Mademato
Industria Quimica Dipil Ltda
Herbicida
glifosato-sal de isopropilamina (glicina substituída) (480 g/L)

Informações

Número de Registro
11006
Marca Comercial
Mademato
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
glifosato-sal de isopropilamina (glicina substituída) (480 g/L)
Titular de Registro
Industria Quimica Dipil Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
não seletivo sistêmico de pós-emergência
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Algodão
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Algodão
Gnaphalium pensylvanicum
macela (1); macelinha; macio (1)
Algodão
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Algodão
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Algodão
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Algodão
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Algodão
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Algodão
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Algodão
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Algodão
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão OGM
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão OGM
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão OGM
Digitaria ciliaris
capim-colchão (3); capim-da-roça (2); capim-tinga
Algodão OGM
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão OGM
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Algodão OGM
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Algodão OGM
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Algodão OGM
Senna occidentalis
fedegoso; mamangá; manjerioba
Algodão OGM
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão OGM
Urochloa decumbens
Capim-Braquiária
Arroz
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Arroz
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Arroz
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Arroz
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Arroz
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Arroz
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Arroz
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Arroz
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Arroz
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Arroz
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Arroz
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Arroz
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Arroz
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Arroz
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Arroz
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Arroz
Gnaphalium pensylvanicum
macela (1); macelinha; macio (1)
Arroz
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Arroz
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Arroz
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Arroz
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Arroz
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Arroz
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Arroz
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Arroz
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Café
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Café
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Café
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Café
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Café
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Gnaphalium pensylvanicum
macela (1); macelinha; macio (1)
Café
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Café
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Café
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Café
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Café
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Café
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Café
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Café
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Cana-de-açúcar
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Gnaphalium pensylvanicum
macela (1); macelinha; macio (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Cana-de-açúcar
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Cana-de-açúcar
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Cana-de-açúcar
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Cana-de-açúcar
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Citros
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Citros
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Citros
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Citros
Gnaphalium pensylvanicum
macela (1); macelinha; macio (1)
Citros
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Citros
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Citros
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Citros
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Citros
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Citros
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Citros
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Eucalipto
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Eucalipto
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Eucalipto
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Eucalipto
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Eucalipto
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Eucalipto
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Eucalipto
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Eucalipto
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Eucalipto
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Eucalipto
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Eucalipto
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Eucalipto
Gnaphalium pensylvanicum
macela (1); macelinha; macio (1)
Eucalipto
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Eucalipto
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Eucalipto
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Eucalipto
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Eucalipto
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Eucalipto
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Feijão
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Feijão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Feijão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Feijão
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Feijão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Feijão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Feijão
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Feijão
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Feijão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Feijão
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Feijão
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Feijão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Feijão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Feijão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Feijão
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Feijão
Gnaphalium pensylvanicum
macela (1); macelinha; macio (1)
Feijão
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Feijão
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Feijão
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Feijão
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Feijão
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Feijão
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Feijão
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Feijão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Maçã
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Maçã
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Maçã
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Maçã
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Maçã
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Maçã
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Maçã
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Maçã
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Maçã
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Maçã
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Maçã
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Maçã
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Maçã
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Maçã
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Maçã
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Maçã
Gnaphalium pensylvanicum
macela (1); macelinha; macio (1)
Maçã
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Maçã
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Maçã
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Maçã
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Maçã
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Maçã
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Maçã
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Maçã
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Maçã
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Milho
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Milho
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Gnaphalium pensylvanicum
macela (1); macelinha; macio (1)
Milho
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Milho
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Milho
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Milho
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Milho
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Milho
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Milho
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho OGM
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho OGM
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Milho OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho OGM
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho OGM
Chamaesyce hirta
erva-andorinha (2); erva-de-cobre; erva-de-sangue
Milho OGM
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho OGM
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho OGM
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho OGM
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho OGM
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho OGM
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho OGM
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Pastagens
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Pastagens
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Pastagens
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pastagens
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Pastagens
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pastagens
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Pastagens
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Pastagens
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Pastagens
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Pastagens
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Pastagens
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Pastagens
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Pastagens
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Pastagens
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pastagens
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Pastagens
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Pastagens
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Pastagens
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Gnaphalium pensylvanicum
macela (1); macelinha; macio (1)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Soja
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Soja
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Soja
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja OGM
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Soja OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja OGM
Brachiaria brizantha
braquiarão; braquiária-brizanta; braquiária-do-alto
Soja OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja OGM
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja OGM
Chamaesyce hirta
erva-andorinha (2); erva-de-cobre; erva-de-sangue
Soja OGM
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja OGM
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Soja OGM
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja OGM
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Uva
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Uva
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Uva
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Uva
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Uva
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Uva
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Uva
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Uva
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Uva
Echinochloa cruspavonis
canevão; capim-arroz (3); capim-jaú (2)
Uva
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Uva
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Uva
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Uva
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Uva
Gnaphalium pensylvanicum
macela (1); macelinha; macio (1)
Uva
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Uva
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Uva
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Uva
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Uva
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Uva
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Uva
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Uva
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Uva
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)

Conteúdo da Bula

                                    1/14



                                                            MADEMATO

             Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 11006.

COMPOSIÇÃO:
Sal de isopropilamina de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO).................................480 g/L (48% m/v)
Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO).......................................360 g/L (36% m/v)
Ingredientes inertes................................................................................................................690 g/L (69% m/v)
Grupo químico: Glicina substituída.



                                           GRUPO                            G                   HERBICIDA



CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.

CLASSE: Herbicida não seletivo, sistêmico de pós-emergência do grupo químico glicina substituída.

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO (*):
INDÚSTRIA QUÍMICA DIPIL LTDA.
Rua José Jesuíno Correia, 1300, Bairro Ind. Zeferino Kuklinski.
CEP: 89.108-000 – Massaranduba/SC - CNPJ: 78.175.189/0001-40.
Tel: (47) 3379-1342 / Fax: (47) 3379-1342.
Registro CIDASC/SC nº 890.

(*) IMPORTADORES DO PRODUTO FORMULADO
PILARQUIM BR COMERCIAL LTDA.
Alameda Rio Negro, 585 – sala 145
CEP 06454-000 – Barueri/SP - CNPJ: 00.642.795/0001-31
Tel: (0xx11) 4195.2121 Fax (0xx11) 4195.9988
Registro CDA/SP nº 257

FÁBRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:

PILARSATO TÉCNICO, MAPA Nº 06303
PILARQUIM (SHANGHAI) CO. LTD.
1500 Hang-Tang Road,
Jin-Hui Town, Feng Xian District
Shanghai, P.R. China

GLIFOSATO TÉCNICO WYNCA, MAPA Nº 38919
ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICALS CO. LTD.
International Chemical Industry Park Zhenjiang New Area, 212152.
Jiangsu, P.R. China

GLIFOSATO TÉCNICO GHA, MAPA Nº 14616.
JIANGSU GOOD HARVEST – WEIEN AGROCHEMICAL CO. LTD.
Laogang, Qindong City
Jiangsu, P.R. China

GLYHOSATE TÉCNICO FUHUA, MAPA Nº 29218.
SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO LTD.
Qiaogou Town Wutongqiao District 614800 Leshan.
Sichuan, P.R. China
                                                                                 2/14
FORMULADORES:

INDÚSTRIA QUÍMICA DIPIL LTDA.
Rua José Jesuíno Correia, 1300, Bairro Ind. Zeferino Kuklinski
CEP 89.108-000 – Massaranduba/SC - CNPJ: 78.175.189/0001-40
Registro CIDASC/SC nº 890

UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, Km 122
CEP 18160-000 – Salto de Pirapora/SP – CNPJ: 62.182.092/0012-88
Cadastro CDA/SP n 476

COMPAÑIA CIBELES S. A.
Ruta 74, km 26 (Joaquín Suárez)
Canelones – Uruguai
DGI no 21 056797 0019

FENASOL S.A.
Planta “Los Cerros de Florida” - Camino de Lãs Holandesas 1018 B
Florida – Uruguai
DGI no 21 509800 0013

FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, km 68,5 – Olhos D’Água
CEP 18120-970 – Mairinque/SP – CNPJ: 47.226.493/0001-46
Cadastro CDA/SP n° 031

PILARQUIM (SHANGHAI) CO. LTD.
1500 Hang-Tang Road,
Jin-Hui Town, Feng Xian District
Shanghai, P.R. China

PILARQUIM CORP.
9F No. 332 Sec 2 Chien Kuo S Rd
Taipei – Taiwan

SIPCAM AGRO S/A.
Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III
CEP 38102-970 – Uberaba/MG – CNPJ: 23.361.306/0001-79
Cadastro IMA/MG n 701-06046

TAGMA BRASIL IND. E COM. DE PROD. QUÍM. LTDA.
Av. Roberto Simonsen, n° 1459 – Poço Fundo
CEP 13140-030 – Paulínia – SP – CNPJ: 03.855.423/0001-81
Cadastro CDA/SP n 477

ADAMA BRASIL S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400
CEP 86031-610 – Londrina/PR – CNPJ: 02.290.510/0001-76
Cadastro SEAB/PR n 002538

JIANGSU GOOD HARVEST – WEIEN AGROCHEMICAL CO. LTD.
Laogang, Qindong City
Jiangsu, P.R. China



                  Nº do lote ou partida:
                  Data de fabricação:                  VIDE EMBALAGEM
                  Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
                                                                                                              3/14

      É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.

                       É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                   Corrosivo ao Ferro Comum e Galvanizado

                                               Indústria Brasileira

           CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA - CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III – PRODUTO PERIGOSO AO
                                 MEIO AMBIENTE




INSTRUÇÕES DE USO:

Recomendado para o controle pós-emergente não seletivo de plantas daninhas nas seguintes situações:

   1. Aplicação dirigida em áreas cultivadas (pós-emergência das plantas daninhas e das culturas), nos
      cultivos de café, citros, cana-de-açúcar, maçã, uva e eucalipto (florestas implantadas).

   2. Aplicação em área total para eliminação de plantas daninhas emergidas, antes do plantio dos cultivos
      de algodão, arroz, feijão, milho, eucalipto e soja, no sistema de plantio direto.

   3. Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar.

 Observação: na cultura do arroz, algodão, feijão, milho, maçã e uva, utilizar no controle das plantas daninhas
 no máximo até 4,0 L p.c./ha.

 PLANTAS DANINHAS/DOSE:

 a) Plantas daninhas anuais

 controladas FOLHA ESTREITA:
Nome comum                         Nome científico                Dose (litros/ha)     Dose (g i.a./ha)
Arroz-vermelho, Arroz-preto        Oryza sativa                        3a4               1440 a 1920
Azevém                             Lolium multiflorum                  2a3               960 a 1440
Capim-arroz                        Echinochloa cruspavonis             2a3               960 a 1440
Capim-arroz                        Echinochloa crusgalli                 2                   960
Capim-carrapicho                   Cenchrus echinatus                  1a2                480 a 960
Capim-colchão                      Digitaria horizontalis              1a2                480 a 960
Capim-marmelada                    Brachiaria plantaginea                1                   480
Capim-pé-de-galinha                Eleusine indica                       2                   960

 FOLHA LARGA:
 Nome comum                         Nome científico                        Dose         Dose (g i.a./ha)
                                                                       (litros/ha)
 Amendoim-bravo                     Euphorbia heterophylla               3a4              1440 a 1920
 Angiquinho                         Aeschynomene rudis                   2a3               960 a 1440
                                                                                                         4/14
 Caruru-verde                      Amaranthus viridis                 1a2              480 a 960
 Corda-de-viola                    Ipomoea grandifolia                3a4             1440 a 1920
 Erva-de-bicho                     Polygonum persicaria               1a2              480 a 960
 Falsa-serralha                    Emilia sonchifolia                   2                 960
 Losna-branca                      Parthenium hysterophorus             2                 960
 Macela                            Gnaphalium pensylvanicum           1a2              480 a 960
 Picão-branco                      Galinsoga parviflora                 1                 480
 Picão-preto                       Bidens pilosa                      1a2              480 a 960

 b) Plantas daninhas perenes

 controladas FOLHA ESTREITA:
Nome comum                        Nome científico               Dose (litros/ha)    Dose (g i.a./ha)
Capim-braquiária                  Brachiaria decumbens               2a4              960 a 1920
Grama-seda                        Cynodon dactylon                   3a5             1440 a 2400
Tiririca                          Cyperus rotundus                   4a5             1920 a 2400
Capim-colonião                    Panicum maximum                    3a4             1440 a 1920

 FOLHA LARGA:
 Nome comum                        Nome científico               Dose (litros/ha)    Dose (g i.a./ha)
 Guanxuma                          Sida rhombifolia                    2a3              960 a 1440
 Guanxuma-branca                   Sida glaziovii                      2a3              960 a 1440


 c) Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar (Saccharum officinarum):

- Dose: 3 a 4 litros/ha (1440 a 1920 g i. a./ha).
- Aplicar sobre as folhas em área total quando a soqueira estiver no mínimo 50 cm do solo. É fundamental
que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.

Observações gerais:

- As doses indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas
daninhas desde a fase jovem até a adulta.

- As doses em g i.a./ha referem-se à concentração de Sal de isopropilamina de N- (phosphonomethyl)glycine.

- Para plantas daninhas com indicação de intervalo de doses, utilizar as doses menores na fase inicial de
desenvolvimento, e as doses maiores para plantas mais desenvolvidas, adultas ou perenizadas.

(*) É obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de 50% para doses acima de 1.800
g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada
- considerando-se a dose de ingrediente ativo em equivalente ácido.

(*) É obrigatória a utilização de tecnologia de redução de deriva de 50% e bordadura de 5 metros para
doses acima de 3.700 g/ha (formulação SL/SC) - considerando-se a dose de ingrediente ativo em
equivalente ácido - nas aplicações costal, estacionária/semiestacionária e tratorizada. A bordadura
terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que
houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40
metros do limite esterno da plantação.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

- O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo à/ou durante a floração. Para plantas
daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
                                                                                                                  5/14
- Em plantio direto, aplicar em área total antes do plantio das culturas indicadas, para eliminação das plantas
daninhas emergidas.

- Culturas de café, citros, cana-de-açúcar, maçã e uva: aplicar quando as plantas daninhas estiverem na
fase ideal de controle, observando-se os intervalos de segurança e outras recomendações descritas n a bula.

- Na eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar em área total sobre as folhas quando estas estiverem
no mínimo 50 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.

- Aplicar MADEMATO quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento e sem “stress”
hídrico (condições de seca ou excesso de água). MADEMATO não atua sobre as sementes existentes no
solo.

- Uma única aplicação de MADEMATO, aplicado conforme recomendado, controla as plantas daninhas.


MODO DE APLICAÇÃO:

- Volume de calda: Utilizar 200 a 400 litros de calda por hectare, para as aplicações terrestres (costal e
tratorizado); e 40 a 50 litros de calda por hectare, para as aplicações aéreas.


Equipamentos:

- Via terrestre - tratorizado: Em equipamentos tratorizados convencionais utilizar bicos 80.03/80.04/110.04.
Não aplique com ventos superiores a 10 Km/h.

- Via terrestre - costal: Em equipamentos tipo costal manual utilizar bicos 80.02/110.01/TK-05/110.02. Não
aplique com ventos superiores a 10 Km/h.

- Via aérea: Aplicar p o r via aérea em áreas livres de culturas; antes do plantio das culturas no sistema
de plantio direto; ou na eliminação de soqueiras de cana-de-açúcar. Aplicar o produto utilizando-se aeronave
dotada de barra de pulverização com bicos, e seguindo os seguintes parâmetros:

- Os equipamentos devem ser calibrados para que o produto tenha uma boa distribuição e cobertura da folhagem
das plantas daninhas.

- Utilize bicos que gerem gotas médias (M), grossa (G) ou muito grossas (MG) de forma a minimizar os riscos com
deriva.

- Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/hora, temperatura menor que 25°C e
umidade relativa maior que 70%, visando reduzir o máximo às perdas por deriva e evaporação.

Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema
de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda
do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da
aplicação.

Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela
interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade
e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes
para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e
com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à
altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas
ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina
no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento
da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento
lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
                                                                                                              6/14
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As
recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia
de aplicação empregada.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

                           Cultura                                  Intervalo de Segurança (dias)
     Citros e Cana-de-açúcar                                                       30
     Café e Maçã                                                                   15
     Uva                                                                           17
     Algodão, Arroz, Feijão, Milho                                                 (1)
     Soja                                                                          (2)
     Eucalipto                                                            (U.N.A.)
    (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (Plantio direto).
    (2) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for
         aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura.
    (U.N.A.) Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade – evite que a solução herbicida atinja as partes verdes das plantas úteis durante a aplicação.
- Armazene e manuseie apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio e aço inoxidável. Não
  armazene a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
- Suspenda a aplicação quando houver prenúncio de chuva. Caso ocorram chuvas nas primeiras 4 horas
  após a aplicação, a eficiência do produto pode ser diminuída. Este é o intervalo de tempo necessário para
  a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.
- A eficácia do produto é observada entre 7 e 14 dias após a aplicação.
- Use somente água limpa na aplicação do produto (sem argila em suspensão).
- Não aplique MADEMATO quando as folhas das plantas daninhas estiverem cobertas de poeira. Nestas
  condições poderá haver redução da atividade do produto.
- Não capine ou roce as plantas daninhas antes da aplicação, e até 14 dias após a aplicação de MADEMATO.
- Não permita o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais após a aplicação de MADEMATO.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

A DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; E
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
                                                                                                            7/14
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:


                              GRUPO                  G              HERBICIDA


O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da
população de plantas daninhas a eles resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes
mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas
com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo ou
Florestal.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.)
dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.


                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA



                       ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES

                 USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO




                                                 CUIDADO

                                            “Nocivo se ingerido.”
                                      “Nocivo em contato com a pele.”
                                            “Nocivo se inalado.”
                                    “Provoca Moderada Irritação à Pele”


   PRECAUÇÕES GERAIS:

   ▪   Produto para uso exclusivamente agrícola.
   ▪   Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
   ▪   Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
       recomendados.
   ▪   Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
       ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, toca árabe e luvas.
   ▪   Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos ou com vida útil fora da
       especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
   ▪   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
       com a boca.
   ▪   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
   ▪   O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
   ▪   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
       áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
   ▪   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
       PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
   ▪   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
       do alcance de crianças e animais.
   ▪   Seguir as recomendações do fabricante de Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
       forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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PRECAUÇÕES NO PREPARO DA CALDA

▪       PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE AOS OLHOS.
▪       Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
        PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
▪       Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
▪       Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
        mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
        botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
        vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca
        árabe e luvas de nitrila.
▪       Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
        (EPI) recomendados.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

▪       Evite o máximo possível contato com a área tratada.
▪       Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas m a i s quentes do dia, respeitando
        as melhores condições climáticas para cada região.
▪       Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
        de tempo entre a última aplicação e a colheita).
▪       Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
        sendo aplicado o produto.
▪       Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
        mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
        botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
        vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca
        árabe e luvas de nitrila.
▪       Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
        pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.

    PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO:

    ▪     Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
          manter os avisos até o final do período da reentrada.
    ▪     Evite o máximo possível contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
          com os produtos antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de
          proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
    ▪     Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
          trancado, longe do alcance de crianças e animais.
    ▪     Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas
          para evitar contaminação.
    ▪     Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
          seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
    ▪     Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
    ▪     Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
          fabricante.
    ▪     Não reutilizar a embalagem vazia.
    ▪     No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
          tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
    ▪     Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
          aplicação.
    ▪     Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
          (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
    ▪     Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
          da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
    ▪     Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
          aplicação.
    ▪     A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
          protegida.
                                                                                                         9/14
PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo o serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, o folheto informativo e/ou
receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por
exemplo.


                                     INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO
                                         INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico                Glicina substituída.
Classe toxicológica          Classe 4 - Produto Pouco Tóxico
Vias de exposição            Oral, Inalatória, Ocular e Dérmica.
                             Após a exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido.
                             Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido,
Toxicocinética               14-29% é excretado pela urina e 0,2% excreto pelo ar expirado. A quantidade de 99%
                             absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é
                             biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico.
Mecanismos de toxicidade     Primariamente inflamatório, causando irritação na pele, mucosas e olhos.
                             As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à
                             concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às
                             formulações de glifosato.

                             Em casos de exposição:

                             DIGESTIVA (INGESTÃO): podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas),epigastralgia,
                             vômitos, cólicas, diarréia e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática
                             aguda; alterações na pressão sanguínea, palpitações, choque hipovolêmico;
                             pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico, insuficiência renal por necrose tubular
                             aguda; cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor,
                             cunvulções e coma; acidose metabólica.
Sintomas e sinais clínicos
                             CUTÂNEA: podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação,
                             prurido, vesículas) eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e
                             vesículas de aparecimento tardio, entre 5 e 10 dias). Todos esses quadros podem ser
                             agravados por uma infecção bacteriana secundária.

                             OCULAR: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da
                             visão, conjuntivite e edema palpebral.

                             RESPIRATÓRIA: pode ocorrer aumento da freqüência respiratória, broncoespasmo e
                             congestão vascular pulmonar. É necessário observar a toxicidade inerente aos
                             adjuvantes (produtos utilizados em misturas com produtos formulados para melhorar a
                             sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do
                             glifosato.
                             O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico                  quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do
                             composto no material gástrico.
                             O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (ácido aminometilfosfônico) que
Toxicocinética               aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu
                             metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias.
                                                                                                10/14
                     NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a antropina não tem nenhum efeito
                     neste caso. O tratamento das intoxicações por Glifosato é basicamente sintomático e
                     de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas
                     de descontaminação.

                     ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação deve estar
                     protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a
                     contaminação por agente tóxico.

                     Descontaminação:

                     • Cutânea: remover roupas e acessórios. Proceder descontaminação cuidadosa na
                     pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e
                     sabão.

                     • Ocular: irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no
                     mínimo,       15       minutos,      evitando       contaminar      outro      olho.
                     Ingestão: é necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida e o
                     tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder
                     à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos,
                     de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano. O carvão
                     ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água.

Tratamento           Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas,
                     aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente ocorrência de
                     insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e
                     oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de
                     oxigênio (pO2) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão
                     positiva no final da expiração (PEEP). Manter acesso venoso de bom calibre para
                     infusão de fluídos nos casos em que ocorrer hipotensão, se necessário, associar
                     vasopressores. Monitorar alterações na pressão sanguínea e arritmias cardíacas
                     (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom
                     calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar
                     vasopressores.
                     Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com
                     solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise.
                     Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações
                     gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou
                     bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
                     Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos
                     anormais e sedimentoscopia da urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de
                     tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o
                     desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas
                     de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.




                     Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
                     A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da
Contra-Indicações    superfície                                 de                              contato.
                     A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão arterial
                     e causar depressão cardiorespiraória.
                     Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem
Efeitos sinérgicos   aumentar a absorção do produto.
                     Ligue par ao Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                     informações    especializadas    sobre    o     diagnóstico     e    tratamento.
                     Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica – RENACIAT –
ATENÇÃO
                     ANVISA/MS
                     Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
                     Telefone de Emergência da empresa: (47) 3379-1342
                                                                                                           11/14
 MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

 Mecanismo Ação: Glifosato não é um inibidor de acetilcolinesterase e, portanto, não existe o quadro
 clínico decorrente do acúmulo de acetilcolina no espaço intersináptico. O surfactante presente no
 MADEMATO aparentemente pode ter algum papel na toxicidade após a ingestão. Em testes “in vitro”
 com mitocôndrias isoladas de fígado de rato, o Glifosato atua desacoplando a fosforilação
 oxidativa como resultado da interação com fosforilação oxidativa e na reação transidrogenase energia-
 dependente.

 Absorção:

 A absorção cutânea: Em estudos “in vitro” com tecidos humanos a absorção cutânea foi menor do que
 2%.

 Absorção oral: Em ratos a absorção chegou a 35-40% quando administrado por via oral na dose
 de 10 mg/kg de peso.

 Distribuição: Após a absorção, é distribuído no organismo, sendo encontrado principalmente nos
 intestinos, ossos, cólon e rins. As maiores concentrações foram encontradas no intestino delgado, acima
 de 34%, duas horas após a ingestão.

 Metabolismo: Aparentemente, o metabolismo do Glifosato em animais é mínimo. Essencialmente são
 produzidos metabólitos não tóxicos e aproximadamente 100% do encontrado nos tecidos, corresponde
 ao produto original.

 Excreção:

 Renal: O Glifosato é eliminado na urina, atingindo rapidamente níveis muito baixos. Em geral, dois ou
 três dias depois da ingestão não é detectado na urina. Estudos em ratos mostram que
 aproximadamente 36% da dose foi excretada na urina num período de 7 dias. Em ratos (machos) que
 receberam Glifosato radiomarcado, aproximadamente 20 a 30% foi eliminado na urina em 72 horas.

 Fezes: Em estudos com animais, aproximadamente 51% da dose foi excretada nas fezes num período
 de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam Glifosato radiomarcado, aproximadamente 70 a 80% foi
 eliminado nas fezes em 72 horas.

 EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
 DL50 oral para ratos: maior que 5000 mg/kg de peso corpóreo.

 DL50 dérmica para ratos: maior que 4.000 mg/kg de peso corpóreo.

 CL50 inalatória em ratos: maior que 2,63 mg/L de ar.

 Irritação ocular em coelhos: o produto foi considerado extremamente irritante para os olhos,
 provocando irritação persistente.

 Irritação dérmica em coelhos: o produto foi considerado levemente irritante para pele. Sensibilização
  cutânea em cobaias: o produto não provocou sensibilidade cutânea.

 Efeitos crônicos: O glifosato quando testado em animais de laboratório alimentados por mais de 2 anos,
 não foram observados efeitos adversos e não foi considerado carcinogênico. Em outros testes também
 não foi considerado mutagênico, teratogênico e não apresentou efeitos sobre a reprodução.


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1 - PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
[ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
[ ] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
[X ] - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
                                                                                                           12/14
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Evite a contaminação ambiental. Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
  outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
  recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
  Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: INDÚSTRIA QUÍMICA DIPIL LTDA. – Telefones
de Emergência: (47) 3379-1342.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de BORRACHA,
óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais
utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua
devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.

Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade
do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ
  QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


FRASCO PLÁSTICO (EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL)

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os
                                                                                                             13/14
mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
   Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
   esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
  vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador:
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
  boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
  direcionando o jato de água para todas as paredes internas das embalagens, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
                                                                                                             14/14

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

CAIXA DE PAPELÃO (EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazia, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do
solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.


- TELEFONE DE EMERGÊNCIA DIPIL: (47) 3379 1342

- CENTRO DE CONTROLE DE INTOXICAÇÕES (CCI): 0800 771 3733 ou (11) 5012-53
                                

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