Lucens
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Herbicida
S-metolacloro (cloroacetanilida) (353.8 g/L)

Informações

Número de Registro
01513
Marca Comercial
Lucens
Formulação
EW - Emulsão Óleo em Água
Ingrediente Ativo
S-metolacloro (cloroacetanilida) (353.8 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
sistêmico
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)

Conteúdo da Bula

                                    LUCENS
                                                                                                      Bula Completa – 26.08.2025




                                                                                             <Logomarca do produto>
                                                      LUCENS®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n° 1513.

COMPOSIÇÃO:
mixture of 80-100% 2-chloro-6'-ethyl-N- [(1S)-2-methoxy-1-methylethyl]acet-o-toluidide and 20-0% 2-
chloro-6'-ethyl-N-[(1R) -2-methoxy-1-methylethyl]acet-o-toluidide
(S-METOLACLORO) .......................................................................................... 353,8 g/L (35,38% m/v)
N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO) ..................................................... 265,7 g/L (26,57% m/v)
Equivalente a 325,6 g/L do glifosato sal potássico
Outros Ingredientes: ........................................................................................ 600,5 g/L (60,05% m/v)
             GRUPO                                              K3                                             HERBICIDA
             GRUPO                                              G                                              HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: HERBICIDA SELETIVO CONDICIONAL DE AÇÃO SISTÊMICA
GRUPO QUÍMICO: CLOROACETANILIDA (S-METOLACLORO) E GLICINA SUBSTITUIDA
(GLIFOSATO)
TIPO DE FORMULAÇÃO: EMULSÃO DE ÓLEO EM ÁGUA (EW)

TITULAR DO REGISTRO:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares,
Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ:
60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
S-METOLACLORO TÉCNICO NOVARTIS – Registro MAPA nº 07199:
CABB AG - Düngerstrasse 81, P.O. BOX 1964 - CH-4133 Pratteln – Suíça.

S-METOLACLORO TÉCNICO ADAMA BRASIL – Registro MAPA nº TC03120:
Shandong Binnong Technology Co., Ltd. –Nº 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 256600,
Shandong — China.

S-METOLACLORO TÉCNICO CROPCHEM- Registro MAPA n° TC02620:
Shandong Binnong Technology Co., Ltd. –Nº 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 256600,
Shandong China.

S-METOLACLORO TÉCNICO PROVENTIS – Registro MAPA n° 34719:
Shangyu Nutrichem Co., Ltd. - N° 9, Weijiu Rd., Hangzhou Bay Shangyu Economic and
Technological Development Area, Zhejiang, 312369 - China.
Hangzhou Nutrichem Company Limited - N° 9777, Hong-Shiwu Road, Linjiang Industrial Park,
Xiaoshan District, Hangzhou City, Zhejiang, 311228 - China.

S-METOLACHLOR TÉCNICO BINNONG - Registro MAPA n° TC16021:
Shandong Binnong Technology Co., Ltd. - Nº 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 256600,
Shandong China.

GLIFOSATO XW TÉCNICO – Registro MAPA n° 28118:
Hubei Trisun Chemicals Co. Ltd. - Nº 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District - Yichang, Hubei – China.
Inner Mongolia Xingfa Technology Co., Ltd. - Wuda Industrial Park, Wuhai City, Inner Mongolia,
China.



                                                                 1
                                                                                            LUCENS
                                                                            Bula Completa – 26.08.2025




PMG TECNICO - Registro MAPA n° 011001:
Syngenta Limited - P.O. Box A38, Leeds Road, Huddersfield, West Yorkshire HD2 1FF, Reino Unido.

PMG TECNICO NJ - Registro MAPA n° 011308:
Nantong Jiangshan Agrochemical & Chemicals Limited Liability Co - 998 Jiangshan Road,
Nantong Economic & Technological Development Zone, Nantong, Jiangsu - China.

PMG TECNICO SYNGENTA - Registro MAPA n° 013608:
Bayer Agriculture BV – Antwerp Plant - Haven 627, Scheldelaan 460 - Antuérpia (Lillo) - 2040 -
Bélgica.
Bayer CropScience LP – Luling Plant 12.501 River Road Lulling - Louisiana - 70.070 - USA.
Youth Chemical Co., Ltd - Nº 1 Youshi Road - Yizheng City - Chemical Industrial Zone - Jiangsu -
China.
Monsanto do Brasil Ltda - Av. Carlos Marcondes, 1200 - km 159,5 - Limoeiro - CEP: 12241-420 – São
José dos Campos/SP – CNPJ: 64.858.525/0002-26 – Cadastro na CDA/SP sob nº 525.
Agro Bayer S.R.L. - Zarate Plant – Ruta Provincial 6, km 83,1 - Zarate - 2800 - Argentina.

PMG TÉCNICO FH - Registro MAPA n° 23919:
Sichuan Leshan Fuhua Tongda Agro-Chemical Technology Co. Ltd. - Qiaougou Town, Wutongqiao
District, Leshan, 614800, Sichuan – China.

GLIFOSATO TÉCNICO GHA – Registro MAPA n° 14616:
Jiangsu Good Harvest Weien Agrochemical Co., Ltd. - Laogang 226221 Qidong City, Jiangsu –
China.

GLIFOSATO TECNICO SH – Registro MAPA n° 34419:
Nantong Jiangshan Agrochemical & Chemicals Limited Liability Company - 998 Jiangshan
Road, Nantong Economic & Technological Development Zone, Nantong, Jiangsu, China.

GLIFOSATO TECNICO WYNCA – Registro MAPA n° 38919:
Zhenjiang Jiangnan Chemicals Co. Ltd - International Chemical Industry Park Zhenjiang New Area,
212152, Jiangsu - China.

GLIFOSATO ÁCIDO TÉCNICO MILENIA – Registro MAPA nº 07301.
Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antonio de Souza, 400 Pq. Rui Barbosa - Londrina / PR CEP: 86031-
610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263.
Zhenjiang Jiangnan Chemical Co., Ltd – Internacional Chemical Industry Park - Zhenjiang New Area,
212152 - Zhenjiang, Jiangsu, China.

GLIFOSATO TÉCNICO ADAMA BRASIL – Registro MAPA nº 19919.
Zhejiang Xinan Chemical Industrial Group Co., Ltd. - Xinanjiang, Jiande, Zhejiang Province,
311600, China.

GLIFOSATE TÉCNICO MONSANTO – Registro no MAPA nº 01998.
Monsanto do Brasil Ltda – Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5, Limoeiro - CEP: 12241-420 - São
José dos Campos/SP - CNPJ: 64.858.525/0002-26, Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 525.
Agro Bayer S.R.L. - Zarate Plant – Ruta Provincial 6, km 83,1 - Zarate - 2800 - Argentina.
Bayer CropScience LP – Luling Plant 12.501 River Road Lulling - Louisiana - 70.070 – EUA.
Bayer Cropscience LP - Muscatine Plant 2.500 Wiggins Road Muscatine - Iowa - 52.761 – EUA.
Bayer Agriculture BV – Antwerp Plant – Haven 627, Scheldelaan 460 - Antuérpia (Lillo) - 2040 -
Bélgica.




                                                2
                                                                                              LUCENS
                                                                              Bula Completa – 26.08.2025




FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5,
Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-915 - Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na
SAA/CDA/SP sob nº 453.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda - Av. Roberto Simonsen, 1459 -
Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001- 81 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477.
Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antonio de Souza, 400 - Pq. Rui Barbosa - Londrina / PR - CEP: 86031-
610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263.
Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari / RS - CEP: 95860-000 - CNPJ:
02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99.
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/ MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 –
Cadastro no IMA/MG sob n°2.972.
Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6 – Cartagena - Colômbia.
Syngenta Crop Protection, LLC - 4111, Gibson Road - 68107 – Omaha - Nebraska – EUA.
Syngenta Agro S.A. de C.V. - Eje 130 # 125, Zona Industrial, San Luis Potosí, CP 78395, S.L.P.,
México.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP:
13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da empresa no Estado (CDA)
nº 4476.
Ouro Fino Química S.A - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Q.14, L 5 - Distrito Industrial III - CEP:
38044-750 – Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no IMA/MG sob nº 8.764.


     “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.

                   Nº do Lote ou da Partida:
                   Data de Fabricação:               VIDE EMBALAGEM
                   Data de Vencimento:
   ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                                CONSERVE-OS EM SEU PODER.
   É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                   É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                     AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme
                previsto no Art. 4° do Decreto n° 7.212, de 15 de junho de 2010)
  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: NÃO CLASSIFICADO - PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
      CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II -
                          PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Verde PMS Green 347 C




                                                 3
                                                                                                                            LUCENS
                                                                                                           Bula Completa – 26.08.2025




INSTRUÇÕES DE USO:

Indicações de aplicação:
LUCENS® é um herbicida seletivo condicional (seletivo para soja geneticamente modificada com
resistência ao glifosato, e não seletivo para as demais variedades de soja), de ação sistêmica, para
aplicação em pós-emergência das plantas daninhas na cultura de soja em dessecação pré-semeadura
em plantio direto ou na soja geneticamente modificada resistente a glifosato em pós-emergência da
cultura e das plantas infestantes, com indicação para as plantas infestantes e doses, segundo tabela
abaixo:

Dessecação pré-plantio (plantio direto):

                                                                                                                   Número, Época, e
                                                                        Dosagem
    Cultura         Nome comum            Nome científico                                  Volume de Calda           Intervalo de
                                                                        (litro/ha)
                                                                                                                      Aplicação:
                  Monocotiledôneas:

                  Capim-braquiária      Brachiaria
                                        decumbens
                  Capim-marmelada       Brachiaria
      soja                              plantaginea                                        Aplicação terrestre:   Deve ser realizada em
  (variedades                                                       2,5 - 3,0 L/ha           100 – 250 L/ha        pré-semeadura em
                  Capim-colchão         Digitaria
 convencionais                          horizontalis                                                               aplicação única, em
  e resistentes   Capim-pé-de-          Eleusine indica                                   Aplicação aérea: 30     área total, no sistema
  ao glifosato)   galinha                                                                      – 40 L/ha            de plantio direto.

                  Dicotiledôneas:
                  Caruru                Amaranthus viridis          2,5 - 3,0 L/ha



Aplicação na pós-emergência cultura e das plantas infestantes:

                                                                Dosagem (litro/ha)

                                                          Aplicação única
                                                                  (1)
                                                                                     Duas Aplicações:
                   Nome                Nome                  na pós-                    Aplicação
 Cultura                                                  emergência da                sequencial (2)        Volume de Calda
                  comum              científico               soja
                                                                                      Intervalo de 10 a
                                                       (soja em V2 – V3,               15 dias após a
                                                        ou 15 a 20 dias              primeira aplicação
                                                             após a
                                                          emergência)
              Monocotiledôneas:
              Capim-braquiária    Brachiaria                                           1,5 seguido de
                                                             não aplicar
                                  decumbens                                               1,5 L/ha
              Capim-              Brachiaria
   soja       marmelada           plantaginea
   (apenas                                                                                                 Aplicação terrestre: 100 –
              Capim-colchão       Digitaria                                            1,5 seguido de              250 L/ha
  variedade                                                   2,0 L/ha
                                  horizontalis                                            1,5 L/ha
       s
 resistentes Capim-pé-de-         Eleusine indica                                                           Aplicação aérea: 30 – 40
      ao     galinha                                                                                                  L/ha
  glifosato) Trapoeraba           Commelina
                                                             não aplicar
                                                                                       1,5 seguido de
                                  benghalensis                                            1,5 L/ha
              Dicotiledôneas:
                                                                                     1,5 seguido de
              Caruru              Amaranthus viridis   2,0 L/ha
                                                                                     1,5 L/ha
Notas:
(1) Aplicação única em pós-emergência da soja, é recomendada para baixas infestações das espécies indicadas.
(2) Aplicação sequencial é indicada para infestações médias e altas destas espécies.




                                                                4
                                                                                               LUCENS
                                                                               Bula Completa – 26.08.2025




Número, Época, e Intervalo de Aplicação:

Estádio de aplicação

LUCENS® é um herbicida seletivo condicional, de ação sistêmica, para aplicações em pós-emergência
das plantas infestantes. Por conter s-metolacloro em sua formulação, possui também ação residual
sobre novas germinações de plantas infestantes.
Os melhores resultados de controle são obtidos quando LUCENS® é aplicado sobre plantas infestantes
em pleno desenvolvimento vegetativo sem efeito de estresse hídrico, sob boas condições de umidade
do solo e alta umidade relativa do ar, tanto antes quanto depois da aplicação.

Dessecação pré-semeadura (plantio direto): A aplicação de LUCENS® na cultura da soja
geneticamente modificada resistente ao glifosato e em variedades convencionais (não modificadas
geneticamente) deve ser realizada em pré-semeadura em aplicação única, em área total, tanto no
sistema de plantio direto ou convencional.

Pós-emergência, em soja geneticamente modificada:
- aplicação única: Recomendada para baixas populações de plantas infestantes. Momento de
aplicação: Seguir os estádios de crescimento da cultura e das plantas infestantes no quadro acima. A
melhor época para controle das plantas daninhas é em pós-emergência inicial, quando a soja estiver
em V2 – V3 (ou 15 a 20 dias após a emergência), e as plantas daninhas também se encontrarem em
estádios iniciais de desenvolvimento, permitindo melhor cobertura pelo produto nas folhas das plantas
infestantes.

- aplicação sequencial (duas aplicações): Recomendada para áreas de médias a altas infestações
e/ou para controlar plantas daninhas com vários fluxos de germinação ou germinação desuniforme,
sendo uma aplicação em estádio mais precoce, com a soja entre V2 e V3 (ou 15 a 20 dias após a
emergência da soja), na dose de 1,5 L/ha, e a segunda aplicação (sequencial) em intervalo de 10 a 15
dias após a primeira, na dose de 1,5 L/ha.
Em áreas com infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se o esquema de
aplicação sequencial nas doses de 1,5 L/ha na primeira, em estádio precoce, seguida de uma segunda
aplicação na dose de 1,5 L/ha, com intervalo de 10 a 15 dias entre ambas as aplicações.
Não se deve adicionar adjuvante à calda de aplicação de LUCENS®.

Modo de aplicação:
Diluir a dose de LUCENS® indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies a serem
controladas, podendo ser realizada aplicação aérea ou terrestre.

Aplicação terrestre: Utilizar volume de calda de 100 a 250 litros de água por hectare; bicos tipo leque
ou cone que proporcionem distribuição uniforme da calda de aplicação sobre as folhas das plantas
infestantes. A pressão deverá ser aquela recomendada pelo fabricante para cada tipo de ponta de
pulverização. Os equipamentos poderão ser costais (manuais ou motorizados) ou tratorizados.

Pulverização aérea: Utilizar volume de calda 30 a 40 litros de calda por hectare; bicos da série D
preferencialmente com difusor 56 (D6, D8 ou D10), tomando o cuidado de não variar o tipo de bico na
mesma barra; ponta de jato plano da série 65 ou 80 ou CP nozzles, utilizando uma pressão de 15 a 30
psi; ângulo da barra de 90 graus; altura de voo de 03 metros; faixa de deposição de 12 a 15 metros;
tamanho de gotas de 250 a 300 micra, procurando se obter 30 a 40 gotas/cm².
Condições climáticas: Temperatura até 27º C e umidade relativa do ar mínima de 55%,
preferencialmente com vento cruzado em relação ao sentido de voo, com velocidade entre 3 e 15 km/h;
e não aplicar em condições de inversão térmica.
Nas operações com aeronaves atender às normas da Portaria 009 e às suas alterações no Decreto-
Lei 86.765 do Ministério da Agricultura e Pecuária.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os
conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a
utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
                                                  5
                                                                                              LUCENS
                                                                              Bula Completa – 26.08.2025




INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação
e a colheita):
   Cultura                                Intervalo de Segurança (dias)
   Soja                                   (1)
   Soja geneticamente modificada          70
 (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante
para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No
caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis
máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez
que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em
caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de
Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este
produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250
metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a
conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: LUCENS® é um herbicida não seletivo às variedades de
soja convencionais, isto é, sem o gene de resistência ao glifosato, quando aplicado em pós-emergência
sobre as mesmas.
Para soja convencional (não resistente ao glifosato): Não é fitotóxico quando aplicado antes da
semeadura, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo.
Para a soja geneticamente modificada (resistente ao glifosato): Quando aplicado em pós-emergência
sobre as folhas da cultura, pode apresentar leves sintomas foliares, que apresentam boa recuperação
e não causam interferência negativa na produtividade, desde que nas doses e estádios de aplicação
indicados na tabela (vide instruções de uso).

Restrições de uso: LUCENS® pode causar danos à soja convencional, caso o jato de aplicação atinja
as folhas ou ramos das mesmas.
- Não aplicar sobre as folhas da soja convencional (não modificada geneticamente, ou seja, sem o gene
da resistência ao glifosato).
- Não utilizar água com coloides em suspensão (argila, por exemplo) para preparo da calda e aplicação
do produto, nem aplicar sobre plantas infestantes cobertas com poeira, pois poderá haver redução na
eficácia do produto.
- Não aplicar LUCENS® sobre plantas infestantes submetidas a estresse hídrico sob pena de redução
da eficácia do herbicida.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
                                                 6
                                                                                            LUCENS
                                                                            Bula Completa – 26.08.2025




INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
     • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos K3 e G para o controle
         do mesmo alvo, quando apropriado.
     • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
     • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
     • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
         regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
    • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
        e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
        www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
        Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
        www.agricultura.gov.br).


             GRUPO                           K3                       HERBICIDA
             GRUPO                           G                        HERBICIDA

  O produto herbicida LUCENS® é composto por S-Metolacloro e Glifosato, que apresentam
  mecanismos de ação dos Inibidores da divisão celular e Inibidores da EPSPs, pertencentes
  aos Grupos K3 e G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à
  Resistência de Herbicidas), respectivamente.


                DADOS RELATIVOS Á PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
   pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
   válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
   com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.


                                                  7
                                                                                       LUCENS
                                                                       Bula Completa – 26.08.2025




•   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
    pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de
    um profissional habilitado.
•   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
    em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
    trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
•   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
    seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
    passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas
    de borracha; avental impermeável; respirador; óculos de segurança com proteção lateral;
    touca árabe e luvas de nitrila.
•   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
    com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
 Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: Macacão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
   pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
   respirador; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
 Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
   Individual (EPI) recomendados.
 Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
   (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
   em que estiver sendo aplicado o produto.
 Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
   respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
 Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
   outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
 Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
   pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; respirador; óculos de
   segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
 Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e
   manter os avisos até o final do período de reentrada.
 Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
   tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
   de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
 Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
   tratadas logo após a aplicação.
 Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
   (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
 Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
   ainda vestidas para evitar contaminação.
 Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
   em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
                                             8
                                                                                              LUCENS
                                                                              Bula Completa – 26.08.2025




        Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
        Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
         roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
        Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
         aplicação.
        Não reutilizar a embalagem vazia.
        No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão
         com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de
         borracha.
        Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
         seguinte ordem: Touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e respirador.
        Manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
         protegida.


      PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
      levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
      produto.
      Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
      médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
      beber ou comer.
      Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos.
      Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se
      retirá-la.
      Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio,
      anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
      menos 15 minutos.
      Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
      ventilado.

      A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
      impermeáveis, por exemplo.




                                  INTOXICAÇÕES POR LUCENS®
                                     INFORMAÇÕES MÉDICAS


Grupo químico           S-metolacloro: Cloroacetanilida
                        Glifosato: Glicina substituída
Classe
                        Não Classificado - Produto Não classificado.
toxicológica
Vias de exposição
                        Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
                        consideradas as mais relevantes.

                                                    9
                                                                                              LUCENS
                                                                              Bula Completa – 26.08.2025




Toxicocinética      S-metolacloro: Após administração oral da substância a animais de
                    experimentação, o S-metolacloro foi absorvido rapidamente quase por completo
                    pelo trato gastrointestinal. Os níveis mais altos foram detectados no sangue e
                    órgãos altamente perfundidos, como coração, rins, fígado, pulmões e baço. A
                    metabolização do S-metolacloro procede por duas vias de biotransformação: As
                    reações de oxidação mediadas pela família de enzimas do citocromo P450
                    (clivagem do éter metílico, oxidação do álcool resultante ao ácido correspondente,
                    oxidação dos grupos aril, metil e/ou etil, e substituição do átomo de cloro),
                    correspondendo a aproximadamente 80% do processo de biotransformação, e as
                    reações de conjugação pela via da glutationa, em menor proporção. A excreção
                    do S-metolacloro foi moderadamente rápida. Após sua administração oral, cerca
                    de 80% da dose foi excretada pela bile (fezes) em 48 horas, sendo está a principal
                    via de excreção em machos, e uma média de 97% da dose foi excretada em sete
                    dias; em fêmeas, aproximadamente 50% da dose foi excretada pela urina e 50%
                    pelas fezes. A circulação entero-hepática desempenha papel significativo no seu
                    processo de eliminação.

                    Glifosato: Após administração oral, aproximadamente 20 a 40% do glifosato é
                    absorvido rapidamente pelo trato gastrointestinal. A distribuição para os órgãos e
                    tecidos é rápida, porém limitada, acarretando em baixos níveis de resíduos
                    teciduais. Os maiores resíduos são observados nos ossos, rins e fígado, sem
                    evidências de bioacumulação. Sua eliminação é rápida e quase completa em 48
                    horas, pelas fezes e urina. A maior parte do glifosato parental é eliminada na sua
                    forma inalterada e pouco menos de 0,5% é eliminado como ácido
                    aminometilfosfônico (AMPA), porém o metabolismo do AMPA em mamíferos
                    demonstrou ser bastante limitado, devido principalmente à ação de bactérias da
                    microflora gastrointestinal.
Toxicodinâmica      S-metolacloro: Mecanismo de ação não conhecido em humanos e pouco
                    conhecido nas plantas. Parece inibir biossíntese de ácidos graxos de cadeias
                    muito longas (VLCFA) pela interferência no metabolismo da coenzima A (CoA),
                    podendo levar à perda da integridade da membrana plasmática e morte da célula.
                    Também está associado à inibição da síntese de proteínas no meristema apical e
                    raízes das plantas, acarretando em paralisação da divisão celular. Modo de ação
                    parcialmente relevante para seres humanos, uma vez que os meristemas
                    responsáveis pelo alongamento da planta são específicos dos vegetais; já os
                    VLCFA são encontrados de forma onipresente em todo o organismo.
                    Glifosato: Inibe a enzima 5-enolpiruvilshiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS),
                    impedindo a síntese de aminoácidos aromáticos essenciais necessários para a
                    síntese proteica. A enzima EPSPS está presente em plantas, fungos e na maioria
                    das bactérias, porém não ocorre em animais, o que explica a baixa toxicidade do
                    glifosato para mamíferos.
Sintomas e sinais   Não há dados de toxicidade do S-metolacloro e Glifosato em humanos.
clínicos            As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais
                    de experimentação tratados com a formulação à base de S-metolacloro e
                    Glifosato, LUCENS®:
                    Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral realizado em ratos, não foi
                    observada mortalidade ou quaisquer sinais clínicos de toxicidade sistêmica entre
                    os animais expostos à dose de 5000 mg/kg p.c.
                    Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória em ratos, não foi
                    observada mortalidade entre os ratos expostos à concentração de 2,56 mg/L. Os
                    sinais clínicos observados foram: Redução da atividade e piloereção leves em
                    todos os animais. Todos os sinais foram revertidos até o dia 3 do período de
                    observação.
                    Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica realizado em ratos,
                    não foi observada mortalidade ou quaisquer sinais clínicos de toxicidade sistêmica
                    entre os animais expostos à dose de 5050 mg/kg p.c. Em estudo de irritação
                    cutânea realizado em coelhos, nenhum animal apresentou sinais de irritação na

                                                10
                                                                                        LUCENS
                                                                        Bula Completa – 26.08.2025




              pele ou toxicidade sistêmica, e o produto não foi considerado irritante para a pele
              de coelhos. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo
              teste de Buehler.
              Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, os animais
              apresentaram os seguintes efeitos em 24h, 48h e 72h: Score médio de 0,67 em
              1/3 animais para opacidade na córnea; score médio de 0,33 em 2/3 animais para
              irite; score médio de 0,33 em 2/3 animais para vermelhidão da conjuntiva; score
              médio de 0,33 em 2/3 animais para quemose da conjuntiva; e score médio de 0,33
              em 2/3 animais para secreção da conjuntiva. Todos os efeitos foram reversíveis
              em 48 horas. O produto foi considerado minimamente irritante no estudo, e não
              gerou nenhuma classificação no GHS.
              Exposição crônica: Os ingredientes ativos não foram considerados mutagênicos,
              teratogênicos ou carcinogênicos para seres humanos. À luz dos conhecimentos
              atuais, não são considerados desreguladores endócrinos e não interferem com a
              reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico   O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
              produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
              sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.




                                          11
                                                                                                LUCENS
                                                                                Bula Completa – 26.08.2025




Tratamento            Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
                      clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
                      suporte respiratório.

                      Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
                      cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
                      endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
                      arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.

                      Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
                      absorção e os efeitos locais.
                      Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
                      proceder com:
                      - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
                      de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de
                      30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado
                      dentro de uma hora após a ingestão.
                      - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
                      do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
                      necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
                      aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
                      lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
                      ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
                      aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado
                      para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
                      inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
                      Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
                      fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
                      de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
                      mecânica.
                      Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação
                      cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água
                      fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação
                      ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento.
                      Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
                      solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com
                      a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
                      encaminhar o paciente para tratamento específico.

                      Antídoto: Não há antídoto específico.

                      Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
                      respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
                      equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
                      procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
                      durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
                      como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
                      contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações      A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
                      pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
                      abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
                      para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das
interações químicas
                      Não foram relatados efeitos de interações químicas para S-metolacloro e Glifosato
                      em humanos.



                                                  12
                                                                                             LUCENS
                                                                             Bula Completa – 26.08.2025




ATENÇÃO              Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                                                        tratamento
                                    Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
                         Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                (RENACIAT/ANVISA/MS)
                      As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                                          Agravos de Notificação Compulsória.
                      Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
                         Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                           Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
                              Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
                          Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com
 Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
 Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

 Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

 Efeitos agudos:
 DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
 DL50 dérmica em ratos: > 5050 mg/kg p.c.
 CL50 inalatória em ratos: > 2,56 mg/L
 Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, nenhum
 animal apresentou sinais de irritação na pele ou toxicidade sistêmica, e o produto não foi
 considerado irritante para a pele de coelhos.
 Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos,
 os animais apresentaram os seguintes efeitos em 24h, 48h e 72h: Score médio de 0,67 em
 1/3 animais para opacidade na córnea; score médio de 0,33 em 2/3 animais para irite; score
 médio de 0,33 em 2/3 animais para vermelhidão da conjuntiva; score médio de 0,33 em 2/3
 animais para quemose da conjuntiva; e score médio de 0,33 em 2/3 animais para secreção
 da conjuntiva. Todos os efeitos foram reversíveis em 48 horas. O produto foi considerado
 minimamente irritante no estudo, e não gerou nenhuma classificação no GHS.
 Sensibilização cutânea em cobaias (teste de Buehler): O produto não foi considerado
 sensibilizante dérmico.
 Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias
 respiratórias.
 Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
 bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.

 Efeitos crônicos:

 S-metolacloro: Os ensaios de carcinogenicidade em ratos e camundongos tratados com
 metolacloro (toxicologicamente equivalente ao S-metolacloro) resultaram em diminuição no
 ganho de peso corpóreo de machos e fêmeas nas maiores doses (139 e 178 mg/kg p.c. para
 ratos machos e fêmeas, respectivamente, e 571 e 733 mg/kg p.c. para camundongos machos
 e fêmeas, respectivamente). Em ratos, nessa mesma dose, também se observou alterações
 hepáticas em ambos os sexos, e em fêmeas, aumento significativo da incidência de adenomas
 hepatocelulares. No entanto, estudos mecanísticos fornecem evidências de que o S-
 metolacloro não é hepatocarcinogênico para humanos devido à falta de relevância de seu
                                               13
                                                                                        LUCENS
                                                                        Bula Completa – 26.08.2025




modo de ação (NOAEL ratos, 14 mg/kg p.c. e camundongos, 171 mg/kg p.c.). Adicionalmente,
não é mutagênico em ensaios in vivo e in vitro. No estudo de toxicidade de duas gerações, os
ratos foram tratados pela dieta com metolacloro e não foi observada toxicidade parental ou
qualquer efeito adverso na reprodução nas doses testadas, sendo estabelecido NOAEL
materno e fetal de 76 e 24 mg/kg p.c., respectivamente. A toxicidade no desenvolvimento foi
investigada por estudos em ratos e coelhos tratados com metolacloro e S-metolacloro e, para
ambos, houve toxicidade materna nas maiores doses (ratos: metolacloro, ≥ 300 mg/kg/dia e
S-metolacloro, ≥ 500 mg/kg/dia; coelhos: Metolacloro, ≥ 120 mg/kg/dia e S-metolacloro, 500
mg/kg/dia), com NOAEL materno para ratos de 100 mg/kg/dia (metolacloro) e 50 mg/kg/dia
(S-metolacloro); para coelhos o NOAEL estabelecido foi de 36 mg/kg/dia (metolacloro) e 100
mg/kg/dia (S-metolacloro). Não houve toxicidade fetal nos estudos com ratos tratados com S-
metolacloro e coelhos tratados com ambos; o tratamento com metolacloro em ratos resultou
em redução dos pesos corpóreos e ossificação tardia apenas na maior dose (ratos: NOAEL
fetal metolacloro, 300 mg/kg/dia, S-metolacloro, 1000 mg/kg/dia; coelhos: Metolacloro, 360
mg/kg/dia e S-metolacloro, 500 mg/kg/dia). Ambos não demonstraram efeitos teratogênicos.
Também não foram identificados órgãos-alvo relevantes após estudos de exposições
repetidas.

Glifosato: Em estudo de dois anos em ratos, as maiores doses de 1214 mg/kg p.c./dia
(machos) e 1498 mg/kg p.c./dia (fêmeas) resultaram em diminuição de peso corpóreo e da
eficiência na utilização de alimentos, bem como alterações bioquímicas e histopatológicas
no fígado e rins. A incidência de hepatite e colangite proliferativa no fígado foi mais comum
em machos do que em fêmeas. Acredita-se que a necrose papilar, mineralização papilar,
hiperplasia de células de transição renais e o aumento da incidência de prostatite
observados na maior dose estejam relacionados à diminuição do pH urinário devido à acidez
da substância teste (NOAEL machos e fêmeas: 361 e 437 mg/kg p.c./dia, respectivamente).
Em estudo de 2 anos em camundongos tratados com o glifosato-trimesium, as doses de 991
mg/kg p.c./dia (machos) e 1341 mg/kg p.c./dia (fêmeas) resultaram em diminuição do ganho
de peso corpóreo. Nenhum efeito adverso relacionado ao tratamento foi observado neste
estudo (NOEL glifosato-equivalente machos e fêmeas: 81 e 109 mg/kg p.c./dia,
respectivamente). Não foram observados achados neoplásicos em ambas as espécies, e
estudos de mutagenicidade in vivo e in vitro indicam a não-mutagenicidade do glifosato. A
administração de até 1073 mg/kg (machos) e 1634 mg/kg (fêmeas) de glifosato no estudo
de 2 gerações em ratos não resultou em efeitos adversos na função reprodutiva ou em
toxicidade significativa para os adultos ou filhotes. Foi observada diminuição do peso
corpóreo dos filhotes da geração F1 com consequente diminuição no peso desses animais
durante a fase pré-acasalamento (NOAEL sistêmico: 322 mg/kg p.c./dia; NOAEL
reprodutivo: 1073 mg/kg p.c./dia). No estudo de toxicidade do desenvolvimento em ratos,
não houve evidência de toxicidade materna ou qualquer efeito adverso em relação ao
número, crescimento ou sobrevivência dos fetos no útero em doses de até 1000 mg/kg
p.c./dia (NOAEL materno e desenvolvimento: 1000 mg/kg p.c./dia). No coelho, a
administração de 175 ou 300 mg/kg p.c./dia resultou em toxicidade materna (diminuição do
peso corpóreo, consumo de ração e diarreia). Nos fetos, houve pequenas alterações na
ossificação associadas à diminuição do peso fetal (NOAEL materno e desenvolvimento: 100
e 175 mg/kg p.c./dia, respectivamente). Pelos estudos acima descritos, o glifosato não é
classificado para toxicidade reprodutiva, carcinogenicidade ou mutagenicidade de acordo

                                             14
                                                                                  LUCENS
                                                                  Bula Completa – 26.08.2025




com o GHS. Também não foram identificados órgãos-alvo relevantes após estudos de
exposições repetidas.




                                         15
                                                                                          LUCENS
                                                                          Bula Completa – 26.08.2025




                           DADOS RELATIVOS AO MEIO AMBIENTE:

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
   PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

    - Este produto é:

          - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

    X     - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

          - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

          - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

       Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
        solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
       Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
       Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
       Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
        a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
        abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
        moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos.
       Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
        atividades aeroagrícolas.
       Evite a contaminação ambiental - preserve a natureza.
       Não utilize equipamento com vazamento.
       Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
       Aplique somente as doses recomendadas.
       Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
        d'água. Evite a contaminação da água.
       A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
        do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
   CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
 Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
 O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
   bebidas, rações e outros materiais.
 A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
 O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
 Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
 Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
 Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
   rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
 Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
   Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
 Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

       Isole e sinalize a área contaminada.
                                                16
                                                                                     LUCENS
                                                                     Bula Completa – 26.08.2025




   Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
    CULTIVOS LTDA.
   Telefone da empresa: 0800 704 4304.
   Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas
    de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
   Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
    bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deve mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no
rótulo, para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.

Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


4- PROCEDIMENTOS   DE    LAVAGEM,    ARMAZENAMENTO,  DEVOLUÇÃO,
   TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
   PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:

    •   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
        mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
    •   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
    •   Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
    •   Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
    •   Faça esta operação três vezes;
    •   Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

                                           17
                                                                                       LUCENS
                                                                       Bula Completa – 26.08.2025




Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:

   •   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
   •   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
   •   Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
       segundos;
   •   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:

   •   Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
       invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
       segundos;
   •   Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
       sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da
       embalagem, por 30 segundos;
   •   Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve
       ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
       das embalagens não lavadas.
   •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
       efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
       no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
       vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
       no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
   •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
       de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis)
       meses após o término do prazo de validade.
   •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
       prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
       medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
                              18
                                                                                       LUCENS
                                                                       Bula Completa – 26.08.2025




  •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
      efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
      no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
  •   Use luvas no manuseio dessa embalagem.
  •   Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
      existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

  •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
      vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
      no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
      de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis
      meses após o término do prazo de validade.
  •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
      prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

  •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
      medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

  •   O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser
      efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
      no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
  •   Use luvas no manuseio dessa embalagem.
  •   Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
      plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
      identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

  •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
      vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
      no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
      de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
      após o término do prazo de validade.
  •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
      prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

  •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
                                           19
                                                                                          LUCENS
                                                                          Bula Completa – 26.08.2025




   •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
       medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
       transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado
       e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
       efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
       próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •   É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde
       foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
       comercial.

TRANSPORTE
  • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
     medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
  • A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
     pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
     pelos órgãos competentes.
  • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS
     VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
  • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
     INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
  • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
     ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora
     e a saúde das pessoas.


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

   •   Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte
       o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
   •   A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo
       de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados
       por órgão ambiental competente.


TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

                                              20
                                                                       LUCENS
                                                       Bula Completa – 26.08.2025




RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO
DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
   • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




                                   21
                                

Compartilhar