Mace 970 SG
Syncrom Assessoria e Comércio de Produtos Agropecuários Ltda.
Inseticida
acefato (organofosforado) (970 g/kg)
Informações
Número de Registro
38125
Marca Comercial
Mace 970 SG
Formulação
SG - Granulado Solúvel
Ingrediente Ativo
acefato (organofosforado) (970 g/kg)
Titular de Registro
Syncrom Assessoria e Comércio de Produtos Agropecuários Ltda.
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Dysdercus ruficollis
Manchador-do-algodoeiro; Percevejo-manchador
Algodão
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Amendoim
Enneothrips flavens
Tripes-do-amendoim; Tripes-do-bronzeamento
Batata
Macrosiphum euphorbiae
Pulgão-das-solanáceas; Pulgão-verde-escuro
Citros
Ecdytolopha aurantiana
Bicho-furão
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Feijão
Empoasca kraemeri
Cigarrinha; Cigarrinha-verde
Milho
Dalbulus maidis
Cigarrinha-do-milho
Milho
Diceraeus melacanthus
Percevejo-barriga-verde
Milho
Rhopalosiphum maidis
Pulgão-do-milho; Pulgão-dos-cereais
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Euschistus heros
Percevejo-marrom
Soja
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Tomate
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Conteúdo da Bula
13.11.2025
MACE 970 SG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob n°38125
COMPOSIÇÃO:
O,S-dimethyl acetylphosphoramidothioate (Acefato).................970,0 g/kg (97,0% m/m)
Outros Ingredientes............................................................30,0 g/kg (3,00% m/m)
GRUPO 1B INSETICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida sistêmico de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Organofosforado
TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulo Solúvel em Água (SG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Syncrom Assessoria e Comércio de Produtos Agropecuários Ltda.
Rua Tabapuã, 888 - Conj. 61 – Itaim Bibi - São Paulo/SP - CEP: 04533-003.
CNPJ: 06.876.953/0001-02 - Cadastro na SAA/CDA/SP nº 623.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ACEFATO TÉCNICO SYNCROM – Registro MAPA nº TC12122
Lion Agrevo (Nantong) Co., Ltd.
Fourth Yangkou Road, Chemical Industrial Park Yangkou Coastal Economic Development Zone
Rudong County, Nantong City 226407 – Jiangsu – China.
IMPORTADOR:
Agriconnection Importadora e Exportadora de Insumos Agrícolas Ltda.
Alameda Rio Negro, n°585, Sala 145 A, Edif. Jaçari, Alphaville Industrial, CEP: 06454-000,
Barueri/SP - CNPJ: 39.496.730/0001-60 - Cadastro CDA/SP nº 4354.
Rodovia dos Imigrantes, SN, Galpão 01, Sala 01, Zona Rural, CEP: 78099-899, Cuiabá/MT
CNPJ: 39.496.730/0002-41 - Cadastro INDEA/MT nº 29497.
Rua Ronat Walter Sodré, n° 2800, Sala 09, Parque Industrial, CEP:86.200-000, Ibiporã/PR
CNPJ: 39.496.730/0008-37 - Cadastro ADAPAR/PR nº 1008310.
Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, Varejão, CEP: 13.314-012,
Itú/SP - CNPJ: 39.496.730/0009-18 - Cadastro CDA/SP nº 4410.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, Km 30,5 P36 Anexo 12, Jardim Maria Cristina,
CEP: 06421-400, Barueri/SP - CNPJ: 39.496.730/0015-66 - Cadastro CDA/SP nº 4503.
Agrilean Inputs S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, n°11100, Jardim Maria Cristina, CEP: 06421-300,
Barueri/SP - CNPJ: 47.983.211/0004-06 - Cadastro CDA/SP n° 4378.
Área Rural, KM 207, Lote 04, Armz 01, S/N, Bairro: Área Rural de Luís Eduardo Magalhães/BA
- CNPJ: 47.983.211/0002-36 - Cadastro ADAB/BA n° 145723.
Rua Tabapuã 888 cj. 61 CEP 04533-003 ltaim Bibi São Paulo/ SP - Brasil
Telefone 55 (11) 2362- 0325
13.11.2025
Rodovia BR 364, KM 20, Área 02, n°5788, bairro Zona Rural de Cuiabá/MT - CNPJ:
47.983.211/0003-17 - Cadastro INDEA/MT n° 33070.
Agroallianz S.A.
Rua Avelino Silveira Franco, n°149, CEP: 13092-870, Campinas/SP - CNPJ: 27.150.699/0001-
22 – Cadastro CDA/SP n°1280.
Agro Import do Brasil Ltda.
Rua Professor Ivo Corseuil, n°69, conj 201 e 301, Sala D, Bairro Petrópolis – CEP: 90.690-410
– Porto Alegre/RS - CNPJ: 05.625.220/0001-24 – Cadastro SEAPA/RS n°1448/04.
Rodovia BR 386, Km 173,5, s/nº, Sala 5ª, Bairro Boa Vista – CEP:99.500-000 - Carazinho/RS
- CNPJ: 05.625.220/0009-81 – Cadastro SEAPA/RS n° 42/18.
Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Módulo G – Distrito Industrial
Carlos Augusto Fritz – CEP: 99.500-000 – Carazinho/RS – CNPJ: 05.625.220/0013-68 –
Registro SEAPA/RS nº65/20.
Rodovia PR 090, Km 374, s/nº, Lote 44-C-2, Módulo I, Parque Industrial Nenê Favoretto – CEP:
86.200-000 - Ibiporã/PR - CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Cadastro ADAPAR/PR n°1000021.
Rodovia Presidente Castelo Branco, n°11100, Km 30,5, Módulo 2N, Jardim Maria Cristina –
CEP: 06.421-400 - Barueri/SP - CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Cadastro CDA/SP n° 4252.
Rodovia BR 163, Km 116, s/nº, Armazém 2, Sala 06, Parque Industrial Vetorasso – CEP:
78.746-055 - Rondonópolis/MT - CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Cadastro INDEA/MT n° 32257.
Alamos do Brasil Ltda.
Av. Senador Tarso Dutra, n°565, torre 2, sala 1407, Petrópolis, Porto Alegre/RS, CEP: 90690-
140 - CNPJ:07.118.931/0001-38 - Cadastro SEAPA/RS n° 1788/08.
Rua Ronat Walter Sodré, n°2800, Sala 10A, Parque Industrial, Ibiporã/PR, CEP: 86206-006 -
CNPJ: 07.118.931/0003-08 - Cadastro ADAPAR/PR n° 1007936.
Ameribrás Indústria e Comércio Ltda.
Rodovia Raposo Tavares, S/N, km 22,5, Edifício The Square, Sala 03 Bloco B, Lageadinho, CEP:
06709-015, Cotia/SP - CNPJ: 51.833.994/0001-68 - Cadastro CDA/SP n°1055.
Cargill Agrícola S.A.
Avenida Ahylon Macedo, nº 11348, Bairro Serra da Bandeira, CEP:47.812-200, Barreiras/BA
CNPJ: 60.498.706/0259-07 – Cadastro ADAB/BA n° 91215.
Rod Estadual Anel Viario S/N, Faz S Thomas Aboboras, Zona Rural - CEP: 75.901-970, Rio
Verde/GO - CNPJ: 60.498.706/0066-00 - Cadastro AGRODEFESA/GO n° 1367/2018.
Rodovia Brigadeiro Faria Lima, Km 405, S/N, Bairro Nova Colina, CEP: 14.770-000, Colina/SP
CNPJ: 60.498.706/0104-62 - Cadastro CDA/SP n° 4519.
Avenida Olacyr Francisco de Moraes, n°487, Distrito Industrial, Campo Novo do Parecis/MT
CEP: 78.360-000 – CNPJ: 60.498.706/0300-64 – Cadastro INDEA/MT n° 33181.
Dekalpar Brasil Ltda.
Avenida Madre Leônia Milito, n°1500, Bela Suíça, Sala 1910, Andar 19, CEP: 86.050-270,
Londrina/PR - CNPJ: 53.476.996/0001-72 - Cadastro ADAPAR/PR nº 1008459.
Rua Tabapuã 888 cj. 61 CEP 04533-003 ltaim Bibi São Paulo/ SP - Brasil
Telefone 55 (11) 2362- 0325
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Fiagril Ltda.
Avenida da Produção, Quadra 14, Lote 11, Sala 01, 2204-W, Bairro Parque das Emas, CEP:
78.466-551, Lucas do Rio Verde/MT - CNPJ: 02.734.023/0013-99 - Cadastro INDEA/MT nº
28047.
Goplan S/A.
Rua Antônio Lapa, n°606, Cambui, Campinas/SP, CEP: 13.025-241, CNPJ: 37.422.096/0001-
96 - Cadastro CDA/SP nº 4296.
Green Place Comércio e Distribuição Ltda.
Rua Américo Brasiliense, n°1923, Chácara Santo Antônio (Zona Sul), CEP: 04715-004 - São
Paulo/SP - CNPJ: 26.401.815/0001-76 - Cadastro CDA/SP n° 1302.
Estrada PR090, 5.900, km 374,9, Sala GPlace, Zona Rural, CEP: 86200-000, Ibiporã/PR - CNPJ:
26.401.815/0002-57, Cadastro ADAPAR/PR n° 1007782.
Rodovia BR 163, Km 116, SN, Zona Rural, CEP: 78750-899, Rondonópolis/MT - CNPJ:
26.401.815/0004-19 - Cadastro INDEA/MT n°31307.
Rodovia BR-050, Km 185, Galpão 34, Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050, Uberaba/MG -
CNPJ: 26.401.815/0007-61 - Cadastro IMA/MG n°19.382.
Novachem Importacão e Comercio Ltda.
Rod. BR 369, KM 37,5 sala 04, Área Industrial, CEP: 86380-000 - Andirá/PR - CNPJ:
48.054.057/0001-08 - Cadastro ADAPAR/PR nº 1008435.
Rua Emília Garcia de Souza, 270, sala 01, CEP: 14.096-120 - Ribeirão Preto/SP - CNPJ:
48.054.057/0002-80 - Cadastro CDA/SP nº 4472.
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agricolas Ltda.
Rua Santos Dumont, n°1307, Sala 4-A, 1° Andar, Centro, CEP: 85.851-040, Foz do Iguaçu/PR
CNPJ: 05.280.269/0001-92 - Cadastro ADAPAR/PR n° 003046.
Avenida Euripedes Menezes S/N, Quadra 004 Lote 014E, Bairro Parque Industrial Vice-
Presidente José Alencar, CEP: 74.993 540, Aparecida de Goiânia/ GO - CNPJ:
05.280.269/0002-73 - Cadastro AGRODEFESA/GO n° 2542/2019.
Rua Projetada n°150, Armazém 1V, Bairro Distrito Industrial, CEP:78099-899, Cuiabá/MT
CNPJ: 05.280.269/0003-54 – Cadastro INDEA/MT n° 21581.
Avenida Constante Pavan, n°4633, Armazém 1G, Betel, CEP:13.148-198 - Paulínia/SP - CNPJ:
05.280.269/0004-35 - Cadastro CDA/SP n°4301 e n°4815.
Rua Ronat Walter Sodre, nº2800 - Sala 07, Parque Industrial, CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR
CNPJ: 05.280.269/0006-05 - Cadastro ADAPAR/PR n°1007910.
Avenida das Indústrias, n° 2020, Armazém 07, Ouro Preto, CEP: 99.500-000, Carazinho/RS -
CNPJ: 05.280.269/0007-88 - Cadastro SEAPA/RS n° 97/22.
Rua C, n°286 – ARMZ S – Ondumar Maraba, CEP: 47.852-732, Luis Eduardo Magalhaes/BA
CNPJ: 05.280.269/0008-69 - Cadastro ADAB/BA n°135322.
Rodovia BR-50, KM 185, s/n, Galpão 35, Jardim Santa Clara, CEP: 38.038-050, Uberaba/MG
Rua Tabapuã 888 cj. 61 CEP 04533-003 ltaim Bibi São Paulo/ SP - Brasil
Telefone 55 (11) 2362- 0325
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CNPJ: 05.280.269/0009-40 - Cadastro IMA/MG n°7839784.
Rodovia MS 156, Km 7,5, Lado Esquerdo, Sala 16, Zona Rural, CEP: 79.849-899, Dourados/MS
- CNPJ: 05.280.269/0010-83 - Cadastro IAGRO/MS n° 03.01.148-2024.
Avenida Bernardo Sayao, n°650, Chácara 231 A, CEP: 77.816-212, Araguaína/TO - CNPJ:
05.280.269/0011-64 – Cadastro ADAPEC/TO n°01/0241.
Rodovia BR 364, 6355 Lote 11ab-1/2-A, Gleba 04, P.A.D. Marechal Dutra, CEP:
76870970, Ariquemes/RO - CNPJ: 05.280.269/0012-45 - Cadastro IDARON/RO n° 0122803.
Rua A, nº01, Complemento: lote 1ª, Quadra A, Sala 02 A Distrito Industrial, CEP: 65.800-000,
Balsas/MA - CNPJ: 05.280.269/0013-26 - Cadastro AGED/MA n° 1280.
A Rodovia dos Imigrantes KM 05, S/N, Galpão 01 Sala 07, CEP: 78.099-899, Cuiabá/MT CNPJ:
05.280.269/0015-98 – Cadastro INDEA/MT n° 34325.
Estrada de Aparecidinha, s/n Galpão 08 ao 12 e 14 ao 18, Varejão, CEP: 13.314-010 – Itu/SP
CNPJ: 05.280.269/0016-79 - Cadastro CDA/SP n°4453.
Rodovia BR 230, Km12,9 Nova Marabá Quadra 00, Bairro Nova Marabá, CEP: 68.507-765,
Marabá/PA - CNPJ: 05.280.269/0017-50 – Cadastro ADEPARÁ/PA n° 825.
Rod 020,0 Km 206, Área Rural, Lote Savana, CEP: 47.865-899 – Luis Eduardo Magalhães/BA
CNPJ: 05.280.269/0019-11 - Cadastro ADAB/BA n°168025.
Somax Agro do Brasil Ltda.
Rua Marechal Floriano Peixoto, n°960, Sala 41 e 165-168, Edif. Torre Marechal, Centro, CEP:
85851-020, Foz do Iguaçu/PR - CNPJ: 45.923.627/0001-52 - Cadastro ADAPAR/PR n°
1008194.
Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Setor 3, CEP: 86206-006, Ibiporã/PR - CNPJ:
45.923.627/0003-14 - Cadastro ADAPAR/PR n° 1008300.
Rodovia dos Imigrantes, s/nº, Km 5, Galpão 1ª, Sala 7, Distrito Industrial, CEP: 78098-325,
Cuiabá/MT - CNPJ: 45.923.627/0004-03 - Cadastro INDEA/MT n° 328037.
Avenida Constante Pavan, n°4633, ARMZ 1-Z, Betel, CEP: 13148-198, Paulínia/SP - CNPJ:
45.923.627/0006-67 - Cadastro CDA/SP n° 4495.
FORMULADOR:
Lion Agrevo (Jiang Su) Co., Ltd.
No.16, Second Haibin Road, Chemical industrial Park, Yangkou Coastal Economic Development
Zone, Rudong County, Jiangsu, P. R. China.
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
Rua Tabapuã 888 cj. 61 CEP 04533-003 ltaim Bibi São Paulo/ SP - Brasil
Telefone 55 (11) 2362- 0325
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ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 4 - Produto Pouco Tóxico
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe II -
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
Rua Tabapuã 888 cj. 61 CEP 04533-003 ltaim Bibi São Paulo/ SP - Brasil
Telefone 55 (11) 2362- 0325
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INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
MACE 970 SG é um inseticida sistêmico do grupo químico organofosforado, com ação por
contato e ingestão, indicado para o controle das pragas nas doses e culturas abaixo
relacionadas.
Pragas
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO e TIPO DE VOLUME
CULTURA Nome Comum DOSE
APLICAÇÃO DE CALDA
(Nome Científico)
Recomenda-se aplicar MACE 970 SG após a
Pulgão-das- constatação da presença das primeiras colônias
400 – 600
inflorescências deste inseto sugador.
g/ha
Aphis gossypii Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da
cultura com intervalo mínimo de 15 dias.
Recomenda-se aplicar MACE 970 SG quando
Percevejo- forem encontrados mais de 1 0% de botões
600 – 800 Terrestre:
manchador florais com a presença do inseto.
g/ha
Dysdercus ruficollis Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da
ALGODÃO 100 - 300
cultura com intervalo mínimo de 15 dias.
L/ha
Aplicar MACE 970 SG em algodão convencional
quando forem encontradas 2 lagartas menores
que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro. Para
Lagarta-
800 - 1000 algodão Bt transgênico, aplicar quando forem
helicoverpa
g/ha encontradas 2 lagartas maiores que 3 mm ou 1
Helicoverpa armigera
maior que 8 mm por metro.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da
cultura com intervalo mínimo de 15 dias.
Iniciar as aplicações quando do aparecimento da Terrestre:
Tripes-do- praga utilizando a maior dose quando ocorrer
300 – 400
AMENDOIM amendoim altas infestações. 100 - 200
g/ha
Enneothrips flavens Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da L/ha
cultura.
Iniciar as pulverizações com MACE 970 SG no
Pulgão-das- Terrestre:
início do desenvolvimento da cultura, logo que
solanáceas 75g/100L
BATATA constatada a presença da praga.
Macrosiphum de água 400 a 600
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da
euphorbiae L/ha
cultura com intervalo mínimo de 15 a 20 dias.
Aplicar MACE 970 SG quando a praga alcançar o
Bicho-furão Terrestre:
40g/100L nível de dano econômico.
CITROS Ecdytolopha
de água Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
aurantiana 16 L/planta
cultura com intervalo mínimo de 15 a 20 dias.
Fazer as aplicações na fase inicial da cultura
quando do aparecimento da praga, utilizando a
Cigarrinha-verde 300 – 400
maior dose quando ocorrer altas infestações.
Empoasca kraemeri g/ha
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
Terrestre:
cultura.
FEIJÃO Por ser transmissora de virose, iniciar as
100 - 300
aplicações logo no início da infestação fazendo
L/ha
Mosca-branca 400 - 600 rotação com outros inseticidas com modo de ação
Bemisia tabaci raça B g/ha distinto. Usar a maior dose em altas infestações.
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
cultura.
Iniciar as aplicações de MACE 970 SG no
aparecimento dos primeiros adultos de
Cigarrinha-do-
cigarrinha.
milho
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
Dalbulus maidis
cultura, com intervalo de 7 dias entre as Terrestre:
800 – 1000
MILHO aplicações.
g/ha
Iniciar as aplicações de MACE 970 SG no 150 L/ha
Pulgão-do-milho aparecimento dos primeiros pulgões.
Rhopalosiphum Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
maidis cultura, com intervalo de 10 dias entre as
aplicações.
Rua Tabapuã 888 cj. 61 CEP 04533-003 ltaim Bibi São Paulo/ SP - Brasil
Telefone 55 (11) 2362- 0325
13.11.2025
Pragas
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO e TIPO DE VOLUME
CULTURA Nome Comum DOSE
APLICAÇÃO DE CALDA
(Nome Científico)
Iniciar as aplicações de MACE 970 SG no
Percevejo-barriga- aparecimento dos primeiros adultos de
verde percevejo.
Dichelops Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
melacanthus cultura, com intervalo de 7 dias entre as
aplicações.
As aplicações com MACE 970 SG deverão ser
iniciadas quando forem encontrados até 4
percevejos por batida de pano. Para lavouras
700 – 1000
Percevejo-marrom destinadas para sementes até 2 percevejos por
g/ha
Euschistus heros batida de pano. Adotar a maior dose em
condições de alta infestação.
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo ou safra
da cultura com intervalo mínimo de 10 dias.
Aplicar MACE 970 SG quando forem encontradas
mais que 5 lagartas menores que 8 mm/metro²
Lagarta-das-
na fase vegetativa ou mais que 1 lagarta menor
vagens 900 g/ha
que 8 mm/metro² na fase reprodutiva.
Helicoverpa armigera Terrestre:
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo ou safra
SOJA da cultura com intervalo mínimo de 15 dias.
100 a 300
Aplicar quando forem encontradas 30 lagartas L/ha
pequenas ou 10 grandes por metro linear em uma
fileira da cultura ou até 30% de desfolha antes da
floração e até 15% de desfolha após a floração.
Em condições de seca prolongada ou com plantas
Lagarta-da-soja menores que 50 cm de altura, reduzir esses níveis
100 - 300
Anticarsia para a metade. O monitoramento deve ocorrer no
g/ha
gemmatalis mínimo uma vez por semana no período mais
fresco do dia, de manhã ou à tarde. Avaliar 1
metro linear de plantas de um lado da fileira da
cultura, com o método de pano-de-batida.
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo ou safra
da cultura com intervalo mínimo de 10 dias.
Iniciar as pulverizações com MACE 970 SG no
início do desenvolvimento da cultura, logo que
Terrestre:
TOMATE * constatada a presença da praga.
Pulgão-verde 75g/100L
Não é permitido o uso deste produto em lavouras
Myzus persicae de água 500 a 750
(Uso Industrial) de tomate estaqueado (tomate de mesa).
L/ha
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da
cultura com intervalo mínimo de 15 dias.
(*) Tomate rasteiro com fins industriais. Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado
(tomate de mesa).
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS, MANUAIS E EM
ESTUFAS.
O produto é indicado para aplicações terrestres, de acordo com as recomendações abaixo:
APLICAÇÃO TERRESTRE
Deve-se utilizar pulverizador de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à
produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada
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para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme
recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite
boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes
velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação
brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A faixa
recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. A altura da barra e o espaçamento
entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule,
folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de
aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo.
INFORMAÇÕES DETALHADAS SOBRE O MODO DE PREPARO DA CALDA DO PRODUTO.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador
estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar
com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador.
Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque
do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar
gradativamente as embalagens hidrossolúveis no tanque ou pré-misturador. Adicione a
embalagem fechada e jamais corte ou abra a embalagem hidrossolúvel. Mantenha a agitação
totalmente ligada no tanque ou no pré-misturador por no mínimo 5 minutos após a adição da
última embalagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água,
quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada,
respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser
adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da
preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom
funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico
hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque,
mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de algum adjuvante, checar sempre a
compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e
transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação
de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos
de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de
barra.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
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• Temperatura ambiente até 30ºC;
• Umidade relativa do ar no mínimo de 55%;
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um
Engenheiro Agrônomo.
Limpeza de pulverizador
1- Preencha todo o tanque com água limpa, adicione o produto limpante e agite por 20 minutos.
Após isso, despeje o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha novamente todo o tanque com água limpa e despeje o conteúdo do pelos bocais
abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e
recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água
para não entrar ar na bomba ao ser acionada novamente;
5- Preencha novamente todo o tanque com água limpa e despeje o conteúdo do tanque pelos
bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação
e a colheita):
CULTURA DIAS
Algodão 21
Amendoim 14
Batata 21
Citros 21
Feijão 14
Milho 35
Soja 21
Tomate 35
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
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LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Uso exclusivamente agrícola.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
• O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que observadas as
recomendações de uso.
• É proibida a aplicação através de equipamentos costais, manuais e em estufas.
• Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate de
mesa).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
GRUPO 1B INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida MACE 970 SG pertence ao grupo 1B (Inibidores da acetilcolinesterase –
Organofosforados) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode
aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do MACE 970 SG como uma ferramenta útil de manejo
de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar
ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar
com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar MACE 970 SG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um
“intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de MACE 970 SG podem ser feitas desde que o período residual
total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
No caso específico do MACE 970 SG, o período total de exposição (número de dias) a
inseticidas do grupo químico dos Inibidores de Acetilcolinesterase não deve exceder
50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do MACE 970 SG ou outros
produtos do Grupo 1B quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
pragas a serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do
produto.
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• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura
e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural,
mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas
práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com
filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2);
óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
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hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro
químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das
luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha e luvas de nitrila.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: Touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
Nocivo se ingerido.
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele.
Pode ser nocivo se inalado.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber
ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-
la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
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Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR MACE 970 SG
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Acefato: Organofosforado
Classe Categoria 4: Produto Pouco Tóxico
Toxicológica
Vias de
Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Exposição
Toxicocinética Acefato: Estudos de metabolismo em ratos indicam que
o acefato é rápida e completamente absorvido pelo
estômago e rapidamente excretado na urina. Não há
evidência de bioacumulação e nenhuma diferença no
metabolismo entre os sexos.
Toxicodinâmica Acefato: Inibe permanentemente a enzima
acetilcolinesterase, o que impede a degradação do
mediador nervoso acetilcolina, que então se acumula nas
terminações nervosas. Disso, resulta uma
hiperestimulação de células musculares, glandulares,
ganglionares, do sistema nervoso autônomo (causando
efeitos muscarínicos - SN parassimpático – e nicotínicos -
SN simpático e motor) e do sistema nervoso central
(SNC).
Sintomas e Acefato: A exposição aguda aos inibidores da
Sinais Clínicos colinesterase pode causar uma crise colinérgica
caracterizada por náuseas/vômitos graves, salivação,
sudorese, bradicardia, hipotensão, colapso e convulsões.
O aumento da fraqueza muscular é uma possibilidade e
pode resultar em morte se os músculos respiratórios
estiverem envolvidos. O acúmulo de ACh nos nervos
motores causa superestimulação da expressão nicotínica
na junção neuromuscular. Quando isso ocorre, sintomas
como fraqueza muscular, fadiga, cãibras musculares,
fasciculação e paralisia podem ser observados. Quando há
um acúmulo de ACh nos gânglios autônomos, isso causa
superestimulação da expressão nicotínica no sistema
simpático. Os sintomas associados a isso são hipertensão
e hipoglicemia. A superestimulação dos receptores
nicotínicos de acetilcolina no sistema nervoso central,
devido ao acúmulo de ACh, resulta em ansiedade, dor de
cabeça, convulsões, ataxia, depressão da respiração e
circulação, tremor, fraqueza geral e potencialmente coma.
Quando há expressão de superestimulação muscarínica
devido ao excesso de acetilcolina nos receptores
muscarínicos de acetilcolina, podem ocorrer sintomas de
distúrbios visuais, aperto no peito, chiado no peito devido
à broncoconstrição, aumento das secreções brônquicas,
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aumento da salivação, lacrimejamento, sudorese,
peristaltismo e micção. Certos efeitos reprodutivos na
fertilidade, crescimento e desenvolvimento de homens e
mulheres têm sido associados especificamente à exposição
a pesticidas organofosforados. A substância pode causar
efeitos no sistema nervoso e no sangue. Isso pode resultar
em inibição da colinesterase. Observação médica é
indicada. Os efeitos podem ser retardados.
Exposição oral: Os sintomas observados em decorrência
dos testes foram: Cólicas abdominais, vômitos e diarreia.
Exposição inalatória: Uma concentração prejudicial de
partículas transportadas pelo ar pode ser alcançada
rapidamente na pulverização ou quando dispersas,
especialmente se forem pulverizadas. Podendo causar:
Constrição pupilar, cãibra muscular, salivação excessiva,
sudorese, náusea, tontura, rspiração difícil e convulsões.
Exposição carcinogênica: Possível carcinógeno
humano. A classificação é baseada no aumento da
incidência de carcinomas hepatocelulares e adenomas em
camundongos fêmeas.
Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da
exposição e de quadro clínico compatível, associados ou
não à redução da atividade da colinesterase. Queda em
25% ou mais de sua atividade original indica exposição
recente importante. Queda de 50% é geralmente
associada à exposição intensa. A pseudocolinesterase
sérica é um indicador sensível, mas não específico. Ambas
podem demorar 3-4 meses para se normalizar. É
importante lembrar que a atividade colinesterásica varia
fisiologicamente durante o dia e de um indivíduo para
outro. A identificação das substâncias e seus metabólitos
em sangue e urina pode evidenciar exposição, mas não é
facilmente realizável. Outros controles do estado de saúde
incluem: dosagens de eletrólitos, glicemia, creatinina,
amilase pancreática e enzimas hepáticas, assim como
gasometria, ECG (prolongamento do segmente QT) e RX
tórax (edema pulmonar e aspiração).
Na presença de sinais e sintomas indicativos de
intoxicação, trate o paciente imediatamente, não
condicionando o início do tratamento à confirmação
laboratorial.
Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte
de acordo com o quadro clínico para manutenção das
funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte
respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais
(pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência
respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
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endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas.
Avaliar estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea
patente. Sucção de secreções orais se necessário.
Intubação e ventilação conforme necessárias,
especialmente se o paciente tiver depressão respiratória
ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio
conforme necessário para manter adequada perfusão
tecidual. Se o quadro de intoxicação for severo, pode ser
necessária ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação: Realizar a
descontaminação para limitar a absorção e os efeitos
locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes
quantidades do produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos
e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores
de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão
ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando
administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de
uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de
1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária.
Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do
risco de aspiração com a disposição correta do tubo
orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por
intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas
doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos,
não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para
evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para
uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal
severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local
seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e
oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de
insuficiência respiratória. Se necessário, administrar
oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios,
proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo
pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado.
Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar
abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por
no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e
mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para
tratamento específico.
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Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros:
EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente
tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento
intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar
o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao
intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como
luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma
a não se contaminar com o agente tóxico.
Contra- A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
Indicações aspiração e pneumonite química.
A diálise e a hemoperfusão não são indicadas.
Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações
específicas, devido à possibilidade de hipotensão e
fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina,
fenotiazinas e reserpina).
Efeitos das
Interações Com outros organofosforados ou carbamatos.
Químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas
sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque
Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas
ATENÇÃO
entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de
Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância
Sanitária (Notivisa).
Telefone da Empresa: (11) 2362-0325
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens “Toxicocinética e Toxicodinâmica” no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS:
DL50 via oral em ratos: > 2000 a 5000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 4,834 mg/L em 4 horas.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante, sendo classificado como Sem
categoria de acordo com o GHS (Globally Harmonized System)
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante e não corrosivo, sendo classificado
como Sem categoria de acordo com o GHS (Globally Harmonized System)
Sensibilização dérmica em cobaias: produto não sensibilizante.
Mutagenicidade: produto não causou mutação genica ou aberrações cromossômicas nas
condições de teste.
Efeitos Crônicos para Animais De Laboratório:
Acefato: Em um estudo de alimentação crônica/carcinogenicidade conduzido em ratos, foram
observados os seguintes efeitos relacionados ao tratamento: hiperatividade, aumento na
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incidência de comportamento agressivo, redução no ganho de peso corporal e diminuição
significativa da eficiência alimentar ao longo de todo o período de teste. Em um estudo crônico
realizado com cães, o principal efeito associado ao tratamento foi a inibição dos níveis de
colinesterase (ChE) no cérebro e nas hemácias. Nos grupos tratados com doses médias e altas,
os níveis de ChE eritrocitária foram significativamente reduzidos em ambos os sexos. Além
disso, os níveis plasmáticos de ChE foram inibidos nos machos tratados com doses médias e
altas e em todos os grupos de fêmeas, embora essas inibições não tenham sido dose-
dependentes nem estatisticamente significativas. Apesar da inibição acentuada da ChE cerebral
nos grupos de dose média e alta em ambos os sexos, não foram detectados sintomas típicos
da inibição da ChE, como tremores ou ataxia. Outros efeitos estatisticamente significativos
associados ao tratamento incluíram: redução na contagem de hemácias, na concentração de
hemoglobina e no hematócrito; aumento no tempo de tromboplastina parcial ativada; elevação
do peso absoluto do fígado; e presença de infiltração perivascular e pigmentação no fígado (em
células reticuloendoteliais), observadas em um macho tratado com dose média e na maioria
dos machos e fêmeas tratados com doses altas.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos.
- Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
Rua Tabapuã 888 cj. 61 CEP 04533-003 ltaim Bibi São Paulo/ SP - Brasil
Telefone 55 (11) 2362- 0325
13.11.2025
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Syncrom Assessoria e Comércio
de Produtos Agropecuários Ltda. - telefone de Emergência: (11) 2362-0325.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, PÓ QUÍMICO,
ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
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- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado
nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da
embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar
o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que
os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos
ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
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