050, S/N – Km 185, Galpão 01, Sala 9-B – Jardim Santa Clara – Uberaba/MG
CEP: 38038-050 CNPJ: 21.203.489/0010-60
Registro da empresa no estado (IMA/MG) nº 19.492
SOLUS DO BRASIL LTDA.
Rodovia BR 020, S/N – Km 207, Lote 4, Armazém 01, Módulo Q – Área Rural – Luis Eduardo Magalhães/BA
CEP: 47865-899 CNPJ: 21.203.489/0008-45
Registro da empresa no estado (ADAB/BA) nº 150624
SOLUS DO BRASIL LTDA.
Rodovia BR 230, S/N – Km 12,9, Armazém 01 – Bairro Nova Marabá – Marabá/PA
CEP: 68507-765 CNPJ: 21.203.489/0007-64
Registro da empresa no estado (ADEPARA/PA) nº 832.23 – CREREV
SOLUS DO BRASIL LTDA.
Avenida Bernando Sayão, nº 650 – Sala 18 B – Setor Oeste – Araguaína/TO
CEP: 77816-212 CNPJ: 21.203.489/0006-83
Registro da empresa no estado (ADAPEC/TO) nº 01/0218
SOLUS DO BRASIL LTDA.
Rodovia BR 060, S/N – Galpão 17, Zona rural – Setor central – Rio Verde/GO. CEP: 75901-970. CNPJ:
21.203.489/0011-40.
Registro da empresa no estado (AGRODEFESA/GO) n° 7092/2024

                           Nº do lote ou partida:
                            Data de fabricação             VIDE EMBALAGEM
                           Data de vencimento


   ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

          É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                      É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
    CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO
                               PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293C.

INSTRUÇÕES DE USO:
MARUJO é um inseticida fisiológico juvenóide, análogo ao hormônio juvenil, regulador de crescimento de
insetos. O produto atua por contato e ação translaminar, principalmente sobre os ovos e ninfas provocando



                                                                                                       3
                                                                                                08/09/2025
distúrbios no equilíbrio hormonal, impedindo que os insetos das formas jovens tornem-se adultos. As fêmeas
que entram em contato com produto colocam ovos inviáveis e também, diminuem a postura.

CULTURAS, PRAGAS, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
                         PRAGAS                                                                 NÚMERO
                                                      DOSE                     DOSE
   CULTURAS            Nome comum                                                              MÁXIMO DE
                                                (Produto comercial)     (ingrediente ativo)
                      (Nome científico)                                                        APLICAÇÕES
                                                    0,3 a 0,5 L/ha
                       Mosca branca
   ALGODÃO                                       utilizando de 200 a        30 - 50 g/ha           2
                   (Bemisia tabaci raça B)
                                                 250 L/ha de calda.
                                                75 ml/100 L de água
                            Tripes
   BERINJELA                                     utilizando de 500 a      7,5 g/100 L água         2
                        (Thrips palmi)
                                                 1000 L/ha decalda.
                                                   0,5 – 1,0 L/ha
                    Bicho mineiro do café
     CAFÉ                                       utilizando de 400 a        50 – 100 g/ha           2
                    (Leucoptera coffeella)
                                               500 litros decalda/ha
                                                50 – 75 ml/100 L de
                                                    água com 10
                                                  litros/planta de
                    Cochonilha pardinha                                  5,0 – 7,5 g.i.a/100
                                               calda, procurandodar
                  (Selenaspidus articulatus)                                 L de água
                                                   uma cobertura
                                                 uniforme sobre as
                                                       plantas.
    CITROS                                     75 ml/100 L de água                                 2
                    Cochonilha de placa
                                               utilizando –se 10 L de    7,5 g/100 L deágua
                    (Orthezia praelonga)
                                                    calda/planta.
                                                   100 ml/100 L de
                    Cochonilha-parlatoria
                                                água, utilizando se10   10,0 g/100 L de água
                     (Parlatoria cinérea)
                                                  L de calda/planta
                      Psilídio-dos-citros                                 0,625 g/100 L de
                                               6,25 ml/100 L deágua
                      (Diaphorina citri)                                        água
                                                      250 ml/ha.
                       Mosca branca
    FEIJÃO                                          Utilizar 200 –           25 g.i.a/ha           2
                      (Bemisia tabaci)
                                                 250 L/ha de calda.
                                               75 ml/100 L deágua
                       Mosca branca
   GERBERA                                     utilizando 1200 L de      7,5 g/100 L deágua        3
                   (Bemisia tabaci raça B)
                                                      calda/ha
                                                  100 ml/100 L de
                     Mariposa-oriental           água, utilizando-se
     MAÇÃ                                                                10 g/100 L de água        2
                    (Grapholita molesta)            de 1000 L de
                                                     calda/ha
                                                  75 – 100ml/ 100 L
                       Mosca branca                                      7,5 - 10 g/100 L de
   MELANCIA                                      de água utilizando                                2
                   (Bemisia tabaci raça B)                                       água
                                                 1000 L de calda/ha
                                               75 – 100 ml/100 L de
                       Mosca branca             água utilizando de        7,5 - 10 g/100 L
    MELÃO                                                                                          2
                   (Bemisia tabaci raça B)        600 a 1000 l de             de água
                                                     calda/ha.
                                                75 ml/100 L de água
                            Tripes
                                               utilizando de 500 a
                        (Thrips palmi)
                                                  1000 L de calda         7,5 - 100 g/100 L
    PEPINO                                                                                         2
                                               75 ml/100 l de água             de água
                       Mosca branca
                                               utilizando de 800 a
                   (Bemisia tabaci raça B)
                                                1300 L/ha de calda.
                                                                                                             4
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                        PRAGAS                                                                    NÚMERO
                                                     DOSE                     DOSE
CULTURAS              Nome comum                                                                 MÁXIMO DE
                                               (Produto comercial)     (ingrediente ativo)
                     (Nome científico)                                                           APLICAÇÕES
                                               50 – 75 ml/100 L de
                      Mosca branca                                      5,0 – 7,5 g.i.a./100 L
 REPOLHO                                      água utilizando 625L                                   2
                  (Bemisia tabaci raça B)                                      de água
                                                   de calda/ha.
                                               50 – 75 ml/100L de
                      Mosca branca                                      5,0 – 7,5 g.i.a./100 L
   ROSA                                       água utilizando 400L                                   2
                  (Bemisia tabaci raça B)                                      de água
                                                   de calda/ha.
                                              250 mL/ha utilizando
                      Mosca branca
   SOJA                                         de 200 a 300 L de             25 g/ha                1
                  (Bemisia tabaci raça B)
                                                    calda/ha.
                                               50 – 100 ml/100 L
                      Mosca branca                   de água.             5,0 – 10 g/100 L
                  (Bemisia tabaci raça B)         Utilizar 400 –              de água
 TOMATE                                        1000 L/ha decalda.                                    3
                                               75 ml/100 L de água,
                       Mosca branca
                                                utilizando de 400 a     7,5 g/100 L de água
                      (Bemisia tabaci)
                                                1000 L/ha de calda
                                                50 – 75 ml/100 L de
                      Mosca branca              água utilizando de      5,0 - 7,5 g/100 L de
    UVA                                                                                              2
                  (Bemisia tabaci raça B)        500 a 1000 L de                água
                                                     calda/ha.
  p.c.: produto comercial. A cada 1 litro de MARUJO, tem-se 100 g de piriproxifem.
  i.a.: ingrediente ativo

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
As aplicações do MARUJO devem ser iniciadas no início da infestação das pragas, quando forem
constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicaçõescom
outros produtos do programa de Manejo de Produtos, realizando no máximo 2 a 3 aplicações doproduto
MARUJO, por ciclo da cultura. No controle, principalmente da Mosca – branca, a pulverização deve ser feita
de modo a atingir os ovos e forma jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. é importante observar o
nível populacional de “adultos”, e se for adulto, recomenda-se aplicar antes umproduto que tenha ação
sobre os adultos e logo em seguida aplicar o MARUJO.

INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Algodão: recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 15 dias,
utilizando volume de calda de 200 a 250 litros/ha.
Berinjela: fazer no máximo até 02 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 07 a 10 dias.Deve-
se utilizar de 500 a 1000 litros de volume de calda por hectare, dependendo do estádio da cultura.Para se
obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinjatambém o
solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo.
Café: recomenda-se fazer 02 aplicações por ano com intervalos de 15 a 20 dias, utilizando-se de 400a 500
litros de volume de calda/ha.
Citros: recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações durante o ano, com intervalos de 30 dias devendo – se
gastar volume de 10 litros de calda/ha
Feijão: recomenda-se iniciar a aplicação do produto MARUJO quando forem constatadas presençasde
ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar 200 a 250L/ha de
volume de calda, intercalando-se com outros produtos no programa de Manejo de Produtos.
Gérbera: deve-se fazer de 02 a 03 aplicações durante com intervalos de 10 a 15 dias, utilizando
volume de até 1.200 litros de calda/ha.
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Maçã: Fazer no máximo 2 aplicações, sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a
segunda duas semanas após a primeira.
Melancia: recomenda-se de 1 a 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 07 dias,
gastando-se 1000 litros de calda /ha.
Melão: recomenda-se realizar 01 aplicação durante o ciclo da planta, devendo utilizar o volume de calda
variando entre 600 a 1000 litros/ha, dependendo do estágio e crescimento das plantas.
Pepino: recomenda-se fazer 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias para
controlar Thrips palmi e Bemisia tabaci raça B. Deve-se utilizar de 500 a 1000 litros de calda/ha,
dependendo do estágio da cultura para controle de Thrips palmi. Para controle de Bemisia tabaci raçaB
fazer até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 07 dias, devendo gastar de 800 a 1300
litros de calda/ha.
Repolho: aplicar no máximo 2 aplicações com intervalos de 07 dias, devendo utilizar em torno de 65 litros
da calda/ha de tal forma que haja boa uniformidade na cobertura em todas as partes aéreas dasplantas.
Rosa: recomenda-se aplicar até 2 aplicações com intervalos de 10 dias, gastando-se 400 litros de calda/ha,
dependendo do estágio de desenvolvimento da cultura.
Soja: recomenda-se realizar 1 aplicação no início da infestação da Bemisia tabaci raça B, utilizando- se o
volume de calda de 200 a 300 litros/ha.
Tomate: fazer até no máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 07 dias devendo-
se gastar de 400 a 1000 litros de calda/ha, dependendo do estágio da cultura.
Uva: recomenda-se aplicar até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de10 dias estádio
de desenvolvimento das plantas.

MODO DE APLICAÇÃO:
MARUJO deve ser aplicado em pulverização via terrestre utilizando-se pulverizador costal manual ou
motorizado ou pulverizador de barra tratorizado, munido de bicos adequados. Em caso de aplicaçãocom
pulverizadores tratorizados dotados com barras/bicos, recomenda-se o uso de bicos cônicos tipoD2, D3 ou
séries X2, X3, e pressão de 80 a 150 lbs/pol². Deve-se regular o pulverizador bicos de 30 a50 cm entre si.
Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme e toda a parte aérea
das plantas.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia de pretendente na parte da manhã ou átarde
em condições de temperatura inferior a 27 °C, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de
10 km/h, utilizando-se quantidade de calda suficiente para dar boa cobertura sobre as plantas. Em caso de
dúvidas, consultar um Engenheiro agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA: (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita)
Culturas                             …………………………….. Intervalo (Dias)
Algodão, Tomate                      …………………………….. 7
Berinjela, Melancia                  …………………………….. 3
Café                                 …………………………….. 15
Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva  …………………………….. 14
Gérbera, Rosa                        …………………………….. U.N.A
Maçã                                 …………………………….. 45
Pepino                               …………………………….. 1
Soja                                 …………………………….. 30

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  INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
  O intervalo de reentrada de pessoas é de 24 horas. Mantenha afastada da área de aplicação crianças,animais
  domésticos e pessoas desprotegidas. Cosa necessite entrar na área tratada antes de 24 horasou se as partes
  tratadas estiverem úmida, use avental impermeável, luvas e botas de borracha e óculos protetores.

  LIMITAÇÕES DE USO:
  Uso exclusivamente agrícola.
  Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado
  nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis
  máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que
  eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de
  dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

  INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
  A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
  econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
               GRUPO                                 7C                             INSETICIDA

O inseticida MARUJO pertence ao grupo 7C (mÍmicos do hormônio juvenil - Piriproxifem) e o uso repetido
deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de
populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do MARUJO como uma
ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem
prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 7C. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar MARUJO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de MARUJO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico
do MARUJO, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas dos grupos químicos dos Éter
piridiloxipropílico não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do MARUJO ou outros produtos dos Grupos 7C
quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas,
controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.

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• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-
BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de
culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros
visam o melhor equilíbrio do sistema.

                MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
 ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
                                     COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
 Produto para uso exclusivamente agrícola.
 O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
 Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
 Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
 Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
 Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
  boca;
 Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
  da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
 Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
  criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado;
 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
 Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
  alcance de crianças e de animais;
 Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
 Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma
  de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
 Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
  com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,
  botas de borracha com meias, avental, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com
  proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.
 Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados.
 Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

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 Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
  segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita);
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver
  sendo aplicado o produto;
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região;
 Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto.
 Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
  com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,
  botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção
  lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.
 Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
  final do período de reentrada;
 Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
  antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados para o uso durante a aplicação;
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
  após a aplicação;
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entra a última aplicação e a colheita);
 Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
  evitar contaminação;
 Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
  longe do alcance de crianças e animais;
 Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
 Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
  lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
 Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
 Não reutilizar a embalagem vazia;
 No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com
  tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
  das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de segurança com proteção lateral e
  luvas resistentes a produtos químicos.
 Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas.
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 A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoas treinadas e devidamente protegidas.
 Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
 Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda/aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
  coletivas de segurança.

                                                                   Provoca irritação ocular grave
                                                                Provoca moderada irritação à pele
                                          PERIGO
                                                            Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias
                                                                             respiratórias

 PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
 embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
 Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
 vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
 Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita
 água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso
 utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
 Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
 contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
 Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa
 que ajudar deve-se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

                                      INTOXICAÇÕES POR MARUJO
                                        INFORMAÇÕES MÉDICAS

     Grupo químico        PIRIPROXIFEM – Éter piridiloxipropílico
                          NAFTA DE PETRÓLEO – Hidrocarboneto aromático
     Classe
  toxicológica            CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
   Vias de exposição     Oral, inalatória, ocular e dérmica.
                          PIRIPROXIFEM – Testes realizados em animais de laboratório mostram o
                          Piriproxifen é absorvido, distribuído e extensivamente metabolizado. As
                          principais reações de biotransformação são a oxidação, clivagem e a conjugação.
                          Aproximadamente 88-96% do Piriproxifen é excretado através das fezes (81-
                          92% da dose) e urina (5-12% da dose) após 2 dias da
                          administração. A concentração nos tecidos, após 7 dias, foi menor do que 0,3%.
                          NAFTA DE PETRÓLEO: as informações para o solvente são limitadas, mas
                          informações para outras substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos
                          indicam que estes compostos são absorvidos pela via oral, via inalatória e, em
                          menor extensão, pela via dérmica. A distribuição ocorre amplamente nos
     Toxicocinética       tecidos, de acordo com a lipofilicidade e a constituição do organismo, com alta
                          afinidade pelo tecido adiposo e podendo atravessar barreiras biológicas como a
                          barreira hematoencefálica. Por qualquer via que seja absorvido, são
                          rapidamente metabolizados e eliminados. Os hidrocarbonetos aromáticos são
                          biotransformados por oxidação via enzimas do sistema citocromo P-450, e os
                          intermediários metabólicos podem ser conjugados com glucuronídeos, sulfatos,
                          glutationa ou, ainda, aminoácidos como cisteína e/ou glicina. A eliminação destas
                          substâncias pode ocorrer através da via pulmonar (ar exalado). Os metabólitos

                                                                                                          10
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                    resultantes da oxidação ou conjugação são mais hidrossolúveis do que seus
                    compostos precursores e são, assim, sujeitos à excreção urinária, ou, em alguns
 Toxicocinética     casos, à excreção biliar. Solventes hidrocarbonetos podem ser secretados no
                    leite em lactantes expostas. Apesar dos hidrocarbonetos serem excretados
                    rapidamente, um leve potencial de bioacumulação em tecidos como rins, fígado,
                    cérebro e tecido adiposo pode ser observado.
                    PIRIPROXIFEM – Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade do
                    piriproxifem em seres humanos e nem em animais de laboratório. Não há a
                    produção de metabólitos tóxicos conhecidos. Animais expostos em diferentes
                    concentrações apresentaram um aumento no colesterol total e dos triglicerídios,
                    redução na contagem dos hematócitos e hemoglobina, redução no ganho de
                    peso, anemia leve.
                    NAFTA DE PETRÓLEO: Sistema Nervoso Central (SNC) - A exposição aguda a
                    hidrocarbonetos aromáticos possibilita a absorção destes solventes para a
Mecanismos de       corrente sanguínea e possibilita que atravessem a barreira hematoencefálica,
 toxicidade         podendo levar à depressão do SNC. Devido à característica lipofílica, dissolve a
                    porção lipídica das membranas das células nervosas e interrompe a função das
                    proteínas de membrana, seja por alterar a bicamada lipídica, seja por alterar a
                    conformação proteica. Pulmões - A irritação pulmonar e pneumonite após
                    inalação e exposição oral a hidrocarbonetos aromáticos pode envolver interação
                    direta com as membranas das células nervosas, o que pode causar
                    broncoconstrição e a dissolução das membranas do parênquima pulmonar,
                    resultando em uma exsudação hemorrágica de proteínas, células e fibrina nos
                    alvéolos.
                    PIRIPROXIFEM: Os animais que receberam doses letais ou próximas
                    apresentaram redução de atividade espontânea, andar atáxico, perda de
                    reflexos, respiração irregular, lacrimejamento, incontinência urinária, diarreia e
                    piloereção. O MARUJO é irritante para os olhos.
Sintomas e sinais
                    NAFTA DE PETRÓLEO: : A Ingestão de substâncias da classe dos hidrocarbonetos
     clínicos
                    aromáticos pode causar tosse, náusea, vômitos, diarreia, dor/queimação
                    abdominal, taquidisritmia cardíaca. A ingestão e a inalação podem causar
                    depressão do sistema nervoso central, caracterizada por náuseas, dor de cabeça,
                    tontura, perda da coordenação, inconsciência e coma.
                    O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
  Diagnóstico
                    quadro clínico compatível.
                    ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
                    de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
                    Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
                    orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
                    sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
                    respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
                    endovenosa. Avaliar estado de consciência.
                    Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por avental
  Tratamento        impermeável, botas de borracha e luvas de nitrila. Pele: lavar abundantemente
                    com água corrente e sabão neutro. Olho: lavar por, pelo menos 15 minutos com
                    soro fisiológico, mantendo as pálpebras abertas e evitando a contaminação do
                    outro olho (posição lateral da cabeça). Ingestão: se o produto foi ingerido até 1
                    hora antes da chegada ao hospital, praticar lavagem gástrica com a proteção das
                    vias respiratórias. Inalação: verificar necessidade de oxigenação.
                    Tratamento sintomático e de manutenção das funções vitais. Não há antidoto
                    específico recomendado
                    Controlar a função hepática e renal, hemograma e ionograma
                                                                                                    11
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                          A indução do vômito é contraindicada devido ao aumento do risco de aspiração e
                          consequente desenvolvimento de pneumonite química.
   Contraindicações       A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxicação por
                          hidrocarbonetos aromáticos, pois ele não adsorve hidrocarbonetos e aumenta a
                          probabilidade de vômito e aspiração.
                          Não há ocorrência de efeitos sinérgicos e/ou potencializadores relacionadosaos
    Efeitos sinérgicos    diferentes inertes.
                           Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                                    informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
                          Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
                                                              ANVISA/MS
                           As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
       ATENÇÃO
                                                       Notificação Compulsória.
                             Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
                                      Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
                                        Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1099


Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Testes realizados em animais de laboratório mostram o Piriproxifen é absorvido, distribuído e
extensivelmente metabolizado. As principais reações de biotransformação são a oxidação, clivagem e a
conjugação. Aproximadamente 88-96% do Piriproxifen é excretado através das fezes (81-92% da dose) e
urina (5-12% da dose) após 2 dias da administração. A concentração nos tecidos, após 7 dias,foi menor do que
0,3%.
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c
DL50 cutânea em ratos > 2000 mg/kg p.c
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação a pele: Eritema e edema foram evidenciados em todos os coelhos, sendo reversíveis no
dia 7. A média da irritação dermal em 24, 48 e 72 horas após remoção do curativo para o coelho N°1, 2 e 3
foram 2,00; 1,67; 2,00 para eritema e 1,00; 1,00; 1,00 para edema, respectivamente. Classificado como
“Categoria 3” segundo o GHS.
Corrosão/irritação ocular: Efeito na conjuntiva foi evidenciado em 1, 24, 48 e 72 horas e no dia 7 após a
exposição em todos os coelhos que desapareceu 14 dias após a exposição. O exame com fluoresceína e azul
de cobalto após a exposição revelou diminuição dos danos no epitélio corneano (30 para 20% da superfície
envolvida) nas 24, 48 e 72 horas em todos os coelhos e foi recuperado no dia 7 após a aplicação. Classificado
como “Categoria 2” segundo o GHS.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

Efeitos Crônicos:
PIRIPROXIFEM: Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais são observados
durante toda ou boaparte de suas vidas, expostos ao Piriproxifen, em diferentes concentrações, os
animais apresentaram um aumento no colesterol total e dos triglicerídios, redução na contagem dos
hematócitos e hemoglobina, redução no ganho de peso, anemia leve.
NAFTA DE PETRÓLEO: em estudo neurocomportamental, conduzido em ratos pela via inalatória, foram
observados efeitos leves e reversíveis no sistema nervoso central (SNC), evidenciados pela alteração
na atividade motora e acuidade visual na concentração de 2000 mg/m³. Já no estudo de irritação
respiratória em camundongos, os efeitos de irritação e redução da frequência respiratória foram
observados na concentração de 20,3 mg/m³. Em estudos subagudos e subcrônicos conduzidos em ratos

                                                                                                           12
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pelas vias oral e inalatória, foram observados efeitos nos rins de ratos machos. Tais efeitos foram
considerados sexo e espécie específicos, sem relevância para os seres humanos. Não há informações
adequadas para avaliação do potencial carcinogênico da substância. No entanto, o solvente não foi
considerado genotóxico com base nos resultados negativos de estudos conduzidos in vitro e in vivo.

     INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

 Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
 Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
 Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 Não utilize equipamento com vazamento.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 Aplique somente as doses recomendadas.
 Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
  a contaminação da água.
 A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
  e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
 Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
 O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e
   outros materiais.
 A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
 O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
 Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
 Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
 Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas.
 Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas
   Técnicas - ABNT.
 Observe legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
 Isole e sinalize a área contaminada.
 Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS
   AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone (Horário Comercial): (45) 3565-8500, para maiores informações contate a
   empresa AMBIPAR (24 h) 0800-707-7022.
 Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
   óculos protetor e máscara com filtros).
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 Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
  ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
  Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá
  e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
  utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
  destinação final.
  Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
  coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
  indicado acima.
  Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
  órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
  adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
  quantidade do produto envolvido.
 Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a
  favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
 Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
   vertical durante 30 segundos;
 Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
 Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
 Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
 Faça esta operação três vezes;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
 Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
 Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
 Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
 Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
 Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
   boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;

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 Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
  direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
 Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
 Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emiti da pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.



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EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA
E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO
MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Restrição no Estado do Paraná para o alvo biológico Diaphorina citri na cultura do citros.




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