Listar
Nutrien Soluções Agrícolas Ltda. São Paulo/SP
Herbicida
Ametrina (triazina) (800 g/kg)
Informações
Número de Registro
07920
Marca Comercial
Listar
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Ametrina (triazina) (800 g/kg)
Titular de Registro
Nutrien Soluções Agrícolas Ltda. São Paulo/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Abacaxi
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Abacaxi
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Abacaxi
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Abacaxi
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Abacaxi
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Abacaxi
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Abacaxi
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Abacaxi
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Abacaxi
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Abacaxi
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Abacaxi
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Abacaxi
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Café
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Café
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Mandioca
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Mandioca
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Mandioca
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Mandioca
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Mandioca
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Mandioca
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Mandioca
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Mandioca
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Mandioca
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Mandioca
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Mandioca
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Mandioca
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Mandioca
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Mandioca
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Mandioca
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
LISTAR
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 07920
COMPOSIÇÃO:
N2-ethyl-N4-isopropyl-6-methylthio-1,3,5-triazine-2,4-diamine (AMETRINA)...800 g/kg (80,0% m/m)
Outros ingredientes..........................................................................................200 g/kg (20,0% m/m)
GRUPO C1 HERBICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida
GRUPO QUÍMICO: Triazina
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
ALAMEDA RIO NEGRO 585 SL 145 EDIF JACARI AND 14 ALPHAVILLE -BARUERI – SP - CEP:06454-000
CNPJ: 39.496.730/0001-60 Telefone:(11) 2970-3020.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
AMETRINA TÉCNICO LOVELAND (Registro MAPA nº 6917)
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.
Zhongshan, Xiaopu, 313116, Changxing, Zhejiang, China.
AMETRINA TÉCNICO BIORISK (Registro MAPA nº TC05520)
MEGHMANI INDUSTRIES LTD. - UNIT III
Plot no Z6, Dahej, SEZ Area, Village Dahej, Vagra 392130 District Bharuch, Gujarat - Índia.
AMETRINA TÉCNICO RAINBOW (Registro MAPA nº 05112)
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang 262737 Shandong – China.
AMETRINA TÉCNICO MILENIA BR (Registro MAPA nº 14619)
ZHEJIANG PROVINCE CHANGXING FIRST CHEMICAL CO., LTD.
15-1 Zhengzhou Road, Jiangbei District, 132021, Jilin City, Jilin Province, China.
FORMULADORES:
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.
Zhongshan, Xiaopu, 313116, Changxing, Zhejiang, China.
SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD.
East Renmin Road, Zhangjiagang City, Jiangsu Province, China.
SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD.
Lingang Industrial Zone, Coastal Econ. Development Zone, Weifang, Shandong, China.
HEBEI SHANLI CHEMICAL CO., LTD.
Eigthteenth Team, Zhongjie Farm, Cangzhou City, Hebei, 061108, China.
MEGHMANI ORGANICS LTDA.
Plot Nº CH-1 & CH-2/A, G.I.D.C. Industrial Estate, Dahej, Bharuch, Gujarat, 392130, Índia.
NUTRIEN AG SOLUTIONS ARGENTINA S.A.
Ruta Nacional 33, km 738, Casilda, Santa Fe, 2170, Argentina.
1
AGCN 10_11_2025
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Carta Fina, 22335 – Quadra 14 – Lote 4 – Distrito Industrial III, CEP: 38044-750
Uberaba /MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Número de registro do estabelecimento no Estado: 8764/IMA/MG
QINGDAO AUDIS BIO-TECH CO., LTD.
Changyang Industrial Zone, Laixi City, Qingdao, China.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China.
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD.
Beihai Road, 1165 Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province,
315040, China.
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Avenida Maeda, S/N, Distrito Industrial – Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0003-14
Número de registro do estabelecimento no Estado: 1049 - CDA/SP
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, km 122 - Salto de Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43
Número de registro do estabelecimento no Estado: 4153 - CDA/SP
TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Bairro Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP – CEP 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81
Número de registro do estabelecimento no Estado: 477 - CDA/SP
MANIPULADOR:
NORTOX S.A.
Rodovia BR 369, km 197, Arapongas – PR – CNPJ: 75.263.400/0001-99
Número de Registro do estabelecimento no estado: 466 ADAPAR/PR.
No do lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no
Art. 4° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
COR DA FAIXA: AZUL (Azul PMS Blue 293 C)
2
AGCN 10_11_2025
INSTRUÇÕES DE USO
CULTURAS INDICADAS:
LISTAR é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, à base do ingrediente ativo ametrina. É indicado para o
controle em pré e pós-emergência das plantas daninhas, após o transplante do abacaxi; em pré e pós-
emergência das plantas daninhas na cultura do café, com mais de dois anos de idade; em pré e pós-
emergência das plantas daninhas e da cana-de-açúcar e em pré-emergência da cultura da mandioca, na pré
ou pós-emergência das plantas daninhas.
CULTURAS, PRAGAS/DOENÇAS/PLANTAS INFESTANTES, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO
DE APLICAÇÃO:
ABACAXI
Dose Produto Comercial (kg/ha)
Solo Nº Máximo de
Nome Comum Nome Científico Solo Solo Volume de calda (L/ha)
Areno aplicações
Arenoso Argiloso
argiloso
PÓS-EMERGÊNCIA
Capim-marmelada; capim-
Até 3 perfilhos – 2,0
papuã; capim-são-paulo; Brachiaria plantaginea
Até 5 perfilhos – 3,0
marmelada
Capim-pé-de-galinha;
Até 5 folhas – 2,0
capim-de-pomar; capim- Eleusine indica
Até 1 perfilho – 3,0
da-cidade; grama-sapo
Capim-colchão; capim-
Até 3 folhas – 2,0
milhã; capim-de-roça; Digitaria horizontalis
Até 5 folhas – 3,0
milhã
Capim-braquiária;
Até 5 folhas – 2,0
braquiária; braquiária- Brachiaria decumbens
Até 1 perfilho – 3,0
decumbens
Corda-de-viola;
Até 4 folhas – 2,0
campainha; corriola; Ipomoea grandifolia
Até 6 folhas – 3,0
jetirana
Apaga-fogo; periquito;
corrente; perpétua-do- Alternanthera tenella
campo
Beldroega; bredo-de-
porco; verdolaga; ora-pro- Portulaca oleracea 150 a 400 L/ha (aplicação
nobis terrestre) ou conforme
2
recomendação em modo de
Caruru; caruru-de-
aplicação
mancha; caruru-verde; Amaranthus viridis
bredo
Carrapicho-de-carneiro;
espinho-de-carneiro;
Acanthospemum hispidum
chifre-de-veado; espinho-
de-cigano Até 4 folhas – 2,0
Falsa-serralha; bela-emilia; Até 6 folhas – 3,3
Emilia sonchifolia
pincel; serralinha
Guanxuma; mata-pasto;
Sida rhombifolia
vassourinha; relógio
Mentrasto; picão-roxo;
catinga-de-bode; erva-de- Ageratum conyzoides
são-joão
Nabo-bravo; nabiça; nabo;
Raphanus raphanistrum
rabanete-de-cavalo
Picão-preto; picão; pico-
Bidens pilosa
pico; fura-capa
Trapoeraba; capoeraba;
Commelina benghalensis
mata-brasil; marianinha
PRÉ-EMERGÊNCIA
Capim-marmelada; capim-
papuã; capim-são-paulo; Brachiaria plantaginea 150 a 400 L/ha (aplicação
marmelada terrestre) ou conforme
2,0 2,5 3,0 2
Capim-pé-de-galinha; recomendação em modo de
capim-de-pomar; capim- Eleusine indica aplicação
da-cidade; grama-sapo
3
AGCN 10_11_2025
Capim-colchão; capim-
milhã; capim-de-roça; Digitaria horizontalis
milhã
Apaga-fogo; periquito;
corrente; perpétua-do- Alternanthera tenella
campo
Beldroega; bredo-de-
porco; verdolaga; ora-pro- Portulaca oleracea
nobis
Caruru; caruru-de-
mancha; caruru-verde; Amaranthus viridis
bredo
Carrapicho-de-carneiro;
espinho-de-carneiro;
Acanthospemum hispidum
chifre-de-veado; espinho-
de-cigano
2,0 2,5 3,0
Falsa-serralha; bela-emilia;
Emilia sonchifolia
pincel; serralinha
Guanxuma; mata-pasto;
Sida rhombifolia
vassourinha; relógio
Mentrasto; picão-roxo;
catinga-de-bode; erva-de- Ageratum conyzoides
são-joão
Nabo-bravo; nabiça; nabo;
Raphanus raphanistrum
rabanete-de-cavalo
Picão-preto; picão; pico-
Bidens pilosa
pico; fura-capa
Trapoeraba; capoeraba;
Commelina benghalensis
mata-brasil; marianinha
Número, época e intervalo de aplicação: Pode ser aplicado em torno de dez dias após o transplante da cultura no campo, podendo
as plantas daninhas estar em pré ou pós-emergência. Poderá ser realizada uma segunda aplicação dependendo das condições de
reinfestação. Não aplicar mais do que duas vezes durante o ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 60 dias. Nas aplicações em pós-
emergência adicionar espalhante adesivo na dose recomendada pelo fabricante.
CAFÉ
Dose Produto Comercial (kg/ha)
Solo Nº Máximo de
Nome Comum Nome Científico Solo Solo Volume de calda (L/ha)
Areno aplicações
Arenoso Argiloso
argiloso
PÓS-EMERGÊNCIA
Capim-marmelada; capim-
papuã; capim-são-paulo; Brachiaria plantaginea
marmelada Até 3 folhas – 1,5
Capim-pé-de-galinha; Até 5 folhas - 2,5
capim-de-pomar; capim- Eleusine indica
da-cidade; grama-sapo
Capim-colchão; capim-
milhã; capim-de-roça; Digitaria horizontalis
milhã
Apaga-fogo; periquito;
corrente; perpétua-do- Alternanthera tenella
campo
Beldroega; bredo-de-
150 a 400 L/ha (aplicação
porco; verdolaga; ora-pro- Portulaca oleracea
terrestre) ou conforme
nobis 2
recomendação em modo de
Caruru-roxo; caruru-
aplicação
branco; bredo; crista-de- Amaranthus hybridus
Até 2 folhas – 1,5
galo
Até 4 folhas - 2,5
Carrapicho-de-carneiro;
espinho-de-carneiro; Acanthospermum
chifre-de-veado; espinho- hispidum
de-cigano
Carrapicho-rasteiro;
carrapichinho; mata-pasto; Acanthospermum australe
maroto
Falsa-serralha; bela-emilia;
Emilia sonchifolia
pincel; serralinha
Guanxuma; mata-pasto;
Sida rhombifolia
vassourinha; relógio
4
AGCN 10_11_2025
Mentrasto; picão-roxo;
catinga-de-bode; erva-de- Ageratum conyzoides
são-joão
Nabo-bravo; nabiça; nabo;
Raphanus raphanistrum
rabanete-de-cavalo
Picão-branco; fazendeiro;
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro
Picão-preto; picão; pico-
Bidens pilosa
pico; fura-capa
Trapoeraba; capoeraba;
Commelina benghalensis
mata-brasil; marianinha
Rubim; erva-macaé;
cordão-de-são-francisco; Leonorus sibiricus
chá-de-frade
PRÉ-EMERGÊNCIA
Capim-marmelada; capim-
papuã; capim-são-paulo; Brachiaria plantaginea
marmelada
1,5 2,0 2,5
Capim-pé-de-galinha;
capim-de-pomar; capim- Eleusine indica
da-cidade; grama-sapo
Capim-colchão; capim-
milhã; capim-de-roça; Digitaria horizontalis
milhã
Apaga-fogo; periquito;
corrente; perpétua-do- Alternanthera tenella
campo
Beldroega; bredo-de-
porco; verdolaga; ora-pro- Portulaca oleracea
nobis
Caruru-roxo; caruru-
branco; bredo; crista-de- Amaranthus hybridus
galo
Carrapicho-de-carneiro;
espinho-de-carneiro; Acanthospermum
chifre-de-veado; espinho- hispidum 150 a 400 L/ha (aplicação
de-cigano terrestre) ou conforme
2
recomendação em modo de
Carrapicho-rasteiro;
aplicação
carrapichinho; mata-pasto; Acanthospermum australe
maroto 1,5 2,0 2,5
Falsa-serralha; bela-emilia;
Emilia sonchifolia
pincel; serralinha
Guanxuma; mata-pasto;
Sida rhombifolia
vassourinha; relógio
Mentrasto; picão-roxo;
catinga-de-bode; erva-de- Ageratum conyzoides
são-joão
Nabo-bravo; nabiça; nabo;
Raphanus raphanistrum
rabanete-de-cavalo
Picão-branco; fazendeiro;
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro
Picão-preto; picão; pico-
Bidens pilosa
pico; fura-capa
Trapoeraba; capoeraba;
Commelina benghalensis
mata-brasil; marianinha
Rubim; erva-macaé;
cordão-de-são-francisco; Leonorus sibiricus
chá-de-frade
Número, época e intervalo de aplicação: Pode ser aplicado quando as plantas daninhas estiverem em pré ou pós- emergência.
Poderá ser utilizado em arruação ou esparramação em cafeeiros adultos com mais de dois anos de idade. Não realizar mais do que
duas aplicações durante o ano, com intervalo mínimo de 90 dias. Nas aplicações em pós-emergência adicionar espalhante adesivo na
dose recomendada pelo fabricante
CANA-DE-AÇÚCAR
Dose Produto Comercial (kg/ha)
Solo Nº Máximo de
Nome Comum Nome Científico Solo Solo Volume de calda (L/ha)
Areno aplicações
Arenoso Argiloso
argiloso
PÓS-EMERGÊNCIA
5
AGCN 10_11_2025
Capim-marmelada; capim-
Até 3 perfilhos – 3,0
papuã; capim-são-paulo; Brachiaria plantaginea
Até 5 perfilhos – 5,0
marmelada
Capim-pé-de-galinha;
Até 5 folhas – 3,0
capim-de-pomar; capim- Eleusine indica
Até 1 perfilho – 5,0
da-cidade; grama-sapo
Capim-colchão; capim-
Até 4 folhas – 3,0
milhã; capim-de-roça; Digitaria horizontalis
Até 1 perfilho – 5,0
milhã
Capim-braquiária;
Até 5 folhas – 3,0
braquiária; Brachiaria decumbens
Até 1 perfilho – 5,0
braquiária-decumbens
Capim-colonião; capim-
Até 2 folhas – 3,0
coloninho; capim-milhã; Panicum maximum
Até 6 folhas – 5,0
capim-guiné
Corda-de-viola;
Até 4 folhas – 3,0
campainha; corriola; Ipomoea grandifolia
Até 6 folhas – 5,0
jetirana
Apaga-fogo; periquito; 150 a 400 L/ha (aplicação
corrente; perpétua-do- Alternanthera tenella terrestre) ou conforme
campo 2 recomendação em modo de
Beldroega; bredo-de- aplicação
porco; verdolaga; ora-pro- Portulaca oleracea 40 L/ha (aplicação aérea)
nobis
Caruru; caruru-de-
mancha; caruru-verde; Amaranthus viridis
bredo;
Carrapicho-de-carneiro;
espinho-de-carneiro;
Acanthospemum hispidum Até 4 folhas – 3,0
chifre-de-veado; espinho-
de-cigano Até 6 folhas – 5,0
Falsa-serralha; bela-emilia;
Emilia sonchifolia
pincel; serralinha
Guanxuma; mata-pasto;
Sida rhombifolia
vassourinha; relógio
Nabo-bravo; nabiça; nabo;
Raphanus raphanistrum
rabanete-de-cavalo
Picão-preto; picão; pico-
Bidens pilosa
pico; fura-capa
Trapoeraba; capoeraba;
Commelina benghalensis
mata-brasil; marianinha
PRÉ-EMERGÊNCIA
Capim-marmelada; capim-
papuã; capim-são-paulo; Brachiaria plantaginea
marmelada
Capim-pé-de-galinha;
capim-de-pomar; capim- Eleusine indica
da-cidade; grama-sapo
Capim-colchão; capim-
milhã; capim-de-roça; Digitaria horizontalis
milhã
Apaga-fogo; periquito;
corrente; perpétua-do- Alternanthera tenella
campo
Beldroega; bredo-de-
porco; verdolaga; ora-pro- Portulaca oleracea 150 a 400 L/ha (aplicação
nobis terrestre) ou conforme
3,0 4,0 5,0 2 recomendação em modo de
Caruru; caruru-de-
aplicação
mancha; caruru-verde; Amaranthus viridis
40 L/ha (aplicação aérea)
bredo;
Carrapicho-de-carneiro;
espinho-de-carneiro;
Acanthospemum hispidum
chifre-de-veado; espinho-
de-cigano
Falsa-serralha; bela-emilia;
Emilia sonchifolia
pincel; serralinha
Guanxuma; mata-pasto;
Sida rhombifolia
vassourinha; relógio
Nabo-bravo; nabiça; nabo;
Raphanus raphanistrum
rabanete-de-cavalo
Picão-preto; picão; pico-
Bidens pilosa
pico; fura-capa
6
AGCN 10_11_2025
Trapoeraba; capoeraba;
Commelina benghalensis
mata-brasil; marianinha
Número, época e intervalo de aplicação: Pode ser aplicado em pré ou pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, no
sistema de cultivo em cana planta ou cana soca. Não aplicar mais do que duas vezes durante o ciclo da cultura, com
intervalo mínimo de 60 dias. Nas aplicações em pós-emergência adicionar espalhante adesivo na dose recomendada pelo
fabricante.
MANDIOCA
Dose Produto Comercial (kg/ha)
Solo Nº Máximo de
Nome Comum Nome Científico Solo Solo Volume de calda (L/ha)
Areno aplicações
Arenoso Argiloso
argiloso
PÓS-EMERGÊNCIA
Capim-marmelada; capim-
papuã; capim-são-paulo; Brachiaria plantaginea
marmelada
Capim-pé-de-galinha;
capim-de-pomar; capim- Eleusine indica
da-cidade; grama-sapo
Capim-colchão; capim-
milhã; capim-de-roça; Digitaria horizontalis
milhã
Apaga-fogo; periquito;
corrente; perpétua-do- Alternanthera tenella
campo
Beldroega; bredo-de-
porco; verdolaga; ora-pro- Portulaca oleracea
nobis
Caruru-roxo; caruru-
branco; bredo; crista-de- Amaranthus hybridus
galo
Carrapicho-de-carneiro; 150 a 400 L/ha (aplicação
espinho-de-carneiro; Acanthospermum terrestre) ou conforme
chifre-de-veado; espinho- hispidum Até 4 folhas - 2,0 a 3,0 1
recomendação em modo de
de-cigano aplicação
Carrapicho-rasteiro;
carrapichinho; mata-pasto; Acanthospermum australe
maroto
Falsa-serralha; bela-emilia;
Emilia sonchifolia
pincel; serralinha
Guanxuma; mata-pasto;
Sida rhombifolia
vassourinha; relógio
Mentrasto; picão-roxo;
catinga-de-bode; erva-de- Ageratum conyzoides
são-joão
Nabo-bravo; nabiça; nabo;
Raphanus raphanistrum
rabanete-de-cavalo
Picão-branco; fazendeiro;
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro
Picão-preto; picão; pico-
Bidens pilosa
pico; fura-capa
Trapoeraba; capoeraba;
Commelina benghalensis
mata-brasil; marianinha
PRÉ-EMERGÊNCIA
Capim-marmelada; capim-
papuã; capim-são-paulo; Brachiaria plantaginea
marmelada
Capim-pé-de-galinha;
capim-de-pomar; capim- Eleusine indica
da-cidade; grama-sapo
150 a 400 L/ha (aplicação
Capim-colchão; capim-
terrestre) ou conforme
milhã; capim-de-roça; Digitaria horizontalis 2,0 2,5 3,0 1
recomendação em modo de
milhã
aplicação
Apaga-fogo; periquito;
corrente; perpétua-do- Alternanthera tenella
campo
Beldroega; bredo-de-
porco; verdolaga; ora-pro- Portulaca oleracea
nobis
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Caruru-roxo; caruru-
branco; bredo; crista-de- Amaranthus hybridus
galo
Carrapicho-de-carneiro;
espinho-de-carneiro; Acanthospermum
chifre-de-veado; espinho- hispidum
de-cigano
Carrapicho-rasteiro;
carrapichinho; mata-pasto; Acanthospermum australe
maroto
Falsa-serralha; bela-emilia;
Emilia sonchifolia
pincel; serralinha
Guanxuma; mata-pasto;
Sida rhombifolia
vassourinha; relógio
Mentrasto; picão-roxo;
catinga-de-bode; erva-de- Ageratum conyzoides
são-joão
Nabo-bravo; nabiça; nabo;
Raphanus raphanistrum
rabanete-de-cavalo
Picão-branco; fazendeiro;
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro
Picão-preto; picão; pico-
Bidens pilosa
pico; fura-capa
Trapoeraba; capoeraba;
Commelina benghalensis
mata-brasil; marianinha
Número, época e intervalo de aplicação: deverá ser aplicado em torno de dois dias após o plantio da cultura, antes da emergência
e em pré-emergência das plantas daninhas. P oderá ser aplicado em pós-emergência das plantas daninhas, porém sempre antes
da emergência da cultura. Aplicar somente uma vez durante o ciclo da cultura. Nas aplicações em pós-emergência adicionar
espalhante adesivo na dose recomendada pelo fabricante.
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre
LISTAR pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador costal manual ou motorizado ou em
pulverizador tratorizado. Todos os equipamentos deverão estar com pontas do tipo jato em leque plano nas
séries 80.02 a 80.04 ou 110.02 a 110.04, espaçadas com 50 cm uma da outra.
Utilizar a pressão adequada para cada tipo de ponta e o volume poderá ser de 150 a 400 L/ha ou seguir as
recomendações conforme quadro abaixo:
Velocidade
Distância Altura do Pressão Volume de
Tipo de ponta Cor da ponta 2 de aplicação
entre pontas alvo (Lb/pol ) calda (L/ha)
(km/h)
AIJET 110.02 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5-10 200-100
AIJET 110.03 Azul 50 cm 50 cm 40 5-10 300-150
XR Teejet 110.02 Verde 50 cm 50 cm 40 5-10 200-110
XR Teejet 110.03 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5-10 300-150
XR Teejet 110.04 Azul 50 cm 50 cm 40 5-10 400-200
DG Teejet 110.02 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5-10 200-100
DG Teejet 110.03 Azul 50 cm 50 cm 40 5-10 300-150
DG Teejet 110.04 Vermelho 50 cm 50 cm 40 5-10 400-200
Twinjet 110.02 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5-10 200-100
Twinjet 110.03 Azul 50 cm 50 cm 40 5-10 300-150
Twinjet 110.04 Vermelho 50 cm 50 cm 40 5-10 400-200
Turbo Floodjet TF 02 Vermelho 75 cm 75 cm 40 5-10 300-150
Turbo Floodjet TF 02 Vermelho 100 cm 100 cm 40 5-10 250-100
Turbo Floodjet TF 03 Marron 75 cm 75 cm 40 5-10 500-200
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Turbo Floodjet TF 03 Marron 100 cm 100 cm 40 5-10 350-150
Turbo Teejet 110.02 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5-10 200-100
Turbo Teejet 110.03 Azul 50 cm 50 cm 40 5-10 300-150
Turbo Teejet 110.04 Vermelho 50 cm 50 cm 40 5-10 400-200
XR Teejet 110.02 Amarelo 50 cm 50 cm 40 5-10 200-100
XR Teejet 110.02 Azul 50 cm 50 cm 40 5-10 300-150
XR Teejet 110.02 Vermelho 50 cm 50 cm 40 5-10 400-200
Aplicação Aérea
A aplicação é recomendada somente para a cultura da cana-de-açúcar, podendo ser utilizada aeronaves do
tipo Air Tractor AT 401 B, equipada com barra contendo 42 pontas do tipo Spraying Systems D8, core 46,
faixa de aplicação em 22,0 metros, pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 40 L/ha de
calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com diâmetro superior a 400 micra.
Parâmetros básicos para a aplicação aérea:
Cobertura
Época de aplicação Volume de calda DMV (µm) Faixa de aplicação
(Gotas/cm2)
Pré e pós-emergência 40 L/ha > 400 40 22,0 m
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Modalidade de emprego Intervalo de Segurança
(Aplicação)
Abacaxi Pré/Pós-emergência 83 dias
Café Pré/Pós-emergência 44 dias
Cana-de-açúcar Pré/Pós-emergência (1)
Pré/Pós-emergência 116 dias
Mandioca
Pré-emergência (1)
(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Alertamos que todos os cultivares a serem lançados deverão ser previamente testados com aplicação do
produto.
Não aplicar em pós-emergência se as plantas daninhas estiverem em condições de estresse.
Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%.
Não aplicar com ventos superiores a 6,0 km/hora, para não promover deriva para regiões vizinhas.
No momento da aplicação, em pré ou pós-emergência, verificar a velocidade dos ventos e se há cultivos
sensíveis ao produto.
Aplicação aérea recomendada somente para a cultura da cana-de-açúcar.
Na cultura do café, o produto é recomendado somente para lavouras com mais de dois anos de idade.
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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de
população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas
infestantes deve-se aplicar alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente
registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas, que
possibilitem o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte
um engenheiro agrônomo. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem
ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-
BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C1 HERBICIDA
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das
plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A
integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de
cobertura verde). (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e
cultivo mecânico). (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa
interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou provada,
recomenda-se que estes programas sejam implementados.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinada pelo fabricante.
Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional técnico habilitado.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance das crianças e animais.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
Utilize equipamento de proteção individual ( EPI): macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
Verifique a direção do vento e aplique o produto de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
Utilize equipamento de proteção individual ( EPI): macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos,
avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
Lave as roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
Após cada aplicação do produto, faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual ( EPI): macacão de algodão
hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
Sem símbolo ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato com a
pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto, não provoque vômito,
exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.
Não dê nada para beber ou comer.
Pele: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE. Em caso de contato, tire toda a
roupa contaminada e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc) contaminados e lave a pele
com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato deve-se retirá-la.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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INTOXICAÇÕES POR LISTAR (Ametrina 800 WG)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Triazina
Classe CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
toxicológica
Vias de exposição Oral, dermal, ocular e inalatória.
Toxicocinética Em estudos conduzidos com roedores em laboratório, a ametrina é absorvida rapidamente
pelo trato gastrintestinal e metabolizado por reações de N- dealquilação e oxidação dos
grupos N-alquis. Após 48 horas, até 64% do radical isopropil radiomarcado foi eliminado
pelo ar expirado (42%), urina (20%) e fezes (2%). Após 72 horas, cerca de 90% do anel
radiomarcado foi eliminado pela urina (58%) e fezes (32%). As maiores concentrações de
radioatividade associadas com o anel radiomarcado foram encontradas no sangue, fígado,
pulmão, baço e rins.
Toxicodinâmica Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais Efeitos agudos: Ametrina é pouco tóxico para humanos.
clínicos Sintomas de exposição aguda em altas doses incluem: náusea, vômito, diarréia,
fraqueza muscular e salivação.
É moderadamente irritante aos olhos, pele e trato respiratório.
Mutagenicidade: estudos demonstraram que a ametrina não tem efeitos mutagênicos.
Carcinogenicidade: não há nenhum dado para determinar se a ametrina pode aumentar
o risco de câncer em humanos.
Estudo de literatura indica que consumindo grande quantidade de ametrina por um
longo período de tempo pode causar dano hepático.
Grupo Triazina: Os herbicidas do grupo triazinas geralmente tem um baixo grau de
toxicidade em estudo conduzido com animais de laboratório.
Neurotoxicidade: tem sido relatado tremores musculares, tetania, ataxia em animais
após ingestão de produtos do grupo triazina.
Gastrointestinal: anorexia e salivação têm sido visto em estudos com animais.
Hepatoxicicidade: há evidências.
Diagnóstico Os herbicidas do grupo das triazinas podem ser medidos no sangue e urina, porém, estes
níveis são de pequena relevância para tratamento em caso de envenenamento.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação de exposição e pela ocorrência de quadro
clínico compatível.
Tratamento As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao
tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios)
e cabelos com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água,
por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à lavagem
gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50
g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na
proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água.
Suporte e tratamento sintomático e de manutenção.
Antídoto: Não existe antídoto específico.
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Contraindicações Provocar vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e de
pneumonite química.
Efeitos das Não são conhecidos efeitos para a Ametrina.
interações
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento,
ligue para o Disque intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
ATENÇÃO As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefones de Emergência da empresa: 0800-701-0450
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório e/ou seres humanos
Vide item Toxicocinética.
Efeitos Agudos para animais de laboratório
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c.(fêmeas).
DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 Inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação Dérmica em coelhos: O produto aplicado na pele dos animais causou eritema em 3/3
dos animais testados. O sinal de irritação retornou ao normal na leitura em 24 horas, após o tratamento.
Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: O produto aplicado no olho dos animais causou: hiperemia;
quemose e irite. Todos os sinais de irritação voltaram ao normal na leitura em 72 horas, após o
tratamento.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos crônicos para animais de laboratório
Pode ocorrer dano hepático e renal. Eventualmente, depressão de SNC. Estudos em roedores indicam
alterações no peso dos órgãos.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO PARA ALGAS.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequada disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Agriconnection Importadora e Exportadora de
Insumos Agrícolas Ltda pelo telefone da empresa (11) 2970-3020 (Horário comercial) ou pelos telefones de
emergência 0800-701-0450.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
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AGCN 10_11_2025
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor
do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO
OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos.
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador.
- Faça essa operação três vezes.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;.
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
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- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(embalagem padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
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- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos
ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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