Limpa
Nutrien Soluções Agrícolas Ltda. – São Paulo/SP
Herbicida
Atrazina (triazina) (900 g/kg)

Informações

Número de Registro
02820
Marca Comercial
Limpa
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Atrazina (triazina) (900 g/kg)
Titular de Registro
Nutrien Soluções Agrícolas Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Lepidium virginicum
mastruz (1); mastruço (2); mentrusto (1)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Milho
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Glycine max
soja
Milho
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Lepidium virginicum
mastruz (1); mastruço (2); mentrusto (1)
Milho
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milho
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Sorgo
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Sorgo
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Sorgo
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Sorgo
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Sorgo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Sorgo
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Sorgo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Sorgo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Sorgo
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Sorgo
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Sorgo
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Sorgo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Sorgo
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Sorgo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Sorgo
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Sorgo
Glycine max
soja
Sorgo
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Sorgo
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Sorgo
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Sorgo
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Sorgo
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Sorgo
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Sorgo
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Sorgo
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Sorgo
Triticum aestivum
trigo

Conteúdo da Bula

                                    LIMPA
                   Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 02820

COMPOSIÇÃO:
6-chloro-N2-ethyl-N4-isopropyl-1,3,5-triazine-2,4-diamine (ATRAZINA) .............. 900 g/kg (90,0% m/m)
Outros ingredientes ............................................................................................... 100 g/kg (10,0% m/m)


                  GRUPO                                            C1                                      HERBICIDA


PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida
GRUPO QUÍMICO: Triazina
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)

TITULAR DO REGISTRO (*):
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA.
ALAMEDA RIO NEGRO 585 SL 145 EDIF JACARI AND 14 ALPHAVILLE -BARUERI – SP -
CEP:06454-000 CNPJ: 39.496.730/0001-60 Telefone:(11) 2970-3020.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ATRAZINA TÉCNICO LOVELAND (Registro MAPA n° 17316)
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.
Zhongshan, Xiaopu 313116, Changxing, Zhejiang, China.
SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD.
N. 518, Yongxin Road, Binbei Town Binzhou, Shandong, China.

ATRAZINA TÉCNICO RAINBOW (Registro MAPA n° 02112)
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang 262737 Shandong, China.

ATRAZINA TÉCNICA CIBA GEIGY (Registro MAPA n° 178500)
ANHUI ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD.
Xiangyu Town Chemical Industry Park, Dongzhi, Anhuim 247260, China.


SYNGENTA CROP PROTECTION, LLC.
Highway 75 River Road, St. Gabriel, Louisiana, 70776, Estados Unidos.
HEBEI SHANLI CHEMICAL CO., LTD.
Eighteenth Team, Zhongjie Farm, Cangzhou City, Hebei Province, China.

FORWARD ATRAZINE TÉCNICO (Registro MAPA n° TC07122)
HEBEI SHANLI CHEMICAL CO., LTD.
Eighteenth Team, Zhongjie Farm, Cangzhou City, Hebei, 061108, China.

                                                                                                                                      1
AGCN 10_11_2025
FORMULADORES:
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.
Zhongshan, Xiaopu 313116, Changxing, Zhejiang, China.
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - CEP: 18120-970 - Mairinque/SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46
Número de registro do estabelecimento no Estado: 031 - CDA/SP
SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD.
East Renmin Road, Zhangjiagang City, Jiangsu Province, China.
SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD.
Lingang Industrial Zone, Coastal Econ. Development Zone, Weifang, Shandong, China.
HEBEI SHANLI CHEMICAL CO., LTD.
Eigthteenth Team, Zhongjie Farm, Cangzhou City, Hebei, 061108, China.

NUTRIEN AG SOLUTIONS ARGENTINA S.A.
Ruta Nacional 33, km 738, Casilda, Santa Fe, 2170, Argentina.
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Carta Fina, 22335 – Quadra 14 – Lote 4 – Distrito Industrial III, CEP: 38044-750
Uberaba /MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Número de registro do estabelecimento no Estado: 8764/IMA/MG
QINGDAO AUDIS BIO-TECH CO., LTD.
Changyang Industrial Zone, Laixi City, Qingdao, China.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China.
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD.
Beihai Road, 1165 Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang
Province, 315040, China.
XI’AN MTI CO., LTD.
Nº 12 South Jingwei Road, Jinghe Industry Park, Xi’an, Shaanxi Province, China.
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Avenida Maeda, S/N, Distrito Industrial – Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0003-14
Número de registro do estabelecimento no Estado: 1049 - CDA/SP
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, km 122 - Salto de Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43
Número de registro do estabelecimento no Estado: 4153 - CDA/SP


TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Bairro Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP – CEP 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81
Número de registro do estabelecimento no Estado: 477 - CDA/SP




                                                                                                2
AGCN 10_11_2025
                         Nº do lote ou da partida:
                         Data de fabricação:           VIDE EMBALAGEM

                         Data de vencimento:


     ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
                         E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

   É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
               É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.


Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
                        no Art. 4° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)


  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                                DANO AGUDO

 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: II – PRODUTO MUITO
                        PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




COR DA FAIXA: AZUL (Azul PMS Blue 293 C)




                                                                                                     3
AGCN 10_11_2025
INSTRUÇÕES DE USO:

LIMPA é um herbicida seletivo, de ação sistêmica e residual para aplicação em:

•    Pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, para: cana-de-açúcar e milho.
•    Pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, para: cana-de-açúcar, milho e sorgo,
     observando as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento recomendado.


Nas altas infestações, ou em solos com alto teor de matéria orgânica aplicar sempre as maiores doses
indicadas

CULTURAS, DOENÇAS, MODO DE APLICAÇÃO, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
APLICAÇÃO:


                                                          CANA-DE-AÇÚCAR
                                                           Dose Produto Comercial
                                                                    Solo            Nº Máximo de
        Nome Comum              Nome Científico            Solo              Solo                     Volume de calda (L/ha)
                                                                   areno-            aplicações
                                                         arenoso           argiloso
                                                                  argiloso
                  PÓS EMERGÊNCIA
      Capim-carrapicho         Cenchrus echinatus
      Capim-marmelada        Brachiaria plantaginea**
    Capim-pé-de-galinha         Eleusine indica**
       Capim-colchão          Digitaria horizontalis**
         Trapoeraba          Commelina benghalensis
          Beldroega            Portulaca oleracea
      Caruru-de-mancha         Amaranthus viridis
                                Acanthospermum
    Carrapicho-de-carneiro
                                   hispidum
       Corda-de-viola          Ipomoea grandifolia
         Picão-preto              Bidens pilosa
        Picão-branco           Galinsoga parviflora
           Mentruz             Lepidium virginicum
        Malva-branca              Sida cordifolia                                                  100 a 500 (aplicação terrestre)*
                                                                     2,0 a 3,0
                                                         2,0 kg/ha             3,0 kg/ha   1
         Guanxuma                Sida rhombifolia                      kg/ha
                                                                                                      40 a 50 (aplicação aérea)
                  PRÉ-EMERGÊNCIA
      Capim-carrapicho         Cenchrus echinatus
      Capim-marmelada        Brachiaria plantaginea**
    Capim-pé-de-galinha         Eleusine indica**
       Capim-colchão          Digitaria horizontalis**
         Trapoeraba          Commelina benghalensis
          Beldroega            Portulaca oleracea
      Caruru-de-mancha         Amaranthus viridis
                                Acanthospermum
    Carrapicho-de-carneiro
                                   hispidum
       Corda-de-viola          Ipomoea grandifolia
         Picão-preto              Bidens pilosa
        Picão-branco           Galinsoga parviflora
           Mentruz             Lepidium virginicum


                                                                                                                          4
AGCN 10_11_2025
      Malva-branca                Sida cordifolia
        Guanxuma                 Sida rhombifolia
Número, época e intervalo de aplicação:
Pós-emergência: aplicar em área total (cana planta e cana soca), sobre a cultura germinada e perfilhada até o porte aproximado de 30-
40 cm com as plantas daninhas indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados.
Pré-Emergência: uma aplicação em área total, na cana planta após o plantio, e na cana soca depois do corte e após os tratos culturais.
*De acordo com tipo de pulverizador e ponta (verificar tabela em modo de aplicação)
**Quando aplicar em pós-emergência do milho, do sorgo e das plantas daninhas deve-se observar o estádio ideal para cada tipo de
espécie presente na área. É indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na presença das espécies gramíneas, devido a maior
tolerância a ação do herbicida quanto a absorção do produto através das folhas. Na presença das espécies dicotiledôneas (folhas largas),
não necessariamente, deverá ser adicionado o Óleo Vegetal, devido a maior suscetibilidade das espécies quanto a ação em pós-
emergência. Porém, a adição do Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente para as menores doses e/ou estádios mais
desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem, desde que seja possível a aplicação do herbicida em pós-emergência.


                                                                 MILHO
                                                           Dose Produto Comercial
                                                                    Solo            Nº Máximo de
      Nome Comum                Nome Científico            Solo              Solo                         Volume de calda (L/ha)
                                                                   areno-            aplicações
                                                         arenoso           argiloso
                                                                  argiloso
                   PÓS EMERGÊNCIA
    Capim-carrapicho           Cenchrus echinatus
                                                                     2,0 a 3,0
    Caruru-de-mancha           Amaranthus viridis        2,0 kg/ha             3,0 kg/ha
                                                                       kg/ha
         Mentruz               Lepidium virginicum
        Guanxuma                  Sida cordifolia
    Capim-marmelada         Brachiaria plantaginea**
                                                         2,0 a 3,0 kg/ha – Até 2 folhas
      Capim-colchão           Digitaria horizontalis**      3,0 kg/ha – Até 3 folhas
   Capim-pé-de-galinha          Eleusine indica**
           Trigo               Triticum aestivum**       2,0 a 3,0 kg/ha – Até 3 folhas
       Aveia-preta              Avena strigosa**            3,0 kg/ha – Até 5 folhas
                                Acanthospermum
  Carrapicho-de-carneiro
                                   hispidum
      Carrapichinho        Acanthospermum australe
       Caruru-roxo            Amaranthus hybridus
       Apaga-fogo             Alternanthera tenella
        Mentrasto             Ageratum conyzoides
       Picão-preto                Bidens pilosa                                                        100 a 500 (aplicação terrestre)*
                                                                                             1
       Trapoeraba           Commelina benghalensis
        Desmódio             Desmodium tortuosum                                                          40 a 50 (aplicação aérea)

      Falsa-serralha            Emilia sonchifolia
     Amendoim-bravo          Euphorbia heterophylla      2,0 a 3,0 kg/ha – Até 4 folhas
                                                            3,0 kg/ha – Até 6 folhas
      Picão-branco             Galinsoga parviflora
           Soja                    Glycine max
         Cheirosa                Hyptis lophanta
      Corda-de-viola           Ipomoea grandifolia
      Joá-de-capote           Nicandra physaloides
        Beldroega              Portulaca oleracea
          Nabo               Raphanus raphanistrum
      Poaia-branca            Richardia brasiliensis
        Guanxuma                 Sida rhombifolia
       Erva-quente            Spermacoce latifolia
                   PRÉ-EMERGÊNCIA


                                                                                                                              5
AGCN 10_11_2025
    Capim-carrapicho          Cenchrus echinatus
    Caruru-de-mancha           Amaranthus viridis
         Mentruz              Lepidium virginicum
       Guanxuma                  Sida cordifolia
    Capim-marmelada         Brachiaria plantaginea**
     Capim-colchão           Digitaria horizontalis**
   Capim-pé-de-galinha         Eleusine indica**
                               Acanthospermum
 Carrapicho-de-carneiro
                                   hispidum
      Carrapichinho        Acanthospermum australe
       Caruru-roxo           Amaranthus hybridus
       Apaga-fogo             Alternanthera tenella
        Mentrasto            Ageratum conyzoides
       Picão-preto               Bidens pilosa
                                                                    2,0 a 3,0
                                                        2,0 kg/ha             3,0 kg/ha
       Trapoeraba          Commelina benghalensis                     kg/ha
        Desmódio             Desmodium tortuosum
      Falsa-serralha           Emilia sonchifolia
    Amendoim-bravo          Euphorbia heterophylla
      Picão-branco            Galinsoga parviflora
           Soja                   Glycine max
        Cheirosa                Hyptis lophanta
      Corda-de-viola          Ipomoea grandifolia
      Joá-de-capote          Nicandra physaloides
        Beldroega              Portulaca oleracea
          Nabo              Raphanus raphanistrum
      Poaia-branca           Richardia brasiliensis
       Guanxuma                 Sida rhombifolia
        Erva-quente            Spermacoce latifolia
Número, época e intervalo de aplicação:
Pós-emergência:
Capim-carrapicho, Caruru-de-mancha, Mentruz, Guanxuma, Capim-marmelada, Capim-colchão, Capim-pé-de-galinha, Trigo, Aveia-
preta, Carrapicho-de-carneiro, Carrapichinho, Caruru-roxo, Apaga-fogo: aplicar uma única vez em cada ciclo da cultura, por ocasião da
implantação da cultura no sistema de plantio convencional com preparo do solo ou no sistema de plantio direto após a dessecação da
vegetação existente.
Mentrasto, Picão-preto, Trapoeraba, Desmódio, Falsa-serralha, Amendoim-bravo, Picão-branco, Soja, Cheirosa, Corda-de-viola, Joá-
de-capote, Beldroega, Nabo, Poaia-branca, Guanxuma, Erva-quente: uma aplicação a cada ciclo da cultura, por ocasião da implantação
da cultura no sistema de plantio convencional com preparo do solo ou no sistema de plantio direto após a dessecação da vegetação
existente.
Pré-emergência:
Capim-carrapicho, Caruru-de-mancha, Mentruz, Guanxuma, Capim-marmelada, Capim-colchão, Capim-pé-de-galinha, Trigo, Aveia-
preta, Carrapicho-de-carneiro, Carrapichinho, Caruru-roxo, Apaga-fogo, Mentrasto: por ocasião da implantação da cultura no sistema de
plantio convencional com preparo do solo ou no sistema de plantio direto após a dessecação da vegetação existente.
Picão-preto, Trapoeraba, Desmódio, Falsa-serralha, Amendoim-bravo, Picão-branco, Soja, Cheirosa, Corda-de-viola, Joá-de-capote,
Beldroega, Nabo, Poaia-branca, Guanxuma, Erva-quente: uma aplicação a cada ciclo da cultura, por ocasião da implantação da cultura
no sistema de plantio convencional com preparo do solo ou no sistema de plantio direto após a dessecação da vegetação existente.
*De acordo com tipo de pulverizador e ponta (verificar tabela em modo de aplicação)
**Quando aplicar em pós-emergência do milho, do sorgo e das plantas daninhas deve-se observar o estádio ideal para cada tipo de
espécie presente na área. É indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na presença das espécies gramíneas, devido a maior
tolerância a ação do herbicida quanto a absorção do produto através das folhas. Na presença das espécies dicotiledôneas (folhas
largas), não necessariamente, deverá ser adicionado o Óleo Vegetal, devido a maior suscetibilidade das espécies quanto a ação em
pós-emergência. Porém, a adição do Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente para as menores doses e/ou estádios
mais desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem, desde que seja possível a aplicação do herbicida em pós-
emergência.



                                                                                                                           6
AGCN 10_11_2025
                                                                SORGO
                                                           Dose Produto Comercial
                                                                    Solo            Nº Máximo de
      Nome Comum                Nome Científico            Solo              Solo                         Volume de calda (L/ha)
                                                                   areno-            aplicações
                                                         arenoso           argiloso
                                                                  argiloso
                   PÓS-EMERGÊNCIA
    Capim-marmelada         Brachiaria plantaginea**
                                                         2,0 a 3,0 kg/ha – Até 2 folhas
      Capim-colchão           Digitaria horizontalis**      3,0 kg/ha – Até 3 folhas
   Capim-pé-de-galinha          Eleusine indica**
           Trigo               Triticum aestivum**       2,0 a 3,0 kg/ha – Até 3 folhas
       Aveia-preta              Avena strigosa**            3,0 kg/ha – Até 5 folhas
                                Acanthospermum
  Carrapicho-de-carneiro
                                   hispidum
      Carrapichinho        Acanthospermum australe
       Caruru-roxo            Amaranthus hybridus
       Apaga-fogo             Alternanthera tenella
        Mentrasto             Ageratum conyzoides
       Picão-preto                Bidens pilosa
       Trapoeraba           Commelina benghalensis
                                                                                                       100 a 500 (aplicação terrestre)*
                                                                                             1
        Desmódio             Desmodium tortuosum                                                         40 a 50 (aplicação aérea)
      Falsa-serralha            Emilia sonchifolia
     Amendoim-bravo          Euphorbia heterophylla      2,0 a 3,0 kg/ha – Até 4 folhas
                                                            3,0 kg/ha – Até 6 folhas
      Picão-branco             Galinsoga parviflora
           Soja                    Glycine max
         Cheirosa                Hyptis lophanta
      Corda-de-viola           Ipomoea grandifolia
      Joá-de-capote           Nicandra physaloides
        Beldroega              Portulaca oleracea
          Nabo               Raphanus raphanistrum
      Poaia-branca            Richardia brasiliensis
        Guanxuma                 Sida rhombifolia
        Erva-quente             Spermacoce latifolia
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar uma única vez em cada ciclo da cultura, somente após a emergência da cultura e
das plantas daninhas.
*De acordo com tipo de pulverizador e ponta (verificar tabela em modo de aplicação)
**Quando aplicar em pós-emergência do milho, do sorgo e das plantas daninhas deve-se observar o estádio ideal para cada tipo de
espécie presente na área. É indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na presença das espécies gramíneas, devido a maior
tolerância a ação do herbicida quanto a absorção do produto através das folhas. Na presença das espécies dicotiledôneas (folhas largas),
não necessariamente, deverá ser adicionado o Óleo Vegetal, devido a maior suscetibilidade das espécies quanto a ação em pós-
emergência. Porém, a adição do Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente para as menores doses e/ou estádios mais
desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem, desde que seja possível a aplicação do herbicida em pós-emergência.


NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:


      O produto LIMPA deverá ser aplicado nas seguintes condições:

No sistema de plantio convencional, por ocasião, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso
de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade
onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação.



                                                                                                                              7
AGCN 10_11_2025
As doses indicadas de 2,0 a 3,0 kg/ha estão em função do tipo de solo, se arenoso, areno-argiloso ou
argiloso; teor de matéria orgânica, da densidade das plantas daninhas, se baixa, em torno de 15
plantas/m², média e torno de 50 plantas/m² ou alta, superiores a 50 plantas/m², fatores esses que
contribuem para o maior ou menor efeito residual do produto.

•     Pré-emergência e pós-emergência:
           Para obtenção dos melhores resultados há mais fatores a serem considerados, tais como: os
           tipos de espécie, onde algumas são extremamente sensíveis e outras são mais tolerantes, da
           profundidade de germinação, onde algumas germinam em camadas superficiais e outras em
           camadas mais profundas, das épocas mais apropriadas para a germinação de cada espécie,
           das condições climáticas e da densidade populacional das espécies. As aplicações deverão
           ser nos períodos em que a temperatura do ar esteja entre 18 a 30°C, umidade relativa do ar
           superior a 60% e a velocidade dos ventos em no máximo 6,0 km/h.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Aplicação Terrestre:

O produto deve ser aplicado através de pulverizador tratorizado de barras equipados com pontas do
tipo jato em leque plano das séries 110.2 a 110.4 e volumes de 100 a 400 L/ha, ou pulverizador costal
manual, conforme tabela abaixo:

                               Cor da      Pressão     Velocidade    Distância      Altura do    Volume de
       Tipo de ponta
                               ponta       (Lb/pol²)     (km/h)     entre pontas       alvo      calda (L/ha)
    AIJET 110.02              Amarelo         40         5 – 10       50 cm          50 cm           200 – 100
    AIJET 110.03                Azul          40         5 – 10       50 cm          50 cm           300 – 150
    XR Teejet 110.02           Verde          40         5 – 10       50 cm          50 cm           200 – 110
    XR Teejet 110.03          Amarelo         40         5 – 10       50 cm          50 cm           300 – 150
    XR Teejet 110.04            Azul          40         5 – 10       50 cm          50 cm           400 – 200
    DG Teejet 110.02          Amarelo         40         5 – 10       50 cm          50 cm           200 – 100
    DG Teejet 110.03            Azul          40         5 – 10       50 cm          50 cm           300 – 150
    DG Teejet 110.04          Vermelho        40         5 – 10       50 cm          50 cm           400 – 200
    Twinjet 110.02            Amarelo         40         5 – 10       50 cm          50 cm           200 – 100
    Twinjet                     Azul          40         5 – 10       50 cm          50 cm           300 – 150
    Twinjet 110.04            Vermelho        40         5 – 10       50 cm          50 cm           400 – 200
    Turbo Floodjet TF 02      Vermelho        40         5 – 10       75 cm          75 cm           300 – 150
    Turbo Floodjet TF 02      Vermelho        40         5 – 10       100 cm         100 cm          250 – 100
    Turbo Floodjet TF 03       Marron         40         5 – 10       75 cm          75 cm           500 – 200
    Turbo Floodjet TF 03       Marron         40         5 – 10       100 cm         100 cm          350 – 150
    Turbo Teejet 110.02       Amarelo         40         5 – 10       50 cm          50 cm           200 – 100
    Turbo Teejet 110.03         Azul          40         5 – 10       50 cm          50 cm           300 – 150
    Turbo Teejet 110.04       Vermelho        40         5 – 10       50 cm          50 cm           400 – 200
    XR Teejet 110.02          Amarelo         40         5 – 10       50 cm          50 cm           200 – 100
    XR Teejet 110.02            Azul          40         5 – 10       50 cm          50 cm           300 – 150
    XR Teejet 110.02          Vermelho        40         5 – 10       50 cm          50 cm           400 - 200


Aplicação Aérea:

O produto pode ser aplicado via aérea através de aeronaves, dos seguintes parâmetros:

                                                                     Volume
                  Época de                                 Altura                  DMV     Cobertura         Faixa de
    Cultura                              Aeronave                      de
                  aplicação                                de voo                  (µm)   (gotas/cm²)       aplicação
                                                                      calda
                                   Air Tractor AT 401
    Milho e        Pré-                                                             >
                                    B, equipada com        3a5m      40 L/ha                    40               22 m
    sorgo       emergência e                                                       400
                                   barra contendo 42

                                                                                                                 8
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                 Pós-            pontas do tipo
               emergência     Spraying Systems
                                 D8, core 46 e
                               pressão 200 kPa
                  Pré-          Ipanema, bicos                 40 a 50   >
    Cana-                                           3a4m                           -           15 m
               emergência     8010, 8015 e 8020                 L/ha   400
      de-
                                                                       200
    açúcar       Pós-          Ipanema, bicos                40 a 50
                                                   3a4m                  a         -           15 m
    e milho  emergência      8010, 8015 e 8020                L/ha
                                                                       400
 Nota 2: Na aplicação aérea pré e pós-emergência, para o uso da aeronave Ipanema: Velocidade do
vento: máximo de 10 km/h; umidade relativa do ar: mínimo de 55%; temperatura ambiente: até 25°C.

PREPARO DA CALDA:

O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua
capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o
produto previamente misturado com água em um balde, completando por fim o volume com água. Caso
indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser
constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de
calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso aconteça
algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo
do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

Antes da aplicação do produto, o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado,
procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

                      Cultura                                Intervalo de Segurança
                  Cana-de-açúcar                                        (1)
                       Milho                                            (1)
                       Sorgo                                            (1)
      (1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.



LIMITAÇÕES DE USO:

•    Produto para uso exclusivamente agrícola.
•    Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
•    Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas
     indicadas.
•    Alertamos que todos os cultivares a serem lançados deverão ser previamente testados com
     aplicação do produto.
•    Não aplicar em pós-emergência se as plantas daninhas estiverem em condições de estresse por
     longo período de estiagem ou outros fatores.
•    Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%.
•    Não aplicar com ventos superiores a 6,0 km/h para não promover deriva para regiões vizinhas.
•    Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência, a velocidade dos ventos e a

                                                                                                   9
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    presença de cultivos sensíveis que não sejam o milho ou sorgo.
•   Não aplicar em solos mal preparados com torrões, ou em solo seco.
•   Não é recomendado para altas infestações de gramíneas como capim-colchão, capim-carrapicho,
    tanto na pré como na pós-emergência.
•   No sistema de plantio direto não aplicar em áreas mal dessecadas (manejo inadequado). Aplicar
    somente após o plantio em pré ou pós-emergência em área total.


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de
população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas
infestantes deve-se aplicar alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação,
devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação
de culturas, que possibilitem o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores
esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).


             GRUPO                               C1                           HERBICIDA


O produto herbicida LIMPA é composto por atrazina, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores
do fotossistema II, pertencente ao Grupo C1 segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de
Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência
das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de
controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de
espaçamento e uso de cobertura verde). (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada,
inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico). (3) controle biológico e (4) controle químico tem
como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou
provada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.




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PRECAUÇÕES RELATIVAS À SAÚDE HUMANA:

       ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-a de modo a evitar a dispersão de poeira



PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas


                                                                                                   11
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de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável em função
do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
- Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
 - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.




                                                                   Provoca irritação ocular grave.

                                                                    Pode ser nocivo se ingerido.
                                             ATENÇÃO
                                                                  Pode ser nocivo em contato com
                                                                              a pele.


PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Olhos: ATENÇÃO. PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso
utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Ingestão: ATENÇÃO. PODE SER NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto, não provoque
vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.


                                                                                                   12
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Pele: ATENÇÃO. PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE. Em caso de contato, tire toda a
roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita
água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.




                                                                                                     13
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                       INTOXICAÇÕES POR LIMPA (Atrazina 900 g/kg WG)
                                   INFORMAÇÕES MÉDICAS


 Grupo químico             Triazina
 Classe toxicológica       CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
 Vias de exposição         Oral, inalatória, ocular e dérmica.
 Toxicocinética            A atrazina é metabolizada a seus derivados mono e dialquilados em
                           humanos e animais. Ela é excretada como derivados alquilados e derivados
                           de ácido mercaptúrico primariamente na urina, sendo as fezes uma via
                           menor de excreção.
                           Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos
                           a uma dose simples tópica de 0,1667 mg (dose baixa) e 1,9751 mg (dose
                           alta) de atrazina marcada com 14C. A maioria (91,1 – 95,5%) da dose não
                           absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas
                           após a administração da dose. Após 168 horas 5,6% da dose foi absorvida e
                           excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1,2% no grupo
                           da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinária ocorreu
                           em 24 – 48 horas e o pico de eliminação fecal ocorreu em 48 – 72 horas.
 Toxicodinâmica            Atrazina é rapidamente absorvida pelo trato gastrointestinal. Quando uma
                           dose única de 0,53 mg de atrazina foi administrada a ratos por gavagem,
                           20% dessa dose foi excretada pelas fezes, em 72 horas. O restante, 80% da
                           dose administrada, foi absorvida pela corrente sanguínea. Depois de 72
                           horas, 65% foi eliminado pela urina e 15% ficou retido no tecido corporal,
                           principalmente no fígado, rins e pulmões.
 Sintomas e sinais         A toxicidade sistêmica aguda não costuma ocorrer até que grandes
 clínicos                  quantidades tenham sido ingeridas. Em doses elevadas, estudos em
                           mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenação
                           motora, paralisia dos membros, alterações respiratórias).
                           Exposição aguda: Foi relatada elevação de temperatura em estudos com
                           animais. A atrazina pode causar irritação ocular.
                           Cardiovascular: Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um
                           herbicida contendo atrazina.
                           Respiratório: Poder ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações
                           respiratórias. A aspiração de produtos, contendo solventes orgânicos, pode
                           causar ataxia, anorexia, dispneia e espasmos musculares; sintomas estes
                           relacionados em estudos com animais.
                           Neurológico: Foi relatado coma após a ingestão de um herbicida contendo
                           atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído. Tremores musculares,
                           tetania e ataxia foram relatados em animais após a ingestão de herbicidas
                           triazínicos.
                           Gastrintestinal: Em estudos em animais, observou-se anorexia e salivação.
                           Pode ocorrer náusea, vômito, diarreia, dor abdominal e sensação de
                           queimação na boca.

                                                                                                14
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                  Hepático: Foi relatada necrose hepática.
                  Geniturinário: Foi relatada a falência renal, várias horas após ingestão
                  intencional de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e
                  formaldeído.
                  Hematológico: Ocorreu coagulação intravascular disseminada, várias horas
                  após a ingestão intencional de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol,
                  etileno glicol e formaldeído.

                  Dermatológico: A atrazina é um sensibilizante dérmico. Irritação da pele é
                  um sintoma mais frequente observado.
                  Endócrino: Foram observados, em estudos com animais, hipertireoidismo e
                  elevação dos níveis T3 com níveis de Tioxina e TSH normais. A atrazina
                  parece interferir no controle hipotalâmico da função do eixo pituitário-
                  ovariano em ratas ovariectomizadas.
                  Foram relatados efeitos neuroendócrinos-hipófise (depressão do hormônio
                  LH – Hormônio Luteinizante) e efeitos no metabolismo da testosterona na
                  próstata e na hipófise de ratos.
 Diagnóstico      O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
                  ocorrência de quadro clínico compatível.
 Tratamento       O tratamento é sintomático.
                  Exposição Oral:
                       A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é
                           recomendada, pois há pouca informação acerca dos efeitos de
                           overdose em humanos.
                       B) Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em
                           água (240 ml de água/ 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em
                           adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg
                           em infantes com menos de 1 ano de idade.
                       C) Lavagem gástrica: considere após ingestão de uma quantidade de
                           veneno potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo
                           após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
                       Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
                       nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após
                       ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial
                       de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
                       gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
                       D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinas exibirem
                           sintomas de toxicose severa, deve ser considerada a absorção
                           concomitante de outras toxinas.
                  Exposição Inalatória:
                  Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações
                  respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação
                  do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie
                  na ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista
                  beta 2, pela via inalatória e corticosteroides pela via oral ou parenteral.
                  Exposição Ocular:
                  Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade abundante de
                  água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço,
                  lacrimejamento ou fotofobia persistem, o paciente deve ser encaminhado
                  para tratamento específico.

                  Exposição Dérmica:

                                                                                              15
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                            Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta
                            com quantidade abundante de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente
                            deve ser encaminhado para tratamento específico.
 Contraindicações           O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de bronco-aspiração.
 Efeitos das interações     Em testes de toxicidade aguda (96h) usando C. tentans, a atrazina produziu
 químicas                   toxicidade sinérgica em uma mistura binária com parationa metílica.
                            Resultados de testes de toxicidade com atrazina em combinação binária com
                            outros organofosforados indicam mais do que uma toxicidade aditiva para
                            todos os compostos, exceto mevinfós.
 ATENÇÃO                    Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico
                            e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                            Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                            (RENACIAT/ANVISA/MS).
                            As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                            Agravos de Notificação Compulsória.
                            Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
                            (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                            (Notivisa).
                            Telefones de Emergência da empresa: 0800-701-0450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Ver item Toxicodinâmica.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos Agudos:

• DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg.
• DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg
• CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
• Corrosão/Irritação Cutânea em coelhos: Foi observado eritema em 1/3 dos animais. O sinal de
  irritação retornou ao normal na leitura em 24 horas após o tratamento.
• Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: Foi observado opacidade da córnea, irite, hiperemia na
  conjuntiva, secreção e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram
  ao normal na leitura em 7 dias após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. O corante de
  fluoresceína sódica detectou alterações na superfície da córnea relacionadas ao tratamento em 3/3
  dos olhos testados. Secreção foi observada na superfície da conjuntiva nos olhos tratados dos
  animais.
• Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.
• Mutagenicidade: Não mutagênico.

Efeitos Crônicos:
40% dos ratos que receberam 20 mg de atrazina/kg/p.c/dia via oral, durante 6 meses, morreram com
sinais de sofrimento respiratório e paralisia dos membros do corpo. Alterações estruturais e químicas
foram observadas no cérebro, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e órgãos endócrinos. Ratos
alimentados com 5 ou 25 mg de atrazina/kg/p.c/dia, por 6 meses, apresentaram retardo no crescimento.
Em um estudo de cães, por 2 anos com 7,5 mg atrazina/kg/p.c/dia, causou diminuição da ingestão de
alimentos e aumento no peso do coração e do fígado. Com a administração de 75 mg de
atrazina/kg/p.c/dia, observou-se diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso, aumento do
peso adrenal, diminuição na contagem de células sanguíneas e tremores ocasionais.


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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
   ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
   (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
   ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
   ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
   (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
   e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
   de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
   aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
   Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
   água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DE PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
   ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
   para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Agriconnection Importadora e Exportadora
    de Insumos Agrícolas Ltda pelo telefone da empresa (11) 2970-3020 (Horário comercial) ou pelos
    telefones de emergência 0800-701-0450
-   Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
    óculos protetor e máscara com filtros).


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-   Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
    Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
    identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte
    o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
    material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
    conforme indicado.
    Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
    o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
    serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
    questão e da quantidade do produto envolvido.
-   Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
    favor do vento, para evitar intoxicações.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
   posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d´água
- Direcione o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
   a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;

                                                                                                   18
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-   Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
    direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-   Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
  armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
  não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo
   de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
   de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
  transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
  que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.



DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo
   de validade.

                                                                                                 19
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-   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
    de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
   Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
   Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatório a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
   o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
   realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
   competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
   O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
   contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
   pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
   equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
   competente.




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5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica bem
com determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná –
ADAPAR, o produto LIMPA possui restrição de uso para os seguintes alvos: Avena strigosa e Triticum
aestivum na cultura do milho.




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