Magnum
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Inseticida
acefato (organofosforado) (970 g/kg)
Informações
Número de Registro
34318
Marca Comercial
Magnum
Formulação
SG - Granulado Solúvel
Ingrediente Ativo
acefato (organofosforado) (970 g/kg)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Contato/Ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Dysdercus ruficollis
Manchador-do-algodoeiro; Percevejo-manchador
Algodão
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Amendoim
Enneothrips flavens
Tripes-do-amendoim; Tripes-do-bronzeamento
Batata
Macrosiphum euphorbiae
Pulgão-das-solanáceas; Pulgão-verde-escuro
Citros
Ecdytolopha aurantiana
Bicho-furão
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Feijão
Empoasca kraemeri
Cigarrinha; Cigarrinha-verde
Milho
Dalbulus maidis
Cigarrinha-do-milho
Milho
Dichelops melacanthus
Percevejo-barriga-verde
Milho
Rhopalosiphum maidis
Pulgão-do-milho; Pulgão-dos-cereais
Soja
Euschistus heros
Percevejo-marrom
Soja
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Tomate
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Conteúdo da Bula
MAGNUM®
Inseticidas
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob n o 34318. PU PU U PUP
COMPOSIÇÃO:
O,S-dimethylacetylphosphoramidothioate (ACEFATO)…..................................970,0 g/kg (97,0% m/m)
Outros Ingredientes................................................................................................30,0 g/kg (3,0% m/m)
GRUPO 1B INSETICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida com modo de ação de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Organofosforado
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulo solúvel em água (SG).
TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000 - Fax: (43) 3371-9017 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO E FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ACEFATO TÉCNICO ADAMA BR – Registro MAPA nº 1418.
ADAMA LTD. (PLANTA 1)
N° 93, East Beijing Road, Jingzhou, Hubei, China
ADAMA LTD. (PLANTA 2)
N° 16 Hongtang Road, Jingzhou Development Zone, Jingzhou City, Hubei Province – China
ACEFATO TÉCNICO GSP – Registro MAPA nº 09819.
GSP CROP SCIENCE LIMITED. - UNIT 1
100-103, G.V.M.M. Industrial Estate, Odhav, 382430, Ahmedabad, Gujarat – Índia
ACEFATO TÉCNICO SABERO – Registro MAPA nº 07610.
COROMANDEL INTERNACIONAL LIMITED.
Plot Nº 2102, GIDC - Sarigam - 396 155 - Valsad District Gujarat - 396 155 – Índia
ACEFATO TÉCNICO OURO FINO - Registro MAPA nº 09113.
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD.
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological, Development Zone Xinyi, Jiangsu – China
LION AGREVO (NANTONG) CO., LTD.
Forth Yangkou Road, Yangkou Chemical Industrial Park, Yangkou Coastal Economical Development
Zone, Rudong County, Nantong City, Jiangsu Provice, China
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO. LTD.
Beihai Road, Nº 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, 31504, Xiepu Town, Zhenhai – China
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FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa
Londrina/PR – CEP 86031-610
Tel. (43) 3371-9000 – Fax: (43) 3371-9017
CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Inscrição Estadual: 60.107.287-44
Registro Estadual n° 003263 – ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A
Avenida Júlio de Castilhos, 2085.
Taquari/RS - CEP 95860-000
Tel. (51) 3653-9400 – Fax: (51) 3653-1100
CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS
ADAMA LTD. (PLANTA 1)
Nº 93, East Beijing Road, Jingzhou, Hubei – China
ADAMA LTD. (PLANTA 2)
Nº 16 Hongtang Road, Jingzhou Development Zone, Jingzhou City, Hubei Province – China
ADAMA ANDINA B.V. SUCURSAL COLÔMBIA
Calle 1C, n° 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla – Colômbia
SIPCAM NICHINO DO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III, Uberaba/MG – CEP : 38044-755
Tel. (34) 3319-5563 – Fax: (34) 3319-5553
CNPJ : 23.361.306/0001-79
Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG
TECNOMYL S.A.
Parque Industrial Avay Villeta – Paraguai
IMPORTADOR:
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA
Avenida das Nações Unidas, 18001 – 2º Andar, Santo Amaro, São Paulo/SP, CEP: 04795-900,
CNPJ: 60.744.463/0001-90.
Cadastro Estadual n° 1 - CDA/SP
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA
Rodovia SP 332, Km 130, Zona Industrial, Paulínia/SP, CEP: 13140-000, CNPJ: 60.744.463/0010-80.
Cadastro Estadual n° 453 - CDA/SP
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA
Rodovia SP 332, Km 130, Zona Industrial, Paulínia/SP, CEP: 13140-000, CNPJ: 60.744.463/0010-80.
Cadastro Estadual n° 453 - CDA/SP
SINON DO BRASIL LTDA
Rodovia PR 090 - KM 374, S/N, lote 44-C-2, anexo 1, Parque Industrial Nenê Favoretto, CEP: 86200-
000, Ibiporã-PR, Brasil. CNPJ: 03.417.347/0009-80.
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SINON DO BRASIL LTDA
Rod Presidente Castelo Branco, 11100, KM 30.5 P-36 Anexo 11, Jardim Maria Cristina, CEP: 06421-
400, Barueri-SP, Brasil. CNPJ: 03.417.347/0008-07.
SINON DO BRASIL LTDA
R Adolfo Zieppe Filho, Quadra17 Setor 13 Anexo 01 Modulo 13, Distrito Industrial Carlos A. Fritz,
CEP: 99500-000, Carazinho- RS, Brasil. CEP: 03.417.347/0004-75.
SINON DO BRASIL LTDA
R Igarapava, 600, Quadra19 Lote 59 A 69 Armz A Sala Sinon, Distrito Industrial III, CEP: 38044-755,
Uberaba-MG. CEP: 03.417.347/0010-13.
N o do lote ou da partida:
PP PP
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do
Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Azul PMS Blue 293 C
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
MAGNUM é um inseticida sistêmico com ação por contato e ingestão, recomendado para o controle de
pragas nas culturas de algodão, amendoim, batata, citros, feijão, milho, soja e tomate rasteiro
para fins industriais.
CULTURA, ALVO, DOSE, CALDA, MODALIDADE, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO DE
APLICAÇÕES:
ALVO BIOLÓGICO Número e
Volume de
Cultura Dose Intervalo de
Nome Comum Nome Científico Calda
Aplicação
Pulgão-das- 400 a 600
Aphis gossypii Máximo de 2
inflorescências g/ha
aplicações com
Percevejo- 600 a 800 Terrestre:
Algodão Dysdercus ruficollis intervalo de 15
manchador g/ha 200 L/ha
dias por ciclo da
Lagarta- Helicoverpa 800 a
cultura.
helicoverpa armigera 1000 g/ha
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Para:
- Aphis gossypii: Aplicar MAGNUM após a constatação da presença das primeiras colônias deste
inseto sugador.
- Dysdercus ruficollis: Aplicar MAGNUM quando forem encontrados mais de 1 0% de botões florais
com a presença do inseto.
- Helicoverpa armigera: Aplicar MAGNUM em algodão convencional quando forem encontradas 2
lagartas menores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro. Para algodão Bt transgênico, aplicar
quando forem encontradas 2 lagartas maiores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro
Terrestre: Máximo de 2
Tripes-do- 300 - 400
Amendoim Enneothrips flavens 100 a 200 aplicações por
amendoim g/ha
L/ha ciclo da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Para:
- Enneothrips flavens: Aplicar MAGNUM quando do aparecimento da praga, utilizando a maior dose
quando ocorrer altas infestações.
Máximo de 2
Terrestre: aplicações com
Pulgão-das- Macrosiphum 75 g/100 L
Batata 400 a 600 intervalo de 15
solanáceas euphorbiae de água
L/ha dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Para:
- Macrosiphum euphorbiae: Aplicar MAGNUM no início do desenvolvimento da cultura, logo que
constatada a presença da praga.
Máximo de 2
Terrestre: aplicações com
Ecdytolopha 40 g/100L
Citros Bicho-furão 16L de intervalo de 15
aurantiana de água
calda/planta dias por ciclo da
cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Para:
- Ecdytolopha aurantiana: Aplicar MAGNUM quando a praga alcançar o nível de dano econômico.
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ALVO BIOLÓGICO Número e Intervalo
Volume de Aplicação
Cultura Nome Dose
Nome Científico de Calda
Comum
Cigarrinha- 300 a 400 Máximo de 2
Empoasca kraemeri Terrestre:
verde g/ha aplicações com
Feijão 100 a
400 a 600 intervalo de 15 dias
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B 300 L/ha
g/ha por ciclo da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Para:
- Empoasca kraemeri: Aplicar MAGNUM na fase inicial da cultura quando do aparecimento da praga,
utilizando a maior dose quando ocorrer altas infestações.
- Bemisia tabaci raça B: Por ser transmissora de virose, iniciar as aplicações de MAGNUM logo no
início da infestação fazendo rotação com outros inseticidas com modo de ação distinto. Usar a maior
dose em altas infestações.
Cigarrinha-do- Máximo de 2
Dalbulus maidis
milho aplicações com
Percevejo- intervalo de 7 dias
Dichelops melacanthus
barriga-verde 800 a Terrestre: por ciclo da cultura.
Milho
1000 g/ha 150 L/ha Máximo de 2
Pulgão-do- aplicações com
Rhopalosiphum maidis
milho intervalo de 10 dias
por ciclo da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Para:
- Dalbulus maidis: Iniciar as aplicações de MAGNUM no aparecimento dos primeiros adultos de
cigarrinha.
- Rhopalosiphum maidis: Iniciar as aplicações de MAGNUM no aparecimento dos primeiros pulgões.
- Dichelops melacanthus: Iniciar as aplicações de MAGNUM no aparecimento dos primeiros adultos de
percevejo.
Percevejo- 700 a 800 Máximo de 2
Euschistus heros Terrestre:
marrom g/ha aplicações com
Soja 200 a
intervalo de 15 dias
Lagarta-das- 300 L/ha
Helicoverpa armigera 900 g/ha por ciclo da cultura.
vagens
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Para:
- Euschistus heros: As aplicações com MAGNUM deverão ser iniciadas quando forem encontrados até
4 percevejos por batida de pano. Para lavouras destinadas para sementes até 2 percevejos por batida de
pano. Adotar a maior dose em condições de alta infestação.
- Helicoverpa armigera: Aplicar MAGNUM quando forem encontradas mais que 5 lagartas menores
que 8 mm/metro² na fase vegetativa ou mais que 1 lagarta menor que 8 mm/metro² na fase reprodutiva.
Tomate Máximo de 2
75 g / Terrestre:
Rasteiro aplicações com
Pulgão verde Myzus persicae 100L de 500 a
Para Fins intervalo de 15 dias
água 750 L/ha
Industriais por ciclo da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Para:
- Myzus persicae: Iniciar as pulverizações com MAGNUM no início do desenvolvimento da cultura, logo
que constatada a presença da praga.
Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate de mesa).
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MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do inseticida MAGNUM poderá ser efetuada através de pulverização terrestre.
É PROIBIDA A APLICAÇÃO AÉREA E ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS, MANUAIS E
EM ESTUFAS.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para as culturas de algodão, amendoim, batata, citros, feijão, milho, soja e tomate rasteiro para fins
industriais, MAGNUM pode ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamento terrestre
(tratorizado).
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem
uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Para a cultura dos citros, a
aplicação com turbo pulverizadores, deve ser adequada ao tipo de pomar. Procurar utilizar
equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência
de deriva:
• Pressão de trabalho: 30-60 lb/pol 2 ;
PP PP
• Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
• Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm 2 ; PP PP
CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das
pontas, assim determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no
tanque, como também ajustar os componentes da máquina às características da cultura e produtos a
serem utilizados de acordo com as recomendações do fabricante (equipamento). Em caso de não
calibração e regulagem, ou má realização desse processo, pode ocorrer perdas significativas do
produto e eficiência.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
MAGNUM é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente dissolvido em contato com a água, não
havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel deve ser despejada diretamente no
tanque de preparo da solução.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
• Encher o tanque com água limpa com 1/4 do volume de calda recomendado. - Iniciar agitação no
tanque.
• Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se
dissolverá rapidamente.
• Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
• Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A calda deverá ser mantida em agitação
no tanque de pulverização durante seu preparo e aplicação.
A calda deverá ser mantida em agitação no tanque de pulverização durante seu preparo e aplicação.
Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para
reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos.
O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
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• Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular
água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário,
os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na
área tratada com o respectivo produto.
• Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e
bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização
por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o
tanque na área tratada com o respectivo produto.
• Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágue
completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3
vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o
enchimento do tanque.
• Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento
perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de
acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
• Temperatura ambiente até 30ºC;
• Umidade relativa do ar no mínimo de 55%;
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto MAGNUM, pois pode haver
risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto MAGNUM, devido ao
potencial de deriva pelo movimento do ar.
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de
aplicação, o relevo, à altura da barra, a cultura e, especialmente, as condições climáticas
(temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser
considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar
todos estes fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto.
LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com MAGNUM.
Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com
outros produtos, ocorrendo contaminação cruzada. Estes resíduos também podem gerar problemas
de contaminação de áreas vizinhas, caso ocorra deriva de gotas pelo vento.
Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para
realização correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico.
Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira
lavagem retirar o máximo de resíduos, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e
limpeza dos filtros e a terceira lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos
para limpeza de tanque, após prosseguir com o enxague seguindo a recomendação do fabricante.
Recomenda-se, diariamente, após a utilização do pulverizador proceder a extração/retirada de toda a
calda remanescente do produto de dentro do equipamento de aplicação.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Algodão 21
Amendoim 21
Batata 21
Citros 21
Feijão 21
Milho 35
Soja 21
Tomate rasteiro para fins industriais 35
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO 1B INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida e acaricida MAGNUM pertence ao grupo 1B (inibidores da aceticolinesterase) e o uso
repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do MAGNUM como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar MAGNUM ou outro produto dos mesmos grupos químicos somente dentro de um “intervalo
de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de MAGNUM podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do MAGNUM o período total de exposição a inseticidas do grupo químico dos
Organofosforados não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do MAGNUM ou outros produtos do Grupo
1B, quando for necessário;
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• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação
de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e
apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR ( www.irac-br.org.br ), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e
15T15TUU UU 15T 15T
Abastecimento ( www.agricultura.gov.br ).
15T15T 15T15T
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação
de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e
outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos, e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas de borracha, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico
classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila;
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- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI):macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
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- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
• Pele: em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR MAGNUM -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Acefato: Organofosforado
CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Classe Toxicológica
Vias de exposição Oral, Inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética Acefato: é absorvido pela pele, trato respiratório e trato gastrintestinal,
favorecido pela presença de solventes e tensoativos na formulação. Após a
absorção, ele é rapidamente distribuído por todos os tecjdos do organismo,
atingindo altas concentrações no fígado, onde é metabolizado. A eliminação
ocorre principalmente pela urina (em média, 90%), com uma pequena porção
sendo eliminada pelas fezes (1%). Sua meia-vida varia muito, dependendo da
composição da formulação e. da via de administração.
Toxicodinâmica Acefato: inibe permanentemente a enzima acetilcolinesterase, o que impede a
degradação do mediador nervoso acetilcolina, que então se acumula nas
terminações nervosas. Disso, resulta uma hiperestimulação de células
musculares, glandulares, ganglionares, do sistema nervoso autônomo (causando
efeitos muscarínicos - SN parassimpático – e nicotínicos - SN simpático e motor)
e do sistema nervoso central (SNC).
Sintomas e sinais Acefato: causa sintomas que podem aparecer em poucos minutos ou em até 12
clínicos horas após a exposição. A intensidade dos sintomas depende da toxicidade, da
quantidade, da taxa de absorção, da taxa de biotransformação e da frequência
da exposição ao agrotóxico e de exposições prévias a outros inibidores da
colinesterase. O quadro clínico constituído por efeitos muscarfnicos, nicotínicos e
do sistema nervoso central:
- Efeitos muscarínicos (síndrome muscarínica, colinérgica ou
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parassimpaticomimética): hipersecreção glandular (sialorreia, lacrimejamento,
broncorreia e sudorese), vômito, diarreia, cólicas abdominais, broncoespasmo,
miose puntiforme e parafítica com visão borrada, bradicardia, cefaleia,
incontinência urinária. A sudorese severa pode provocar desidratação,
hipovolemia e hipotensão graves, resultando em choque.
- Efeitos nicotínicos (síndrome nicotínica): midríase, hipertensão arterial,
mialgia, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral,
indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória,
levando à morte por parada respiratória. Taquicardia e hipertensão arterial
podem manifestar-se e serem alteradas pelo efeito muscarínico.
- Efeitos sobre o SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão
mental, ataxia, depressão dos centros cardiorespiratórios, convulsões e coma.
TAMBÉM PODEM OCORRER CONVULSÕES TARDIAS:
- Síndrome intermediária: aparece 1-4 dias após a exposição e a resolução da
crise colinérgica aguda e é caracterizada por paresia dos músculos respiratórios
e debilidade muscular que acomete principalmente a face, o pescoço e as
porções proximais dos membros. Também pode haver comprometimento de
pares cranianos e diminuição de reflexos tendinosos.
·A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas pode
prolongar-se, às vezes, por meses após a exposição.
- Neuropatia retardada induzida por organofosforados: neuropatia simétrica,
distal, sensitivo motora que aparece em 14 a 28 dias após a exposição e é
desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais. A crise se
caracteriza por paresias ou paralisias simétricas de extremidades, sobretudo
inferiores, podendo persistir durante semanas ou anos. São casos raros, após
exposições agudas e intensas.
Outros efeitos sobre o Sistema Nervoso Central: um déficit residual de
natureza neuropsiquiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade,
comprometimento da memória, concentração e iniciativa pode ser observado.
Risco de síndromes extrapiramidais tardias e doença de Guillain-Barré. Em
embriões e fetos, há risco de alteração do neurodesenvolvimento.
Atenção: este produto contém pequena quantidade de Polyoxyethylene aryl ether
sulphate (nonilfenol etoxilado), presente em alguns outros agrotóxicos e produtos
de limpeza e higiene pessoal. Ele pode penetrar pela via respiratória, durante a
pulverização da mistura. É altamente irritante e corrosivo para a pele, mucosas e
tecido pulmonar, e é reconhecidamente perturbador do sistema hormonal, com
atividade estrogênica.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível, associados ou não à redução da atividade da colinesterase. Queda
em 25% ou mais de sua atividade original indica exposição recente importante.
Queda de 50% é geralmente associada à exposição intensa. A
pseudocolinesterase sérica é um indicador sensível, mas não específico. Ambas
podem demorar 3-4 meses para se normalizar. É importante lembrar que a
atividade colinesterásica varia fisiologicamente durante o dia e de um indivíduo
para outro. A identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e
urina pode evidenciar exposição, mas não é facilmente realizável. Outros
controles do estado de saúde incluem: dosagens de eletrólitos, glicemia,
creatinina, amilase pancreática e enzimas hepáticas, assim como gasometria,
ECG (prolongamento do segmente QT) e RX tórax (edema pulmonar e
aspiração).
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Na presença de sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente
imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação
laboratorial.
Tratamento Remover roupas e acessórios e realizar a descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente abundante
e sabão neutro. Remover a vítima para local ventilado.
Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou
água corrente, por no mínimo 15 minutos, evitando contato da água de lavagem
com o outro olho.
Em caso de ingestão recente (menos de 1h) de grandes quantidades, pode-se
realizar a lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger as vias
aéreas do risco de aspiração: Para quantidades menores ou atendimento após
1h, administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g
em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na
proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Emergência, suporte e tratamento sintomático:
Manter as vias aéreas permeáveis, se necessário, através de intubação oro-
traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para a fraqueza da
musculatura respiratória e a parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias
cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Monitorar a oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica,
calcemia e hemograma. Tratar pneumonite, convulsões e coma, caso ocorram.
Tratamento específico e antídoto:
Atropina - antagonista dos efeitos muscarínicos, a atropina não age sobre os
efeitos nicotínicos. Dose de 1,0-4,0 mg em fase de ataque (adultos), e 0,01 a
0,05 mg/kg em crianças, por via EV, diluída em soro fisiológico na proporção de
1:2. Repetir, se necessário, a cada 5 a 10 minutos. As preparações de atropina
disponíveis no mercado, têm, normalmente, a concentração de 0,25 ou 0,50
mg/mL.
O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico e se
baseia ou na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorreia e na
constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou no aparecimento de
sintomas de intoxicação atropínica ligeira (hiperemia de pele, boca seca, pupilas
dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de
manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais.
A presença de taquicardia e hipertensão não contraindica a atropinização.
São indicados a supervisão e o tratamento sintomático do paciente por
pelo menos 48 horas, mas aconselha-se mantê-lo em observação por 72 horas,
com monitoramento cardiorrespiratório e oximetria de pulso. A ação letal dos
organofosforados é comumente atribuída à insuficiência respiratória, pelos
mecanismos de broncoconstrição, hipersecreção pulmonar, falência da
musculatura respiratória e consequente depressão do centro respiratório por
hipóxia.
A administração de atropina só deverá ser realizada na vigência de
sintomatologia.
Oximas (pralidoxima) - A pralidoxima constitui um antídoto específico para
organofosforados. Ela desfosforiIiza e reativa a acetilcolinesterase. Seu efeito é
importante na regressão dos efeitos nicotínicos e na prevenção da Síndrome
Intermediária, tendo pouca eficácia sobre os efeitos muscarínicos. A
pralidoxima não substitui a atropina. Nos casos de contaminação importante,
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seu uso deve ser iniciado desde as primeiras 24 horas para ser mais efetivo,
mas a pralidoxima pode ser aportada mais tarde, em especial em intoxicações
por compostos lipossolúveis. Concentrações terapêuticas devem ser mantidas
para restabelecer o máximo da atividade enzimática até a eliminação do acefato.
Dose de ataque:
Adultos: 1g, preferencialmente via EV, podendo ser utilizada via lM ou SC, em
doses não maiores que 200 mg/minuto, diluídas em soro fisiológico. Pode ser
repetida a partir de 2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a
dose máxima de 12 g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg, preferencialmente via EV, podendo ser utilizada via IM
ou SC. Não exceder 4 mg/kg/min.
A pralidoxima pode causar bloqueio neuromuscular, se utilizada em altas doses,
com taquicardia, laringoespasmo, rigidez muscular, náusea, cefaleia e tontura.
Se houver convulsões, o paciente pode ser tratado com benzodiazepínicos, sob
o controle médico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
pneumonite química.
A diálise e a hemoperfusão não são indicadas.
Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à
possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina,
teofilina, fenotiazinas e reserpina)
Efeitos das interações Acefato: Com outros organofosforados ou carbamatos.
químicas
- Ligue para o Disque – Intoxicação: 0800 722 6001, para notificar o
caso e obter informações especializadas sobre Diagnóstico e
Tratamento - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
- As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
ATENÇÃO
Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema
de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência ADAMA BRASIL S/A: 0800 200 2345
(43) 3371-9330 Fax: (43) 3371-9017
https://www.adama.com/brasil/pt/contato
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL 50 oral em ratos: >300 – 2000 mg/kg p.c.
RR RR
DL 50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
RR RR
CL 50 inalatória em ratos: CL 50 >2,001 mg/L/4h
RR RR RR RR
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não foram observados sinais de irritação dérmica. Nas
condições de teste, o produto foi classificado como não irritante.
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Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos de coelhos não provocou
efeitos. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Após administração oral crônica de Acetato, foram observadas: inibição da atividade da enzima
acetilcolinesterase eritrocitária e plasmática (ratos e camundongos); hepatotoxicidade; toxicidade
pulmonar; rinite (camundongos) e alterações comportamentais.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( )Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X)MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( )Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( )Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
- podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos.
- Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A.
− Telefone da empresa: 0800 400 7070.
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− Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
- Piso Pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste
caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e
destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o
qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
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O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros
materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
Este produto encontra-se com restrição de uso temporária no estado do Paraná para Ecdytolopha
aurantiana em Citros.
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