Lifeline-SYNC
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Herbicida
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (128 g/L) + S-metolacloro (cloroacetanilida) (300 g/L)
Informações
Número de Registro
12520
Marca Comercial
Lifeline-SYNC
Formulação
EW - Emulsão Óleo em Água
Ingrediente Ativo
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (128 g/L) + S-metolacloro (cloroacetanilida) (300 g/L)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Total/Não-seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão OGM
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Algodão OGM
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Algodão OGM
Glycine max
soja
Algodão OGM
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Milho
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Ambrosia artemisifolia
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Spermacoce verticillata
poaia-botão; poaia-preta; poaia-rosário
Conteúdo da Bula
V2025 02 26
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
BULA
LIFELINE-SYNC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 12520
COMPOSIÇÃO:
Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DL-homoalanin-4-
yl(methyl) phosphinate (GLUFOSINATO - SAL DE AMÔNIO)
........................................................................................................128,0 g/L (12,80% m/v)
Mixture of 80-100% 2-chloro-6′-ethyl-N-[(1S)-2-methoxy-1-methylethyl]acet-o-toluidide and 20-0%
2-chloro-6′-ethyl-N-[(1R)-2-methoxy-1-methylethyl]acet-o-toluidide
(S-METOLACLORO) .............................................................................300,0 g/L (30,00% m/v)
Hidrocarboneto aromático .......................................................................65,9 g/L (6,59% m/v)
Outros Ingredientes ......................................................................... 604,10 g/L (60,41% m/v)
GRUPO H HERBICIDA
GRUPO K3 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida
GRUPO QUÍMICO: Homoalanina substituída (Glufosinato- Sal de amônio) e Cloroacetanilida (S-
Metolacloro).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Emulsão de óleo em água (EW)
TITULAR DO REGISTRO(*):
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO UPL – REGISTRO Nº 2917
Superform Chemistries Limited.
Nº750, GIDC., Jhagadia - 393110, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia
GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO LIER - Registro MAPA nº 42519
Lier Chemical Co., Ltd. - The Economic and Technical Development Zone, Mianyang City, Sichuan
Province - 621000, P.R, China
GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO UPL BR – REGISTRO Nº 11115
Yongnong Biosciences Co., Ltd.
Nº 3, Weiqi Rd(East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu,
Zhejiang - China
S-METOLACLORO TÉCNICO UPL – REGISTRO Nº 40919
Superform Chemistries Limited.
Nº750, GIDC., Jhagadia - 393110, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia
FORMULADOR:
Cerexagri B.V.
Tankhoofd 10- 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam - Holanda
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Avenida Roberto Simonsem, 1459, Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP, CEP: 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Telefone: (19) 3874-7000
Cadastro no Estado 477
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United Phosphorus (India) LLP. (Unit 11)
Plot Nº 3210/3201-A, GIDC. Estate, Ankleshwar, District - Bharuch - Gujarat 393 002 - Índia
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Maeda, s/n°, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000
CNPJ: 02.974.733/0003-14 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado 1049
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, Km 122, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000
CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153
UPL Limited. (Unit 3)
Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia
UPL Vietnam Co., Ltd.
Amata Road, Long Binh Industrial Park (Amata), Bien Hoa City, Dong Nai Province - Vietnã
Yongnong Biosciences Co., Ltd.
Nº 3, Weiqi Rd(East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu,
Zhejiang - China
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR.
Indústria Brasileira
(Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do
Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA– MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
Lifeline-Sync é um Herbicida com ação sistêmica e seletivo condicional, recomendado em pré-plantio da
soja, milho e algodão e pós-emergência inicial das plantas infestantes, na entrelinha em jato dirigido na
cultura de algodão e na pós-emergência do algodão geneticamente modificado.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E
INTERVALO DE APLICAÇÕES:
DOSE VOLUME
PLANTAS INFESTANTES
Produto DE CALDA NÚMERO, ÉPOCA E
CULTURA Nome comum
Comercial terrestre INTERVALO DE APLICAÇÃO
(Nome científico)
(L/ha) (L/ha)
Capim-marmelada Realizar uma aplicação em dessecação
(Brachiaria plantaginea) (pós-emergência inicial das plantas
infestantes e pré-semeadura do
algodão).
Realizar a aplicação quando as plantas
infestantes estiverem em pleno
desenvolvimento vegetativo, do início do
Capim amargoso perfilhamento até 2 perfilhos para capim-
(Digitaria insularis) marmelada ou papuã, capim-amargoso e
capim-pé-de-galinha e, com 4 a 6 folhas
para caruru-de-mancha, trapoeraba e
leiteito ou amendoim-bravo.
Efetuar o plantio do algodão em até 5 dias
Capim-pé-de-galinha após a aplicação.
(Eleusine indica) 100 - 300
(Aplicação
Para os alvos indicados com *, se
terrestre)
necessário, pode-se realizar uma
Algodão 3,0 a 5,0 segunda aplicação na entrelinha do
algodão, em jato dirigido, na pós-
20 - 50
Caruru-de-mancha * emergência inicial das plantas
(Aplicação
(Amaranthus viridis) infestantes. Neste caso, a cultura do
aérea)
algodão deve estar com no mínimo 40 cm
de altura.
Realizar no máximo 2 aplicações
durante o ciclo da cultura.
Leiteiro ou Amendoim
Utilizar as menores doses em solos de
Bravo*
textura leve e/ou com baixa infestação de
(Euphorbia heterophylla)
plantas infestantes bem como as maiores
para solos de textura médio e pesados ou
com alta infestação de plantas
infestantes.
Trapoeraba * Adicionar 0,5 L/ha de óleo metilado de
(Commelina benghalensis) soja nas aplicações.
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Capim marmelada Realizar uma única aplicação em
(Brachiaria plantaginea) dessecação (na pós-emergência inicial das
plantas infestantes e na pré-semeadura do
Capim-amargoso milho).
(Digitaria insularis)
Realizar a aplicação quando as plantas
Capim-pé-de-galinha infestantes estiverem em pleno
(Eleusine indica) desenvolvimento vegetativo, do início do
Caruru-de-mancha 3,0 a 6,0 perfilhamento até 2 perfilhos para capim-
(Amaranthus viridis) marmelada ou papuã, capim-amargoso e
capim-pé-de-galinha e, com 4 a 6 folhas
Trapoeraba para caruru-de-mancha, caruru-roxo,
(Commelina benghalensis) trapoeraba, leiteito ou amendoim-bravo,
Milho corda-de-viola e buva.
Caruru-roxo Efetuar o plantio do milho em até 5 dias
(Amaranthus hybridus) após a aplicação.
Leiteiro ou Amendoim Utilizar as menores doses em solos de
Bravo 3,0 a 5,0 textura leve e/ou com baixa infestação de
(Euphorbia heterophylla) plantas infestantes bem como as maiores
Buva para solos de textura médio e pesados ou
(Conyza bonariensis) com alta infestação de plantas
infestantes.
4,0 a 6,0
Corda-de-viola Adicionar 0,5 L/ha de óleo metilado de
(Ipomoea grandifolia) soja nas aplicações.
Capim marmelada
(Brachiaria plantaginea) Realizar uma única aplicação na
Picão-preto dessecação (pós-emergência inicial das
(Bidens pilosa) plantas infestantes e no pré-plantio da
soja).
Capim-amargoso
(Digitaria insularis)
Realizar a aplicação quando as plantas
Capim-pé-de-galinha infestantes estiverem em pleno
(Eleusine indica) desenvolvimento vegetativo, do início do
Trapoeraba perfilhamento até 2 perfilhos para capim-
(Commelina benghalensis) marmelada ou papuã, capim-amargoso,
capim-pé-de-galinha e azevém e, com 4
Caruru-de-mancha a 6 folhas, para picão-preto, caruru-de-
(Amaranthus viridis) 3,0 a 5,0
mancha, caruru-roxo, trapoeraba, leiteiro
Leiteiro ou Amendoim ou amendoim-bravo, buva, cravorana,
Soja Bravo corda-de-viola e vassourinha-de-botão.
(Euphorbia heterophylla)
Caruru-roxo Efetuar o plantio da soja em até 5 dias
(Amaranthus hybridus) após a aplicação.
Cravorana
Utilizar as menores doses em solos de
(Ambrosia artemisiifolia)
textura leve e/ou com baixa infestação de
Buva plantas infestantes bem como as maiores
(Conyza bonariensis) para solos de textura médio e pesados ou
Azevém com alta infestação de plantas
(Lolium multiflorum) infestantes.
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia) Adicionar 0,5 L/ha de óleo metilado de
4,0 a 5,0 soja nas aplicações.
Vassourinha-botão
(Spermacoce verticillata)
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USO SELETIVO EM PÓS-EMERGÊNCIA:
DOSE VOLUME
PLANTAS INFESTANTES
Produto DE CALDA NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA Nome comum
Comercial terrestre APLICAÇÃO
(Nome científico)
(L/ha) (L/ha)
Capim-amargoso
(Digitaria insularis)
Caruru-roxo
(Amaranthus hybridus) 100 - 300
Fazer a aplicação de Lifeline-Sync em
(Aplicação
área total, em pós-emergência da
terrestre)
Algodão Soja cultura e da planta infestante, quando
geneticamente (Glycine max) o algodão estiver no estágio V2 e as
modificado 3,5 a 5,0 ervas estiverem com até 2 perfilhos
(Resistente ao L/ha para as gramíneas e até 4 folhas para
Buva
Glufosinato de as folhas largas.
(Conyza bonariensis)
Amonio)
20 - 50
Adicionar 0,5 L/ha de óleo metilado de
Corda-de-viola (Aplicação
soja nas aplicações.
(Ipomoea grandifolia) aérea)
Erva-quente
(Spermacoce latifolia)
Capim marmelada
(Brachiaria plantaginea)
MODO DE APLICAÇÃO:
Recomendações gerais:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque, com sistema de pré-orifício visando a
produção de gotas médias.
Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção
de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do
tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da
ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas
com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa
sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para
volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s)
e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre
um Engenheiro Agrônomo.
Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um
Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas,
cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições
meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se
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encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e
adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Feito isso, deve-se completar o volume do
tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é
recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o
término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do
pulverizador.
O Engenheiro Agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima,
o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão (aplicação em dessecação): Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de
aplicação.
Algodão (aplicação em jato dirigido): 130 dias.
Algodão Geneticamente Modificada: 130 dias.
Milho: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de aplicação.
Soja: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de aplicação.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula;
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H e K3 para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-
br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
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GRUPO H HERBICIDA
GRUPO K3 HERBICIDA
O produto herbicida Lifeline-Sync é composto por GLUFOSINATO – SAL DE AMÔNIO e S-METOLACLORO,
que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase) e dos Inibidores da divisão
celular, respectivamente, pertencente ao Grupo H e K3, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2;
óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeiras;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
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- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção latera; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser perigoso em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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- INTOXICAÇÕES PELO LIFELINE-SYNC -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Homoalanina substituída (Glufosinato - sal de amônio), Cloroacetanilida (S-
Metolacloro)
Hidrocarboneto Aromático (Outros)
Classe CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 4: PRODUTO POUCO TÓXICO
toxicológica
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Glufosinato – sal de amônio: O glufosinato de amônio é um análogo fosfínico do
ácido glutâmico, que é um típico aminoácido excitatório do SNC, o principal alvo da
toxicidade aguda do glufosinato, porém o mecanismo celular e molecular desta
ação, ainda não é bem entendido. A toxicidade pode ser devida a contribuição de
ambos, glufosinato e o surfactante, presentes nestes herbicidas. Após a intoxicação
com glufosinato, 7 de 16 pacientes demonstraram redução das atividades das
células vermelhas e colinesterases do sangue. Em outro caso de intoxicação por
ingestão de glufosinato, os níveis de colinesterases estiveram reduzidos por 5 dias.
Este herbicida deve possuir algum papel, como um inibidor de colinesterase,
seguido da toxicidade aguda, porém os efeitos colinérgicos não têm sido uma
porção significante da síndrome.
S-Metolacloro: S-Metolacloro é absorvido extensamente após ser administrado via
oral. Estudos de laboratórios em ratos indicam que a absorção através da pele é
moderada. As principais vias de excreção são a urina e fezes.
Hidrocarbonetos aromáticos: Solventes contendo nafta de petróleo pesada,
naftaleno e óleo mineral. Os hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos em
ratos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e,
rapidamente (em minutos), atingem o sistema nervoso central (SNC) e outros
órgãos. A eliminação destes solventes, tanto em animais como no homem, ocorre
principalmente pelo trato respiratório. A absorção oral é pobre e é eliminada nas
fezes.
Mecanismos de Glufosinato – sal de amônio: O Glufosinato de Amônio foi pouco absorvido pelo trato
toxicidade gastrointestinal de ratos. Os níveis no sangue após a admi¬nistração oral foram
baixos e mensuráveis somente por um curto tempo. A eliminação foi bifásica, com
meia-vida de 7 - 8 BR84081787g + Cevada horas e 52 - 64 horas, através da urina,
e principalmente das fezes. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos.
Estudo com animais através de administrado oral do metabolito principal de
glufosinato de amônio, houve excreção de 92% através da urina e 3,5% através
das fezes após 4 dias. (FAO, 1991).
S-Metolacloro: Desconhece-se o mecanismo de toxicidade em humanos
Hidrocarbonetos aromáticos: O principal modo de ação tóxica é a depressão do
SNC.
Sintomas e sinais Glufosinato – sal de amônio:
clínicos 1. Gastrointestinal – náusea, vômito, dor abdominal e diarreia podem acontecer
logo após ingestão (dentro de 2 horas). Erosões gástricas também podem
acontecer.
2. Sinais vitais – diminuição da respiração, queda da pressão sanguínea e febre são
sintomas comuns de envenenamento por glufosinato. Pode-se desenvolver
dificuldade respiratória 8 a 24 horas após a ingestão.
3. Sintomas neurológicos – sintomas neurológicos, inclusive perturbações de
consciência, ataques apopléticos e dificuldade respiratória podem ser desenvolvidos
de 8 a 24 horas após o envenenamento. Perda de memória de curto prazo pode
acontecer.
4. Hepático – elevação de enzima hepática no soro é um efeito comum de
envenenamento.
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5. Acidose metabólica foi informada em pacientes que desenvolveram hipotensão
após ingestão de glufosinato de amônio.
6. Outros sintomas clínicos incluem alteração no movimento ocular, edema geral,
leucocitose, enzimas hepáticas elevadas, erosão de membranas e mucosas
gástricas e amnésia parcial.
7. Hematológico – leucocitose é um efeito comum de envenenamento. Geralmente
ocorre no primeiro dia, podendo durar até 5 dias ou mais.
S-Metolacloro: O contato do produto com os olhos ou pele pode resultar em
irritação. Não há dados de casos de toxicidade aguda em humanos após ingestão
do produto, portanto desconhecem-se os sintomas clínicos de toxicidade.
Hidrocarbonetos aromáticos - Toxicidade Aguda:
Fatores de risco: doenças respiratórias e dérmicas pré-existentes.
1. Inalatório: Irritação e transtornos no SNC (cefaleia, vertigem, efeitos
anestésicos, sonolência, convulsão, perda de consciência), arritmias cardíacas e
óbito.
2. Oral: Não causa toxicidade sistêmica importante devido à pobre absorção, a
exceção de pneumonia aspirativa que pode progredir a óbito. O naftaleno em
grandes quantidades, pode causar hemólise, lesões renais e cataratas.
3. Dérmico: Irritação e dermatite leves (contato frequente ou prolongado). Pode
agravar uma lesão pré-existente.
4. Ocular: Irritante leve.
Diagnóstico Glufosinato – sal de amônio: O diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico
e nas informações disponíveis.
Monitoramento laboratorial: Oximetria de pulso ou controle de gases do sangue
arterial e radiografia do tórax em pacientes com sintomas respiratórios. Em caso
de envenenamento severo pode resultar em depressão respiratória, hipotensão, e
depressão do CNS. Estes devem ser monitorados durante pelo menos 24 horas.
Monitorar testes de função hepática em pacientes com exposição significante.
S-Metolacloro: Devido à ausência de sintomatologia específica, o diagnóstico deve
estar baseado somente na história da ingestão do produto. Não foram
desenvolvidos métodos analíticos para determinar a presença de produtos
metabólicos em fluidos biológicos humanos para obter diagnósticos definitivos.
Hidrocarboneto aromático: O diagnótico é estabelecido pela confirmação da
exposição e de quadro clínico compatível.
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Tratamento Glufosinato – sal de amônio: As medidas abaixo relacionadas devem ser
implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a
descontaminação.
Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
1. Remover roupas e acessórios, proceder à descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e
sabão. Remover a vítima para local ventilado.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou
água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder a
lavagem gástrica. Atentar para o nível de consciência e proteger as vias aéreas
devido ao risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g
em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano,
diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
4. Em caso de ingestão, observe o paciente cuidadosamente para o possível
desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrointestinal e do esôfago. Em caso
positivo a endoscopia poderá ser indicada para avaliar a extensão da lesão.
5. Monitorar sinais vitais frequentemente.
6. Monitorar hipotensão, disritmias, depressão respiratória e necessidade de
entubação endotraqueal.
7. Avaliar a hipoglicemia, alteração de eletrólitos e hipóxia.
8. Monitorar fluidos e eletrólitos.
9. Em caso de convulsão administrar benzodiazepínico IV: DIAZEPAM (ADULTO: 5
mg/kg, repetir a cada 10-15 minutos, conforme necessário. CRIANÇA: 0,2 a 0,5
mg/kg, repetir a cada 5 minutos, conforme necessário) ou LORAZEPAM (ADULTO:
2 a 4 mg/kg; CRIANÇA: 0,05 A 0,1 mg/kg).
10. Considerar fenobarbital ou propofol se convulsões ocorrerem periodicamente
após a administração de 30 mg de diazepam (em adultos) ou 10 mg (em crianças
maiores de 5 anos).
11. Em caso de hipotensão, infunda 10 a 20 mL/kg de fluido isotônico. Se a
hipotensão persistir, administre uma infusão com 0,5 a 1 mg/min. Em CRIANÇA:
começar infusão a 0,1 mg/min.
Trate acidose severa com bicarbonato de sódio de IV.
S-Metolacloro:
Antídoto: não existe antídoto específico.
As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas a interromper/suspender
a fonte de exposição ao produto, descontaminação gastrointestinal e proteção das
vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico.
Exposição Oral
A) O tratamento é sintomático e de suporte.
B) Lavagem gástrica: considere após ingestão de uma quantidade de veneno
potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora). Contraindicações: perda de reflexos protetores das
vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados;
após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de
aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
C) Carvão ativado
1) O carvão ativado se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção
sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão.
2) O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou
bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em
pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os
achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
3) Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL
de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a
50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano. É mais
efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
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D) Irritação
Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a possibilidade de
desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se
estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimadura esofágica,
considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto às alterações
respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto à irritação
no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na
ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória
e corticoesteróides via oral ou parental.
Exposição Ocular
Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou
salina a 0,9% a temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação,
dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento especifico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água
e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico, se a irritação
ou dor persistirem.
Hidrocarboneto aromático: Antídoto: não existe antídoto específico.
Remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias,
de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Não se conhecem informações a respeito de efeitos sinérgicos e/ou
potencializadores relacionados ao produto.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional
ATENÇÃO de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3794 5465
Endereço eletrônico da empresa: www.uplbrasil.com
Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Glufosinato – sal de amônio: O produto foi eliminado quase completamente no 1º e 2º dias a uma taxa
de 10,6% via urina e 82% via fezes, sendo que na urina foi eliminado 8,5% do ingrediente ativo intacto
e nas fezes 74%.
S-Metolacloro: Vide Item TOXICOCINÉTICA, tabela acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
• DL50 oral aguda em ratos: entre 1750 e 5000 mg/kg pc.
• DL50 dérmica aguda em ratos: > 2000 mg/kg.
• CL50 inalatória em ratos (4h): > 5,491 mg/L.
• Irritação dérmica em coelhos: Irritante leve foi observada (eritema), reversível em 24 h.
• Irritação ocular em coelhos: Foi observada vermelhidão conjuntival, reversível em 48h após aplicação.
• Sensibilização cutânea em cobaias: O produto Lifeline-Sync não é sensibilizante cutâneo.
• Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
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Efeitos crônicos:
Glufosinato – sal de amônio:
Nenhum efeito teratogênico foi encontrado em ratos ou coelhos. Foi observado sinais de embriotoxicidade
e redução do tamanho da ninhada em ratos e camundongos.
Estudo durante a gravidez em ratos revelou toxicidade materna nos grupos alimentados com as doses
de 50 e 250 mg/kg/dia, com sinais clínicos de aumento nas adrenais, diminuição no peso do baço e
hemorragias vaginais (Ebert et al., 1990).
Filhotes de coelha alimentados com 20 mg/kg/dia demonstraram sinais de intoxicação clínica com
redução no consumo da dieta e ganho de peso corpóreo. Parto prematuro e abortos também foram
evidenciados (Ebert et al., 1990).
S-Metolacloro:
- Toxicidade crônica em animais de laboratório: para o produto técnico administrado, em várias doses,
em ratos, cães e camundongos, em diversos experimentos, foi possível o estabelecimento de dose de
não efeito tóxico observado.
- Resultados de estudos de longo prazo com animais de laboratório (camundongos) não revelaram efeitos
crônicos adversos, quando administrado nos níveis de 1.000 ppm (1 mg/kg) de peso corpóreo.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS –
IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
• Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
X Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
• Este produto é ALTMENTE TÓXICO para (algas);
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
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• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO
DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-
5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
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• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Bula MAPA – Lifeline-Sync
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UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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