Lifeline-SYNC
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Herbicida
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (128 g/L) + S-metolacloro (cloroacetanilida) (300 g/L)

Informações

Número de Registro
12520
Marca Comercial
Lifeline-SYNC
Formulação
EW - Emulsão Óleo em Água
Ingrediente Ativo
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (128 g/L) + S-metolacloro (cloroacetanilida) (300 g/L)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Total/Não-seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão OGM
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Algodão OGM
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Algodão OGM
Glycine max
soja
Algodão OGM
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Milho
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Ambrosia artemisifolia
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Spermacoce verticillata
poaia-botão; poaia-preta; poaia-rosário

Conteúdo da Bula

                                    V2025 02 26
                                                                                            UPL
                                                                                            Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                            Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                            w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                            e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                            t: (19) 3794-5600




                                                           BULA

                                                    LIFELINE-SYNC

             Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 12520

COMPOSIÇÃO:
Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DL-homoalanin-4-
yl(methyl) phosphinate (GLUFOSINATO - SAL DE AMÔNIO)
........................................................................................................128,0 g/L (12,80% m/v)
Mixture of 80-100% 2-chloro-6′-ethyl-N-[(1S)-2-methoxy-1-methylethyl]acet-o-toluidide and 20-0%
2-chloro-6′-ethyl-N-[(1R)-2-methoxy-1-methylethyl]acet-o-toluidide
(S-METOLACLORO) .............................................................................300,0 g/L (30,00% m/v)
Hidrocarboneto aromático .......................................................................65,9 g/L (6,59% m/v)
Outros Ingredientes ......................................................................... 604,10 g/L (60,41% m/v)

                 GRUPO                                        H                                    HERBICIDA
                 GRUPO                                       K3                                    HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida
GRUPO QUÍMICO: Homoalanina substituída (Glufosinato- Sal de amônio) e Cloroacetanilida (S-
Metolacloro).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Emulsão de óleo em água (EW)

TITULAR DO REGISTRO(*):
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO UPL – REGISTRO Nº 2917
Superform Chemistries Limited.
Nº750, GIDC., Jhagadia - 393110, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia

GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO LIER - Registro MAPA nº 42519
Lier Chemical Co., Ltd. - The Economic and Technical Development Zone, Mianyang City, Sichuan
Province - 621000, P.R, China

GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO UPL BR – REGISTRO Nº 11115
Yongnong Biosciences Co., Ltd.
Nº 3, Weiqi Rd(East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu,
Zhejiang - China

S-METOLACLORO TÉCNICO UPL – REGISTRO Nº 40919
Superform Chemistries Limited.
Nº750, GIDC., Jhagadia - 393110, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia

FORMULADOR:
Cerexagri B.V.
Tankhoofd 10- 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam - Holanda

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Avenida Roberto Simonsem, 1459, Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP, CEP: 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Telefone: (19) 3874-7000
Cadastro no Estado 477


UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
                                                                                                       Bula MAPA – Lifeline-Sync
                                                                                                                                   Public
                                                                              UPL
                                                                              Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                              Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                              w: www.upl-ltd.com/br
                                                                              e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                              t: (19) 3794-5600




United Phosphorus (India) LLP. (Unit 11)
Plot Nº 3210/3201-A, GIDC. Estate, Ankleshwar, District - Bharuch - Gujarat 393 002 - Índia

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Maeda, s/n°, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000
CNPJ: 02.974.733/0003-14 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado 1049

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, Km 122, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000
CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153

UPL Limited. (Unit 3)
Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia

UPL Vietnam Co., Ltd.
Amata Road, Long Binh Industrial Park (Amata), Bien Hoa City, Dong Nai Province - Vietnã

Yongnong Biosciences Co., Ltd.
Nº 3, Weiqi Rd(East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu,
Zhejiang - China


                       No do lote ou partida:
                       Data de fabricação:                   VIDE EMBALAGEM
                       Data de vencimento:


      ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                           CONSERVE-OS EM SEU PODER.
          É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                   PROTEJA-SE.
                 É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                         AGITE ANTES DE USAR.

                                      Indústria Brasileira
   (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do
                            Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)

        CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
                       MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
                                                                                         Bula MAPA – Lifeline-Sync
                                                                                                                     Public
                                                                                 UPL
                                                                                 Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                 Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                 w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                 e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                 t: (19) 3794-5600




                           MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA– MAPA

  INSTRUÇÕES DE USO:

  Lifeline-Sync é um Herbicida com ação sistêmica e seletivo condicional, recomendado em pré-plantio da
  soja, milho e algodão e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na entrelinha em jato dirigido na
  cultura de algodão e na pós-emergência do algodão geneticamente modificado.

  CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E
  INTERVALO DE APLICAÇÕES:

                                            DOSE           VOLUME
            PLANTAS INFESTANTES
                                           Produto        DE CALDA              NÚMERO, ÉPOCA E
CULTURA         Nome comum
                                          Comercial       terrestre         INTERVALO DE APLICAÇÃO
               (Nome científico)
                                            (L/ha)          (L/ha)



                Capim-marmelada                                        Realizar uma aplicação em dessecação
             (Brachiaria plantaginea)                                  (pós-emergência inicial das plantas
                                                                       infestantes    e    pré-semeadura      do
                                                                       algodão).
                                                                       Realizar a aplicação quando as plantas
                                                                       infestantes    estiverem     em     pleno
                                                                       desenvolvimento vegetativo, do início do
                 Capim amargoso                                        perfilhamento até 2 perfilhos para capim-
                (Digitaria insularis)                                  marmelada ou papuã, capim-amargoso e
                                                                       capim-pé-de-galinha e, com 4 a 6 folhas
                                                                       para caruru-de-mancha, trapoeraba e
                                                                       leiteito ou amendoim-bravo.

                                                                       Efetuar o plantio do algodão em até 5 dias
               Capim-pé-de-galinha                                     após a aplicação.
                 (Eleusine indica)                        100 - 300
                                                          (Aplicação
                                                                       Para os alvos indicados com *, se
                                                          terrestre)
                                                                       necessário,   pode-se    realizar    uma
Algodão                                     3,0 a 5,0                  segunda aplicação na entrelinha do
                                                                       algodão, em jato dirigido, na pós-
                                                           20 - 50
               Caruru-de-mancha *                                      emergência     inicial   das      plantas
                                                          (Aplicação
               (Amaranthus viridis)                                    infestantes. Neste caso, a cultura do
                                                            aérea)
                                                                       algodão deve estar com no mínimo 40 cm
                                                                       de altura.

                                                                       Realizar no máximo 2 aplicações
                                                                       durante o ciclo da cultura.
             Leiteiro ou Amendoim
                                                                       Utilizar as menores doses em solos de
                     Bravo*
                                                                       textura leve e/ou com baixa infestação de
            (Euphorbia heterophylla)
                                                                       plantas infestantes bem como as maiores
                                                                       para solos de textura médio e pesados ou
                                                                       com      alta  infestação   de    plantas
                                                                       infestantes.

                Trapoeraba *                                           Adicionar 0,5 L/ha de óleo metilado de
           (Commelina benghalensis)                                    soja nas aplicações.




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                                                                                            Bula MAPA – Lifeline-Sync
                                                                                                                        Public
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                                                                            Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                            Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                            w: www.upl-ltd.com/br
                                                                            e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                            t: (19) 3794-5600




               Capim marmelada                                    Realizar    uma    única    aplicação em
            (Brachiaria plantaginea)                              dessecação (na pós-emergência inicial das
                                                                  plantas infestantes e na pré-semeadura do
               Capim-amargoso                                     milho).
              (Digitaria insularis)
                                                                  Realizar a aplicação quando as plantas
             Capim-pé-de-galinha                                  infestantes    estiverem     em     pleno
               (Eleusine indica)                                  desenvolvimento vegetativo, do início do
              Caruru-de-mancha           3,0 a 6,0                perfilhamento até 2 perfilhos para capim-
             (Amaranthus viridis)                                 marmelada ou papuã, capim-amargoso e
                                                                  capim-pé-de-galinha e, com 4 a 6 folhas
              Trapoeraba                                          para caruru-de-mancha, caruru-roxo,
         (Commelina benghalensis)                                 trapoeraba, leiteito ou amendoim-bravo,
Milho                                                             corda-de-viola e buva.
               Caruru-roxo                                        Efetuar o plantio do milho em até 5 dias
           (Amaranthus hybridus)                                  após a aplicação.
            Leiteiro ou Amendoim                                  Utilizar as menores doses em solos de
                     Bravo               3,0 a 5,0                textura leve e/ou com baixa infestação de
           (Euphorbia heterophylla)                               plantas infestantes bem como as maiores
                    Buva                                          para solos de textura médio e pesados ou
             (Conyza bonariensis)                                 com      alta  infestação   de    plantas
                                                                  infestantes.
                                         4,0 a 6,0
                Corda-de-viola                                    Adicionar 0,5 L/ha de óleo metilado de
             (Ipomoea grandifolia)                                soja nas aplicações.

              Capim marmelada
           (Brachiaria plantaginea)                               Realizar   uma    única  aplicação   na
                   Picão-preto                                    dessecação (pós-emergência inicial das
                 (Bidens pilosa)                                  plantas infestantes e no pré-plantio da
                                                                  soja).
               Capim-amargoso
              (Digitaria insularis)
                                                                  Realizar a aplicação quando as plantas
            Capim-pé-de-galinha                                   infestantes    estiverem     em     pleno
              (Eleusine indica)                                   desenvolvimento vegetativo, do início do
                Trapoeraba                                        perfilhamento até 2 perfilhos para capim-
          (Commelina benghalensis)                                marmelada ou papuã, capim-amargoso,
                                                                  capim-pé-de-galinha e azevém e, com 4
             Caruru-de-mancha                                     a 6 folhas, para picão-preto, caruru-de-
            (Amaranthus viridis)         3,0 a 5,0
                                                                  mancha, caruru-roxo, trapoeraba, leiteiro
            Leiteiro ou Amendoim                                  ou amendoim-bravo, buva, cravorana,
Soja                 Bravo                                        corda-de-viola e vassourinha-de-botão.
          (Euphorbia heterophylla)
                Caruru-roxo                                       Efetuar o plantio da soja em até 5 dias
            (Amaranthus hybridus)                                 após a aplicação.
                   Cravorana
                                                                  Utilizar as menores doses em solos de
           (Ambrosia artemisiifolia)
                                                                  textura leve e/ou com baixa infestação de
                     Buva                                         plantas infestantes bem como as maiores
             (Conyza bonariensis)                                 para solos de textura médio e pesados ou
                    Azevém                                        com      alta  infestação   de    plantas
             (Lolium multiflorum)                                 infestantes.
                Corda-de-viola
             (Ipomoea grandifolia)                                Adicionar 0,5 L/ha de óleo metilado de
                                         4,0 a 5,0                soja nas aplicações.
              Vassourinha-botão
           (Spermacoce verticillata)



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                                                                                       Bula MAPA – Lifeline-Sync
                                                                                                                   Public
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                                                                                  Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
                                                                                  Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                                  w: www.upl-ltd.com/br
                                                                                  e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                                  t: (19) 3794-5600




   USO SELETIVO EM PÓS-EMERGÊNCIA:

                                       DOSE                    VOLUME
                 PLANTAS INFESTANTES
                                      Produto                 DE CALDA     NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
  CULTURA            Nome comum
                                     Comercial                terrestre             APLICAÇÃO
                   (Nome científico)
                                      (L/ha)                    (L/ha)

                      Capim-amargoso
                     (Digitaria insularis)



                       Caruru-roxo
                   (Amaranthus hybridus)                      100 - 300
                                                                           Fazer a aplicação de Lifeline-Sync em
                                                              (Aplicação
                                                                           área total, em pós-emergência da
                                                              terrestre)
   Algodão                   Soja                                          cultura e da planta infestante, quando
geneticamente           (Glycine max)                                      o algodão estiver no estágio V2 e as
  modificado                                     3,5 a 5,0                 ervas estiverem com até 2 perfilhos
(Resistente ao                                     L/ha                    para as gramíneas e até 4 folhas para
                           Buva
Glufosinato de                                                             as folhas largas.
                    (Conyza bonariensis)
   Amonio)
                                                               20 - 50
                                                                           Adicionar 0,5 L/ha de óleo metilado de
                       Corda-de-viola                         (Aplicação
                                                                           soja nas aplicações.
                    (Ipomoea grandifolia)                       aérea)


                        Erva-quente
                    (Spermacoce latifolia)

                     Capim marmelada
                  (Brachiaria plantaginea)


   MODO DE APLICAÇÃO:

   Recomendações gerais:

   Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
   autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque, com sistema de pré-orifício visando a
   produção de gotas médias.

   Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção
   de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do
   tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da
   ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas
   com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa
   sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para
   volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s)
   e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre
   um Engenheiro Agrônomo.

   Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um
   Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas,
   cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições
   meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

   Preparo de calda:
   Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
   devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se

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                                                                                             Bula MAPA – Lifeline-Sync
                                                                                                                         Public
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                                                                           Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                           w: www.upl-ltd.com/br
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                                                                           t: (19) 3794-5600




encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e
adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Feito isso, deve-se completar o volume do
tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é
recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o
término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do
pulverizador.

O Engenheiro Agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima,
o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão (aplicação em dessecação): Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de
aplicação.
Algodão (aplicação em jato dirigido): 130 dias.
Algodão Geneticamente Modificada: 130 dias.
Milho: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de aplicação.
Soja: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula;

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H e K3 para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-
br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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                                                                                      Bula MAPA – Lifeline-Sync
                                                                                                                  Public
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                                                                           Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                           w: www.upl-ltd.com/br
                                                                           e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                           t: (19) 3794-5600




              GRUPO                                   H                          HERBICIDA
              GRUPO                                   K3                         HERBICIDA

O produto herbicida Lifeline-Sync é composto por GLUFOSINATO – SAL DE AMÔNIO e S-METOLACLORO,
que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase) e dos Inibidores da divisão
celular, respectivamente, pertencente ao Grupo H e K3, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).


                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
  pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
  a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
  fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
  de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
  alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
  forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento
  hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
  por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2;
  óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeiras;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
  sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto;

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                                                                                                                  Public
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                                                                            Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                            w: www.upl-ltd.com/br
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                                                                            t: (19) 3794-5600




- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
  compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
  borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
  proteção latera; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
  em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
  até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
  produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
  contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
  Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
  hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
  em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                                                     Nocivo se ingerido

                                    ATENÇÃO                Pode ser perigoso em contato com a pele



PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.




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                                                                                                                   Public
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                                                                             Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                             w: www.upl-ltd.com/br
                                                                             e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
                                                                             t: (19) 3794-5600




                               - INTOXICAÇÕES PELO LIFELINE-SYNC -

                                         INFORMAÇÕES MÉDICAS


 Grupo químico           Homoalanina substituída (Glufosinato - sal de amônio), Cloroacetanilida (S-
                         Metolacloro)
                         Hidrocarboneto Aromático (Outros)
 Classe                  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 4: PRODUTO POUCO TÓXICO
 toxicológica
 Vias de exposição       Oral, inalatória, ocular e dérmica.
 Toxicocinética          Glufosinato – sal de amônio: O glufosinato de amônio é um análogo fosfínico do
                         ácido glutâmico, que é um típico aminoácido excitatório do SNC, o principal alvo da
                         toxicidade aguda do glufosinato, porém o mecanismo celular e molecular desta
                         ação, ainda não é bem entendido. A toxicidade pode ser devida a contribuição de
                         ambos, glufosinato e o surfactante, presentes nestes herbicidas. Após a intoxicação
                         com glufosinato, 7 de 16 pacientes demonstraram redução das atividades das
                         células vermelhas e colinesterases do sangue. Em outro caso de intoxicação por
                         ingestão de glufosinato, os níveis de colinesterases estiveram reduzidos por 5 dias.
                         Este herbicida deve possuir algum papel, como um inibidor de colinesterase,
                         seguido da toxicidade aguda, porém os efeitos colinérgicos não têm sido uma
                         porção significante da síndrome.
                         S-Metolacloro: S-Metolacloro é absorvido extensamente após ser administrado via
                         oral. Estudos de laboratórios em ratos indicam que a absorção através da pele é
                         moderada. As principais vias de excreção são a urina e fezes.
                         Hidrocarbonetos aromáticos: Solventes contendo nafta de petróleo pesada,
                         naftaleno e óleo mineral. Os hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos em
                         ratos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e,
                         rapidamente (em minutos), atingem o sistema nervoso central (SNC) e outros
                         órgãos. A eliminação destes solventes, tanto em animais como no homem, ocorre
                         principalmente pelo trato respiratório. A absorção oral é pobre e é eliminada nas
                         fezes.
 Mecanismos de           Glufosinato – sal de amônio: O Glufosinato de Amônio foi pouco absorvido pelo trato
 toxicidade              gastrointestinal de ratos. Os níveis no sangue após a admi¬nistração oral foram
                         baixos e mensuráveis somente por um curto tempo. A eliminação foi bifásica, com
                         meia-vida de 7 - 8 BR84081787g + Cevada horas e 52 - 64 horas, através da urina,
                         e principalmente das fezes. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos.
                         Estudo com animais através de administrado oral do metabolito principal de
                         glufosinato de amônio, houve excreção de 92% através da urina e 3,5% através
                         das fezes após 4 dias. (FAO, 1991).
                         S-Metolacloro: Desconhece-se o mecanismo de toxicidade em humanos
                         Hidrocarbonetos aromáticos: O principal modo de ação tóxica é a depressão do
                         SNC.
 Sintomas e sinais       Glufosinato – sal de amônio:
 clínicos                1. Gastrointestinal – náusea, vômito, dor abdominal e diarreia podem acontecer
                         logo após ingestão (dentro de 2 horas). Erosões gástricas também podem
                         acontecer.
                         2. Sinais vitais – diminuição da respiração, queda da pressão sanguínea e febre são
                         sintomas comuns de envenenamento por glufosinato. Pode-se desenvolver
                         dificuldade respiratória 8 a 24 horas após a ingestão.
                         3. Sintomas neurológicos – sintomas neurológicos, inclusive perturbações de
                         consciência, ataques apopléticos e dificuldade respiratória podem ser desenvolvidos
                         de 8 a 24 horas após o envenenamento. Perda de memória de curto prazo pode
                         acontecer.
                         4. Hepático – elevação de enzima hepática no soro é um efeito comum de
                         envenenamento.



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                                                                            Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

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                         5. Acidose metabólica foi informada em pacientes que desenvolveram hipotensão
                         após ingestão de glufosinato de amônio.
                         6. Outros sintomas clínicos incluem alteração no movimento ocular, edema geral,
                         leucocitose, enzimas hepáticas elevadas, erosão de membranas e mucosas
                         gástricas e amnésia parcial.
                         7. Hematológico – leucocitose é um efeito comum de envenenamento. Geralmente
                         ocorre no primeiro dia, podendo durar até 5 dias ou mais.
                         S-Metolacloro: O contato do produto com os olhos ou pele pode resultar em
                         irritação. Não há dados de casos de toxicidade aguda em humanos após ingestão
                         do produto, portanto desconhecem-se os sintomas clínicos de toxicidade.
                         Hidrocarbonetos aromáticos - Toxicidade Aguda:
                         Fatores de risco: doenças respiratórias e dérmicas pré-existentes.
                         1. Inalatório: Irritação e transtornos no SNC (cefaleia, vertigem, efeitos
                         anestésicos, sonolência, convulsão, perda de consciência), arritmias cardíacas e
                         óbito.
                         2. Oral: Não causa toxicidade sistêmica importante devido à pobre absorção, a
                         exceção de pneumonia aspirativa que pode progredir a óbito. O naftaleno em
                         grandes quantidades, pode causar hemólise, lesões renais e cataratas.
                         3. Dérmico: Irritação e dermatite leves (contato frequente ou prolongado). Pode
                         agravar uma lesão pré-existente.
                         4. Ocular: Irritante leve.

 Diagnóstico             Glufosinato – sal de amônio: O diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico
                         e nas informações disponíveis.
                         Monitoramento laboratorial: Oximetria de pulso ou controle de gases do sangue
                         arterial e radiografia do tórax em pacientes com sintomas respiratórios. Em caso
                         de envenenamento severo pode resultar em depressão respiratória, hipotensão, e
                         depressão do CNS. Estes devem ser monitorados durante pelo menos 24 horas.
                         Monitorar testes de função hepática em pacientes com exposição significante.

                         S-Metolacloro: Devido à ausência de sintomatologia específica, o diagnóstico deve
                         estar baseado somente na história da ingestão do produto. Não foram
                         desenvolvidos métodos analíticos para determinar a presença de produtos
                         metabólicos em fluidos biológicos humanos para obter diagnósticos definitivos.

                         Hidrocarboneto aromático: O diagnótico é estabelecido pela confirmação da
                         exposição e de quadro clínico compatível.




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 Tratamento              Glufosinato – sal de amônio: As medidas abaixo relacionadas devem ser
                         implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a
                         descontaminação.
                         Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
                         1. Remover roupas e acessórios, proceder à descontaminação cuidadosa da pele
                         (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e
                         sabão. Remover a vítima para local ventilado.
                         2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou
                         água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
                         3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder a
                         lavagem gástrica. Atentar para o nível de consciência e proteger as vias aéreas
                         devido ao risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g
                         em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano,
                         diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
                         4. Em caso de ingestão, observe o paciente cuidadosamente para o possível
                         desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrointestinal e do esôfago. Em caso
                         positivo a endoscopia poderá ser indicada para avaliar a extensão da lesão.
                         5. Monitorar sinais vitais frequentemente.
                         6. Monitorar hipotensão, disritmias, depressão respiratória e necessidade de
                         entubação endotraqueal.
                         7. Avaliar a hipoglicemia, alteração de eletrólitos e hipóxia.
                         8. Monitorar fluidos e eletrólitos.
                         9. Em caso de convulsão administrar benzodiazepínico IV: DIAZEPAM (ADULTO: 5
                         mg/kg, repetir a cada 10-15 minutos, conforme necessário. CRIANÇA: 0,2 a 0,5
                         mg/kg, repetir a cada 5 minutos, conforme necessário) ou LORAZEPAM (ADULTO:
                         2 a 4 mg/kg; CRIANÇA: 0,05 A 0,1 mg/kg).
                         10. Considerar fenobarbital ou propofol se convulsões ocorrerem periodicamente
                         após a administração de 30 mg de diazepam (em adultos) ou 10 mg (em crianças
                         maiores de 5 anos).
                         11. Em caso de hipotensão, infunda 10 a 20 mL/kg de fluido isotônico. Se a
                         hipotensão persistir, administre uma infusão com 0,5 a 1 mg/min. Em CRIANÇA:
                         começar infusão a 0,1 mg/min.
                         Trate acidose severa com bicarbonato de sódio de IV.

                         S-Metolacloro:
                         Antídoto: não existe antídoto específico.
                         As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas a interromper/suspender
                         a fonte de exposição ao produto, descontaminação gastrointestinal e proteção das
                         vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico.
                         Exposição Oral
                         A) O tratamento é sintomático e de suporte.
                         B) Lavagem gástrica: considere após ingestão de uma quantidade de veneno
                         potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão
                         (geralmente dentro de 1 hora). Contraindicações: perda de reflexos protetores das
                         vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados;
                         após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de
                         aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
                         ingestão de quantidade não significativa.
                         C) Carvão ativado
                         1) O carvão ativado se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção
                         sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão.
                         2) O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou
                         bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em
                         pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os
                         achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
                         3) Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL
                         de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a
                         50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano. É mais
                         efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.

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                         D) Irritação
                         Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a possibilidade de
                         desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se
                         estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimadura esofágica,
                         considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.
                         Exposição Inalatória
                         Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto às alterações
                         respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto à irritação
                         no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na
                         ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória
                         e corticoesteróides via oral ou parental.
                         Exposição Ocular
                         Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou
                         salina a 0,9% a temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação,
                         dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
                         encaminhado para tratamento especifico.
                         Exposição Dérmica
                         Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água
                         e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico, se a irritação
                         ou dor persistirem.
                         Hidrocarboneto aromático: Antídoto: não existe antídoto específico.
                         Remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias,
                         de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
 Contraindicações        A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
                         pneumonite química.
 Efeitos sinérgicos      Não se conhecem informações a respeito                de    efeitos       sinérgicos     e/ou
                         potencializadores relacionados ao produto.
                         Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                         tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional
 ATENÇÃO                 de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
                         As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
                         de Notificação Compulsória.
                         Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
                         Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                         Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3794 5465
                         Endereço eletrônico da empresa: www.uplbrasil.com
                         Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com


Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Glufosinato – sal de amônio: O produto foi eliminado quase completamente no 1º e 2º dias a uma taxa
de 10,6% via urina e 82% via fezes, sendo que na urina foi eliminado 8,5% do ingrediente ativo intacto
e nas fezes 74%.
S-Metolacloro: Vide Item TOXICOCINÉTICA, tabela acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos:
• DL50 oral aguda em ratos: entre 1750 e 5000 mg/kg pc.
• DL50 dérmica aguda em ratos: > 2000 mg/kg.
• CL50 inalatória em ratos (4h): > 5,491 mg/L.
• Irritação dérmica em coelhos: Irritante leve foi observada (eritema), reversível em 24 h.
• Irritação ocular em coelhos: Foi observada vermelhidão conjuntival, reversível em 48h após aplicação.
• Sensibilização cutânea em cobaias: O produto Lifeline-Sync não é sensibilizante cutâneo.
• Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
   em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.




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                                                                                          Bula MAPA – Lifeline-Sync
                                                                                                                         Public
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                                                                           Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                           w: www.upl-ltd.com/br
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Efeitos crônicos:
Glufosinato – sal de amônio:
Nenhum efeito teratogênico foi encontrado em ratos ou coelhos. Foi observado sinais de embriotoxicidade
e redução do tamanho da ninhada em ratos e camundongos.
Estudo durante a gravidez em ratos revelou toxicidade materna nos grupos alimentados com as doses
de 50 e 250 mg/kg/dia, com sinais clínicos de aumento nas adrenais, diminuição no peso do baço e
hemorragias vaginais (Ebert et al., 1990).
Filhotes de coelha alimentados com 20 mg/kg/dia demonstraram sinais de intoxicação clínica com
redução no consumo da dieta e ganho de peso corpóreo. Parto prematuro e abortos também foram
evidenciados (Ebert et al., 1990).

S-Metolacloro:
- Toxicidade crônica em animais de laboratório: para o produto técnico administrado, em várias doses,
em ratos, cães e camundongos, em diversos experimentos, foi possível o estabelecimento de dose de
não efeito tóxico observado.
- Resultados de estudos de longo prazo com animais de laboratório (camundongos) não revelaram efeitos
crônicos adversos, quando administrado nos níveis de 1.000 ppm (1 mg/kg) de peso corpóreo.

    INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS –
                                      IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
   AMBIENTE:

•   Este produto é:
             Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
    X        Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
             Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
             Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
• Este produto é ALTMENTE TÓXICO para (algas);

• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.

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                                                                                      Bula MAPA – Lifeline-Sync
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                                                                          Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                          w: www.upl-ltd.com/br
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• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO
DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-
5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:


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                                                                                     Bula MAPA – Lifeline-Sync
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                                                                             Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

                                                                             w: www.upl-ltd.com/br
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                                                                             t: (19) 3794-5600




•   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
•   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
•   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
•   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
•   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.



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                                                                         Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

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                                                                         t: (19) 3794-5600




TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:

• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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