Aptika
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Inseticida
lufenurom (benzoiluréia) (50 g/L) + profenofós (organofosforado) (500 g/L)

Informações

Número de Registro
8515
Marca Comercial
Aptika
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
lufenurom (benzoiluréia) (50 g/L) + profenofós (organofosforado) (500 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
CONTATO E INGESTÃO
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Café
Leucoptera coffeella
Bicho-mineiro-do-café; Larva-minadora
Café
Oligonychus ilicis
Aranha-vermelha-do-cafeeiro; Ácaro-vermelho
Girassol
Chlosyine lacinia saundersii
Lagarta-do-girassol; Lagarta-preta-das-folhas
Mandioca
Erinnyis ello
Gervão; Mandarová
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Pseudoplusia includens
Lagarta-do-linho; Lagarta-falsa-medideira
Soja
Tetranychus desertorum
Ácaro-vermelho

Conteúdo da Bula

                                    APTIKA
                                                                                                Bula completa – 21/10/2025


                                                                                        Logomarca do produto
                                                    APTIKA               ®


            Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 8515.

COMPOSIÇÃO:
O-4-bromo-2-chlorophenyl O-ethyl S-propyl phosphorothioate
(PROFENOFÓS) ............................................................................................ 500 g/L (50,0% m/v)
(RS)-1-[2,5-dichloro-4-(1,1,2,3,3,3-hexafluoropropoxy) phenyl] -3-(2,6-difluorobenzoyl) urea
(LUFENUROM).....................................................................................................50 g/L (5,0% m/v)
Solvent Naphta (petroleum), heavy arom.
(NAFTA DE PETRÓLEO).......................................................................419,5 g/L (41,95% m/v)
Outros Ingredientes:.......................................................................................640 g/L (64,0% m/v)

               GRUPO                                          1B                                  INSETICIDA
               GRUPO                                          15                                  INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: INSETICIDA DE CONTATO E INGESTÃO E INSETICIDA FISIOLÓGICO
GRUPO QUÍMICO: ORGANOFOSFORADO (PROFENOFÓS) E BENZOILUREIA
(LUFENURON)
TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO EMULSIONÁVEL (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691 – Torre
Sigma, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Brasil, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ:
60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PROFENOFÓS TÉCNICO – Registro MAPA nº 02528591:
Syngenta Crop Protection AG. – Rue de I’lle-au-Bois, CH 1870, Monthey - Suíça.
Qingdao Shuangshou Pesticida Group Ltd – Dezhou Road nº 8 – Jiaozhou – Shandong –
China.
Shandong Keyuan Chemical Co. Ltd. - Yinhai Industrial Park – Laizhou City - Shandong –
261413 – China.
Spectrum Ethers Pvt. Ltd. - Gat Nº 367, Rasegaon, Nashik Peth Road, Distt. Nashik –
422 203 – India.

PROFENOFÓS TÉCNICO BR – Registro MAPA nº 04506:
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited – Survey Number -28/1-A - Santa Monica
Works, Corlim, Ilhas Goa 403 110, Índia.
NACL Industries Limited - Plot nº 177, P.O. Allinagaram, Etcherla Mandal Sirikakulam Andhra
Pradesh – Índia.
Spectrum Ethers Pvt. Ltd. - Gat Nº 367, Rasegaon, Nashik Peth Road, Distt. Nashik –
422 203 – India.

PROFENOFÓS TÉCNICO COROMANDEL - Registro MAPA nº 2716:
Coromandel International Limited – Pesticides Division – Plot N° 3204, G.I.D.C. Industrial
Estate, 393 002, Ankleshwar, Gurajat, India.

LUFENURON TÉCNICO BR – Registro MAPA nº 05604:
Syngenta Crop Protection AG. – Rue de I’lle-au-Bois, CH 1870, Monthey - Suíça.
                                                                                                                               1
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                                                                      Bula completa – 21/10/2025


Huaian Glory Chemical Co., Ltd., - No.2, Guoqiao Road, Salt Chemical Industry Park, Hongze,
Huaian City, Jiangsu Province, China, Zip code: 223100.
Anhui Neotec Co., Ltd - Nº 8, HuaYin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry and
Synthetic Material Base, Huaibei City, Anhui Province, China, Zip Code: 235100.
SRF Limited - PLOT No. D-2/1, GIDC, Phase II, PCPIR, Taluka-Vagra, Village-Dahej, Dist-
Bharuch-392130, Gujarat, Índia.

LUFENURON TÉCNICO PROVENTIS – Registro MAPA nº 6316:
Shangyu Nutrichem Co., Ltd. - Nº 9, Weijiu Rd, Hangzhou Bay Shangyu Economic and
Technological Development Area - Zhejiang 312369 – China.

MATCH TÉCNICO – Registro MAPA nº 09095:
Syngenta Grimsby Limited – Pyewipe Grimsby - South Humberside - DN 31 2SR - Grimsby -
Reino Unido.
Syngenta Crop Protection AG. - Rue de l'Ile-au-Bois, CH-1870, Monthey, Suíça.
Huaian Glory Chemical Co., Ltd., - No.2, Guoqiao Road, Salt Chemical Industry Park, Hongze,
Huaian City, Jiangsu Province, China, Zip Code: 223100.
Anhui Neotec Co., Ltd. - Nº 8, HuaYin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry and
Synthetic Material Base, Huaibei City, Anhui Province, China, Zip Code: 235100.
SRF Limited. - PLOT No. D-2/1, GIDC, Phase II, PCPIR, Taluka-Vagra, Village-Dahej, Dist-
Bharuch-392130, Gujarat, Índia.

PROFENOFÓS TÉCNICO NORTOX – Registro MAPA n° 41319:
Sumitomo Chemical India Limited - 6/2 Ruvapari Road, Bhavnagar, 364005, Gujarat - Índia.
Weihai Hanfu Biochemical Medicine Co., Ltd. - Fengtaiding Village, Rushan Zhai Town,
Rushan City, Shandong Province, 264508, China.

FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº, km
127,5 – Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP – Brasil - CNPJ:
60.744.463/0010-80 – Fone: (19) 3874-5800 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Crop Protection AG. – Rue de I’lle-au-Bois, CH 1870, Monthey - Suíça.
Syngenta Crop Protection AG. – Werk Schweizerhalle - Rheinfelderstrasse, CH-4133 –
Pratteln - Suíça.
Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-
610 - Londrina/PR – Brasil CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro Estadual nº 003263 -
ADAPAR/PR.
Adama Brasil S/A - Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS – Brasil -
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP:
13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da empresa no Estado
(CDA) nº 4476.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen,
1459 – Bairro Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 – Paulínia/SP - CNPJ:
03.855.423/0001-81 - Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 477.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Q.14, L 5 - Distrito Industrial III
- CEP: 38044-750 – Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro IMA/MG sob nº
8.764.
Syngenta S.A. - Cartagena Site, Km 6 vía Mamonal - Cartagena, Colômbia.




                                                                                              2
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                                                                         Bula completa – 21/10/2025


       “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.

                     No do Lote ou da Partida:
                          Data de Fabricação:         VIDE EMBALAGEM
                         Data de Vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                       CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
            É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                  PRODUTO COMBUSTÍVEL

  Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme
              previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

   CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
              PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293C




                                                                                                 3
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                                                                                Bula completa – 21/10/2025


INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS, ALVOS, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALOS DE APLICAÇÃO:

              PRAGAS
                                           VOLUME          NÚMERO
            NOME COMUM                                                  ÉPOCA   E         INTERVALO        DE
CULTURAS                        DOSES        DE           MÁXIMO DE
               NOME                                                     APLICAÇÃO
                                            CALDA        APLICAÇÕES
             CIENTÍFICO
                                                                        ÉPOCA:        Bicho-mineiro:    Aplicar
                                                                        quando constatar as primeiras minas
                                                                        ativas, com sinal de início de ataque.
             Bicho-mineiro                                              Usar a dose menor na fase bem inicial
                               600-800
              Leucoptera                                                de infestação, abaixo de 20% de
                                mL/ha
                coffeella                                               incidência de ataque. A dose maior
                                                                        deverá ser usada em situação igual ou
                                            400 L/ha                    superior a 20% de incidência de
  CAFÉ                                     (aplicação    2 aplicações   ataque. Ácaro-vermelho: Aplicar no
                                            terrestre)                  início da infestação, assim que forem
                                                                        observados os sintomas de seu
                                                                        ataque, ou forem constatados ácaros
            Ácaro-vermelho
                                                                        vivos nas folhas através de uma lupa
             Olygonichus       800 mL/ha
                                                                        de bolso, respeitando o nível de
                 ilicis
                                                                        controle para a praga.
                                                                        INTERV. APLICAÇÃO: 30 dias.
                                                                        Reaplicar somente se for necessário.
                                                                        ÉPOCA: Aplicar quando forem
                                                                        constatadas as primeiras lagartas nas
              Lagarta-do-                                               folhas. A maior dose deve ser utilizada
                                            150 L/ha
                girassol       200-300                                  em condições de alta população da
 GIRASSOL                                  (aplicação    3 aplicações
            Chlosyne lacinia    mL/ha                                   praga e condições de clima favorável
                                            terrestre)
               saundersii                                               ao seu desenvolvimento.
                                                                        INTERV. APLICAÇÃO: 10 dias
                                                                        Reaplicar se ocorrer reinfestação.
                                                                        ÉPOCA: Aplicar no início da
                                            200 L/ha                    infestação, no aparecimento das
              Mandarová
MANDIOCA                       300 mL/ha   (aplicação    3 aplicações   primeiras lagartas.
              Erinnys ello
                                            terrestre)                  INTERV. APLICAÇÃO:
                                                                        Reaplicar se ocorrer reinfestação.
                                                                        Usar dose maior em situação de
                                                                        condições de alta infestação da praga
            Lagarta-da-soja                                             e     clima     favorável    ao     seu
               Anticarsia      200 mL/ha                                desenvolvimento.
              gemmatalis                                                ÉPOCA: Lagarta-da-soja: Seguir a
                                                                        recomendação oficial: 30% de
                                                                        desfolha ou 40 lagartas/batida antes
                                           150 – 250                    da floração ou 15% de desfolha ou 40
                                               L/ha                     lagartas/batida, após a floração.
             Lagarta-falsa-
                                           (aplicação                   Lagarta-falsa-medideira: Inspecionar
               medideira       300-400
                                            terrestre)                  periodicamente a lavoura com batida
             Pseudoplusia       mL/ha
               includens                                                de pano e aplicar quando encontrar 5
  SOJA                                                   2 aplicações
                                                                        a 10 lagartas por amostragem. Ácaro-
                                            10 – 30                     vermelho: Iniciar a aplicação no início
                                              L/ha                      da infestação, quando observados os
                                           (aplicação                   primeiros ácaros na face inferior das
                                             aérea)                     folhas através do uso de uma lupa de
            Ácaro-vermelho                                              bolso e antes da formação de
                               300-400                                  reboleiras com sintomas na área.
             Tetranychus
                                mL/ha                                   INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias
              desertorum
                                                                        Para o controle de lagartas reaplicar
                                                                        quando os níveis de dano forem
                                                                        atingidos. Para ácaros reaplicar se
                                                                        ocorrer reinfestação.




                                                                                                                4
                                                                                            APTIKA
                                                                         Bula completa – 21/10/2025


MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Café: A aplicação do produto deverá feita sob a forma de pulverização com equipamento
costal manual, atomizador costal ou tratorizado com turbo atomizador. Aplicar volume de
calda em torno de 400 litros/ha para se obter uma boa cobertura das plantas.

Girassol: O produto deve ser diluído em água e aplicado na forma de pulverização com
equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado). Os
equipamentos devem ser dotados com bico de jato cônico vazio da série "D" ou leque.
Aplicar volume de calda em torno de 150 litros/ha.

Mandioca: O produto deve ser diluído em água e aplicado na forma de pulverização, com
equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado). Os
equipamentos devem ser dotados com bico de jato cônico vazio da série "D" ou leque.
Aplicar volume de calda de 200 litros/ha, cuidando para se obter uma boa cobertura das
plantas.

Soja:
Pulverização terrestre:
Utilizar pulverizadores tratorizados ou Autopropelidos, equipados com barra e bicos
hidráulicos, obedecendo os seguintes parâmetros:
1. Volume de aplicação ----------------------------------------------------150 a 250 L/ha.
2. Diâmetro de gotas de tamanho médio (DMV) -------------------- 200 a 400 µm.
3. Cobertura foliar ----------------------------------------------------------- 20 a 30 gotas/cm2.
4. Tipo de bicos recomendados: Bicos de jato plano – Teejet XR; Teejet DG; Twinjet;
     Turbo Teejet TT ou similares de diferentes fabricantes.
5. Espaçamento entre os bicos ------------------------------------------ 50 cm.
6. Pressão do líquido no bico -------------------------------------------- 40 a 80 psi.

Pulverização aérea:
Utilizar aviões ou helicópteros, utilizando os seguintes parâmetros:
Volume de aplicação --------------------------------------------------------- 10 a 30 L/ha.
1. Largura da faixa de aplicação ----------------------------------------- 20 m.
2. Diâmetro mediano de gotas (DMV) --------------------------------- 200 a 400 µm.
3. Cobertura foliar ------------------------------------------------------------ 20 a 30 gotas/cm2.
4. Equipamento de pulverização: Barra com bicos cônico vazio da série D com difusor 5 ou
atomizadores rotativos “Micronair” com ângulo das pás ajustados em 65º.
5. Pressão mínima de 15 psi e máxima de 40 psi.
6.Altura de voo deverá ser ajustada de acordo com a velocidade do vento no momento da
aplicação -------------------------------------------------------------------------- 2 a 4 m.
7. No momento da aplicação obedecer as seguintes condições meteorológicas:
 Umidade Relativa do ar------------------------------------------ mínima de 55%.
 Temperatura atmosférica --------------------------------------- máxima de 30o C.
 Velocidade do vento (cruzado)--------------------------------- mínimo de 3 e máximo de 15
     km/h.
 Evitar momentos com inversão térmica, fortes turbulências ou com formação de
     correntes convectivas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto
deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.



                                                                                                 5
                                                                                      APTIKA
                                                                   Bula completa – 21/10/2025


Observação geral: Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas
técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 86.765 do Ministério da
Agricultura.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem
os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

             Cultura               Dias
             Café                    7
             Girassol               14
             Mandioca                7
             Soja                   35

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize
os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a
aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência:
monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação,
verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as
culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores
permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu
exportador e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de
Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas.
Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso
de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das
Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível
em locais de declive e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas na dose e condições recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS               EQUIPAMENTOS         DE   APLICAÇÃO         A   SEREM
UTILIZADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.
                                                                                           6
                                                                                      APTIKA
                                                                   Bula completa – 21/10/2025




DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

           GRUPO                           1B                        INSETICIDA
           GRUPO                           15                        INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se
um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados
devido à resistência.

O inseticida APTIKA pertence aos grupos 1B (Inibidores da acetilcolinesterase (AChE) -
Organofosfatos) e 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0 - Benzoilureias) e o uso
repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do APTIKA como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir,
retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:

   •   Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 1B e 15. Sempre
       rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
   •   Usar APTIKA ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um
       “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
   •   Aplicações sucessivas de APTIKA podem ser feitas desde que o período residual
       total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-
       alvo.
   •   Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações
       permitidas. No caso específico do APTIKA, o período total de exposição (número
       de dias) a inseticidas dos grupos químicos dos Piretroides e Piretrinas e Diamidas
       não devem exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
       recomendadas na bula.
   •   Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do APTIKA ou outros
       produtos dos Grupos 1B e 15 quando for necessário;
   •   Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis
       das pragas a serem controladas;



                                                                                           7
                                                                                    APTIKA
                                                                 Bula completa – 21/10/2025



   •   Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP)
       como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc.,
       sempre que disponível e apropriado;
   •   Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do
       produto;
   •   Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
       estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
       aplicação de inseticidas;
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
       encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da
       Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e
outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.


              DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

 ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA


PRECAUÇÕES GERAIS:
  • Produto para uso exclusivamente agrícola.
  • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
  • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
  • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
     animais e pessoas.
  • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção
     Individual (EPI) recomendados.
  • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
     orifícios e válvulas com a boca.
  • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos,
     vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações
     determinadas pelo fabricante.
  • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
     de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas
     específicas de um profissional habilitado.
  • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
     descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
     emergência.
  • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em
     local trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
  • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos
     na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
     compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção
     respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1; óculos de segurança com
     proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
                                                                                         8
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                                                                  Bula completa – 21/10/2025




   •   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
       (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI
       danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
  • Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) apropriados: Macacão com
     tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha;
     avental impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico
     classe P1 ou PFF1; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas
     de proteção para produtos químicos.
  • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
     Proteção Individual (EPI) recomendados.
  • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  • Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na
     área em que estiver sendo aplicado o produto.
  • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do
     dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
  • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir
     que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
  • Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar
     trator aplique o produto contra o vento.
  • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento
     hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha;
     equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1;
     óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para
     produtos químicos.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA
     TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
  • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar
     na área tratada com os produtos antes do término do intervalo de reentrada,
     utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso
     durante a aplicação.
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça
     em áreas tratadas logo após a aplicação.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as
     luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
  • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
     original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
  • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
  • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
     demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.

                                                                                          9
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                                                                   Bula completa – 21/10/2025



   •   Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
       de aplicação.
   •   Não reutilizar a embalagem vazia.
   •   No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI):
       Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas
       de proteção para produtos químicos e botas de borracha.
   •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
       na seguinte ordem: Touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, botas
       de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
       compridas, luvas de proteção para produtos químicos e equipamento de proteção
       respiratória com filtro mecânico classe P1 ou PFF1.
   •   A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e
       devidamente protegida.




                                                  Nocivo se ingerido
                                                  Provoca irritação ocular grave
                                ATENÇÃO
                                                  Provoca irritação à pele
                                                  Pode provocar reações alérgicas na pele




PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de
contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Pele: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. PODE PROVOCAR REAÇÕES
ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras,
óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro,
por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.




                                                                                          10
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                                                                   Bula completa – 21/10/2025




                            INTOXICAÇÕES POR APTIKA ®
                              INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico      Profenofós: Organofosforado
                   Lufenurom: Benzoiluréia
                   Nafta de Petróleo (solvente aromático): UVCB (substâncias de composição
                   desconhecida ou variável, produtos de reações complexas ou materiais
                   biológicos).
Classe
                  Categoria 4: Produto pouco tóxico
toxicológica
Vias de exposição
                  Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
                  consideradas as mais relevantes.
Toxicocinética     Profenofós: O profenofós foi rapidamente absorvido após administração oral a
                   ratos. Os resíduos nos tecidos e órgãos atingiram pico máximo após 2 horas
                   (0,1% da dose) e permaneceram em níveis semelhantes até 8 horas após a
                   administração. Não houve evidências de bioacumulação do profenofós ou de
                   seus metabólitos. A radioatividade total eliminada pela urina e fezes excedeu
                   99% da dose administrada para doses únicas de 1 ou 100 mg/kg p.c. ou doses
                   repetidas de 1 mg/kg p.c. A eliminação foi rápida, com cerca de 95% do
                   composto excretado na urina já nas primeiras 24 horas em todos os grupos
                   tratados; menos de 4% foi excretado pelas fezes. O produto inalterado foi
                   detectado nas fezes em pequena quantidade (aproximadamente 1-2% da dose
                   administrada), correspondendo provavelmente à proporção da dose não
                   absorvida. As vias de metabolização incluíram quebra hidrolítica do éster de
                   tiofosfato em 4-bromo-2-clorofenol, seguido pela conjugação do fenol com ácido
                   sulfúrico ou ácido glucurônico (> 95% pela conversão do grupo fosforotiolato em
                   uma variedade de produtos de hidrólise). Os principais metabólitos foram os
                   conjugados sulfato e glicuronídeo do 4-bromo-2-clorofenol, formados por
                   hidrólise da ligação ariloxi-fósforo, seguida pela conjugação com sulfato ou ácido
                   glucurônico. Os outros dois metabólitos foram formados pela clivagem da ligação
                   fósforo-enxofre pela perda do grupo propil ou pela hidrólise. O 4-bromo-2-cloro-
                   fenol foi detectado em algumas amostras de urina, mas provavelmente surgiu
                   como resultado da hidrólise dos conjugados após a excreção.

                   Lufenurom: O lufenurom é bastante rápido e quase completamente absorvido
                   pelo trato gastrointestinal. Com base nas curvas de tempo de concentração
                   sanguínea após administração oral e intravenosa de 0,1 e 10 mg/kg, a
                   biodisponibilidade sistêmica do lufenurom foi estimada em mais de 70%. O nível
                   mais alto de resíduo foi encontrado na gordura, onde uma acumulação
                   acentuada foi observada após administração repetida. A eliminação de resíduos
                   de tecido não foi rápida e mostrou-se bifásica, com uma meia-vida terminal
                   variando entre 5 a 13 dias no nível de dose baixa e 10 a 37 dias no nível de dose
                   alta. Quantidades significativamente mais baixas foram medidas em outros
                   tecidos, incluindo o cérebro. O metabolismo do lufenurom é mínimo, com apenas
                   1% de uma dose oral sendo metabolizada por desacilação seguida de clivagem
                   do grupo ureido. Dois outros metabólitos igualmente menores foram
                   caracterizados por comparação cromatográfica com os compostos de referência

                                                                                          11
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                                                                Bula completa – 21/10/2025



                 autênticos, CGA 238277 e CGA 224443. O lufenurom é excretado muito
                 lentamente,     principalmente     como     molécula-mãe      inalterada     e
                 predominantemente nas fezes, por um processo não biliar (ca. 67 % após
                 administração iv). Apenas cerca de 1% da dose é excretada na urina. Não existe
                 diferença marcante entre os sexos na absorção, distribuição ou excreção de
                 tecidos.

                 Nafta de Petróleo (solvente aromático): Não há estudos de toxicocinética
                 sobre este solvente propriamente dito, no entanto, estudos com os constituintes
                 da gasolina podem ser utilizados para a compreensão da toxicocinética do nafta.
                 Em roedores, a principal via de exposição utilizada é a inalatória; por ela, os
                 constituintes de maior peso molecular são mais eficientemente absorvidos. Após
                 administração oral, é possível supor que aproximadamente 100% do nafta de
                 petróleo ingerido seria absorvido devido à alta absorção da maioria de seus
                 constituintes pelo trato gastrointestinal. Independentemente da via de absorção,
                 os constituintes são rapidamente metabolizados e eliminados. Por ser
                 hidrofóbico, o nafta possui maior afinidade pelo tecido adiposo, no entanto,
                 nenhum dos componentes apresenta potencial de bioacumulação. Os
                 constituintes de baixo peso molecular do nafta são excretados, principalmente,
                 pelo ar exalado e, em menor proporção, pela urina, com meia-vida na ordem de,
                 aproximadamente, 3-12 horas. A excreção pela urina é mais expressiva para os
                 constituintes de alto peso molecular.
Toxicodinâmica   Profenofós: Inseticida inibidor da enzima acetilcolinesterase (AChE),
                 responsável pela hidrólise do neurotransmissor acetilcolina (ACh). Com sua
                 ação inibida, há a maior permanência da acetilcolina nas fendas sinápticas,
                 intensificando a transmissão do impulso nervoso e impedindo a despolarização
                 da célula. Consequentemente pode haver paralisia da musculatura lisa e
                 esquelética do inseto e morte. Este modo de ação é relevante para seres
                 humanos, uma vez que mamíferos também contam com a atividade da AchE
                 para regular a transmissão dos impulsos nervosos.
                 Lufenurom: Lufenurom é um inseticida que atua através da regulação de
                 crescimento de insetos, inibindo a quitinase, uma enzima que controla a
                 formação do exoesqueleto de quitina dos artrópodes. Isto é expresso como a
                 interrupção do processo de muda ou como uma ação ovicida após a
                 transferência do composto para os ovos através dos adultos ou estágios iniciais
                 de desenvolvimento. Como a quitina é uma substância estrutural exclusiva dos
                 artrópodes, o efeito é limitado a esse grupo de organismos. Mamíferos não são
                 afetados pelo composto. O composto funciona melhor por assimilação durante a
                 alimentação e é posteriormente absorvido pelo intestino médio. Ele se move para
                 a cutícula, onde afeta o processo de formação de quitina. Insetos e ácaros
                 predadores são menos afetados, pois não se alimentam de tecidos vegetais
                 tratados.

                 Nafta de Petróleo (solvente aromático): A narcose (tontura, sonolência e
                 depressão do sistema nervoso central), induzida por exposição aguda a
                 solventes orgânicos, como o nafta de petróleo, sugere mecanismo comum de
                 interação entre os seus constituintes e as células sensíveis do sistema nervoso
                 de humanos. A nível celular, os efeitos narcóticos são associados à redução na
                 excitabilidade neuronal causada por mudanças na estrutura e função da


                                                                                       12
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                                                                    Bula completa – 21/10/2025



                    membrana. No entanto, o exato mecanismo de ação associado a este efeito
                    ainda é amplamente desconhecido.
Sintomas e sinais   Nafta de Petróleo (solvente aromático): A ingestão de hidrocarbonetos pode
clínicos            provocar efeitos no sistema nervoso central (cefaleia, tontura, sonolência, falta
                    de concentração, náuseas e vômitos), disritmias e distúrbios gastrointestinais. A
                    inalação desses compostos pode causar danos pulmonares, depressão ou
                    excitação transitória do SNC e efeitos secundários de hipóxia, infecção,
                    formação de pneumatocele e disfunção pulmonar crônica. Irritação ocular leve
                    a moderada e lesão ocular reversível podem ocorrer após contato com a maioria
                    dos hidrocarbonetos.
                    As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
                    animais de experimentação tratados com a formulação à base de profenofós e
                    lufenurom, APTIKA®:

                    Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais foram
                    expostos às doses de 500 e 2000 mg/kg p.c. Na dose de 500 mg/kg p.c. os sinais
                    clínicos observados foram postura curvada e piloereção leve, que foram
                    completamente revertidos 1 dia após a exposição; todos os animais
                    sobreviveram. Na dose de 2000 mg/kg p.c. nove de dez animais testados
                    morreram; os sinais clínicos observados foram: Exoftalmia, cromodacriorréia,
                    decúbito ventral, redução da atividade, dispneia, postura curvada e piloereção.
                    Os sinais clínicos foram revertidos no animal sobrevivente em até 3 dias após a
                    exposição.
                    Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória em ratos, não
                    foi observada mortalidade ou quaisquer sinais clínicos de toxicidade sistêmica
                    entre os animais expostos à concentração de 4,92 mg/L.
                    Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica realizado em 5
                    ratos machos e 5 ratos fêmeas com a dose de 4000 mg/kg p.c., não foi observada
                    mortalidade ou quaisquer sinais clínicos de toxicidade sistêmica ou local.
                    Durante a primeira semana após a exposição, duas fêmeas apresentaram leve
                    perda de peso e uma fêmea uma perda de peso significativa. Em estudo de
                    irritação cutânea realizado em coelhos, os animais expostos à substância teste
                    apresentaram eritema e edema desde muito leve a moderado, pele seca e
                    descamação. Os sinais foram revertidos para todos os animais em até 21 dias
                    do estudo. O produto foi considerado irritante para a pele de coelhos (escore
                    médio/animal ≥ 2,3 e ≤ 4 para eritema em 5 de 6 animais). O produto foi
                    considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo teste de Buehler.
                    Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, os
                    animais apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em vermelhidão e
                    quemose de leve a moderada, leve irite e opacidade da córnea. Os sinais foram
                    revertidos para todos os animais em até 7 dias do estudo. O produto foi
                    considerado irritante ocular (escore médio/animal ≥ 1 para opacidade ocular em
                    4 de 6 animais).
                    Exposição crônica: Os ingredientes ativos não foram considerados
                    mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres humanos. À luz dos
                    conhecimentos atuais, não são considerados desreguladores endócrinos e não
                    interferem com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico         O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
                    produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
                    sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
                    imediatamente.
                                                                                           13
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                                                             Bula completa – 21/10/2025



Tratamento   Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
             clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
             suporte respiratório.

             Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
             frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer
             via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
             arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.

             Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
             absorção e os efeitos locais.
             Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
             proceder com:
             - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
             de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de
             30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado
             dentro de uma hora após a ingestão.
             - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
             do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
             necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
             aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
             lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
             ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
             aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
             lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
             inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
             Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
             fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
             de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
             mecânica.
             Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
             descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
             cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
             ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
             tratamento.
             Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
             solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com
             a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
             encaminhar o paciente para tratamento específico.

             Antídoto: Não há antídoto específico.

             Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
             respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
             equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
             procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
             durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
             como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
             contaminar com o agente tóxico.




                                                                                    14
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                                                                      Bula completa – 21/10/2025



Contraindicações     A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
                     e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
                     abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
                     para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das
interações           Não foram relatados efeitos de interações químicas para profenofós, lufenurom
químicas             e nafta de petróleo em humanos.

ATENÇÃO               Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                                                         tratamento.
                                     Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
                          Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                 (RENACIAT/ANVISA/MS)
                       As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                                           Agravos de Notificação Compulsória.
                       Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
                          Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                             Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
                                 Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
                           Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com

  Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
  Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

  Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

  Efeitos agudos:
  DL50 oral em ratos: 500 mg/kg p.c. < DL50 oral < 2000 mg/kg p.c.
  DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
  CL50 inalatória em ratos: > 4,92 mg/L
  Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, os
  animais expostos à substância teste apresentaram eritema e edema desde muito leve a
  moderado/severo, pele seca e descamação. Os sinais foram revertidos para todos os
  animais em até 21 dias do estudo. O produto foi considerado irritante para a pele de
  coelhos.
  Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em
  coelhos, os animais apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em vermelhidão e
  quemose de leve a moderada, e leve irite e opacidade da córnea. Os sinais foram revertidos
  para todos os animais em até 7 dias do estudo. O produto foi considerado irritante ocular.
  Sensibilização cutânea em cobaias (teste de Buehler): O produto foi considerado
  sensibilizante dérmico.
  Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as
  vias respiratórias.
  Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
  bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.

  Efeitos crônicos:
  Profenofós: Em estudo de carcinogenicidade em ratos, não houve aumento da
  mortalidade ou sinais clínicos de toxicidade. Na maior dose, foi observado aumento no
  consumo de ração (fêmeas a 6,9 mg/kg p.c./dia), aumento no peso relativo da glândula
  tireoide e hiperplasia das células perifoliculares da tireoide (machos a 5,7 mg/kg p.c./dia;
                                                                                             15
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                                                                     Bula completa – 21/10/2025


4/70 controles vs. 10/70 grupo tratado). Tais achados histopatológicos não foram
considerados sugestivos de efeito carcinogênico. Houve inibição significativa das
atividades plasmática (machos: 0,017 e 5,7 mg/kg p.c./dia; fêmeas: 6,9 mg/kg p.c./dia) e
eritrocitária (0,56 e 5,7 mg/kg p.c./dia em machos e 0,69 e 6,9 mg/kg p.c./dia em fêmeas)
da acetilcolinesterase, com reversão após recuperação de 4 semanas do período de
administração de 52 semanas (NOEL: 0,017 mg/kg p.c./dia; NOAEL: 5,7 mg/kg p.c./dia).
Em estudo com camundongos tratados com profenofós por 85 (machos) ou 96 semanas
(fêmeas), não foram observados quaisquer sinais clínicos de toxicidade. As atividades da
acetilcolinesterase plasmática e eritrocitária foram inibidas nas maiores doses de 4,5 e 14,2
mg/kg p.c./dia em ambos os sexos. As fêmas, no final do estudo, tambem apresentaram
inibição da atividade da acetilcolinesterase cerebral na maior dose (NOEL: 0,14 mg/kg
p.c./dia; NOAEL: 4,5 mg/kg p.c./dia). Portanto, o profenofós não é considerado
carcinogênico para ratos ou camundongos; adicionalmente, não apresenta potencial
genotóxico em estudos de genotoxicidade in vitro e in vivo. Em um estudo de toxicidade
reprodutiva de duas gerações, observou-se redução do ganho de peso corpóero e do
consumo de ração em animais parentais e filhotes de ambos os sexos. Não houve sinais
clínicos relacionados ao tratamento, achados de necropsia, observações histopatológicas
ou qualquer alteração nos parâmetros reprodutivos (NOEL pais e filhotes: 7 mg/kg p.c./dia;
NOAEL reprodução: > 35 mg/kg p.c./dia). Em outro estudo de toxicidade reprodutiva de
três gerações, o profenofós não afetou a atividade da acetilcolinesterase cerebral, o
desempenho reprodutivo ou o desenvolvimento e sobrevivência da prole por três gerações
(NOEL reprodução: > 20 ppm, dose mais alta testada). Em um estudo da toxicidade no
desenvolvimento em ratos, houve toxicidade materna na maior dose (120 mg/kg p.c./dia).
Quatro fêmeas morreram ou foram eutanasiadas e o consumo de ração foi diminuído dos
dias 6 ao 13. Foram observados sinais clínicos de toxicidade, como hipoatividade ou
tremores, secreção ocular de porfirina, dispneia, diurese e hipotermia. Alguns animais
ainda apresentaram hemorragias estomacais. Não houve alteração no desenvolvimento
dos filhotes (NOAEL materno: 90 mg/kg p.c./dia; NOAEL desenvolvimento: 120 mg/kg
p.c./dia). Em estudo de toxicidade no desenvolvimento em coelhos, os animais
apresentaram anorexia em todas as doses, mas particularmente no grupo de 175 mg/kg
p.c./dia. Nessa mesma dose, observou-se ainda sinais clínicos como diarreia, fezes moles
e secreções orais/perianais e 9 animais foram à óbito. Em muitos desses animais houve,
durante necropsia, sinais de hemorragias estomacais acentuadas e áreas de coloração
amarelada no mesentério. Não houve alteração no desenvolvimento dos filhotes ou
presença de malformações fetais (NOAEL materno: 90 mg/kg p.c./dia; NOAEL
desenvolvimento 175 mg/kg p.c./dia). Pelos estudos descritos acima, o profenofós não
apresenta toxicidade reprodutiva ou efeito teratogênico em ratos ou coelhos. A
neurotoxicidade do profenofós foi investigada minuciosamente devido à sua capacidade de
inibir as atividades da acetilcolinesterase. A inibição das atividades plasmáticas da
acetilcolinesterase apareceu mesmo em baixos níveis de exposição. Os achados em todos
os testes limitaram-se às conseqüências diretas do envenenamento colinérgico. As
baterias de observação funcional (FOB) e testes de atividade motora não revelaram
comprometimento cerebral ou de nervos. Os exames histopatológicos não revelaram
evidências de neurotoxicidade. O profenofos também não causou neuropatia aguda tardia
em galinhas. Portanto, ele não possui propriedades neurotóxicas, além de seus efeitos
inibidores reversíveis da acetilcolinesterase.

Lufenurom: A toxicidade crônica e o potencial de carcinogenicidade do lufenurom foram
examinados em um estudo de 2 anos em ratos e em um estudo de 18 meses em
camundongos. No estudo de dois anos em ratos expostos via oral (dieta) a lufenurom nas
doses de 0, 0.19, 1.93, 20.4, 108 mg/kg pc/dia para machos e 0, 0.23, 2.34, 24.8, 114 mg/kg
pc/dia para fêmeas. Os animais expostos à maior dose (108 e 114 mg/Kg para machos e

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                                                                    Bula completa – 21/10/2025


fêmeas, respectivamente), foi considerada acima da dose máxima tolerada (MTD) uma vez
que os animais apresentaram convulsões tônico-clônicas persistentes e foram eutanasiados
antes do final do experimento. Nas doses intermediárias de 20,4 e 24,8 mg/Kg para machos
e fêmeas, respectivamente, houve efeito transitório de convulsão tônico-clônicas, redução
no ganho de peso corpóreo e aumento na incidência de células espumosas pulmonares
alveolares e lesões ulcerativas e inflamatórias no estômago não glandular e lesões focais no
ceco e/ou cólon. Além disso, foram detectadas incidências aumentadas de alteração
gordurosa no fígado e inflamação do trato urinário no sexo feminino. O NOEL é de 1,93 e
2,34 mg/kg pc/dia em machos e fêmeas, respectivamente. No estudo de 18 meses em
camundongos expostos via oral (dieta) a lufenurom nas doses de 0, 0.22, 2.25, 22.6, 62.9
mg/Kg em machos e 0, 0.22, 2.12, 22, 61.2 mg/kg em fêmeas. As doses mais altas (22.6 e
62,9 mg/Kg em machos e 22 e 61,2 mg/Kg em fêmeas) também foram consideradas maiores
do que a máxima tolerada e os achados encontrados nesses níveis de dose não foram
considerados relacionados ao tratamento. Nas demais doses não foram detectados efeitos
toxicológicos significantes e a NOEL foi estabelecida em 2,25 e 2,12 mg/kg pc/dia em
machos e fêmeas, respectivamente. Na ausência de tumores relacionados ao tratamento em
ratos e camundongos, conclui-se que é pouco provável que o lufenurom seja carcinogênico
para humanos. A toxicidade reprodutiva do lufenurom foi examinada em um estudo de
reprodução de duas gerações no rato e em estudos de toxicidade no desenvolvimento no
rato e no coelho. Em estudos da reprodução de múltiplas gerações em ratos os animais
expostos via dieta a 0, 5, 25, 100 ou 250 ppm de lefenurom houve aumento de peso corpóreo
de machos e fêmeas de F1 e ligeiro retardo no desenvolvimento do reflexo de endireitamento
em filhotes F1 e F2. O NOAEL para efeitos na prole é de 100 ppm, equivalente a uma média
de 9 mg/kg pc/dia. Não houve efeitos relacionados à danos causados na geração parental e
ao NOAEL para toxicidade parental e reprodutiva foi de 250 ppm, equivalente a uma média
de 20,9 mg/kg/dia para machos e 22,2 mg/kg/dia para fêmeas. Em um estudo de toxicidade
para o desenvolvimento em ratos, fêmeas prenhes foram expostas ao lufenurom via
gavagem a 0; 100; 500 ou 1000 mg/kg pc/dia. A toxicidade materna mínima foi evidente em
1000 mg lufenurom/kg/dia e consistiu em reduções transitórias no ganho de peso corpóreo
e no consumo de ração. Não foram aparentes toxicidade embrionária ou efeitos
teratogênicos em nenhum dos níveis de dose testados. O NOAEL neste estudo para
toxicidade materna foi de 500 mg lufenurom/kg/dia e para toxicidade no desenvolvimento foi
1000 mg lufenurom/kg/dia. Em estudo de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos, as
fêmeas prenhes expostas ao lufenurom nas doses de 0; 100; 500 ou 1000 mg/kg pc/dia. Não
foi observada toxicidade materna, toxicidade embrionária ou teratogenicidade em nenhum
dos níveis de dose testados. O NOEL para toxicidade materna e toxicidade para o
desenvolvimento neste estudo foi de 1000 mg/kg pc/dia. Em um estudo de neurotoxicidade
subcrônica em ratos machos, o lufenurom foi administrado na dieta a 0; 5; 25; 100 ou 500
ppm, equivalente a 0; 0,26; 1,22; 5,43 e 27 mg/kg pc/dia. A dose de 500 ppm induziu
episódios únicos de convulsão ou fasciculações clônico-tônicas espontâneas e facilitou
convulsões generalizadas induzidas por pentilenotetrazol. Não houve indicação de
comprometimento das funções motoras ou cognitivas ou de lesões permanentes no sistema
nervoso periférico ou central. O NOEL para esse efeito foi de 5,43 mg/kg pc/dia.

Nafta de Petróleo (solvente aromático): Estudos de toxicidade crônica e
carcinogenicidade indicam que a inalação de concentrações elevadas dos componentes
do nafta de petróleo pode produzir tumores renais em ratos machos devido à nefropatia
induzida por alfa-2u-globulina e tumores hepáticos em camundongos fêmeas por possível
consequência de desequilíbrio hormonal (NOAEL 10.000 mg/m3). Devido a não-relevância
dos mecanismos de ação associados à formação de tumores para humanos, os
componentes do nafta petróleo não são considerados carcinogênicos para o homem.
Estudos de genotoxicidade in vivo e in vitro apontam que seus constituintes também não

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                                                                 Bula completa – 21/10/2025


apresentam potencial mutagênico ou genotóxico. Em estudos da reprodução de duas
gerações em ratos, por via inalatória, e do desenvolvimento, por via dérmica, parâmetros
como fertilidade, desempenho reprodutivo, frequência de malformações e mortalidade fetal
não foram afetados pelo tratamento (NOAEL toxicidade reprodutiva e desenvolvimento por
via inalatória: > 20000 mg/m3; NOAEL de desenvolvimento via dérmica: 500 mg/kg
p.c./dia). Diante dos achados, os compostos do nafta de petróleo não são considerados
teratogênicos ou tóxicos para a reprodução em humanos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
    Este produto é:
      - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

  X   - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

      - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

      - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

 Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos e
  algas).
 Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos
  benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
 Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
  a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
  abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
  moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
 Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal concernentes às
  atividades aeroagrícolas.
 Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 Não utilize equipamento com vazamentos.
 Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 Aplique somente as doses recomendadas.
 Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
  corpos d’água. Evite a contaminação da água.
 A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
  contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
  pessoas.




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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
   • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
   • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
     bebidas, rações ou outros materiais.
   • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
   • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
   • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
   • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
     crianças.
   • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
     rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
   • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
     da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
   • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
    • Isole e sinalize a área contaminada.
    • Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO
       DE CULTIVOS LTDA.
    • Telefone da empresa 0800 704 4304.
    • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e
       botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
    • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre
       em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
       Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
       com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
       devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso,
       consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
       destinação final.
       Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
       recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado.
       Contate a empresa registrante conforme indicado.
       Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano
       ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
       empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
       acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
       produto envolvido.
       Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2
       ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação




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                                                                Bula completa – 21/10/2025


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
   • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
      mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
   • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
   • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
   • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
   • Faça essa operação três vezes;
   • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
   • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
   • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
   • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
        segundos;
   • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
   • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
   • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-
      la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante
      30 segundos;
   • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
      lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas
      da embalagem, por 30 segundos;
   • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
   • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
  • Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem
    deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente,
    separadamente das embalagens não lavadas.
  • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
    ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
    impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

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                                                               Bula completa – 21/10/2025




DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
  • No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
     embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
     o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
     dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até
     6 meses após o término do prazo de validade.
  • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
     pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
  • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
     medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
       ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
       impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento
       onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
       estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
       medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

   •   A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
       somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente
       autorizadas pelos órgãos competentes.
   •   É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
       EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
       PRODUTO.
   •   EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
       INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
   •   A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
       ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
       flora e a saúde das pessoas.




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                                                                  Bula completa – 21/10/2025


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

   •   Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
       consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
       destinação final.
   •   A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este
       tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
       aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
    • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
      específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados
      junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
    •

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
    • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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